LDAP. Laboratório de Computação Científica UFMG
|
|
|
- Cíntia Fontes Avelar
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 LDAP Laboratório de Computação Científica UFMG
2 Sumário Diretórios Introdução ao LDAP Modelos do LDAP Formato LDIF Distribuição Replicação
3 Diretórios
4 Diretórios Visão Geral O que um diretório faz? O que um diretório permite fazer? Bancos de Dados x Diretórios Por que usar diretórios? Tipos de Diretórios
5 Visão Geral Base de dados especializada para consulta Serviço de diretório - coleção de software, hardware, processos, políticas, e procedimentos administrativos para disponibilizar a informação do diretório aos seus usuários
6 O que um diretório faz? Unifica a gerência das informações - Informações de pessoas, serviços, etc - Recursos computacionais - Informações sobre equipamentos e redes Complementa outros serviços - Base de dados para autenticação e autorização - Organiza e facilita o acesso às informações
7 O que um diretório permite fazer? Organizar as informações hierarquicamente Compartilhar dados entre aplicações Controlar o acesso aos dados Distribuir a gerência dos dados Estender as informações com facilidade
8 Bancos de Dados x Diretórios Bancos de Dados são usados para armazenar dado que são alterados constantemente. Exemplos Registro de transações bancárias, controle de estoque de um supermercado, armazenar os dados contábeis de uma empresa, etc.
9 Bancos de Dados x Diretórios Diretórios são usados para armazenar dados que são alterados com pouca freqüência, mas que são consultados constantemente. Exemplos Cadastro de alunos de uma universidade, informações sobre computadores e redes, listas de contatos, etc.
10 Por que usar diretórios? Permitem que as informações na rede fiquem organizadas de forma mais eficiente Exemplos o uso de de apelidos, o oferecimento de serviço de páginas amarelas, diminuem a dificuldade de encontrar e usar as informações da rede
11 Tipos de Diretórios Projetados para uma aplicação específica - IBM/Lotus Notes, Microsoft Exchange Projetados para sistemas operacionais de rede - edirectory da Novell e NIS da Sun Projetados para um propósito específico - DNS Projetados para um propósito geral e baseado em padrões - Diretórios baseados no LDAP
12 O que foi visto O que são diretórios Diferença entre diretórios e bancos de dados Quando usar diretórios Exemplos de diretórios
13 Introdução ao LDAP
14 Introdução ao LDAP O que é o LDAP? Histórico - X.500 Histórico - LDAP Exemplos de Servidores LDAP
15 O que é o LDAP? Lightweight Directory Access Protocol é um protocolo que define o método no qual um diretório é acessado Especificado em 1993 (RFC-1487)
16 Histórico - X.500 Conjunto completo de padrões propostos pela ITU que definem os aspectos globais do serviço de diretórios Define o DAP (Directory Access Protocol), que consiste em um conjunto de regras para se acessar um diretório X.500
17 Histórico - X.500 DAP Cliente X.500 Servidor X.500 Cliente X.500 usando DAP para comunicar - se com um servidor X.500
18 Histórico - LDAP Desenvolvido inicialmente com um front-end do X.500, assim como o DAP Diferenças para o DAP: LDAP usa TCP/IP, enquanto o DAP é baseado nos protocolos de rede OSI Excluídas as funcionalidades obscuras, redundantes e raramente usadas
19 Histórico - LDAP LDAP DAP Cliente X.500 Tradutor de protocolo LDAP Servidor X.500 LDAP como front-end do X.500
20 Histórico - LDAP LDAP Cliente LDAP Servidor LDAP LDAP com seu próprio servidor
21 Servidores LDAP OpenLDAP slapd server Netscape Directory Server Novell edirectory Sun ONE Directory Server IBM Directory Server Oracle Internet Directory Microsoft Active Directory
22 O que foi visto Breve histórico do LDAP O que é o LDAP Exemplos de servidores LDAP
23 Modelos do LDAP
24 Modelo de Nomes DIT DN e RDN Modelo de Informação Objetos Classes de objetos Atributos Schemas Modelo Funcional Leitura e Pesquisa Alteração Autenticação Modelo de Segurança Modelos do LDAP
25 Modelos do LDAP O LDAP especifica os seguintes modelos Modelo de Nomes Modelo de Informação Modelo Funcional Modelo de Segurança
26 Modelo de Nomes Como a informação pode ser organizada e referenciada Objetivos Organizar e referenciar as informações no diretório Facilitar a manutenção dos dados Flexibilizar a política de controle de acesso Permitir a partição e a replicação Permitir uma navegação mais simples
27 Modelo de Nomes Entradas são dispostas hierarquicamente Hierarquia representada por uma Directory Information Tree - DIT Cada entrada é identificada unicamente por um distinguished name -DN
28 Directory Information Tree root dc=empresa ou=programadores cn=paulo Lara ou=coordenadores cn=maria Helena
29 DN e RDN DN (Distinguished Name) identifica unicamente uma entrada no DIT Contém a informação do nível em que a entrada está na árvore Exemplo cn=paulo Lara,ou=programadores, dc=empresa RDN (Relative Distinguished Name) é um nome que é único naquele nível de hierarquia Exemplo cn=paulo Lara
30 Modelo de Informação Tipo de dados e unidades básicas de informação que podem ser armazenados Baseia-se em entradas, que são compostas por atributos Entrada- coleção de informações sobre um objeto
31 Entradas (ou objetos) Cada entrada possui um nome único (DN) Implementam uma ou mais classes de objetos Em geral, toda entrada implementa uma classe abstrata, pelo menos uma classe estrutural e zero ou mais classes auxiliares Possuem apenas atributos definidos nas classes de objetos implementadas
32 Entradas (ou objetos) dn: cn=edre Moreira,ou=LCC,ou=ATI,ou=REITORIA,o=UFMG,ou=people,DC=UFMG,DC=BR homephone: givenname: Teste objectclass: top objectclass: person objectclass: organizationalperson objectclass: inetorgperson postalcode: userpassword:: e2nyaxb0fvjuvlz2v2w2wwpxcti= uid: edre cn: Edre Moreira street: Belo Horizonte st: MG l: Belo Horizonte sn: Moreira
33 Classes de Objetos Definem os atributos opcionais e obrigatórios das entradas Podem ser abstratas, estruturais ou auxiliares Possuem um nome único São definidas em um Schema Podem estar presentes em mais de uma entrada Podem herdar propriedades de outras classes de objetos
34 Classes de Objetos Sintaxe objectclass ( <OID da classe de objeto> [ "NAME" <nome da classe de objetos> ] [ "DESC" <descrição da classe de objeto> ] [ "OBSOLETE" ] [ "SUP" <OID da classe de objeto ancestral> ] [ ( "ABSTRACT" / "STRUCTURAL" / "AUXILIARY" ) ] [ "MUST" <OID dos atributos obrigatórios> ] [ "MAY" <OID dos atributos não obrigatórios> ] )
35 Classes de Objetos Exemplo objectclass ( NAME objpessoa SUP top STRUCTURAL DESC Dados de pessoas MUST ( pessoaid $ nome $ sobrenome $ cpf) MAY ( endereco $ telefone $ nascimento $ naturalidade ) )
36 Atributos Possuem nomes, às vezes abreviações ou apelidos Definem o tipo de dados que podem conter Podem possuir um ou mais valores Podem estar presentes em uma ou mais classes de objetos Alguns atributos funcionam como RDN, por exemplo cn, ou, dc, o
37 Sintaxe attributetype ( <OID do atributo> [ "NAME" <nome do atrituto> ] [ "DESC" <descrição do atributo> ] [ "OBSOLETE" ] [ "SUP" <OID do atributo ancestral> ] [ "EQUALITY" <regra de comparação> [ "ORDERING" <regra de comparação> [ "SUBSTR" <regra de comparação> ] [ "SYNTAX" <OID da SYNTAX> ] [ "SINGLE-VALUE" ] [ "COLLECTIVE" ] [ "NO-USER-MODIFICATION" whsp ] [ "USAGE" whsp AttributeUsage ] ")" Atributos
38 Regras de Comparação Define os métodos de comparação de atributos São definidas nas propriedades IGUALITY, SUBSTR e ORDERING Utilizadas para indexação
39 Atributos Exemplo attributetype ( NAME nome DESC Nome da pessoa EQUALITY caseignorematch SUBSTR caseignoresubstringsmatch SYNTAX SINGLE-VALUE )
40 OID (Object Identifer) Exigidos para identificar unicamente um atributo ou classe de objeto São hierárquicos RNP/GT-Dir work video related work attributes objectclass Qualquer empresa pode solicitar um OID para os seus próprios objetos e atributos Obtidos junto à IANA Internet Assigned Numbers Authority Não deve-se usar um OID existente para um novo atributo ou classe de objeto
41 Schemas Arquivos com definições das classes de objetos, atributos usados e regras de comparação Servidor LDAP deve conhecer os Schemas usados pelas entradas
42 Modelo Funcional Determina o que pode ser feito com a informação, como pode ser acessada e alterada Categorias Pesquisa Alteração Autenticação
43 Pesquisa Leitura (read) - retorna os atributos de um DN Listagem (list) - retorna os DNs dos descendentes do DN informado Pesquisa (search) - seleciona entradas de acordo com um filtro de consulta
44 Filtros de Consulta Operadores: & e ou! não ~= aproximadamente igual >= maior ou igual <= menor ou igual * qualquer
45 Filtros de Consulta Exemplos (cn=paulo C*) Retorna entradas que possuem o atributo cn com valor iniciado com Paulo C (&(uid=paulo)(sn=lara)) Retorna entradas com o atributo uid com valor igual a paulo e o atributo sn com valor igual a lara
46 Filtros de Consulta ( (ou=mg)(ou=sp)) Seleciona entradas que possuem o atributo ou com valor igual a mg ou sp (&(objectclass=inetorgperson)(cn=a*)) Retorna entradas que possuem o objectclass inetorgperson e o atributo cn com valor iniciado com A*
47 Pesquisa Comparação (compare) - recebe um DN, um nome de atributo e uma suposição de valor Indica se o valor corresponde ao valor contido no atributo ou não Usado para validação de senhas, dentre outras aplicações
48 Alteração Alteração (modify) - modifica entradas existentes. Permite adicionar, excluir e alterar o valor de atributos Adicionar (add) - insere entradas no diretório Apagar (delete) - remove entradas do diretório Alteração RDN (modify RDN) - muda o nome das entradas
49 Autenticação bind - promove a autenticação do usuário e inicia uma sessão unbind - encerra a sessão
50 Modelo de Segurança Como a informação pode ser protegida de acessos não autorizados Autenticação Controle de Acesso e Autorização Integridade de Dados Privacidade de dados
51 O que foi visto Operações do LDAP Organização dos dados Filtros de busca Definição de classes e atributos
52 Formato LDIF
53 Formato LDIF Forma de representação criada para promover o intercambio de informações para o LDAP Dois tipos: Descrição de conjunto de entradas Descrição de sentenças de atualização
54 Formato LDIF Exemplo: descrição de conjunto de entradas: # empresa,com dn: dc=empresa,dc=com dc: example objectclass: dcobject objectclass: organization o: Empresa LTDA. # programadores,empresa,com dn: ou=programadores,dc=empresa,dc=com ou: programadores description: Programadores da empresa objectclass: organizationalunit
55 Formato LDIF Exemplo: descrição de sentença de atualização: # apagando múltiplos atributos dn: cn=paulo Lara,ou=programadores,dc=empresa,dc=com changetype: modify # apaga todos os números de telefone delete: telephonenumber # acrescentando novos atributos para uma nova entrada dn: cn=maria Helena,ou=analistas,dc=empresa,dc=com changetype: add objectclass: inetorgperson cn: Maria Helena cn: Maria Helena Silva telephonenumber:
56 O que foi visto Formato do arquivo LDIF para descrever entradas Formato do arquivo LDIF para descrever atualizações
57 URLs do LDAP
58 URLs do LDAP Utilizadas para Identificação: registros ou consultas a atributos de um serviço Localização: pode incluir a localização do serviço sendo registrado, como endereço IP ou nome do servidor
59 Forma geral URLs do LDAP <ldapurl> ::= "ldap://" [ <hostport> ] "/" <dn> [ "?" <attributes> [ "?" <scope> "?" <filter> ] ] <hostport> ::= <hostname> [ ":" <portnumber> ] <attributes> ::= NULL <attributelist> <attributelist> ::= <attributetype> <attributetype> [ "," <attributelist> ] <scope> ::= "base" "one" "sub"
60 URLs do LDAP dn - Distinguished Name attribute list - Lista de atributos retornados scope base: Pesquisa na base do diretório one: Pesquisa no nível de diretório expecificado sub: Pesquisa nas sub-árvores do diretório filter - Um string contendo um filtro de consulta
61 URLs do LDAP Exemplos ldap://grude.com/dc=ufmg,dc=br?cn?sub?sn= silva Retorna o atributo cn de todas as entradas da sub-árvore cujo atributo sn é silva ldap://ldap.ufrj.com/ou=people,dc=br, dc=com??one?(&(cn=m*)(mail=*)) Retorna todos os atributos das entradas imediatamente descendentes da entrada people cujo atributo cn inicia-se com M e que possua o atributo mail
62 O que foi visto Como construir URLs para LDAP
63 Distribuição
64 Distribuição Referrals Chaining
65 Distribuição LDAP permite distribuição da informação entre vários servidores Objetivos Melhorar o desempenho Aumentar a disponibilidade Permitir um bom gerenciamento
66 Esquema Básico partição 1 partição 2 Representa uma entrada do diretório
67 Exemplo dc=br dc=ufmg dc=ufpr ou=alunos ou=professores ou=alunos cn=paulo cn=carlos cn=luiz Servidor UFMG Servidor UFPR
68 União de patições Referrals O servidor requisitado indica em qual servidor procurar as informações requisitadas Bibliotecas do cliente podem implementar o acesso aos diferentes servidores automaticamente Chaining Servidor entra em contato com outros servidores antes de retornar a resposta para o cliente
69 Cliente Referrals dc=br dc=ufmg 4 dc=ufpr ref:ldap://serivdor/ dc=br,dc=ufpr dc=ufpr ou=alunos ou=professores ou=alunos cn=paulo cn=carlos cn=luiz Servidor UFMG Servidor UFPR
70 Referrals Referência é feita pelo atributo ref no servidor UFMG e pela configuração do servidor UFRJ O atributo ref contém a URL do servidor que possui a sub-árvore do diretório que se deseja referenciar O atributo ref é definido na classe de objeto referral
71 Cliente Chaining dc=br 4 1 dc=ufmg 2 dc=ufpr ou=alunos ou=professores 3 ou=alunos cn=paulo cn=carlos cn=luiz Servidor UFMG Servidor UFPR
72 O que foi visto Como LDAP suporta distribuição Mecanismo de referral Mecanismo de chaining
73 Replicação
74 Replicação Cópia do conteúdo do diretório (total ou parcial) Não existe um modelo padrão Melhora o desempenho e a confiabilidade Aproxima o dado dos usuários Distribui melhor a carga dos servidores Garante redundância do serviço
75 Replicação dc=br dc=br dc=ufrj dc=ufpr dc=ufmg Replicação dc=ufmg Mestre Replica
76 O que foi visto Suporte à replicação pelo LDAP
77 Recaptulação Histórico do LDAP Utilidade de diretórios Organização da informação no LDAP Operações em LDAPs Definição de classes de objetos e atributos Formato LDIF Distribuição Replicação
78 LDAP Referências RFC1558: A String Representation of LDAP Search Filters RFC2251: Lightweight Directory Access Protocol (v3) RFC2252: Lightweight Directory Access Protocol (v3): Attribute Syntax Definitions RFC2254: The String Representation of LDAP Search Filters RFC2255: The LDAP URL Format RFC3296: Named Subordinate References in Lightweight Directory Access Protocol (LDAP) Directories concepts.htm# ml
79 Referências X.500 e Diretórios
Entendendo o OpenLDAP. Por GABRIEL STEIN
Por GABRIEL STEIN CONCEITOS ABORDADOS Conceito de diretório / Serviço de diretório Organização Hierárquica - Árvore LDAP Histórico Características Atributos ObjectClasses Schemas Entrada DNs Arquivos LDIF
Serviço de Diretórios com OpenLDAP. Marcos Sungaila [email protected]
Serviço de Diretórios com OpenLDAP Marcos Sungaila [email protected] LDAP Por que LDAP Conceitos básicos Instalando e Configurando o OpenLDAP Criando a estrutura do Diretório Trabalhando com senhas
Segurança da Informação
Segurança da Informação Banco de Dados LDAP Rodrigo Rubira Branco - [email protected] O que é Serviço de Diretorio? Banco de dados especializado em armazenar informações sobre objetos Caracteristicas
EXTREME LDAP POR GABRIEL STEIN
EXTREME LDAP POR GABRIEL STEIN T Ó P I C O S A B O R D A D O S ANATOMIA DE SCHEMAS TRABALHANDO COM BACKEND SQL BOTANDO ORDEM NA CASA: PASSWORD POLICIES OPENLDAP TUNNING Anatomia de Schemas A n a t o m
Elementos. Setores, departamentos, diretorias etc.
O Active Directory Active directory Serviço de diretório extensível para gerenciar recursos da rede de modo eficiente Armazena informações detalhadas sobre cada recurso na rede Possibilidade de armazenar
ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMA OPERACIONAL DE REDE (AULA 5)
Prof. Breno Leonardo Gomes de Menezes Araújo [email protected] http://blog.brenoleonardo.com.br ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMA OPERACIONAL DE REDE (AULA 5) Uma conta de usuário é um objeto de Active Directory,
Curso de extensão em Administração de redes com GNU/Linux
Curso de extensão em [email protected] Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal da Bahia OpenLDAP básico -, 2009.1 Licença de uso e distribuição
Sistemas Operacionais de Rede INTRODUÇÃO AO ACTIVE DIRECTORY
Sistemas Operacionais de Rede INTRODUÇÃO AO ACTIVE DIRECTORY Conteúdo Programático! Introdução ao Active Directory (AD)! Definições! Estrutura Lógica! Estrutura Física! Instalação do Active Directory (AD)!
O que é LDAP? Protocolo Lightweight Directory Access Protocol Conjunto de critérios, mecanismos e métodos TCP/IP Multiplataforma.
1 / 23 O que é LDAP? Protocolo Lightweight Directory Access Protocol Conjunto de critérios, mecanismos e métodos TCP/IP Multiplataforma 2 / 23 Conceitos Serviço de Diretório Armazena, organiza e fornece
Controle de Acesso em Rede
Segurança de Rede Segurança de rede e segurança de sistema (servidor individual) têm muito em comum Há redes onde o usuário faz login no domínio da rede para ter acesso aos recursos; em outras, se conecta
Lightweight Directory Access Protocol LDAP
Carlos Fernando Papotti RA : 02131282 José Ricardo M. Bevilacqua RA : 02534626 Julio César Costa Marcondes RA : 02121069 Raul Baldin RA : 02088243 Lightweight Directory Access Protocol LDAP Tópicos em
Conteúdo Programático
Conteúdo Programático Introdução ao Active (AD) Definições Estrutura Lógica Estrutura Física Instalação do Active (AD) Atividade Prática 1 Definições do Active Em uma rede do Microsoft Windows Server 2003,
Conceitos de relação de confiança www.jpinheiro.net [email protected]
Conceitos de relação de confiança www.jpinheiro.net [email protected] Procedimento para criar uma árvore O procedimento usado para criar uma árvore com o Assistente para instalação do Active Directory
Introdução ao Active Directory AD
Introdução ao Active Directory AD Curso Técnico em Redes de Computadores SENAC - DF Professor Airton Ribeiro O Active Directory, ou simplesmente AD como é usualmente conhecido, é um serviço de diretórios
Senado Federal Questões 2012
Senado Federal Questões 2012 Sistemas Operacionais Prova de Analista de Sistemas Prof. Gustavo Van Erven Senado Federal Questões 2012 Rede Social ITnerante http://www.itnerante.com.br/ Vídeo Aulas http://www.provasdeti.com.br/
OpenLDAP. Clodonil Honório Trigo UMA ABORDAGEM INTEGRADA. Novatec
OpenLDAP UMA ABORDAGEM INTEGRADA Clodonil Honório Trigo Novatec 1CAPÍTULO Introdução ao LDAP Palavras agradáveis são como favo de mel, doces para a alma, e medicina para o corpo. Provérbios de Salomão
V WSPPD 2007. Uma visão geral do OpenLDAP e Active Directory para autenticação de usuários em sistemas heterogêneos e distribuídos
V WSPPD 2007 Uma visão geral do OpenLDAP e Active Directory para autenticação de usuários em sistemas heterogêneos e distribuídos Porto Alegre, Agosto de 2007. Guilherme Matte Macedo, Rafael Bohrer Ávila
MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER
MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER TÁSSIO JOSÉ GONÇALVES GOMES [email protected] MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 TÁSSIO GONÇALVES - [email protected] 1 CONTEÚDO Arquitetura
ATIVIDADES EM MIDDLEWARE DA RNP
ATIVIDADES EM MIDDLEWARE DA RNP Maria Teresa Moura Maio 2001 RNP/REF/0236 Atividades 2000 RNP em Middleware da RNP ATIVIDADES EM MIDDLEWARE DA RNP Índice Introdução Middleware A Experiência da RNP Intranet
FTIN Formação Técnica em Informática. Sistema Operacional Proprietário Windows Prof. Walter Travassos
FTIN Formação Técnica em Informática Sistema Operacional Proprietário Windows Prof. Walter Travassos Aula 03 SISTEMA OPERACIONAL PROPRIETÁRIO WINDOWS Competências Instalação do Active Directory e serviços
SERVIÇO DE NOMES. Sistemas Distribuídos. Vinícius Pádua
SERVIÇO DE NOMES Sistemas Distribuídos Serviço de Nomes Nomes facilitam a comunicação e compartilhamento de recursos Nomes são vinculados a objetos Nomes devem ser resolvidos antes de de invocar os objetos
BSDDAY - 13 de Agosto SP/Brazil
BSDDAY - 13 de Agosto SP/Brazil Quem é o Dmux? Rafael Floriano Sousa Sales aka dmux - Paulistano, 22 anos, fundador e integrante do grupo Tompast, consultor UNIX, trabalhando com sistemas operacionais
Programação com acesso a BD. Prof.: Clayton Maciel Costa [email protected]
Programação com acesso a BD Prof.: Clayton Maciel Costa [email protected] 1 Introdução BD desempenha papel crítico em todas as áreas em que computadores são utilizados: Banco: Depositar ou retirar
SoftPhone e Integração de diretório ativo
SoftPhone e Integração de diretório ativo Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Integre o diretório ativo com SoftPhone Prepare para integrar o diretório ativo com
Curso: Redes II (Heterogênea e Convergente)
Curso: Redes II (Heterogênea e Convergente) Tema da Aula: Redes Heterogênea e Convergente Professor Rene - UNIP 1 Redes heterogêneas Redes Heterogêneas Todo ambiente de rede precisa armazenar informações
ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMA OPERACIONAL DE REDE (AULA 4)
Prof. Breno Leonardo Gomes de Menezes Araújo [email protected] http://blog.brenoleonardo.com.br ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMA OPERACIONAL DE REDE (AULA 4) Serviço de diretório Serviço de diretório é um conjunto
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS PROJETO INTEGRADOR. Projeto de Redes de Computadores. 5º PERÍODO Gestão da Tecnologia da Informação GOIÂNIA 2014-1
FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS PROJETO INTEGRADOR Projeto de Redes de Computadores 5º PERÍODO Gestão da Tecnologia da Informação Henrique Machado Heitor Gouveia Gabriel Braz GOIÂNIA 2014-1 RADIUS
LDAP: Usos e Aplicações
LDAP: Usos e Aplicações Daniel Novais Martins CNPTIA/Embrapa VI Seminário de Capacitação Interna [email protected] LDAP: Usos e Aplicações Relembrando Vantagens/Limitações Elementos de uma solução
Documento de Visão REPOSITÓRIO DE ARQUIVOS V1.0
Documento de Visão REPOSITÓRIO DE ARQUIVOS V1.0 Macaíba/2014 1 REPOSITÓRIO DE ARQUIVOS Histórico Data Versão Descrição Autor 11/06/2014 1.0 Fim do levantamento de requisitos e casos de uso Renan Farias
Roteamento e Comutação
Roteamento e Comutação Antes de começar a configurar o seu switch, você deve estabelecer suas conexões. Existem dois tipos de conexões: através da porta de console e através da porta Ethernet. A porta
Sistemas Operacionais II. Prof. Gleison Batista de Sousa
Sistemas Operacionais II Prof. Gleison Batista de Sousa Objetivos de aprendizagem Conhecer o funcionamento dos sistemas operacionais para redes de computadores. Aprender como é feito o gerenciamento do
Introdução à Banco de Dados. Definição
Universidade Federal da Bahia Departamento de Ciência da Computação (DCC) Disciplina: Banco de Dados Profª. Daniela Barreiro Claro Introdução à Banco de Dados Definição Um banco de dados é uma coleção
Network Services Location Manager. Guia para os administradores de rede
apple Network Services Location Manager Guia para os administradores de rede Este documento descreve o software Network Services Location (NSL) Manager e fornece informações sobre como configurar uma
O que são Bancos de Dados?
SQL Básico Liojes de Oliveira Carneiro [email protected] www.professor-liojes.blogspot.com O que são Bancos de Dados? É o software que armazena, organiza, controla, trata e distribui os dados
Versão 1.0 09/10. Xerox ColorQube 9301/9302/9303 Serviços de Internet
Versão 1.0 09/10 Xerox 2010 Xerox Corporation. Todos os direitos reservados. Direitos reservados de não publicação sob as leis de direitos autorais dos Estados Unidos. O conteúdo desta publicação não pode
Bancos de Dados. Conceitos F undamentais em S is temas de B ancos de Dados e s uas Aplicações
Conceitos F undamentais em S is temas de B ancos de Dados e s uas Aplicações Tópicos Conceitos Básicos Bancos de Dados Sistemas de Bancos de Dados Sistemas de Gerenciamento de Bancos de Dados Abstração
Fundamentos de JNDI. Paulo Pires - 2003
Fundamentos de JNDI Paulo Pires - 2003 Serviço de nomes A principal função de um serviço de nomes é permitir a associação de um nome (ou uma outra representação alternativa mais simples) a recursos computacionais
Gestão de identidades e ICPEDU ou Como implementar uma AR na sua instituição? Jeroen van de Graaf Laboratório de Computação Científica UFMG
Gestão de identidades e ICPEDU ou Como implementar uma AR na sua instituição? Jeroen van de Graaf Laboratório de Computação Científica UFMG Utilidade de uma ICP Em processos administrativos deve ter não-repúdio,
Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO
Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial
FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 04. Prof. André Lucio
FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 04 Prof. André Lucio Competências da aula 3 Servidor de DHCP. Servidor de Arquivos. Servidor de Impressão. Aula 04 CONCEITOS
Configuração do Servidor DHCP no Windows Server 2003
Configuração do Servidor DHCP no Windows Server 2003 Como instalar o Serviço DHCP Antes de poder configurar o serviço DHCP, é necessário instalá lo no servidor. O DHCP não é instalado por padrão durante
TRBOnet MDC Console. Manual de Operação
TRBOnet MDC Console Manual de Operação Versão 1.8 ÍNDICE NEOCOM Ltd 1. VISÃO GERAL DA CONSOLE...3 2. TELA DE RÁDIO...4 2.1 COMANDOS AVANÇADOS...5 2.2 BARRA DE FERRAMENTAS...5 3. TELA DE LOCALIZAÇÃO GPS...6
Introdução ao Tableau Server 7.0
Introdução ao Tableau Server 7.0 Bem-vindo ao Tableau Server; Este guia orientará você pelas etapas básicas de instalação e configuração do Tableau Server. Em seguida, usará alguns dados de exemplo para
Manual de Instalação ( Client / Server ) Versão 1.0
1 pág. PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DO SGCOM ATENÇÃO: É OBRIGATÓRIO UMA CONEXÃO COM A INTERNET PARA EXECUTAR A INSTALAÇÃO DO SGCOM. Após o Download do instalador do SGCOM versão Server e Client no site www.sgcom.inf.br
FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 02. Prof. André Lucio
FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 02 Prof. André Lucio Competências da aula 2 Instalação e configuração dos sistemas operacionais proprietários Windows (7 e
Instalando software MÉDICO Online no servidor
Instalando software MÉDICO Online no servidor A máquina denominada Servidora é a que armazenará o banco de dados do software (arquivo responsável pelas informações inseridas), compartilhando com as demais
Sistema de Banco de Dados Distribuídos e DataGrid
Sistema de Banco de Dados Distribuídos e DataGrid Leandro Melo de Sales Mário Hozano Lucas de Souza Trabalho para obtenção de nota da disciplina Banco de Dados Professor: Marcus Sampaio 25 de abril de
Roteiro. BCC321 - Banco de Dados I. Conceitos Básicos. Conceitos Básicos. O que é um banco de dados (BD)?
Roteiro BCC321 - Banco de Dados I Luiz Henrique de Campos Merschmann Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto [email protected] www.decom.ufop.br/luiz Conceitos Básicos Banco
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA INFORMÁTICA
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA INFORMÁTICA 26. Considerando o sistema de numeração Hexadecimal, o resultado da operação 2D + 3F é igual a: a) 5F b) 6D c) 98 d) A8 e) 6C 27. O conjunto
Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede
Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede O sistema de nome de domínio (DNS) é um sistema que nomeia computadores e serviços de rede e é organizado em uma hierarquia de domínios.
FACULDADE INTEGRADAS DE PARANAÍBA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS. Bancos de Dados Conceitos Fundamentais
FACULDADE INTEGRADAS DE PARANAÍBA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS Bancos de Dados Conceitos Fundamentais Tópicos Conceitos Básicos Bancos de Dados Sistemas de Bancos de Dados Sistemas de Gerenciamento de Bancos
Modelo R02 - Volume 4 - Aplicativo Web Embarcado
Modelo R02 - Volume 4 - Aplicativo Web Embarcado INTRODUÇÃO O equipamento Prisma Super Fácil foi desenvolvido com a finalidade de registrar a frequência dos colaboradores obedecendo às especificações da
BANCO DE DADOS CONTEÚDO INFORMÁTICA. Prof.: MARCIO HOLLWEG [email protected] BANCO DE DADOS SGBD TABELA CONCEITOS BÁSICOS
CONTEÚDO HARDWARE - 2 AULAS SISTEMA OPERACIONAL - 2 AULAS INFORMÁTICA Prof.: MARCIO HOLLWEG [email protected] APLICATIVOS OFFICE - 3 AULAS INTERNET - 1 AULA REDE - 2 AULA SEGURANÇA - 1 AULA BANCO DE
Guia do laboratório de teste: Configure o SharePoint Server 2010 como um Servidor Único com o Microsoft SQL Server
Guia do laboratório de teste: Configure o SharePoint Server 2010 como um Servidor Único com o Microsoft SQL Server Este documento é fornecido no estado em que se encontra. As informações e exibições expressas
Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Sistema Gerenciador de Banco de Dados
Banco de Dados Aula 1 Introdução a Banco de Dados Introdução Um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) é constituído por um conjunto de dados associados a um conjunto de programas para acesso a esses
Prof. Engº esp Luiz Antonio Vargas Pinto www.vargasp.com
Prof. Engº esp Luiz Antonio Vargas Pinto www.vargasp.com Confiabilidade Performance Duplicação das áreas efetivas de disco em RAM e DISCO não só para acelerar o processo de acesso mas para aumentar a
Servidor DNS. João Medeiros ([email protected]) Fatern 2009.1 1 / 15
Servidor João Medeiros ([email protected]) Fatern 2009.1 1 / 15 O que? O que? O que o define Domain Name Server Serviço utilizado para traduzir nomes em endereços IP e vice-versa Baseado em uma hierarquia
Disponibilização do Serviço de Diretório (LDAP) para autenticação de usuários da comunidade UNICAMP
Disponibilização do Serviço de Diretório (LDAP) para autenticação de usuários da comunidade UNICAMP O que é Serviço de Diretório? Um serviço de diretório é um software que armazena e organiza informações
Softwares Aplicativos Banco de Dados
Softwares Aplicativos Banco de Dados INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Estrutura 1. Definições 2. Serviços 3. Usuários 4. Evolução 5. Exemplos 03 Banco
Henry Equipamentos Eletrônicos e Sistemas Ltda.
Henry Equipamentos Eletrônicos e Sistemas Ltda. +55 41 3661-0100 Rua Rio Piquiri, 400 - Jardim Weissópolis - Pinhais/PR - Brasil CEP: 83322-010 CNPJ: 01.245.055/0001-24 Inscrição Estadual: 90.111.008-53
Engenharia de Software III
Engenharia de Software III Casos de uso http://dl.dropbox.com/u/3025380/es3/aula6.pdf ([email protected]) 09/09/2010 O que são casos de uso? Um caso de uso procura documentar as ações necessárias,
MANUAL DO PVP SUMÁRIO
Manual PVP - Professores SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 6 2 ACESSANDO O PVP... 8 3 TELA PRINCIPAL... 10 3.1 USUÁRIO... 10 3.2 INICIAL/PARAR... 10 3.3 RELATÓRIO... 10 3.4 INSTITUIÇÕES... 11 3.5 CONFIGURAR... 11
Nokia Internet Modem Manual do Usuário
Nokia Internet Modem Manual do Usuário 9219840 Edição 1 PT 2010 Nokia. Todos os direitos reservados. Nokia, Nokia Connecting People e o logotipo de Nokia Original Accessories são marcas comerciais ou marcas
Integrações com LDAP. Treinamento OTRS Help Desk
Integrações com LDAP Treinamento OTRS Help Desk Sumário Licenciamento deste Manual/Documento...3 Introdução... 4 # Autenticação de Atendentes...5 # Mapeamento de Propriedades dos Atendentes...6 # Relacionando
Outlook 2003. Apresentação
Outlook 2003 Apresentação O Microsoft Office Outlook 2003 é um programa de comunicação e gerenciador de informações pessoais que fornece um local unificado para o gerenciamento de e-mails, calendários,
UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos
UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Web Services Web Services Existem diferentes tipos de comunicação em um sistema distribuído: Sockets Invocação
Instalação e Configuração do AD DS no Windows Server 2012 R2 INSTALAÇÃO DO SERVIÇOS DE DOMÍNIO DO ACTIVE DIRECTORY (AD DS)
Instalação e Configuração do AD DS no Windows Server 2012 R2 Sumário... 2 Criando as Unidades Organizacionais... 16 Criando Grupos... 17 Criação de Usuários.... 20 Habilitando a Lixeira do AD DS.... 24
0800-728-2001 (Capitais e Interior) 0800-729-2001 (Demais Localidades) 0800-727-2001 (Capitais e Interior) Golden Fone (SAC)
Golden Fone (SAC) 0800-728-2001 (Capitais e Interior) Central Técnica 4004-2001 (Regiões Metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília e São Luís) 0800-729-2001
Como instalar o Active Directory no Windows Server 2003
Como instalar o Active Directory no Windows Server 2003 Po r Artur Higash iyama Primeiro assegure se que o seu servidor e a sua rede estão funcionando conforme o artigo "Requisitos e Recomendações para
GESTÃO DE SISTEMAS E REDES SERVIÇOS DE DIRETÓRIOS MS AD
GESTÃO DE SISTEMAS E REDES SERVIÇOS DE DIRETÓRIOS MS AD OUTLINE UMA BREVE HISTÓRIA DOS DIRETÓRIOS FUNDAMENTOS DO ACTIVE DIRECTORY COMO SÃO GUARDADOS E IDENTIFICADOS OS OBJETOS IDENTIFICAÇÃO ÚNICA DE OBJETOS
Rotina de Discovery e Inventário
16/08/2013 Rotina de Discovery e Inventário Fornece orientações necessárias para testar a rotina de Discovery e Inventário. Versão 1.0 01/12/2014 Visão Resumida Data Criação 01/12/2014 Versão Documento
Redes de Computadores. Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br [email protected]
Redes de Computadores Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br www.ricardojcsouza.com.br CAMADA DE APLICAÇÃO Desempenha funções específicas de utilização dos sistemas Identificação de parceiros
Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados:
MC536 Introdução Sumário Conceitos preliminares Funcionalidades Características principais Usuários Vantagens do uso de BDs Tendências mais recentes em SGBDs Algumas desvantagens Modelos de dados Classificação
Manual do Visualizador NF e KEY BEST
Manual do Visualizador NF e KEY BEST Versão 1.0 Maio/2011 INDICE SOBRE O VISUALIZADOR...................................................... 02 RISCOS POSSÍVEIS PARA O EMITENTE DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA.................
Configurar o ISE para a integração com um servidor ldap
Configurar o ISE para a integração com um servidor ldap Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Informações de Apoio Configurar Diagrama de Rede Configurar OpenLDAP Integre OpenLDAP
SUMÁRIO Acesso ao sistema... 2 Atendente... 3
SUMÁRIO Acesso ao sistema... 2 1. Login no sistema... 2 Atendente... 3 1. Abrindo uma nova Solicitação... 3 1. Consultando Solicitações... 5 2. Fazendo uma Consulta Avançada... 6 3. Alterando dados da
NetWare 6.5. Novell. Instalação e upgrade REQUISITOS MÍNIMOS DE SISTEMA REQUISITOS DE SISTEMA RECOMENDADOS. www.novell.
Novell NetWare 6.5 www.novell.com INÍCIO RÁPIDO Instalação e upgrade Esta Introdução rápida fornece informações básicas sobre a instalação e o upgrade para um servidor NetWare 6.5. Para obter instruções
SISTEMAS DISTRIBUIDOS. Prof. Marcelo de Sá Barbosa
Prof. Marcelo de Sá Barbosa SISTEMAS DISTRIBUIDOS Introdução e o Domain Name System Serviço de Diretório Estudo de caso: Global Name Service Estudo de caso: X.500 Directory Service Introdução SISTEMAS
Gerência de Redes. Arquitetura de Gerenciamento. [email protected]
Gerência de Redes Arquitetura de Gerenciamento [email protected] Sistema de Gerência Conjunto de ferramentas integradas para o monitoramento e controle. Possui uma interface única e que traz informações
Universidade Católica de Brasília Pró-reitoria de Graduação Curso de Ciência da Computação
Universidade Católica de Brasília Pró-reitoria de Graduação Curso de Ciência da Computação INTRODUÇÃO 6 LABORATÓRIO DE REDES DE COMPUTADORES Serviços Básicos de Rede DNS Para o correto funcionamento de
ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS
ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS FUNDAMENTOS DE Visão geral sobre o Active Directory Um diretório é uma estrutura hierárquica que armazena informações sobre objetos na rede. Um serviço de diretório,
MANUAL DO ADMINISTRADOR LOCAL. Entidade Municipal
MANUAL DO ADMINISTRADOR LOCAL Entidade Municipal Abril / 2011 ÍNDICE Objetivos do Sistema de Registro de Integrado - REGIN... 3 Principais Módulos do Sistema... 4 Módulo Controle de Acesso... 5 Módulo
TUTORIAL INSTALAÇÃO DA ROTINA 2075 NO LINUX
Apresentação O departamento de varejo da PC Sistemas inovou seu produto de frente de caixa, permitindo seu funcionamento no sistema operacional do Linux com a distribuição Ubuntu. O cliente poderá usar
Curso Básico Sistema EMBI
Curso Básico Sistema EMBI Módulo Atendentes e Administradores Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste trabalho pode ser reproduzida em qualquer forma por qualquer meio gráfico, eletrônico ou
Despachante Express - Software para o despachante documentalista veicular DESPACHANTE EXPRESS MANUAL DO USUÁRIO VERSÃO 1.1
DESPACHANTE EXPRESS MANUAL DO USUÁRIO VERSÃO 1.1 1 Sumário 1 - Instalação Normal do Despachante Express... 3 2 - Instalação do Despachante Express em Rede... 5 3 - Registrando o Despachante Express...
ACL Linux. O que são ACLs e por que usá-las?
ACL Linux O que são ACLs e por que usá-las? Motivação Unix utiliza um sistema de arquivo simples, mas poderoso Permissões para o dono, grupo do dono e demais Cada um possui 3 bits (r, w, x) 2 O que é ACL
OpenLdap: Replicação, disponibilidade e escalabilidade
OpenLdap: Replicação, disponibilidade e escalabilidade Sérgio Cioban Filho [email protected] http://cioban.googlepages.com Roteiro O que é Ldap Utilização do Ldap Porque replicar as bases Ldap Replicação
Servidor, Proxy e Firewall. Professor Victor Sotero
Servidor, Proxy e Firewall Professor Victor Sotero 1 Servidor: Conceito Um servidor é um sistema de computação centralizada que fornece serviços a uma rede de computadores; Os computadores que acessam
Tutorial de Active Directory Parte 3
Tutorial de Active Directory Parte 3 Introdução Prezados leitores, esta é a terceira parte de uma série de tutoriais sobre o Active Directory. O Active Directory foi a grande novidade introduzida no Windows
Instalação e Configuração do CollabNet Subversion Edge
Instalação e Configuração do CollabNet Subversion Edge 1) Descrição O Subversion Edge é um pacote da distribuição do Subversion SCM, que foi criado e distribuido pela empresa CollabNet com o objetivo de
APOSTILA BANCO DE DADOS INTRODUÇÃO A LINGUAGEM SQL
1. O que é Linguagem SQL 2. Instrução CREATE 3. CONSTRAINT 4. ALTER TABLE 5. RENAME TABLE 6. TRUCANTE TABLE 7. DROP TABLE 8. DROP DATABASE 1 1. O que é Linguagem SQL 2. O SQL (Structured Query Language)
Manual de Utilização do TOTVS Restore
Manual de Utilização do TOTVS Restore Atualização de Ambientes RM O TOTVS Restore é uma ferramenta desenvolvida pela equipe de Engenharia de Software do CD-BH com o intuito de permitir a criação e atualização
Mostrar área de trabalho.scf. Manual do Produto EDI.
Mostrar área de trabalho.scf Manual do Produto EDI. ÍNDICE MANUAL DO PRODUTO EDI....3 1. O QUE É O EDI?...3 1.1. VANTAGENS... 3 1.2. FUNCIONAMENTO... 3 1.3. CONFIGURAÇÃO NECESSÁRIA... 3 2. UTILIZANDO O
Glossário Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart.
Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart. Versão 1.6 15/08/2013 Visão Resumida Data Criação 15/08/2013 Versão Documento 1.6 Projeto Responsáveis
