Doenças de Transmissão Alimentar
|
|
|
- Sonia Coelho de Santarém
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Doenças de Transmissão Alimentar Norma S. Lázaro LABENT/IOC/FIOCRUZ- RJ
2 Perigos microbiológicos aos alimentos fungos, vírus, v bactérias, parasitas
3
4 Importância dos microrganismos para os alimentos Alimento Substrato para microrganismos Alterações desejáveis Alterações indesejáveis Enfermidades Novos alimentos Deterioração dos alimentos
5 Microrganismos de interesse em alimentos Produtores de alimentos culturas starter alimentos fermentados Lactobacillus sake, Pediococcus pentosaceus, Staphylococcus carnosus subsp. carnosus, Staphylococcus xylosus
6
7 Microrganismos indicadores qualidade e segurança dos alimentos Contagem total mesófilos, bolores e leveduras Coliformes totais - condições higiênico-sanitárias Coliformes termotolerantes indica exposição do alimento a contaminação de origem fecal Patogênicos
8 A capacidade de sobrevivência ou de multiplicação dos microrganismos que estão presentes em um alimento depende de uma série de fatores relacionados com as próprias características do alimento FATORES INTRÍNSECOS Atividade de água ( aw) - ph - Potencial de Oxido-redução ( Eh) - Composição Química do alimento relacionados com o ambiente em que o alimento se encontra Temperatura - FATORES EXTRÍNSECOS Oxigênio - Umidade Relativa (UR) Forma Física do alimento
9
10 Em condições ideais de temperatura, ph, nutrientes, oxigênio e água, as bactérias se multiplicam a cada 15 ou 20 minutos, podendo a partir de uma célula viva (bactéria), atingir bactérias em 7 horas
11
12 DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS (DTA) Doenças causadas pela ingestão de alimentos contendo microrganismos vivos, substâncias por eles produzidas ou substâncias químicas Infecções alimentares ingestão de microorganismos Intoxicações alimentares ingestão de toxinas bacterianas (microorganismos presentes nos alimentos)
13 Fatores que contribuem para a ocorrência de DTA Dose Infectante consumidor fatores fisiológicos - estado imunológico Escherichia coli O157:H7 e Clostridium botulinum Variáveis do Microrganismo variabilidade de expressão gênica dos mecanismos patogênicos - potencial para causar dano - interação do microrganismo com o substrato alimentar e com o ambiente Variáveis do Hospedeiro idade - estado de saúde geral gravidez - uso de medicamentos - variação da acidez gástrica imunocompetência - desordens metabólicas
14
15 Principais Sinais e Sintomas de DTA náuseas - vômitos - dor abdominal diarréia - febre - dor de cabeça -desidratação
16 Bacterias como agentes patogênicos transmitidos por alimentos. Periodo de Incubação Sintomas do trato gastrintestinal superior náuseas vômitos predominantes Sintomas Microrganismo 1-6 h (2 4 h) 8 16 h (vomitos entre 2 4 h) nauseas-vomito-diarreia-dor abdominal-prostração nauseas-vomito-diarreia-colicas abdominais S. aureus B.cereus (toxinas emeticas) B.cereus (toxinas emeticas e /ou diarreicas)
17 Sintomas do trato gastrintestinal inferior como primeira ocorrência ou predominância (cólicas abdominais - diarreia) Periodo de Incubação 2 36h (média 18-36h) 12 72h (média 18-36h) Sintomas Cólicas abdominais,diarreia (diarreia poutrefata = C. perfringens),algumas vezes nauseas, vomitos Cólicas abdominais,diarreia,vomitos,fe bre,calafrios,nausea.algumas vezes diarreia com sangue, dor de cabeça, mal estar Microrganismo C.perfringens B.cereus (tox.diarreica) E.faecalis E.faecium Salmonella Shigella EPEC Outras Enterobacteriaceae A.hydrophila P.shigelloides C.jejuni
18 Sintomas de infecção generalizada (febre,calafrios,mal estar, prostração, dores,infartamento ganglionar) 7 28 dias (média 14 dias) Períodos variáveis (dependente da doença) Mal estar, dor de cabeça, febre, tosse, nausea, vomito,constipação, dor abdominal, calafrios, roséolas cutâneas,fezes sanguinolentas febre, calafrios, dor de cabeça ou juntas, prostração, mal estar, aumento dos ganglios e outros sintomas específicos da doença em questão S. Typhi B. anthracis Brucella L.monocytogenes, C.jejuni outros
19 Surtos de DTAs Incidente em que duas ou mais pessoas sofrem uma doença similar após a ingestão de um mesmo alimento análises epidemiológicas implicam o alimento como a origem da doença
20 Notificação de DTA no período de (Fonte: Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde - CIEVS ) Número de surtos de DTA: Número de doentes: Número de óbitos: 61 Informações ignoradas Agente etiológico: 50% dos surtos Veículo (alimento): 32% Agentes etiológicos - Bactérias: 83,5% - Virus: 14,1% - Parasitas: 1,1% surtos - Químicos: 1,3% - Ignorados: 50,3% surtos Total surtos Fonte: SVS/MS. 2007
21
22
23
24
25 Estimativa (%) de diferentes grupos de alimentos na ocorrência de surtos de DTAs (2006) carne e derivados biscoitos e sorvetes pescado outros ovos e derivados leite e derivados aves e derivados
26
27 Alteração nos hábitos intestinais Aumento na frequência e/ou diminuição da consistência das evacuações Mais de três evacuações aquosas nas 24 hs
28 Enfermidade de distribuição universal, evolução potencialmente autolimitada, duração igual ou inferior a 14 dias. 1,5 bilhões de episódios agudos de diarréia no mundo por ano. Responsável por 3 a 5 milhões de óbitos em crianças a cada ano, principalmente naquelas menores de 1 ano de vida. Transmissão: via fecal-oral, principalmente pela água, alimentos, mãos e objetos contaminados. Queda significativa na mortalidade infantil por diarréia após introdução da TRO.
29 Diarreia Aguda
30 Fisiopatologia da Diarréia Aguda Processo Secretório Mediado por enterotoxina Estimula secreção de fluidos e eletrólitos a nível de Células secretoras das criptas Bloqueia absorção de fluidos e eletrolitos nas vilosidades
31 Processo disentérico Inflamação da mucosa e submucosa do íleo terminal e intestino grosso Edema, sangramento da mucosa, leucocitos ou muco nas fezes Absorção de fluidos diminuida Aumento da motilidade do colon com evacuações freqüentes e tenesmo, dor à defecação
32 Processo osmótico - substância malabsorvida em alta concentração no lumen intestinal, a qual torna-se osmoticamente ativa, induzindo movimentos de água do plasma para a luz intestinal e provocando retardo na absorção de água e eletrólitos Pode estar presente como complicação de qualquer processo patológico gastrintestinal É observada nas síndromes de má absorção
33 Processo citotóxico Destruição das células mucosas das vilosidades Diminuição da capacidade de absorção de fluidos e eletrólitos no intestino delgado Aumento relativo da função secretória pelas células da cripta remanescentes
34 Agentes bacterianos na Diarréia Aguda Secretória: E. coli, V.cholerae, C. difficile, C. perfringens, A. hydrophila, S. aureus, V. parahaemolyticus, B. cereus, (Salmonella, Yersinia enterocolitica) Citotóxica: E. coli enteropatogênica Osmótica: Lactose, Sorbitol, virus Disentérica: Campylobacter jejuni, C. difficile, Salmonella, Shigella, Yersinia enterocolitica, Aeromonas hydrophila
35 Sinais Freqüência de evacuações Volume de fezes eliminado Aquosa aguda ou coleriforme Disenteriforme Fezes aquosas Fezes sanguinolentas Fezes purulentas Cólica - tenesmo Hipotensão-choque - acidose Vômitos / febre +/- +/+++ Desidratação +++ +
36 Diarreia invasiva Salmonella Shigella
37 ETEC EPEC EIEC EHEC EAggEC Epidemiol Local Atuação Diarréia Infantil Diarréia dos Viajantes Intest. Delgado Diarréia Infantil Epidêmica creches, hospitais Intest. Delgado Disenteria bacilar Todas as idades Esporádica Instestino Grosso Colite Hemorrágica Sindrome hemolítica Urêmica Intestino Grosso Diarréia Persistente (>14 dias) crianças 6 meses - 2 anos Intest. Grosso/ Delgado Mecanismo Patogênico Patologia mucosa intestinal Intacta Destruição Microvilos Inflamação Ulceração Necrose Destruição Microvilos Morte Celular Hiperemia ileo.ceco Edema vilosidades int.delg Febre Ausente Comum Comum Ausente Ausente Fezes: Aquosa Aquosa Purulenta Sanguinolenta Aquosa Natureza Sangue Ausente Ausente Comum Proeminente Ausente Pus (PNM) Ausente Ausente Presente Ausente Ausente
38
39 Agente Etiológico Período de Incubação Tipo de Diarreia V. cholerae 3 dias Profusa e aquosa V. Parahaemolyticus Salmonella spp. S.Typhi 24 horas 36 horas 3 dias a 3 meses ( 3 semanas) Diarréia líquida/ Disenteria (muco e sangue) Pastosa, aquosa às vezes com sangue (Secretóri a ou invasiva) Invasiva Principais sintomas Diarréia aquosa, abundante,vômitos ocasionais, ecãibras musculares, desidratação, acidose e colapso circulatório Diarréia líquida, cólica abdominal, náusea, vômitos, cefaleia, febre,calafrios; casos severos, disenteria, fezes mucóides e sanguinolentas Dor abdominal, diarréia, vômito e febre. Infecções extra-intestinais Septicemia, febre, mal estar, cefaléia, náusea, vômito e dor abdominal. Material Biológico Swab retal, Fezes, Vômito Fezes, Swab retal Fezes, Swab retal; sintomas septicêmicos: urina, sangue Sangue, Fezes in natura, Swab retal ou Swab fecal
40 E.coli ETEC horas Aquosa, profusa (secretória) diarréia líquida, dor abdominal, febre baixa, náusea e mal-estar Fezes, Swab retal EIEC 10 e 18 horas Invasiva EHEC 8 dias Aquosa com sangue disenteria, cólica abdominal, febre e mal estar, fezes com sangue, muco e polimorfos nucleares dores abdominais severas e diarréia aguda, seguida de diarréia sanguinolenta; posterior aparecimento de síndrome hemolítica urêmica (HUS) e púrpura trombocitopênica trombótica Fezes, Swab retal Fezes, Swab retal EPEC 12 e 36 horas Aquosa, pode ser profusa diarreia com muco abundante, sem sangue, acompanhada de febre, dores abdominais, vômitos e desidratação Fezes, Swab retal Shigella sp. 1a 3 dias Invasiva Febre, cólicas abdominais, vômitos evacuações de pequeno volume, elevada freqüência, inicialmente do tipo aquosa com sangue, muco e pus, associada a tenesmo Fezes, Swab retal
41 Agente Etiológico Período de Incubação Tipo de Diarréia Principais sintomas Material Biológico Yersinia enterocolitica Campylobacter Aeromonas Plesiomonas shigelloides 7 dias Invasiva 5 dias variável, de horas a dias 24 horas Disentérica (Invasiva) ou secretória Invasiva ou secretória Secretória ou invasiva febre, diarréia às vezes sanguinolenta,dores abdominais, náuseas e vômitos.enterite, ileíte terminal e linfadenite mesentérica. Infecções extra-intestinais, septicemia diarréia líquida ou com muco e sangue, dor abdominal, febre, dor de cabeça, dores musculares, náusea, vômitos; infecções extraintestinais diarréia secretória ou invasiva (disentérica), com muco e sangue, perda de peso e desidratação profunda. febre, calafrios, dor abdominal, náusea, diarréia geralmente líquida, sem muco e sem sangue ou amareloesverdeado, espumosa, com grumos de sangue, desidratação Fezes, Vômito, Sangue Fezes Fezes Fezes
42 Agente Etiológico Período de Incubação Tipo de Diarréia Principais sintomas Material Biológico S.aureus 30 min. a 8 horas (2 a 4 horas) Geralmente pouco importante (sintoma secundário) Náuseas, vômitos, cólicas, prostração, pressão baixa e temperatura sub-normal, diarréia, desidratação Fezes, Vômito Bacillus cereus (toxina emética) 1 a 8 horas Náuseas, Vômitos vómitos, náuseas, diarréia e dores abdominais Fezes, vômito Bacillus cereus (toxina diarreica) 7 a 12 horas Diarréia aquosa diarréia intensa e dores abdominais; Raramente ocorre febre e vômito. Fezes
43 Duração do episódio diarreico EHEC 2 12 dias ETEC 3-5 dias (3 semanas) EPEC 5 15 dias EIEC 2 7 dias V. cholerae 4 6 dias (hidratação) V. parahaemolyticus 3 dias Aeromonas 1 7 dias P. shigelloides 1 9 dias Shigella 5 7 dias Salmonella 2 7 dias C. jejuni 2 10 dias Y. enterocolitica 1 3 semanas B. cereus (toxina emética) 24 h B. cereus (toxina diarreica) 24 h C. perfringens 24 h (1 2 semanas) Staphylococcus aureus 2 3 dias
44 Abordagem do paciente com diarreia 1. Duração dos sintomas 2. Período de incubação 3. Descrição das fezes a) Volume e textura b) Presença de sangue, muco (ulceração intestinal) e PMN (inflamação) 4. Sintomas e sinais associados 5. Fatores epidemiológicos
45
DOENÇAS MICROBIANAS DE ORIGEM ALIMENTAR. Palavras chaves: alimento, infecção alimentar, intoxicação alimentar, bactérias, manipuladores.
1 DOENÇAS MICROBIANAS DE ORIGEM ALIMENTAR Ana Flávia Machado Teixeira Resumo As doenças microbianas de origem alimentar são transmitidas por ingestão de alimentos e água contaminados por microrganismos
Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmitidas por Alimentos VE-DTA
MINISTÉRIO DA SAÚDE - MS SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SVS DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA - DEVIT COORDENAÇÃO GERAL DE DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS - CGDT Vigilância Epidemiológica das Doenças
Escherichia coli Enterohemorrágica O157:H7
Escherichia coli Enterohemorrágica O157:H7 Nomes populares Diarreia sanguinolenta, Colite hemorrágica, Agente causador Bacilo Gram-negativo - Famíla Enterobacteriacea - Escherichia coli produtora de verotoxinas
RELAÇÕES AMBIENTE-MICRORGANISMO
RELAÇÕES AMBIENTE-MICRORGANISMO Bactérias Gram(+) e Gram(-) Profa. Ms Solange A O Neves Curso: Enfermagem 1 Profa. Ms Solange A O Neves 2 1) Estafilococos Staphylococcus aureus BACTÉRIAS GRAM POSITIVAS
08/09/2014 BASTONETES GRAM NEGATIVOS FERMENTADORES. Familia Enterobacteriaceae
BASTONETES GRAM NEGATIVOS FERMENTADORES Família Enterobacteriaceae Prof. Vânia Lúcia da Silva CARACTERÍSTICAS GERAIS Morfologia e fisiologia: Bastonetes Gram negativos não formadores de esporos; Anaeróbios
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Folha:
1 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Número: Revisão: Folha: POP 09/10/2014 1/10 039/2014 Elaboração: 28/04/2014 Próxima revalidação: --------------- Título: INVESTIGAÇÃO DE SURTO POR DOENÇAS DIARREICAS AGUDAS
Educação Médica Continuada Curso de Antibioticoterapia 2013. Danise Senna Oliveira HSPE São Paulo
Educação Médica Continuada Curso de Antibioticoterapia 2013 DIARRÉIA AGUDA Danise Senna Oliveira HSPE São Paulo Desafio 1. Sexo masculino, 47 anos, 1 semana com diarréia, fezes com sangue visível nos últimos
Área de Atividade/Produto Classe de Ensaio/Descrição do Ensaio
Folha: 1 de 12 Área de Atividade/Produto Classe de Ensaio/Descrição do Ensaio Norma e/ou Procedimento ALIMENTOS LÁCTEOS ENSAIO QUÍMICO Determinação de Ceftiofur e seus metabólitos expressos como Desfuroilceftiofur
SEGURANÇA ALIMENTAR E DTAS. Ana Paula Haas. Nutricionista - CRN2 8431
SEGURANÇA ALIMENTAR E DTAS Ana Paula Haas Nutricionista - CRN2 8431 Segurança Alimentar Objetivos: Garantir acesso ao alimento em quantidade e qualidade adequadas, de forma permanente; Aproveitar ao máximo
A IMPORTÂNCIA DAS BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO PARA OS ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM ALIMENTOS.
263 A IMPORTÂNCIA DAS BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO PARA OS ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM ALIMENTOS. Regiane Pandolfo Marmentini 1 Ludimilla Ronqui 2 Verônica Ortiz Alvarenga 2 RESUMO Nos últimos anos,
DIARREIA: AVALIAÇÃO E TRATAMENTO NORMAS DE ORIENTAÇÃO CLÍNICA
DIARREIA: AVALIAÇÃO E TRATAMENTO NORMAS DE ORIENTAÇÃO CLÍNICA A diarreia é definida por um aumento na frequência das dejecções ou diminuição da consistência das fezes e por uma massa fecal>200g/dia. Pode
Critérios rios Diagnósticos e Indicadores Infecção do Trato Urinário ITU Infecção Gastrointestinal IGI. Hospitais de Longa Permanência.
Critérios rios Diagnósticos e Indicadores Infecção do Trato Urinário ITU Infecção Gastrointestinal IGI Hospitais de Longa Permanência ncia 2011 Premissas 1.Todos os sintomas devem ser novos ou com piora
Infecção Intestinal/ Coprocultura
Microbiologia Clínica Infecção Intestinal/ Coprocultura Carlos Cardoso Biomédico Salvador, 2012 Infecção do Trato Urinário Patogenia Aderência Invasão Toxinas Reação inflamatória Colonização Infecção
ATUALIZAÇÃO NO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DAS DIARRÉIAS AGUDAS
ATUALIZAÇÃO NO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DAS DIARRÉIAS AGUDAS Aderbal Sabra MD. PhD. Cientista Visitante e Staff Senior ICISI Georgetown University USA Professor de Pediatria, Gastroenterologia e Alergia
Saúde Pública como Área de Residência em Medicina Veterinária
Saúde Pública como Área de Residência em Medicina Veterinária Prof. Ass. Dr. José Paes de Almeida Nogueira Pinto Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia UNESP, campus de Botucatu Ideias O Veterinário
Flora microbiana natural dos alimentos
1 Flora microbiana natural dos alimentos 2 Produtos cárneos crus e prontos a comer carcaças contêm diversos tipos de m.o., sobretudo bactérias bactérias patogénicas entéricas presentes, em pequeno número
ASPECTOS GERAIS DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS
ASPECTOS GERAIS DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS Aspectos epidemiológicos O perfil epidemiológico das doenças transmitidas por alimentos no Brasil ainda é pouco conhecido. Somente alguns estados
Bactérias de importância no TGI
Universidade Federal de Juiz de Fora Instituto de Ciências Biológicas Departamento de Parasitologia, Microbiologia e Imunologia Bactérias de importância no TGI Família Enterobacteriaceae Bacilos Gram negativos
CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO CALOR
CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO CALOR Prof. ª Elessandra da Rosa Zavareze [email protected] 1 Estratégias para controlar os agentes de alteração dos alimentos 2 Conhecimento dos seguintes fatores:
World Gastroenterology Organisation Practice Guidelines: Diarréia Aguda em Adultos
World Gastroenterology Organisation Practice Guidelines: Diarréia Aguda em Adultos Seções: 1. Definições 2. Patogênese 3. Fatores de Risco 4. Diagnóstico & Diagnóstico Diferencial 5. Estratégias de Tratamento
Qualidade da Água e Saúde Pública
Qualidade da Água e Saúde Pública Principais doenças de origem microbiana difundidas através de águas contaminadas Doença Agente Causa da doença Origem Bactérias Cólera Vibrio cholerae Enterotoxina.ingestão
XIV CURSO DE CAPACITAÇÃO E PREVENÇÃO EM CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR DA AECIHERJ CONCEITOS BÁSICOS E INTRODUÇÃO A INFECÇÃO HOSPITALAR
XIV CURSO DE CAPACITAÇÃO E PREVENÇÃO EM CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR DA AECIHERJ CONCEITOS BÁSICOS E INTRODUÇÃO A INFECÇÃO HOSPITALAR Vítor Martins Médico Infectologista ASSUNTOS QUE ABORDAREMOS - Colonização
Anexo A DIAFURAN CAZI QUIMICA FARMACÊUTICA IND. E COM. LTDA. Comprimidos. 2 mg
Anexo A DIAFURAN CAZI QUIMICA FARMACÊUTICA IND. E COM. LTDA Comprimidos 2 mg DIAFURAN cloridrato de loperamida I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: DIAFURAN Nome genérico: cloridrato de loperamida
Do D enças a d o T rato Gastrointestinal
Doenças do Trato Gastrointestinal Trato gastrointestinal Colonização do TGI Ocorre ao nascimento e, durante toda a vida do indivíduo. Colonização por novos micro-organismos pode ocorrer diariamente com
15/10/2009. Taxonomia: Grandes bastonetes Gram-positivos em cadeia. Família Baccilaceae; Aeróbios. Gênero Bacillus 235 espécies (incluindo
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE BACTERIOLOGIA NUTRIÇÃO Bacillus e Clostridium Bacillus PROF. RENATA F. RABELLO 2 o SEMESTRE/2009 INTRODUÇÃO Taxonomia: Família Baccilaceae; Gênero Bacillus 235 espécies
Aspectos Clínicos Relevantes da infecção
Superintendência de Vigilância em Saúde Gerência de Vigilância Epidemiológica de Doenças Transmissíveis Coordenação de Controle de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar Rotavírus ROTAVÍRUS O VÍRUS
Cólera. Introdução: 1) Objetivo Geral
Cólera Introdução: A cólera se originou provavelmente na Índia e em Bangladesh, espalhando para outros continentes a partir de 1817. A descoberta da bactéria que a provoca foi feita por Robert Koch em
MICRORGANISMOS DE INTERESSE EM ALIMENTOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA MICROBIOLOGIA DE ALIMENTOS MICRORGANISMOS DE INTERESSE EM ALIMENTOS Profª. Drª. Caroline Costa Moraes BAGÉ 2010 Técnicas microbiológicas aplicadas a microbiologia de alimentos.
Bacilos entéricos Gram-negativos: Enterobacteriaceae
Departamento de Microbiologia Instituto de Ciências Biológicas Universidade Federal de Minas Gerais http://www.icb.ufmg.br/mic Bacilos entéricos Gram-negativos: Enterobacteriaceae Introdução A família
HIGIENE PÚBLICA. Confirmação
HIGIENE PÚBLICA Análises de medicamentos veterinários em animais e produtos de origem animal Urina, músculo, fígado Pesquisa de resíduos de agonistas beta-adrenérgicos - Triagem Pesquisa de resíduos de
Microbiologia ambiental relaciona-se principalmente com os processos microbianos que ocorrem no solo, na água, no ar ou nos alimentos;
MICRORGANISMOS E MEIO AMBIENTE Microbiologia ambiental relaciona-se principalmente com os processos microbianos que ocorrem no solo, na água, no ar ou nos alimentos; 1 Os microrganismos vivem em comunidades,
Introdução ao Tratamento de Esgoto. Prof. Dra Gersina Nobre da R.C.Junior
Introdução ao Tratamento de Esgoto Prof. Dra Gersina Nobre da R.C.Junior PARÂMETROS QUÍMICOS DO ESGOTO Sólidos ph Matéria Orgânica(MO) Nitrogênio Total Fóforo Total PARÂMETROS QUÍMICOS DO ESGOTO ph Potencial
ALERTA EPIDEMIOLÓGICO Nº01/2014
ALERTA EPIDEMIOLÓGICO Nº01/2014 ALERTA AOS SERVIÇOS DE SAÚDE sobre a importância de intensificar as ações de Vigilância Epidemiológica e Ambiental para a prevenção e detecção precoce da cólera no Estado
Uso de antibióticos no tratamento das feridas. Dra Tâmea Pôssa
Uso de antibióticos no tratamento das feridas Dra Tâmea Pôssa Ferida infectada Ruptura da integridade da pele, quebra da barreira de proteção Início do processo inflamatório: Dor Hiperemia Edema Aumento
FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES CIÊNCIAS DESAFIO DO DIA. Aula: 17.1 Conteúdo: Doenças relacionadas à água I
CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula: 17.1 Conteúdo: Doenças relacionadas à água I 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Habilidades: Identificar algumas
Bactérias e Doenças Associadas
Bactérias e Doenças Associadas Disenteria Bacilar Agente Etiológico: Bactérias do gênero Shigella Forma de transmissão: Água e alimentos contaminados com as fezes dos doentes. Sintomas: Infecção intestinal,
ACNE. CAUSADOR Propionibacterium acnes. CONTAMINAÇÃO Alterações hormonais Proliferação de bactérias comuns da pele
BACTERIOSES MONERA PELE ACNE CAUSADOR Propionibacterium acnes CONTAMINAÇÃO Alterações hormonais Proliferação de bactérias comuns da pele SINTOMAS Acúmulo de secreção Formação de pontos brancos ERISIPELA
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DDA. Patrícia A.F. De Almeida Outubro - 2013
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DDA Patrícia A.F. De Almeida Outubro - 2013 INTRODUÇÃO DDA Síndrome causada por vários agentes etiológicos (bactérias, vírus e parasitos) 03 ou mais episódios com fezes líquidas
FATORES INTRÍNSECOS E EXTRÍNSECOS
FATORES INTRÍNSECOS E EXTRÍNSECOS Fatores que Afetam o Desenvolvimento Microbiano em Alimentos ALIMENTO Substrato para os microrganismos Deterioração do alimento Infecção ou intoxicação alimentar Formas
Manejo da Diarréia no Paciente Crítico
Manejo da Diarréia no Paciente Crítico Bibiana Rubin Especialista em Clínica Terapêutica Nutricional Mestre em Saúde Coletiva Nutricionista Clínica CTI/HCPA Não há conflitos de interesse. Diarréia do Paciente
RAPILAX. Kley Hertz S/A Indústria e Comércio Solução Oral Gotas 7,5 mg/ml picossulfato de sódio
RAPILAX Kley Hertz S/A Indústria e Comércio Solução Oral Gotas 7,5 mg/ml picossulfato de sódio RAPILAX picossulfato de sódio APRESENTAÇÃO Solução oral contendo: 7,5 mg/ml de picossulfato de sódio em frasco
Aula 11: Infecções e antibióticos
Aula 11: Infecções e antibióticos Infecção Infecção é a colonização de um organismo hospedeiro por uma espécie estranha patogênica. Em uma infecção, o organismo infectante procura utilizar os recursos
PNEUMONIAS COMUNITÁRIAS
PNEUMONIAS COMUNITÁRIAS A maior parte dos casos são as chamadas comunitárias ou não nosocomiais Típica Não relacionada à faixa etária. Causada por S. pneumoniae, H. influenzae e S. aureus. Sintomatologia
Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite
Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite HEPATITE A hepatite é uma inflamação do fígado provocada na maioria das vezes por um vírus. Diferentes tipos de vírus podem provocar hepatite aguda, que se
O MANIPULADOR COMO FATOR DE RISCO DE CONTAMINAÇÃO ALIMENTAR NO SERVIÇO DE NUTRIÇÃO E DIETÉTICA NO AMBIENTE HOSPITALAR
UECE Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa Centro de Estudos Sociais Aplicados Mestrado Profissional em Planejamento em Políticas Públicas Germania Alves Martins O MANIPULADOR COMO FATOR DE RISCO DE
24/8/2009. Larva migrans cutânea. Larva migrans cutânea. Larva migrans cutânea. Larva migrans cutânea
CICLO BIOLÓGICO Os cães e os gatos, que são os hospedeiros definitivos do parasita, podem infectar-se de formas diversas: Ingestão de ovos infectantes; Ingestão de larvas presentes em tecidos de hospedeiros
Escola Estadual de Educação Profissional - EEEP
Escola Estadual de Educação Profissional - EEEP Ensino Médio Integrado à Educação Profissional Curso Técnico em Agroindústria Microbiologia e Procedimentos de Análise Microbiológica de Alimentos Governador
O Papel do Manipulador na Produção de Alimentos
Segurança Alimentar O Papel do Manipulador na Produção de Alimentos Eduardo Alécio - CEFETPE MANIPULADOR DE ALIMENTOS: Toda pessoa que pode entrar em contato com um produto comestível em qualquer etapa
Protocolos de Microbiologia Clínica. Coprocultura
Coprocultura Parte 2 - Outros enteropatógenos Carlos Henrique Pessôa de Menezes e Silva Doutor em Microbiologia Microbiologista do Centro Tecnológico de Análises (CETAN), Vila Velha-ES Consultor em Microbiologia
Importância das Vacinas inativadas contra Clostridioses
Importância das Vacinas inativadas contra Clostridioses Introdução As clostridioses são consideradas as maiores causas de mortes em bovinos no Brasil, seguidas das intoxicações causadas por plantas tóxicas
REINO MONERA BACTÉRIAS
REINO MONERA BACTÉRIAS 7º ANO - CIÊNCIAS PROFESSORA LISIANE VIEL MORFOLOGIA Parede celular DNA circular e pedaços de DNA = plastídeos Presença de flagelos = locomoção Ribossomos e grãos de glicogênio =
CURSO TÉCNICO EM BIOQUÍMICA
CURSO TÉCNICO EM BIOQUÍMICA ÉRIKA RODRIGUES DA SILVA LUIDY KAZUO ISSAYAMA TALITA FERREIRA PIFFER ALVES CATEGORIA 6: SEGURANÇA E SAÚDE SEGURANÇA ALIMENTAR CAMPINAS - SETEMBRO 2011 1 Érika Rodrigues da Silva
METODOLOGIAS UTILIZADAS PARA ANÁLISES MICROBIOLÓGICAS. Tipo de amostra Análises SIF - Método CQ - Método
METODOLOGIAS UTILIZADAS PARA ANÁLISES MICROBIOLÓGICAS Tipo de amostra Análises SIF Método CQ Método Água M 04 Contagem de Clostridium perfringens Membrana Filtrante M 08 Contagem de Coliforme Total Membrana
Silimalon (slimarina + metionina)
Silimalon (slimarina + metionina) Zydus Nikkho Farmacêutica Ltda Drágeas 70 mg / 100 mg Bula do Paciente Silimalon drágea- Versão 01 11/2010- paciente Página 1 I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO SILIMALON
Monitoramento das Doenças Diarréicas icas Agudas
SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Gerência de Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmissíveis Coordenação de Controle das Doenças Hídricas e Alimentares Monitoramento das Doenças Diarréicas
CÓLERA CID 10: A 00.9
SUPERINTENDENCIA DE VIGILANCIA PROMOÇÃO E PREVENÇÃO À SAÚDE DIRETORIA DE VIGILANCIA EPIDEMIOLOGICA DAS DOENÇAS TRANSMISSIVEIS E NÃO TRANSMISSIVEIS GERÊNCIA DE DOENÇAS TRANSMISSIVEIS ÁREA DE ASSESSORAMENTO
INFORME-NET DTA AFLATOXINAS E OUTRAS MICOTOXINAS MANUAL DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS
INFORME-NET DTA Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo Centro de Vigilância Epidemiológica - CVE MANUAL DAS DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS AFLATOXINAS E OUTRAS MICOTOXINAS 1. Descrição da doença
AVALIAÇÃO HIGIÊNICO-SANITÁRIA DOS RESTAURANTES SELF-SERVICES
Revista Interfaces: Saúde, Humanas e Tecnologia. Ano 2, V. 2, Número Especial, jun, 2014. Faculdade Leão Sampaio Resumo Expandido ISSN 2317-434X AVALIAÇÃO HIGIÊNICO-SANITÁRIA DOS RESTAURANTES SELF-SERVICES
EPIDEMIOLOGIA MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS TRATAMENTO PREVENÇÃO
DIARREIA AGUDA EPIDEMIOLOGIA MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS TRATAMENTO PREVENÇÃO PROF. DR. ULYSSES FAGUNDES NETO Instituto de Gastroenterologia Pediátrica de São Paulo (I-Gastroped) Diarreia foi responsável, em
Shigella. Topicos. Prof. Assoc. Mariza Landgraf. Introdução. Características da doença Tratamento Prevenção e Controle 03/04/2017
Shigella Prof. Assoc. Mariza Landgraf Depto Alimentos e Nutrição Experimental Topicos Introdução Histórico Características do microorganismo Fatores Características da doença Tratamento Prevenção e Controle
NOTA TÉCNICA N o 014/2012
NOTA TÉCNICA N o 014/2012 Brasília, 28 de agosto de 2012. ÁREA: Área Técnica em Saúde TÍTULO: Alerta sobre o vírus H1N1 REFERÊNCIA(S): Protocolo de Vigilância Epidemiológica da Influenza Pandêmica (H1N1)
O que Realmente Funciona
Prisão de Ventre O mal conhecido como intestino preguiçoso, obstipação ou prisão de ventre atinge cerca de um em cada cinco pessoas. O tratamento é bastante simples, mas, na falta dele, a prisão de ventre
RESÍDUOS SÓLIDOS RESÍDUOS SÓLIDOS RESÍDUOS SÓLIDOS RESÍDUOS SÓLIDOS
DEFINIÇÃO Lixo ou Resíduo? Resíduo é, basicamente, todo e qualquer material sólido proveniente das atividades humanas ou gerado pela natureza em aglomerações urbanas, como folhas, galhos de árvores, terra
DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL. Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13
DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13 Doença Inflamatória Intestinal Acometimento inflamatório crônico do TGI. Mulheres > homens. Pacientes jovens (± 20 anos). Doença
Monitorização de Doenças Diarréicas Agudas MDDA
Monitorização de Doenças Diarréicas Agudas MDDA A Doença Diarréica Aguda (DDA) é reconhecida como importante causa de morbimortalidade no Brasil, mantendo relação direta com as: precárias condições de
Folheto informativo: Informação para o Utilizador
Folheto informativo: Informação para o Utilizador Bromexina Inpharma 0,2%, xarope Bromexina, cloridrato Leia com atenção todo este folheto antes de começar a tomar este medicamento, pois contém informação
dicloridrato de cetirizina Solução oral 1mg/mL
dicloridrato de cetirizina Solução oral 1mg/mL MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE dicloridrato de cetirizina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999. APRESENTAÇÃO Solução oral 1mg/mL Embalagem
ANEXO I - ENPI DEFINIÇÕES DE MCGEER PARA AS INFEÇÕES EM UNIDADES DE CUIDADOS CONTINUADOS
ANXO I - NPI Nota: Dia 20 de Abril de 2012, após realização de todas as sessões de formação, foram introduzidas pequenas alterações neste protocolo que estão realçadas a sombreado. DFINIÇÕS D MCGR PARA
MANUAL MASTITE BOVINA INFORMATIVO BPA 34 3818-1300 34 9684-3150. [email protected] REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
ilustra BPA REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Normativa nº 51 18/09/2002. Regulamentos Técnicos de Produção, Identidade e Qualidade do Leite tipo A, do Leite tipo B, do Leite tipo C, do Leite Pasteurizado e do
INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE EGAS MONIZ
INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE EGAS MONIZ MESTRADO EM SEGURANÇA ALIMENTAR E SAÚDE PÚBLICA A LAVAGEM DE MÃOS EM MANIPULADORES DE ALIMENTOS Trabalho submetido por Isabel Maria Neves Dias para a
Trimeb. (maleato de trimebutina)
Trimeb (maleato de trimebutina) Bula para paciente Cápsula mole 200 mg Página 1 Trimeb (maleato de trimebutina) Cápsula mole FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES Embalagens com 20, 30 ou 60 cápsulas contendo
Intolerância à Lactose
Intolerância à Lactose A intolerância à lactose é a condição que se refere aos sintomas decorrentes da má digestão da lactose. Esta situação ocorre quando o organismo não produz lactase suficiente, uma
PLESONAX. (bisacodil)
PLESONAX (bisacodil) Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Comprimidos Revestidos 5mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: PLESONAX bisacodil APRESENTAÇÃO Comprimidos revestidos Embalagem contendo
Manual Básico para os Manipuladores de Alimentos
Secretaria Municipal de Saúde VISA Ponte Nova Manual Básico para os Manipuladores de Alimentos Elaborado pela Equipe da Vigilância Sanitária de Ponte Nova Índice: 1. Manipulador de Alimentos e Segurança
GUTTALAX picossulfato de sódio Solução oral 7,5 mg
GUTTALAX picossulfato de sódio Solução oral 7,5 mg GUTTALAX SOLUÇÃO PACIENTE Guttalax picossulfato de sódio abcd APRESENTAÇÃO Solução oral 7,5 mg/ml: frasco com 20 ml. USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO
Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO
Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07 Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução
FOME E EPIDEMIA NA ÁFRICA. Col. Santa Clara Prof. Marcos
FOME E EPIDEMIA NA ÁFRICA Col. Santa Clara Prof. Marcos EPIDEMIA E PANDEMIA EPIDEMIA [ epi = sobre + demia = doença]: é a ocorrência simultânea de um grande número de casos da mesma doença, em um determinado
DISTÚRBIO HIDRO- ELETROLÍTICO E ÁCIDO-BÁSICO
Preparatório Concursos- 2012 DISTÚRBIO HIDRO- ELETROLÍTICO E ÁCIDO-BÁSICO Prof. Fernando Ramos Gonçalves -Msc Distúrbio hidro-eletrolítico e ácido-básico Distúrbios da regulação da água; Disnatremias;
Dengue uma grande ameaça. Mudanças climáticas, chuvas e lixo fazem doença avançar.
Dengue uma grande ameaça. Mudanças climáticas, chuvas e lixo fazem doença avançar. O verão chega para agravar o pesadelo da dengue. As mortes pela doença aumentaram na estação passada e vem preocupando
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO DAFLON. 500mg: diosmina 450mg + hesperidina 50mg micronizada. 1000mg: diosmina 900mg + hesperidina 100mg micronizada
1 IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO DAFLON 500mg: diosmina 450mg + hesperidina 50mg micronizada 1000mg: diosmina 900mg + hesperidina 100mg micronizada APRESENTAÇÕES: DAFLON 500mg: embalagem contendo 15, 30
REDE DE COMUNICAÇÃO EM VIGILÂNCIA SANITÁRIA RCVISA
REDE DE COMUNICAÇÃO EM VIGILÂNCIA SANITÁRIA RCVISA Segundo a OMS, as DTA têm sido consideradas como um dos principais problemas de saúde pública no mundo. Constam cerca de 250 Doenças Transmitidas por
