Universidade Agostinho Neto Faculdade de Letras
|
|
|
- Manuella Bonilha Monsanto
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Universidade Agostinho Neto Faculdade de Letras Aulas de Pós Graduação
2
3 Formação Académica Doutorando em Administração e Finanças; (Florida Christian University Nª ) Defesa de tese PhD 6 de Dezembro EUA ; Mestre em Finanças Empresariais - Master of Science in Business (FCU Florida Christian University Nr. [ ]); Mestre em Projectos de Investimento; (MBA BBS, Brazilian Business School - Escola Internacional de Negocio Brazil); Licenciado em Contabilidade e Administração; (UAN - Universidade Agostinho Neto, Faculdade de Economia Nº [70894]); Técnico Médio em Contabilidade & Administração Publica; (IMEL Instituto Médio de Economia de Luanda Nº [001854]); Licenciado pelo Ministério das Finanças como Técnico de Conta com a licença Nº [3211]. Contabilista Sénior (SOF Serviços de Organização e Finanças); Gestão Financeira; Contabilidade de Custos / Analítica; Fiscalidade;
4 DIREITO FISCAL
5 O Estado desenvolve uma Actividade Financeira caracterizada pela realização das Despesas derivadas da Satisfação das Necessidades Colectivas e pela arrecadação das Receitas para a cobertura dessas despesas Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
6 Acresce que muitas delas correspondem a «necessidades de satisfação passiva», na medida em que as mesmas não dependem da Procura e, por isso, não pode ser exigido um Preço ao consumidor em contrapartida dessa satisfação. Põe-se, desse modo, o problema de saber como financiar as correspondentes Despesas, que integram em grande medida o núcleo essencial das funções tradicionais do Estado, designadamente a Defesa e a Segurança Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
7 Com o alargamento do Estado Providência, entende-se que mesmo em relação a certas «necessidades de satisfação activa» não deve vigorar o princípio da exclusão em relação à satisfação das mesmas, ou seja não podem ser afastados dessa satisfação os que não podem pagar, no todo ou em parte, o respectivo Preço Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
8 E daí que também em relação a estas se ponha o problema de como cobrir essas Despesas. De que Receitas pode o Estado lançar mão para cobrir as suas necessidades financeiras? Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
9 Desde logo, e tradicionalmente das Receitas que resultam da administração e/ou exploração dos Bens do Património do Estado ou da Produção de Bens (efectuada pelo próprio Estado ou cedida por subcontratação ou arrendamento a outros agentes económicos) ou da Prestação de Serviços em que possa cobrar um Preço superior ao seu custo e donde, por isso, consiga retirar rendimentos líquidos para a cobertura das Despesas com a Satisfação de Necessidades Colectivas Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
10 Só que, ao contrário do que aconteceu noutras épocas, em que o Património do Estado era vasto e proporcionava a maior parte das Receitas de que este carecia, hoje essas receitas têm de ser obtidas coactivamente (a obrigação de imposto é estabelecida na Lei ou por força da Lei) junto dos agentes económicos privados, ou seja através de Tributos, nos quais ocupa o principal lugar, e de muito longe, o imposto Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
11 Por isso, se diz que se passou, historicamente, de um Estado Patrimonial para um Estado Fiscal Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
12 Mas, muitas vezes, estas Receitas são ainda insuficientes para a cobertura de todas as Despesas, pelo que se torna necessário cobrir o Défice. Para isso, o Estado recorre ao Crédito, contraindo empréstimos. Trata-se, porém, de um meio de financiamento não definitivo, pois, mais tarde ou mais cedo, esses empréstimos terão de ser reembolsados (acrescidos dos respectivos juros), pelo que o recurso ao Crédito não pode ser sistemático ou feito sem qualquer limite Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
13 Temos, portanto, uma possível Classificação das Receitas VAC1 do Estado conforme segue (1): a) Receitas Patrimoniais, que correspondem aos preços contratualmente estabelecidos, que o Estado recebe pela Venda de Bens do seu património ou pela administração e/ou exploração dos Bens do seu Património ou da Produção de Bens ou pela Prestação de alguns Serviços ou Bens semi-públicos; Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
14 Diapositivo 13 VAC1 (1) Veja-se, por todos, TEIXEIRA RIBEIRO, J. J., "Finanças Públicas", págs. 29 e segs. A classificação Económica das receitas e despesas públicas consta desenvolvidamente do Decreto-Lei n.º 26/2002, de 14 de Fevereiro. Valued Acer Customer;
15 Temos, portanto, uma possível Classificação das Receitas VAC2 do Estado conforme segue: b) Taxas, que, como se verá, correspondem a Preços autoritariamente fixados, que o Estado recebe em contrapartida da Prestação de Serviços, ou pela Utilização de Bens do domínio público ou pela Remoção de um Limite Jurídico à actividade dos particulares; Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
16 Diapositivo 14 VAC2 (1) Veja-se, por todos, TEIXEIRA RIBEIRO, J. J., "Finanças Públicas", págs. 29 e segs. A classificação Económica das receitas e despesas públicas consta desenvolvidamente do Decreto-Lei n.º 26/2002, de 14 de Fevereiro. Valued Acer Customer;
17 c) Impostos, que, como também se verá, são Receitas Coactivas que o Estado cobra de forma unilateral, não dando nada de especificamente em troca e que cobra a título definitivo; Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
18 d) Empréstimos [assumidos pedidos de crédito (e/ou concedidos)] que são receitas que o Estado obtém através do Crédito, ou seja receitas não definitivas já que têm de ser reembolsadas (ou pagas aos credores, acrescidas dos respectivos juros contratados) posteriormente Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
19 Temos, assim, caracterizada, grosso modo, a Actividade Financeira do Estado que consiste basicamente Na obtenção e gestão de Receitas e Na realização de Despesas Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
20 Essa actividade, modernamente, num Estado de Direito, desenvolve-se no respeito estrito de Normas Jurídicas (ou da Lei Fiscal) que a disciplinam. Pode não ter sido assim noutras épocas, mas é impensável que hoje em dia não seja assim. VAC Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
21 Diapositivo 18 VAC3 (2) Ou, como avisadamente salienta CASALTA NABAIS, "Direito Financeiro Público" para o distinguir do cada vez mais importante "Direito Financeiro Privado". Valued Acer Customer;
22 É precisamente o conjunto de Normas Jurídicas que disciplinam a Actividade Financeira do Estado e de outras entidades públicas que se costuma designar por Direito Financeiro. VAC Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
23 Diapositivo 19 VAC4 (2) Ou, como avisadamente salienta CASALTA NABAIS, "Direito Financeiro Público" para o distinguir do cada vez mais importante "Direito Financeiro Privado". Valued Acer Customer;
24 Assim, o Direito Financeiro abrange deste modo uma realidade complexa e heterogénea: todo o sector das Receitas Públicas, ele próprio muito diversificado, todo o sector das Despesas Públicas e ainda a actividade de Administração ou Gestão de umas e outras, incluindo o respectivo controlo interno e externo. VAC Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
25 Diapositivo 20 VAC5 (3) SOUSA FRANCO alude a este propósito ao facto de as normas jurídicas que regulam a actividade financeira do Estado se poderem configurar em dois planos: 1) o da organização e funcionamento interno da actividade financeira do Estado e demais entidades públicas; 2) o das relações financeiras entre o Estado e outras entidades, nomeadamente os particulares. E neste último plano se situaria sobretudo o Direito das Receitas. Cfr. SOUSA FRANCO, A. L., "Finanças Públicas e Direito Financeiro", pág. 97. Valued Acer Customer;
26 Reflexivamente, o Direito Financeiro comporta: um Direito das Receitas, um Direito das Despesas e um Direito da Administração Financeira. VAC Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
27 Diapositivo 21 VAC6 (3) SOUSA FRANCO alude a este propósito ao facto de as normas jurídicas que regulam a actividade financeira do Estado se poderem configurar em dois planos: 1) o da organização e funcionamento interno da actividade financeira do Estado e demais entidades públicas; 2) o das relações financeiras entre o Estado e outras entidades, nomeadamente os particulares. E neste último plano se situaria sobretudo o Direito das Receitas. Cfr. SOUSA FRANCO, A. L., "Finanças Públicas e Direito Financeiro", pág. 97. Valued Acer Customer;
28 E cada um destes ramos do Direito Financeiro admite ainda divisões, com particular saliência no domínio das Receitas para o Direito Fiscal enquanto Direito dos Impostos, ou seja das Receitas Públicas mais importantes. VAC Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
29 Diapositivo 22 VAC7 (3) SOUSA FRANCO alude a este propósito ao facto de as normas jurídicas que regulam a actividade financeira do Estado se poderem configurar em dois planos: 1) o da organização e funcionamento interno da actividade financeira do Estado e demais entidades públicas; 2) o das relações financeiras entre o Estado e outras entidades, nomeadamente os particulares. E neste último plano se situaria sobretudo o Direito das Receitas. Cfr. SOUSA FRANCO, A. L., "Finanças Públicas e Direito Financeiro", pág. 97. Valued Acer Customer;
30 Direito das Receitas e suas divisões: O Direito Patrimonial, que trata das Receitas Patrimoniais dos entes públicos; O Direito do Crédito Público, que respeita ao recurso ao crédito por parte dos entes públicos e à Gestão da Dívida Pública. VAC Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
31 Diapositivo 23 VAC8 (4) Por vezes, quer na linguagem corrente quer em termos técnicos, emprega-se a expressão "Direito Tributário" como sinónimo de "Direito Fiscal", mas, em bom rigor, estamos perante dois conceitos diferentes. Assim, as doutrinas italiana, espanhola, brasileira e outras sul-americanas, baseando-se no facto de as respectivas disposições constitucionais darem um tratamento homogéneo à generalidade dos tributos, optam por autonomizar o seu estudo no Direito Tributário. Já, entre outras, as doutrinas portuguesa, francesa e alemã, invocando o enquadramento constitucional específico dos impostos, encontram nestes homogeneidade justificativa do seu estudo autónomo no Direito Fiscal e isso mau grado o tratamento unitário dos tributos para certos efeitos, incluindo em termos de princípios gerais aplicáveis, como o faz, entre nós, a "Lei Geral Tributária". No entanto, alguns autores preferem confinar o próprio Direito Tributário ao estudo dos impostos, designadamente por razões históricas, usando assim como sinónimas as expressões Direito Tributário, Direito Fiscal e Direito dos Impostos. Cfr., por todos, SOARES MARTINEZ, Pedro, "Manual de Direito Fiscal", págs. 22 e segs. Valued Acer Customer;
32 Direito das Receitas e suas divisões: O Direito Tributário, incidindo sobre todas as Receitas Coactivas do Estado e outros entes públicos, em que se autonomiza o: Direito Fiscal, relativo às Receitas Coactivas que se caracterizam pelo seu carácter unilateral, ou seja Os Impostos. VAC Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
33 Diapositivo 24 VAC9 (4) Por vezes, quer na linguagem corrente quer em termos técnicos, emprega-se a expressão "Direito Tributário" como sinónimo de "Direito Fiscal", mas, em bom rigor, estamos perante dois conceitos diferentes. Assim, as doutrinas italiana, espanhola, brasileira e outras sul-americanas, baseando-se no facto de as respectivas disposições constitucionais darem um tratamento homogéneo à generalidade dos tributos, optam por autonomizar o seu estudo no Direito Tributário. Já, entre outras, as doutrinas portuguesa, francesa e alemã, invocando o enquadramento constitucional específico dos impostos, encontram nestes homogeneidade justificativa do seu estudo autónomo no Direito Fiscal e isso mau grado o tratamento unitário dos tributos para certos efeitos, incluindo em termos de princípios gerais aplicáveis, como o faz, entre nós, a "Lei Geral Tributária". No entanto, alguns autores preferem confinar o próprio Direito Tributário ao estudo dos impostos, designadamente por razões históricas, usando assim como sinónimas as expressões Direito Tributário, Direito Fiscal e Direito dos Impostos. Cfr., por todos, SOARES MARTINEZ, Pedro, "Manual de Direito Fiscal", págs. 22 e segs. Valued Acer Customer;
34 Direito das Despesas Direito Orçamentário ou Direito Orçamental, que disciplina a realização das Despesas Públicas e abrange aspectos mais gerais ligados ao Processo Orçamental e à elaboração das Contas Públicas Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
35 1.2. Noção e âmbito do Direito Fiscal: O Direito Fiscal é, assim, o ramo do direito que disciplina os impostos; tendo por objecto as Normas que regulam o nascimento, o desenvolvimento e a extinção das relações jurídicas suscitadas pela percepção do imposto Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
36 1.2. Noção e âmbito do Direito Fiscal: Assim, o Direito Fiscal abrange uma grande multiplicidade de Normas Jurídicas, a saber: a) Normas de soberania fiscal, que ao regularem os princípios fundamentais do Sistema Fiscal, incluindo a formulação da Lei Fiscal, fazem apelo ao Direito Constitucional, formando o que se costuma designar por Direito Constitucional Fiscal; Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
37 1.2. Noção e âmbito do Direito Fiscal: Assim, o Direito Fiscal abrange uma grande multiplicidade de Normas Jurídicas, a saber: b) Normas relativas ao nascimento, desenvolvimento e extinção da obrigação fiscal, quer as que se referem à incidência do imposto quer as que têm um carácter procedimental, ao disciplinarem o lançamento, a liquidação e a cobrança do imposto, incluindo igualmente normas atinentes à fiscalização dos obrigados fiscais e normas relativas às garantias administrativas dos contribuintes; Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
38 1.2. Noção e âmbito do Direito Fiscal: c) Normas relativas a obrigações acessórias impostas ao contribuinte ou a terceiros, designadamente de natureza declarativa ou contabilística, destinadas a possibilitar ou a controlar a percepção dos impostos; d) Normas de sanção fiscal, que estabelecem as sanções, quer de natureza penal quer de natureza contra-ordenacional, a aplicar a quem infringe os comandos jurídico-fiscais e regulam o respectivo processo; Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
39 1.2. Noção e âmbito do Direito Fiscal: e) Normas relativas ao processo fiscal, que estabelecem as garantias contenciosas dos contribuintes (processo de impugnação judicial) e regulam a cobrança coerciva dos impostos (processo de execução fiscal) Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
40 1.3. Relações do Direito Fiscal com outros ramos do Direito; Relações do Direito Fiscal com: O Direito Constitucional; O Direito Administrativo; O Direito Público; O Direito Privado; O Direito Civil; O Direito Penal Direito Fiscal e Direito Processual: Direito Fiscal e Direito Comunitário: Direito Fiscal e Direito Internacional: Me. Manuel Ribeiro Sebastiao *
41 FIM
FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 1º, 2º, 3º e 4º. Assunto:
FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 1º, 2º, 3º e 4º Mercado interno do gás e da electricidade Contratos de concessão Taxa de ocupação de solos. Processo: nº 2258, despacho do SDG dos Impostos,
C N INTERPRETAÇÃO TÉCNICA Nº 2. Assunto: RESERVA FISCAL PARA INVESTIMENTO Cumprimento das obrigações contabilísticas I. QUESTÃO
C N C C o m i s s ã o d e N o r m a l i z a ç ã o C o n t a b i l í s t i c a INTERPRETAÇÃO TÉCNICA Nº 2 Assunto: RESERVA FISCAL PARA INVESTIMENTO Cumprimento das obrigações contabilísticas I. QUESTÃO
Avisos do Banco de Portugal. Aviso do Banco de Portugal nº 2/2010
Avisos do Banco de Portugal Aviso do Banco de Portugal nº 2/2010 A Instrução nº 27/2003 consagrou no ordenamento jurídico nacional os procedimentos mais relevantes da Recomendação da Comissão nº 2001/193/CE,
FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: alínea c) do n.º 1 do artigo 18.º. Assunto:
FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA alínea c) do n.º 1 do artigo 18.º Operações imobiliárias - Aplicação do modelo contratual de "Office Centre" Processo: nº 3778, despacho do SDG dos Impostos,
P.º R. P. 301/04 DSJ-CT
P.º R. P. 301/04 DSJ-CT - Registo de hipoteca legal por dívidas à Segurança Social sobre bens dos gerentes da sociedade devedora. Documentos instrutórios : certidão comprovativa da dívida e cópia autenticada
Telecomunicações. Introdução
Telecomunicações Introdução O nosso trabalho irá versar sobre as taxas cobradas pela ICP-ANACOM autoridade independente para as comunicações electrónicas e seu enquadramento legal, tentando qualificá-las
3. As Receitas Públicas
3. As Receitas Públicas 3.1.Enquadramento geral 3.1.1.Noção de receitas públicas 3.1.2.Classificação e tipologias 3.2.Estrutura e importância das receitas públicas 3.2.1.Receitas tributárias e sistema
FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º; 18º. Assunto:
FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º; 18º. Intermediação - em crédito à habitação; leasing imobiliário; conta empréstimo; crédito automóvel; produtos estruturados; leasing equipamentos e
MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR
MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR Entre O Primeiro Outorgante, A Administração Regional de Saúde de. IP, adiante
REGIME FISCAL DOS RENDIMENTOS OBTIDOS PELOS ÁRBITROS
REGIME FISCAL DOS RENDIMENTOS OBTIDOS PELOS ÁRBITROS 1. Qual é a natureza das importâncias atribuídas aos árbitros pela Federação Portuguesa de Futebol? As importâncias em causa são consideradas rendimentos
Nota informativa. Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo. Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de Janeiro
Nota informativa Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de Janeiro Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo Decreto-Lei n.º 7/2015,
Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS
Diploma Decreto-Lei n.º 62/2005 11/03 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/48/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa à tributação dos rendimentos
www.apostilaeletronica.com.br
DIREITO TRIBUTÁRIO I. Sistema Tributário Nacional e Limitações Constitucionais ao Poder de Tributar... 02 II. Tributos... 04 III. O Estado e o Poder de Tributar. Competência Tributária... 08 IV. Fontes
Portaria n.º 106/2011, de 14 de Março
Portaria n.º 106/2011, de 14 de Março O Decreto-Lei n.º 36-A/2011, de 9 de Março, aprovou o regime da normalização contabilística para as entidades do sector não lucrativo, abreviadamente designadas por
CAPITULO 10. Relações económicas com o resto do mundo
CAPITULO 10 Relações económicas com o resto do mundo A necessidade e a diversidade das relações com o resto do mundo O registo das alterações com o resto do mundo As politicas comerciais e a organização
NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO
NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO 1. O presente estudo dá continuidade ao trabalho de natureza estatística relativo às declarações do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (DR Modelo 22 de
Enquadramento Fiscal
Organizações Sem Fins Lucrativos Enquadramento Fiscal Ponte da Barca, 14 de Maio de 2013 Organizações Sem Fins Lucrativos Os principais tipos de entidades sem fins lucrativos em Portugal são as associações,
Constituem receitas das freguesias o produto da cobrança de taxas, nomeadamente provenientes da prestação de serviços pelas freguesias;
Considerando que: Se torna necessário aprovar um novo Regulamento das Taxas a aplicar pela Junta de Freguesia pela prestação de serviços administrativos, em ordem à sua harmonização com a recente produção
REAL PPR Condições Gerais
Entre a, adiante designada por Segurador, e o Tomador do Seguro identificado nas Condições Particulares, estabelece-se o presente contrato de seguro que se regula pelas Condições Particulares e desta apólice,
FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS
FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS INFORMAÇÃO Carreiras Médicas e Contratação Colectiva Na sequência da entrada em vigor da nova legislação laboral da Administração Pública (Lei n.º 12 A/2008 e Lei n.º 59/2008),
Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social
Enquadramento Fiscal dos Advogados em sede de IRS, IVA e segurança social Fiscalidade IVA / IRS / Segurança social Março 2015 1 IAE -Instituto dos Advogados de Empresa da Ordem dos Advogados 1 Formas de
SUBSÍDIO DE DESEMPREGO
SUBSÍDIO DE DESEMPREGO Recentemente foi publicado o Decreto-Lei n.º 220/2006 de 3 de Novembro, o qual alterou o quadro legal de reparação da eventualidade do desemprego dos trabalhadores por conta de outrem.
PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA AS NOVAS ZONAS E LOTEAMENTOS INDUSTRIAIS. Nota justificativa
PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA AS NOVAS ZONAS E LOTEAMENTOS INDUSTRIAIS Nota justificativa A criação de novas Zonas e loteamentos Industriais tem como principal finalidade
Programação e Execução das Operações de Reabilitação Urbana
Programação e Execução das Operações de Reabilitação Urbana Conferência Reabilitação Urbana e Arrendamento Oportunidades do novo regime jurídico Lisboa, 7 de Março de 2013 Claudio Monteiro Sumário Linhas
RECOMENDAÇÃO n.º 7/A/2007 [artigo 20.º, n.º 1, alínea a), da Lei n.º 9/91, de 9 de Abril] I INTRODUÇÃO
Número: 7/A/2007 Data: 30.07.2007 Entidade visada: Presidente do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados de Ponta Delgada. Assunto: Taxas e tarifas. Carácter bilateral. Tarifa de disponibilidade
Fundo de Investimento Imobiliário Aberto. ES LOGISTICA (CMVM nº 1024)
Relatório de Gestão ES LOGISTICA Fundo de Investimento Imobiliário Aberto Fundo de Investimento Imobiliário Aberto ES LOGISTICA (CMVM nº 1024) Relatório de Gestão Dezembro de 2008 ESAF Fundos de Investimento
Casa do Direito, Abre essa porta!
Casa do Direito, Abre essa porta! Apresentação do Projecto Organização Actividades Decreto-lei nº62/2005 de 10 de Outubro Garantir a protecção e o exercício dos direitos do cidadão bem como a observância
NOVO REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA. Decreto-Lei n.º 309/2007, de 23 de Outubro Workshop IHRU 12 Abril 2010
NOVO REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA Decreto-Lei n.º 309/2007, de 23 de Outubro Workshop IHRU 12 Abril 2010 DOIS CONCEITOS FUNDAMENTAIS «área de reabilitação urbana» - cuja delimitação pelo município
Ordem dos Advogados Largo São Domingos 14-1º, 1169-060 Lisboa Tel.: 218823550 Fax: 218862403 [email protected] www.oa.pt/odc
Ficha Informativa 3 Março 2015 Ordem dos Advogados Largo São Domingos 14-1º, 1169-060 Lisboa Tel.: 218823550 Fax: 218862403 [email protected] www.oa.pt/odc SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS Quais são os serviços
Fundação Denise Lester
Relatório e Contas 2010 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/14 Balanço ACTIVO Notas Exercício findo a 31/12/2010 Exercício findo a 31/12/2009 Activo não corrente Activos fixos tangíveis 2.291.289,31
Olá, pessoal! Fraternal abraço e boa leitura! Alipio Filho
Olá, pessoal! Trago à reflexão um artigo em que abordo alguns aspectos relativos à etapa do Lançamento da Receita Orçamentária. Convido todos a visitarem o meu blog (www.alipiofilho.blogspot.com), no qual
Fórum Reforma Tributária. Construir o Futuro
Construir o Futuro 18 de Fevereiro de 2015 Agenda A Administração Geral Tributária Procedimento de inspecção fiscal e contencioso O Grande Contribuinte Imposto Industrial Imposto sobre os Rendimentos do
REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS E LICENÇAS
PREÂMBULO A Lei nº 53-E/2006, de 29 de Dezembro, aprovou o regime das Taxas das Autarquias Locais e determina que o regulamento de taxas tem obrigatoriamente que conter, sob pena de nulidade, os seguintes
Município de Oliveira do Hospital PROJETO DO REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS
PROJETO DO REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS O Município de Oliveira do Hospital entende como de interesse municipal as iniciativas empresariais que contribuem para o desenvolvimento e dinamização
DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 125/90. EMISSOR : Ministério das Finanças. DATA : Segunda-feira, 16 de Abril de 1990 NÚMERO : 88/90 SÉRIE I
DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 125/90 EMISSOR : Ministério das Finanças DATA : Segunda-feira, 16 de Abril de 1990 NÚMERO : 88/90 SÉRIE I PÁGINAS DO DR : 1808 a 1810 Decreto-Lei n.º 125/90, de 16 de Abril
MINISTÉRIO DAS ACTIVIDADES ECONÓMICAS E DO TRABALHO MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO LICENÇA
LICENÇA Licenciamento de uma entidade gestora de resíduos de embalagens, ao abrigo do preceituado no Decreto-Lei n.º 366-A/97, de 20 de Dezembro, na redacção introduzida pelo Decreto-Lei n.º 162/2000,
REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS GABINETE DO MINISTRO CIRCULAR N 01/ GAB-MF/2010
REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS GABINETE DO MINISTRO CIRCULAR N 01/ GAB-MF/2010 ASSUNTO: CONCEITOS E PROCEDIMENTOS RELATIVOS A INSCRIÇÃO NO OE, COBRANÇA, CONTABILIZAÇÃO E RECOLHA DE RECEITAS
COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais
COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07 Subvenção e Assistência Governamentais Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 20 (IASB) Índice Item OBJETIVO E ALCANCE
JUNTA DE FREGUESIA DE BAGUIM DO MONTE. Regulamento de Utilização dos Espaços Colectivos
Nota Justificativa A Junta de Freguesia de Baguim do Monte dispõe de um Auditório, duma Sala de Formação e dum Salão Polivalente, que coloca ao serviço dos cidadãos, permitindo a sua utilização, para diversos
Regulamento do Programa de Apoio à Economia e Emprego Nota Justificativa
Regulamento do Programa de Apoio à Economia e Emprego Nota Justificativa Considerando que, Os Municípios dispõem de atribuições no domínio da promoção do desenvolvimento; Que para a execução das referidas
SECRETRIA REGIONAL DOS ASSUNTOS SOCIAIS I SÉRIE - N.º 48-27-11-2003 1397. Assim, determina-se:
I SÉRIE - N.º 48-27-11-2003 1397 Assim, determina-se: 1. A taxa a que se refere o n.º 2 da cláusula 5.ª dos anexos I, II e III do Despacho Normativo n.º 89/98, de 26 de Março bem como do Anexo I do Despacho
F O R M A Ç Ã O. Código dos Contratos Públicos
F O R M A Ç Ã O Código dos Contratos Públicos Noel Gomes Código dos Contratos Públicos 1. Âmbito (artigo 1.º) O Código dos Contratos Públicos (CCP), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29.01, estabelece
Proposta de Decreto-lei n.º /2014 Bilhetes do Tesouro
Proposta de Decreto-lei n.º /2014 Bilhetes do Tesouro Considerando que, no âmbito da prossecução da política fiscal, os Bilhetes do Tesouro podem ser utilizados como instrumento privilegiado para o financiamento
Decreto-Lei n.º 229/98 de 22 de Julho
Decreto-Lei n.º 229/98 de 22 de Julho A criação de um sistema de caucionamento mútuo em Portugal permitirá às pequenas e médias empresas e às microempresas a utilização de um instrumento que em outros
UNIVERSIDADE DO ALGARVE. GESTÃO BANCÁRIA Anexo 5
UNIVERSIDADE DO ALGARVE FACULDADE DE ECONOMIA GESTÃO BANCÁRIA Anexo 5 Fernando Félix Cardoso Outubro 2004 1 Mercado Monetário 2 Mercado Monetário O Mercado Monetário é o segmento do mercado financeiro
REPÚBLICA DE ANGOLA. Lei n.º 2/13 de 7 de Março
REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n.º 2/13 de 7 de Março O Orçamento Geral do Estado é o principal instrumento da política económica e financeira do Estado Angolano que, expresso em termos de
Gestão social da valorização fundiária urbana
Gestão social da valorização fundiária urbana Audiência Pública PL n 5.015/2013 Ministério das Cidades Brasília, 20 de novembro de 2013 O que é a gestão social da valorização fundiária urbana? Ações e
Direito Tributário Profª Doutora Ideli Raimundo Di Tizio p 1
Direito Tributário Profª Doutora Ideli Raimundo Di Tizio p 1 ATIVIDADE FINANCEIRA DO ESTADO O Estado desenvolve atividades políticas, econômicas, sociais, administrativas, financeiras, educacionais, policiais,
Decreto-Lei 357/1999, de 15 de Setembro - I Série
Decreto-Lei 357/1999, de 15 de Setembro - I Série Cria os planos poupança-educação Cria os planos poupança-educação A criação de condições que permitam a efectivação do direito à educação para todos a
Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Beirafundo
Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Beirafundo RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES
Decreto-Lei nº 27/2001, de 3 de Fevereiro
Diploma consolidado Decreto-Lei nº 27/2001, de 3 de Fevereiro A aquisição de habitação própria constitui um importante motivo de poupança das famílias. Todavia, os efeitos sobre a procura interna da expansão
Para aceder ao Portal das Finanças e validar ou confirmar as facturas deverão seguir o seguinte caminho:
Dedução de despesas IRS 2015 A partir de 2015 as despesas dedutíveis à colecta de IRS, que agregam as despesas com todos os membros do agregado familiar, incluindo os filhos, exigem uma observância rigorosa
PROGRAMA DE INTRODUÇÃO AO DIREITO
PROGRAMA DE INTRODUÇÃO AO DIREITO 12ª Classe 2º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO Área de Ciências Económico-Jurídicas Ficha Técnica TÍTULO: Programa de Introdução ao Direito - 12ª Classe EDITORA: INIDE IMPRESSÃO:
ASPECTOS DA DESAPROPRIAÇÃO POR NECESSIDADE OU UTILIDADE PÚBLICA E POR INTERESSE SOCIAL.
ASPECTOS DA DESAPROPRIAÇÃO POR NECESSIDADE OU UTILIDADE PÚBLICA E POR INTERESSE SOCIAL. Por Osvaldo Feitosa de Lima, Advogado e mail: [email protected] Em razão do princípio da supremacia do interesse
Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais
Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Aviso Apresentação de Candidaturas Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos
As decisões intermédias na jurisprudência constitucional portuguesa
As decisões intermédias na jurisprudência constitucional portuguesa MARIA LÚCIA AMARAL * Introdução 1. Agradeço muito o convite que me foi feito para participar neste colóquio luso-italiano de direito
ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Conforme preceitua o Decreto Lei n.º 54-A/99 de 22 de Fevereiro, com as devidas alterações, os anexos às Demonstrações Financeiras visam facultar aos órgãos autárquicos
Que tipos de seguro/operações são explorados no ramo vida? Os seguros e operações do ramo Vida são:
Que tipos de seguro/operações são explorados no ramo vida? Os seguros e operações do ramo Vida são: seguros de vida; seguros de nupcialidade/natalidade; seguros ligados a fundos de investimento (unit linked);
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 1 ESTRUTURA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 1 ESTRUTURA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS
Fundamentos Decifrados de Contabilidade
1 Resultado... 1 1.1 Receitas... 1 1.2 Despesas... 3 1.3 Ajustes... 6 2 Os conceitos de capital e de manutenção do capital... 7 1 Resultado O resultado é a medida mais utilizada para aferir a performance
De acordo com a definição dada pela OCDE,
Contabilidade Nacional: território geográfico, unidades residentes e operações económicas De acordo com a definição dada pela OCDE, A Contabilidade Nacional é uma técnica que se propõe apresentar sob uma
SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS
SI À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO SI À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME SESSÃO TÉCNICA SOBRE O VALE I&DT E VALE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Data: 13 de Outubro
Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012
Contabilidade Geral Gestão do Desporto 2011/2012 OPERAÇÕES CORRENTES 1. Meios Financeiros Líquidos Esta Classe destina-se a registar os meios financeiros líquidos que incluem quer o dinheiro e depósitos
POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS
POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS 13.1 - Aspectos preliminares As demonstrações financeiras consolidadas constituem um complemento e não um substituto das demonstrações financeiras individuais
AUDIÇÃO NA COMISSÃO PARLAMENTAR DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PODER LOCAL. Projeto de Lei Nº 368/XII
AUDIÇÃO NA COMISSÃO PARLAMENTAR DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PODER LOCAL Projeto de Lei Nº 368/XII Protecção dos direitos individuais e comuns à água O projecto de Lei para Protecção dos direitos
3. A autonomia político-administrativa regional não afecta a integridade da soberania do Estado e exerce-se no quadro da Constituição.
TÍTULO VII - Regiões autónomas Artigo 225.º (Regime político-administrativo dos Açores e da Madeira) 1. O regime político-administrativo próprio dos arquipélagos dos Açores e da Madeira fundamenta-se nas
GOVERNO UTILIZA EMPRESAS PUBLICAS PARA REDUZIR O DÉFICE ORÇAMENTAL, ENDIVIDANDO-AS E ARRASTANDO-AS PARA A SITUAÇÃO DE FALENCIA TÉCNICA
GOVERNO UTILIZA EMPRESAS PUBLICAS PARA REDUZIR O DÉFICE ORÇAMENTAL, ENDIVIDANDO-AS E ARRASTANDO-AS PARA A SITUAÇÃO DE FALENCIA TÉCNICA RESUMO DESTE ESTUDO Os principais jornais diários portugueses divulgaram
FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO
relatório de contas 2 FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS 3 4 FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA PÓS-GRADUAÇÃO EM FINANÇAS EMPRESARIAIS. 1.ª Edição 2011-2012
INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA PÓS-GRADUAÇÃO EM FINANÇAS EMPRESARIAIS 1.ª Edição 2011-2012 Nos termos do disposto no artigo 8.º, n.º 1, a), do Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior, aprovado
Preçário BANCO MILLENNIUM ATLÂNTICO, S.A. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA BANCÁRIA. TABELA DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor: 17 de Junho 2016
Preçário BANCO MILLENNIUM ATLÂNTICO, S.A. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA BANCÁRIA TABELA DE TAXAS DE JURO Data de O Preçário pode ser consultado nos balcões e locais de atendimento ao público do Banco Millennium
Código de Conduta de Promotores OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A.
Código de Conduta de Promotores OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A. Novembro de 2011 CÓDIGO DE CONDUTA DE PROMOTORES O objectivo deste documento é o de fixar um código de conduta e um
Consulta pública. Sistema de Cobertura do Risco de Fenómenos Sísmicos
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Consulta pública Sistema de Cobertura do Risco de Fenómenos Sísmicos - Fundo Sísmico - Fundo de Solidariedade Outubro de 2010 1 ÍNDICE 1. Enquadramento
PROPOSTA DE LEI DO ORÇAMENTO DO ESTADO 2012 ESTATUTO FISCAL COOPERATIVO REVOGAÇÃO ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS - ARTIGO 66º-A
PROPOSTA DE LEI DO ORÇAMENTO DO ESTADO 2012 ESTATUTO FISCAL COOPERATIVO REVOGAÇÃO ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS - ARTIGO 66º-A A CONFAGRI CONFEDERAÇÃO NACIONAL DAS COOPERATIVAS AGRÍCOLAS E DO CRÉDITO
Tribunal de Contas. ACÓRDÃO N.º 2/2003 1.ª S/PL de 28 de Janeiro de 2003. R.O. n.º 20/02 Processo n.º 1779/2002 SUMÁRIO:
ACÓRDÃO N.º 2/2003 1.ª S/PL de 28 de Janeiro de 2003 R.O. n.º 20/02 Processo n.º 1779/2002 CONTRATO DE ABERTURA DE CRÉDITO / ENCARGO FINANCEIRO / ENDIVIDAMENTO MUNICIPAL / DÉFICE PÚBLICO / MUNICÍPIO /
BANCO NACIONAL DE ANGOLA QUADRO OPERACIONAL PARA A POLÍTICA MONETÁRIA
BANCO NACIONAL DE ANGOLA QUADRO OPERACIONAL PARA A POLÍTICA MONETÁRIA Luanda, 29 de Setembro de 2011 INDICE 1. Principais Pontos do Quadro Operacional da Política Monetária... 3 2. Instrumentos de Política
INVESTIMENTO PRIVADO AGOSTO 2011
AGOSTO 2011 O Papel da Iniciativa Privada tem sido crescente Reconhece-se que isso tem contribuído para que os transportes cumpram melhor os objectivos essenciais a que se destinam. Considera-se como objectivo
Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imomar
Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imomar RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES
Sumário. 1 Introdução. Demonstrações Contábeis Decifradas. Aprendendo Teoria
Sumário 1 Introdução... 1 2 Instrumentos Financeiros e Conceitos Correlatos... 2 3 Classificação e Avaliação de Instrumentos Financeiros... 4 4 Exemplos s Financeiros Disponíveis para Venda... 7 4.1 Exemplo
CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1º. Objecto
CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objecto O presente regulamento estabelece as condições de acesso das operações a apoiar no âmbito da Prevenção e Gestão de Riscos Naturais e Tecnológicos, para:
Licenciamento de instalações de armazenamento de GPL GUIA DE PROCEDIMENTOS
Licenciamento de instalações de armazenamento de GPL GUIA DE PROCEDIMENTOS (de acordo com Decreto-Lei nº389/2007 e Portarias nº 1188/2003 e nº 1515/2007) Versão actualizada: Março de 2008 Introdução Consumada
2- Com o devido respeito, esta é uma falsa questão. Senão vejamos:
Pº CP 3/06 DSJ-CT: Desjudicialização - Processo especial de justificação - Acção declarativa comum para reconhecimento do direito de propriedade - Competência material dos julgados de paz CONSULTA: Parecer
IMPOSTO DE RENDA E O ARTIGO 43 DO CTN
IMPOSTO DE RENDA E O ARTIGO 43 DO CTN IVES GANDRA DA SILVA MARTINS, Professor Emérito das Universidades Mackenzie, Paulista e Escola de Comando e Estado Maior do Exército, Presidente do Conselho de Estudos
AVISO (20/GAOA/2015)
AVISO (20/GAOA/2015) Humberto Fernando Leão Pacheco de Brito, Presidente da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, submete a consulta pública, para recolha de sugestões, por um período de 30 dias, a contar
ANEXO A à. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO. relativo ao Sistema europeu de contas nacionais e regionais na União Europeia
PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 20.12.2010 COM(2010) 774 final Anexo A/Capítulo 08 ANEXO A à Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO relativo ao Sistema europeu de contas nacionais
Introdução. Artigo 1.º Objecto e âmbito de aplicação
1 REGULAMENTO DA VENDA DE LOTES PARA CONSTRUÇÃO DE HABITAÇÃO EM LOTEAMENTOS MUNICIPAIS A JOVENS NATURAIS OU RESIDENTES NO CONCELHO DAS CALDAS DA RAINHA Introdução Com o objectivo de fixar jovens nas freguesias
JUNTA DE FREGUESIA DE ALMADA
JUNTA DE FREGUESIA DE ALMADA REGULAMENTO PARA A CONCESSÃO DE APOIOS A ENTIDADES E ORGANISMOS QUE PROSSIGAM NA FREGUESIA FINS DE INTERESSE PÚBLICO 1 - Nota Justificativa A prossecução do interesse público
O SEGURO DE VIDA COM COBERTURA POR SOBREVIVÊNCIA NO MERCADO SEGURADOR BRASILEIRO UMA ANÁLISE TRIBUTÁRIA
O SEGURO DE VIDA COM COBERTURA POR SOBREVIVÊNCIA NO MERCADO SEGURADOR BRASILEIRO UMA ANÁLISE TRIBUTÁRIA O presente trabalho trata do seguro de vida com cobertura por sobrevivência, com especial enfoque
