Acidentes de Trabalho com Consequência óbitos
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- Vanessa de Sousa Leão
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1 Acidentes de Trabalho com Consequência óbitos Brasília DF Abril/2015
2 1. INTRODUÇÃO O Ministério da Previdência (MPS), por intermédio da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (DATAPREV), elabora e divulga resultados sobre sua base de dados, a fim de contribuir com a disseminação das informações através de seus anuários e boletins estatísticos sobre benefícios, contribuições previdenciárias e outros. A DATAPREV, empresa pública vinculada ao MPS, surgiu dos centros de processamento de dados dos institutos de previdência existentes na década de OBJETIVOS Fornecer informações que sejam de relevância para o setor de Segurança Privada do país, sobre o número de acidentes de trabalho liquidados com consequência óbitos (ou seja, acidente de trabalho que resultou na morte do empregado) para que sirvam de fonte para tomada de decisões e ações quanto a diminuição desse tipo de acidente. 3. MATERIAIS E MÉTODOS O estudo ora apresentado, composto de análise descritiva e gráfica, teve como referencial teórico o banco de dados disponibilizado pelo Ministério da Previdência (MPS) acerca da quantidade de acidentes de trabalho liquidados, por estado e região, que tiveram como consequência óbitos, concedidos ao setor de Segurança Privada no período de 2008 a CONCEITOS UTILIZADOS PELO MPS O MPS define como acidente do trabalho aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados especiais, provocando lesão corporal ou perturbação funcional, permanente ou temporária, que cause a morte, a perda ou a redução da capacidade para o trabalho. Alguns conceitos utilizados, neste caso os do MPS, são necessários para que se possa compreender melhor a natureza do registro administrativo ao qual se está trabalhando. Sendo assim, alguns conceitos são definidos abaixo: Departamento de Estatística Página 2
3 Acidentes com CAT Registrada - corresponde ao número de acidentes cuja Comunicação de Acidentes do Trabalho (CAT) foi cadastrada no INSS. Não é contabilizado o reinício de tratamento ou afastamento por agravamento de lesão de acidente do trabalho ou doença do trabalho, já comunicados anteriormente ao INSS; Acidentes sem CAT Registrada - corresponde ao número de acidentes cuja Comunicação de Acidentes do Trabalho (CAT) não foi cadastrada no INSS. O acidente é identificado por meio de um dos possíveis nexos: Nexo Técnico Profissional/Trabalho, Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário (NTEP) ou Nexo Técnico por Doença Equiparada a Acidente do Trabalho. Esta identificação é feita pela nova forma de concessão de benefícios acidentários; Acidentes Típicos - são os acidentes decorrentes da característica da atividade profissional desempenhada pelo acidentado; Acidentes de Trajeto - são os acidentes ocorridos no trajeto entre a residência e o local de trabalho do segurado e vice-versa; Acidentes Devidos à Doença do Trabalho - são os acidentes ocasionados por qualquer tipo de doença profissional peculiar a determinado ramo de atividade constante na tabela da Previdência Social; Acidentes Liquidados - corresponde ao número de acidentes cujos processos foram encerrados administrativamente pelo INSS, depois de completado o tratamento e indenizadas as sequelas; Assistência Médica - corresponde aos segurados que receberam apenas atendimentos médicos para sua recuperação para o exercício da atividade laborativa; Incapacidade Temporária - compreende os segurados que ficaram temporariamente incapacitados para o exercício de sua atividade laborativa em função de acidente ou doenças do trabalho. Durante os primeiros 15 dias consecutivos ao do afastamento da atividade, caberá à empresa pagar ao segurado empregado o seu salário integral. Após este período, o segurado deverá ser encaminhado à perícia médica da Previdência Social para requerimento do auxílio-doença acidentário - espécie 91: Incapacidade Permanente - refere-se aos segurados que ficaram permanentemente incapacitados para o exercício laboral. A incapacidade permanente pode ser de dois tipos: parcial e total. Entende-se por incapacidade permanente parcial o fato do acidentado em exercício laboral, após o devido tratamento psicofísico-social, apresentar sequela definitiva que implique em redução da capacidade. Esta informação é captada a partir da concessão do benefício auxílio-acidente por acidente do trabalho, espécie 94. O outro tipo Departamento de Estatística Página 3
4 ocorre quando o acidentado em exercício laboral apresentar incapacidade permanente e total para o exercício de qualquer atividade laborativa: Óbitos - corresponde a quantidade de segurados que faleceram em função do acidente do trabalho. 5. RESULTADOS Tabela 1 Quantidade de Acidentes do Trabalho Liquidados, Regiões e UF, com Consequência Óbito, no setor de Segurança Privada no País: 2008 a Quantidade de Acidentes do Trabalho Liquidados, Regiões e UF, com Consequência Óbito, 2008 a 2012 Regiões e Estados Atividades de Vigilância e Segurança Privada NORTE Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins NORDESTE Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia SUDESTE Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo SUL Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul CENTRO-OESTE Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal BRASIL Fonte: MPS - Ministério da Previdência Social Atividades de Transporte de Valores Ano Total das Duas Atividades Departamento de Estatística Página 4
5 No Gráfico 1 é possível verificar que na região Nordeste há uma estabilidade no número de acidentes de trabalho liquidados com consequência óbito. Por outro lado a região Sul teve um crescimento considerável no número de óbitos que, em 2008, eram 2 e em 2012 subiu para 14. Um crescimento expressivo de 600%. Uma realidade inversa a da região Norte, que diminuiu o número de óbitos em 150%. Gráfico 1 Distribuição, por Região, do Número de Acidentes do Trabalho Liquidados com Consequência Óbito, no setor de Segurança Privada no País: 2008 a Fonte: Ministério da Previdência Social - MPS Nota-se, na Tabela 2, que a redução no número de óbitos na região Norte de 2010 a 2012 forçou a média deste período para 4. Os percentuais em relação ao número total de óbitos nas regiões Sudeste e Nordeste, no mesmo período, foram, respectivamente, de 49,4% e 17,1%. Sendo, portanto, as regiões que mais tiveram óbitos em termos relativos (relativos ao total de 251 mortes no período). Departamento de Estatística Página 5
6 Tabela 2 - Quantidade de Acidentes do Trabalho Liquidados por Região, com Consequência Óbito, no setor de Segurança Privada no País: 2008 a Quantidade de Acidentes do Trabalho Liquidados por Região, com Consequência Óbito, 2008 a 2012 Regiões Atividades de Vigilância e Segurança Privada e Transporte de Valores Ano TOTAL Média % NORTE ,0% NORDESTE ,6 17,1% SUDESTE ,8 49,4% SUL ,4 14,7% CENTRO-OESTE ,4 10,8% BRASIL ,2 100,0% Fonte: MPS - Ministério da Previdência Social A redução na região Norte pode ser observada também no Gráfico 2, com auge em 2012, aparece com 3,8% ante os 8% do período de 2008 a 2012 da Tabela 2. Já a região Sul sofre uma inversão ao que foi observado na região Norte. Em 2012 a porcentagem de óbitos foi de 26,4%, valor superior ao da região Nordeste que possui mais vínculos, contra 14,7% no período de 2008 a Gráfico 2 - Porcentagem de Acidentes do Trabalho Liquidados por Região, com Consequência Óbito, no setor de Segurança Privada no País em Fonte: Ministério da Previdência Social - MPS Elaboração: Departamento de Estatística da Fenavist DEF Departamento de Estatística Página 6
7 Com relação à questão do percentual de óbito na região Sudeste e Nordeste (e demais) é importante ressaltar que se faz necessário a construção de um estudo que avalie melhor essa questão dos percentuais, isso porque, não necessariamente, a região com menos óbitos é a região que contém a menor taxa de ocorrência de acidentes de trabalho dessa natureza. Observar tabela a seguir. Tabela 3 - Número de Vínculos e Taxa de óbitos, por Região, no setor de Segurança Privada no País: 2008 a Número de Vínculos e Taxa de óbitos, por Região, no Período 2008 a 2012 Regiões Número de Vínculos Taxa de Óbitos por a mais no Período Vínculos no Período Norte ,58 Nordeste ,18 Sudeste ,63 Sul ,85 Centro-Oeste ,62 Total ,55 Fonte: MPS - Ministério da Previdência Social Programa de Disseminação de Estatísticas do Trabalho PDET - (RAIS/CAGED) No caso das regiões Nordeste e Sudeste isso não ocorre, uma vez que o aumento no número de vínculos e a taxa de óbitos no Sudeste são maiores que as da região Nordeste, Tabela 3. Por outro lado, se compararmos o Nordeste com a região Sul, notase que no período de 2008 a 2012 o Nordeste aumentou seu estoque de trabalhadores (vínculos) e taxa de óbito a cada vínculos em aproximada e respectivamente, e 1,18. Já a região Sul, com menos vínculos, cerca de , obteve taxa de 1,85. Portanto, analisando proporcionalmente, a região que concentra a maior taxa de óbitos no período de estudado é a região Sul, e a menor, o Nordeste. No Gráfico 3, observa-se que o número total de acidentes do trabalho liquidados com consequência óbito de 2008 a 2012 no país, praticamente se manteve estável. A afirmação é corroborada ao se constatar, Tabela 2, que a média desse período é de 50,2. Departamento de Estatística Página 7
8 Gráfico 3 Número Total de Acidentes de Trabalho Liquidados com Consequência Óbito no Setor de Segurança Privada no Brasil: 2008 a Fonte: SINTESE/DATAPREV Por fim, no Gráfico 4, tem-se a evolução do número de óbitos e do número de vínculos no setor de segurança privada no país. O que se percebe é uma estabilidade no número de óbitos no período, variação de -1,9, enquanto que a variação no estoque de trabalhadores foi 34,6% ou cerca de 162 mil vínculos a mais. Gráfico 4 Evolução do Nº Auxílios Doença por Acidente do Trabalho x Nº de Vínculos no Setor de Segurança Privada no Brasil: 2008 a Fonte: SINTESE/DATAPREV Programa de Disseminação de Estatísticas do Trabalho PDET (RAIS/CAGED) Departamento de Estatística Página 8
9 CONCLUSÕES Entre 2008 e 2012 houve uma redução considerável nos números de acidentes de trabalho com consequência óbitos na região Norte e um aumento na região Sul do país. Já a região Nordeste, no mesmo período, alcançou a menor taxa de óbitos entre todas as regiões, menor até mesmo que a média do país. Os números Brasil, para o período, são positivos, tendo em vista que o estoque de trabalhadores contratados cresceu consideravelmente, enquanto o número de óbitos praticamente se manteve estável. Departamento de Estatística Página 9
10 Ficha Técnica Edição Abril 2015 Presidente Nacional da Fenavist Jeferson Furlan Nazário Vice-Presidente da Fenavist para Assuntos de Secretaria Odair Conceição Vice-Presidente da Fenavist para Assuntos de Mercado José Jacobson Neto Coordenação Ana Paula Queiroga Superintendente Elaboração José Reinaldo de Lima Silva Estatístico Departamento de Estatística Página 10
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