Resolução Principais Aspectos
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- Luísa Marques Valente
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2 Resolução 3792 Principais Aspectos
3 Diretrizes para as aplicações princípios de segurança, rentabilidade, solvência, liquidez e transparência; boa fé, lealdade e diligência; elevados padrões éticos; cumprimento do dever fiduciário em relação aos participantes dos planos de benefícios;
4 Diretrizes para as aplicações A aplicação dos recursos dos planos da EFPC requer que seus administradores e demais participantes do processo decisório dos investimentos sejam certificados por entidade de reconhecido mérito pelo mercado financeiro nacional; se aplica também aos empregados da EFPC que realizam operações com ativos financeiros.
5 Diretrizes para as aplicações Prazos; AETQ, até 31 de dezembro de 2010; Demais administradores, participantes do processo decisório e empregados da EFPC que realizam operações com ativos financeiros: a) 25% até 31 de dezembro de 2011; b) 50% até 31 de dezembro de 2012; c) 75% até 31 de dezembro de 2013; e d) 100% até 31 de dezembro de 2014.
6 Controles Internos Na aplicação dos recursos, a EFPC deve identificar, avaliar, controlar e monitorar a segregação das funções de gestão, administração e custódia; A EFPC deve avaliar a capacidade técnica e potenciais conflitos de interesse dos seus prestadores de serviços. A EFPC deve se assegurar de que o prestador de serviços tomou os cuidados necessários para lidar com os conflitos existentes.
7 Controles Internos A EFPC deve acompanhar e gerenciar o risco e o retorno esperado dos investimentos diretos e indiretos com o uso de modelo que limite a probabilidade de perdas máximas toleradas para os investimentos. Até a implementação de modelo próprio de monitoramento do risco, a EFPC deve calcular a divergência não planejada entre o resultado dos investimentos e o valor projetado para estes investimentos.
8 Política de Investimentos I - a alocação de recursos e os limites por segmento de aplicação; II - os limites por modalidade de investimento, se estes forem mais restritivos que os estabelecidos na Resolução; III - a utilização de instrumentos derivativos; IV - a taxa mínima atuarial ou os índices de referência, observado o regulamento de cada plano de benefícios;
9 Política de Investimentos V - a meta de rentabilidade para cada segmento de aplicação; VI - a metodologia ou as fontes de referência adotadas para apreçamento dos ativos financeiros; VII - a metodologia e os critérios para avaliação dos riscos de crédito, de mercado, de liquidez, operacional, legal e sistêmico; VIII - a observância ou não de princípios de responsabilidade socioambiental.
10 Segmentos de Aplicação Renda Fixa; Renda Variável; Investimentos Estruturados; Investimentos no Exterior; Imóveis; Operações com Participantes.
11 Segmento de Renda Fixa títulos da dívida pública mobiliária federal; títulos das dívidas públicas mobiliárias estaduais e municipais; títulos e valores mobiliários de renda fixa de emissão ou coobrigação de instituições autorizadas a funcionar pelo Bacen; depósitos em poupança em instituições autorizadas a funcionar pelo Bacen; obrigações de organismos multilaterais emitidas no País;
12 Segmento de Renda Fixa títulos e valores mobiliários de renda fixa de emissão de companhias abertas, incluídas as Notas de Crédito à Exportação (NCE) e Cédulas de Crédito à Exportação (CCE); certificados de recebíveis de emissão de companhias securitizadoras; e cotas de fundos de investimento em direitos creditórios e as cotas de fundos de investimento em cotas de fundos de investimento em direitos creditórios.
13 Segmento de Renda Variável ações de emissão de companhias abertas e os correspondentes bônus de subscrição, recibos de subscrição e certificados de depósito; cotas de fundos de índice, referenciado em cesta de ações de companhias abertas, admitidas à negociação em bolsa de valores; títulos e valores mobiliários de emissão de sociedades de propósito específico (SPE); debêntures com participação nos lucros;
14 Segmento de Renda Variável certificados de potencial adicional de construção (CEPAC), de que trata o art. 34 da Lei nº , de 10 de julho de 2001; certificados de Reduções Certificadas de certificados de Reduções Certificadas de Emissão (RCE) ou de créditos de carbono do mercado voluntário, admitidos à negociação em bolsa de valores, de mercadorias e futuros ou mercado de balcão organizado, ou registrados em sistema de registro, custódia ou liquidação financeira devidamente autorizado pelo Bacen / CVM;
15 Segmento de Renda Variável certificados representativos de ouro físico no padrão negociado em bolsa de mercadorias e de futuros.
16 Segmento Investimentos Estruturados cotas de fundos de investimento em participações e as cotas de fundos de investimentos em cotas de fundos de investimento em participações; cotas de fundos de investimento em empresas emergentes; cotas de fundos de investimento imobiliário;
17 Segmento Investimentos Estruturados cotas de fundos de investimento e as cotas de fundos de investimento em cotas de fundos de investimento classificados como multimercado cujos regulamentos observem exclusivamente a legislação estabelecida pela CVM, aplicando-se os limites, requisitos e condições estabelecidos a investidores que não sejam considerados qualificados, nos termos da regulamentação da CVM.
18 Segmento Investimentos no Exterior ativos emitidos no exterior pertencentes às carteiras dos fundos constituídos no Brasil, observada a regulamentação estabelecida pela CVM; cotas de fundos de investimento e as cotas de fundos de investimento em cotas de fundos de investimento classificados como dívida externa; cotas de fundos de índice do exterior admitidas à negociação em bolsa de valores do Brasil;
19 Segmento Investimentos no Exterior certificados de depósito de valores mobiliários com lastro em ações de emissão de companhia aberta ou assemelhada com sede no exterior - Brazilian Depositary Receipts (BDR) -, conforme regulamentação estabelecida pela CVM; ações de emissão de companhias estrangeiras sediadas no Mercado Comum do Sul (MERCOSUL).
20 Segmento de Imóveis empreendimentos imobiliários; imóveis para aluguel e renda; outros imóveis.
21 Segmento de Operações com Participantes empréstimos feitos com recursos do plano de benefícios aos seus participantes e assistidos; financiamentos imobiliários feitos com financiamentos imobiliários feitos com recursos do plano de benefícios aos seus participantes e assistidos.
22 Plataforma Eletrônica Os títulos e valores mobiliários classificados no segmento de renda fixa devem, preferencialmente, ser negociados por meio de plataformas eletrônicas administradas por sistemas autorizados a funcionar pelo Bacen ou pela CVM, nas suas respectivas áreas de competência, observados os critérios estabelecidos pelo CGPC.
23 Condições dos Ativos A aquisição de títulos e valores mobiliários classificados nos segmentos de renda fixa e de renda variável deve ser precedida de análise de riscos. A análise de crédito deve considerar a opinião atualizada expedida por agência classificadora de risco em funcionamento no País ou ser aprovada por comitê de investimento da EFPC.
24 Limites de Alocação Segmentos Limite Renda Fixa 100% Título Público Federal 100% Demais Ativos 80% CCB; CCCB; NP; NCE; CCE; FIDC; FICFIDC; CRI; CCI; CPR; CDCA; CRA; WA 20% Renda Variável 70% 1) Ações - Novo Mercado 70% 2) Ações - Nível 2 60% 3) Ações - Bovespa Mais 50% 4) Ações - Nível 1 45% 5) Ações (fora de 1 a 4); Fundos de Índice 35% Títulos emitidos por SPE 20% Outros ativos classificados 3% Investimentos Estruturados 20% FI 10% FIM; FICFIM 10% Investimentos no Exterior 10% Imóveis 8% Operações com Participantes 15%
25 Limite de Alocação Limite de alocação por Emissor (*) Limite Tesouro Nacional 100% 1) Instituição Financeira 20% 2) Tesouro Estadual ou Municipal; S.A; Organismo Multilateral; Cia Securitizadora; Patrocinador; FIDC; FICFIDC; Fdo Índice; SPE; FI/FIC do Seg. Invest. Estruturados Outros emissores não relacionados em 1) e 2) 5% 10% (*) Considera-se como um único emissor, para efeito deste artigo, os integrantes de um mesmo conglomerado econômico ou financeiro, bem como as ompanhias controladas pelos tesouros estaduais ou municipais Limite de concentração por Emissor Limite Capital total de uma mesma S.A. ou de uma mesma SPE ; capital votante de uma S.A.; PL de uma Inst. Financeira; PL de um mesmo Fdo Índice, FI/FIC do Seg. Invest. Estruturados; FI do Seg. Invest. Exterior; Fdo Índice Exterior; Patr. separado nas emissões de certificado de recebíveis 25% Limite de concentração por Investimento Limite Mesma série; Mesma classe ou série de cotas de FIDC; Empreendiment Imobiliário 25%
26 Condições para Derivativos Cumulativamente: avaliação prévia dos riscos envolvidos; existência de sistemas de controles internos adequados às suas operações; registro da operação ou negociação em bolsa de valores ou de mercadorias e futuros; atuação de câmaras e prestadores de serviços de compensação e de liquidação como contraparte central garantidora da operação;
27 Condições para Derivativos Cumulativamente: depósito de margem limitado a 15% da posição em títulos da dívida pública mobiliária federal, títulos e valores mobiliários de emissão de instituição financeira autorizada a funcionar pelo Bacen e ações pertencentes ao Índice Bovespa da carteira de cada plano ou fundo de investimento;
28 Condições para Derivativos Cumulativamente: valor total dos prêmios de opções pagos limitado a 5% da posição em títulos da dívida pública mobiliária federal, títulos e valores mobiliários de emissão de instituição financeira autorizada a funcionar pelo Bacen e ações pertencentes ao Índice Bovespa da carteira de cada plano ou fundo de investimento.
29 Vedações Day trade, exceto as operações realizadas em plataforma eletrônica ou em bolsa de valores ou de mercadorias e futuros, desde que devidamente justificadas em relatório atestado pelo AETQ ou pelo administrador do fundo de investimento; Atuar como incorporadora, de forma direta, indireta ou por meio de fundo de investimento imobiliário;
30 Muito Obrigado
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