CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS CPP 001/2015

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2 CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS CPP 001/2015 GUIA DE ORIENTAÇÕES AGENTES PÚBLICOS Rio de Janeiro, 03 de agosto de

3 Equipe do PEE da Light Antônio Raad Carla Marina Campos Pacheco de Carvalho Eduardo Davidson Marques Bezerra Jacques Roberto Musafir João Carlos Machado Souto Maior Equipe GIZ José Eduardo Nunes da Rocha (consultor) Florian Geyer Ricardo Külheim 3

4 Sumário INTRODUÇÃO HISTÓRICO... 9 O Programa de Eficiência Energética da Light... 9 Aspectos Regulatórios... 9 Histórico da Light no PEE... 9 A Chamada Pública de Projetos O MANUAL DO PEE ANEEL Pontos Relevantes na Revisão do Manual do PEE Critérios de Seleção e Classificação das Propostas de Projetos Critérios para Pontuação e Classificação das Propostas Modelo de Acesso do Agente Público à 2ª CPP da Light O PEE ANEEL PARA AGENTES PÚBLICOS Benefícios para o Agente Público Redução no Consumo e na Conta De Energia Elétrica Possibilidade de inclusão de fonte de geração alternativa Ação de Sustentabilidade associada à preservação do meio ambiente Benefícios Políticos Melhoria Da Capacidade de Negociação do Agente Público em Questões Energéticas Benefícios para o Setor Elétrico Redução de Investimentos Redução da Demanda no Horário de Ponta do Sistema Aumento da Confiabilidade no Fornecimento de Energia Benefícios para a Sociedade Ações de Operacionalização Avaliação do Potencial de Eficiência Energética USO FINAL ILUMINAÇÃO Levantamento dos Dados e Proposição de Novos Equipamentos Cálculo do Potencial de Economia de Energia USO FINAL CLIMATIZAÇÃO Levantamento dos Dados e Proposição de Novos Equipamentos

5 Cálculo do Potencial de Economia de Energia MODELO DE RELATÓRIO A SER APRESENTADO PARA OS PROJETOS NA FASE DE PRÉ- DIAGNÓSTICO Identificação Objetivos do Projeto Descrição e Detalhamento do Projeto Abrangência Estratégia de Medição e Verificação dos Resultados (M&V) Metas e Benefícios Por Uso Final Prazos e Custos Cronograma físico Cronograma financeiro Custos por categoria contábil e origens dos recursos Custo dos materiais e equipamentos Custo da mão de obra ou serviços Outros custos Acompanhamento Treinamento e Capacitação REFERÊNCIAS ANEXO A. CRITÉRIOS PARA PONTUAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DAS PROPOSTAS

6 Índice de Figuras Figura 1 - Fluxo dos Projetos do Poder Pública na 2aª CPP da Light Figura 2 - Distribuição do Usos Finais em Prédios Públicos Índice de Tabelas Tabela 1 - Recursos disponibilizados pela Light para a 2ª CPP e valores mínimos de projetos por tipologia Tabela 2 - Critérios para Pontuação e Classificação das Propostas de Projetos Tabela 3 - Proposição de Ações de Eficiência Energética para o Uso Final Iluminação Tabela 4 - Proposição de Ações de Eficiência Energética para o Uso Final Climatização Tabela 5 - Cálculo da Economia de Energia para Sistemas de Iluminação Tabela 6 - Cálculo da Economia de Energia para Sistemas de Ar Condicionado Tabela 7 Pesos para aplicação nos usos finais na tipologia Poder Público

7 INTRODUÇÃO Este guia foi elaborado pela Equipe de PEE da Light Serviços de Eletricidade S.A., com apoio da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, e está direcionado para esclarecer e incentivar os clientes Poderes Públicos da área de concessão a participar das Chamadas Públicas da Light no âmbito do Programa de Eficiência Energética da Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL. Constituem o público-alvo deste guia os administradores e técnicos municipais, estaduais e federais; os prestadores de serviços e consultores da área de energia que atuam ou desejem atuar como parceiros dos agentes públicos. A partir da década de 1990, em consonância com a política do Governo Federal, o setor elétrico brasileiro passou por um processo de restruturação e descentralização na atuação das empresas do setor. Este novo modelo para o setor elétrico que estabeleceu a concorrência e a privatização de empresas de energia gerou uma necessidade de revisão no papel das agências reguladoras. Neste cenário, as empresas de energia privatizadas ou públicas, passam a atuar voltadas para o mercado com um perfil empresarial onde se estabeleceram novos paradigmas de eficiência e qualidade. A relação das empresas de energia elétrica com o Poder Público também mudou significativamente, evoluindo para uma relação comercial. Desta forma, exigindo uma nova postura dos agentes públicos na gestão dos contratos com as concessionárias e no consumo eficiente de energia para combater o desperdício dos recursos públicos. De um modo geral, historicamente, os agentes públicos não estão preocupados com o uso da energia elétrica, assumindo o papel de consumidores de energia e não de clientes comerciais. Com o objetivo de estimular os agentes do Poder Público da área de concessão da Light a participar do Programa de Eficiência Energética PEE da Light, e se beneficiarem das economias de recursos advindas da implementação de projetos de conservação de energia elétrica, foi elaborado o presente guia que tem os seguintes objetivos: Disseminar a informação e o conhecimento sobre o tema eficiência energética em prédios públicos; Estimular e orientar o agente público na apresentação de Projetos de Eficiência Energética nas Chamadas Públicas da Light; Ser uma fonte de consulta para as equipes de coordenação e gerência de projetos de eficiência energética. O presente guia está organizado em seis capítulos. O Capítulo 1 apresenta um breve histórico do Programa de Eficiência Energética PEE Light/ANEEL e sua Chamada Pública - CPP. O segundo capítulo apresenta os pontos relevantes na revisão do Manual do PEE ANEEL publicado em julho de 2012 e os critérios de classificação e seleção de projetos. 7

8 O capítulo 3 apresenta os benefícios e as ações para a apresentação pelos agentes públicos de Projetos de Eficiência Energética no âmbito da Chamada Pública do PEE Light/ANEEL. Os Capítulos 4 e 5 orientam e apresentam os cálculos para a avaliação do potencial de eficiência energética em prédios públicos para os usos finais de iluminação e climatização. E, por fim, o último capítulo apresenta a formatação básica para apresentação de Projetos na CPP da Light. 8

9 1. HISTÓRICO O Programa de Eficiência Energética da Light A eficiência energética é um princípio fundamental na Light. A empresa possui tradição na disseminação da cultura da eficiência energética e desenvolve ações relevantes para a formação de uma consciência coletiva sobre o tema. Um dos exemplos é a Comunidade Eficiente, projeto que estimula uma nova consciência de consumo visando ao uso racional de energia por meio de ações educativas e da troca de geladeiras e lâmpadas por outras mais eficientes. O projeto Light Recicla também é um destaque nesta área: a iniciativa dá bônus na conta de luz a partir da troca de material reciclável. Para promover a eficiência energética em sua área de concessão, a Light investe em três frentes de atuação: contribuição social, por meio de projetos desenvolvidos em comunidades de baixo poder aquisitivo; apoio institucional aos poderes e serviços públicos, com iniciativas em saneamento básico, saúde, educação e administração pública; e na área de negócios, junto a unidades industriais e comerciais, com o objetivo de promover maior eficiência dos setores econômicos. Aspectos Regulatórios A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou em 02 de julho de 2013 a Resolução Normativa n 556, que estabelece os Procedimentos do Programa de Eficiência Energética PROPEE. De acordo com a Lei no 9.991, de 24 de julho de 2000, as concessionárias e permissionárias de serviços públicos de distribuição de energia elétrica são obrigadas a aplicar, anualmente, o valor equivalente a 0,50% (zero vírgula cinquenta por cento) de sua receita operacional líquida - ROL no desenvolvimento de programa para o incremento da eficiência energética no uso final de energia elétrica, através de projetos executados em instalações de consumidores. Com a publicação da Resolução 556, as concessionárias ou permissionárias de distribuição de energia elétrica deverão realizar a primeira Chamada Pública para seleção de projetos até julho de 2015, tornando-se a partir desta data, um procedimento anual obrigatório. A concessionária ou permissionária deverá aplicar pelo menos 50% do investimento obrigatório, excluindo-se os valores comprometidos com outras obrigações legais, em unidades consumidoras das duas classes de consumo com maior participação em seu mercado de energia elétrica. Histórico da Light no PEE Desde o início da obrigatoriedade de aplicação em projetos de eficiência energética, em 1999, o PEE da Light executou 167 projetos, que somam um investimento de R$ 363,01 milhões. A economia de energia decorrente dessas iniciativas é de 673,41 GWh/ano o que equivale, aproximadamente, a 2,8% do consumo do mercado regulado da Light SESA em 2013 ( GWh). 9

10 A economia de energia acumulada até 2013 corresponde ao consumo médio de aproximadamente 328 mil residências durante o período de um ano, o que equivale ao consumo residencial de uma cidade de 1 (um) milhão de habitantes, como Duque de Caxias. As ações executadas incluem desde a alteração de processos produtivos, passando pela substituição de equipamentos por equivalentes mais eficientes, nos sistemas de iluminação, climatização, refrigeração, aquecimento de água até ações educativas e de cunho social, como a contratação de pessoas das próprias comunidades de baixo poder aquisitivo para a execução das atividades previstas nos projetos. De 2011 a 2013 o investimento da Light ficou em torno de R$ 87,72 milhões. Constata-se também que a economia de energia obtida nesse mesmo período foi de 127,35 GWh/ano. No ano de 2013, o investimento da Light foi de R$ 19,72 milhões, em 25 projetos, sendo que a maior parte desse investimento, ou seja, 72,42% se concentrou no segmento de baixo poder aquisitivo. Ao contrário de 2012, quando o Poder Público obteve cerca de 18,6% do investimento e o segmento de educação apenas 5%, esse ano a participação desses segmentos se inverteu. Enquanto, que o segmento educação subiu a sua participação para 17,26%, o investimento nos projetos do Poder Público caiu para 4,52%. Em 2013, foram concluídos 3 projetos, sendo um do Setor Público, outro do Poder Público e o último do segmento de Baixa Renda. Os resultados de economia de energia obtidos em 2013 se concentraram no segmento de Baixa Renda, representando, aproximadamente, 65% da economia gerada. A Chamada Pública de Projetos Em atendimento a esta nova legislação, a Light divulgará em 31 de julho de 2014 através dos jornais e do portal da Eficiência Energética ( os procedimentos relativos à sua primeira Chamada Pública de Projetos (CPP), visando à seleção de projetos para o Programa de Eficiência Energética - PEE. Esses projetos têm por objetivo promover o uso eficiente e racional de energia elétrica, estimulando o desenvolvimento de novas tecnologias e a criação de hábitos e práticas racionais para combater o desperdício. Foi publicado em 02/07/2013 no Diário Oficial da União no a Resolução Normativa Nº 556, de 02 de julho de 2013, que aprova o Procedimento do Programa de Eficiência Energética PROPEE (Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, 2013). O PROPEE foi elaborado no período de dois anos, após ampla discussão, visando dar o máximo de transparência ao processo de seleção dos projetos de eficiência energética, além de trazer novos estímulos que possam maximizar os resultados obtidos pelo PEE. O desenvolvimento do PROPEE contou com a participação de consultoria especializada, oficinas e audiência pública, na qual foram recebidas 597 contribuições. O Programa de Eficiência Energética - PEE da LIGHT é executado anualmente em atendimento às Leis n 9.991/2000, n /2007 e n /2010. A legislação aplicável à matéria 10

11 determina que as concessionárias e permissionárias de serviços públicos de distribuição de energia elétrica devem aplicar, anualmente, a partir de abril 2007, o valor equivalente a 0,5% (meio por cento) de sua receita operacional líquida anual no desenvolvimento de programas para o incremento da eficiência energética no uso final de energia elétrica, através de projetos executados em instalações de consumidores. Para a Segunda Chamada Pública de Projetos de Eficiência Energética (CPP), a Light destinou R$ 12 milhões. Desse valor, R$ 6 milhões (50%) serão investidos em projetos das classes Residencial e Comercial/Serviços, que representam os dois maiores mercados consumidores da distribuidora. Os outros R$ 6 milhões serão distribuídos pelas demais classes. Para o segmento do Poder público a Light destinou R$ 3 milhões. A Tabela 1 apresenta a distribuição de recursos e os valores mínimos dos projetos que poderão ser submetidos pela 2ª CPP da Light. Tabela 1 - Recursos disponibilizados pela Light para a 2ª CPP e valores mínimos de projetos por tipologia Valores Mínimos de Projeto (R$) Projetos Possíveis Tipologia de Projetos Recursos Disponíveis (R$) Com fins Lucrativos Micro e Pequenas Empresas Médias e Grandes Empresas Sem fins Lucrativos Residencial(*) , ,00 Melhoria de Instalação 1 Comercial e Serviços Poder Público Industrial , , , , , , , , ,00 - Serviço Público , , ,00 Total ,00 Por determinação da ANEEL, todos os projetos de eficiência energética aprovados na CPP da Light cujo beneficiário possua fins lucrativos deverão ser feitos mediante contrato de desempenho. Para os consumidores que desenvolvam atividades sem fins lucrativos, perfil do segmento Poder Público, será firmado um termo de cooperação técnica e os projetos serão com investimento a fundo perdido. Através da CPP a Light visou implantar um processo de total transparência e isonomia, de forma que todos os clientes tivessem a possibilidade e a oportunidade de participação. Estiveram aptos a participar da chamada pública todos os clientes atendidos na área de concessão da Light, além de empresas legalmente habilitadas para a execução de serviços de conservação de energia, fabricantes e comerciantes de equipamentos. O canal para a 11

12 apresentação das propostas foi o sistema de e-commerce Websupply, utilizado pela Light na aquisição de material e serviços. 2. O MANUAL DO PEE ANEEL Pontos Relevantes na Revisão do Manual do PEE Dentre os principais pontos da Resolução Normativa 556 de 02 de julho de 2013 que aprova o Procedimento do Programa de Eficiência Energética PROPEE estão: a) Incorporação da obrigatoriedade de realizar Chamadas Públicas de Projetos a partir de vinte e quatro meses da publicação da Resolução Normativa que aprova o PROPEE, com o objetivo de aumentar o incentivo à participação de consumidores e empresas prestadoras de serviços de eficiência energética (ESCO), dar mais transparência às decisões das distribuidoras na seleção e realização de projetos, e priorizar o investimento de acordo com o perfil de mercado de cada empresa, conforme critérios definidos pela ANEEL; b) Aumento do incentivo à realização de Contratos de Desempenho Energético para consumidores com fins lucrativos. O programa passará a custear as atividades administrativas e de prospecção de novos projetos. Dessa forma, o consumidor reembolsará apenas a parcela do Programa de Eficiência Energética (PEE) que custeou as ações de eficiência energética propriamente ditas; c) Com o objetivo de aumentar o recurso disponível para as ações de eficiência energética, assim como elevar o compromisso dos consumidores beneficiados pelo PEE, ampliando os resultados e a perenidade dos projetos, foram introduzidos no PROPEE incentivos à contrapartida, em que parte dos custos do projeto é paga pelo próprio consumidor ou terceiros. A contrapartida é um dos critérios de seleção de projetos na Chamada Pública, e o cálculo da relação custo-benefício (RCB) do projeto passará a considerar apenas os recursos provenientes do PEE, o que, segundo a ANEEL, irá melhorar a viabilidade econômica de projetos realizados mediante contrapartida do consumidor; d) Considerando que a geração distribuída de energia elétrica aproxima a geração à carga, diminuindo as perdas inerentes ao transporte da energia (transmissão e distribuição) o PROPEE incluiu a possibilidade de projetos que contemplam inserção de fontes incentivadas de energia em conjunto com ações de eficiência energética no uso final. O conceito de fonte incentivada adotado neste procedimento está alinhado com a regulamentação de geração distribuída vigente, Resolução Normativa 482/2012. Entende-se, portanto, como Fonte Incentivada a central geradora de energia elétrica com potência instalada menor ou igual a 100 kw, no caso de microgeração, ou com potência instalada superior a 100 kw e menor ou igual a 1 MW, para o caso de minigeração, que utilize energia hidráulica, solar, eólica, biomassa ou cogeração 12

13 qualificada, conforme regulamentação da ANEEL, conectada na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras; e) Maior incentivo a Projetos Pilotos, incluindo maior flexibilidade no cálculo da relação custo-benefício. Serão considerados pilotos os projetos promissores, inéditos ou inovadores, em pelo menos algum aspecto, incluindo pioneirismo na área de eficiência energética e buscando experiência para ampliar, posteriormente, sua escala de execução. Um Projeto Piloto poderá ser usado para medir os benefícios e custos de uma nova tecnologia ou medir os benefícios não energéticos (impactos socioambientais positivos, uso de insumos água, em particular, melhoria de qualidade, segurança, etc.) de uma determinada ação de eficiência energética; f) Visando aumentar a confiabilidade dos resultados dos projetos, propõem-se aprimoramentos na metodologia de Medição e Verificação de Resultados M&V, uma vez que os recursos serão reconhecidos somente após a conclusão dos projetos e a comprovação dos resultados baseada em requisitos mínimos de M&V (Efficiency Valuation Organization - EVO, 2012). Em 29/07/2014 a ANEEL divulgou uma nova versão do guia de M&V, disponível no portal da Agência; g) Para propiciar às distribuidoras condições para uma gestão eficiente dos recursos empregados e avaliação da eficácia ou efetividade das ações realizadas, cada distribuidora poderá utilizar parte do recurso do PEE para sua gestão, por meio do desenvolvimento de um Plano de Gestão. O valor total disponível por ano para o Plano de Gestão não deverá ultrapassar 5% do investimento anual obrigatório para o PEE, calculado com base na Receita Operacional Líquida (ROL) apurada no período de janeiro a dezembro do ano anterior, e limitado a R$ ,00 (seiscentos mil reais) por ano; h) Poderão ser realizadas ações treinamento e capacitação de equipes técnicas e administrativas que atuam nos consumidores beneficiados ou a formação de cultura em conservação e uso racional de energia em comunidades ou grupos de consumidores beneficiados; i) Segundo a ANEEL, com o objetivo de ampliar a parcela da população beneficiada pelo PEE, induzindo à mudança de comportamento do consumidor na compra de eletrodomésticos, acrescentou-se entre as ações possíveis para projetos residenciais o bônus (também conhecido no mercado pelo termo inglês rebate), para equipamentos com selo PROCEL ou, em caso de ausência de equipamento com o selo no mercado, etiqueta A do INMETRO. Esta modalidade tem por objetivo aumentar a eficiência energética de unidades consumidores residenciais por meio da compra incentivada de aparelhos eletrodomésticos mais eficientes, compartilhando custos com o consumidor final e ampliando o escopo de atuação do PEE; 13

14 j) Para dar publicidade e transparência às ações realizadas e aos resultados alcançados pelo PEE, visando à disseminação do conhecimento gerado e das práticas utilizadas, bem como a promoção da eficiência energética em todas as classes de consumidores e usos finais, o PROPEE contempla a definição de condições para utilização compulsória da logomarca do PEE. O objetivo da logomarca é criar uma identidade visual para o Programa, para que suas ações realizadas e respectivos resultados sejam divulgados e compreendidos pela sociedade como instrumentos de uma política pública de estímulo à eficiência energética em todas as classes de consumidores e usos finais. Critérios de Seleção e Classificação das Propostas de Projetos A seleção das PROPOSTAS DE PROJETOS na fase de PRÉ-DIAGNÓSTICO (1ª fase) atendeu às seguintes condições: a. Consumidor estar adimplente com todas as obrigações legais com a LIGHT na data limite para a entrega de propostas de projeto; b. Possuir relação custo-benefício (RCB): c.1. Menor ou igual a 0,75 (zero vírgula setenta e cinco) no caso de PROPOSTAS DE PROJETO que beneficiem consumidores sem fins lucrativos; c.2. Menor ou igual a 0,85 (zero vírgula oitenta e cinco) no caso de PROPOSTAS DE PROJETO que beneficiem consumidores com fins lucrativos; c. Entrega das PROPOSTAS DE PROJETOS até a data e horários limites definidos no cronograma da CPP; d. Atender a todos os parâmetros definidos pela ANEEL; e. Atender a todos os parâmetros definidos pela LIGHT; f. Atender todas as disposições estabelecidas no Edital da CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS da LIGHT; As PROPOSTAS DE PROJETOS foram pontuadas conforme os critérios estabelecidos na seção 6.1 do Edital da CPP da LIGHT e classificadas em ordem decrescente, até o limite dos recursos orçamentários disponibilizados. Os critérios de desempate entre as PROPOSTAS DE PROJETO são apresentados a seguir: a) A menor relação custo-benefício (RCB) apontada nas PROPOSTAS DE PROJETOS, considerando 2 (duas) casas decimais, desconsiderando-se as demais; b) O maior valor de energia economizada (EE) apontada nas PROPOSTAS DE PROJETOS, considerando 2 (duas) casas decimais, desconsiderando-se as demais; 14

15 c) O maior valor de redução de demanda em horário de ponta (RDP) apontada nas PROPOSTAS DE PROJETOS, considerando 2 (duas) casas decimais, desconsiderando-se as demais; d) Persistindo ainda o empate entre as PROPOSTAS DE PROJETOS apresentadas, será realizado sorteio, em data a ser designada pela LIGHT, e previamente comunicada aos interessados, que poderão participar da sessão a ser realizada. O não atendimento às exigências especificadas no Edital da CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS implicou na desqualificação automática da PROPOSTA DE PROJETO. Critérios para Pontuação e Classificação das Propostas Os critérios para classificação e pontuação das propostas de projeto foram definidos em conformidade ao documento Critérios de Seleção para Chamadas Públicas de Projeto do PROPEE, publicado em 03/07/2015 pela ANEEL. Os itens e a forma de pontuação estão apresentados na Tabela 2 abaixo. Tabela 2 - Critérios para Pontuação e Classificação das Propostas de Projetos Item Critério Pontos A Relação custo-benefício 30 B C A1 Relação custo-benefício proporcional 75% A2 Relação custo-benefício ordenada 25% Peso do investimento em equipamentos no custo total Impacto direto na economia de energia e redução de demanda na ponta C1 Impacto na economia de energia 60% C2 Impacto na redução de demanda na ponta 40% D Qualidade do projeto 15 E D1 Qualidade global do projeto 30% D2 Bases do projeto 20% D3 Consistência do cronograma apresentado 20% D4 Estratégia de M&V apresentada 30% Capacidade para superar barreiras de mercado e efeito multiplicador F Experiência em projetos semelhantes 15 F1 Experiência nos usos finais propostos 30% F2 Experiência no PEE 30% F3 Certificação CMVP da EVO 20% F4 Outras certificações pertinentes 20% G Contrapartida 15 H Incentivo a usos finais

16 I Ações educacionais e divulgação 5 TOTAL 100 O ANEXO A apresenta de forma detalhada a metodologia de cálculo para cada item da Tabela 2 - Critérios para Pontuação e Classificação das PROPOSTAS DE PROJETOS, no âmbito da CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS da LIGHT. A seleção dos Projetos elegíveis a participar da segunda fase (DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO), independentemente de seus valores, obedecerá à ordem de pontuação dos mesmos, e será composta dos projetos cuja soma não ultrapasse o investimento disponibilizado. Os Projetos qualificados pela pontuação e não selecionados constituirão o Cadastro de Reserva, e poderão ser acionados pela Light, a seu critério, em caso de disponibilidade de recurso adicional até a próxima Chamada Pública da tipologia. Modelo de Acesso do Agente Público à 2ª CPP da Light Com o objetivo de ampliar o acesso dos agentes públicos à 2ª CPP, a Light apresenta uma opção de acesso alternativa para a contratação do Projeto caso este seja classificado e selecionado. A Figura 1 apresenta em detalhes o fluxograma de eventos e a linha de tempo para cada um deles. No período anterior à publicação do Edital (pré-cpp), o Agente Público poderá se associar à uma ESCO que já esteja lhe prestando serviço ou buscar uma tomada de preço para estabelecer esta parceria. Cabe destacar que os valores para execução do pré-diagnóstico, em média não superam os R$15.000,00, que é a faixa de autonomia para contratação direta pelo agente público prevista na legislação. Caso o agente público opte por apresentar o pré-diagnóstico diretamente fazendo o levantamento dos dados com a equipe própria, por exemplo, com o auxílio desta cartilha, a Light fara a licitação de contratação no modelo turn-key de todo o projeto executivo, incluindo o diagnóstico energético, como forma de apoio ao agente público 16

17 Figura 1 - Fluxo dos Projetos do Poder Pública na 2aª CPP da Light 17

18 3. O PEE ANEEL PARA AGENTES PÚBLICOS Benefícios para o Agente Público A seguir são apresentados os principais benefícios para os agentes públicos na adoção de medidas de eficiência energética através da Chamada Pública de Projetos da Light. Estas ações estão em consonância com o Procedimento do Programa de Eficiência Energética PROPEE aprovado pela Resolução Normativa 556 de 02 de julho de 2013 da ANEEL. Redução no Consumo e na Conta De Energia Elétrica É o principal benefício resultante da implantação do Projeto de Eficiência Energética. Esta redução pode-se dar de duas formas: Economia de energia (kwh) - a implementação de projetos de eficiência energética nos órgãos públicos pode gerar significativa economia de consumo de energia. Dependendo da área de atuação do agente público esta economia poderá ser da ordem de até 50%. Redução da Demanda no Horário de Ponta (kw) - além da redução nas contas de energia dos agentes públicos advinda da implementação de projetos de eficiência energética, a redução da demanda no horário de ponta permite a otimização dos contratos de fornecimento de energia entre os órgãos do Poder Público e as empresas concessionarias. Estes alinhamentos de contratos podem gerar economias de recursos financeiros significativos. Possibilidade de inclusão de fonte de geração alternativa A introdução de fontes de geração de energia limpa, como fotovoltaica ou eólica, são permitidas no PEE da ANEEL desde que associadas à outras ações de eficiência energética. Ação de Sustentabilidade associada à preservação do meio ambiente O processo de melhoria da eficiência energética dos sistemas elétricos do agente público irá difundir e consolidar os conceitos da eficiência energética associada à um modelo sustentável de preservação do meio ambiente. A eficiência energética atua como uma geração virtual de energia reduzindo a emissão de gases de efeito estufa com a redução da geração de energia de fontes convencionais. Benefícios Políticos Os agentes públicos que se apresentarem conscientes na implementação de projetos de eficiência energética e sustentabilidade certamente se beneficiarão de dividendos políticos, uma vez que a sociedade brasileira vem demonstrando uma crescente sensibilização para as questões energéticas e ambientais. 18

19 Melhoria Da Capacidade de Negociação do Agente Público em Questões Energéticas A implementação do Projeto de Eficiência Energética permitirá ao agente público consolidar a cultura de conservação no órgão público a partir do treinamento de seus colaboradores, conforme previsto no PEE. A difusão deste conhecimento reforçará as competências da equipe para negociar junto a fornecedores e prestadores de serviços na área de energia. Benefícios para o Setor Elétrico Redução de Investimentos As economias de consumo possibilitam postergar investimentos na geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. Redução da Demanda no Horário de Ponta do Sistema As ações de eficiência energética contribuem para garantir o suprimento de energia no horário de ponta do sistema, garantindo a estabilidade do fluxo energético. Aumento da Confiabilidade no Fornecimento de Energia A eficiência energética possibilita a redução de perdas no uso final trazendo maior estabilidade nos níveis de tensão elétrica do sistema de distribuição. Desta forma, garantindo a melhoria na qualidade do fornecimento e mitigando os riscos de não conformidade e penalizações decorrentes para a concessionária (resolução nº 505/2001 da ANEEL). Benefícios para a Sociedade Todos os consumidores de energia elétrica investem compulsoriamente no PEE da ANEEL pelo pagamento de suas contas de energia. Assim, são benefícios para a sociedade: A elaboração de projetos de eficiência energética sustentáveis voltados para os interesses nacionais; Maior eficiência na utilização dos recursos públicos. A redução dos gastos em contas de energia possibilita o redirecionamento recursos para investimentos em áreas sociais consideradas prioritárias pela sociedade. Ações de Operacionalização Segundo o PROPEE da ANEEL os agentes públicos são classificados como entidades sem fins lucrativos. Esta classificação permite que o Projeto apresentado pelo agente seja a fundo 19

20 perdido. Ou seja, todo o investimento será oriundo do PEE ANEEL sem necessidade de reembolso das ações de eficiência energética executadas. Para operacionalizar a participação nas Chamadas Públicas de Projetos de Eficiência Energética da Light, os agentes públicos interessados deverão contatar uma empresa prestadora de serviços de conservação de energia (ESCO), que fará o levantamento preliminar do potencial de eficiência energética das instalações do agente público, conhecida como fase de prédiagnóstico energético. A partir da classificação do Projeto na CPP da Light, a empresa ESCO assumirá a responsabilidade técnica do Projeto. A Light formalizará um contrato de prestação de serviços com a ESCO para implementação das ações aprovadas no pré-diagnóstico energético. Todos os pagamentos referentes às ações de eficiência energética executadas no âmbito do Projeto serão efetuados pela Light diretamente à executora do Projeto, eximindo o agente público beneficiário da gestão dos recursos financeiros do Projeto. A sistemática de contratação e implantação dos Projetos de Eficiência Energética para os agentes públicos no âmbito do PEE da Light proporciona ao beneficiário o acesso à implantação ações de eficiência energética em suas instalações, sem que haja necessidade de abertura de licitações para contratação de serviços e aquisição de equipamentos pelo agente, uma vez que estes processos serão gerenciados e executados pela equipe do PEE da Light. Maiores detalhes sobre os procedimentos descritos acima poderão ser obtidos no Manual PROPEE da ANEEL e no Edital da CPP da Light disponíveis no portal da eficiência energética da Light no endereço Avaliação do Potencial de Eficiência Energética Segundo o Anuário Estatístico de Energia Elétrica 2013 editado pela Empresa de Pesquisas Energéticas EPE no mesmo ano, o consumo de energia elétrica nos prédios públicos representa cerca de 3% do total de energia na Matriz Energética Brasileira. Este consumo está relacionado às características das instalações dos prédios públicos, de seus sistemas e equipamentos, ao clima local e aos hábitos dos usuários quanto ao uso racional da energia elétrica. A distribuição em usos finais do consumo de energia elétrica em prédios públicos está apresentada na Figura 2. 20

21 13% 15% 48% 24% Ar Condicionado Iluminação Equipamentos de Escritório Elevadores e Bombas Fonte: PROCEL/ Eletrobras 2002 Figura 2 - Distribuição do Usos Finais em Prédios Públicos As tabelas 3 e 4 apresentam algumas ações de eficiência energéticas para melhorias das instalações existentes em prédios públicos para desenvolvimento de Projetos de Eficiência Energética no âmbito do PEE da ANEEL. Estas Tabelas foram extraídas do Guia Técnico de Gestão Energética Municipal, editado em 2004 pelo IBAM e PROCEL/ELETROBRAS (2004). 21

22 Tabela 3 - Proposição de Ações de Eficiência Energética para o Uso Final Iluminação SISTEMA AÇÃO COMENTÁRIO Substituição de Substituir as lâmpadas incandescentes Esta substituição deve ser feita especialmente lâmpadas, reatores por lâmpadas fluorescentes compactas. quando o uso médio diário for superior a seis e luminárias horas. Considerar a relação de potência na troca e observar sua adequação às normas. Substituir as lâmpadas fluorescentes de 40W por fluorescentes de 32 ou 28W. Substituir as lâmpadas fluorescentes de 20W por fluorescentes de 16 ou 14W. Substituir as luminárias de baixa eficiência por luminárias de alta eficiência. Melhorar a qualidade da iluminação. Esta substituição deve incluir a troca dos reatores eletromagnéticos por reatores eletrônicos de alto fator de potência. Considerar a utilização de luminárias de alumínio anodizado, especular ou material similar. Adequar os equipamentos às tarefas desempenhadas nos ambientes, respeitando as normas vigentes. Retrofit de Melhorar a eficiência das luminárias. Instalar refletores de alumínio anodizado, luminária especular ou pintar com epóxi branco. Melhorando a eficiência, poderá haver uma redução da potência da luminária (4 lâmpadas para 2 ou de 2 para 1, com respectivas alterações nos reatores). Iluminação natural Aproveitar ao máximo a iluminação Compatibilizar, sempre que possível, o uso da natural. iluminação natural com a artificial, considerando os ganhos de carga térmica que podem estar associados e avaliando os benefícios que podem resultar deste uso. Controle de Controlar os sistemas de iluminação. Avaliar a possibilidade de utilização de iluminação interruptores, sensores ou controladores. Evitar os circuitos controlados por um único disjuntor. Setorizar os circuitos de iluminação em cada ambiente de trabalho. Setorizar os circuitos mais próximos das janelas, a fim de aproveitar iluminação natural. Fonte: Guia Técnico de Gestão Energética Municipal PROCEL/ELETROBRAS/IBAM (2004) 22

23 Tabela 4 - Proposição de Ações de Eficiência Energética para o Uso Final Climatização SISTEMA AÇÃO COMENTÁRIO Adequação de Avaliar a adequação do sistema instalado Considerar a idade do sistema. Em caso de capacidade dos às necessidades do edifício.observar o substituição total, dimensionar os sistemas sistemas de ar- estado de conservação das instalações.- em função da área do ambiente condicionado condicionado Dimensionar corretamente a capacidade e da carga térmica estimada. Instalar segundo dos aparelhos ou dos sistemas de ar- as normas, evitando a insolação direta e a a condicionado. proximidade ao chão. Substituição de Substituir equipamentos antigos e O mercado já dispõe de equipamentos com equipamentos de ineficientes por equipamentos eficientes. elevado padrão de eficiência energética (Selo ar-condicionado do Procel). Avaliar periodicamente as condições de funcionamento dos equipamentos e implantar um processo de substituição gradual baseado na eficiência energética. Retrofit do sistema Renovar os sistemas de ar-condicionado Fazer um retrofit das instalações para a atual de ar- central. otimização energética. Se necessário, instalar condicionado válvulas de duas vias e variadores de freqüência nas bombas, implantar o ciclo economizador (controle entálpico) e sistemas de controle para o gerenciamento integrado do sistema. Termoacumulação Avaliar a possibilidade de utilizar a Analisar a oportunidade de implantar um termoacumulação. sistema de termoacumulação, de gelo ou água gelada, para ser utilizado no horário de ponta. Seu uso ocorre, principalmente, em edifícios de grande porte e com funcionamento contínuo. Controle do ar- Gerenciar adequadamente o uso do Sendo um dos principais consumidores de condicionado ar-condicionado. energia de uma edificação, sua utilização deve ser evitada no horário de ponta. Controlar com programação horária ou com sistemas de controle. Fonte: Guia Técnico de Gestão Energética Municipal PROCEL/ELETROBRAS/IBAM (2004) Os capítulos 4 e 5 a seguir apresentam o detalhamento do cálculo da eficiência energética em sistemas de iluminação e climatização, que representam mais de 70% do consumo dos órgãos de Poder Público no Brasil. 23

24 4. USO FINAL ILUMINAÇÃO Em um diagnóstico de sistema de iluminação avalia-se a substituição de lâmpadas incandescentes por fluorescentes ou leds, de lâmpadas fluorescentes por modelos mais eficientes, de reatores eletromagnéticos por eletrônicos e de luminárias antigas por modelos com refletor em alumínio. Também, se verifica a divisão do acionamento da iluminação em ambientes distintos, a instalação de sensores de presença e o dimensionamento adequado do nível de iluminação de acordo com a atividade executada no ambiente de trabalho, segundo a NBR 5413 Iluminância de Interiores. Levantamento dos Dados e Proposição de Novos Equipamentos Os dados dos equipamentos deverão ser coletados diretamente nos ambientes da instalação avaliada e lançados em uma planilha, conforme apresentada na Tabela 5. Os tempos de uso para os horários de fora de ponta e de ponta são levantados por entrevistas com os usuários responsáveis pela administração dos ambientes em questão. Onde: O fluxo luminoso (lm) e eficiência (lm/w) são dados obtidos do catálogo do fabricante; A potência da lâmpada, a potência do reator e o tempo de uso são medidos e deverão constar do Plano de Medição e Verificação (M&V); O fator de coincidência na ponta (FCP) utilizada para o cálculo do potencial de redução de demanda (RD), varia entre 0 e 1. Este indica que percentuais das lâmpadas são acionadas no horário de ponta (das 18h às 21h), conforme entrevista a ser realizada com usuário que conheça a utilização da iluminação no ambiente em questão. O valor é 1 se as lâmpadas ficam ligadas durante o horário de ponta e 0, caso fiquem desligadas; A Iluminância (nível de iluminação) do local deverá ser medida com a utilização de aparelho chamado luxímetro. É utilizada para o correto dimensionamento do sistema de iluminação proposto. Após a substituição dos equipamentos, deverá ser medida novamente, para confirmar o atendimento à norma NBR

25 Tabela 5 - Cálculo da Economia de Energia para Sistemas de Iluminação 25

26 Cálculo do Potencial de Economia de Energia Os resultados esperados de redução de demanda e energia economizada para o uso final de sistemas de iluminação são calculados pelas diferenças entre os somatórios dos consumos dos conjuntos (conjunto = reator + lâmpada) de iluminação atuais e os somatórios dos consumos dos conjuntos de iluminação propostos, multiplicados pelos respectivos tempos de uso nos horários de fora de ponta e ponta (medidos em kwh/ano). Os cálculos da energia economizada (EE) e da redução de demanda (RD) são apresentados nas equações (1 a 4) abaixo. (1) (2) (3) (4) Onde: EEp energia economizada ponta (kwh/ano); EEfp energia economizada fora de ponta (kwh/ano); RDp redução demanda ponta (kw); RDfp redução demanda fora de ponta (kw); NL1 quantidade de lâmpadas do sistema existente; NL2 quantidade de lâmpadas do sistema proposto; PL1 potência da lâmpada do sistema existente (W); PL2 potência da lâmpada do sistema proposto (W); NR1 quantidade de reatores do sistema existente; NR2 quantidade de reatores do sistema proposto; PR1 potência do reator do sistema existente (W); PR2 potência do reator do sistema proposto (W); tup tempo de uso ponta (h/ano); tufp tempo de uso fora de ponta (h/ano); FCP Fator de Coincidência na (varia de 0 a 1); FD fator de demanda. Razão entre a demanda máxima num intervalo de tempo especificado e a carga instalada na unidade consumidora. As equações (1-4) apresentam os cálculos considerando o levantamento do potencial de eficiência energética da unidade consumidora com enquadramento para o consumo em postos tarifários de fora de ponta e ponta, respectivamente. Este enquadramento aplica-se ao cliente cativo do Grupo A (média e alta tensão), com tarifação horo-sazonal azul ou verde.

27 Caso a unidade consumidora não possua posto tarifário horo-sazonal, utiliza-se, por convenção, a equação (2) considerando a totalidade dos consumos esperados dos sistemas de iluminação atuais e propostos, por ano. Este enquadramento aplica-se ao cliente cativo do Grupo B (baixa tensão); ao cliente cativo do Grupo A, com tarifação convencional e ao cliente livre. Os resultados esperados de redução de demanda para o uso final de sistemas de iluminação são calculados pelas diferenças entre os somatórios das potências dos conjuntos (conjunto = reator + lâmpada) de iluminação atuais e os somatórios das potências dos conjuntos de iluminação propostos (medidos em kw). Esta diferença é multiplicada pelo fator de demanda da instalação (FD) para os postos tarifários de ponta e fora de ponta e pelo fator de coincidência na ponta (FCP) para o posto tarifário ponta. As equações (1) e (3) apresentam estes cálculos, considerando o levantamento do potencial de eficiência energética da unidade consumidora com enquadramento para a demanda em postos tarifários de fora de ponta e ponta, respectivamente. Este enquadramento aplica-se ao cliente do ACR, do Grupo A, com tarifação horo-sazonal azul e ao cliente livre. Caso a unidade consumidora não possua posto tarifário horo-sazonal, utiliza-se, por convenção, a equação (1), considerando a totalidade das potências esperada dos sistemas de iluminação atual e proposto. Este enquadramento aplica-se ao cliente cativo do Grupo A, com tarifação verde e ao cliente cativo do Grupo A, com tarifação convencional. Outras observações relevantes sobre a aplicação das equações (2) e (3): Para as instalações enquadradas no Grupo B, não há cálculo da redução de demanda, em razão da forma de tarifação. Neste caso, deverá se calcular a energia economizada (EE) utilizando a fórmula (2), considerando o tempo total de uso (horas por ano h/ano) igual à soma do horário de ponta com o horário fora de ponta; Para Projetos de Eficiência Energética pelo PEE da ANEEL, onde se estabelece o levantamento da redução da demanda somente no horário de ponta, por ser este o horário crítico, deverá se calcular a redução da demanda na ponta (RDP) considerando a equação (3). 5. USO FINAL CLIMATIZAÇÃO Em um diagnóstico de climatização avalia-se a substituição do antigo sistema de ar condicionado de ambientes por aparelhos tipo janela e Split eficientes. Além disso, se verifica o dimensionamento adequado do sistema em função da carga térmica requerida, visando proporcionar a redução dos gastos com energia elétrica e o aumento do conforto térmico do ambiente, segundo a NBR Instalações de Ar Condicionado Parâmetros de Conforto Térmico. 27

28 Levantamento dos Dados e Proposição de Novos Equipamentos Os dados de potência (em BTU) e a eficiência (EF) deverão ser coletados dos equipamentos e de seus fabricantes. Assim, calcula-se a potência em Watts a partir da equação (5). Onde: P - potência em Watt (W); C - capacidade nominal do equipamento (BTU/h); EF - eficiência do equipamento (kj/wh). (5) No Plano de Medição e Verificação (M&V) deverá constar a medição da potência (W) e do tempo de uso (h/ano) dos equipamentos atuais, para as condições de temperatura e ambiente necessárias. Para o cálculo da potência (W) do equipamento proposto, dever-se-á considerar a eficiência (EF) do equipamento (valor definido pelo fabricante) aplicada na equação (5). No dimensionamento do sistema proposto, deverá ser efetuado o cálculo térmico do ambiente e definida a potência em BTU realmente necessária para proporcionar conforto térmico do ambiente, o que pode alterar a potência e o número de equipamentos. Os dados dos equipamentos coletados deverão ser lançados em uma planilha, conforme apresentada na Tabela 6. Os tempos de uso para os horários de fora de ponta e de ponta são levantados por entrevistas com os usuários responsáveis pela administração dos ambientes em questão. 28

29 Tabela 6 - Cálculo da Economia de Energia para Sistemas de Ar Condicionado 29

30 Cálculo do Potencial de Economia de Energia Os resultados esperados de redução de demanda e energia economizada para o uso final de sistemas de climatização são calculados pelas diferenças entre os somatórios dos consumos dos equipamentos de climatização atuais e os somatórios dos consumos dos equipamentos de climatização propostos multiplicados pelos respectivos tempos de uso nos horários de fora de ponta e ponta (medidos em kwh/ano). Os cálculos da energia economizada (EE) e da redução de demanda (RD) são apresentados nas equações (6 a 9) abaixo. (6) ( ) (7) (8) (9) Onde: EEp energia economizada ponta (kwh/ano); EEfp energia economizada fora de ponta (kwh/ano); RDp redução demanda ponta (kw); RDfp redução demanda fora de ponta (kw); PAtual potência do ar condicionado do sistema existente (W); PProposto potência do ar condicionado do sistema proposto (W); tup tempo de uso ponta (h/ano); tufp tempo de uso fora de ponta (h/ano); FD fator de demanda. Razão entre a demanda máxima num intervalo de tempo especificado e a carga instalada na unidade consumidora. As equações (7) e (9) apresentam estes cálculos, considerando no levantamento do potencial de eficiência energética da unidade consumidora com enquadramento para o consumo em postos tarifários de fora de ponta e ponta, respectivamente. Este enquadramento aplicase ao cliente cativo do Grupo A (média e alta), com tarifação horo-sazonal azul ou verde. Caso a unidade consumidora não possua posto tarifário horo-sazonal para o consumo, utilizase, por convenção, a equação (7), considerando a totalidade dos consumos esperados dos equipamentos de climatização atuais e propostos, por ano. Este enquadramento aplica-se ao cliente ativo do Grupo B (baixa tensão); ao cliente cativo do Grupo A, com tarifação convencional e ao cliente livre. Os resultados esperados de redução de demanda para o uso final de sistemas de climatização são calculados pelas diferenças entre os somatórios das potências dos equipamentos de

31 climatização atuais e os somatórios das potências dos equipamentos de climatização propostos (medidos em kw). Esta diferença é multiplicada pelo fator de demanda da instalação (FD) para os postos tarifários de ponta e fora de ponta e pelo fator de coincidência na ponta (FCP) para o posto tarifário ponta. As equações (6) e (8) apresentam estes cálculos, considerando o levantamento do potencial de eficiência energética da unidade consumidora com enquadramento para a demanda em postos tarifários de fora de ponta e ponta, respectivamente. Este enquadramento aplica-se ao cliente cativo, do Grupo A, com tarifação horo-sazonal azul e ao cliente livre. Caso a unidade consumidora não possua posto tarifário horo-sazonal para a demanda, utilizase, por convenção, a equação (6), considerando a totalidade das potências esperada dos sistemas de climatização atual e proposto. Este enquadramento aplica-se ao cliente cativo do Grupo A, com tarifação verde e ao cliente cativo do Grupo A, com tarifação convencional. Outras observações relevantes sobre a aplicação das equações (7) e (8): Para as instalações enquadradas no Grupo B, não há cálculo da redução de demanda, em razão da forma de tarifação. Neste caso, dever-se-á calcular a energia economizada (EE) utilizando a equação (7), considerando o tempo total de uso (horas por ano - h/ano) igual à soma do horário de ponta com o horário fora de ponta; Para Projetos de Eficiência Energética pelo PEE da ANEEL, onde se estabelece o levantamento da redução da demanda somente no horário de ponta, por ser este o horário crítico, deverá se calcular a redução da demanda na ponta (RDP) considerando a equação (8). 31

32 6. MODELO DE RELATÓRIO A SER APRESENTADO PARA OS PROJETOS NA FASE DE PRÉ-DIAGNÓSTICO As PROPOSTAS DE PROJETOS de eficiência energética deverão ser apresentadas de acordo com disposto nos Procedimentos do Programa de Eficiência Energética - PROPEE da ANEEL, disponível no endereço eletrônico e demais exigências estabelecidas nesta CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS. As informações mínimas que deverão ser apresentadas no PRÉ-DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO ou no DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO estão detalhadas no Módulo 4 - Tipologias de Projeto do PROPEE, Seção Dados de Projeto, Item Roteiro Básico para Elaboração de Projetos. Este modelo consolida a forma de apresentação das PROPOSTAS DE PROJETOS, segundo a legislação referenciada acima. Identificação Título do projeto, responsável, telefone e . Objetivos do Projeto Descrever os principais objetivos do projeto, apresentando-os de forma detalhada, indicando as quantidades e as ações a serem realizadas vinculadas à eficiência energética. Descrição e Detalhamento do Projeto Descrever o projeto e detalhar suas etapas, principalmente no que se refere às ações de eficiência energética ou que promovam economia de energia. Descrever as metodologias e tecnologias aplicadas ao projeto em todas as suas fases de execução. Abrangência Indicar a unidade consumidora a ser beneficiada e o subgrupo tarifário como texto introdutório. Apresentar, de acordo com a tabela modelo a seguir, os dados de identificação do projeto/ unidade consumidora. 32

33 Nome Endereço Cidade Estado Telefone Contato Ramo de Atividade Cliente beneficiado Profissional responsável pelo projeto Nome e cargo do profissional de contato do cliente beneficiado Estratégia de Medição e Verificação dos Resultados (M&V) Definir as variáveis independentes, como será gerado o modelo do consumo de referência e como será feito o cálculo da economia de energia e redução da demanda, conforme módulo 8 do PROPEE. A critério da distribuidora, a metodologia de medição e verificação de resultados poderá ser realizada por terceiros. Os custos dessa etapa do projeto devem ser explicitados no respectivo orçamento. Metas e Benefícios Por Uso Final Informar as metas de economia de energia e de redução de demanda na ponta, expressas em MWh/ano e kw, respectivamente, com base nos valores verificados no PRÉ-DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO ou DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO realizado, assim como o RCB e os custos por uso final. O quadro a seguir apresenta o modelo de tabela a ser adotado. Usos Finais Uso final 1 Uso final 2 Uso final n Total Metas Energia Economizada (MWh/ano) Redução de Demanda na ponta (kw) Relação Custo Benefício RCB Custo por uso final (R$) Informar outros benefícios do projeto, que não a economia de energia / redução de demanda na ponta, para a empresa, consumidor e sistema elétrico. 33

34 A definição das metas de energia economizada (MWh/ano) e de redução de demanda na ponta (kw) deve ser feita com base na metodologia de cálculo proposto para cada uso final, conforme seção 4.2 do PROPEE. A valoração das metas deve ser feita de acordo com o módulo 7 do PROPEE. Serão consideradas viáveis as ações de eficiência energética que tiverem a relação custobenefício (RCB) inferior ou igual ao valor informado na seção 6 deste Edital, com base no cálculo apresentado no módulo 7 do PROPEE. Prazos e Custos Apresentar os cronogramas físico e financeiro, destacando os desembolsos e as ações a serem implementadas, e a tabela custo por categoria contábil e origem dos recursos. O cronograma financeiro deve ser preenchido para os custos totais do projeto e para aqueles relativos ao PEE. Cronograma físico O quadro abaixo apresenta o modelo do cronograma físico a ser adotado. Etapas Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Etapa N Meses Mês1/XX Mês2/XX Mês3/XX Mês4/XX Mês5/XX Mês6/XX Mês7/XX Mês8/XX Mês9/XX Mês10/XX Mês11/XX Mês12/XX Cronograma financeiro O quadro abaixo apresenta o modelo do cronograma financeiro a ser adotado. Meses Etapas Mês1/XX Mês2/XX Mês3/XX Mês4/XX Mês5/XX Mês6/XX Mês7/XX Mês8/XX Mês9/XX Mês10/XX Mês11/XX Mês12/XX Total Projeto ¹ Etapa 1 PEE ² Projeto Etapa 2 PEE Projeto Etapa 3 PEE Projeto Etapa N PEE Projeto Total PEE (¹) Valor total dispendido no projeto (²) Parte realizada com os recursos do Programa de Eficiência Energética Custos por categoria contábil e origens dos recursos 34

35 O quadro abaixo apresenta o modelo de custos a ser adotado, que deverá ser apresentado por categoria contábil e por origens de recursos. Custos por Categoria Contábil e Origem dos Recursos Tipo de Custo Custos Totais Recursos Recursos de Recursos do R$ % do PEE Terceiros Consumidor Custos Diretos Materiais e Equipamentos Previsto R$ - 0,0% R$ - R$ - R$ - Mão-de-obra Própria Previsto R$ - 0,0% R$ - R$ - R$ - Mão-de-obra de Terceiros Previsto R$ - 0,0% R$ - R$ - R$ - Transporte Previsto R$ - 0,0% R$ - R$ - R$ - Custos Indiretos Administração Própria Previsto R$ - 0,0% R$ - R$ - R$ - Marketing e Divulgação Previsto R$ - 0,0% R$ - R$ - R$ - Treinamento e Capacitação Previsto R$ - 0,0% R$ - R$ - R$ - Descarte de Materiais Previsto R$ - 0,0% R$ - R$ - R$ - Medição & Verificação Previsto R$ - 0,0% R$ - R$ - R$ - Outros Custos Indiretos Previsto R$ - 0,0% R$ - R$ - R$ - Total Realizado R$ - 0,0% R$ - R$ - R$ - Apresentar a memória de cálculo da composição dos custos totais da tabela de custos por categoria contábil e origens dos recursos, a partir dos custos unitários de materiais e equipamentos envolvidos e de mão de obra (própria e de terceiros), conforme indicação a seguir: Custo dos materiais e equipamentos Apresentar para cada equipamento ou material a ser adquirido. Nome do material Tipo Unidade Quantidade Preço por unidade Preço total Custo da mão de obra ou serviços Custos com mão de obra direta ou indireta, por atividade. Identificação do profissional por categoria (engenheiro, técnico, eletricista, outros) Quantidade (por categoria) Valor da hora de trabalho (incluir encargos) Número total de horas da atividade considerada Custo total Outros custos Custos com viagens. Custo total 35

36 Acompanhamento Tomando como base o cronograma apresentado no item anterior, definir os marcos que devem orientar o acompanhamento da execução do projeto. Treinamento e Capacitação Informar o conteúdo programático, instrutor, público-alvo, carga-horária, cronograma, local e todos os custos relacionados. 36

37 REFERÊNCIAS Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL. (02 de julho de 2013). Procedimentos do Programa de Eficiência Energética - PROPEE. Brasília. Efficiency Valuation Organization - EVO. (Janeiro de 2012). Protocolo Internacional de Medição e Verificação de Performance - PIMVP. Toronto, Canadá. Light Serviços de Eletricidade S.A. (21 de outubro de 2013). Edital de Chamada Pública de Projetos de Eficiência Energética. 5ª. revisão. Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Ministério das Minas e Energia - MME. (2013). Anuário Estatístico de Energia Elétrica Brasília, DF, Brasil. PROCEL Eletrobras / IBAM Instituto Brasileiro de Administração Municipal. (2004). Guia Técnico - Gestão Energética Municipal - GEM. 37

38 ANEXO A. CRITÉRIOS PARA PONTUAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DAS PROPOSTAS. Neste Anexo são apresentadas as metodologias de cálculo dos critérios para classificação e pontuação das PROPOSTAS DE PROJETO definidos em conformidade ao documento Critérios de Seleção para Chamadas Públicas de Projeto da ANEEL, publicado em 02/07/2015. A Relação custo-benefício (RCB) Este era o único critério para a realização de projetos do PEE até a Chamada Pública. O objetivo da introdução de outros critérios é explorar de maneira consistente o potencial de eficiência energética e romper barreiras de mercado. A = A1 + A2 A1 Relação custo-benefício proporcional Pontuação de cada medida atribuída de forma proporcional à mínima RCB, como abaixo: AA1 RCB RCB min Pontuação atribuída ao subcritério A1 Relação custo-benefício do projeto, considerando apenas a parcela aportada pelo PEE Menor relação custo-benefício entre os projetos concorrentes à Chamada Pública A2 Relação custo-benefício ordenada Para mitigar o efeito monopolizador de projetos com RCB muito abaixo da média, este subcritério espaça igualmente a pontuação entre os projetos. A pontuação de cada projeto é atribuída de acordo com uma lista ordenada descendente dos valores de RCB, como abaixo: AA2 n k Pontuação atribuída ao subcritério A2 Número de projetos apresentados Posição do projeto na lista B Peso do investimento em equipamentos no custo total do projeto Este critério visa premiar as medidas que maximizem o investimento direto em equipamentos, em detrimento dos custos indiretos ou administrativos associados à ação de eficiência energética, como forma de se ter uma maior confiabilidade no sucesso do projeto. 38

39 IK K CT Índice de investimento direto em equipamentos Custo em equipamentos financiado pelo PEE Custo total do projeto financiado pelo PEE BB IK máx Pontuação atribuída ao critério B Índice máximo de investimento em equipamentos entre as propostas apresentadas C Impacto direto na economia de energia e redução de demanda na ponta Este critério visa destacar os projetos com maior impacto nos benefícios energéticos diretos, que é um dos objetivos do programa. C = C1 + C2 C1 Impacto direto na economia de energia Como tem havido defasagens entre o período real da ponta e o tarifado, a distribuidora pode aumentar o peso relativo da economia de energia neste critério em detrimento da redução de demanda na ponta. CC1 EP EP máx Pontuação atribuída ao subcritério C1 Energia economizada pelo projeto (MWh/ano) Máximo valor de energia economizada entre os projetos concorrentes à Chamada Pública (MWh/ano) C2 Impacto direto na redução de demanda na ponta CC2 DP DP máx Pontuação atribuída ao subcritério C2 Demanda na ponta reduzida pelo projeto (kw) Máximo valor de demanda na ponta reduzida entre os projetos concorrentes à Chamada Pública (kw) D Qualidade do projeto A qualidade do projeto, mormente nos mercados ainda não maduros, é um requisito muito importante para o sucesso do programa. 39

40 D = D1 + D2 + D3 + D4 D1 Qualidade global do projeto Este subcritério visa valorizar os projetos bem feitos, com consistência técnica e econômica, com maior probabilidade de sucesso. A distribuidora deverá levar em consideração aspectos como: correção dos cálculos apresentados, descrição clara e adequada dos objetivos e das ações propostas, encadeamento dos itens do projeto, atendimento ao edital da Chamada Pública. DD1 Pontuação atribuída ao subcritério D1 D1% Nota percentual atribuída à qualidade global do projeto D2 Bases do projeto Este subcritério reforça a pontuação em projetos com bases sólidas. A distribuidora deverá levar em consideração aspectos como: consistência do levantamento de dados, custos adequados, estimativas adequadas de economia de energia e redução de demanda na ponta. DD2 Pontuação atribuída ao subcritério D2 D2% Nota percentual atribuída à consistência das bases do projeto D3 Cronograma Este subcritério reforça a ideia da necessidade de estabelecimento de períodos adequados às diversas tarefas como representativo da expertise do proponente. Deve-se avaliar a consistência do cronograma apresentado, levando em consideração aspectos como: tempo de aquisição dos equipamentos, tempo para implantação das ações, tempo para os períodos de M&V de linha de base e determinação da economia. DD3 Pontuação atribuída ao subcritério D3 D3% Nota percentual atribuída à consistência do cronograma D4 Estratégia de medição e verificação (M&V) A M&V é parte essencial de qualquer projeto de eficiência energética, como a forma adequada de medir os seus resultados. Deve-se levar em consideração aspectos como: determinação das variáveis independentes, plano de medição adequado da energia/demanda e variáveis independentes, modelo da energia, equipamentos de medição, períodos de medição, opção do PIMVP (EVO, 2012). DD4 Pontuação atribuída ao subcritério D4 40

41 D4% Nota percentual atribuída à estratégia de M&V E Capacidade para superar barreiras de mercado e efeito multiplicador Este critério representa um dos objetivos principais do PEE. No entanto, mostrou-se de difícil quantificação, além de estar de certa forma contemplado em outros critérios, o que fez com que sua pontuação fosse reduzida. Procurou-se também descrever os aspectos que devem ser considerados em cada subcritério. E = E1 + E2 + E3 E1 Eficácia na quebra de barreiras de mercado Este critério visa contemplar projetos que, pelo exemplo que tragam quando realizados, possam induzir a quebra de barreiras. Considerar aspectos como: tecnologias com alto potencial ainda não explorado de eficiência energética na tipologia (exemplo: acionador de velocidade variável conversor de frequência na indústria), tecnologias novas ainda não consolidadas, uso de recursos de programas de financiamento à eficiência energética (por exemplo, PROESCO do BNDES). EE1 Pontuação atribuída ao subcritério E1 E1% Nota percentual atribuída ao quesito E2 Induz comportamentos de uso eficiente da energia Este subcritério reforça os projetos que possam, também pelo exemplo quando implantados, induzir comportamentos de uso eficiente da energia. Considerar aspectos como: uso de gestão energética, uso de sistemas de informação do uso da energia, sistemas automáticos que otimizem o desempenho de equipamentos e sistemas. EE2 Pontuação atribuída ao subcritério E2 E2% Nota percentual atribuída ao quesito E3 Destina-se a segmentos com barreiras mais relevantes Este subcritério visa premiar os projetos que pretendem enfrentar os segmentos com maiores desafios. Dentro da tipologia visada, considerar os setores com maior potencial ainda inexplorado (por exemplo, cerâmicas no setor industrial). EE3 Pontuação atribuída ao subcritério E3 D3% Nota percentual atribuída ao quesito 41

42 F Experiência em projetos semelhantes A experiência do proponente é relevante para o sucesso do projeto. O proponente deverá comprovar sua experiência em execução de projetos de eficiência energética na tipologia considerada, por meio da apresentação de atestados de capacidade técnica, fornecidos por pessoas jurídicas de direito público ou privado, declarando de forma clara e precisa que a licitante executou ou está executando serviços de eficiência energética. F = F1 + F2 + F3 + F4 F1 Experiência nos usos finais propostos Este subcritério visa avaliar a experiência no uso final do proponente, mesmo que seja neófito em eficiência energética ou no PEE. Considerar a comprovação de serviços prestados nos usos finais propostos, em especial em eficiência energética. A distribuidora poderá atribuir pontuações parciais, levando em consideração como: ações em eficiência energética, porte dos projetos, uso de determinada tecnologia. FF1 Pontuação atribuída ao subcritério F1 F1% Nota percentual atribuída à experiência nos usos finais propostos F2 Experiência no PEE A experiência no PEE é importante, mas não deve constituir barreira à entrada de novas empresas executoras. Considerar a comprovação de serviços prestados em projetos do PEE. A distribuidora poderá atribuir pontuações parciais levando em consideração fatores como: porte dos projetos, uso de determinada tecnologia. FF2 Pontuação atribuída ao subcritério F2 F2% Nota percentual atribuída à consistência das bases do projeto F3 Certificação CMVP da EVO A certificação CMVP é reconhecida no mundo como comprovação de expertise em M&V. Considerar a existência na equipe executora de profissional certificado em medição e verificação (CMVP Certified Measurement and Verification Professional) pela EVO (Efficiency Valuation Organization). A distribuidora poderá atribuir pontuações parciais considerando o número de profissionais certificados ou a experiência demonstrada em M&V. FF3 Pontuação atribuída ao subcritério F3 F3% Nota percentual atribuída ao quesito 42

43 F4 Outras certificações pertinentes Outras certificações devem ser estimuladas para melhorar a qualidade dos serviços prestados. Considerar a existência na equipe executora ou na entidade executora do processo de certificações relativas à execução de projetos de eficiência energética (por exemplo, o QUALIESCO da ABESCO). A distribuidora poderá atribuir pontuações parciais considerando o número de profissionais certificados ou a experiência acumulada na certificação. FF4 Pontuação atribuída ao subcritério F4 F4% Nota percentual atribuída às certificações pertinentes G Contrapartida O PEE deve ser um programa incentivador do mercado de eficiência energética e não tomar o seu lugar. Para tal, é necessário que haja cada vez mais contribuições outras para a realização de projetos. Este critério estimula o aporte de outros recursos, além do PEE, para a consecução do projeto. Inv total Inv PEE Investimento total do projeto Investimento aportado pelo PEE GG PI máx Pontuação atribuída ao critério G Máximo valor do índice PI entre os projetos concorrentes à Chamada Pública H Diversidade e priorização de usos finais Este item visa incentivar a exploração de potenciais de eficiência energética em diferentes usos finais. De acordo com o mercado onde se aplica a Chamada Pública, deve-se atribuir maior peso aos usos finais com maior potencial ou com maiores barreiras para a sua exploração. A Tabela 7 apresenta os pesos aplicados aos usos finais para os Projetos do segmento Poder Público. Tabela 7 Pesos para aplicação nos usos finais na tipologia Poder Público Uso final Peso Aquecimento Solar 15 Ar Comprimido - Bombas 5 Bombas de vácuo - 43

44 Uso final Peso Condicionamento Ambiental 12 Equipamento hospitalar 15 Fontes Incentivadas 15 Iluminação 8 Motores elétricos 5 Refrigeração 5 Sistemas motrizes 1 10 Sopradores de Ar - Gestão energética 2 10 [ ( )] i Usos finais contemplados (1, 2,...) Ord i P i Inv i Inv PEE Ordem (1, 2, 3...) do uso final em valores crescentes de investimento aplicado do PEE Peso considerado de cada uso final Valor do investimento do PEE no uso final i Investimento médio do PEE em usos finais Valor total do investimento do PEE HH DUF máx Pontuação atribuída ao critério H Máximo valor do índice DUF entre os projetos concorrentes à Chamada Pública I Ações educacionais, divulgação e gestão Este item visa incentivar a aplicação de recursos 3 em ações de treinamento, capacitação, divulgação (marketing) interno ou externo e gestão energética, esta última com incentivo duplo, pela sua importância. Estes investimentos devem ser 1 Em Sistemas Motrizes, a ação somente com troca de motores deve ser chamada de Motores Elétricos. As ações nas máquinas acionadas (por exemplo, bombas, compressores) devem ser classificadas como outro uso final e nos sistemas acionados (por exemplo, sistema hidráulico, sistemas de ar comprimido) outro uso. Estes usos, por seu potencial e dificuldade de ação em eficiência energética, devem ter pesos maiores que Motores Elétricos. 2 O uso final Gestão energética não foi utilizado no período de teste, mas foi colocado na tabela para chamar a atenção que é possível (e desejável) fazê-lo, desde quando siga o determinado na Seção 4.2 item 8 do PROPEE. Recursos aplicados à gestão energética sem mensuração dos resultados podem integrar o item J dos critérios. 3 Estes investimentos são limitados pelo impacto que produzem no critério A. 44

45 usados para estabelecer ou consolidar a implantação de um sistema de gestão energética na instalação hospedeira do projeto 4. 4 De acordo com a ISO (ABNT, 2011), um sistema de gestão energética é um conjunto de elementos inter-relacionados ou interativos para estabelecer uma política energética e objetivos energéticos, e processos e procedimentos para atingir tais objetivos. Tais procedimentos envolvem o estabelecimento de uma equipe de gestão de energia, a realização de uma revisão energética, o estabelecimento de uma linha de base energética, capacitação de pessoal, comunicação da importância da gestão energética, etc. Os recursos devem ser utilizados para estes fins. O atendimento à ISO é indicado, mas opcional. 45

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