Farmácias Vivas e os níveis de complexidade
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- Alice Brunelli Bugalho
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2 Farmácias Vivas e os níveis de complexidade
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4 CONSIDERAÇÕES O Programa Farmácias Vivas é o primeiro programa de assistência social farmacêutica baseado no emprego científico de plantas medicinais e produtos delas derivados desenvolvidos no Brasil. Esse programa serviu de modelo para a elaboração da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. DECRETO Nº , DE 22 DE JUNHO DE 2006
5 OBJETIVO Garantir à população brasileira o acesso seguro e o uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos.
6 MODELO HORTO MATRIZ DO CEARÁ CENTRO DE FARMÁCIA VIVA UFC Único do país a possuir um banco de germoplasma, com plantas medicinais certificadas com registro botânico no Herbário Prisco Bezerra, há 25 anos. Conta com acervo do idealizador do Projeto Farmácias Vivas, Prof. Francico José de Abreu Matos. Apoia o desenvolvimento de atividades didáticas e de investigação e fornece biomassa de plantas para estudos botânicos, químicos e farmacológicos. MATOS, F.J.A - Farmácias Vivas 3a Ed. Editora UFC, 1998 Fortaleza
7 NÚCLEO DE FITOTERÁPICOS Desenvolve trabalhos integrados, com a Universidade Federal do Ceará - UFC, através do Projeto Farmácias Vivas. Horto Oficial de Plantas Medicinais: Propagação de plantas medicinais, matrizes, produção de matéria prima. Oficina Farmacêutica: Preparação de fitoterápicos com fins pedagógicos. Desenvolvimento de ações do Ciclo da Assistência Farmacêutica.
8 ATIVIDADES DO PROGRAMA FARMÁCIAS VIVAS S e l e ç ã o d a s e s p é c i
9 REGULAMENTAÇÃO A LEI ESTADUAL Nº , de 07 DE OUTUBRO DE 1999 dispõe sobre a política de implantação da Fitoterapia em Saúde Pública no Estado do Ceará, através da implantação de unidades de Farmácias Vivas, visando oferecer à comunidade, fitoterápicos com plantas medicinais cultivadas in locum e o desenvolvimento de uma fitoterapia científica de baixo custo para o Estado e usuários dos postos de saúde.
10 REQUESITOS PARA FUNCIONAMENTO DAS FARMÁCIAS VIVAS NA COMUNIDADE Apoio técnico-científico; Equipe multidisciplinar; Desenvolvimento através do sistema do exercício profissional delegado.
11 ATORES ENVOLVIDOS EXERCÍCIO PROFISSIONAL DELEGADO REGIME DE TRABALHO ORIENTADO MATOS, F.J.A - Farmácias Vivas. 3º. Ed. Editora UFC, 1998, Fortaleza
12 ATORES ENVOLVIDOS Prescritor: Responsável pelo diagnóstico/orientação do tratamento com plantas medicinais e fitoterápicos. Farmacêutico: Com treinamento em farmacognosia/farmacotécnica, responsável pela identificação/orientação do trabalho desde a coleta até a preparação e controle de qualidade dos fitoterápicos, além da farmacovigilância. Eng. Agrônomo: Com treinamento em horticultura e técnicas de multiplicação de plantas para orientar o cultivo, controle do crescimento e rigidez das plantas e a preparação de mudas. MATOS, F.J.A - Farmácias Vivas 3ª. Ed. Editora UFC, 1998
13 INFRAESTRUTURA DE APOIO TÉCNICO-CIENTIFICO INSTALAÇÃO DE UM BANCO DE DADOS Registro de estudos científicos sobre plantas medicinais regionais, compreendendo áreas de botânica, farmacologia, agronomia, farmacognosia, farmacotécnica e fitoterapia.
14 INFRAESTRUTURA DE APOIO TÉCNICO-CIENTIFICO MONTAGEM DE UMA HORTA DE PLANTAS MEDICINAIS Organizado para funcionar como Horto Matriz destinado ao cultivo de exemplares da flora regional e das espécies exóticas aclimatadas, especialmente daquelas selecionadas pelo COMEF.
15 INFRAESTRUTURA DE APOIO TÉCNICO-CIENTIFICO CRIAÇÃO DE UM SERVIÇO DE INTERCÂMBIO Promover formações com instituições que exerçam atividades afins
16 INFRAESTRUTURA DE APOIO TÉCNICO-CIENTIFICO CRIAÇÃO DE UM SERVIÇO DE DIVULGAÇÃO DE DADOS Permitir ao usuário acesso às propriedades medicinais das plantas, induzindo o uso racional das plantas medicinais.
17 MODELOS
18 Farmácia Viva Modelo I
19 FARMÁCIA VIVA MODELO I Instalação de hortas de plantas medicinais em unidades de Farmácias Vivas comunitárias e/ou unidades do Sistema Único de Saúde - SUS.
20 FARMÁCIA VIVA MODELO I COOPERAÇÃO TÉCNICA Supervisão dos profissionais do serviço público estadual/municipal de fitoterapia.
21 FARMÁCIA VIVA MODELO I COMPETÊNCIAS Cultivar plantas medicinais. Garantir à comunidade assistida o acesso às plantas in natura. Orientar sobre a preparação e o uso correto dos remédios.
22 Farmácia Viva Modelo II
23 FARMÁCIA VIVA MODELO II COMPETÊNCIAS Instalar hortas de plantas medicinais em unidades Farmácias Vivas comunitárias e/ou unidades do SUS. Produzir/dispensar plantas medicinais secas (droga vegetal), destinadas ao provimento das unidades de saúde do SUS. Poderá também realizar atividades das Farmácias Vivas Modelo I atendendo às relativas especificações.
24 FARMÁCIA VIVA MODELO II A matéria prima vegetal será submetida às operações primárias em áreas específicas, conforme as Boas Práticas de Preparação (BPP), podendo ser produzida através do desenvolvimento da agricultura familiar credenciada.
25 Farmácia Viva Modelo III
26 FARMÁCIA VIVA MODELO III ABRANGÊNCIA Destina-se à preparação de fitoterápicos padronizados para o provimento das unidades do SUS.
27 FARMÁCIA VIVA MODELO III A droga vegetal deve ser oriunda de hortas e hortos oficiais ou credenciados, conforme às Boas Práticas de Preparação.
28 FARMÁCIA VIVA MODELO III COMPETÊNCIAS Prover droga vegetal oriunda de hortas e hortos oficiais ou credenciados, conforme às Boas Práticas de Preparação. Preparar fitoterápicos de acordo com às Boas Práticas de Preparação. Poderá realizar atividades previstas para os modelos I e II, conforme especificações técnicas.
29 Não é o desafio com que nos deparamos que determina quem somos e o que estamos nos tornando, mas a maneira com que respondemos ao desafio. Somos combatentes, idealistas, mas plenamente conscientes, porque ter consciência não nos obriga a ter teoria sobre as coisas: só nos obriga a sermos conscientes. Problemas para vencer, liberdade para provar. E, enquanto acreditamos no nosso sonho, nada é por acaso. Henfil.
30 Sebastião Silva Leite Eng. Agrônomo NUFITO: (85) /4187
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