Doadoras: Triagem, Seleção e Acompanhamento
|
|
|
- Sônia Antunes
- 6 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MAR 2018 BLH-IFF/NT Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP: RJ Tel/fax: (021) Doadoras: Triagem, Seleção e Acompanhamento Origem Centro de Referência Nacional para Bancos de Leite Humano Instituto Fernandes Figueira / Fundação Oswaldo Cruz / Ministério da Saúde Autores João Aprígio Guerra de Almeida; Franz Reis Novak e Vander Guimarães. Palavras-Chave: Acompanhamento. Banco de Leite Humano. Doadora. Seleção. Triagem. 4 páginas 0
2 SUMÁRIO 1. Objetivo 2. Documentos Complementares 3. Definições 4. Diretrizes 5. Triagem 6. Seleção 7. Acompanhamento ANEXO Formulário para Cadastro de Doadora 1. Objetivo Esta Norma Técnica NT estabelece os aspectos a serem observados na triagem e seleção das doadoras para bancos de leite humano, assim como seu acompanhamento durante o período de doação, e faz parte do processo de controle de qualidade do leite humano ordenhado. 2. Documentos Complementares Na elaboração desta Norma foram consultados: BLH-IFF/NT16.18 Ordenha: Procedimentos higiênico-sanitários BLH-IFF/NT19.18 Transporte do LHO. 2018, BLH-IFF/NT Recepção do LHO cru em Banco de Leite Humano RDC 171. Normas para Implantação e Funcionamento de Bancos de Leite Humano. DOU 04/09/2006. Banco de leite humano: funcionamento, prevenção e controle de riscos / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, Definições Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições: 1
3 3.1. Boas Práticas de Manipulação do Leite Humano Ordenhado: conjunto de ações que devem ser observadas na manipulação do leite humano, visando a garantir a sua qualidade. 3.2, Doadoras: nutrizes sadias que apresentam secreção lática superior às exigências de seu filho e que se dispõem a doar o excedente por livre e espontânea vontade Formulário de Cadastro: roteiro direcionado, com informações acerca da gestação e hábitos de vida da doadora, que deve ser preenchido no momento do cadastro da nutriz para doação de leite humano. Vide o Anexo desta Norma Nutriz: termo utilizado para designar a mulher que esteja amamentando Rota: trajeto percorrido para a coleta do leite humano na casa da doadora. 4. Diretrizes 4.1. O produto da secreção lática da nutriz deve ser destinado ao seu próprio filho, com ênfase especial aos recém-natos prematuros e/ou de baixo peso ao nascer Quando o leite da nutriz for destinado a outras crianças, deve-se assegurar que a doação seja exclusivamente do excedente Serão consideradas aptas para doação as nutrizes sadias que atendam às disposições técnicas definidas nos itens 5, 6 e 7 desta Norma. 5. Triagem O processo de triagem das doadoras deverá ser realizado no momento do seu contato com os bancos de leite humano. A triagem deverá ser feita por um funcionário treinado para tal finalidade, definido pelo responsável da área médica do banco de leite em questão. Durante o procedimento de triagem, o funcionário designado para este fim deverá preencher o Formulário de Cadastro, constante no Anexo I desta Norma. 6. Seleção Caberá ao profissional responsável pela área médica do banco de leite e decidir se a doadora preenche os requisitos mínimos para doação a partir de sua avaliação clínica. 2
4 7. Acompanhamento 7.1. Primeira Doação No caso de a doadora ser considerada apta, o funcionário responsável pela triagem fará um contato, agendando a data da coleta do leite, de acordo com a rota estabelecida pelo banco de leite. A doadora deverá receber informações sobre boas práticas de manipulação do leite humano ordenhado (Norma Técnica Ordenha: Procedimentos Higiênico-sanitários) para efetuar a primeira coleta domiciliar do leite. O funcionário responsável pelo primeiro contato com a doadora deverá estar apto a esclarecer todas as dúvidas da nutriz, que porventura possam existir nesse momento Doações Subseqüentes A doadora deverá ser acompanhada pelo banco de leite, a fim de certificar se está havendo alguma intercorrência (com ela ou com o seu filho) que impossibilite a prática da amamentação e/ou a doação. O profissional designado para tal procedimento deve estar apto para orientar a doadora ou encaminhá-la a uma Unidade de Saúde de referência. O uso de medicamentos e drogas de abuso, bem como o relato de patologias durante o período de doação, será alvo de investigação nesse momento. O acompanhamento deverá ter periodicidade semanal, sendo feito preferencialmente pelo profissional designado para a recepção do leite doado (consultar BLH-IFF/NT Transporte do LHO cru e BLH-IFF/NT Recepção do LHO cru no banco de leite). Caberá a nutriz a decisão de interromper a doação do leite no momento que achar conveniente. É da responsabilidade do profissional que coordena o banco de leite humano a suspensão do recebimento de leite considerado impróprio para consumo, do ponto de vista do controle de qualidade. 3
5 ANEXO I - FORMULÁRIO PARA CADASTRO DE DOADORA Dados cadastrais Nome: N Cartão do SUS: Prontuário: Data Nasc.: / / Naturalidade: Endereço: Bairro: Cidade: Estado: CEP: Telefone: Profissão: Ponto de Referencia. Coleta Domiciliar? ( ) Sim ( ) Não Doadora Exclusiva? ( ) Sim ( ) Não Nome do Receptor: País de Origem: Data do Cadastramento: / / História pregressa Local do Pré-natal: ( ) Rede pública Nome da Instituição: Telefone: ( ) Rede privada Nome do Médico: Telefone: ( ) Não realizado Peso na Gestação (Kg) Altura (m) Idade Gestacional no parto Data do Parto Inicial: Final: Sem Dias / / Exames a serem realizados VDRL HbsAg FTAabs HIV HTLV De sangue ( ) positivo ( ) positivo ( ) positivo ( ) positivo ( ) positivo Hb (g%) ( ) negativo ( ) negativo ( ) negativo ( ) negativo ( ) negativo Ht (%) ( ) não disp ( ) não disp ( ) não disp ( ) não disp ( ) não disp Transfusão sanguínea (último ano) ( ) Sim ( ) Não Intercorrências na Gestação (CID 10) História Atual Tabagismo? ( ) Sim ( ) Não Etilismo? ( ) Sim ( ) Não Drogas? ( ) Medicamentosa Descrição: ( ) Abuso ( ) Nenhuma Intercorrências: Doadora Apta? ( ) sim ( ) não Responsável da área médica: Responsável pelo cadastramento: 4
NORMAS TÉCNICAS PARA BANCOS DE LEITE HUMANO:
NORMAS TÉCNICAS PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: DOADORAS BLH-IFF/NT- 09.04 - Triagem, Seleção e Acompanhamento BLH-IFF/NT- 10.04 - Filho da Doadora: Acompanhamento FEV 2004 BLH-IFF/NT- 09.04 Doadoras: Triagem,
Receptores: Triagem,Seleção e Acompanhamento
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 42.11 Rede Nacional de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
Transporte do Leite Humano Ordenhado
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 19.11 Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
Distribuição do Leite Humano Ordenhado
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 41.11 Rede Nacional de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
Pasteurização do Leite Humano Ordenhado
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 34.11 Rede Nacional de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
Higiene e Conduta: Ambiente
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 14.11 Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO:
NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: Recepção do Leite Humano Ordenhado (LHO) Cru BLH-IFF/NT- 21.05 - Recepção do LHO cru em Bancos de Leite Humano BLH-IFF/NT- 22.04 - Estocagem do Leite
Ambiência: Localização e Área Física
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 03.11 Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
Teste Simplificado para Detecção de Coliformes Totais
SET 2011 BLH-IFF/NT- 40.11 Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
Teste Simplificado para Detecção de Coliformes Totais
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 40.11 Rede Nacional de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO:
NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: DISTRIBUIÇÃO BLH-IFF/NT- 41.04 - Distribuição do Leite Humano Ordenhado BLH-IFF/NT- 42.04 - Receptores: Triagem, Seleção e Acompanhamento BLH-IFF/NT-
Estocagem do Leite Humano Ordenhado Pasteurizado
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 37.11 Rede Nacional de Bancos de Leite Humano Estocagem do Leite Humano Ordenhado Pasteurizado PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH
Ambiência: Manuseio do Lixo e Material de Descarte
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 08.11 Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
Lavagem e Preparo e Esterilização de Materiais Utilizados em BLH
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 45.11 Rede Nacional de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO:
NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: Controle Sanitário de Leite Humano Ordenhado BLH-IFF/NT- 40.05 Teste Simplificado para Detecção de Coliformes Totais FEV 2005 BLH-IFF/NT- 40.05 Rede
Leite Humano Ordenhado: Determinação da Acidez Titulável Método Dornic
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 29.11 Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO:
NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: Recursos Humanos BLH-IFF/NT- 01.04 - Qualificação de Recursos Humanos BLH-IFF/NT- 02.04 - Controle de Saúde dos Funcionários FEV 2004 BLH-IFF/NT-
Biossegurança NOV 2011 BLH-IFF/NT
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 15.11 Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO:
NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: Armazenamento BLH-IFF/NT- 36.04 Congelamento de LHO Processado BLH-IFF/NT- 37.04- Estocagem do LHO Pasteurizado BLH-IFF/NT 38.04 Controle de Temperatura
NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO:
NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: Acondicionamento BLH-IFF/NT- 31.04 - Embalagem para o Leite Humano Ordenhado BLH-IFF/NT- 32.04- Acondicionamento do Leite Humano Ordenhado BLH-IFF/NT-
GRUPO PERINATAL PIONEIRISMO E EXCELÊNCIA. ESSA É A NOSSA VOCAÇÃO.
GUIA DO MÉDICO GRUPO PERINATAL PIONEIRISMO E EXCELÊNCIA. ESSA É A NOSSA VOCAÇÃO. PRÉ-NATAL MEDICINA FETAL DIAGNÓSTICA CIRURGIA FETAL E NEONATAL OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA NEONATOLOGIA CENTRO DE CIRURGIA
Leite Humano Ordenhado: Determinação do Crematócrito
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 30.11 Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
III Encontro de Referências Estaduais de Bancos de Leite Humano
III Encontro de Referências Estaduais de Bancos de Leite Humano Brasília - 2011 Programa de Ensino da RedeBLH Estrutura Curricular dos Cursos da Rede BLH Programa de Ensino da RedeBLH BLH101: Processamento
Leite Humano Ordenhado: Determinação de Off-flavor Método Sensorial
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 26.11 Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
SISPRENATAL. Manual de Preenchimento dos Formulários de Cadastro e Consulta, Exames e Vacinas
SISPRENATAL Manual de Preenchimento dos Formulários de Cadastro e Consulta, Exames e Vacinas Prefeitura Municipal de Porto Alegre Março de 2007 1 Prefeitura Municipal de Porto Alegre José Fogaça Prefeito
NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO:
NORMAS TÉCNICAS REDEBLH-BR PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: TRANSPORTE BLH-IFF/NT- 19.04 - Transporte do Leite Humano Ordenhado BLH-IFF/NT- 20.04 - Controle de Temperatura das Caixas Isotérmicas FEV 2004 BLH-IFF/NT-
Fundação Oswaldo Cruz Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano. Manual para usuários do Sistema de Produção da RedeBLH
Fundação Oswaldo Cruz Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano Manual para usuários do Sistema de Produção da RedeBLH O Sistema de Produção da RedeBLH é uma ferramenta de gerenciamento importante para
Ref.: Lei Federal nº , de 8 agosto de 2014 DOU Dispõe sobre o exercício e a fiscalização das atividades farmacêuticas.
Rio de Janeiro, 13 de agosto de 2014. Of. Circ. Nº 256/14 Ref.: Lei Federal nº 13.021, de 8 agosto de 2014 DOU 12.08.2014 Dispõe sobre o exercício e a fiscalização das atividades farmacêuticas. Senhor
Ministério da Saúde Consultoria Jurídica/Advocacia Geral da União
Nota Técnica N 265/2013 Brasília, agosto de 2013. Princípio Ativo: cabergolina Nome Comercial 1 : Dostinex. Sumário 1. O que é a cabergolina?... 1 2. O medicamento possui registro na Agência Nacional de
ESTRATÉGIAS PARA AMPLIAÇÃO DO ACESSO DAS CRIANÇAS AOS SERVIÇOS DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE
ESTRATÉGIAS PARA AMPLIAÇÃO DO ACESSO DAS CRIANÇAS AOS SERVIÇOS DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE Lívia de Almeida Faller Vice-Presidente IMESF Especialista em Saúde da Família e Comunidade Cel- (51) 81726506
NORMAS TÉCNICAS PARA BANCOS DE LEITE HUMANO:
NORMAS TÉCNICAS PARA BANCOS DE LEITE HUMANO: Pasteurização BLH-IFF/NT- 34.05 - Pasteurização de Leite Humano Ordenhado BLH-IFF/NT- 35.04- Determinação do Tempo de Pré-aquecimento na Pasteurização FEV 2005
Prontuário de Pediatria Ambulatorial SOPERJ/SBP
_ Prontuário de Pediatria Ambulatorial SOPERJ/SBP IDENTIFICAÇÃO Nome: Nat: Prontuário nº Mãe: Nat: Data: / / Pai: Nat: Data de nascimento: Endereço: / / Tel: Domicílio Recado Sexo: F M MOTIVO(S) DA CONSULTA
Nutricionista Entrevistado(a) Estatutário [ ] Celetista [ ] Contratado [ ] Concursado Celetista [ ] Outro [ ] CRN-
CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS - ª REGIÃO UF ROTEIRO DE VISITA TÉCNICA NUTRIÇÃO CLÍNICA- BANCO DE L EITE HUMANO DATA DA VISITA Nº DA VISITA VISITA AGENDADA Sim [
ENFERMAGEM ATENÇÃO BÁSICA E SAÚDE DA FAMÍLIA. Parte 10. Profª. Lívia Bahia
ENFERMAGEM ATENÇÃO BÁSICA E SAÚDE DA FAMÍLIA Parte 10 Profª. Lívia Bahia Enfermagem no acompanhamento do Pré Natal de baixo risco na Atenção Básica Apesar da redução importante da mortalidade infantil
Caderno de Prova. Agente Comunitário de Saúde. Município de Balneário Camboriú Secretaria de Administração. Edital n o 04/2007
Município de Balneário Camboriú Secretaria de Administração Edital n o 04/2007 Caderno de Prova A Agente Comunitário de Saúde Dia: 29 de março de 2008 Horário: das 16:30 às 18:30 h Duração: 2 (duas) horas,
Vigilância nutricional da criança e da mulher durante o pré-natal e. Profa Milena Bueno
Vigilância nutricional da criança e da mulher durante o pré-natal e puerpério. Gestação e Puerpério Atenção Pré natal e no puerpério: garantia do bem estar materno e neo natal. Primeira consulta: ate 120
JUNHO VERMELHO. Tipos Sanguíneos
JUNHO VERMELHO A Organização Mundial da Saúde (OMS) comemora, desde 2005, o dia 14 de junho como o Dia Mundial do Doador de Sangue com intuito de conscientizar e mobilizar a população em geral sobre a
Resolução nº 55 de 17/03/2005 / ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária (D.O.U. 21/03/2005)
Resolução nº 55 de 17/03/2005 / ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária (D.O.U. 21/03/2005) Fica estabelecidos, por meio do presente regulamento, os requisitos mínimos relativos à obrigatoriedade,
BANCO DE SANGUE. Doe sangue. Salve vidas
BANCO DE SANGUE Doe sangue. Salve vidas Banco de sangue O banco de sangue do A.C.Camargo Cancer Center segue rigorosamente os padrões de qualidade e excelência das normas vigentes e possui médicos especialistas
Secretaria Municipal de Saúde Diretoria de Vigilância à Saúde Vigilância Sanitária
LICENCIAMENTO DE ESTABELECIMENTOS QUE COMERCIALIZAM ARTIGOS DE CONVENIÊNCIA E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM FARMÁCIAS E DROGARIAS - "DRUGSTORE" Dispositivo legal: Lei Federal 5991/73 alterada pela Lei 9069/95,
Ministério da Saúde Consultoria Jurídica/Advocacia Geral da União
Nota Técnica N 208/2013 Brasília, agosto de 2013. Princípio Ativo: ácido nicotínico Nomes Comerciais 1 : Acinic, Metri, Cordaptive. Sumário 1. O que é o ácido nicotínico?... 2 2. O medicamento possui registro
Fundação Oswaldo Cruz Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano. Manual para usuários do Sistema de Produção da rblh-br
Fundação Oswaldo Cruz Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano Manual para usuários do Sistema de Produção da rblh-br O Sistema de Produção da rblh-br é uma ferramenta de gerenciamento importante para
CADASTRO DE FORNECEDORES REGULAMENTO
CADASTRO DE FORNECEDORES REGULAMENTO O Movimento Brasil Competitivo, organização da sociedade civil de interesse público e associação civil de direito privado, sem fins lucrativos, com sede estabelecida
ENFERMAGEM E A PRÁTICA TRANSFUSIONAL UM HOSPITAL DE ALTA COMPLEXIDADE EM MACEIÓ-AL. Enfermeira do HUPAA,
ENFERMAGEM E A PRÁTICA TRANSFUSIONAL UM HOSPITAL DE ALTA COMPLEXIDADE EM MACEIÓ-AL. Magalhães, Daniela 1 ; Almeida, Ingryd Leilane 2 1 Enfermeira do HUPAA, e-mail: [email protected] 2 Enfermeira do HUPPA,
ANEXO I NORMAS DE HABILITAÇÃO PARA A ATENÇÃO ESPECIALIZADA NO PROCESSO TRANSEXUALIZADOR
ANEXO I NORMAS DE HABILITAÇÃO PARA A ATENÇÃO ESPECIALIZADA NO PROCESSO TRANSEXUALIZADOR 1. NORMAS DE HABILITAÇÃO PARA A MODALIDADE AMBULATORIAL 1.1. A Modalidade Ambulatorial consiste nas ações de âmbito
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE BANCO DE DENTES HUMANOS
APÊNDICE A (Destinado ao cirurgião-dentista) TERMO DE DOAÇÃO DE DENTES HUMANOS Eu,, Cirurgião- Dentista, inscrito no CRO, com consultório situado na, Residente nº bairro, cidade UF telefone, dôo dentes
Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais
Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Conferência Latino Americana de Saúde no Trabalho São Paulo, 10 a 12 de Outubro
INFORMATIVO DO CANDIDATO A DOAÇÃO SERVIÇO DE HEMOTERAPIA
INFORMATIVO DO CANDIDATO A DOAÇÃO SERVIÇO DE HEMOTERAPIA Caro doador, Leia nossas orientações antes da doação de sangue. O Serviço de Hemoterapia do Hospital Aliança vem trabalhando para garantir cada
AVALIAÇÃO DO ESTILO PARENTAL DE PAIS DE CRIANÇAS PORTADORAS DE SÍNDROMES GENÉTICAS NA TRÍPLICE FRONTEIRA
CIÊNCIAS DA SAÚDE AVALIAÇÃO DO ESTILO PARENTAL DE PAIS DE CRIANÇAS PORTADORAS DE SÍNDROMES GENÉTICAS NA TRÍPLICE FRONTEIRA VOLPATO VIEIRA, Marília. Estudante do Curso de Medicina ILACVN UNILA; E-mail:
Campanha Junho Vermelho - A importância de doar sangue
Campanha Junho Vermelho - A importância de doar sangue Enviado por DA REDAÇÃO 23-Jun-2017 PQN - O Portal da Comunicação Carolina La Maison, enfermeira e coordenadora do curso de auxiliar e técnico de enfermagem
Formulário para envio de contribuições para Consulta Pública*
Formulário para envio de contribuições para Consulta Pública* FORMULÁRIO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES PARA CONSULTA PÚBLICA Este formulário tem a finalidade de identificar e orientar as contribuições para
Melhoria da Atenção ao Pré-natal e Puerpério na ESF 09 - Vila Ester, em São Borja-RS
Melhoria da Atenção ao Pré-natal e Puerpério na ESF 09 - Vila Ester, em São Borja-RS Tania Mara Fontella de Sá Orientadora: Lenise Patrocinio Pires Cecilio Co-orientadora: Aline Basso da Silva Introdução
P R O C E D I M E N T O O P E R A C I O N A L P A D R Ã O
Encaminhamos pela presente, Norma e Procedimento que implanta e define a sistemática de do HOSPITAL SANTA ROSA. Controle Nome/Cargo Assinatura Elaborado por: Revisado por: Aprovado por: Allessandra Craice
PIONEIRISMO, INOVAÇÃO, REFERÊNCIA, GESTÃO E EXPERIÊNCIA EM PLANOS DE MEDICAMENTOS
Implantação do Plano de Medicamentos PIONEIRISMO, INOVAÇÃO, REFERÊNCIA, GESTÃO E EXPERIÊNCIA EM PLANOS DE MEDICAMENTOS Consultoria e gestão em saúde, serviços de assistência farmacêutica e logística no
NOTA TÉCNICA Nº 2/2016-CVN/GVE/SUVISA. Em 23 de agosto de 2016
SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA NUTRICIONAL NOTA TÉCNICA Nº 2/2016-CVN/GVE/SUVISA Em 23 de agosto de 2016 ASSUNTO: Operacionalização
Prezados candidatos nomeados no Concurso Público Edital 026/2013,
Em 27 de março de 2014 Assunto: Convocação Faz Prezados candidatos nomeados no Concurso Público Edital 026/2013, Considerando a nomeação, publicada no Diário Oficial da União, de 27/03/2014, seção 2, para
Ministério da Saúde - MS Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA
RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA RDC N 98, DE 1 DE AGOSTO DE 2016 Dispõe sobre os critérios e procedimentos para o enquadramento de medicamentos como isentos de prescrição e o reenquadramento como medicamentos
RESOLUÇÃO - RDC N 98, DE 1 DE AGOSTO DE 2016
RESOLUÇÃO - RDC N 98, DE 1 DE AGOSTO DE 2016 Dispõe sobre os critérios e procedimentos para o enquadramento de medicamentos como isentos de prescrição e o reenquadramento como medicamentos sob prescrição,
