Avaliando a metodologia PRO.NET em
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- Jerónimo Bandeira
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1 Universidade Federal de Pernambuco Graduação em Ciência da Computação Centro de Informática Proposta de Trabalho de Graduação Avaliando a metodologia PRO.NET em relação ao CMMI Aluno: Orientador: Mauro La-Salette Costa Lima de Araújo ([email protected]) André Luís de Medeiros Santos ([email protected]) Recife, 17 de Maio de 2005.
2 1 Contexto A indústria de desenvolvimento de software tem experimentado, ao longo das últimas décadas, o que comumente convencionou-se denominar a crise do software. Quando da identificação desta crise em 1968, durante uma reunião do NATO Science Comittee, foi cunhado o termo Engenharia de Software para sintetizar a aspiração, naquele momento, de tornar a tarefa de produção de software uma disciplina da engenharia. Entretanto, como bem exposto por Brooks [2], existem dificuldades essencialmente atreladas à tarefa de produção de software e, décadas depois, a Engenharia de Software mostra-se incapaz de lidar, de maneira completa, com a natureza abstrata de seu principal produto. Dados de 2000 [6] mostram que: 23% dos projetos de software são cancelados antes de sua conclusão; 49% são concluídos ultrapassando os custos e prazos previstos; e apenas 28% são concluídos dentro dos custos e prazos previstos inicialmente. Ao longo dos anos, a abordagem para dirimir as dificuldades presentes na tarefa de construção de artefatos de software, tem sido a de desenvolver ferramentas, tecnologias e processos que dêem apoio a esta tarefa. Enquanto ferramentas e tecnologias são responsáveis por aumentar a produtividade da equipe de desenvolvimento, o uso de processos visa especificar um conjunto de atividades que disciplinem todo o ciclo de desenvolvimento de software; numa tentativa de erradicar abordagens artesanais do mesmo. Alguns modelos de processo (frameworks), como o Rational Unified Process (RUP) [1], provêem um nível detalhado do fluxo das atividades a serem seguidas, enquanto outros, como o Microsoft Solution Framework (MSF) [4], fornecem apenas linhas mestras e recomendam boas práticas para a instanciação de um processo. Mas o uso de um processo durante o desenvolvimento do software não é, por si só, suficiente para garantir o sucesso deste projeto. Muitas vezes, as organizações utilizam seus próprios processos de desenvolvimento que, quando não essencialmente ineficientes e artesanais, são executados de maneira ad hoc. E mesmo tentativas de utilizar processos reconhecidos e amplos como o RUP resultam em fracasso por dificuldades para adaptá-los às suas realidades. Destarte, vê-se que instanciar e/ou executar um processo de desenvolvimento de software é uma tarefa não-trivial. Assim, sob a influência destas dificuldades, tem-se procurado estabelecer um modelo de avaliação para o nível de maturidade dos processos de desenvolvimento de software das organizações. Sob a iniciativa do Software Engineering Institute (SEI) 1, a partir de uma requisição do governo federal dos EUA em meados da década de 1980, foi 1 1
3 desenvolvido um modelo de avaliação do nível de maturidade do processo de desenvolvimento de software para organizações. Tal modelo foi denominado Capability Maturity Model for Software (SW-CMM ou simplesmente CMM) [9]. O CMM evoluiu durante os últimos anos e absorveu outros padrões de avaliação de processos como o Electronic Industries Alliance Interim Standard (EIA/IS), para engenharia de sistemas, e o Integrated Product Development Capability Maturity Model (IPD-CMM). Passando a chamar-se Capability Maturity Model Integration (CMMI) [3]. Durante a década de 1990, diversas organizações, impulsionadas pelo mercado extremamente competitivo, buscaram a adequação ao CMM como uma maneira de comprovar a qualidade do seu processo de desenvolvimento de software. E agora, com o advento do CMMI e descontinuidade do CMM, tais organizações estão realizando a migração entre os modelos. Assim, o CMMI evolui rapidamente para se tornar um padrão no que concerne à avaliação do nível do processo de desenvolvimento de software das organizações. A nova versão do MSF, por exemplo, apresentará práticas direcionadas ao CMMI. 2 Objetivos A metodologia PRO.NET [5], desenvolvida no Centro de Tecnologia XML de Recife, foi concebida com base no RUP, no MSF, em conceitos de desenvolvimento ágil (extreme Programming) e é voltada para o desenvolvimento de projetos que utilizem a plataforma tecnológica.net. Um trabalho anterior realizou uma análise comparativa entre a metodologia PRO.NET e CMM-2 [8]. O presente trabalho terá por objetivo avaliar a metodologia PRO.NET em relação ao novo modelo CMMI, a fim de verificar as facilidades que a adoção da PRO.NET oferece para uma organização que pretende adequar-se ao CMMI. Utilizar-se-á o modelo de avaliação contínua do CMMI (por capacidades) para que a análise não se restrinja a um nível especifico do modelo. Também serão consideradas modificações na PRO.NET visando uma atualização em relação a nova versão do MSF. Mas isso dependerá, a priori, da disponibilidade da mesma, pois esta ainda não foi oficialmente lançada. O produto do trabalho, além da análise comparativa, serão sugestões de melhoria na metodologia. 2
4 3 Cronograma Mês Atividade Maio Junho Julho Agosto Estudar a metodologia PRO.NET e o MSF Estudar os modelos CMM e CMMI Elaborar avaliação comparativa Elaborar o relatório Elaborar a apresentação Tabela 1: Cronograma Referências [1] G. Booch, I. Jarcobson, and J. Rumbaugh. The Unified Software Development Process. Addison-wesley, [2] F. P. Brooks. No silver bullet: Essence and accidents of software engineering. Computer Magazine, April [3] Mary Beth Chrissis, Mike Konrad, and Sandy Shrum. CMMI: Guidelines for Process Integration and Product Improvement. Addison Wesley, February [4] Microsoft Corp. Microsoft solutions framework version 3.0 overview, July [5] CTXML. Site contendo toda a metodologia PRO.NET. Disponível em pronet. [6] Standish Group update to the chaos report, Disponível em: research/. [7] IEEE. IEEE standard IEEE standard glossary of software engineering terminology, [8] Suzana Maranhão. Análise comparativa entre a pro.net e o cmm nível 2, August [9] M. C. Paulk, B. Curtis, M. B. C. Chrissis, and C. Weber. Capability maturity model for software, version 1.1. Technical Report ADA263403, Software Engineering Institute, February
5 Datas e Assinaturas 17 de Maio de 2005 André Luís de Medeiros Santos (Orientador) Mauro La-Salette Costa Lima de Araújo (Proponente) 4
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