Módulo LoRaMESH. Manual de Utilização
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- Vitória Ferretti
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1 Módulo LoRaMESH Manual de Utilização Revisão - Dezembro 2018
2 Módulo LoRaMESH EndDevice O módulo LoRaMESH EndDevice Radioenge é um transceiver que alia a tecnologia de modulação LoRa, que proporciona baixo consumo e longo alcance, com uma topologia Mesh, que permite a criação de uma ampla área de cobertura com uma rede altamente escalável e de baixo custo. O EndDevice possui duas interfaces UART para a configuração de operação e transmissão de dados de forma transparente. Recursos Tecnologia LoRaMESH Radioenge Configurável como mestre ou escravo 2 interfaces UART (comandos e transparente) Configuração via interface UART ou Rádio Fixação acastelada ou por barra de pinos Atualização de firmware via UART ou Rádio 8 GPIOs, sendo 2 configuráveis como entradas analógicas 3 LEDs para sinalização de operação Diagnóstico remoto do dispositivo Características Alimentação de 1,8 a 12 Vcc (+3,3 Vcc sem regulador) Dimensões: 33 x 22 x 3 mm Temperatura de operação: -5 C a +55 C Baixo consumo µprocessador integrado: ARM Cortex-M0+ 32-bits Taxa de dados máxima: 21,9 kbps (LoRa), 250 kbps (FSK) Topologia Mesh Características de RF Operação na Banda ISM de 915 MHz Sensibilidade de recepção: -137 dbm (LoRa), -92 dbm (FSK) Potência de transmissão máxima: +20 dbm Modulação LoRa ou FSK Homologação ANATEL: Aplicações Internet of Things (IoT) Automação doméstica e comercial Sistemas de segurança e monitoramento Aquisição e envio de dados Leitura remota de sensores Revisão 1 - Dez/2018 2
3 Sumário 1. Tecnologia LoRaMESH Pinagem Especificações de operação Valores máximos absolutos Parâmetros de operação Taxas de dados LoRa Exemplo de Aplicação Descrição das Interfaces Interface de comandos Interface transparente GPIOs Entradas analógicas Saída de antena Bypass do regulador LEDs de sinalização Descrição do Protocolo Serial Lista de comandos seriais Lista de comandos detalhada Leitura de parâmetros da modulação (0xD6) Escrita de parâmetros da modulação (0xD6) Local read (0xE2) Remote read (0xD4) Write Config (0xCA) Comando I/O (0xC2) Subcomando de configuração (0x02) Subcomando de leitura (0x00) Subcomando de Escrita (0x01) Diagnóstico (0xE7) Ruído (0xD8) RSSI (0xD5) Trace Route (0xD2) Pacote de aplicação (<0x80) Envia para interface transparente (0x28) Exemplo de comando de aplicação Tutorial de Configuração Características Físicas Dimensões Footprint recomendado...28 Revisão 1 - Dez/2018 3
4 1. Tecnologia LoRaMESH LoRaMESH é o sistema de roteamento em malha (mesh) e comunicação sem fio com auto-rota e auto-cura desenvolvido pela Radioenge. A comunicação flui entre os escravos e o mestre da rede através de N-saltos, ou seja, passando por vários escravos de forma automática por meio do roteamento MESH Radioenge. A topologia da rede é mostrada na figura abaixo. O LoRaMESH EndDevice Radioenge implementa a camada física LoRa ou FSK e a comunicação entre escravos e mestre é feita de forma transparente para a aplicação, facilitando a criação da rede sem fio em projetos de IoT e proporcionando alta escalabilidade, uma vez que novos dispositivos são facilmente incorporados à rede. Figura 1 - Diagrama de uma rede Mesh Revisão 1 - Dez/2018 4
5 2. Pinagem Figura 2 - Numeração dos pinos Pino Nome Tipo Descrição 1 GND Alimentação Conectado ao ground 2 RX_1 Entrada RX da interface UART de comando 3 TX_1 Saída TX da interface UART de comando 4 VCC Alimentação Conectado à alimentação 5 VCC Alimentação Conectado à alimentação 6 TX_2 Saída TX da interface UART transparente 7 RX_2 Entrada RX da interface UART transparente 8 GND Alimentação Conectado ao ground 9 GPIO0 I/O Pino de uso geral 10 GPIO1 I/O Pino de uso geral 11 GPIO2 I/O Pino de uso geral 12 GPIO3 I/O Pino de uso geral 13 GPIO4 I/O Pino de uso geral 14 GPIO5 I/O ou Analógico Pino de uso geral ou entrada analógica 15 GPIO6 I/O ou Analógico Pino de uso geral ou entrada analógica 16 GPIO7 I/O Pino de uso geral 17 GND Alimentação Conectado ao ground 18 ANT Saída RF Saída de RF para antena externa 19 GND Alimentação Conectado ao ground Revisão 1 - Dez/2018 5
6 3. Especificações 3.1. Especificações de operação Especificação Descrição Modulação LoRa ou FSK Faixas de frequência 902,5 907 MHz e MHz Largura de banda 125 khz / 250 khz / 500 khz (LoRa); 250 khz (FSK) Spreading Factor (LoRa) 7, 8, 9, 10, 11 e 12 Coding Rate (LoRa) 4/5, 4/6, 4/7 e 4/8 Estabilidade de frequência ±5,0 ppm Protocolo LoRa/MESH Radioenge Sensibilidade -137 dbm (LoRa); -92 dbm (FSK) Potência de transmissão Máx. +20 dbm / 100 mw Conexão com antena Pad acastelado (pino 18) ou conector SMA-M Interface de comunicação UART 3.2. Valores máximos absolutos Parâmetro Mínimo Máximo Un. Tensão entre VCC e GND (com regulador) -0,3 16,0 V Tensão entre VCC e GND (sem regulador) -0,3 4,0 V Tensão nos pinos de UART -0,3 4,0 V Tensão nos pinos GPIO e Analógicos -0,3 4,0 V Corrente máxima drenada por uma GPIO - 16,0 ma Corrente máxima fornecida por uma GPIO - 16,0 ma Corrente máxima drenada por todas as GPIOs - 90 ma Temperatura de armazenamento ºC Temperatura de operação ºC Potência máxima na entrada RF - 0 dbm 3.3. Parâmetros de operação Parâmetro Mín. Normal Máx. Un. Tensão de Alimentação (com regulador) 1,8-12 V Tensão de Alimentação (sem regulador) 1,8 3,3 3,6 V Consumo de corrente durante transmissão (Vcc = 3,3V) ma Consumo de corrente durante recepção (Vcc = 3,3V) ma Tensão de saída em nível baixo (GPIO, Io = 8 ma) - - 0,4 V Tensão de saída em nível alto (GPIO, Io = 8 ma) 2,9 - - V Limiar de tensão de entrada em nível baixo (GPIO) - - 1,0 V Limiar de tensão de entrada em nível alto (GPIO) 2,3 - - V Limiar de tensão de entrada em nível baixo (USART) - - 1,0 V Limiar de tensão de entrada em nível alto (USART) 2,3 - - V Revisão 1 - Dez/2018 6
7 3. Especificações 3.3. Parâmetros de operação (continuação) Parâmetro Mín. Normal Máx. Un. Corrente drenada/fornecida por uma entrada na Faixa de leitura das entradas analógicas 0,0-3,3 V Impedância da entrada analógica kω Resolução do ADC 8-12 bits Baudrate das interfaces UART bps Taxa de dados LoRa bps Taxa de dados FSK kbps 3.4. Taxas de dados LoRa Taxa de dados (bps) Largura de Banda (khz) Coding Rate 4/8 Spreading Factor Taxa de dados (bps) Largura de Banda (khz) Coding Rate 4/7 Spreading Factor Taxa de dados (bps) Largura de Banda (khz) Coding Rate 4/6 Spreading Factor Taxa de dados (bps) Largura de Banda (khz) Coding Rate 4/5 Spreading Factor Revisão 1 - Dez/2018 7
8 4. Exemplo de Aplicação Figura 3. Exemplo de aplicação do EndDevice Radioenge Revisão Jul/2017 8
9 5. Descrição das Interfaces 5.1. Interface de comandos O módulo possui uma interface serial para configuração dos parâmetros de operação e envio de pacotes. O baudrate é configurável entre 9600, e bps, sendo o padrão de fábrica 9600 bps. A tabela 1 apresenta as configurações da interface serial. Esta interface implementa o protocolo serial Radioenge, baseado no padrão MODBUS. Este protocolo é descrito em detalhes na seção 6 Descrição do protocolo serial. Tabela 1. Parâmetros da interface serial Parâmetro Baudrate Pacote Paridade Stop bit Controle de fluxo Valor 9600, ou bps 8 bit Não 1 bit Não 5.2. Interface transparente Além da interface de configuração, o EndDevice possui uma interface serial que pode ser usada para o envio e recebimento de pacotes de dados de forma transparente ao dispositivo. A operação desta interface difere entre o mestre e o escravo. Para o rádio mestre, é preciso indicar para qual rádio a mensagem se destina. Da mesma forma, as mensagens que chegam ao rádio mestre possuem a identificação do rádio de origem. Esta identificação é enviada/recebida juntamente com os dados, conforme a tabela abaixo. ID (LSB) ID (MSB) MENSAGEM Byte 0 Byte 1 N Comunicando via serial de um escravo, apenas o campo MENSAGEM é enviado/recebido. Os parâmetros desta interface são iguais a interface de comandos e o baudrate é igualmente configurável (Tabela 1) GPIOs Este dispositivo possui 8 pinos de entrada/saída digitais de uso geral, dos quais dois (GPIO1 e GPIO2) podem ser configurados como entradas analógicas. A função destes pinos (entrada/saída) e o estado (alto/baixo) são configuráveis tanto pela interface serial de comandos como via rádio, por meio dos mesmos comandos. Revisão 1 - Dez/2018 9
10 5. Descrição das Interfaces 5.4. Entradas analógicas O EndDevice Radioenge oferece até 2 entradas analógicas, multiplexadas com duas GPIOs, com resolução de 12 bits. A configuração e leitura das entradas pode ser feita tanto via rádio quanto via serial de comandos Saída de antena O dispositivo conta com duas possibilidades de conexão de antena: Conector SMA-M, para a conexão direta de uma antena ao módulo; Pad acastelado (Pino 18), para a conexão com uma PCI base. Neste caso deve-se manter a impedância controlada de 50 Ω na placa base. Deve-se usar apenas um modo de conexão. Caso use o conector SMA, deve-se deixar o pino 18 desconectado. Em caso de usar o pino 18, deve-se remover o conector SMA Bypass do regulador Caso não seja necessário o uso do regulador, quando a alimentação é de 3,3 Vcc, pode-se realizar o bypass deste regulador adicionando um resistor de 0 Ω (0402) na posição indicada na figura abaixo. Figura 3. Posição do resistor de bypass O uso do bypass é indicado para aplicações alimentadas a bateria, onde é desejável o mínimo consumo possível. Revisão 1 - Dez/
11 5. Descrição das Interfaces 5.7. LEDs de sinalização O módulo possui três LEDs para a sinalização de operação. Cada LED indica uma operação distinta: Vermelho: pisca quando ocorre alguma transmissão via rádio. Verde: pisca quando ocorre alguma recepção via rádio. Amarelo: pisca a cada 1 segundo como forma de indicar o correto funcionamento. Figura 4. LEDs de sinalização Revisão 1 - Dez/
12 6. Descrição do Protocolo Serial Os comandos seriais reconhecidos pelo LoRaMESH EndDevice Radioenge seguem o padrão mostrado a seguir: ID (LSB) ID (MSB) Função DadoN... Dado0 CRC (LSB) CRC (MSB) ID indica o identificador único do dispositivo dentro de uma rede para o qual o comando é endereçado. Função especifica o comando enviado ao EndDevice, conforme a tabela X. Os campos Dados representam os parâmetros a serem enviados ou dados de aplicação. Os dois bytes de CRC são calculados sobre todos os demais bytes através do algoritmo em C apresentado no quadro abaixo e são dispostos na forma Little-Endian (CRCL:CRCH). Qualquer comando, com exceção do Local Read, pode ser executado tanto via interface serial de comandos quanto via rádio (remotamente). /** Calcula CRC16. data_in: Ponteiro para o buffer contendo os dados. length: Tamanho do buffer Valor de 16 bits representando o CRC16 do buffer fornecido. */ #define CRC_POLY (0xA001) uint16_t CalculaCRC(uint8_t* data_in, uint32_t length) { uint32_t i; uint8_t bitbang, j; uint16_t crc_calc; crc_calc = 0xC181; for(i=0; i<length; i++) { crc_calc ^= ((uint16_t)data_in[i]) & 0x00FF; for(j=0; j<8; j++) { bitbang = crc_calc; crc_calc >>= 1; } if(bitbang & 1) { crc_calc ^= CRC_POLY; } } } return crc_calc; Revisão 1 - Dez/
13 6. Descrição do Protocolo Serial 6.1. Lista de comandos seriais Comando 0xD6 0xE2 0xD4 0xCA 0xC2 0xE7 0xD8 0xD5 0xD2 0x28 < 0x80 Descrição Leitura / Escrita de parâmetros da modulação Local Read Leitura dos parâmetros do módulo conectado via UART Remote Read Leitura dos parâmetros de qualquer módulo na rede Write Config Escrita dos parâmetros da rede no dispositivo (NET e ID) Comando I/O Configura, lê e envia o estado dos pinos de GPIO Diagnóstico Adquire informações de operação do nó especificado Ruído Lê o nível de ruído somente no canal atual RSSI Lê as potências dos sinais entre o nó indicado e o nó vizinho Trace Route Traça a rota necessária para o mestre comunicar com um nó específico Envia um pacote de dados para a interface serial transparente do destino Qualquer comando neste intervalo é enviado integralmente à interface de comandos do destino 6.2. Lista de comandos detalhada A lista a seguir apresenta o formato dos pacotes para cada comando. Campos não explicitados são dispostos na forma Little-Endian Leitura de parâmetros da modulação (0xD6) Envia uma requisição de leitura do tipo de modulação e dos parâmetros LoRa para o ID especificado. Envio ID_L ID_H 0xD6 0x00 0x01 0x00 CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3 Byte 4 Byte Resposta ID_L ID_H 0xD6 0x00 Potência Largura de banda Spreading factor Coding rate CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3 Byte 4 Byte 5 Byte 6 Byte A potência é especificada em dbm. A largura de banda pode ser 0 (125 khz), 1 (250 khz) ou 2 (500 khz). Spreading Factor pode ter um valor de 7 a 12, para operação com modulação LoRa, ou 5, que indica operação em modo FSK. Coding Rate pode ter valores de 1 a 4, representando coding rates de 4/5 a 4/8, respectivamente. Revisão 1 - Dez/
14 6. Descrição do Protocolo Serial Escrita de parâmetros da modulação (0xD6) Envia o tipo de modulação e dos parâmetros LoRa para o ID especificado. Envio ID_L ID_H 0xD6 0x01 Potência Largura de banda Resposta ID_L ID_H 0xD6 0x01 Potência Largura de banda Spreading factor Spreading factor Coding rate Coding rate CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3 Byte 4 Byte 5 Byte 6 Byte CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3 Byte 4 Byte 5 Byte 6 Byte Local read (0xE2) Envia uma requisição dos parâmetros de rede do dispositivo local, como ID, NET e Unique ID, além de outros parâmetros de operação do dispositivo. Envio ID_L ID_H 0xE2 0x00 CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte Resposta ID_L ID_H 0xE2 NET_L NET_H UID0 UID1 UID2 UID3 Versão de HW Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3 Byte 4 Byte 5 Byte 6 Byte 7 Byte 8 Byte 9 Byte 10 Rev. de FW Byte 11 RSD Spread Spectrum Byte 15 RSD Byte 16 Versão de FW Byte 17 Banco Mem. Byte 18 RSD 0x01 RSD CRC Byte RSD NET é o identificador de uma rede e pode assumir valores entre 0 e Todos os rádios de uma mesma rede devem estar configurados com a mesma NET. Redes diferentes podem ocupar o mesmo espaço físico, desde que tenham valores de NET diferentes. O campo UID é o identificador único (Unique ID) do dispositivo e cada módulo produzido possui um Unique ID diferente. Versão de HW, Versão de FW e Revisão de FW são informações relativas às versões de hardware e firmware do módulo. Spread Spectrum indica se a modulação ativa é a FSK (0x01) ou a LoRa (0x00). Banco de Memória pode ser 0 ou 1 e indica qual banco de memória está ativo. Revisão 1 - Dez/
15 6. Descrição do Protocolo Serial Remote read (0xD4) De forma similar ao Local Read, envia uma requisição dos parâmetros de rede a um dispositivo remoto. Envio ID_L ID_H 0xD4 0x00 CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte Resposta ID_L ID_H 0xD4 NET_L NET_H UID0 UID1 UID2 UID3 Versão de HW Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3 Byte 4 Byte 5 Byte 6 Byte 7 Byte 8 Byte 9 Byte 10 Rev. de FW Byte 11 RSD Spread Spectrum Byte 15 RSD Byte 16 Versão de FW Byte 17 Banco Mem. Byte 18 RSD 0x01 RSD CRC Byte RSD Write Config (0xCA) Envia configurações de ID e NET para o dispositivo local ou remoto. Para que o dispositivo aceite as alterações, deve-se informar seu Unique ID, obtido através do comando Local Read ou Remote Read. Envio ID_L ID_H 0xCA NET_L NET_H UID0 Byte 0 Byte 1 Byte 2 3 Byte 4 Byte 5 UID1 UID2 UID3 0x00 CRC16 Byte 6 Byte 7 Byte Resposta ID_L ID_H 0xD4 NET_L NET_H UID0 UID1 UID2 UID3 Versão de HW Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3 Byte 4 Byte 5 Byte 6 Byte 7 Byte 8 Byte 9 Byte 10 Rev. de FW Byte 11 RSD Spread Spectrum Byte 15 RSD Byte 16 Versão de FW Byte 17 Banco Mem. Byte 18 RSD 0x01 RSD CRC Byte RSD Revisão 1 - Dez/
16 6. Descrição do Protocolo Serial Comando I/O (0xC2) Permite a configuração do modo de operação de cada GPIO, como entrada digital, saída digital ou entrada analógica (apenas GPIO1 e GPIO2) e realiza a leitura ou escrita nas GPIOs. Este comando possui subcomandos para cada função específica configuração, leitura e escrita Subcomando de configuração (0x02) Para uma GPIO dada pelo campo Pino, pode-se configurar seu modo de operação e habilitar/desabilitar o pull-up ou pull-down interno. Pino pode assumir valores entre 0 e 7, relativos aos GPIO0 a GPIO7. PULL pode ser 0 (pull-up e pull-down desabilitados), 1 (pull-up habilitado) ou 2 (pull-down habilitado). Input/Output pode ser 0 (entrada digital), 1 (saída digital) ou 3 (entrada analógica). Envio ID_L ID_H 0xC2 0x02 Pino PULL Input/Output CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3 Byte 4 Byte 5 Byte Resposta ID_L ID_H 0xC2 0x02 Erro Pino Payload CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3 Byte 4 Byte 5 Byte O campo Erro indica que houve erro na execução do comando caso seja 0x01, em caso de sucesso seu valor será 0x00. O campo Payload traz as configurações gravadas e é subdividido em bits da seguinte forma: Payload X PULL X Input/Output Bits Bits 9-8 Bits 7-2 Bits Subcomando de leitura (0x00) Realiza a leitura de uma GPIO dada pelo campo Pino, seja ela entrada digital ou analógica. O modo de operação da GPIO é indicado na resposta. Envio ID_L ID_H 0xC2 0x00 Pino 0x00 CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3 Byte Resposta ID_L ID_H 0xC2 0x00 Erro Pino Payload CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3 Byte 4 Byte 5 Byte Revisão 1 - Dez/
17 6. Descrição do Protocolo Serial O campo Erro indica que houve erro na execução do comando caso seja 0x01, em caso de sucesso seu valor será 0x00. O campo Payload traz o resultado da leitura do pino especificado. Payload An/Dig X Leitura Bit 15 Bits Bits 11-0 O campo An/Dig indica se a leitura é digital (1) ou analógica (0). O campo Leitura possui o valor de 12 bits, no caso de uma leitura analógica. O bit 0 do campo Leitura indica o nível lógico do pino, no caso de uma leitura digital Subcomando de Escrita (0x01) Envia o nível lógico desejado para um pino configurado como saída. Envio ID_L ID_H 0xC2 0x01 Pino Alto/Baixo 0x00 CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3 Byte 4 Byte 5 Byte Resposta ID_L ID_H 0xC2 0x01 Erro Pino Payload CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3 Byte 4 Byte 5 Byte O campo Erro indica que houve erro na execução do comando caso seja 0x01, em caso de sucesso seu valor será 0x00. O bit 0 do campo Payload traz o nível lógico enviado Diagnóstico (0xE7) Envia requisição de informações de diagnóstico, como temperatura do chip e tensão de alimentação. Envio ID_L ID_H 0xE7 0x00 CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte Revisão 1 - Dez/
18 6. Descrição do Protocolo Serial ID_L ID_H 0xE7 Temp. Mín. Resposta Temp. Atual Temp. Máx. Tensão Mín. Tensão Atual Tensão Máx. Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3 Byte 4 Byte 5 Byte 6 Byte 7 Byte x01 RSD 0x0C RSD 0x00 0x55 RSD 0x00 CRC16 Byte Byte Byte Byte 28 RSD As temperaturas são dadas em ºC com valores inteiros. As tensões são dadas em Vcc x 10. Por exemplo, 3,3 V é representado pelo valor inteiro Ruído (0xD8) De forma semelhante ao comando Espectro, envia uma requisição de leitura dos níveis de ruído mínimo, médio e máximo do canal atual. Envio ID_L ID_H 0xD8 0x00 CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte Resposta ID_L ID_H 0xD8 Ruído Mín. Ruído Méd. Ruído Máx. CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3 Byte 4 Byte RSSI (0xD5) Através do comando de RSSI verifica-se a potência do sinal recebido por um determinado rádio e a potência do sinal deste rádio recebido por um outro rádio da rede, em dbm. Uma diferença significativa entre o nível de RSSI na ida e na volta pode significar um problema no rádio. Um nível de sinal muito próximo do nível de ruído indicado pelo comando Espectro significa um sinal fraco. Como normalmente existem vários rádios na rede, o campo Gateway indica o ID do rádio que recebeu o sinal diretamente e mediu o RSSI na volta. Envio ID_L ID_H 0xD5 0x00 CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte Resposta ID_L ID_H 0xD5 Gateway L Gateway H RSSI ida RSSI volta CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3 Byte 4 Byte 5 Byte Revisão 1 - Dez/
19 6. Descrição do Protocolo Serial Trace Route (0xD2) Envia uma requisição para traçar a rota de saltos entre o mestre e o nó especificado pelo campo ID. O resultado é uma sequência de IDs dos nós pelos quais o comando foi repetido até alcançar o destino. O tamanho da resposta depende da quantidade de saltos necessários para alcançar o dispositivo de destino. Envio ID_L ID_H 0xD2 0x00 CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte Resposta ID_L ID_H 0xD2 ID1_L ID1_H... IDN_L IDN_H CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3 Byte 4... Byte n-3 Byte n-2 n-1 - n Pacote de aplicação (<0x80) Comandos menores que 0x80, exceto o 0x28, que é enviado para a UART transparente, são tratados como comandos de aplicação e são passados integralmente para a interface UART de comandos do destino. O payload deve ser menor ou igual a 232 bytes. Caso seja necessário enviar um pacote maior, a aplicação deve quebrar o pacote em blocos menores, confirmando o recebimento de cada bloco a fim de transferir o pacote completo e manter sua integridade. A definição da função de cada comando fica a cargo da aplicação. O EndDevice LoRaMESH apenas verifica a integridade do pacote via CRC e, em caso de erro, não repassa o comando à frente. Atenção Mensagens que não possuem resposta inerente devem ser tratadas pela aplicação no destino. A aplicação DEVE enviar respostas a toda mensagem de aplicação recebida, tanto para garantir a entrega de tais mensagens quanto para garantir a integridade do roteamento da rede. Envio ID_L ID_H 0x01-0x7F Dado0... DadoN CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3... Byte n-2 n-1 - n Revisão 1 - Dez/
20 6. Descrição do Protocolo Serial Envia para interface transparente (0x28) Atua de forma semelhante ao comando de aplicação, porém envia apenas o payload da mensagem e a ID de origem para a interface UART transparente do dispositivo de destino. Além disso, envia a mesma mensagem para a interface de comandos, porém encapsulada no formato do pacote de envio abaixo. O payload máximo deste comando é de 232 bytes. Envio ID_L ID_H 0x28 Dado0... DadoN CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte 3... Byte n-2 n-1 - n Da mesma forma, este comando não possui uma mensagem de resposta inerente. Deve-se então tomar as medidas expostas no quadro do item Exemplo de comando de aplicação Seja uma aplicação que deve efetuar leituras de sensores e ligar/desligar relés, ambos conectados a um ou mais dispositivos remotos. Pode-se definir um comando de aplicação para cada função necessária, como por exemplo Requisita leitura, Muda estado do relé e Acknowledge. Como já foi citado no item 11, é necessário que haja uma resposta a toda mensagem enviada. O comando Acknowledge tem como função confirmar para o mestre se o comando Muda estado do relé foi entregue e executado de forma correta ou não, já que este comando naturalmente não possui resposta. Primeiramente, deve-se definir os comandos com algum valor entre 0x01 e 0x7F. Neste caso, os comandos escolhidos foram 0x10, para Requisita leitura, 0x11, para Muda estado do relé, e 0x01, para Acknowledge. Por fim, define-se os pacotes da seguinte forma: Envio - Requisita Leitura ID_L ID_H 0x10 CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte Resposta - Requisita Leitura ID_L ID_H 0x10 Leitura do Sensor CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte Envio - Muda estado do relé ID_L ID_H 0x11 ON = 1; OFF = 0 CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte Resposta - Acknowledge ID_L ID_H 0x01 Ok = 1; Erro = 0 CRC16 Byte 0 Byte 1 Byte 2 Byte Revisão 1 - Dez/
21 6. Descrição do Protocolo Serial Fica a cargo da aplicação gerar estes pacotes, incluindo o cálculo e verificação do CRC16, além de tratar os campos de comando e payload de acordo com o protocolo de aplicação. Revisão 1 - Dez/
22 7. Tutorial de Configuração Os comandos descritos na seção anterior podem ser enviados pelo software da Radioenge RD915 Mesh. Para isso, deve-se utilizar uma base para a comunicação com um computador, como o IOT RS232 ou o IOT USB, ambos produtos Radioenge. Primeiramente deve-se identificar no Gerenciador de dispositivos a porta COM relativa à base IOT conectada. No caso do IOT USB haverá duas portas COM, sendo uma relativa à interface de comandos e a outra à interface transparente. Figura 5. Identificação da porta COM A porta COM com menor número é sempre a interface de comandos, já a maior é sempre a interface transparente. Como se deseja configurar o dispositivo, deve-se utilizar a porta COM34, neste caso. Depois de identificar o número da porta COM, execute o software RD915. Na aba CONN, selecione a porta citada anteriormente, configure o baudrate corretamente (neste caso, 9600 bps) e clique em Terminal para abrir a interface com o dispositivo. Revisão 1 - Dez/
23 7. Tutorial de Configuração Figura 6. Iniciando a comunicação com o dispositivo Na aba CONFIG, utilize o comando LOCAL READ para ler as informações do dispositivo conectado. O software irá preencher automaticamente o espaço UNIQUE ID. Para configurar o rádio, preencha o campo NET com o valor desejado e o campo ID com o identificador desejado para este dispositivo. Por fim, pressione o botão WRITE CONFIG. Atenção O campo NET é o identificador de uma rede. Diferentes redes podem operar em um mesmo espaço físico com NETs diferentes. Todos os pacotes comunicados entre os nós são criptografados a partir do número da NET. Ainda assim, recomenda-se que a própria aplicação criptografe os pacotes antes de enviá-los aos dispositivos de rádio, de forma a garantir maior segurança. Revisão 1 - Dez/
24 7. Tutorial de Configuração Figura 7. Aba CONFIG e comando de LOCAL READ Figura 8. WRITE CONFIG Configurando o ID do rádio Revisão 1 - Dez/
25 7. Tutorial de Configuração Na aba TEST é possível realizar alguns testes de funcionamento, comunicando-se com os rádios da rede, somente se o rádio conectado ao computador seja o ID 0, ou seja, o rádio mestre. O teste PING é equivalente ao comando REMOTE READ da aba CONFIG. Através dele, o rádio mestre requisita as informações do rádio cujo ID foi selecionado. No exemplo da figura 9, o comando de leitura remota foi enviado ao rádio de ID 218. Figura 9. Teste PING via aba TEST É possível ainda reconfigurar o ID dos rádios da rede remotamente, através do rádio mestre. Para isso, digite o ID atual do rádio na rede e faça uma leitura remota com o fim de ler o UNIQUE ID. Em seguida, basta digitar o novo ID e executar o comando WRITE CONFIG, da mesma forma que foi executado no dispositivo local. Para configurar os parâmetros de modulação LoRa, clique na aba LORA e selecione o ID do dispositivo desejado. Nesta aba pode-se configurar a potência de transmissão, em dbm, a largura de banda, em khz, o spreading factor e o coding rate. Ao configurar uma rede, é necessário que todos os dispositivos desta rede operem com exatamente os mesmos parâmetros de modulação LoRa, com exceção da potência. Caso contrário, os dispositivos não serão capazes de se comunicar. Revisão 1 - Dez/
26 7. Tutorial de Configuração Figura 10. Aba LORA e parâmetros configuráveis Revisão 1 - Dez/
27 8. Características Físicas 8.1. Dimensões Figura 11. Vistas e dimensões do módulo Dimensões do Módulo Cota Tamanho [mm] Cota Tamanho [mm] A 32,9 I 6,10 B 21,6 J 3,24 C 13,0 K 1,98 D 17,8 L 1,62 E 1,15 M 9,80 F 1,78 N 6,00 G 2,54 O 6,58 H 7,37 P 20,0 Revisão 1 - Dez/
28 8. Características Físicas 8.2. Footprint recomendado O footprint apresentado abaixo pode ser obtido na página do EndDevice Radioenge nos formatos compatíveis com Eagle e Altium. Figura 12. Footprint recomendado e dimensões Dimensões do Footprint Cota Tamanho [mm] Cota Tamanho [mm] A 21,6 E 7,37 B 2,54 F 6,10 C 1,52 G 5,08 D 2,29 H 2,40 Revisão 1 - Dez/
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