CAPÍTULO 2. Tipos de avaliação: formativa, somativa, interna, externa
|
|
|
- Mauro Paranhos
- 6 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CAPÍTULO 2 Tipos de avaliação: formativa, somativa, interna, externa
2 No campo educacional, há diferentes tipos de avaliação. Neste capítulo, iremos discutir as especificidades de quatro modalidades largamente difundidas e/ou discutidas: FORMATIVA SOMATIVA INTERNA EXTERNA Cada uma delas tem sua vocação ou seja, serve melhor a um determinado objetivo. Os métodos de elaboração e aplicação também diferem caso a caso. Embora às vezes sejam analisadas em oposição uma à outra (formativa x somativa e interna x externa), devem ser vistas como complementares o ideal é que a escola lance mão de todas elas, no momento em que forem mais úteis, de acordo com a necessidade. 13
3 AVALIAÇÃO FORMATIVA A avaliação formativa se propõe a acompanhar o desenvolvimento das aprendizagens do aluno de forma constante, fornecendo informações que direcionem a ação pedagógica durante todo o tempo na direção da melhora. Não se trata, no entanto, apenas de uma avaliação informal permanente; devem estar previstos momentos regulares de avaliação sistemática para averiguar o desenvolvimento dos alunos. Para Bloom, Hastings e Madaus (1975) nunca se devem utilizar os dados da avaliação formativa para a classificação dos estudantes; nesse tipo de avaliação, eles devem poder agir sem se sentir sob a ameaça da classificação e estar à vontade para mostrar suas dificuldades, errar e aprender com seus erros. Roland Abrecht, autor de A Avaliação Formativa (1994), considera a avaliação formativa não como um método, mas antes como atitude: Os grandes objectivos da avaliação formativa são, de facto, a consciencialização, por parte do aluno, da dinâmica do processo de aprendizagem (objectivos, dificuldades e critérios)... a luta contra a passividade. Fontes: B.S. Bloom, J. T. Hastings e G.F. Madaus, Evaluación del aprendizaje; Buenos: Troquel, Geekie, e-book Como a Avaliação Externa pode Ajudar sua Escola; disponível em Roland Abrecht, A Avaliação Formativa; Porto: Edições ASA,
4 AVALIAÇÃO SOMATIVA É uma modalidade avaliativa pontual que ocorre ao fim de cada etapa de ensino (bimestre, semestre, ano, curso etc.). Serve para verificar o grau de domínio de alguns objetivos pré-estabelecidos, propondo-se a realizar um balanço somatório de uma ou de várias sequências de um trabalho de formação. Pode ser de natureza quantitativa ou qualitativa. São bastante utilizadas nas escolas brasileiras, principalmente como princípio relacionado às avaliações externas, oferecendo um parecer sobre as competências e habilidades desenvolvidas ao final de determinados ciclos educacionais. É também útil em processos de certificação. O diferencial da avaliação somativa, por ocorrer no final do processo, é que ela gera informações sobre a qualidade do processo instrucional, o quanto os objetivos de aprendizagens foram alcançados. Por isso, muitos preferem chamar essa avaliação de resultados finais de aprendizagem (GEEKIE, 2016). Fontes: Geekie, e-book Como a Avaliação Externa pode Ajudar sua Escola; disponível em Portal Avaliação, Avaliação Formativa; disponível em 15
5 AVALIAÇÃO FORMATIVA + SOMATIVA É importante que haja um equilíbrio no uso das práticas de avaliação, promovendo, ao mesmo tempo, o formativo e o somativo, como se fossem as duas faces de uma moeda, em que uma vale tanto quanto a outra. A própria avaliação somativa, embora tenha por vocação fornecer um balanço dos aprendizados, uma vez concluído um ciclo de ensino, pode também desempenhar um importante papel formativo, se seus resultados são utilizados para embasar tomadas de decisão que melhorem o processo de ensino-aprendizagem. Opor avaliação formativa e sumativa [em português de Portugal, equivalente ao somativo do brasileiro], valorizando a primeira e censurando a segunda não tem sentido pedagógico, ambas podendo, e devendo, ser formadoras José Augusto Pacheco, Dr. em Educação. Fonte: José Augusto Pacheco, Avaliação das Aprendizagens. Políticas formativas e práticas sumativas. Disponível em: 16
6 [EXPERIÊNCIA INSPIRADORA] A Escola Lumiar, em São Paulo (SP), realiza uma avaliação integrada, unindo as abordagens somativa e formativa. As notas não são a única maneira de avaliar o conhecimento adquirido e os avanços dos alunos, e a avaliação tem como propósito fazer com que eles reconheçam suas facilidades e dificuldades. Assim, os estudantes entendem quais são os próximos passos que devem ser tomados para atingir seus objetivos e assumem o compromisso com seu processo de aprendizagem. ESCOLA
7 AVALIAÇÃO INTERNA Como o nome antecipa, a Avaliação Interna é aquela realizada pelo professor com seus alunos. Os métodos de elaboração e aplicação variam provas abertas ou objetivas, observação e registro, portfólio, autoavaliação etc. Pode ser de natureza formativa ou somativa. Fonte: Portal Avaliação. Disponível em 18
8 AVALIAÇÃO EXTERNA Também chamada de avaliação em larga escala, é aquela realizada por agentes externos à escola secretarias de educação municipal ou estadual, Ministério da Educação, organizações internacionais, entre outras. Propõe-se a avaliar as escolas e os sistemas de ensino como um todo. Algumas avaliações externas bastante conhecidas das escolas brasileiras são a Prova Brasil (nacional) e o Pisa (internacional). Fonte: Portal Avaliação. Disponível em 19
9 A Prova Brasil é realizada com alunos do 5 o e 9 o anos do Ensino Fundamental de escolas urbanas e rurais de todo o Brasil, avaliando competências de língua portuguesa, com foco em leitura, e matemática, com foco na resolução de problemas, a cada dois anos. Na hora de analisar seus resultados, vale fazer uma comparação com os resultados anteriores, avaliar a evolução das notas e sempre realizar uma análise conjunta com os exames internos. E tudo deve ser divulgado à comunidade. O Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) é realizado com jovens na faixa dos 15 anos de idade de aproximadamente 65 países, avaliando seus conhecimentos em leitura, matemática e ciências, alternadamente, a cada três anos. Os dados colhidos no exame já permitiram tecer diversas análises comparativas entre os países e desfazer alguns mitos, como o de que alunos pobres estão destinados a fracassar na escola ou que salas de aula menores elevam o nível do ensino. Os sistemas educacionais com melhor desempenho no Pisa, em vez de gastarem dinheiro com classes pequenas, investem em salários mais competitivos para os professores, desenvolvimento profissional constante e cargas horárias equilibradas. (BBC, 2015) Importante: na hora de analisar os resultados das avaliações externas, sempre se deve levar em conta outros dados além da média geral. Número de alunos matriculados, perfil socioeconômico e tempo de permanência na escola são indicadores valiosos para se realizar comparações mais fiéis à realidade! Fontes: Gestão Escolar, 7 ações para aproveitar bem a Prova Brasil; disponível em BBC Brasil, Exame internacional desfaz 7 mitos sobre eficiência da educação; disponível em Geekie, e-book Como a Avaliação Externa pode Ajudar sua Escola; disponível em 20
10 Alguns tipos de avaliação externa são mais úteis para a elaboração de políticas públicas pelos governos, pois fornecem indicadores da aprendizagem de grandes grupos de alunos em intervalos de tempo mais extensos (ex: Prova Brasil, a cada dois anos, e Pisa, a cada três. Outras podem ser apropriadas com maior facilidade pelas redes de ensino e suas escolas, pois os resultados saem a tempo de serem usadas pelas equipes das secretarias de educação e pelos professores ainda com a turma de alunos que foi avaliada (ex: avaliações bimestrais ou semestrais desenvolvidas pelos próprios municípios). De todo modo, o objetivo não deve ser o ranking em si, como classificação, mas sim a obtenção de informações que possibilitem trabalhar em prol de melhorias. A escola que não se avalia ou que desenvolve apenas a sua auto-avaliação, está alheia ao real ou enganada por uma auto-imagem que, por mais valor e qualidade que tenha, carece sempre de ser comparada com um olhar externo. As avaliações externas permitem contrastar olhares, perspectivas, interpretações, soluções e avaliações, sentencia o professor Alexandre Ventura, pesquisador na Universidade Católica de Brasília e na Universidade de Aveiro, em Portugal (GEEKIE, 2016) Fontes: Geekie, e-book Como a Avaliação Externa pode Ajudar sua Escola; disponível em Portal Porvir, Avaliação não deve parar no diagnóstico; disponível em 21
CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS
CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS Avaliação Educacional MODALIDADES DA AVALIAÇÃO Prof. Stephanie Gurgel O que é avaliação? É um instrumento que possibilita identificar e analisar o rendimento e as aprendizagens
CAPÍTULO 1. Avaliação: conceitos iniciais
CAPÍTULO 1 Avaliação: conceitos iniciais AFINAL, O QUE É AVALIAR? Quando se pensa em avaliação, várias ideias vêm à mente: prova, trabalho, nota, média, boletim, aprovação, reprovação, classificação. Por
AVALIAÇÃO Centrada nos objetivos - avaliação somativa
AVALIAÇÃO Centrada nos objetivos - avaliação somativa compara objetivos pré-definidos com resultados obtidos pelos alunos Centrada no processo - avaliação formativa avalia resultados e o processo valor
AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO
PROJETO FAZ SENTIDO - FUNDAMENTAL II AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO + Pesquisa documental + Pesquisa de campo + Entrevistas + Grupos de trabalho Uma parceria: SUMÁRIO CLIQUE PARA ACESSAR O CAPÍTULO DESEJADO
GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO - SEC COLÉGIO ESTADUAL POLIVALENTE DE ITAMBÉ
1. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A avaliação é uma etapa fundamental que envolve a comunidade escolar em momentos de reflexão crítica sobre as práticas e as aprendizagens desenvolvidas. Neste
CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS
CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS Avaliação Educacional PRÁTICAS AVALIATIVAS: SUJEITOS, OBJETOS E MÉTODOS DE AVALIAÇÃO Prof. Stephanie Gurgel A avaliação é uma tarefa complexa que não se resume à realização de
Avaliação Diretrizes da Avaliação Educacional
Avaliação Diretrizes da Avaliação Educacional Prof. Carlinhos Costa Avaliação é um dos componentes do processo de ensino. E quais seriam os componentes do processo de ensino? É por meio da avaliação que
Análise e procedimentos da Avaliação de Aprendizagem em Processo por docentes1. Matemática e Língua Portuguesa
Análise e procedimentos da Avaliação de Aprendizagem em Processo por docentes1 Matemática e Língua Portuguesa Introdução: Objetivos Apoiar as ações de planejamento escolar previstas para o início de 2014
Avaliação numa escola inclusiva
Avaliação numa escola inclusiva J O A Q U I M P I C A D O L E I R I A, 3 0-03- 2 0 1 9 Avaliação numa escola inclusiva DL 55/2018, 6 de julho DL 54/2018, 6 de julho Pensei, um dia Inclusão/dignidade humana
Critérios Específicos de Avaliação - 1º ciclo
Critérios Específicos de Avaliação - 1º ciclo A avaliação, como parte integrante do processo de ensino/ aprendizagem, deverá ter em conta: Os programas e as metas curriculares em vigor para o 1º ciclo;
Critérios Gerais de Avaliação do 1º Ciclo ANO LETIVO
Critérios Gerais de Avaliação do 1º Ciclo ANO LETIVO 2015-2016 Avaliação (Decreto-Lei n.º 139/2012 de 5 de julho; Despacho Normativo nº 17-A/2015 de 22 de Setembro e Despacho Normativo nº 13/2014 de 15
NORMATIVA DE AVALIAÇÃO NOS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO DO IF CATARINENSE CÂMPUS ARAQUARI CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO DO ENSINO
NORMATIVA DE AVALIAÇÃO NOS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO DO IF CATARINENSE CÂMPUS ARAQUARI Estabelece e regulamenta o processo de avaliação nos Cursos Técnicos de Nível Médio nas formas Integrado e Subsequente
OFICINA DE APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS 2011
OFICINA DE APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS 2011 Estrutura da Oficina 24/04 25/04 7:30 às 9:00 Avaliação em Larga Escala, SAEMS Itens / Matriz Língua Portuguesa Itens / Matriz Matemática 9:00 às 9:15 Coffee-Break
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EUGÉNIO DE CASTRO. Critérios Gerais de Avaliação 1.º Ciclo 2017/2018
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EUGÉNIO DE CASTRO Critérios Gerais de Avaliação 1.º Ciclo 2017/2018 2017/2018 1- Introdução A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar
CURSO DE BACHAREL EM CIÊNCIAS MILITARES
CURSO DE BACHAREL EM CIÊNCIAS MILITARES Autores Autores: Prof. Carlos José Giudice dos Santos e Profa. Cristina Resende Lemos Almeida Curso de Formação de Oficiais da PMMG 2 ano Avaliação OBJETIVOS Ao
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO
1. Avaliação A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas pelo aluno. Tem por objetivo a
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO
1. Avaliação A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas pelo aluno. Tem por objetivo a
PLANO DE ENSINO. Curso: Pedagogia. Disciplina: Didática III. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 6º
PLANO DE ENSINO 2016 Curso: Pedagogia Disciplina: Didática III Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 6º 1 - Ementa (sumário, resumo) A Didática enquanto reflexão sistemática do espaço da sala
AVALIAÇÃO EM MATEMÁTICA: ANÁLISE COMPARATIVA DESSE PROCESSO EM ESCOLAS DE EDUCAÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO DE JÚLIO DE CASTILHOS
AVALIAÇÃO EM MATEMÁTICA: ANÁLISE COMPARATIVA DESSE PROCESSO EM ESCOLAS DE EDUCAÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO DE JÚLIO DE CASTILHOS Resumo Francine L. Monteiro Universidade Franciscana - UNIFRA [email protected]
Dispõe sobre Sistema de Avaliação dos Estudantes da Rede Municipal de Ensino
Resolução SME nº 13/2012 de 26 de novembro de 2012 Dispõe sobre Sistema de Avaliação dos Estudantes da Rede Municipal de Ensino ARACIANA ROVAI CARDOSO DALFRÉ, Secretária Municipal da Educação, NO EXERCÍCIO
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2019/2020
1. Avaliação A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas pelo aluno. Tem por objetivo a
DIDÁCTICA DA ACTIVIDADE FÍSICA I
DIDÁCTICA DA ACTIVIDADE FÍSICA I AULA 7 LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA ACTIVIDADE FÍSICA HUMANA A AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA Conteúdos 1. A Avaliação em Educação Física 2. Tipos e Funções da Avaliação 3.
P E D R O E A N E S L O B A T O
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 1. Avaliação A constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas pelo Tem por
Avaliaçõe s em Larga Escala O que elas nos ensinam sobre o Ensino de Física
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física Mestrado Profissional em Ensino de Física Avaliaçõe s em Larga Escala O que elas nos ensinam sobre o Ensino de Física Orientado: Wanderley Junior
Objeto e finalidades A avaliação visa:
1 O presente documento pretende materializar a execução dos princípios orientadores da avaliação, com base nos diplomas que regulam a avaliação dos alunos do ensino secundário, ou seja, da Portaria n.º
Código: PRFDVN01I-01. PPC - Projeto Pedagógico de Curso. Pedagogia
Código: PRFDVN01I-01 1 PPC - Projeto Pedagógico de Curso Pedagogia 1. Forma de acesso ao curso O acesso dos alunos ao Curso é realizado através das seguintes modalidades. Processo Seletivo Aplica-se a
Limites e possibilidades da Provinha Bagé: uma análise do desempenho e aprendizagem do aluno para redimensionar a prática das alfabetizadoras
Limites e possibilidades da Provinha Bagé: uma análise do desempenho e aprendizagem do aluno para redimensionar a prática das alfabetizadoras Taiana Duarte Loguercio Provinha Bagé é o nome da avaliação
Avaliação Sumativa E Melhoria Das Aprendizagens: Uma Discussão Necessária
Avaliação Sumativa E Melhoria Das Aprendizagens: Uma Discussão Necessária Agenda 1. Introdução 2. Algumas Considerações Sobre Avaliação Das Aprendizagens 3. Avaliação Formativa E Avaliação Sumativa 4.
Avaliação, um olhar qualitativo sobre a aprendizagem. E. E. João XXIII
Avaliação, um olhar qualitativo sobre a aprendizagem. E. E. João XXIII Professor(es) Apresentador(es): Isis Fernanda Ferrari Juliana Rodrigues Casteletti Realização: Foco do Projeto Sistema que unificou
Prova Brasil e SAEB (Sistema de Avaliação do Ensino Básico) - Parte 1
Prova Brasil e SAEB (Sistema de Avaliação do Ensino Básico) - Parte 1 INEP Ana Djéssika Silva Cruz Vidal Abril 2012 UFJF (Institute) ECONS - Laboratório de Economia 23/04 1 / 10 Introdução Sistema de Avaliação
DEPARTAMENTO DO 1.º CICLO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS /2016
DEPARTAMENTO DO 1.º CICLO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS - 2015/2016 1. Introdução 1.1. Os critérios de avaliação definidos pelo Departamento Curricular do 1.º ciclo consideram os processos de aprendizagem,
Agrupamento de Escolas Amadeo de Souza-Cardoso
ANO LETIVO: 2016/2017 Amadeo de Souza-Cardoso Critérios Gerais de Avaliação do Agrupamento Dando cumprimento ao disposto no Decreto-Lei 139/2012, na sua redação atual, e no Despacho normativo nº 1-F/2016,
PREFEITURA MUNICIPAL DE VIAMÃO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 04, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015.
PREFEITURA MUNICIPAL DE VIAMÃO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 04, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015. Estabelece Diretrizes para a oferta da Modalidade de Educação de Jovens
PPC - Projeto Pedagógico de Curso. Direito
PPC - Projeto Pedagógico de Curso Direito 1. Forma de acesso ao curso O acesso dos alunos ao Curso é realizado através das seguintes modalidades: - Processo Seletivo - aplica-se a candidatos que tenham
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO
1. Avaliação A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas pelo aluno. Tem por objetivo a
Esse dado informa o percentual de estudantes que se encontram nos diferentes níveis de desempenho para cada etapa e disciplina avaliadas:
ROTEIRO DE ANÁLISE E APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS Objetivos da avaliação diagnóstica no PMALFA A avaliação diagnóstica do PMALFA, de caráter formativo, tem por objetivo produzir informações sobre o desempenho
Semelhanças e diferenças entre o SAEB e a Prova Brasil.(Acesse o SOLAR)
Aula 03: Política educacional. Gestão educacional. Financiamento da Educação. Avaliação do sistema escolar brasileiro Tópico 04: Avaliação do sistema escolar brasileiro No contexto educacional, compreende-se,
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1º CICLO
Direção de Serviços da Região Norte AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES ANO LETIVO 2014 / 2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1º CICLO CRITÉRIOS GERAIS Na avaliação dos alunos intervêm todos os professores envolvidos,
PLANO DE ENSINO. Curso: Pedagogia. Disciplina: Metodologia da Pesquisa Aplicada à Educação IV. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 8º
PLANO DE ENSINO 2016 Curso: Pedagogia Disciplina: Metodologia da Pesquisa Aplicada à Educação IV Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 8º 1 - Ementa (sumário, resumo) Espaço destinado a acompanhar
PROPOSTA DE SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CONSED E POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO COM O GOVERNO FEDERAL
PROPOSTA DE SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CONSED E POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO COM O GOVERNO FEDERAL Professora Doutora Maria Inês Fini Presidente do Inep Brasília-DF Outubro 2017 LEGISLAÇÃO Os currículos da
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO- DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS- Níveis
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO- DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS- Níveis Nível 1 Regista uma aquisição de conhecimentos muito fraca ou nula. Não desenvolve competências mínimas essenciais. Revela muitas
Critérios Gerais de Avaliação 2º e 3º ciclos
Critérios Gerais de Avaliação 2º e 3º ciclos Ano letivo 2015-2016 INTRODUÇÃO - Avaliação (Decreto-Lei nº139/2012, de 5 de julho) - A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso
AVALIAÇÃO ESCOLAR QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS PÚBLICOS DO MAGISTÉRIO
AVALIAÇÃO ESCOLAR 01. A avaliação entendida como fornecedora de informações, com o objetivo de orientar a prática pedagógica durante o processo de aprendizagem dos estudantes, expressa uma concepção de
Critérios Gerais de Avaliação. 1.º Ciclo 2016/2017
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EUGÉNIO DE CASTRO Critérios Gerais de Avaliação 1.º Ciclo 2016/2017 Enquadramento Legal 2016/2017 1- Introdução A avaliação constitui um processo regulador do ensino e da aprendizagem,
MANUAL PRÁTICO DE ORIENTAÇÃO DOCENTE (CURSO DE FISIOTERAPIA)
MANUAL PRÁTICO DE ORIENTAÇÃO DOCENTE (CURSO DE FISIOTERAPIA) FONTE: https://br.pinterest.com/gdeandradecosta/fisioterapia-de-sucesso. THAÍSA PAIVA DE OLIVEIRA DIONE MARÇAL LIMA ALESSANDRA VITORINO NAGHETTINI
O aprendizado precisa de bases sólidas, uma boa escola também.
O aprendizado precisa de bases sólidas, uma boa escola também. Proposta Pedagógica: Propomos uma Educação Humanista, em que o aluno seja o centro do processo. Em torno do aluno trabalham, de forma integrada,
Avaliação da Educação Básica em Nível Estadual
Avaliação da Educação Básica em Nível Estadual Avaliação da Educação Básica em Nível Estadual. SARESP Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo Avaliação de Aprendizagem em Processo
Pautado do Plano de Referência da Ed. Básica do Município de Barueri.
Plano de aula Pautado do Plano de Referência da Ed. Básica do Município de Barueri. O Plano de Aula é uma previsão de atividades articuladas ao plano de ensino, porém desenvolvido em etapas sequenciais,
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO
Escola EB1 João de Deus COD. 242 937 Escola Secundária 2-3 de Clara de Resende COD. 346 779 AGRUPAMENTO DE CLARA DE RESENDE COD. 152 870 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO (6.ª Revisão aprovada em reunião
O CAEd está organizado em cinco unidades:
O Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd), da Universidade Federal de Juiz de Fora, é uma instituição que operacionaliza (elabora e desenvolve) programas estaduais e municipais destinados
AVALIAÇÃO EM CONTEXTOS DIGITAIS: O MODELO PrACT
AVALIAÇÃO EM CONTEXTOS DIGITAIS: O MODELO PrACT Isolina Oliveira LE@D, Universidade Aberta, Portugal Sumário Gerações da avaliação Avaliação como interação social complexa Avaliação alternativa digital
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EUGÉNIO DE CASTRO. Critérios Gerais de Avaliação 1.º Ciclo
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EUGÉNIO DE CASTRO Critérios Gerais de Avaliação 1.º Ciclo 2017/2018 2017/2018 1- Introdução A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar
Regulamento da Formação em Contexto de Trabalho
Regulamento da Formação em Contexto de Trabalho A Formação em Contexto de Trabalho (FCT) faz parte integrante do Plano Curricular de qualquer Curso Profissional e é indispensável para a obtenção de um
Configuração do intervalo de percentagens por nível para o 3º Ciclo. Intervalo de percentagem para os níveis. Nível Início Fim Menção Qualitativa
Escola Secundária de Vila Verde 403751 2018-2019 DEPARTAMENTO ARTES E DESPORTO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA CICLO DE ENSINO: BÁSICO (8º e 9º) Nota Introdutória Ao abrigo do previsto
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO
Agrupamento de Escolas Marinhas do Sal Rio Maior ANO LETIVO 2018/2019 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Regime geral de avaliação Artigo 16.º Objeto da avaliação 1 A avaliação incide sobre as aprendizagens
Critérios de Avaliação 1º CICLO
Critérios de Avaliação 1º CICLO 1. Introdução 1.1. Os critérios de avaliação definidos pelo Departamento Curricular do 1.º ciclo consideram os processos de aprendizagem, o contexto em que a mesma se desenvolve,
Critérios Gerais de Avaliação para o Ensino Secundário
Escola Secundária de Felgueiras 2014/2015 Critérios Gerais de Avaliação para o Ensino Secundário (Decreto-Lei 139/2012, de 5 de julho, e Portaria 243/2012, de 10 de agosto) O processo de avaliação de alunos
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SAMPAIO 1.º CICLO
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO I- Introdução Os critérios de avaliação são definidos de acordo com o currículo, os programas das disciplinas e as metas curriculares, sendo operacionalizados pelos professores da
CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS
CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS Avaliação Educacional AVALIAÇÃO SISTÊMICA: SAEB, PROVA BRASIL, PROVINHA BRASIL Prof. Stephanie Gurgel As avaliações da aprendizagem são coordenadas pelo Instituto Nacional de
