1 Regras de Feynman para QED
|
|
|
- Cármen Amaral
- 6 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 Regras de Feynman para QED Decaimentos e espalhamentos que geram duas partículas no estado final são descritas da seguinte maneira no CM: Γ = p f 3π M dω 1) s onde s é a energia do centro de massa; e dσ dω = M p f 64π s p i essas expressões são válidas quando adotamos o CM como referencial, mas o resultado é invariante de Lorentz. Tanto na equação 1) quanto na ) é necessário saber o valor de M para obter as medidas de maior interesse σ e Γ). Por isso, existe um método desenvolvido por Feynman para determinar a amplitude de um espalhamento. Primeiro devemos desenhar o diagrama de Feynman que corresponde ao espalhamento em questão, depois executamos os seguintes passos: Notação: A cada linha externa associe um momento p n, e a cada linha interna associe um momento q n. Linhas externas: Estabeleça a seguinte legenda: entrando : u férmions saindo : ū entrando : v antiférmions saindo : v entrando : ɛ µ fótons saindo : ɛ µ Fatores de vértice: Cada vértice contribui com um fator ieγ µ, onde e = 4πα é a constante de acoplamento da interação eletromagnética e γ µ é uma matriz de Dirac. Propagadores: Cada linha interna contribui com um fator: férmions e antiférmions: fótons: µν q iγ µ q µmc) q mc) Conservação de momento e energia: Para cada vértice escreva a função delta de Dirac na forma π) 4 δ 4 k 1 k k 3 ) onde os k s são os quadrimomentos que formam o vértice positivos para partículas entrando e negativas para partículas saindo ). ) 1
2 Integrar sobre os momenta internos: Para cada momento interno q escrevese o fator e integra-se. d 4 q π) 4 Cancelar a função Delta remanescente: No resultado final restará um fator π) 4 δp 1 p p n ) que corresponde à conservação do momento e da energia do processo. Cancele esse fator e multiplique por i. O resultado é a amplitude M. Somar as amplitudes: Caso o processo seja representado por mais de um diagrama, a amplitude total corresponderá à soma das amplitudes individuais dos diagramas. Antisimetrização: Se dois diagramas de um mesmo processo diferem por uma permutação de férmions, então as amplitudes desses diagramas em questão devem ser subtraídas. Essa é a regra de Feynman para determinação de M na QED. Os fatores γ correspondem às matrizes de Dirac: ) ) γ =, γ i 0 σ i = 0 1 σ i 3) 0 onde 1 denota a matriz identidade, 0 é a matriz nula, e σ i i = 1,, 3) é uma matriz de Pauli. As matrizes 3) têm essa configuração porque a partir da relação relativística de energia-momento temos: p µ p µ mc) = 0 β κ p κ mc)γ λ p λ mc) = 0 4) p µ p µ mc) = β κ γ λ p κ p λ mcβ κ γ κ )p κ mc) mas não há termos lineares, então β κ = γ λ, e uma maneira de se ter p µ p µ = γ κ γ λ p κ p λ é admitindo que γ µ seja dada por 3). Substituindo p µ i µ e escolhendo γ λ p λ mc = 0 em 4), concluiu-se: i γ µ µ ψ mcψ = 0 5) que é a equação de Dirac, utilizada para descrever partículas relativísticas de spin 1/ férmions). O elemento ψ na equação 5) é um espinor de Dirac e, apesar de possuir 4 componentes, não é um quadrivetor. Na legenda estabelecida acima para as linhas externas do diagrama de Feynman, u e v são espinores de Dirac, enquanto ɛ µ são vetores de polarização, essenciais na representação de elétrons, pósitrons e fótons como função de onda. Elétrons e pósitrons partículas de spin 1/) são soluções de 5). Elétron ψx) = ae i/ )p x u s) p) Pósitron ψx) = ae i/ )p x v s) p)
3 Fóton A µ x) = ae i/ )p x ɛ s) µ onde s = 1, para os dois estados de spin ou polarização) e p é o quadrimomento. Partículas de spin 0 são descritas pela equação de Klein-Gordon: µ µ ψ mc) ψ = 0 6) Para se chegar em 6) basta partir da relação relativística p µ p µ mc) = 0 e substituir p µ i µ. Para não carregar muitos índices ao longo dos cálculos de amplitude adotamos a seguinte notação: a µ γ µ = /a Dessa maneira, aplicando a regra de Feynman aos diagramas do espalhamento Compton de primeira ordem, representados na figura 1, obtemos: M 1 = M = e p 1 p 3 ) mc) [ū4)/ɛ) /p 1 /p 3 mc)/ɛ3) u1)] 7) e p 1 p ) mc) [ū4)/ɛ3) /p 1 /p mc)/ɛ3) u1)] 8) sendo a amplitude total igual a M = M 1 M. Figura 1: Os dois diagramas de primeira ordem do espalhamento Compton. Portanto, desde que se especifiquem os quadrimomentos p, os spins dos elétrons e as polarizações dos fótons, basta encontrar os espinores u e ɛ e substituir em 7) e 8) para encontrar a amplitude do espalhamento e, a partir deste, usar 1) e ). Regras de Feynman para QCD A partir daqui vamos adotar o sistema de unidades naturais, isto é, = c = 1, pois simplifica a notação. 3
4 Para calcular a amplitude de espalhamento na QCD precisamos conhecer as regras de Feynman dessa teoria. Os termos dos possíveis vértices que aparecem no cálculo de M são: glúon-quark: igγ µ t a glúon-glúon-glúon: gf abc [g µν k p) ρ g νρ p q) µ g ρµ q k) ν ] onde p, q e k são os quadrimomentos dos glúons por convenção, considerase que todos os quadrimomentos apontam para dentro do vértice) e f abc são as constantes de estrutura da álgebra de SU3) c : [ λa, λ b ] = if abc λ c onde λ i / são os geradores de SU3), as matrizes de Gell-Mann. glúon-glúon-glúon-glúon: ig [ f abe f cde g µρ g νσ g µσ g νρ ) f ace f bde g µν g ρσ g µσ g νρ ) 9) f ade f bce g µν g ρσ g µρ g νσ ) ] O propagador é obtido pela identificação da equação de Green no espaço de fases no gauge de Feynman): A a µx)a b νx d 4 k ik x x ) = Gk)e ) 10) π) 4 para a QCD: Gk) = µν k δ ab 11) A partir desses resultados é possível obter o M para então calcular a largura de decaimento Γ e a seção de choque σ a partir das expressões gerais 1) e ). 3 Regras de Feynman para GS Reescrevendo as interações carregadas em função de j ± µ = j 1 µ ± ij µ teremos: ig j 1 µ 1 ) µ j µ ) µ) = µ j µ µ j µ) 1) e usando o fato que j µ = χ L γ µ σ χ L e jµ = χ L γ µ σ χ L, ficamos com: ) µ χ L γ µ σ χ L µ χ L γ µ σ χ L µ χ γ µ 1 γ 5 ) χ µ χ γ µ 1 γ 5 ) χ ) então: χ γµ 1 γ 5 ) ) χ µ χ ) γµ 1 γ 5 ) χ µ 13) 4
5 fator de vértice das interações fracas carregadas: γµ 1 γ 5 ) Quanto às interações fracas neutras, o fator de vértice é obtido substituindo as já conhecidas equações: jµ em = ψ γ µ Qψ 14) e em j 3 µ χ L γ µ σ 3 χ L = 1 ν L γ µ ν L ē L γ µ e L ) 15) ig cos θ w jµ 3 g sin θ w jµ Y )Z µ g = i jµ 3 sin θ w jµ em )Z µ 16) cos θ w jµ 3 sin θ w jµ em )Z µ = ) 1 χ γ µ cos θ w cos θ w 1 γ5 ) σ3 sin θ w Q χ Z µ 17) ou seja, fator de vértice das interações fracas neutras: 1 cos θ w γ µ ) 1 γ5 ) σ3 sin θ w Q Por fim, o fator do propagador é dado por: propagador: ig µν k µ k ν /M ) M k 18) 5
Eq. de Dirac com campo magnético
Eq. de Dirac com campo magnético Rafael Cavagnoli GAME: Grupo de Médias e Altas Energias Eletromagnetismo clássico Eq. de Schrödinger Partícula carregada em campo mag. Eq. de Dirac Partícula carregada
Marina Nielsen Instituto de Física USP
Marina Nielsen Instituto de Física USP Marina Nielsen Instituto de Física USP Introdução à QCD: Elementos Invariância de gauge Introdução às Regras de Soma da QCD Partículas Elementares (metade do sec.
Regras de Feynman para uma teoria Bosônica em geral
Teoria Quântica de Campos I 106 mente pois tratamos os estados iniciais e finais com mais detalhe (ainda que de forma heurística), como ondas planas. Veremos que na versão final da história, quando estivermos
Mecânica Quântica Relativista: Colisões e Decaimentos
apítulo Mecânica Quântica Relativista: olisões e Decaimentos eguimos aqui essencialmente o capítulo 6 do Griffiths [1]..1 Introdução omo vimos nas aulas anteriores há dois conceitos fundamentais para o
Regras de Feynman para uma teoria Bosônica em geral
Teoria Quântica de Campos I 106 mente pois tratamos os estados iniciais e finais com mais detalhe (ainda que de forma heurística), como ondas planas. Veremos que na versão final da história, quando estivermos
Liberdade assintótica na cromodinâmica quântica
Liberdade assintótica na cromodinâmica quântica Emmanuel Gräve de Oliveira Grupo de Fenomenologia de Partículas de Altas Energias Instituto de Física Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre
JORNADA DE FÍSICA TEÓRICA INSTITUTO DE FÍSICA TEÓRICA U.N.E.S.P. 19 a
JORNADA DE FÍSICA TEÓRICA 2010 INSTITUTO DE FÍSICA TEÓRICA U.N.E.S.P. 19 a 23-07-2010 Monday, July 19, 2010 1 CAMPOS CLÁSSICOS, QUÂNTICOS, DE CALIBRE E POR AÍ AFORA JORNADA DE FÍSICA TEÓRICA 2010 Instituto
Mecânica Quântica. Spin 1/2 e a formulação da M. Q. Parte II. A C Tort 1. Instituto Física Universidade Federal do Rio de Janeiro
Mecânica Quântica Spin 1/ e a formulação da M. Q. Parte II A C Tort 1 1 Departmento de Física Teórica Instituto Física Universidade Federal do Rio de Janeiro 10 de Maio de 01 Mais dois postulados, agora
Formulação Covariante do Eletromagnetismo
Capítulo 12 Formulação Covariante do Eletromagnetismo O objetivo deste capítulo é expressar as equações do Eletromagnetismo em forma manifestamente covariante, i.e. invariante por transformações de Lorentz
Aula 5 Teoria Quântica dos Campos e Diagramas de Feynman
Física de Partículas Aula 5 Teoria Quântica dos Campos e Diagramas de Feynman Jorge C. Romão Instituto Superior Técnico, Departamento de Física & CFTP A. Rovisco Pais 1, 1049-001 Lisboa, Portugal 7 Novembro
não-comutativa SAULO HENRIQUE PEREIRA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE FÍSICA Orientador: PROF. DR. JOSIF FRENKEL
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE FÍSICA Equações de transporte na eletrodinâmica quântica não-comutativa SAULO HENRIQUE PEREIRA Orientador: PROF. DR. JOSIF FRENKEL Tese de doutorado apresentada ao
Regras de Feynman para Férmions (Interação de Yukawa)
índice espinoriais subentendidos Teoria Quântica de Campos I 128 Regras de Feynman para Férmions (Interação de Yukawa) Comecemos com a função de dois pontos livre (onde os dois pontos são aplicações do
ENRICO BERTUZZO (DFMA-IFUSP) UMA INTRODUÇÃO À FÍSICA DE PARTÍCULAS
ENRICO BERTUZZO (DFMA-IFUSP) UMA INTRODUÇÃO À FÍSICA DE PARTÍCULAS PLANO DO CURSO Aula 1- Uma história da Física de Partículas (parte 1: 1897-1936) Aula 2 - Uma história da Física de Partículas (parte
Teoria Clássica de Campos
Teoria Quântica de Campos I 7 No passo (1) o que estamos fazendo é quantizar (transformar em operadores) uma função definida em todo espaço (um campo) e cuja equação de movimento CLÁSSICA é de Dirac ou
Vitor Oguri Departamento de Física Nuclear e Altas Energias Instituto de Física Armando Dias Tavares Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Vitor Oguri Departamento de Física Nuclear e Altas Energias Instituto de Física Armando Dias Tavares Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) Manaus, 28 de julho de 2015 Descrição eletromagnética
Física de Partículas
[email protected] http://www.ift.unesp.br/users/matheus/ Física de Partículas Parte 1 Ricardo D Elia Matheus O que queremos da Física de Partículas? Animação: Scales of the Universe II http://htwins.net/scale2/
Regras de Feynman. Teoria escalar livre: Teoria escalar com potencial λφ 4
Regras de Feynman 1 Regras de Feynman Segue uma coleção das regras de Feynman obtidas ao longo do curso, com a página onde foram deduzidas: Teoria escalar livre: pg 58: (Espaço das posições, Mink.) ( eq.
Física Quântica. Aula 11: Spin do Elétron, Princípio de Exclusão de Pauli. Pieter Westera
Física Quântica Aula 11: Spin do Elétron, Princípio de Exclusão de Pauli Pieter Westera [email protected] http://professor.ufabc.edu.br/~pieter.westera/quantica.html Quantização do Momento Angular
Equações de Klein-Gordon e Dirac
Capítulo 4 Equações de Klein-Gordon e Dirac Seguimos aqui as secções 7. a 7.3 do Griffiths ] e as secções.2 a.5 de ITC 2]. 4. A equação de Klein-Gordon. Comecemos pela partícula livre. Em mecânica quântica
Introdução ao Método de Hartree-Fock
Introdução ao Método de Hartree-Fock CF352 - Fundamentos de Física Atômica e Molecular Departamento de Física Universidade Federal do Paraná M. H. F. Bettega (UFPR) CF352 1 / 24 Preliminares Aproximação
Teoria de Bandas 1 Elétrons Livres. CF086 - Introdução a Física do Estado Sólido 1
Teoria de Bandas 1 Elétrons Livres CF086 - Introdução a Física do Estado Sólido 1 Introdução Para iniciar a investigação da contribuição eletrônica para as propriedades físicas relevantes, vamos considerar
ENRICO BERTUZZO (DFMA-IFUSP) UMA INTRODUÇÃO À FÍSICA DE PARTÍCULAS
ENRICO BERTUZZO (DFMA-IFUSP) UMA INTRODUÇÃO À FÍSICA DE PARTÍCULAS PLANO DO CURSO Aula 1- Uma história da Física de Partículas (parte 1: 1897-1936) Aula 2 - Uma história da Física de Partículas (parte
Colisões hadrônicas e interações partônicas múltiplas
Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências Físicas e Matemáticas Departamento de Física Programa de Pós-graduação em Física Dissertação de Mestrado Colisões hadrônicas e interações partônicas
Notas de aula - Espaço Tempo
Notas de aula - Espaço Tempo Prof. Ronaldo Carlotto Batista 5 de abril de 019 1 Revisão da Mecânica Newtoniana Quantidade elementares: posição: r t) = x t), y t), z t)) velocidade: v = d dt r momento linear
Quebra espontânea de simetria, o modelo de Salam-Weinberg e o bóson de Higgs
Quebra espontânea de simetria, o modelo de Salam-Weinberg e o bóson de Higgs Gabriel Brito Apolinário Instituto de Física, UFRJ Seminário fora de área 22 de Abril de 206 Sumário Quebra espontânea de simetria
Lista 3 - FIS Relatividade Geral Curvatura, campos de Killing, fluidos, eletromagnetismo.
Lista 3 - FIS 404 - Relatividade Geral Curvatura, campos de Killing, fluidos, eletromagnetismo. 2 quadrimestre de 2017 - Professor Maurício Richartz Leitura sugerida: Carroll (seções 3.1-3.4,3.6-3.8),
Introdução Altas Energias
Introdução à Física de Altas Energias São Paulo Regional Analysis Center Programa Introdução Uma visão geral das partículas e suas interações Aceleradores e Detectores Como explorar o interior da matéria
Física de Partículas
[email protected] http://www.ift.unesp.br/users/matheus/ Física de Partículas Parte 1 Ricardo D Elia Matheus O que queremos da Física de Partículas? Animação: Scales of the Universe II http://htwins.net/scale2/
Física IV - FAP2204 Escola Politécnica GABARITO DA PR 2 de fevereiro de 2010
PR Física IV - FAP04 Escola Politécnica - 010 GABARITO DA PR de fevereiro de 010 Questão 1 No circuito abaixo o gerador de corrente alternada com freqüência angular ω = 500 rd/s fornece uma tensão eficaz
Física IV - FAP2204 Escola Politécnica GABARITO DA PS 15 de dezembro de 2009
PS Física IV - FAP2204 Escola Politécnica - 2009 GABARITO DA PS 15 de dezembro de 2009 Questão 1 Considere os campos elétrico E = (0,E y,0) e magnético B = (0,0,B z ) onde E y (x,t) = A e a(x ct) e B z
Quantização de um campo fermiônico
Teoria Quântica de Campos II 54 p linhas ( eq. 54.1 ) Um exemplo trivial seria: Quantização de um campo fermiônico (Nastase 12 e 13; Peskin 3.1-3.4 [campo clássico], 3.5 [quant. canônica], 9.5 [quant.
Mecânica Clássica 1 - Lista de natal - Ho Ho Ho Professor: Gabriel T. Landi
Mecânica Clássica 1 - Lista de natal - Ho Ho Ho Professor: Gabriel T. Landi O campo vetorial 1 Aquecimento: quadri-potencial e os campos elétrico e magnético O objeto fundamental do eletromagnetismo é
G3 de Álgebra Linear I
G3 de Álgebra Linear I 2.2 Gabarito ) Considere a matriz 4 N = 4. 4 Observe que os vetores (,, ) e (,, ) são dois autovetores de N. a) Determine uma forma diagonal D de N. b) Determine uma matriz P tal
P4 de Álgebra Linear I
P4 de Álgebra Linear I 2008.2 Data: 28 de Novembro de 2008. Gabarito. 1) (Enunciado da prova tipo A) a) Considere o plano π: x + 2 y + z = 0. Determine a equação cartesiana de um plano ρ tal que a distância
MAT2457 ÁLGEBRA LINEAR PARA ENGENHARIA I Gabarito da 2 a Prova - 1 o semestre de 2015
MAT27 ÁLGEBRA LINEAR PARA ENGENHARIA I Gabarito da 2 a Prova - 1 o semestre de 201 Nesta prova considera-se fixada uma orientação do espaço e um sistema de coordenadas Σ (O, E) em E 3, em que E é uma base
A equação de Callan-Symanzik
Teoria Quântica de Campos II 103 A equação de Callan-Symanzik (Peskin 12.2, Ryder 9.4) Embora o tratamento que fizemos para o campo escalar seja bastante claro do ponto de vista físico ele pode se tornar
SEL FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS. Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas)
SEL 5705 - FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas) 5. INTERAÇÃO DOS RAIOS X COM A MATÉRIA 5.1. Atenuação e Absorção ATENUAÇÃO:
Implicações Fenomenológicas do Charme Intrínseco no Grande Colisor de Hádrons
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS INSTITUTO DE FÍSICA E MATEMÁTICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA Dissertação Título: Implicações Fenomenológicas do Charme Intrínseco no Grande Colisor de Hádrons Gabriela
Gabarito P2. Álgebra Linear I ) Decida se cada afirmação a seguir é verdadeira ou falsa.
Gabarito P2 Álgebra Linear I 2008.2 1) Decida se cada afirmação a seguir é verdadeira ou falsa. Se { v 1, v 2 } é um conjunto de vetores linearmente dependente então se verifica v 1 = σ v 2 para algum
(x 1, y 1 ) (x 2, y 2 ) = (x 1 x 2, y 1 y 2 ); e α (x, y) = (x α, y α ), α R.
INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO MAT-2457 Álgebra Linear para Engenharia I Terceira Lista de Exercícios - Professor: Equipe da Disciplina EXERCÍCIOS 1. Considere as retas
1. Considere uma interação entre uma partícula de spin 1/2 e o campo magnético descrito pelo seguinte Hamiltoniano. m e c
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA Lista n ọ - Mecânica Quântica - Prof. Dimiter Hadjimichef What gets us into trouble is not what we don
Dosimetria e Proteção Radiológica
Dosimetria e Proteção Radiológica Prof. Dr. André L. C. Conceição Departamento Acadêmico de Física (DAFIS) Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica e Informática Industrial (CPGEI) Universidade
O Bóson de Brout- Englert-Higgs
O Bóson de Brout- Englert-Higgs Leandro de Paula [email protected] Mestrado Profissional de Ensino de Física 15 de abril de 2014 Plano das Apresentação Introdução Simetrias e leis de conservação O Modelo
P2 de Álgebra Linear I Data: 10 de outubro de Gabarito
P2 de Álgebra Linear I 2005.2 Data: 10 de outubro de 2005. Gabarito 1 Decida se cada afirmação a seguir é verdadeira ou falsa. Itens V F N 1.a F 1.b V 1.c V 1.d F 1.e V 1.a Considere duas bases β e γ de
(e) apenas as afirmações (II) e (III) são verdadeiras.
Nas questões da prova em que está fixado um sistema de coordenadas Σ = (O, E, quando for necessário, considera-se que E é uma base ortonormal positiva. 1Q 1. Seja V um espaço vetorial e x 1, x 2,, x q,
Equação de Dirac e o Átomo de Hidrogênio
Equação de Dirac e o Átomo de Hidrogênio Rodrigo Andrade e Silva Mecânica Quântica 2 Introdução A equação de Dirac fornece o análogo da equação de Schrodinger para uma mecânica quantica relativistica,
Física Experimental C. Coeficiente de Atenuação dos Raios Gama
Carlos Ramos (Poli USP)-2016/Andrius Poškus (Vilnius University) - 2012 4323301 Física Experimental C Coeficiente de Atenuação dos Raios Gama Grupo: Nome No. USP No. Turma OBJETIVOS - Medir curvas de atenuação
Introdução ao Modelo Padrão. Augusto Barroso
Introdução ao Modelo Padrão (Standard Model) Augusto Barroso 1 O que é o Standard Model? 2 Programa Os Constituintes Elementares Leptons & Quarks As Interacções Forte, Electromagnética, Fraca & Gravítica
Violação das simetrias de Lorentz e CPT em teoria de campos
Violação das simetrias de Lorentz e CPT em teoria de campos Eduardo Passos UAF-UFCG, PNPD/CAPES October 21, 2008 Conteúdo 1 Questões e Motivações 2 Indução do termo tipo Chern-Simons na QED não-massiva
