RELATÓRIO DE ENSAIO N o
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- Joaquim Monteiro
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1 1/3 RELATÓRIO DE ENSAIO N o CLIENTE: OSPE Comércio e Importação de Pisos e Divisórias Ltda. Rua Ana Carbone, 15 - Vila Carrão. CEP: São Paulo/SP. NATUREZA DO TRABALHO: Verificação da ignitabilidade de materiais. REFERÊNCIAS: Orçamento FIPT n o 3280/19 datado de INTRODUÇÃO O método de ensaio descrito na norma BS EN ISO é utilizado para determinar a ignitabilidade dos materiais, quando expostos à chama de queimador padrão dentro de uma câmara de ensaio fechada (Foto 1). Os corpos de prova, com dimensões de 250 mm x 90 mm, para produtos normais, ou 250 mm x 180 mm, para produtos que contraem ou derretem para longe da chama do queimador sem serem ignizados, são presos no suporte dentro da câmara de ensaio e colocados em contato com a chama do queimador, com um filtro (lenço) de papel posicionado abaixo do corpo de prova. É verificada, então, a propagação da chama, levando-se em conta o tempo em que a frente da chama leva para atingir a marca de 150 mm, medida a partir da extremidade inferior do corpo de prova. São realizados dois tipos de aplicação de chama: de superfície e de borda. Foto 1 Câmara de ensaio. 2 ITEM / MATERIAL Foi entregue o material denominado Placa de Revestimento de Pavimentação PVC, (Pisos) - NCM Vinyl Floor - Marca: Ospe Floor, identificado por este Laboratório com o número As seguintes características foram determinadas:
2 Relatório de Ensaio N o /3 - espessura média dos corpos de prova: 3,0 mm; - aspecto: revestimento polimérico de piso (Foto 2). O material foi fixado sobre placas padrão de fibrocimento com auxílio de adesivo denominado adesivo acrílico a base de água. 3 MÉTODO UTILIZADO Foto 2 Material ensaiado - BS EN ISO : 2010 Reaction to fire tests Ignitability of building products subjected to direct impingement of flame Part 2: Single-flame source test. - Procedimento de Ensaio CETAC-LSFEx-PE 107 Ensaios de reação ao fogo Ignitabilidade de produtos utilizados na construção civil sujeitos ao contato direto com chama BS EN ISO EQUIPAMENTOS UTILIZADOS - Câmara de ignitabilidade (identificação EQ-039). - Cronômetro digital (identificação: CR-022, certificado de calibração n o 15296/17, validade: ). - Paquímetro Digital (identificação: PQ-009, certificado de calibração n o DI/SP, validade: ). - Trena metálica (identificação: RG-036, certificado calibração n o , validade: ). 5 RESULTADOS DE ENSAIO Ensaio realizado em
3 Relatório de Ensaio N o /3 Os resultados estão dispostos na Tabela 1. Número do corpo de prova Posição de aplicação do queimador Tabela 1: Resultados obtidos nos ensaios. Tempo de aplicação (s) Ignição (sim ou não) Tempo para atingir 150 mm F S (s) Ignição do filtro de papel (sim ou não) 01 borda 15 sim não atingiu não 02 borda 15 sim não atingiu não 03 borda 15 sim não atingiu não 04 superfície 15 não não atingiu não 05 superfície 15 não não atingiu não 06 superfície 15 não não atingiu não 5.1 Observações de ensaio - Desenvolvimento de fumaça de cor preta. - Não ocorreu gotejamento de material em chama. Nota 1: Os resultados relatam somente o comportamento do material ensaiado sob as condições destes métodos e os resultados não devem ser usados para indicar o risco ao fogo em outra forma ou sob outras condições. 6 CONCLUSÃO A chama não atingiu a marca de 150 mm para todos os corpos de prova ensaiados. São Paulo, 22 de abril de Eng. Civil Mestre Carlos Roberto Metzker de Oliveira Supervisor do Ensaio CREA n.º RE nº Eng de Produção Eletricista, Eng de Seg. do Trabalho, Mestre Ivan Faccinetto Böttger Chefe do Laboratório em Exercício CREA nº RE nº EQUIPE TÉCNICA Engenheiro Civil Carlos Roberto Metzker de Oliveira IPT Engº de Produção, Eletricista e de Seg. do Trabalho Ivan Faccinetto Böttger IPT Engenheiro Civil Anderson Nobre da Silva FIPT Técnico Rafael Maier da Silva FIPT
4 1/4 RELATÓRIO DE ENSAIO N o CLIENTE: OSPE Comércio e Importação de Pisos e Divisórias Ltda. Rua Ana Carbone, 15 - Vila Carrão. CEP: São Paulo/SP. NATUREZA DO TRABALHO: Determinação da densidade óptica específica de fumaça. REFERÊNCIA: Orçamento FIPT n o 3280/19 datado de INTRODUÇÃO O método de ensaio definido na norma ASTM E662 utiliza uma câmara de densidade óptica fechada, onde é medida a fumaça gerada por materiais sólidos. A medição é feita pela atenuação de um raio de luz em razão do acúmulo da fumaça gerada na decomposição pirolítica sem chama e na combustão com chama. Os corpos de prova medindo 76 mm x 76 mm são testados na posição vertical, expostos a um fluxo radiante de calor de 2,5 W/cm 2. São realizados ensaios com aplicação de chama piloto, descritos como com chama, visando garantir a condição de combustão com chama e outros sem, descritos como sem chama, visando garantir a condição de decomposição pirolítica. Os resultados são expressos em termos de densidade óptica específica (sem unidade), Ds, de acordo com a seguinte equação: Ds = V / AL [log 10 (100/T) + F]; Onde: V é o volume da câmara fechada, A é a área exposta do corpo de prova, L é o comprimento do caminho da luz através da fumaça, T é a porcentagem de transmitância da luz e F é uma função da densidade óptica do filtro utilizado. Os resultados do ensaio estão apresentados nas formas tabular e gráfica neste relatório. De acordo com a norma, os ensaios são conduzidos até um valor mínimo de transmitância ser atingido, agregando-se, no mínimo, um tempo adicional de ensaio de três minutos, ou até o tempo máximo de ensaio de 20 minutos, o que ocorrer primeiro. Foto 1 Câmara de ensaio
5 Relatório de Ensaio N o /4 2 ITEM / MATERIAL Foi entregue o material denominado Placa de Revestimento de Pavimentação PVC, (Pisos) - NCM Vinyl Floor - Marca: Ospe Floor, identificado por este Laboratório com o número As seguintes características foram determinadas: - espessura média dos corpos de prova: 3,0 mm; - aspecto: revestimento polimérico de piso (Foto 2). O material foi fixado sobre placas padrão de fibrocimento com auxílio de adesivo denominado adesivo acrílico a base de água. 3 MÉTODOS UTILIZADOS Foto 2 Material ensaiado - ASTM E a Specific Optical Density of Smoke Generated by Solid Materials. - Procedimento de Ensaio CETAC-LSFEx-PE 002 Determinação da densidade óptica específica de fumaça. 4 EQUIPAMENTOS UTILIZADOS - Câmara de medição de densidade óptica de fumaça (identificação EQ-043). - Balança HF-6000G (identificação: BL-005, certificado de calibração n o , validade: ). - Paquímetro Digital (identificação: PQ-009, certificado de calibração n o DI/SP, validade: ). - Régua Arch (identificação: RG-016, certificado de calibração n o , validade: ).
6 Relatório de Ensaio N o /4 5 RESULTADOS DE ENSAIO Data do ensaio: Densidade óptica específica (Ds) em função do tempo para queima sem chama. Corpo de prova Tempo (minutos) 1, ,2 19, * * * 5.2 Densidade óptica específica (Ds) em função do tempo para queima com chama Corpo de prova Tempo (minutos) 1,5 4 5,5 5,5 6, * * * Nota 1: Os valores marcados com asterisco (*) correspondem ao índice de densidade óptica específica máxima (Dm) para cada corpo de prova.
7 Relatório de Ensaio N o /4 5.3 Resultado Geral do Ensaio Os valores da tabela abaixo referem-se à média de três corpos de prova (ver 5.1 e 5.2). Tipo de Ensaio sem chama com chama Densidade óptica específica máxima corrigida (Dm) Tempo, em minutos, para atingir Dm 20,0 5,7 Densidade óptica específica aos 90 s 0 27 Densidade óptica específica aos 4 min Densidade óptica específica aos 20 min Densidade óptica específica máxima sem correção (Ds) Tempo, em minutos, para atingir Ds = 16 3,4 1,3 Razão máxima de desenvolvimento de fumaça (Ds/min) Cor da fumaça cinza preta Nota 2: Os resultados relatam somente o comportamento do material ensaiado sob as condições destes métodos e os resultados não devem ser usados para indicar o risco ao fogo em outra forma ou sob outras condições. 6 CONCLUSÃO O valor da densidade óptica específica máxima (Dm) atingida pelo material foi de 290, correspondente ao ensaio sem chama. São Paulo, 22 de abril de Eng. Civil Mestre Carlos Roberto Metzker de Oliveira Supervisor do Ensaio CREA n.º RE nº Eng de Produção Eletricista, Eng de Seg. do Trabalho, Mestre Ivan Faccinetto Böttger Chefe do Laboratório em Exercício CREA nº RE nº EQUIPE TÉCNICA Engenheiro Civil Carlos Roberto Metzker de Oliveira IPT Engenheiro de Produção, Eletricista e de Seg. do Trabalho Ivan Faccinetto Böttger IPT Engenheiro Civil Anderson Nobre da Silva FIPT Técnico Rafael Maier da Silva FIPT
8 1/3 RELATÓRIO DE ENSAIO N o CLIENTE: OSPE Comércio e Importação de Pisos e Divisórias Ltda. Rua Ana Carbone, 15 - Vila Carrão. CEP: São Paulo/SP. NATUREZA DO TRABALHO: Classificação dos materiais de acabamento e revestimento empregados nas edificações REFERÊNCIA: Orçamento FIPT n o 3280/19 datado de ITEM / MATERIAL Foi entregue o material denominado Placa de Revestimento de Pavimentação PVC, (Pisos) - NCM Vinyl Floor - Marca: Ospe Floor. As seguintes características foram determinadas: - espessura média dos corpos de prova: 3,0 mm; - aspecto: revestimento polimérico de piso (Foto 1). O material foi fixado sobre placas padrão de fibrocimento com auxílio de adesivo denominado adesivo acrílico a base de água. 2 MÉTODO UTILIZADO Foto 1 Material ensaiado - Instrução Técnica nº 10/2018 Controle de materiais de acabamento e de revestimento. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. - ABNT NBR 16626:2017 Classificação da reação ao fogo de produtos de construção. - Procedimento de Ensaio CETAC-LSFEx-PE 188 Classificação dos materiais de acabamento e revestimento empregados nas edificações.
9 - - Relatório de Ensaio N o /3 3 RESULTADOS DE ENSAIO A tabela 1 contem os resultados obtidos nos ensaios de reação ao fogo. Tabela 1: Resultados obtidos nos ensaios Referência Densidade óptica de fumaça (D m) Ignitabilidade (F S) Fluxo crítico energia radiante Relatórios de ensaio IPT n os , e Não atingiu a marca de 150 mm. 9,6 kw/m² 4 LIMITES ESPECIFICADOS EM NORMA A tabela 2 indica a classificação do material em função dos resultados nos ensaios, conforme estabelecido na Instrução Técnica nº 10 do Decreto nº e na norma ABNT NBR II ou II p Tabela 2: Classificação dos materiais de revestimento de piso. Classes ISO 1182 NBR 8660 I Incombustível ΔT 30 C Δm 50% tf 10 s EN ISO (exposição = 15 s) ASTM E A Combustível Fluxo crítico 8,0 kw/m 2 FS 150 mm em 20 s Dm 450 B Combustível Fluxo crítico 8,0 kw/m 3 FS 150 mm em 20 s Dm > 450 III ou A Combustível Fluxo crítico 4,5 kw/m 2 FS 150 mm em 20 s Dm 450 III p B Combustível Fluxo crítico 4,5 kw/m² FS 150 mm em 20 s Dm > 450 IV ou A Combustível Fluxo crítico 3,0 kw/m² FS 150 mm em 20 s Dm 450 IV p B Combustível Fluxo crítico 3,0 kw/m² FS 150 mm em 20 s Dm > 450 V ou A Combustível Fluxo crítico < 3,0 kw/m² FS 150 mm em 20 s Dm 450 V p B Combustível Fluxo crítico < 3,0 kw/m² FS 150 mm em 20 s Dm > 450 VI Combustível - FS > 150 mm em 20 s - Observações relativas à tabela 2: Tabela retirada da Instrução Técnica nº 10 do Decreto nº do Corpo de Bombeiros de São Paulo. FS Tempo em que a frente da chama leva para atingir a marca de 150 mm indicada na face do material ensaiado. Dm Densidade específica óptica máxima de fumaça. II, III, IV, V e VI referente as classes da IT 10. II p, III p, IV p, V p e VI p referente as classes da norma ABNT NBR
10 Relatório de Ensaio N o /3 5 CONCLUSÃO O material classifica-se como II-A de acordo com a Instrução Técnica nº 10 do Decreto Estadual de São Paulo nº e como II p -A conforme a norma ABNT NBR São Paulo, 22 de abril de Eng. Civil Mestre Carlos Roberto Metzker de Oliveira Supervisor do Ensaio CREA n.º RE nº Eng de Produção Eletricista, Eng de Seg. do Trabalho, Mestre Ivan Faccinetto Böttger Chefe do Laboratório em Exercício CREA nº RE nº EQUIPE TÉCNICA Engenheiro Civil Carlos Roberto Metzker de Oliveira IPT Engenheiro de Produção, Eletricista e de Seg. do Trabalho Ivan Faccinetto Böttger IPT Engenheiro Civil Anderson Nobre da Silva FIPT
11 1/4 RELATÓRIO DE ENSAIO N o CLIENTE: OSPE Comércio e Importação de Pisos e Divisórias Ltda. Rua Ana Carbone, 15 - Vila Carrão. CEP: São Paulo/SP. NATUREZA DO TRABALHO: Determinação do fluxo crítico de energia radiante. REFERÊNCIAS: Orçamento FIPT n o 3280/19 datado de INTRODUÇÃO O método de ensaio descrito na norma ABNT NBR é utilizado para determinar o fluxo crítico de energia radiante de revestimentos de piso expostos a uma fonte de calor, dentro de uma câmara de ensaio fechada (Foto 1). O fluxo radiante simula os níveis de radiação térmica que os materiais estariam expostos em sua superfície, durante os estágios iniciais de um incêndio. Os corpos de prova, com dimensões de 230 ± 5 mm de largura e ± 5 mm de comprimento, são colocados em posição horizontal e abaixo de um painel radiante poroso inclinado a 30º em relação a sua superfície, sendo expostos a um fluxo radiante padronizado. Uma chama piloto é aplicada na extremidade do corpo de prova mais próxima do painel radiante e a propagação de chama desenvolvida na superfície do material é verificada, medindo-se o tempo para atingir as distâncias padronizadas, indicadas no suporte metálico onde o corpo de prova é inserido. Foto 1 Equipamento de ensaio 2 ITEM / MATERIAL Foi entregue o material denominado Placa de Revestimento de Pavimentação PVC, (Pisos) - NCM Vinyl Floor - Marca: Ospe Floor, identificado por este Laboratório com o número As seguintes características foram determinadas:
12 Relatório de Ensaio N o /4 - espessura média dos corpos de prova: 3,0 mm; - aspecto: revestimento polimérico de piso (Foto 2). O material foi fixado sobre placas padrão de fibrocimento com auxílio de adesivo denominado adesivo acrílico a base de água. 3 MÉTODO UTILIZADO Foto 2 Material ensaiado - BS EN ISO : 2010 Reaction to fire tests for floorings Part 1: Determination of the burning behavior using a radiant heat source. - ABNT NBR 8660: 2013 Revestimento de piso - Determinação da densidade crítica de fluxo de energia térmica - Método de ensaio. - Procedimento de Ensaio CETAC-LSFEx-PE 108 Ensaios de reação ao fogo Determinação do comportamento na queima utilizando uma fonte radiante de calor. 4 EQUIPAMENTOS UTILIZADOS - Equipamento de ensaio de propagação superficial de chama horizontal marca FTT (identificação: EQ-038). - Paquímetro Digital (identificação: PQ-009, certificado de calibração n o DI/SP, validade: ). - Régua Arch (identificação: RG-016, certificado de calibração n o , validade: ). - Trena metálica (identificação: RG-036, certificado de calibração n o , validade: ).
13 Relatório de Ensaio N o /4 5 RESULTADOS DE ENSAIO Ensaio realizado em Os resultados médios estão dispostos na Tabela 1. Tabela 1: Resultados obtidos nos ensaios. Resultados obtidos CP01 CP02 CP03 Média Tempo para ignição (s) Tempo para extinção da chama durante o ensaio (s) Propagação máxima da chama (mm) Propagação de chama em 10 min (mm) Propagação de chama em 20 min (mm) Propagação de chama em 30 min (mm) FC-10 (kw/m²) 9,4 9,8 9,6 9,6 FC-20 (kw/m²) 9,4 9,8 9,6 9,6 FC-30 (kw/m²) 9,4 9,8 9,6 9,6 FCC (kw/m²) 9,4 9,8 9,6 9,6 Notas 1: CP corpo de prova Os resultados relatam somente o comportamento do material ensaiado sob as condições destes métodos e os resultados não devem ser usados para indicar o risco ao fogo em outra forma ou sob outras condições. FC-t: fluxo de calor na unidade de tempo (FC-10, FC-20 e FC-30); FCC: fluxo crítico médio de calor (energia radiante). 5.1 Observações de ensaio - A propagação de chama e a carbonização avançaram, em média, 226 mm (22% da superfície dos corpos de prova). - Ocorreu a liberação de fumaça cinza e preta. Foto 3 Material após a realização do ensaio.
14 Relatório de Ensaio N o /4 6 CONCLUSÃO O valor do fluxo crítico médio de calor (FCC) atingido pelo material foi de 9,6 kw/m². São Paulo, 22 de abril de Eng. Civil Mestre Carlos Roberto Metzker de Oliveira Supervisor do Ensaio CREA n.º RE nº Eng de Produção Eletricista, Eng de Seg. do Trabalho, Mestre Ivan Faccinetto Böttger Chefe do Laboratório em Exercício CREA nº RE nº EQUIPE TÉCNICA Engenheiro Civil Carlos Roberto Metzker de Oliveira IPT Engenheiro de Produção, Eletricista e de Seg. do Trabalho Ivan Faccinetto Böttger IPT Engenheiro Civil Anderson Nobre da Silva FIPT Técnico André Luiz de Souza IPT
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