A ARTE DO REENCONTRO J. M. CARVALHO
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- Marcos Amado
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1 A ARTE DO REENCONTRO by J. M. CARVALHO
2 SINOPSE (IDEIA ORIGINAL DE AUDREY RIBEIRO) Mãe e filha se encontram num banheiro público de um shopping. A mãe é faxineira desse banheiro e a filha é uma empresária bem sucedida, que foi almoçar com alguns colegas e passou no banheiro para retocar a maquiagem. Muito pobre, a filha sempre lutou muito pois tinha o sonho de se formar e sair da favela. A mãe, sempre submissa, apanhava do marido e se via numa situação bem complicada de pobreza. A filha também sofreu abusos do pai. Na adolescência, ela participava de cursos oferecidos para a comunidade carente com bolsas de estudo. Ela aproveitava as oportunidades. Até que veio a tão sonhada bolsa da faculdade. Com muito esforço consegue estudar e já consegue estágio. Os abusos do pai continuam com menos intensidade. Ela conta pra mãe que está juntando dinheiro pra ir embora e que quando se formar quer que a mãe vá junto e que comecem uma vida nova. A mãe não aceita, não se vê longe do marido e da casa. Passado um tempo a filha formada decide ir embora e a mãe inconformada bate na cara da filha e a chama de mal agradecida. A mãe magoada diz que não quer mais vê-la e ela vai embora. Os anos passam e a filha continua mantendo ligações telefônicas com a mãe de tempo em tempo até que deixa de ligar de vez. A filha continua se aperfeiçoando, está numa ótima empresa, se casa, tem um filho, mora em bairro nobre e de certa forma esconde seu passado. Até que acontece o encontro mais inesperado da sua vida... Em um banheiro encontra a mãe faxinando. As duas se reconhecem. Chegou o momento de falar tudo que está entalado na garganta? A mãe envelheceu bastante. É hora de lavar a roupa suja? 1. INT. - BANHEIRO PÚBLICO DIA Diane está no shopping com as colegas de trabalho. Ela entra no banheiro feminino.
3 2. (FALANDO PARA A AMIGA) Espera aí, Clau. Já volto. Preciso retocar a maquiagem... Você lembra quanto ficou o nosso MAC novo? Pega pra mim a nota fiscal. Temos que entregar pro seu Juarez. Diane entra e vai direto ao espelho. Há uma senhora limpando o chão, próxima à pia. (SEM OLHAR PARA ) Boa tarde! (SEM OLHAR PARA ) Boa tarde, senhora. Diane começa a passar o batom, mas sua cabeça dá um estalo. Ela reconhece a voz da mãe. As duas se olham pelo espelho e ficam petrificadas. 2. INT. - CASA DE DIA Enquanto estuda numa mesa da cozinha, Diane ouve a mãe e o pai discutirem no quarto do casal. Preocupada, ela para de estudar e começa a escutar a discussão. OSVALDO (EM OFF) Tu merece é apanhar, sua cadela sem-vergonha! Pensa que eu não vejo tu se engraçando com os vizinhos. Quenga! Tu tá louco, Osvaldo? Eu só tenho tempo de cuidar da casa, trabalhar feito uma condenada nas costuras e dar de comer pra Diane. Se acha que saio de casa, tu tá é doido. Tu bebe demais, seu descarado. OSVALDO (EM OFF) Tu não venha pra cima de mim não! Porque se não eu... Tu o quê? Fala!!!! Osvaldo bate em Neide. Diane sente como se fosse nela. Imediatamente corre pro quarto, mas a porta está trancada.
4 3. Mãe! Mãe! Sai daí, mãe! Pelo amor de Santo Cristo! Não é a primeira vez. Deixe, filha. Já estamos nos entendendo. (PARA O PAI) Se você encostar na minha mãe, eu acabo com você, seu merda! Olha a língua, Diane! Respeite seu pai. (PARA O PAI) Eu corto sua mão! Tá ouvindo? Nunca mais vai bater em mulher nenhuma. Covarde!! Abre aqui, mãe! Abra a porra dessa porta! Vá estudar, minha filha. Vá estudar, está tudo bem. Diane volta para a cozinha. 3. INT. - SALA DA CASA DE NOITE Diane e Neide conversam na sala, enquanto tomam um café. Mãe, eu preciso contar uma coisa pra senhora. Quer uma bolachinha? Eu compro pão, se quiser. Mãe, me escuta! O que tu tá inventando, menina? Como a senhora sabe, eu passei na faculdade. Esta é a novidade? Que vai ser estudar contabilidade?
5 4. Administração, mãe... mas esta não é a novidade não. Eu... Vou fazer um bolinho de fubá. Quer? Neide se levanta para ir à cozinha. Mãe! Estou indo embora. Neide, abalada, volta a se sentar. Tu não me ama, né? A senhora é que não se ama! Como? Como uma mulher permite ser espancada, machucada, humilhada, por tantos anos a fio, sem denunciar um traste como o que chama de meu pai? Como uma mulher pode aguentar anos de privação, de desrespeito, de calúnias? Onde está o seu amor? Como pode falar que me ama se não ama nem a si mesma? (CHORANDO) Escuta aqui! Eu te amo sim! Mais que a minha própria alma. Mas também amo aquele que me deu você. Mãe, acorda! Ele deu uma gozada na senhora. Foi uma trepada! Neide dá um tapa em Diane. Imediatamente, Diane lembra das dezenas de tapas que levou em toda a sua adolescência. FLASHBACKS: OSVALDO (NÃO VEMOS SEU ROSTO) ATACA A FILHA EM 5 MOMENTOS DIFERENTES. EM UM DELES, ACARICIA SEUS SEIOS...
6 5. DEPOIS DE DAR UMA SURRA NELA. 4. INT. - PORTA DA SALA DE DIA Diane ficou na casa até se formar. Agora, Diane está na porta de casa, com a mala aos seus pés. A senhora não vem mesmo? Neide responde com a cabeça que não. (CONT'D) Lamento muito, pois ele não te merece. Neide começa a chorar. (CONT'D) Sabe, mãe. Ralei muito para ter as bolsas de estudo que tive, pra fazer os cursos que fiz. Me formei. Agora tenho um estágio. Estou preparada pra ser feliz, como nunca fui. E a senhora vai ficar aqui com ele, disposta a continuar nesse sofrimento sem fim... eu te amo, mas não vou voltar. As duas se abraçam e choram juntas. Minha vida é aqui, filha. Teu pai não vive sem mim. Ele não vale nada. Eu sei. Mas eu amo esse homem. (PAUSA) Você nunca vai entender, né? (PAUSA) Ele deixou de te agredir, filha... Diane! Olha pra mim! Neide dá um tapa em Diane. (CONT'D) Mal agradecida! Não quero mais te ver. Nunca mais! Diane pega a mala e sai. (DE LONGE) Filha. Ele te ama, filha... filha... olha pra mim... filha... Eu te amo, minha menina!
7 6. Diane não olha para trás e vai embora. 5. INT. - BANHEIRO PÚBLICO DIA Dez anos se passaram. Mas elas se reconhecem claramente. Meu Deus, mãe! Me dá um abraço! Neide, emocionada, abraça a filha. (CONT'D) Eu te amo, mãe! Eu tenho saudades! Eu também te amo. Muito. Estive magoada por muitos anos, mas eu te amo mais que tudo. Por que deixou de me ligar, minha menina? Não aguentei mais saber dele. Nunca aceitei sua decisão. Não consegui. Desculpa. As duas choram juntas. A amiga de Diane a chama do lado de fora. (CONT'D) Tudo bem, Clau. Vou depois pra empresa. Pode ir. CLAUDIA (EM OFF) Certeza, amiga? Sim, absoluta. Diane sorri para a mãe. Neide está preocupada e parece muito envelhecida depois de 10 anos sem ver a filha. Filha, preciso falar uma coisa. Diga, minha mãe. É que seu pai...
8 7. (CORTANDO) A senhora está bem de saúde? Está bem mesmo? Sabia que me casei? Senta aqui comigo. As duas se apoiam na pia do banheiro. Você se casou, minha menina? Nos Estados Unidos, me casei com um americano... lindo de morrer. Temos um filho lindo e uma empresa aqui perto. Como ele se chama? Andy. Tem 3 aninhos. Vamos tomar um café e conversar direitinho? Filha, me escuta... seu pai... (CORTANDO) Eu não quero saber. Seu pai precisa de ti, minha menina. Não me importa. Ele tem leucemia. Precisa de você. Deixa assim, que ele vai embora mais rápido. (IGNORANDO) Ele precisa de um transplante de medula óssea urgentemente. Pelo amor de Deus, Diane, ajuda o seu pai! Veja pelo menos se é compatível! Que morra! Diane se prepara para sair e, sem olhar para trás, pára na porta do banheiro.
9 8. (DE COSTAS) Ele continuou a te bater? Faz 7 anos que ele parou. Mudou muito. Ele te ama, minha menina! Ele é um novo homem. Pelo amor de Deus, Diane! (AINDA DE COSTAS) A senhora está falando a verdade? Juro por tudo o que é mais sagrado. Perdoa o seu pai! Salva seu pai, Diane! Pelo amor de Deus. Veja pelo menos se é compatível. Diane se volta para a mãe. Vemos que ela está com o rosto cheio de lágrimas. (CONT'D) Por Deus. Pelo Andy. Pelo amor que sente por seu marido. Diane olha para a mãe por um longo tempo, sem palavras. Por você. Diane corre para a mãe e a abraça. As duas choram e depois sorriem juntas. FIM (CONT'D)
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