Índice. 1 O Nascimento do Porto...30

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Índice. 1 O Nascimento do Porto...30"

Transcrição

1 Índice Parte I O Porto da Penaventosa Introdução O Portuense A Cidade e as suas Mensagens As Armas da Cidade O Solo e os Recursos Hídricos do Porto...24 Capítulo I Da Noite da História O Nascimento do Porto Do Paleolítico ao Neolítico A idade dos metais e a ocupação Celta A cultura castreja O período romano A Origem do Nome A Origem do Povo do Porto...40 Capítulo II A Idade Média A Alta Idade Média no Porto O reino suevo A agonia do Império Romano O primeiro período suevo ( ) e a primeira destruição de Portucale O segundo período suevo e a conversão ao cristianismo ( ) A rápida decadência do reino suevo. Segunda destruição de Portucale (585) O reino visigodo A ascensão do reino ibérico A conversão dos visigodos ao cristianismo A questão do Portuscale Castrum Novum e Portuscale Castrum Antiquum Decadência e queda do regime visigodo ( ). A terceira destruição de Portucale (716) O domínio árabe Do regime de presúrias à constituição de Portugal A divisão do território conquistado. O feudalismo A quarta destruição de Portucale e o seu repovoamento A Formação de Portugal O Povo e os seus costumes Os factores político-sociais O espírito de cruzada e a Nova Ordem religiosa A importância de Cluny na formação de Portugal O sistema político e a força da nobreza A concepção medieval da guerra O papel da Igreja A fragmentação do Reino de Leão...77

2 2.3 A liderança e a personalidade Conclusão O Povoamento de Portugal A Ordem de Cister e S. Bernardo de Claraval A Escultura Românica e o seu Significado O tímpano Representações em modilhões ou relevos Representações que aludem aos medos do homem medieval A representação vegetalista O Fenómeno Religioso na Cidade do Porto O mito, a fé e o desconhecido A Mãe Terra, precursora do culto de Maria O fenómeno da crença A transformação A protecção pelas santas imagens A origem dos Santos E finalmente Maria...95 Capítulo III Penaventosa: A História, a Cerca Velha e as suas Portas A Cerca Defensiva As Portas da Cerca Defensiva A porta de Sant Ana A porta de S. Sebastião A porta de Vandoma A porta das Verdades Capítulo IV A Doação do Burgo O Porto no Tempo de D. Hugo A Doação do Burgo A História das Inquirições O papel do Rei D. Afonso Henriques A organização A guerra A condução da política O papel do rei D. Sancho I A organização do País A guerra A crise social e as lutas do rei com o Clero Epílogo O papel centralizador de D. Afonso II A organização do País A situação militar D. Sancho II e a guerra civil A situação política A Lide do Porto O papel modernizador de D. Afonso III A organização do País A política militar externa de Portugal A questão religiosa A questão do Porto e Gaia...136

3 3.5.5 As Inquirições e a contestação do Bispo do Porto O Canal Maior e o Rio da Vila Conclusão O Rei D. Dinis Conclusão do Capítulo Capítulo V Passeio pelo Castelo Velho A Cidade Medieval O Terreiro da Sé A Casa da Câmara A estátua do Porto O monumento evocativo de D. Pedro Pitões A Capela de Nª Srª de Agosto A Torre medieval Pelourinho O Largo do açougue (Dr. Pedro Vitorino) e a Fonte de S. Sebastião A Capela de Nª Srª das Verdades A rua de D. Hugo As casas dos Cónegos A casa dos Freires de Andrade (Coutinho Bandeira) A Casa Museu de Guerra Junqueiro O passado do espaço A casa vista do exterior A estátua O museu A casa da Rua D. Hugo nº5 O Arqueosítio Vestígios da Cerca Medieval A Fonte de S. Miguel A história do Arcanjo S. Miguel O Beco dos Redemoinhos e a velha casa gótica A estátua de Vímara Peres A Cividade ou o Corpo da Guarda? A polémica da Cividade O Corpo da Guarda Os solares desaparecidos Capela de S. Roque A peste na cidade do Porto O oratório da Procissão dos Passos A Fonte de S. Sebastião Nª Srª do Ferro, do Recolhimento do Ferro ou de S. Sebastião O Aljube Eclesiástico Rua das Aldas versus Rua de Sant Ana O Largo do Colégio A rua Escura As ruas desaparecidas e as ruas que iam nascendo Capítulo VI A Sé A Sé Um Monumento em Revolução Constante As Contínuas Mutações...213

4 2.1 O pensamento Romântico O Núcleo do Porto Os primeiros trabalhos O papel do Estado Novo As grandes mudanças As Transformações que Conduziram ao Terreiro Das Origens da Sé A Sé Vista do Exterior A Filosofia de um Templo como a Sé A Localização do Templo A Concepção Românica da Igreja. O seu Significado O corpo da Igreja versus corpo de Cristo O triplo significado do Templo Românico O significado da revelação O significado de protecção O significado da peregrinação A escola de construção Os artistas O financiamento As Características Arquitectónicas da Sé Os arcobotantes e os contrafortes As Portas A Porta Norte A Porta Oeste As Torres sineiras As Frestas A Casa do Cabido O Interior da Sé Constituição do Templo As capelas da Igreja A capela-mor primitiva O Fim da Renascença e o Advento do Maneirismo A Génese do Barroco Os Elementos Artísticos e Arquitectónicos da Capela-Mor As pinturas e o mármore O êxtase da madeira. A Talha e os Cadeirais O Altar-Mor da Sé São Pantaleão O Transepto As Capelas do Transepto A Capela de Nª Srª de Vandoma O Senhor do Além O fenómeno do achamento das imagens O fenómeno das emparedadas A Capela do Santíssimo Sacramento O altar de prata e as Invasões Francesas As Misericórdias e as Confrarias A Procissão do Corpo de Deus Altar da Senhora do Presépio A história de S. João Baptista A história de S. João Evangelista A reminiscência pagã A história da Santíssima Trindade...327

5 A Capela de Nª Srª da Silva A Capela de S. Pedro Altar de Santa Ana O culto Mariano Descrição do Altar de Santa Ana Outros Elementos da Nave da Sé Os Altares Perdidos As visitas pastorais A Sacristia Pequena O Claustro Gótico O Monaquismo A queda e a ascensão do Estilo Gótico O Estilo Gótico A azulejaria até ao período Barroco A cobertura azulejar do Claustro Inferior As Capelas e Divisões do Claustro Inferior Capela de Nª Srª da Conceição Capela de Nª Srª da Piedade A Pietá Capela de Nª Srª da Esperança O Culto de Nª Srª da Esperança Capela de Nª Srª da Expectação As antífonas do Ó A Sacristia O Claustro Velho A Santa Casa da Misericórdia A Capela de S. João Evangelista A Capela de S. Vicente O Panteão bispal As escadas de Nasoni e os Sinos da Sé O Claustro Superior Os azulejos do Claustro superior, uma canção mista de religioso e profano A Casa do Cabido O Antecabido A Sala Capitular O Cartório O Museu do Tesouro da Sé A arte da ourivesaria na Idade Média A custódia e a hóstia Capítulo VII O Paço Episcopal A História do Paço Episcopal O Porto e o Rei Porto, ponto de encontro na história de seis personagens de nome João Um rei no Porto e uma Rainha no Paço Episcopal Os nomes ligados à evolução arquitectónica do Paço Episcopal Um ponto de encontro da política com a religião: D. João Rafael de Mendonça O Paço Episcopal Actual...409

6 2.1 O Paço, sede da Junta Provisória do Governo do Reino A Guerra Peninsular e as consequências A Junta do Porto e a sua importância na libertação da cidade e do País Conclusão Capítulo VIII O Colégio e a Igreja de S. Lourenço Colégio e Igreja de S.Lourenço O Estilo Maneirista A crise da Renascença e o advento do Maneirismo O Estilo Chão A génese do Estilo Chão A influência espanhola O Exterior da Igreja de S. Lourenço O Projecto. O Interior A História dos Jesuítas Caracterização da Escola Jesuíta. Os Militare Deo Companhia de Jesus Objectivos da Companhia de Jesus A Iconografia Jesuíta Os pilares do culto Jesuíta A iconografia Jesuíta fora do Colégio do Porto O papel das Congregações A História do Templo e dos Jesuítas na Cidade O papel de Francisco Borja na solidificação do Jesuitismo Os Agostinhos Descalços O Interior da Igreja de S.Lourenço A Capela-mor Os altares laterais da Igreja de S. Lourenço O transepto A Confraria dos Mercadores O culto do Santíssimo Sacramento A sacristia O Colégio de S. Lourenço O Museu de Arte Sacra e Arqueologia O Fenómeno Jesuíta e o Anti-Jesuitismo Bibliografia...469

HISTORIA DE PORTUGAL

HISTORIA DE PORTUGAL A. H. DE OLIVEIRA MARQUES HISTORIA DE PORTUGAL Manual para uso de estudantes e outros curiosos de assuntos do passado pátrio EDITORIAL PRESENÇA ÍNDICE GERAL PREFACIO 11 INTRODUÇÃO AS RAÍZES DE UMA NAÇÃO

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA QUINTA DO CONDE Escola Básica Integrada/JI da Quinta do Conde. Departamento de Ciências Humanas e Sociais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA QUINTA DO CONDE Escola Básica Integrada/JI da Quinta do Conde. Departamento de Ciências Humanas e Sociais HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL Distribuição dos tempos letivos disponíveis para o 5 º ano de escolaridade 1º Período 2º Período 3º Período *Início:15-21 de setembro 2015 *Fim:17 dezembro 2015 *Início:4

Leia mais

Locais a Visitar na Vila de Almodôvar

Locais a Visitar na Vila de Almodôvar Locais a Visitar na Vila de Almodôvar Igreja Matriz de Almodôvar A matriz é o monumento mais visitado do Concelho de Almodôvar e é dedicada a Santo Ildefonso, sendo que D. Dinis doou-a à Ordem de Santiago,

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL 2º CICLO HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 5.º ANO Documento(s) Orientador(es): Programa de História e Geografia de Portugal

Leia mais

PENSANDO JÁ O CENTRO HISTÓRICO? A INTERVENÇÃO DA DGEMN NA SÉ DO PORTO (1929-1982)

PENSANDO JÁ O CENTRO HISTÓRICO? A INTERVENÇÃO DA DGEMN NA SÉ DO PORTO (1929-1982) PENSANDO JÁ O CENTRO HISTÓRICO? A INTERVENÇÃO DA DGEMN NA SÉ DO PORTO (1929-1982) MARIA LEONOR BOTELHO DCTP-FLUP [email protected] 5 Dez 2013 17º Aniversário da Classificação do Centro Histórico do

Leia mais

Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico História e Geografia de Portugal 2º Ciclo Ano Lectivo 2007/2008

Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico História e Geografia de Portugal 2º Ciclo Ano Lectivo 2007/2008 Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico História e Geografia de Portugal 2º Ciclo Ano Lectivo 2007/2008 Conteúdos Ano Lectivo Período Lectivo Tema A-A península Ibérica: dos primeiros povos à formação

Leia mais

Conteúdos/conceitos Metas curriculares Atividades Calendarização

Conteúdos/conceitos Metas curriculares Atividades Calendarização (200) Programa de História e Geografia de Portugal - 2º ciclo Conteúdos/conceitos - Metas curriculares - Atividades a dinamizar na escola com os alunos Conteúdos/conceitos Metas curriculares Atividades

Leia mais

Fig. 189 Sé de Elvas, fachada lateral poente em 1942, IHRU/DGEMN, Sistema de Informação, Fontes Documentais, Fotografias e Desenhos, Sé de Elvas/Igreja de Nossa Senhora da Assunção, FOTO.0178427, N.º IPA

Leia mais

Prof. Alexandre Goicochea História

Prof. Alexandre Goicochea História FRANCO Merovíngia Carolíngio ISLÂMICO Maomé Xiitas (alcorão) e Sunitas (suna e alcorão) BIZÂNTINO Justiniano Igreja Santa Sofia Iconoclastia Monoticismo (Jesus Cristo só espírito) Corpus Juris Civilis

Leia mais

ÍNDICE P3 > MAPA P4 > IGREJA DE S. PEDRO P5 > IGREJA DE SÃO FRANCISCO P6 > IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO E SANTOS PASSOS

ÍNDICE P3 > MAPA P4 > IGREJA DE S. PEDRO P5 > IGREJA DE SÃO FRANCISCO P6 > IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO E SANTOS PASSOS ÍNDICE P3 > MAPA P4 > IGREJA DE S. PEDRO P5 > IGREJA DE SÃO FRANCISCO P6 > IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO E SANTOS PASSOS P7 > IGREJA DE NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA P8 > IGREJA DE NOSSA SENHORA DO

Leia mais

Casa do Mundo Rural de Prados

Casa do Mundo Rural de Prados Casa do Mundo Rural de Prados A Casa do Mundo Rural de Prados, pretende retratar uma época em que a agricultura, associada à pastorícia eram as principais actividades económicas da população, praticando

Leia mais

Barroco Mineiro. Prof. Percival Tirapeli, Instituto de Artes da UNESP

Barroco Mineiro. Prof. Percival Tirapeli, Instituto de Artes da UNESP Barroco Mineiro Prof. Percival Tirapeli, Instituto de Artes da UNESP Mapa da Estrada Real, por onde escoava o ouro encontrado pelos bandeirantes paulistas em 1692. O Caminho Velho iniciava NO Rio de Janeiro

Leia mais

Cronologia do Mosteiro de S. Bento da Saúde

Cronologia do Mosteiro de S. Bento da Saúde Cronologia do Mosteiro de S. Bento da Saúde 1 1545 1563 Concílio de Trento. 2 1567 Fundação da Congregação de S. Bento no reino de Portugal. 3 1569 O Mosteiro beneditino de São Martinho de Tibães torna-se

Leia mais

História. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo

História. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo História baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo 1 PROPOSTA CURRICULAR DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA Middle e High School 2 6 th Grade A vida na Grécia antiga: sociedade, vida cotidiana, mitos,

Leia mais

O FIM DO FEUDALISMO E A CENTRALIZAÇAO POLÍTICA

O FIM DO FEUDALISMO E A CENTRALIZAÇAO POLÍTICA O FIM DO FEUDALISMO E A CENTRALIZAÇAO POLÍTICA O sistema feudal entra em crise com o advento das cidades e a expansão do comércio, somados a outros fatores. 1) Necessidade de moedas, crescimento das cidades

Leia mais

A AZULEJARIA BARROCA NOS CONVENTOS DA ORDEM DO CARMO E DA ORDEM DOS CARMELITAS DESCALÇOS EM PORTUGAL

A AZULEJARIA BARROCA NOS CONVENTOS DA ORDEM DO CARMO E DA ORDEM DOS CARMELITAS DESCALÇOS EM PORTUGAL A AZULEJARIA BARROCA NOS CONVENTOS DA ORDEM DO CARMO E DA ORDEM DOS CARMELITAS DESCALÇOS EM PORTUGAL Suzana Andreia do Carmo Carrusca Tese apresentada à Universidade de Évora para obtenção do Grau de Doutor

Leia mais

A Vila. Na vila de Barrancos

A Vila. Na vila de Barrancos Locais a visitar A Vila Na vila de Barrancos podem ainda encontrar-se belos exemplares do típico casario alentejano, de arquitectura popular: casas caiadas de branco, de piso térreo, construídas em taipa,

Leia mais

Total aulas previstas

Total aulas previstas ESCOLA BÁSICA 2/3 DE MARTIM DE FREITAS Planificação Anual de História do 7º Ano Ano Lectivo 2011/2012 LISTAGEM DE CONTEÚDOS TURMA Tema 1.º Período Unidade Aulas Previas -tas INTRODUÇÃO À HISTÓRIA: DA ORIGEM

Leia mais

Rota dos 3 Castelos. 2.ºAbrantes. 3.º Belver. 1.ºAlmourol. Monte da Várzea Almourol. 38 km. Almourol Abrantes. 20 Km. Abrantes Belver.

Rota dos 3 Castelos. 2.ºAbrantes. 3.º Belver. 1.ºAlmourol. Monte da Várzea Almourol. 38 km. Almourol Abrantes. 20 Km. Abrantes Belver. 2.ºAbrantes 1.ºAlmourol 3.º Belver Monte da Várzea Almourol 38 km Rota dos 3 Castelos Almourol Abrantes 20 Km Abrantes Belver 30 Km Belver Monte da Várzea 11 Km Partida: Casa Branca, Monte da Várzea 2

Leia mais

3.3 O Largo do Carmo e seu entorno

3.3 O Largo do Carmo e seu entorno 3.3 O Largo do Carmo e seu entorno O Largo do Carmo, como ainda é conhecido o espaço público na frente das igrejas da Ordem Primeira e Terceira do Carmo, e ao lado do Teatro Vasques. Seu entorno conserva

Leia mais

BANDEIRA DA FUNDAÇÃO. D. Afonso Henriques. (1128-1185) Fundador de Portugal

BANDEIRA DA FUNDAÇÃO. D. Afonso Henriques. (1128-1185) Fundador de Portugal BANDEIRA DA FUNDAÇÃO D. Afonso Henriques (1128-1185) Fundador de Portugal ÍNDICE Origem de Portugal Península Ibérica 8 Primeiros habitantes da Península Ibérica (Iberos-Celtas)... 8 Lusitanos 9 Lusitânia

Leia mais

Jesuítas : Arte e Ciência: o legado da Companhia de Jesus na América Latina

Jesuítas : Arte e Ciência: o legado da Companhia de Jesus na América Latina Jesuítas : Arte e Ciência: o legado da Companhia de Jesus na América Latina Simpósio Nacional : Bicentenário da Restauração da Companhia de Jesus (1814-2014) Parte II Prof. Dr. Percival Tirapeli Instituto

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA ESCOLA DAS ARTES

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA ESCOLA DAS ARTES UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA ESCOLA DAS ARTES LICENCIATURA DE ARTE - CONSERVAÇÃO E RESTAURO HISTÓRIA DAS ARTES METÁLICAS ANO LECTIVO 2013/2014 Docente: Prof. Doutor Gonçalo de Vasconcelos e Sousa OBJECTIVOS:

Leia mais

Crise no Império Romano. Capítulo 6

Crise no Império Romano. Capítulo 6 Crise no Império Romano Capítulo 6 A falta de escravos leva ao aparecimento do sistema do colonato. Corte nas verbas do exército, gera revolta e briga entre os generais. Os generais passam a não obedecer

Leia mais

O COLÉGIO DE S. LOURENÇO DA COMPANHIA DE JESUS NO PORTO: 1560-1774

O COLÉGIO DE S. LOURENÇO DA COMPANHIA DE JESUS NO PORTO: 1560-1774 SUMÁRIO i O COLÉGIO DE S. LOURENÇO DA COMPANHIA DE JESUS NO PORTO: 1560-1774 1. Implantação da Companhia de Jesus no Porto 23 2. Primeiro domicílio dos Jesuítas no Porto 24 3. Fundação do Colégio de S.

Leia mais

Aulas 15 Império Bizantino

Aulas 15 Império Bizantino Aulas 15 Império Bizantino DeOlhoNoEnem H5 - Identificar as manifestações ou representações da diversidade do patrimônio cultural e artístico em diferentes sociedades.(catedral de Santa Sofia) H12 - Analisar

Leia mais

Vila Viçosa oferece a quem a visita um espólio de cultura, arte e beleza com os seus monumentos, solares, igrejas e museus. Nos Roteiros Turísticos

Vila Viçosa oferece a quem a visita um espólio de cultura, arte e beleza com os seus monumentos, solares, igrejas e museus. Nos Roteiros Turísticos Vila Viçosa oferece a quem a visita um espólio de cultura, arte e beleza com os seus monumentos, solares, igrejas e museus. Nos Roteiros Turísticos os visitantes podem encontrar dicas sobre os principais

Leia mais

Arquitectura Religiosa / Convento Rua 31 de Janeiro - Santarém (São Salvador)

Arquitectura Religiosa / Convento Rua 31 de Janeiro - Santarém (São Salvador) MONUMENTO NACIONAL Igreja e Claustro do extinto Convento de São Francisco Arquitectura Religiosa / Convento Rua 31 de Janeiro - Santarém (São Salvador) ZEP DG (II Série), n.º 260, de 08-11-1946 Igreja

Leia mais

FEUDALISMO PROF. OTTO TERRA

FEUDALISMO PROF. OTTO TERRA FEUDALISMO DIVISÃO HISTÓRICA ALTA IDADE MÉDIA BAIXA IDADE MÉDIA Inicia-se no século V até o século X; Inicia-se no século XI até o século XV; Acentua-se as principais características do feudalismo; Apresenta

Leia mais

Arte e Arquitetura Sacra

Arte e Arquitetura Sacra Arte e Arquitetura Sacra A história da Festa do Divino, considerada uma das festas de caráter popular mais antigas do Brasil, tem a sua origem nas festas religiosas da Europa, mais especificamente na tradição

Leia mais

Aula 1414- Alta Idade Média - Feudalismo

Aula 1414- Alta Idade Média - Feudalismo Aula 14 - Feudalismo Aula 1414- Alta Idade Média - Feudalismo DeOlhoNoEnem H4 - Comparar pontos de vista expressos em diferentes fontes sobre determinado aspecto da cultura. (A boa e a má Idade Média).

Leia mais

Roma Antiga. O mais vasto império da antiguidade; Lendária fundação pelos gêmeos Rômulo e Remo, em 753 a.c.; Roma - centro político do Império;

Roma Antiga. O mais vasto império da antiguidade; Lendária fundação pelos gêmeos Rômulo e Remo, em 753 a.c.; Roma - centro político do Império; ROMA Roma Antiga O mais vasto império da antiguidade; Lendária fundação pelos gêmeos Rômulo e Remo, em 753 a.c.; Roma - centro político do Império; Sua queda, em 476, marca o início da Idade Média. O mito

Leia mais

O Barroco no Brasil. Capitulo 11

O Barroco no Brasil. Capitulo 11 O Barroco no Brasil Capitulo 11 O Barroco no Brasil se desenvolveu do século XVIII ao início do século XIX, época em que na Europa esse estilo já havia sido abandonado. Um só Brasil, vários Barrocos O

Leia mais

A Tradição Islâmica I Século XVI

A Tradição Islâmica I Século XVI A Tradição Islâmica I Século XVI As primeiras utilizações conhecidas do azulejo em Portugal, como revestimento monumental das paredes, foram realizadas com azulejos hispanomouriscos, importados de Sevilha

Leia mais

CATEDRAL DE VISEU Abóbada dos nós.

CATEDRAL DE VISEU Abóbada dos nós. CATEDRAL DE VISEU A Sé Catedral de Viseu, domina de forma alternativa o Centro Histórico de Viseu. Nela estão quase dez séculos de história. A Catedral de Viseu é um ímpar mosaico de estilos arquitectónicos.

Leia mais

O candidato deverá demonstrar uma visão globalizante do processo transformacional

O candidato deverá demonstrar uma visão globalizante do processo transformacional CIÊNCIAS HUMANAS (HISTÓRIA/ATUALIDADES/GEOGRAFIA) O candidato deverá demonstrar uma visão globalizante do processo transformacional das sociedades através dos tempos, observando os fatores econômico, histórico,

Leia mais

Planificação Anual. Professor: José Pinheiro Disciplina: História e Geografia de Portugal Ano: 5.º Turmas: B Ano letivo: 2014-2015

Planificação Anual. Professor: José Pinheiro Disciplina: História e Geografia de Portugal Ano: 5.º Turmas: B Ano letivo: 2014-2015 Planificação Anual Professor: José Pinheiro Disciplina: História e Geografia de Portugal Ano: 5.º Turmas: B Ano letivo: 2014-2015 UNIDADE DIDÁTICA: TEMA A: DOS PRIMEIROS POVOS À FORMAÇÃO DO REINO DE PORTUGAL.

Leia mais

Património cultural Museus. http://www.cmpedrogaogrande.pt/index.php?option=com_content&view=a. rticle&id=132&itemid=123. rticle&id=132&itemid=123

Património cultural Museus. http://www.cmpedrogaogrande.pt/index.php?option=com_content&view=a. rticle&id=132&itemid=123. rticle&id=132&itemid=123 Atelier Túllio Victorino Sertã / Cernache do Bonjardim CASA MUSEU COMENDADOR MANUEL NUNES CORRÊA MUSEU PEDRO CRUZ MUSEU DE ARTE SACRA (Misericórdia) Museu Arqueologia Mação Centro Geodésico de Portugal

Leia mais

C I R C U I T O S 3 C A P I T A I S

C I R C U I T O S 3 C A P I T A I S CIRCUITOS 3 CAPITAIS Este é o convite para compreender as origens de Portugal e descobrir as suas principais cidades: Porto, património mundial, cuja história se mistura com a fundação de Portugal. Cidade

Leia mais

Arquitectura românica francesa Conques Igreja de S te. Foy (séc. XI) Vista do exterior

Arquitectura românica francesa Conques Igreja de S te. Foy (séc. XI) Vista do exterior Arquitectura românica francesa Conques Igreja de S te. Foy (séc. XI) Vista do exterior Arquitectura românica francesa Conques Igreja de S te. Foy (séc. XI) Vista do exterior Arquitectura românica francesa

Leia mais

O MUNDO MEDIEVAL. Prof a. Maria Fernanda Scelza

O MUNDO MEDIEVAL. Prof a. Maria Fernanda Scelza O MUNDO MEDIEVAL Prof a. Maria Fernanda Scelza Antecedentes Crises políticas no Império Romano desgaste; Colapso do sistema escravista; Problemas econômicos: aumento de impostos, inflação, descontentamento;

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOAQUIM ARAÚJO MATRIZ DOS EXAMES DE HISTÓRIA CURSOS VOCACIONAIS DE DESIGN DE MODA e HORTOFLORICULTURA E JARDINAGEM

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOAQUIM ARAÚJO MATRIZ DOS EXAMES DE HISTÓRIA CURSOS VOCACIONAIS DE DESIGN DE MODA e HORTOFLORICULTURA E JARDINAGEM AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOAQUIM ARAÚJO MATRIZ DOS EXAMES DE HISTÓRIA CURSOS VOCACIONAIS DE DESIGN DE MODA e HORTOFLORICULTURA E JARDINAGEM Duração da Prova: 45 minutos (cada módulo) Módulos Categorias/Conteúdos

Leia mais

1 substituição do teto de madeira por abóbadas. 2 grande espessura das paredes,

1 substituição do teto de madeira por abóbadas. 2 grande espessura das paredes, Arte românica é o nome dado ao estilo artístico vigente na Europa entre os séculos XI e XIII. O estilo é visto principalmente nas igrejas católicas construídas após a expansão do cristianismo pela Europa

Leia mais

A história da Igreja e sua problemática A história da Igreja na Idade Antiga

A história da Igreja e sua problemática A história da Igreja na Idade Antiga SUMÁRIO Introdução... 11 A história da Igreja e sua problemática... 17 A. Alguns pressupostos e indicações básicos antes de começar o caminho... 17 Trata-se de um ramo da ciência histórica ou da ciência

Leia mais

FRONTEIRA ILUMINADA HISTÓRIA DO POVOAMENTO, CONQUISTA E LIMITES DO RIO GRANDE DO SUL a partir do Tratado de Tordesilhas (1420-1920)

FRONTEIRA ILUMINADA HISTÓRIA DO POVOAMENTO, CONQUISTA E LIMITES DO RIO GRANDE DO SUL a partir do Tratado de Tordesilhas (1420-1920) SUB Hamburg A/548637 FRONTEIRA ILUMINADA HISTÓRIA DO POVOAMENTO, CONQUISTA E LIMITES DO RIO GRANDE DO SUL a partir do Tratado de Tordesilhas (1420-1920) Fernando Cacciatore de Garcia Editora Sulina Porto

Leia mais

CONVENTO DE SANTA MARIA DE MOSTEIRÓ

CONVENTO DE SANTA MARIA DE MOSTEIRÓ CONVENTO DE SANTA MARIA DE MOSTEIRÓ Fig. 269 Localização e orientação do Convento de Santa Maria de Mosteiró. Fig. 270 - Planta do Convento de Santa Maria de Mosteiró, primeiro piso, 1980. IHRU: DGEMN/DREMN,

Leia mais

IDADE MÉDIA BAIXA IDADE MÉDIA (SÉC. XI XV)

IDADE MÉDIA BAIXA IDADE MÉDIA (SÉC. XI XV) 1 CARACTERÍSTICAS GERAIS: Decadência do feudalismo. Estruturação do modo de produção capitalista. Transformações básicas: auto-suficiência para economia de mercado; novo grupo social: burguesia; formação

Leia mais

PEDDY PAPER. carta de prova. à descoberta do centro histórico de Beja. centro histórico. facebook.com/camaramunicipaldebeja

PEDDY PAPER. carta de prova. à descoberta do centro histórico de Beja. centro histórico. facebook.com/camaramunicipaldebeja PEDDY PAPER à descoberta do centro histórico de Beja carta de prova PEDDY PAPER centro histórico www.cm-beja.pt facebook.com/camaramunicipaldebeja Esta aventura tem como ponto de partida o Núcleo Museológico

Leia mais

Na fachada lateral esquerda destaca-se, entre os dois corpos adossados, um pórtico de três arquivoltas, precedido por um pequeno átrio.

Na fachada lateral esquerda destaca-se, entre os dois corpos adossados, um pórtico de três arquivoltas, precedido por um pequeno átrio. Sé de Lisboa A Catedral, Igreja Mãe da Diocese de Lisboa, está situada num dos primeiros núcleos de desenvolvimento urbano e constitui um dos mais importantes monumentos de arquitectura medieval do país.

Leia mais

PROVA BIMESTRAL História

PROVA BIMESTRAL História 6 o ano 4 o bimestre PROVA BIMESTRAL História Escola: Nome: Turma: n o : Observe a imagem e responda às questões 1 e 2. REPRODUÇÃO 1. Cite dois elementos presentes na imagem que representam a Igreja católica.

Leia mais

Um Passeio pela Cidade

Um Passeio pela Cidade Um Passeio pela Cidade Possuidora de um rico património histórico, Beja convida todos os que a visitam a calcorrear calmamente as suas ruas. Não hesite em aceitar este convite e descubra tudo o que esta

Leia mais

Arte Românica e Gótica. 6º Ano 2015 Artes Professor Juventino

Arte Românica e Gótica. 6º Ano 2015 Artes Professor Juventino Arte Românica e Gótica 6º Ano 2015 Artes Professor Juventino Arte Românica O estilo românico germinou, desde o final do século X até XIII. Sua denominação foi dada por arqueólogos do século XIX, quando

Leia mais

a. Na Idade Média, a principal riqueza que um homem poderia possuir era a terra. No texto, identifique

a. Na Idade Média, a principal riqueza que um homem poderia possuir era a terra. No texto, identifique Atividade extra Vivendo a vida do seu jeito Questão 1 A agricultura para consumo era, no feudalismo, a atividade principal. O comércio, muito reduzido. As terras não tinham valor de troca, de mercado,

Leia mais

Viollet-le-Duc (1814-1879)

Viollet-le-Duc (1814-1879) Viollet-le-Duc (1814-1879) Retrato de Viollet-le Duc by Félix Nadar, 1879 Restaurador de monumentos francês nascido em Paris; Um dos responsáveis pelo reconhecimento do gótico como uma das mais importantes

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AGUALVA MIRA SINTRA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AGUALVA MIRA SINTRA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AGUALVA MIRA SINTRA código 171608 Escola Básica D. Domingos Jardo MANUAL ADOPTADO: HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL - HGP AUTORES: ANA OLIVEIRA/ FRANCISCO CANTANHEDE/ MARÍLIA GAGO

Leia mais

A formação da Europa medieval

A formação da Europa medieval A formação da Europa medieval Causas da crise do Império Romano: Crises e retomadas dos séculos III e IV; Anarquia militar; As complexas relações com os germânicos; Guerra civil (generais sem consenso);

Leia mais

Fig. 1068 - Boyer, David S., The National Geographic magazine, Portugal's Gem of the Ocean: Madeira"; 1959, vol.cvx, nº.3; Washington, D.C, p.377.

Fig. 1068 - Boyer, David S., The National Geographic magazine, Portugal's Gem of the Ocean: Madeira; 1959, vol.cvx, nº.3; Washington, D.C, p.377. Fig. 1064 Fig. 1065 Fig. 1066 Fig. 1067 Figs. 1064, 1065, 1066 e 1067 - Vista sobre os silos da Tabua, Ponta do Sol. Fotos ES. Fig. 1068 - Boyer, David S., The National Geographic magazine, Portugal's

Leia mais

TOUR FÁTIMA 13 DE OUTUBRO PEREGRINAÇÃO FÁTIMA PORTUGAL. Partidas dos locais de origem 09 de Outubro de 2015

TOUR FÁTIMA 13 DE OUTUBRO PEREGRINAÇÃO FÁTIMA PORTUGAL. Partidas dos locais de origem 09 de Outubro de 2015 TOUR FÁTIMA 13 DE OUTUBRO PEREGRINAÇÃO FÁTIMA PORTUGAL Partidas dos locais de origem 09 de Outubro de 2015 Partidas para os locais de origem 16 de Outubro de 2015 ITINERÁRIO PROGRAMA 8 DIAS DESTAQUE PORTUGAL

Leia mais

Urbanismo em Braga Dos Romanos ao Renascimento

Urbanismo em Braga Dos Romanos ao Renascimento Índice Objectivos... 2 Introdução... 3 As origens urbanas de Braga... 4 Evolução da paisagem urbana de Braga... 6 Planificação - Renascimento... 8 O Paço Arquiepiscopal... 10 Conclusão:... 11 Netgrafia...

Leia mais

Arquitetura Colonial

Arquitetura Colonial Arquitetura Colonial Introdução l Arquitetura colonial corresponde ao período de 1500 até 1822 l os colonizadores adaptaram as correntes estilísticas da Europa ao Brasil: l condições materiais e sócio-econômicas

Leia mais

Paróquia Missa Confissão

Paróquia Missa Confissão Paróquia Missa Confissão Beato Allamano Samambaia Sul - Quarta à sexta 19h - Sábado 17h - Terça, quinta e sexta 15h30 às 18h - Sábado 10h às 12h Bom Jesus - Terça à sexta 18h30 - Domingo 8h30 e 18h -Sexta

Leia mais

Coleta para Lugares Santos da Terra Santa - 2009

Coleta para Lugares Santos da Terra Santa - 2009 Região Episcopal Nossa Senhora Aparecida Forania Cristo, Luz dos Povos Paróquia Cristo, Luz dos Povos Paróquia Jesus Missionário Paróquia Nossa Senhora da Piedade (Indústrias) Paróquia Santa Maria, Mãe

Leia mais

Introdução ao Protestantismo no Brasil

Introdução ao Protestantismo no Brasil António Gouvêa /^lendonça Prócoro Velasques Filho fl^^ Introdução ao Protestantismo no Brasil H \0\ \ Ciências da Religião SUMARIO APRESENTAÇÃO 9 I. Evolução histórica e configuração atual do protestantismo

Leia mais

Roteiros Turísticos. [arte colonial]

Roteiros Turísticos. [arte colonial] Roteiros Turísticos [arte colonial] Ouro Preto [Arte Colonial] A Praça Tiradentes é o ponto central da cidade, como se fosse um divisor. A partir dela, podem-se programar as visitas. Como Ouro Preto possui

Leia mais

SNATTI The Art of Guiding. A Historia do Azeite EHTM- MIRANDELA

SNATTI The Art of Guiding. A Historia do Azeite EHTM- MIRANDELA SNATTI The Art of Guiding O Guia Intérprete como Embaixador de Portugal Seminários de Formação Activa A Historia do Azeite EHTM- MIRANDELA Dia 02 E 03 DE DEZEMBRO DE 2015 Seminário Técnico História do

Leia mais

PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO HISTÓRIA A. (sujeita a reajustamentos) 1º PERÍODO

PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO HISTÓRIA A. (sujeita a reajustamentos) 1º PERÍODO PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO HISTÓRIA A 10º Ano Ano Lectivo - 2012/2013 (sujeita a reajustamentos) Prof. ª Irene Lopes 1º PERÍODO MÓDULO 0 ESTUDAR E APRENDER HISTÓRIA MÓDULO 1 RAÍZES MEDITERRÂNICADA CIVILIZAÇÃO

Leia mais

Forte de S. Francisco Xavier Castelo do Queijo

Forte de S. Francisco Xavier Castelo do Queijo Forte de S. Francisco Xavier Castelo do Queijo Porto Praça Gonçalves Zarco 4100-274 Porto Tel: 22 618 10 67 3ª a Domingo : 13.00 às 18.00 Encerra: 2ª Fª Escolas, reformados e deficientes: gratuito. Restante

Leia mais

HISTÓRIA REVISÃO 1. Unidade II Civilização Greco Romana e seu legado. Aula 9 Revisão e avaliação da unidade II

HISTÓRIA REVISÃO 1. Unidade II Civilização Greco Romana e seu legado. Aula 9 Revisão e avaliação da unidade II HISTÓRIA REVISÃO 1 REVISÃO 2 REVISÃO 3 Unidade II Civilização Greco Romana e seu legado. Aula 9 Revisão e avaliação da unidade II HISTÓRIA REVISÃO 1 REVISÃO 2 REVISÃO 3 Expansionismo Romano - Etapas 1ª.

Leia mais

A Itália é um país com mais de trinta séculos de história. Foi, de facto, sede de grandes civilizações que influenciaram profundamente a evolução de

A Itália é um país com mais de trinta séculos de história. Foi, de facto, sede de grandes civilizações que influenciaram profundamente a evolução de HISTÓRIA DA ITÁLIA A Itália é um país com mais de trinta séculos de história. Foi, de facto, sede de grandes civilizações que influenciaram profundamente a evolução de toda a cultura ocidental. Berço da

Leia mais

Apresentação. (Solicitação do saudoso Santo Padre o Beato João Paulo II)

Apresentação. (Solicitação do saudoso Santo Padre o Beato João Paulo II) Apresentação A Renovação Carismática Católica do Estado do Piauí, movimento eclesial da Igreja Católica, tem por objetivo proporcionar às pessoas uma experiência concreta com Jesus Cristo, através do Batismo

Leia mais

1º ano. I. O Surgimento do Estado e a Organização de uma Sociedade de Classes

1º ano. I. O Surgimento do Estado e a Organização de uma Sociedade de Classes Africana: África como berço da humanidade Capítulo 1: Item 1 Européia Capítulo 1: Item 2 Asiática Capítulo 1: Item 2 Americana Capítulo 1: Item 3 Arqueologia Brasileira Capítulo 1: Item 4 A paisagem e

Leia mais

Município de Albufeira

Município de Albufeira Património arquitetónico religioso Município de Albufeira Igreja Matriz de Santa Maria antiga Igreja Matriz de Albufeira Localização: Rua do Cemitério Velho, Albufeira Elementos arquitetónicos e painel

Leia mais

A ocupação senhorial do território torriense As Instituições Religiosas

A ocupação senhorial do território torriense As Instituições Religiosas A ocupação senhorial do território torriense As Instituições Religiosas Marco de Reguengo Várzea (Torres Vedras) Após a queda das praças de Santarém, Lisboa e Sintra, em 1147, o território torriense passa

Leia mais

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 Secundário 10ºAno

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 Secundário 10ºAno Unidade Letiva: 1 Política, Ética e Religião Período: 1º Metas Objetivos Conteúdos Avaliação O. Amadurecer a sua responsabilidade perante a pessoa, a comunidade e o mundo. I. Conhecer o percurso da Igreja

Leia mais

Estatuto Jurídico dos Judeus e Mouros na Idade Média Portuguesa

Estatuto Jurídico dos Judeus e Mouros na Idade Média Portuguesa A/490020 JOAQUIM DE ASSUNÇÃO FERREIRA Estatuto Jurídico dos Judeus e Mouros na Idade Média Portuguesa (Luzes e Sombras, na convivência entre as três religiões) UNIVERSIDADE CATÓLICA EDITORA LISBOA 2006

Leia mais

INTEIRATIVIDADE FINAL CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA. Conteúdo: A Revolução Francesa

INTEIRATIVIDADE FINAL CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA. Conteúdo: A Revolução Francesa Conteúdo: A Revolução Francesa Habilidades: Reconhecer nas origens e consequências da Revolução Francesa de 1789, os elementos fundamentais da formação política e social contemporânea para a história contemporânea.

Leia mais

UM OLHAR DO TURISMO HISTÓRICO SOBRE AS PRINCIPAIS IGREJAS CATÓLICAS EM CUIABÁ - MT. Natalie Borges D Elia PET Geografia; GECA/UFMT kinzes@hotmail.

UM OLHAR DO TURISMO HISTÓRICO SOBRE AS PRINCIPAIS IGREJAS CATÓLICAS EM CUIABÁ - MT. Natalie Borges D Elia PET Geografia; GECA/UFMT kinzes@hotmail. UM OLHAR DO TURISMO HISTÓRICO SOBRE AS PRINCIPAIS IGREJAS CATÓLICAS EM CUIABÁ - MT Natalie Borges D Elia PET Geografia; GECA/UFMT [email protected] Julyanne Adalgiza de Almeida e Silva GECA/UFMT [email protected]

Leia mais

Superioridade ibérica nos mares

Superioridade ibérica nos mares 2.ª metade do século XVI Superioridade ibérica nos mares PORTUGAL Entre 1580 e 1620 ESPANHA Império Português do oriente entra em crise devido a Escassez de gentes e capitais Grande extensão dos domínios

Leia mais

A CRISE DO SISTEMA FEUDAL

A CRISE DO SISTEMA FEUDAL A CRISE DO SISTEMA FEUDAL O DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA FEUDAL NA EUROPA OCIDENTAL O apogeu do feudalismo ocorre entre os séculos IX e XIII; 4. CAUSAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO FEUDALISMO Fim das invasões

Leia mais

Arte na antiguidade: Roma. Prof. Arlindo F. Gonçalves Jr. http://www.mural-2.com

Arte na antiguidade: Roma. Prof. Arlindo F. Gonçalves Jr. http://www.mural-2.com Arte na antiguidade: Roma Prof. Arlindo F. Gonçalves Jr. http://www.mural-2.com INFLUÊNCIAS: arte etrusca - voltada para a expressão da arte vivida (destaque para o uso de arcos e abóbadas nas construções)

Leia mais

DAS ARTES. 1º semestre / 2012 Aula 5 26/03/2012. Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão. [email protected]

DAS ARTES. 1º semestre / 2012 Aula 5 26/03/2012. Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão. masiscao@hotmail.com ESTÉTICA TICA E HISTÓRIA DAS S 1º semestre / 2012 Aula 5 26/03/2012 Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão [email protected] IDADE MÉDIA Idade Antiga (Antiguidade) Idade Média (Era Medieval) c ESCRITA

Leia mais

OS MEMBROS DA MINHA FAMÍLIA

OS MEMBROS DA MINHA FAMÍLIA NOME OS MEMBROS DA MINHA FAMÍLIA ESTABELEÇO RELAÇÕES DE PARENTESCO : avós, pais, irmãos, tios, sobrinhos Quem pertence à nossa família? Observa as seguintes imagens. Como podes observar, nas imagens estão

Leia mais

Sumário. Agradecimentos II Resumo III Resumen V Abstrat X

Sumário. Agradecimentos II Resumo III Resumen V Abstrat X Sumário Agradecimentos II Resumo III Resumen V Abstrat X 1. Introdução Centro da investigação 01 Delimitação do campo de estudo e aproximação metodológica 02 Os percursos da investigação: o Rio Grande

Leia mais

Colégio Pedro II Departamento de Desenho e Artes Visuais

Colégio Pedro II Departamento de Desenho e Artes Visuais Colégio Pedro II Departamento de Desenho e Campus São Cristóvão II Coordenador pedagógico de Disciplina: Shannon Botelho 7º ano. TURMA: NOME: nº ARTE PÁLEO-CRISTÃ OU DAS CATACUMBAS Surgiu com os primeiros

Leia mais

Planificação Anual ANO LECTIVO - 2010/ 2011 COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS TEMA(S) / CONTEÚDOS AVALIAÇÃO CALENDARIZAÇÃO

Planificação Anual ANO LECTIVO - 2010/ 2011 COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS TEMA(S) / CONTEÚDOS AVALIAÇÃO CALENDARIZAÇÃO ANO LECTIVO - 010/ 011 ÁREA DISCIPLINAR DE HISTÓRIA HISTÓRIA 7º ANO COMPETÊNCIAS GERAIS 1. Tratamento de informação; utilização de fontes;. Compreensão histórica:.1. Temporalidade.. Espacialidade.3. Contextualização

Leia mais

Sistema feudal. Palavras amáveis não custam nada e conseguem muito. Blaise Pascal 15

Sistema feudal. Palavras amáveis não custam nada e conseguem muito. Blaise Pascal 15 Sistema feudal Com o declínio da mão de obra escrava no Império Romano, a consolidação da economia passa a ser feita a partir do estabelecimento de acordos entre ricos e pobres, onde o rico se propõe a

Leia mais

Igrejas paulistas: barroco e rococó

Igrejas paulistas: barroco e rococó Igrejas paulistas: barroco e rococó Vanessa Proença Título da obra: Igrejas paulistas: barroco e rococó. Autor: Percival Tirapeli 1 Um grande catálogo: é essa a impressão que o livro nos passa. A proposta

Leia mais

HISTÓRIA DA ARTE Da Pré-história ao Barroco. Professora: Vanessa Oliveira Arte 1ª série Ensino Médio

HISTÓRIA DA ARTE Da Pré-história ao Barroco. Professora: Vanessa Oliveira Arte 1ª série Ensino Médio HISTÓRIA DA ARTE Da Pré-história ao Barroco Professora: Vanessa Oliveira Arte 1ª série Ensino Médio O contexto de uma imagem nos apresenta o cenário geral em que ela foi produzida, sua função e o impacto

Leia mais

Introdução ao conceito de História/Tempos históricos/fonte Histórica/Periodização da História

Introdução ao conceito de História/Tempos históricos/fonte Histórica/Periodização da História Guará, 12/12/2014. Planejamento de conteúdos para o ano 2015 Professor: Otto Terra Disciplina: História 1º Ano Ens. Médio Fevereiro (02/02 a 06/02) Introdução ao conceito de História/Tempos históricos/fonte

Leia mais

Estação de Aveiro. 1 http://www.trainlogistic.com

Estação de Aveiro. 1 http://www.trainlogistic.com Estação de Aveiro 1 http://www.trainlogistic.com A Estação Ferroviária de Aveiro, também conhecida como Estação de Aveiro, é uma interface ferroviária da Linha do Norte, que serve a localidade de Aveiro,

Leia mais

Professor Sebastião Abiceu 6º ano Colégio Marista São José de Montes Claros - MG

Professor Sebastião Abiceu 6º ano Colégio Marista São José de Montes Claros - MG Professor Sebastião Abiceu 6º ano Colégio Marista São José de Montes Claros - MG MESOPOTÂMIA As primeiras cidades se formaram justamente na região onde a agricultura começou a se desenvolver: no Oriente

Leia mais

MESOPOTÂMIA ORIENTE MÉDIO FENÍCIA ISRAEL EGITO PÉRSIA. ORIENTE MÉDIO origem das primeiras civilizações

MESOPOTÂMIA ORIENTE MÉDIO FENÍCIA ISRAEL EGITO PÉRSIA. ORIENTE MÉDIO origem das primeiras civilizações MESOPOTÂMIA FENÍCIA ISRAEL EGITO ORIENTE MÉDIO PÉRSIA ORIENTE MÉDIO origem das primeiras civilizações CIVILIZAÇÕES DA ANTIGUIDADE ORIENTAL Mesopotâmia - Iraque Egito Hebreus Israel Fenícios Líbano Pérsia

Leia mais

Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano

Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano A Bíblia, na parte denominada Antigo Testamento (Torá), é o principal documento da história dos hebreus. Foi escrita ao longo

Leia mais

1º ano. 1º Bimestre. Revolução Agrícola Capítulo 1: Item 5 Egito - política, economia, sociedade e cultura - antigo império

1º ano. 1º Bimestre. Revolução Agrícola Capítulo 1: Item 5 Egito - política, economia, sociedade e cultura - antigo império Introdução aos estudos de História - fontes históricas - periodização Pré-história - geral - Brasil As Civilizações da Antiguidade 1º ano Introdução Capítulo 1: Todos os itens Capítulo 2: Todos os itens

Leia mais

Forma de organização econômica e tutorial rural na qual o trabalhador arrenda uma porção de terreno sob condição de reservar parte de sua produção como pagamento ao proprietário. O colono é denominado

Leia mais

Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo

Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo Prefeitura do Município de São Paulo Secretaria Municipal de Cultura Departamento do Patrimônio Histórico Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São

Leia mais

IGREJA LUSITANA CATÓLICA APOSTÓLICA

IGREJA LUSITANA CATÓLICA APOSTÓLICA IGREJA LUSITANA CATÓLICA APOSTÓLICA EVANGÉLICA COMUNHÃO ANGLICANA UMA IGREJA PORTUGUESA CENTENÁRIA SACRAMENTAL DE PARTILHA E MISSÃO O BISPO DIOCESANO, ELEITO PELO SÍNODO E SAGRADO POR OUTROS BISPOS, É

Leia mais

ARTE PRÉ-HISTÓRICA. IDADE DOS METAISaproximadamente 5.000 a 3.500 a.c. aparecimento de metalurgia; invenção da roda;

ARTE PRÉ-HISTÓRICA. IDADE DOS METAISaproximadamente 5.000 a 3.500 a.c. aparecimento de metalurgia; invenção da roda; ARTE PRÉ-HISTÓRICA PALEOLÍTICO INFERIOR aproximadamente 5.000.000 a 25.000 a.c.; controle do fogo; e instrumentos de pedra e pedra lascada, madeira e ossos: facas, machados. PALEOLÍTICO SUPERIOR instrumentos

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CAMARATE Planificação Anual - História

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CAMARATE Planificação Anual - História ESCOLA SECUNDÁRIA DE CAMARATE Planificação Anual - História Grupo - 400 Ano Letivo 2014/2015 Ano de Escolaridade 7º Ano Temas e Conteúdos Metas Metodologia / Estratégias - Recursos Avaliação Tempos Tema

Leia mais