Índice. 1 O Nascimento do Porto...30
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- Luiz Henrique Leal César
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1 Índice Parte I O Porto da Penaventosa Introdução O Portuense A Cidade e as suas Mensagens As Armas da Cidade O Solo e os Recursos Hídricos do Porto...24 Capítulo I Da Noite da História O Nascimento do Porto Do Paleolítico ao Neolítico A idade dos metais e a ocupação Celta A cultura castreja O período romano A Origem do Nome A Origem do Povo do Porto...40 Capítulo II A Idade Média A Alta Idade Média no Porto O reino suevo A agonia do Império Romano O primeiro período suevo ( ) e a primeira destruição de Portucale O segundo período suevo e a conversão ao cristianismo ( ) A rápida decadência do reino suevo. Segunda destruição de Portucale (585) O reino visigodo A ascensão do reino ibérico A conversão dos visigodos ao cristianismo A questão do Portuscale Castrum Novum e Portuscale Castrum Antiquum Decadência e queda do regime visigodo ( ). A terceira destruição de Portucale (716) O domínio árabe Do regime de presúrias à constituição de Portugal A divisão do território conquistado. O feudalismo A quarta destruição de Portucale e o seu repovoamento A Formação de Portugal O Povo e os seus costumes Os factores político-sociais O espírito de cruzada e a Nova Ordem religiosa A importância de Cluny na formação de Portugal O sistema político e a força da nobreza A concepção medieval da guerra O papel da Igreja A fragmentação do Reino de Leão...77
2 2.3 A liderança e a personalidade Conclusão O Povoamento de Portugal A Ordem de Cister e S. Bernardo de Claraval A Escultura Românica e o seu Significado O tímpano Representações em modilhões ou relevos Representações que aludem aos medos do homem medieval A representação vegetalista O Fenómeno Religioso na Cidade do Porto O mito, a fé e o desconhecido A Mãe Terra, precursora do culto de Maria O fenómeno da crença A transformação A protecção pelas santas imagens A origem dos Santos E finalmente Maria...95 Capítulo III Penaventosa: A História, a Cerca Velha e as suas Portas A Cerca Defensiva As Portas da Cerca Defensiva A porta de Sant Ana A porta de S. Sebastião A porta de Vandoma A porta das Verdades Capítulo IV A Doação do Burgo O Porto no Tempo de D. Hugo A Doação do Burgo A História das Inquirições O papel do Rei D. Afonso Henriques A organização A guerra A condução da política O papel do rei D. Sancho I A organização do País A guerra A crise social e as lutas do rei com o Clero Epílogo O papel centralizador de D. Afonso II A organização do País A situação militar D. Sancho II e a guerra civil A situação política A Lide do Porto O papel modernizador de D. Afonso III A organização do País A política militar externa de Portugal A questão religiosa A questão do Porto e Gaia...136
3 3.5.5 As Inquirições e a contestação do Bispo do Porto O Canal Maior e o Rio da Vila Conclusão O Rei D. Dinis Conclusão do Capítulo Capítulo V Passeio pelo Castelo Velho A Cidade Medieval O Terreiro da Sé A Casa da Câmara A estátua do Porto O monumento evocativo de D. Pedro Pitões A Capela de Nª Srª de Agosto A Torre medieval Pelourinho O Largo do açougue (Dr. Pedro Vitorino) e a Fonte de S. Sebastião A Capela de Nª Srª das Verdades A rua de D. Hugo As casas dos Cónegos A casa dos Freires de Andrade (Coutinho Bandeira) A Casa Museu de Guerra Junqueiro O passado do espaço A casa vista do exterior A estátua O museu A casa da Rua D. Hugo nº5 O Arqueosítio Vestígios da Cerca Medieval A Fonte de S. Miguel A história do Arcanjo S. Miguel O Beco dos Redemoinhos e a velha casa gótica A estátua de Vímara Peres A Cividade ou o Corpo da Guarda? A polémica da Cividade O Corpo da Guarda Os solares desaparecidos Capela de S. Roque A peste na cidade do Porto O oratório da Procissão dos Passos A Fonte de S. Sebastião Nª Srª do Ferro, do Recolhimento do Ferro ou de S. Sebastião O Aljube Eclesiástico Rua das Aldas versus Rua de Sant Ana O Largo do Colégio A rua Escura As ruas desaparecidas e as ruas que iam nascendo Capítulo VI A Sé A Sé Um Monumento em Revolução Constante As Contínuas Mutações...213
4 2.1 O pensamento Romântico O Núcleo do Porto Os primeiros trabalhos O papel do Estado Novo As grandes mudanças As Transformações que Conduziram ao Terreiro Das Origens da Sé A Sé Vista do Exterior A Filosofia de um Templo como a Sé A Localização do Templo A Concepção Românica da Igreja. O seu Significado O corpo da Igreja versus corpo de Cristo O triplo significado do Templo Românico O significado da revelação O significado de protecção O significado da peregrinação A escola de construção Os artistas O financiamento As Características Arquitectónicas da Sé Os arcobotantes e os contrafortes As Portas A Porta Norte A Porta Oeste As Torres sineiras As Frestas A Casa do Cabido O Interior da Sé Constituição do Templo As capelas da Igreja A capela-mor primitiva O Fim da Renascença e o Advento do Maneirismo A Génese do Barroco Os Elementos Artísticos e Arquitectónicos da Capela-Mor As pinturas e o mármore O êxtase da madeira. A Talha e os Cadeirais O Altar-Mor da Sé São Pantaleão O Transepto As Capelas do Transepto A Capela de Nª Srª de Vandoma O Senhor do Além O fenómeno do achamento das imagens O fenómeno das emparedadas A Capela do Santíssimo Sacramento O altar de prata e as Invasões Francesas As Misericórdias e as Confrarias A Procissão do Corpo de Deus Altar da Senhora do Presépio A história de S. João Baptista A história de S. João Evangelista A reminiscência pagã A história da Santíssima Trindade...327
5 A Capela de Nª Srª da Silva A Capela de S. Pedro Altar de Santa Ana O culto Mariano Descrição do Altar de Santa Ana Outros Elementos da Nave da Sé Os Altares Perdidos As visitas pastorais A Sacristia Pequena O Claustro Gótico O Monaquismo A queda e a ascensão do Estilo Gótico O Estilo Gótico A azulejaria até ao período Barroco A cobertura azulejar do Claustro Inferior As Capelas e Divisões do Claustro Inferior Capela de Nª Srª da Conceição Capela de Nª Srª da Piedade A Pietá Capela de Nª Srª da Esperança O Culto de Nª Srª da Esperança Capela de Nª Srª da Expectação As antífonas do Ó A Sacristia O Claustro Velho A Santa Casa da Misericórdia A Capela de S. João Evangelista A Capela de S. Vicente O Panteão bispal As escadas de Nasoni e os Sinos da Sé O Claustro Superior Os azulejos do Claustro superior, uma canção mista de religioso e profano A Casa do Cabido O Antecabido A Sala Capitular O Cartório O Museu do Tesouro da Sé A arte da ourivesaria na Idade Média A custódia e a hóstia Capítulo VII O Paço Episcopal A História do Paço Episcopal O Porto e o Rei Porto, ponto de encontro na história de seis personagens de nome João Um rei no Porto e uma Rainha no Paço Episcopal Os nomes ligados à evolução arquitectónica do Paço Episcopal Um ponto de encontro da política com a religião: D. João Rafael de Mendonça O Paço Episcopal Actual...409
6 2.1 O Paço, sede da Junta Provisória do Governo do Reino A Guerra Peninsular e as consequências A Junta do Porto e a sua importância na libertação da cidade e do País Conclusão Capítulo VIII O Colégio e a Igreja de S. Lourenço Colégio e Igreja de S.Lourenço O Estilo Maneirista A crise da Renascença e o advento do Maneirismo O Estilo Chão A génese do Estilo Chão A influência espanhola O Exterior da Igreja de S. Lourenço O Projecto. O Interior A História dos Jesuítas Caracterização da Escola Jesuíta. Os Militare Deo Companhia de Jesus Objectivos da Companhia de Jesus A Iconografia Jesuíta Os pilares do culto Jesuíta A iconografia Jesuíta fora do Colégio do Porto O papel das Congregações A História do Templo e dos Jesuítas na Cidade O papel de Francisco Borja na solidificação do Jesuitismo Os Agostinhos Descalços O Interior da Igreja de S.Lourenço A Capela-mor Os altares laterais da Igreja de S. Lourenço O transepto A Confraria dos Mercadores O culto do Santíssimo Sacramento A sacristia O Colégio de S. Lourenço O Museu de Arte Sacra e Arqueologia O Fenómeno Jesuíta e o Anti-Jesuitismo Bibliografia...469
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