8. CARACTERIZAÇÃO DO TURISMO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "8. CARACTERIZAÇÃO DO TURISMO"

Transcrição

1 8. CARACTERIZAÇÃO DO TURISMO 8.1. INTRODUÇÃO As principais diretrizes que têm guiado a política do Ministério do Meio Ambiente são o aprimoramento do controle ambiental através do licenciamento, fiscalização e monitoramento e o estímulo à sociedade para a adoção práticas econômicas e cotidianas sustentáveis, tendo em vista a implementação de um processo de desenvolvimento que utilize racionalmente os recursos ambientais, aproveitando suas potencialidades, elevando os padrões de qualidade de vida da população e promovendo a inclusão social. Para atingir esses objetivos, o ministério coordena o Programa Nacional do Meio ambiente II PNMA II, objeto de acordo de empréstimo entre o Governo Brasileiro e o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento BIRD. Para atender essas prioridades, o programa está estruturado em dois componentes: Desenvolvimento Institucional e Gestão Integrada de Ativos Ambientais. Para ambos estão destinados recursos que, entre outras ações estão financiando iniciativas nos Estados e no Distrito Federal que busquem a melhoria de três instrumentos da Política nacional de Meio ambiente, considerados estratégicos: o Sistema de Licenciamento Ambiental, o Sistema de Monitoramento da Qualidade da Água e o Ordenamento Territorial da Zona Costeira. Além desses, também estão sendo financiados projetos de Gestão Integrada do Meio Ambiente. Dentro do Programa Nacional de Meio Ambiente II PNMA II, o Subcomponente Gerenciamento Costeiro, ao lado do Monitoramento da Qualidade da Água e do Licenciamento Ambiental, integra o Componente Desenvolvimento Institucional. Com relação ao Ordenamento Territorial da Zona Costeira, através do Programa Nacional de Gerenciamento Costeiro GERCO, o governo federal vem atuando, desde a década de 1980, com os estados litorâneos, aos quais cabe a responsabilidade pelo ordenamento territorial das áreas costeira sob suas respectivas jurisdições e pela assistência técnica aos municípios litorâneos, para fins de desdobramento local das ações de planejamento regional. Insere-se nesse processo de articulação, o desenvolvimento de instrumentos de gestão ambiental municipal do uso do solo, com o estabelecimento de canais de participação e integração dos segmentos de governo e da sociedade no processo de tomada de decisão e de intervenção no meio ambiente. O trabalho do Programa Nacional de Gerenciamento Costeiro GERCO, tem respaldo na Constituição Federal que define a importância estratégica da Zona Costeira, declarando-a como Patrimônio Nacional. A partir daí, a lei federal n 7.661/88 instituiu o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro PNGC, que estabelece prioridades Para fins de conservação e proteção ambiental, define os instrumentos e preconiza a atuação coordenada da União, dos Estados e dos Municípios nas ações relativas à gestão da costa. No Estado do Ceará, o Programa de Gerenciamento Costeiro está sendo implementado com recursos oriundos do PNMA II, tendo como área de atuação prioritária o Litoral Leste do Estado, que compreende os municípios de Pindoretama, Cascavel, Beberibe, Fortim Aracati, Icapuí e Itaiçaba. Dentro das linhas de ação priorizadas pelo programa está a realização de um diagnóstico sobre o turismo neste setor do litoral, objetivando retratar a situação atual, procurando RELATÓRIO FINAL 8.1

2 identificar suas potencialidades e fragilidades, de modo a fornecer subsídios para a elaboração do zoneamento ecológico-econômico da faixa costeira cearense, permitindo sua utilização como instrumento de gestão territorial. As informações levantadas neste trabalho são de grande valia tanto para os gestores, como para todos os atores sociais envolvidos no processo de melhoria da qualidade ambiental OBJETIVOS O objetivo do presente trabalho é levantar informações que permitam avaliar o potencial turístico dos municípios que compõem o Litoral Leste do Estado do Ceará, como forma de subsidiar a sistematização da atividade através do seu ordenamento e disciplinamento de forma a conciliar o desenvolvimento econômico com a correta utilização dos recursos naturais METODOLOGIA A sistemática de trabalho a ser implementada constará das etapas abaixo discriminadas: Levantamento do material bibliográfico disponível; Análise do conteúdo dos dados técnicos em geral; Sistematização das informações e verificação in loco dos dados do levantamento bibliográfico realizado; Preparação de base cartográfica e/ou imagem, base planimétrica (mapas e fotografias); Deverão ser levantadas as seguintes informações: Mapeamento, quantificação e localização dos principais atrativos turísticos no litoral leste do Estado do Ceará; Caracterização da infraestrutura turística existente no litoral leste; Avaliação dos instrumentos normativos existentes para o disciplinamento da atividade (leis, decretos, instruções normativas etc.); Análise do estado atual de conservação dos atrativos turísticos existentes e os principais impactos causados pela ação antrópica; Avaliação das possibilidades de conflitos de usos da terra; Identificação dos principais Planos, Programas e Projetos de desenvolvimento turístico existentes para a região; Representação cartográfica, em escala compatível com os levantamentos efetuados; Proposição de alternativas para o disciplinamento da atividade turística, com base no diagnóstico realizado. RELATÓRIO FINAL 8.2

3 8.4. O TURISMO NO PLANO DE GOVERNO A Política Estratégica do Turismo é o instrumento que rege as ações governamentais e orienta as ações do setor privado, estabelecendo as diretrizes gerais, as estratégias, as linhas de ação, a organização espacial, os modelos de gestão e as metas a curto, médio e longo prazos. De acordo com a Política Estratégica do Turismo para o período , nos últimos oito anos o turismo no Ceará apresentou um grande avanço, representado pelo aumento do fluxo turístico em 114%, contribuindo para geração de emprego e aumento do nível de renda da população, decorrente de um esforço governamental que resultou nas seguintes conquistas: Definição do território como base do desenvolvimento e da interiorização do turismo. Valorização dos atrativos naturais e culturais do Estado na elaboração de produtos e diversificação da oferta turística. Implantação de infra-estrutura de acesso, saneamento básico, energia e comunicação. Implementação de uma política de gestão em parceria com os setores público e privado no planejamento e desenvolvimento das ações. Fortalecimento da organização municipal e regional para o turismo. Consolidação de Fortaleza como portão de entrada nacional e internacional para o turismo. Inserção do destino Ceará nos mercados nacionais e internacionais, resultante de ações promocionais, de captação de eventos e investimentos. Capacitação dos agentes do turismo em diversos níveis da formação, no desenvolvimento da pesquisa e na difusão tecnológica da informação. Além desses fatores deve-se destacar a forte presença do setor privado na instalação e ampliação dos meios de hospedagem e de alimentação, na realização da produção cultural, de entretenimento e esportiva, na diversificação dos serviços turísticos, na oferta de produtos turísticos no mercado e no fortalecimento da sua base organizacional. A visão de futuro do turismo no Ceará baseia-se na consolidação das suas atividades a partir dos seguintes princípios: Turismo como negócio Fator de desenvolvimento econômico. Fator de inclusão social e melhoria da qualidade de vida Fator de competitividade territorial, econômica, social e ambiental das diversas regiões do Estado. Estes princípios estão fundamentados nas premissas do Programa Governamental ( ): Sustentabilidade, compromisso com a conservação e preservação da natureza e da cultura, adoção de práticas produtivas ecologicamente responsáveis e com a gestão ambiental; Equilíbrio espacial, distribuição mais equilibrada das atividades econômicas nas diversas macrorregiões do estado; RELATÓRIO FINAL 8.3

4 Eqüidade social, progresso econômico associado à melhoria da distribuição de renda, redução da pobreza e diminuição da parcela da população atualmente excluída dos frutos do desenvolvimento; Solidariedade, criação das condições para que a população menos favorecida encontre meios de subsistência enquanto se habilita para ser inserida no mercado de trabalho e compartilhar os benefícios do progresso; Competitividade, capacidade de setores estratégicos da economia de obter resultados superiores a seus concorrentes no processo de competição. A partir de 1995 o Plano de Desenvolvimento Sustentável do Governo estadual ( ), e a nova Política de Turismo, espacializou o estado em regiões estratégicas, as Macrorregiões Turísticas, interligadas e complementadas pelos contrastes das unidades geoambientais do litoral, das serras e do sertão. Constituem a base física de interação e espaço para aglutinar ações com vistas a assegurar a implantação e/ou consolidação de centros, núcleos, pólos, roteiros e corredores turísticos. São elas: MRT 1 Fortaleza/Metropolitana; MRT 2 Litoral Oeste/Ibiapaba; MRT 3 Litoral Leste/Apodi; MRT 4 Serras Úmidas/Baturité; MRT 5 Sertão Central e MRT 6 Araripe/Cariri. Os municípios abordados no presente trabalho compõem a área correspondente ao Setor Leste do Estado do Ceará e englobam os municípios de Pindoretama, Cascavel, Beberibe, Fortim Aracati, Icapuí e Itaiçaba, todos eles inseridos na MRT 3 - Macrorregiao Turística do Litoral Leste/Apodi Caracterização da Infratestrutura Turística do Litoral Leste do Ceará Município de Aracati HÍSTÓRICO Diversos são os significados atribuídos a palavra Aracati. Assegura Raimundo Girão que os etimologistas estão em desacordo quanto à toponímia de Aracati, senão vejamos, Paulino Nogueira: "pedra branca comprida para cima, no lugar passagem de pedra" ou como quer Barba Alardo "bonança, oportunidade"; para G. Dias, "bons ares, de 'ara', tempo, e 'catu', bom"; neste mister, veja-se Martius: "Aracati o lugar donde vinha a monção". Para João Brígido é "ara" - claro, "catu" - bonançoso (águas claras e bonançosas), daí porque se escrevia tambem: "aracaty ou aracatu". Essas duas palavras tupis combinadas, dão a idéia perfeita de uma região, que impressionava pela claridade e mansidão de suas águas na embocadura do jaguaribe. Já Teodoro Sampaio entende que deva ser: "vento muito, rajada forte"; "aragem cheirosa, vento que cheira" e por fim Barão de Studart: "tempo bom". Foi no encontro das águas do rio Jaguaribe com o mar que Pero Coêlho de Souza mandou erguer, em 10 de agosto de 1603, o Fortim São Lourenço, lançando assim a pedra fundamental para a construção da cidade de Aracati que, de início, se chamou São Lourenço (1603), Arraial, Cruz das Almas e São José do Porto das Barcas, dadas as boas condições para aporte de embarcacoes na foz do rio como também nas próximas águas litorâneas, conduzindo produtos que abasteciam a Capitania e recebendo cargas de produtos nativos, chegando a atracar, anualmente, nada menos de 25 unidades. A elevação do povoado à categoria de Vila, provém de Resolução Régia, datada de 11 de abril de 1747, instrumento anteriormente aprovado segundo Resolução do Conselho Ultramarino, RELATÓRIO FINAL 8.4

5 de 12 de dezembro de Sua instalação, como o nome atual, ocorreu a 10 de fevereiro de 1748, tendo como Presidente das solenidades o Ouvidor Manuel José de Faria. A elevação da Vila à categoria de Cidade provém da Lei Provincial nº 244, de 25 de outubro de 1842, não constando registro de sua instalação. Desde o século XVII Aracati desempenhou importante função de polo econômico, cultural e recreacional no Estado. Chegou a ser o município de maior influência em toda região do Baixo Jaguaribe, tendo, no passado um período de apogeu econômico. As oficinas de carne ou charqueadas constituíram um importante marco no desenvolvimento socioeconômico e cultural do município, o que contribuiu para a concentracão populacional e formação de um núcleo urbano dotado de um rico patrimônio arquitetônico, que atualmente significa um dos atrativos turísticos da região. Além do patrimônio histórico, Aracati também é possuidor de um grande patrimônio natural, constituído por praias, dunas, falésias, coqueirais, lagoas, nascentes e manguezais, dentre outros. POTENCIALIDADE TURÍSTICA DO MUNICÍPIO Atrativos Naturais Praia do Cumbe: localizada na foz e na margem direita do rio; grandes dunas ao fundo; o acesso é difícil, somente por trilhas sobre dunas; plantação de coqueiros, local de terreno alagado, ponto de onde é possível visualizar uma paisagem de rio, praia e mar; Praia de Canoa Quebrada: a 12 km da sede do município, praia em frente à pequena enseada situada na base de falésias com areia colorida; o núcleo situa-se em cima de falésia, de onde seavista toda a costa que vai do rio Jaguaribe até a Ponta Grossa; por trás da falésia, as dunas brancas e móveis encontram a vegetação interior; as lagoas e os alagados em meio ao carnaubal e coqueiros complementam a paisagem; o ancoradouro situa-se na praia, e a enseada é fundeadouro de pequenas jangadas; o acesso asfaltado e a energia instalada, mudaram o misticismo existente no local há 10 anos atrás, embora seja ainda a praia de interesse internacional do litoral leste. Há um complexo Turístico Porto Canoa, um Hotel de Padrão Internacional; Praia do Esteves: próximo a Canoa Quebrada, situada em frente a enseada, possui falésias vermelhas, prolongamento de Canoa Quebrada; núcleo de nativos ainda primitivo sem energia e com acesso apelas por trilha sobre as dunas vermelhas; dunas brancas fazem o cenário de fundo do núcleo; o verde da vegetação dunar pontilha o branco da areia; tem hoje, o cenário místico de Canoa Quebrada há anos atrás, por isso constitue-se grande atração do local; Praia de Majorlândia: a 12 km de Canoa Quebrada, praia mais habitada do município, em meio a denso coqueiral, diluindo-se sobre as falésias vermelhas de um lado do núcleo e falésias brancas na direção oposta; o núcleo de pescadores integra-se ao núcleo urbano turístico; as areias coloridas e o artesanato proveniente das mesmas fizeram o nome do local; as jangadas em grande número fazem um conjunto e complementam com suas velas a paisagem local, ancoradas ao largo da praia; as nascentes, com banhos de bica, constituem um atrativo a mais; Praia da Quixaba: a 3 km de Majorlândia, praia na base do núcleo situado sobre a falésia branca que faz o cenário de fundo; a beleza do local é constituído pelos arubus formados RELATÓRIO FINAL 8.5

6 pela falésias (depressões das nascentes), local de banho e de captação d água; o núcleo de pescadores tem seu ancoradouro na praia; os barcos de pesca de camarão ficam fundeados na água ao largo da praia; Praia da Tapera: próximo a Quixaba, praia frente ao núcleo nativo primitivo; acesso somente pela praia; as falésias brancas compõem formações de estalactites de grande beleza; nascente ao longo das falésias brancas; Praia da Lagoa do Mato: a 5 km de Quixaba, praia situada ao pé do costão da duna por onde passa o sangradouro da Lagoa do Mato; recanto com denso coqueiral, núcleo de pescadores e ancoradouro de jangada; as nascentes das falésias brancas permanecem na paisagem; Praia da Fontainha: a 2km de Retirinho, praia na base das falésias, núcleo ao longo da encosta onde as nascentes permanecem; Praia do Retirinho: a 4 km de Ponta Grossa, praia situada na foz do sangradouro do riacho São Francisco; existe o represamento deste formando uma piscina de banho público; a área é abrigada na costa por um pequeno promontório que avança no mar; denso coqueiral sombreia o recanto; Praia do Retiro Grande : a 2 km de Retirinho, praia na base da duna vermelha ao longo da enseada formada pela Ponta Grossa; a enseada sofre ações da maré formando braços de mar ao pé das dunas, o que permite florecer densa vegetação de mangue; rochas e formações rochosas pontilham o mar na maré baixa; Murici (a 2 km de Fontainha). Atrativos Culturais Antigo Centro exportador de charqueadas, torna-se o Centro mais importante do Ceará em fins do século XIX. Conjunto arquitetônico de meados do século XIX; Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário, iniciada no começo do século XVIII e concluída na segunda metade do século XIX. Incluída como Monumento Nacional nos livros de tombo do IPHAN; Casa da Câmara e Cadeia, iniciada no século XVIII, tombada pelo SPHAN; Sobrado do Barão de Aracati, hoje Museu Jaguaribano; Sítio Santarém; Sobrados e casas térreas da antiga rua do Comércio (rua Grande); Igrejas do Bonfim, dos Prazeres, Capelas do Rosário e dos Navegantes, tombadas pelo IPHAN. Artesanatos Traçado (palha e cipó), labirinto, renda, bordado, filé, areia colorida, chifre de boi, casco de tartaruga; Cooperativa Artesanal Jaguaribana. Principais Eventos Carnaval do Aracati (fevereiro); Festa do Senhor do Bonfim (1/1); Festa de São Sebastião (janeiro); Canoarte (julho - Canoa Quebrada); Festa do Município (25/7); Regata de Jangadas de Majorlândia (outubro); Festival Folclórico - Cultural do Baixo Jaguaribe (janeiro). RELATÓRIO FINAL 8.6

7 Outros Destaques Pontal de Maceió; Pedra Grande da Majorlândia - com 21 metros de profundidade e com 2horas e 30 minutos de tempo gasto em barco pequeno, além do Cisne Branco, navio naufragado aos 15 metros de profundidade com 1 hora de tempo gasto em embarcação pequena. Manifestações Folclóricas Pastoril, Reisado, Bumba-meu-boi (ciclo natalino); Quadrilha (jun); Dança do coco; Nau Catarineta (jun/dez). Rede Hoteleira BEST WESTERN PORTO CANOA: RESORT HOTEL Porto Canoa - Majorlândia CEP: Aracati CE Tel.: (88) / Reserva : (85) UHs: 137 Leitos: 272; BRISA RIO HOTEL: Rua Cel. Alexandrino, 1179 Centro - Aracati CE CEP: Tel.: (88) UHs: 16 Leitos: 36; CHALE ATMOSFERA: Praia da Canoa Quebrada Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 8 Leitos: 16; CHALE LAGOA DO MATO: Praia da Lagoa do Mato CEP: Lagoa do Mato Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 7 Leitos: 15; FALESIA PRAIA HOTEL: Ed. Plácido Cidade Nuvens Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 17 Leitos: 34; POUSADA SEREIA: Rua Antônio Santos, S/N Majorlandia CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 21 Leitos: 63; POUSADA DOS COQUEIROS: Porto Canoa CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 18 Leitos: 36; MAJORLÂNDIA PRAIA HOTEL: Majorlândia CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 13 Leitos: 30; POUSADA AILA: Próximo A Pracinha Quixaba A CEP: Aracati CE Tel.: (88) R: 120 UHs: 2 Leitos: 4; POUSADA BEIRA MAR: Majorlândia CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 13 Leitos: 46; POUSADA BELA VISTA: Rua Quatro Ventos, 14 Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) e Telefax: UHs: 10 Leitos: 25; POUSADA CALEDOSCOPIO: Rua Principal da Praia, S/N Canoa Quebrada Tel.: (88) CEP: Aracati - CE UHs: 04 Leitos: 12; POUSADA CALIFÓRNIA: Canoa Quebrada CEP: Aracati - CE Tel.: (88) UHs: 12 Leitos: 35; POUSADA CANTEIROS: Rua Cel. Alexandrino, 1559 CEP: Aracati - CE Tel.: (88) UHs: 3 Leitos: 7; RELATÓRIO FINAL 8.7

8 POUSADA DAS CORES: Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 6 Leitos: 15; POUSADA LUNA ROSA: Rua Descida do Mar, s/nº CEP: Canoa Quebrada - Aracati-CE Tel.: (88) UHs: 8 Leitos: 16; POUSADA DA LUCIA: Tapera de Quixaba Quixaba Tel.: (88) R:102 CEP: Aracati - CE UHs: 7 Leitos: 14; POUSADA DAS ILHAS: Rua Dom Manuel Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 10 Leitos: 27; POUSADA DO TOBY: Praia da Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 12 Leitos: 24; POUSADA DOS NOSSOS SONHOS: Rua CEl. Alexandrino, 1662 Centro Aracati CE CEP: Tel.: (88) UHs: 20 Leitos: 62; POUSADA EUROPA: Canoa Quebrada Aracati CE CEP: Tel.: (88) UHs: 12 Leitos: 36; POUSADA CHATALETTA: Rua Descida da Praia, s/nº Canoa Quebrada - Aracati CE CEP: Tel.: (88) UHs: 8 Leitos: 22; LA DOLCE VITA: Rua Descida da Praia, s/nº Canoa Quebrada - Aracati CE CEP: Tel.: (88) UHs: 9 Leitos: 31; LONG BEACH VILLAGE: Rua Quatro Ventos, 350 Canoa Quebrada - Aracati CE CEP: Tel.: (88) UHs: 4 Leitos: 8; BONANZA POUSADA: Rua Descida da Praia, s/nº Canoa Quebrada - Aracati CE CEP: Tel.: (88) / UHs: 4 Leitos: 12; POUSADA VALE DO LUAR: Rua Caminho do Mar, s/nº Canoa Quebrada - Aracati CE CEP: Tel.: (88) UHs: 7 Leitos: 22; POUSADA JOSEPH: Canoa Quebrada - Aracati CE CEP: Tel.: (88) / UHs: 3 Leitos: 6; POUSADA ESQUINA DAS FLORES: Rua Principal, S/N Majorlandia Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 10 Leitos: 20; POUSADA FORTALEZA: Rua Francisco Belizário, S/N Canoa Quebrada Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 9 Leitos: 19; POUSADA LUA ESTRELA: Rua Nascer do Sol, 106 Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 11 Leitos: 34; POUSADA JOSEPH: Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 03 Leitos: 06; POUSADA LATITUDE: Rua Dragão do Mar, S/N Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 15 Leitos: 23; POUSADA LUA MORENA: Rua Principal, S/N Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) [email protected] / Site: UHs: 17 Leitos: 52; POUSADA LITORÂNEA: Rua CEl. Alexandrino, 1251 Centro Sede CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 21 Leitos: 45; POUSADA LOGUS OU LOGUS HOTEL: Rua Sdo, S/N Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) e UHs: 10 Leitos: 12; RELATÓRIO FINAL 8.8

9 POUSADA MARESIAS: Descida da Praia, S/N Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) Fax: (88) UHs: 4 Leitos: 10; POUSADA MORADA D ALDEIA: Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 05 Leitos: 10; POUSADA MARIA ALICE: Rua Dragão do Mar, S/N Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 15 Leitos: 30; POUSADA BEIRA MAR: Rua da Praia, s/nº Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 13 Leitos: 46; POUSADA BRASILIS RESORTS: Rua Dragão do Mar, S/N Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 04 Leitos: 12; POUSADA OÁSIS DO REI: Rua Nascer do Sol, 112 Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 19 Leitos: 30; POUSADA POR DO SOL: Rua Descida da Praia, S/N Canoa Quebrada CEP: Aracati POUSADA QUIXABA: Quixaba CEP: Aracati CE UHs: 4 Leitos: 8; POUSADA RECANTO FELIZ: Majorlândia CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 8 Leitos: 17; POUSADA REFÚGIO DOURADO: Majorlândia CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 13 Leitos: 42; POUSADA RODOVIA: BR-304 km 46 Pedregal Aracati CE CEP: Tel.: (88) Uhs: 11 Leitos: 33; POUSADA RECANTO DAS DUNAS: Majorlândia CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 13 Leitos: 28; NOSSA POUSADA: Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel. (88) UHs: 05 Leitos: 55; POUSADA SETE MARES: Rua Quatro Ventos, 400 Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) /1199 UHs: 05 Leitos: 16; POUSADA E RESTAURANTE SOLAR: Quixaba CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 13 Leitos: 30; POUSADA TXUCARRAMÃ: Rua Dragão do Mar, S/N Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 4 Leitos: 14; POUSADA TROPICALIA: Rua Dragão do Mar, S/N Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 20 Leitos: 69; POUSADA VIA LACTEA: Praia de Canoa Quebrada Canoa Quebrada Aracati CE Tel.: (88) UHs: 10 Leitos: 25; RESTAURANTE E POUSADA TENDA DO CUMBE: Praça do Monumento - Beco da Tenda Canoa Quebrada Aracati CE Tel.: (88) UHs: 6 Leitos: 18; TRANQUILANDIA VILLAGE: Praia da Canoa Quebrada Canoa Quebrada Aracati CE Tel.: (88) UHs: 10 Leitos: 7; POUSADA SUBINDO AS DUNAS: Rua do Paraiso, s/nº Canoa Quebrada Aracati CE Tel.: (88) UHs: 4 Leitos: 12; RELATÓRIO FINAL 8.9

10 POUSADA BONS VENTOS: Rua Cel. Alexandrino, 344 Centro Aracati- Ce Tel.: (88) UHs:30 Leitos:52; VILLAGE LONG BEACH: Rua Long Beach, s/n Canoa Quebrada - Aracati- Ce Tel. (88) / / UHs: 20 Leitos: 86. Serviço de Alimentação BEST WESTERN PORTO CANOA: RESORT HOTEL Porto Canoa - Majorlândia CEP: Aracati CE Tel.: (88) / Reserva : (85) UHs: 137 Leitos: 272; BRISA RIO HOTEL: Rua Cel. Alexandrino, 1179 Centro - Aracati CE CEP: Tel.: (88) UHs: 16 Leitos: 36; CHALE ATMOSFERA: Praia da Canoa Quebrada, Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 8 Leitos: 16; CHALE LAGOA DO MATO: Praia da Lagoa do Mato CEP: , Lagoa do Mato Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 7 Leitos: 15; FALESIA PRAIA HOTEL: Ed. Plácido Cidade Nuvens, Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 17 Leitos: 34; POUSADA SEREIA: Rua Antônio Santos, S/N, Majorlandia CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 21 Leitos: 63; POUSADA DOS COQUEIROS: Porto Canoa, CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 18 Leitos: 36; MAJORLÂNDIA PRAIA HOTEL: Majorlândia CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 13 Leitos: 30; POUSADA AILA: Próximo a Pracinha, Quixaba CEP: Aracati CE Tel.: (88) R: 120 UHs: 2 Leitos: 4; POUSADA BEIRA MAR: Majorlândia CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 13 Leitos: 46; POUSADA BELA VISTA: Rua Quatro Ventos, 14, Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) e Telefax: UHs: 10 Leitos: 25; POUSADA CALEDOSCOPIO: Rua Principal da Praia, S/N, Canoa Quebrada Tel.: (88) CEP: Aracati - CE UHs: 04 Leitos: 12; POUSADA CALIFÓRNIA: Canoa Quebrada CEP: Aracati - CE Tel.: (88) UHs: 12 Leitos: 35; POUSADA CANTEIROS: Rua Cel. Alexandrino, 1559 CEP: Aracati - CE Tel.: (88) UHs: 3 Leitos: 7; POUSADA DAS CORES: Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 6 Leitos: 15; POUSADA LUNA ROSA: Rua Descida do Mar, s/nº CEP: , Canoa Quebrada - Aracati-CE Tel.: (88) UHs: 8 Leitos: 16; POUSADA DA LUCIA: Tapera de Quixaba, Quixaba Tel.: (88) R:102 CEP: Aracati - CE UHs: 7 Leitos: 14; RELATÓRIO FINAL 8.10

11 POUSADA DAS ILHAS: Rua Dom Manuel, Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 10 Leitos: 27; POUSADA DO TOBY: Praia da Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 12 Leitos: 24; POUSADA DOS NOSSOS SONHOS: Rua Cel. Alexandrino, 1662 Centro Aracati CE CEP: Tel.: (88) UHs: 20 Leitos: 62; POUSADA EUROPA: Canoa Quebrada, - Aracati CE CEP: Tel.: (88) UHs: 12 Leitos: 36; POUSADA CHATALETTA: Rua Descida da Praia, s/n, Canoa Quebrada - Aracati CE CEP: Tel.: (88) UHs: 8 Leitos: 22; LA DOLCE VITA: Rua Descida da Praia, s/nº Canoa Quebrada - Aracati CE CEP: Tel.: (88) UHs: 9 Leitos: 31; LONG BEACH VILLAGE: Rua Quatro Ventos, 350 Canoa Quebrada - Aracati CE CEP: Tel.: (88) UHs: 4 Leitos: 8; BONANZA POUSADA: Rua Descida da Praia, s/nº Canoa Quebrada - Aracati CE CEP: Tel.: (88) / UHs: 4 Leitos: 12; POUSADA VALE DO LUAR: Rua Caminho do Mar, s/nº Canoa Quebrada - Aracati CE CEP: Tel.: (88) UHs: 7 Leitos: 22; POUSADA JOSEPH: Canoa Quebrada - Aracati CE CEP: Tel.: (88) / UHs: 3 Leitos: 6; POUSADA ESQUINA DAS FLORES: Rua Principal, S/N, Majorlandia - Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 10 Leitos: 20; POUSADA FORTALEZA: Rua Francisco Belizário, S/N, Canoa Quebrada - Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 9 Leitos: 19; POUSADA LUA ESTRELA: Rua Nascer do Sol, 106, Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 11 Leitos: 34; POUSADA JOSEPH: Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 03 Leitos: 06; POUSADA LATITUDE: Rua Dragão do Mar, S/N, Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 15 Leitos: 23; POUSADA LUA MORENA: Rua Principal, S/N, Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) [email protected] / Site: UHs: 17 Leitos: 52; POUSADA LITORÂNEA: Rua Cel. Alexandrino, 1251 Centro Sede CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 21 Leitos: 45; POUSADA LOGUS OU LOGUS HOTEL: Rua Sdo, S/N, Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) e UHs: 10 Leitos: 12; POUSADA MARESIAS: Descida da Praia, S/N Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) Fax: (88) UHs: 4 Leitos: 10; POUSADA MORADA D ALDEIA: Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 05 Leitos: 10; POUSADA MARIA ALICE: Rua Dragão do Mar, S/N, Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 15 Leitos: 30; RELATÓRIO FINAL 8.11

12 POUSADA BEIRA MAR: Rua da Praia, s/nº Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 13 Leitos: 46; POUSADA BRASILIS RESORTS: Rua Dragão do Mar, S/N, Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 04 Leitos: 12; POUSADA OÁSIS DO REI: Rua Nascer do Sol, 112, Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 19 Leitos: 30; POUSADA POR DO SOL: Rua Descida da Praia, S/N, Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 14 Leitos: 36; POUSADA QUIXABA: Quixaba CEP: Aracati CE UHs: 4 Leitos: 8; POUSADA RECANTO FELIZ: Majorlândia CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 8 Leitos: 17; POUSADA REFÚGIO DOURADO: Majorlândia CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 13 Leitos: 42; POUSADA RODOVIA: BR-304 km 46, Pedregal - Aracati CE CEP: Tel.: (88) Uhs: 11 Leitos: 33; POUSADA RECANTO DAS DUNAS: Majorlândia CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 13 Leitos: 28; NOSSA POUSADA : Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel. (88) UHs: 05 Leitos: 55; POUSADA SETE MARES: Rua Quatro Ventos, 400 Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) /1199 UHs: 05 Leitos: 16; POUSADA E RESTAURANTE SOLAR: Quixaba CEP: Aracati CE Tel.: (88) / UHs: 13 Leitos: 30 POUSADA TXUCARRAMÃ: Rua Dragão do Mar, S/N, Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 4 Leitos: 14; POUSADA TROPICALIA: Rua Dragão do Mar, S/N, Canoa Quebrada CEP: Aracati CE Tel.: (88) UHs: 20 Leitos: 69; POUSADA VIA LACTEA: Praia de Canoa Quebrada, Canoa Quebrada Aracati CE Tel.: (88) UHs: 10 Leitos: 25; RESTAURANTE E POUSADA TENDA DO CUMBE: Praça do Monumento - Beco da Tenda, Canoa Quebrada - Aracati CE Tel.: (88) UHs: 6 Leitos: 18; TRANQUILANDIA VILLAGE: Praia da Canoa Quebrada, Canoa Quebrada Aracati CE Tel.: (88) UHs: 10 Leitos: 7; POUSADA SUBINDO AS DUNAS:Rua do Paraiso, s/n, Canoa Quebrada Aracati CE Tel.: (88) UHs: 4 Leitos: 12; POUSADA BONS VENTOS: Rua Cel. Alexandrino, 344 Centro Aracati - Ce Tel.: (88) UHs:30 Leitos:52; VILLAGE LONG BEACH: Rua Long Beach, s/n, Canoa Quebrada - Aracati- Ce Tel.: (88) / / UHs: 20 Leitos: 86. Ligação Rodoviária Tempo: (2h) de Fortaleza - Empresa: Guanabara (tel: ) - Freqüência: diariamente RELATÓRIO FINAL 8.12

13 Órgão de Turismo Secretaria de Cultura e Meio Ambiente : Tel. (88) Município de Beberibe HISTÓRICO Há a versão de Paulino Nogueira sobre Martius, de modo que o nome "viba", cana de "pype", lugar onde, ou seja, "lugar onde cresce a cana", lembra ainda beberibe é nome de frutinha que se come, de um amarelo encarnado, do tamanho do murici. Já Teodoro Sampaio, com a grafia Bibiribe, assinala: "rio do vai-e-vem ou então "rio dos juncos ou do juncal". Suas origens estão vinculadas a uma Sesmaria concedida pelo Capitão-Mor Thomaz Cabral de Olival aos fazendeiros Domingos Ferreira Chaves, Manuel Nogueira Cardoso, Sebastião Dias Freire e João Carvalho da Nóbrega. Essa Sesmaria compreendida, além de outras glebas, os sítios Lucas e Bom Jardim, tendo como referência de data de 16 de agosto de Quanto ao povoamento inicial, este se formou em torno do sítio Lucas, denominação predominante durante anos, pelo menos até que novas alterações se processassem. Sua elevação à categoria de Vila ocorreu na forma da Lei Provincial nº 2.051, de 24 de novembro de O município viria dez anos após, conforme Lei nº 67, de 5 de julho de 1892, tendo sido instalado a 18 de setembro de Suprimido, conforme Lei nº 2.423, de 21 de outubro de 1920, e restaurado na forma da Lei nº 2.436, de 21 de outubro de Suprimido em segundo turno, conforme Dec-Lei nº 193, de 20 de maio de 1931, e finalmente restaurado segundo Lei nº 1.153, de 22 de novembro de 1951, ocorrendo sua instalação a 25 de março de O município apresenta um belo litoral, com cerca de 60 Km de costa, entrecortado por estuários e manguezais. Dunas, falésias e coqueirais compõem a paisagem, conferindo beleza especial. Possui, ainda, várias lagoas formadas com o represamento das águas pelas dunas. Beberibe é banhado pelas águas dos rios Pirangi e Choró, que apresentam extensas áreas de manguezais em seu baixos cursos. O turismo tem promovido as belezas naturais do município, consolidando uma imagem em nível nacional e internacional, assim como conquistando uma boa infra-estrutura, principalmente ao longo das praias. POTENCIALIDADE TURÍSTICA DO MUNICÍPIO Atrativos Naturais Praia do Morro Branco - a 4 km da sede, esta praia exerce grande atrativo por apresentar rara beleza paisagística conferida pela presença de falésias, consideradas vivas por ainda estarem sujeitas à ação do mar. Precedidas por um platô, que permite uma visão panorâmica da costa, estas falésias de litilogia tenra, formadas pelos sedimentos do Barreiras, são intensamente esculpidas pelo trabalho erosivo das águas, originando a formação de cavernas e outras formas semelhantes a canyons. A ocorrência de camadas de cromaticidade variada dá RELATÓRIO FINAL 8.13

14 origem as areias multicoloridas, utilizadas como matéria-prima para um artesanato típico desta área. A existência de fontes de água doce, localmente chamadas bicas é um atrativo a mais, proporcionando agradáveis banhos aos visitantes e nativos. As dunas de areias brancas aparecem por trás das falésias, represando as águas da Lagoa do Tracoá, onde a cobertura vegetal perenifólia é mais exuberante. Em Morro Branco está situado um importante povoado, que detém um núcleo de pescadores, casas de veraneio, polo de artesanato, infra-estrutura hoteleira, porto de jangadas, barracas, serviços de bares e restaurantes. No lado oeste desta praia, localiza-se a Marina do Morro Branco, que se constitui um amplo pólo de veraneio com apartamentos, casas e equipamentos turísticos; Praia das Fontes: situada a 5 km da sede, apresenta semelhanças paisagísticas com o Morro Branco, pela presença de falésias e dunas. Estas formações dunares dispõem-se num cordão praticamente contínuo e paralelo à costa e funcionam como armazenadoras das águas. Daí a ocorrência das fontes de água doce que jorram das falésias vivas e coloridas. Nesta praia encontra-se uma formação conhecida como Gruta da Mão D Água. Destaca-se em meio ao cenário de dunas, a Lagoa da Uberaba, cujas águas abastecem a sede do município. Situa-se nesta praia um importante núcleo de pescadores, casas de veraneio, ancoradouro de jangadas, além de uma excelente infra-estrutura hoteleira constituída inclusive por um resort. A vila possui energia elétrica e a estrada asfaltada vai até a parte baixa. A parte alta, que lhe dá continuidade, é conhecida como Praia do Diogo, cujo acesso se faz por estrada de piçarra. De um modo geral, observa-se na Praia das Fontes, que a faixa praial se apresenta mais estreita, limitada pela escarpa das falésias que aí estão localizadas mais próximas ao mar, o que dificulta o tráfego de veículos em geral bugres- pela praia, durante a maré alta; Praia do Uruaú: praia ao longo de dunas que perdem altura e fazem o sangradouro da Lagoa do Uruaú; espelhos d água representado de forma funicular (grande ponto de atração para a prática de esportes de recreação lacustre) e perpendicular a costa; o núcleo é nativo e a pesca de jangadas marca sua presença na costa; o denso e verde coqueiral sobre o núcleo contrasta com as dunas brancas, verdes e amareladas; Praia da Barra da Sucatinga: situada a 15 km de Beberibe, esta praia, também de grande beleza, é protegida pela ponta da Barra do Rio Sucatinga. Possui ancoradouro de jangadas e núcleo urbano formado principalmente por pescadores. Sua principal atividade econômica é a pesca de camarão; Praia do Canto Verde: bastante nativa, é considerada como um praia ecológica com uma paisagem onde se misturam, em harmonia, dunas brancas, verdes coqueirais e o reflexo dos espelhos d água de inúmeras lagoas. A pesca é a principal atividade econômica. O relativo isolamento de seus habitantes propiciou a preservação da cultura local. Sem uma estrutura hoteleira, os visitantes podem ser acolhidos nas casas simples dos pescadores e nativos, conhecidos por sua hospitalidade. Distante cerca de 34 km da sede; Praia do Parajuru: Também conhecida como Praia da Barrinha, Parajuru apresenta uma plana, larga e extensa faixa praial, detendo mais à retaguarda, um amplo e denso coqueiral em cima de dunasbrancas e baixas. A continuação desta praia é chamada Praia da Gamboa em função de um braço derivativo do rio que aí penetra. O limite desta praia é o estuário do Rio Pirangi que confere à paisagem uma beleza ímpar, primitiva. A vegetação de mangue bordeja a área alagada da Gamboa. Também neste ambiente prospera um carnaubal. Constitui um importante núcleo pesqueiro. Fica a 44 km da sede do município; RELATÓRIO FINAL 8.14

15 Praia da Marambaia: (a 2 km da lagoa de Uruaú) originalmente conhecida como Praia do Uruaú, situa-se a 20 km da sede e destaca-se por sua beleza cênica, onde é bem visível o contraste das cores pelo contato Barreiras/dunas. O denso coqueiral também peculiariza esta praia, na qual se localiza o sangradouro da Lagoa do Uruaú, num trecho onde as dunas perdem altura. Como as demais praias citadas, abriga casas de veraneio além de preservar o núcleo ativo, constituído sobretudo por pescadores; Praia do Paraíso de denominação recente, esta praia surgiu após a abertura da estrada de piçarra que liga a sede do distrito de Paripueira à costa. O acesso é feito atravessando-se imensas lagoas de uma beleza natural privilegiada, destacando-se nesta paisagem a vegetação verdejante e, mais próximo ao mar, as formações dunares. Dista 44 km da sede do município; Praia do Arióis - trata-se de uma praia ainda desconhecida, pelo difícil acesso, permitido apenas a bugres e veículos com tração. Bastante primitiva, abriga coqueirais e algumas poucas casas de pescadores; Lagoa do Uruaú considerada uma das maiores lagoas do Estado, estande-se desde a Ponta d água, na porção interior, até a praia de mesmo nome, sendo cortada, num trecho mais estreito, pela CE 040. Por sua beleza natural, enriquecida pela vegetação perenifólia incluindo carnaubal, bem como pelo lazer proporcionado pelos esportes náuticos aí praticados, os terrenos que margeiam esta lagoa são bastante disputados para a construção de casas de veraneio. Dizem que o primeiro povoado indígena do município ocorreu às margens desta lagoa. Atrativos Culturais Artesanato Museu Histórico de Beberibe; Biblioteca Pública; Igreja Matriz; Renda, labirinto, areia colorida, trançado em palha; Ponto de Comercialização Artesanal: Cooperativa dos Produtores Artesanais de Beberibe Tel.: (85) Renda, labirinto, areia colorida, trançado em palha; Ponto de Comercialização Artesanal : Cooperativa dos Produtores Artesanais de Beberibe Tel.: (85) Principais Eventos Festa de Nossa Senhora do Carmo (9 a 20/7) - Praça de Beberibe; Festa de São Pedro (29/6 - procissão no mar) - Morro Branco Aniversário do Município (5/7); Carnaval - Praça de Beberibe e praias do Município; Regata da Prainha do Canto Verde (novembro) Reveillon na Praia (Morro Branco); Regata de jangadas Barra da Sucatinga; Regata de Jangadas do Morro Branco (último final de semana de julho); Festa da Lagosta (penúltimo final de semana de julho); Feiras livres (domingos). Outros Atrativos Barragem do rio Choró RELATÓRIO FINAL 8.15

16 Manifestações Folclóricas Rede Hoteleira CHALÉS DA LAGOA VILAREJO DOS CAETANOS: Lagoa do Uruaú, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) UHs: 10 Leitos: 20; HOTEL DAS FALESIAS: Praia das Fontes, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) Telefax / UHs: 28 Leitos: 88; MAIAHARA POUSADA DE LAZER E TURISMO: Rua: Antônio Carneiro, s/n - Praia do Uruaú, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) / UHs: 10 Leitos: 36; MARESIA HOTEL: Praia das Fontes, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) UHs: 10 Leitos: 37; POUSADA IBITÚ: Morro Branco, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) Fax: (85) UHs: 14 Leitos: 46; POUSADA BEIRA MAR O LOBAO: Praia de Parajuru, Parajuru, Beberibe CE CEP: Tel.: (88) UHs: 48 Leitos: 144; POUSADA BELAS ARTES: Rua Gal. Edgar Faco, 200 Sede Beberibe CE CEP: Tel.: (85) UHs: 5 Leitos: 15; POUSADA 4 CRIAS: Morro Branco, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) / UHs: 12 Leitos: 56; POUSADA DONA ROSÁRIA: Morro Branco, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) UHs: 5 Leitos: 40; POUSADA DOS VENTOS: Vila Tabuba do Morro Branco, Morro Branco Beberibe CE CEP: Tel.: (85) / UHs: 10 Leitos: 40; POUSADA NOSSA CASA: Beberibe CE CEP: Tel.: (85) UHs: 8 Leitos: 16; POUSADA TIA SENA: Rua Cel. Aderoldo, S/N, Parajuru Beberibe CE CEP: Tel.: (88) UHs: 10 Leitos: 30; POUSADA LABIRINTO: Rua Juiz Gama, S/N, Morro Branco Beberibe CE CEP: Tel.: (85) UHs: 6 Leitos: 24; POUSADA CABANA DO MORRO BRANCO: Av. Beira Mar, Morro Branco Beberibe CE CEP: Tel.: (85) / UHs: 31 Leitos: 81; POUSADA MARAMBAIA: Praia do Uruaú, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) UHs: 12 Leitos: 48; POUSADA DO ÉDIO: Praia do Uruaú, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) UHs: 10 Leitos: 20; POUSADA VILAGE: Praia do Uruaú, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) / UHs: 20 Leitos: 40; POUSADA E RESTAURANTE CANTO VERDE: Beberibe CE CEP: Tel.: (85) UHs: 6 Leitos: 24; POUSADA DO CHALÉ: Parajuru, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) UHs: 12 Leitos: 48; RELATÓRIO FINAL 8.16

17 POUSADA COMUNITÁRIA: Prainha do Canto Verde, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) / UHs: 33 Leitos: 82; POUSADA O CLAUDIO: Praia do Morro Branco, Morro Branco, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) UHs: 3 Leitos:; POUSADA DAS DUNAS: Praia das Fontes, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) UHs: 13 Leitos: 47; POUSADA O JANGADEIRO: Rua da Praia, S/N, Morro Branco Beberibe CE CEP: Tel.: (85) UHs: 2 Leitos: 10; POUSADA OCA DOS ÍNDIOS I: Tabuba do Morro Branco, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) / UHs: 25 Leitos: 59; POUSADA OCA DOS ÍNDIOS II: Praia do Uruaú, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) / UHs: 6 Leitos: 12; POUSADA RECANTO PRAIANO: Morro Branco, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) UHs: 16 Leitos: 64; BARCELÓ OÁSIS: Cel. Antônio Teixeira Filho, 1 Praia das Fontes, Beberibe CE CEP: Tel.: (85) Fax: (85) UHs: 254 Leitos: 1046; VERANEIO HOTEL: Beberibe CE CEP: Tel.: (85) / UHs: 10 Leitos: 20. Serviço de Alimentação BAR E RESTAURANTE - O CLAUDIO: Praia do Morro Branco, Beberibe-CE BAR SAMBURA Rua da Praia, S/N, Morro Branco - Beberibe-CE; LANCHE BRISA MAR: Av. Beira Mar, S/N, Morro Branco - Beberibe-CE; LANCHONETE BELAS ARTES: Morro Branco, Beberibe-CE; O LOBAO: Parajuru Tel.: (85) R.100, Beberibe-CE; O REI DA ARRAIA: Rua da Praia, S/N, Morro Branco - Beberibe-CE; PALHOCA OCEANO: Av. Beira Mar, S/N, Morro Branco - Beberibe-CE; PICOLINOS (PARQUE): Praia Das Fontes, Beberibe-CE; PORTO DAS DUNAS: Rua da Praia, S/N, Morro Branco - Beberibe-CE; RESTAURANTE BUTIK PISCINA: Praia Das Fontes, Beberibe-CE; RESTAURANTE DA POUSADA DOS VENTOS: Vila da Tabuba de Morro Branco-Beberibe-CE; RESTAURANTE EL MARINHEIRO: Praia Das Fontes, Beberibe-CE; RESTAURANTE O JANGADEIRO: Praia do Morro Branco, Beberibe-CE; RESTAURANTE POUSADA DO MORRO BRANCO: Av. Beira Mar, S/N Morro Branco, Beberibe-CE; RESTAURANTE SEREIA: Antonio Silva Filho, Morro Branco - Beberibe-CE; CHURRASCARIA BEBERIBE: Rodovia CE 040 Km 66 Beberibe- Rodovia CE 040 Km 79 Sucatinga Tel.: (88) Beberibe-CE. Ligações Rodoviárias Tempo: (2h) de Fortaleza - Empresa: Guanabara (tel: ) - Freqüência: diariamente. RELATÓRIO FINAL 8.17

18 Órgão de Turismo Secretaria de Turismo, Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico-Tel: (85) Município de Cascavel HISTÓRICO O nome vem do sítio Cascavel, a que já fazia menção a data da terra concedida, em 22 de fevereiro de 1694, a Domingos Paes Botão e João da Fonseca Ferreira. Doravante, Manuel Rodrigues da Costa e sua mulher doaram por escritura a 7 de agosto de 1717 as terras que ainda hoje lhe servem de patrimônio. Houve sugestão de substituir o nome para São Bento o que não vingou. Em 1883, o deputado José Martiniano Peixoto de Alencar propôs na Assembléia Provincial a mudança para Visconde do Rio Branco, mas sem êxito. Paraguaçu primeiramente e, depois Pirangi, foram denominações lembradas pelo Des. Álvaro de Alencar, sem aceitação. Suas raízes datam do Século XVII, quando o Alferes Manuel Rodrigues de Bulhões, de parceria com outros obteve por Carta de Sesmaria uma porção de terras no Sítio Cascavel, antes pertencente a Domingos Paes Botão e João da Fonseca Ferreira em 20 de outubro de Será em parte, dessa gleba, por efeito de parceria ou concessão posterior, que chegaria às mãos do Sargento-Mor Manuel Rodrigues da Costa, donde se daria o nascimento do povoado. Quase Século e meio decorrido sem que se alterasse o primitivo conceito de povoado, surgiu a Resolução do Conselho de Província, instrumento segundo o qual se deu sua elevação à categoria de Distrito em 6 de maio de 1833, constando sua instalação de 17 de outubro do mesmo ano. Sua elevação à categoria de Município ocorreu segundo Lei n 2.039, de 2 de novembro de POTENCIALIDADE TURÍSTICA Artesanato Renda, bordado, cerâmica, cipó, madeira, palha (uso decorativo e utilitário); Onde comprar : Pólo de Artesanato de Cascavel Tel.: (85) ; Coperativa Artesanal de cascavel Tel.: (85) Principais Eventos Festa de São Pedro (29/06) - Igreja e Praia da Caponga; Regata de Jangada (último domingo de julho) - Praia da Caponga; Regata de Paquete (22 a 23 de junho) - Praia de Águas Belas; Festa da Padroeira Nossa Senhora da Conceição (08/12) - Praça da Matriz de Cascavel ; Festa de São Francisco (25/09 a 04/10) - Praça de São Francisco; entrada da cidade; Festa de Nossa Senhora do Ó (nove noites que antecedem o final do mês de agosto) - Ruas da cidade e Igreja Matriz. Atrativos Naturais Praia da Caponga:a 12 km da sede municipal, praia mais ocupada do município e maior núcleo de pesca em jangada; situa-se em pequena enseada que não permite fundeadouro RELATÓRIO FINAL 8.18

19 apenas ancoradouro; a área tem a barra do Caponga Fundo, que no interior liga-se ao sangradouro da Lagoa de Velha Ana, por trás das altas dunas; grande coqueiral contorna os espelhos d água e as áreas mais bonitas ainda estão sem ocupação; Praia de Águas Belas: a 2 km de Caponga, praia ao longo da costa, com dunas e coqueiros bastante afastados (contornam os lagamares); as dunas represam, no interior, o Riacho Fundo que desagua no mar. O riacho só permite travessia de bugre com maré muito baixa; Praia da Barra Nova: praia na barra do Rio Choró, tendo como cenário de fundo barrancas vermelhas cobertas de vegetação e exuberantes coqueiros (margem esquerda e direita); a navegação é possível no Rio Choró para barcos lagosteiros e botes de pesca; na praia, em frente ao núcleo nativo, encontra-se o ancoradouro de jangadas e na enseada do Choró, o fundeadouro dos barcos. A área é de grande beleza e potencial turístico pelo conjunto de atrativos naturais; Praia do Balbino: a 3 km de Caponga, praia de banho fácil, agrega núcleo nativo e ancoradouro; as dunas baixas limitam a costa. A Praia do balbino se constitui numa APA Área de Protecão Ambiental, mantendo-se ainda bastante preservada. Outros Destaques Usinas de fabricação da cachaça, barragens no Rio Choró Manifestações Folclóricas Pastoril e Reisado (ciclo natalino); Quadrilhas juninas (junho). Rede Hoteleira HOTEL LA FRANCE: Rua Francisco Camilo, s/n, Caponga CEP: Cascavel CE Tel.: (85) UHs: 32 Leitos: 4; HOTEL LE PARADISE: Rua Osório Ferreira, S/N, Águas Belas CEP: Cascavel CE Tel.: (85) UHs: 30 Leitos: 57; POUSADA COQUEIRAL: Av. Laureano P. Santana, 537, Caponga CEP: Cascavel CE Tel.: (85) UHs: 6 Leitos: 18; HOTEL PRAIA ÁGUAS BELAS: Estrada Águas Belas, S/N, Águas Belas CEP: Cascavel CE Tel.: (85) UHs: 20 Leitos: 70; HOTEL RESTAURANTE BYBLOSS: Antônio Maciel Filho, S/N, Caponga CEP: Cascavel CE Tel.: (85) UHs: 8 Leitos: 16; HOTEL VILAGE BARRA MAR: Av. Beira Rio, S/N, Caponga CEP: Cascavel CE Tel.: (85) Fax: (85) UHs: 52 Leitos: 208; POUSADA ÁGUA MARINHA: Barra Nova CEP: Cascavel CE Tel.: (85) R: 113 Leitos: 22 UHs: 10; POUSADA BEIRA MAR DA CAPONGA: Rua Antônio Maciel Filho S/N, Caponga CEP: Cascavel CE Tel.: (85) / UHs: 26 Leitos: 50; POUSADA DO MEIO: Av. Ipanema s/n, Águas Belas CEP: Cascavel CE Tel.: (85) Leitos: 21 UHs: 10; RELATÓRIO FINAL 8.19

20 CHALÉS ENTRADA DA CAPONGA: Av. Principal, 9, Caponga CEP: Cascavel CE Tel.: (85) Leitos: 19 UHs: 05; POUSADA VISTA ATLÂNTICA: Caponga CEP: Cascavel CE Tel.: (85) Leitos: 6 UHs: 15; POUSADA E RESTAURANTE SEVILLA: Barra Nova CEP: Cascavel CE Tel.: (85) / / / Leitos: 48 UHs: 20; POUSADA ENCONTRO DAS ÁGUAS: Barra Nova CEP: Cascavel CE Tel.: (85) Leitos: 8 UHs: 20; POUSADA ENCONTRO DAS ÁGUAS: Av. Dom Carlos Duarte da Costa, S/N Águas Belas CEP: Cascavel CE Tel.: (85) Leitos: 12 UHs: 06; POUSADA FÁTEIXA: Rua Lauriano de Paula Santana, Caponga CEP: Cascavel CE Tel.: (85) / UHs: 10 Leitos: 29; POUSADA PÔR DO SOL: Barra Nova CEP: Cascavel CE Tel.: (85) / Leitos: 08 UHs: 03; SUMMER HOUSE PRAIA HOTEL: Rua Ricardo Albino, S/N, Caponga CEP: Cascavel- CE Tel. (85) UHs: 10 Leitos: 30; HOTEL FAZENDA CASA NO CAMPO: Rodovia CE-253 Km 11, Guanacés CEP: Cascavel CE Tel: (85) / Leitos: 48 UHs: 12; POUSADA CANTINHO DO CÉU: Barra Nova, Cascavel - CE CEP: Cascavel CE Tel.: (85) / UHs: 5 Leitos: 20. Serviços de Alimentação BARRACA CATARINENSE: Rua Antonio Maciel Filho, S/N, Caponga Cascavel- CE; BARRACA ADAIL Rua Antonio Maciel Filho, S/N, Caponga - Cascavel-CE; BARRACA AGUAS BELAS: Rua da Praia, S/N, Águas Belas - Cascavel-CE; BARRACA AQUARIUS: Rua Antonio Maciel Filho, S/N, Caponga - Cascavel-CE; BARRACA AREIA MAR: Rua da Praia, S/N, Balbino, Cascavel - CE; BARRACA ATALAIA: Rua da Praia, S/N, Águas Belas, Cascavel - CE; BARRACA BRILHO DO MAR: Rua da Praia, S/N, Águas Belas - Cascavel-CE; BARRACA BRILHO DO MAR: Rua Antonio Maciel Filho, S/N,Caponga- Cascavel-CE; BARRACA BRISA DO MAR: Rua da Praia, S/N, Barra Nova, Cascavel - CE; BARRACA DA CASTANHOLA:Rua Antonio Maciel Filho,S/N,Caponga- Cascavel-CE; BARRACA D'AZUL: Rua da Praia, S/N, Barra Nova, Cascavel - CE; BARRACA DO DEDE: Rua da Praia, S/N, Barra Nova, Cascavel - CE; BARRACA DO MIGUEL BERNALDINO: Rua da Praia, S/N, Balbino Cascavel- CE; BARRACA DO SOL: Rua Antonio Maciel Filho, S/N, Caponga, Cascavel-CE; RELATÓRIO FINAL 8.20

21 BARRACA DO VEINHO: Rua da Praia, S/N, Barra Nova, Cascavel-CE; BARRACA DO ZE PRETINHO: Rua da Praia, S/N, Balbino, Cascavel-CE; BARRACA ESPORANEA: Rua da Praia, S/N, Balbino, Cascavel-CE; BARRACA ITAPIPOCA: Rua da Praia, S/N, Águas Belas, Cascavel-CE BARRACA JANGADEIRO: Rua Antonio Maciel Filho, S/N, Caponga Cascavel- CE; BARRACA LUA CHEIA: Rua Antonio Maciel Filho, S/N, Caponga Cascavel-CE; BARRACA MAR E SOL: Rua Antonio Maciel Filho, Caponga, Cascavel-CE; BARRACA MARDONI'S MAR: Rua da Praia, S/N, Balbino, Cascavel-CE; BARRACA O CARECA: Rua Antonio Maciel Filho, S/N, Caponga Cascavel-CE; BARRACA O IRAN: Rua Antonio Maciel Filho, S/N, Caponga Cascavel-CE; BARRACA O MESSIAS: Rua da Praia, S/N, Balbino, Cascavel-CE; BARRACA O NONATO: Rua Antonio Maciel Filho, S/N, Caponga, Cascavel-CE; BARRACA ONDA FORTE: Rua Antonio Maciel Filho, S/N, Caponga, Cascavel- CE; BARRACA PARAISO: Rua da Praia, S/N, Barra Nova Cascavel-CE; BARRACA PEIXADA DA PRAIA: Rua da Praia, S/N, Barra Nova, Cascavel-CE; BARRACA POR DO SOL: Rua da Praia, S/N, Águas Belas, Cascavel-CE; BARRACA POR DO SOL: Rua da Praia, S/N, Barra Nova, Cascavel-CE; BARRACA PRATIUS: Rua Antonio Maciel Filho, S/N, Caponga, Cascavel-CE; BARRACA RAIO DE LUAR: Rua Antonio Maciel Filho, S/N, Caponga, Cascavel- CE; BARRACA RECANTO DAS PEDRAS: Rua Antonio Maciel Filho, S/N, Caponga, Cascavel-CE; BARRACA RISO DO MAR: Rua Antonio Maciel Filho, S/N, Caponga, Cascavel- CE; BARRACA SOL E LUA: Rua Ricardo Albino, S/N, Caponga, Cascavel-CE; BARRACA SOL E MAR: Rua da Praia, S/N, Balbino, Cascavel-CE; BARRACA SOL NASCENTE: Rua da Praia, S/N, Barra Nova, Cascavel-CE; BARRACA TIBIA: Rua da Praia, S/N, Balbino, Cascavel-CE; BARRACA TROPICALIENTE: Rua Antonio Maciel Filho, S/N,Caponga,Cascavel-CE; BARRACA VENTO LESTE: Rua Antonio Maciel Filho, S/N, Caponga, Cascavel- CE; BARRACA VIDA NOVA: Rua Antonio Maciel Filho, S/N, Caponga, Cascavel-CE; RECANTO DO CARANGUEIJO: Rua da Praia, S/N, Águas Belas, Cascavel-CE; RESTAURANTE BEZERRINHA:Rua Antonio Maciel Filho,673Caponga,Cascavel-CE; RESTAURANTE CLAUDIAN MAR: Rua Antonio Maciel Filho, 641, Caponga, Cascavel-CE; RELATÓRIO FINAL 8.21

22 RESTAURANTE RECANTO DO MAR: Rua Antonio Maciel Filho, 601, Caponga, Cascavel-CE. Ligações Rodoviárias Tempo: (2h) de Fortaleza - Empresa: Guanabara (tel: ) - Freqüência: diariamente Órgão de Turismo Secretaria do Turismo e Meio Ambiente Tel: Município de Fortim HISTÓRICO Em suas origens, consta como fruto da Proto-História do Ceará, tendo sido fundado por Pero Coelho de Souza, quando de sua malograda Expedição de No itinerário Paraíba- Ibiapaba e por conveniência de ordem regimental, baixou em acampamento exatamente nessa parte costeira, demorando-se o tempo necessário ao engajamento de tropas indígenas locais. Por ocasião do retorno, miseravelmente abatido e destroçado, acampou no mesmo local, conduzindo apenas dezoito soldados mancos. Desolado, buscou o itinerário que o levaria à Paraíba, onde esperava encontrar apoio. Sem nada conseguir, retornou ao ponto de origem trazendo em sua companhia D. Maria Tomázia, sua mulher e cinco filhos menores. Fundou, então ou denominou o precedente Forte São Lourenço de Forte Nova Lisboa ou Nova Lusitânia. Ao cabo de algum tempo e sem esperanças de apoio, resolveu buscar a Fortaleza dos Reis Magos, onde certamente seria acolhido. Deixou como lembrança histórica, além do Forte, algumas peças de artilharia, nascendo desse desastre o lugar posteriormente crismado de Fortim. Chamado inicialmente Canoé, o povoado experimentou certo desenvolvimento, de sorte que o capacitaria a receber o título de Vila, evento que se deu conforme Lei nº 1.271, de 29 de maio de Lei nº 386, de 14 de outubro de 1937, transferiu a sede do Distrito para o reduto chamado Fortim, nome que substituiu, concomitantemente, o anterior. Sua elevação à categoria de Município ocorreu segundo Lei nº , de 27 de março de POTENCIALIDADE TURÍSTICA DO MUNICÍPIO Artesanato Bordados, renda, labirinto. Principais Eventos Festa do Reizado (05 de janeiro); Festa do Início das Férias (06 de janeiro); Pontal-Arte (27 e 28 de janeiro) - Praia de Pontal do Maceió Carnaval (16, 17, 18, 19 e 20 de fevereiro) - Praia de Pontal do Maceió; Festa de São José (19 de março); Dia do Município (27 de março - aniversário da cidade); Semana Santa (05 de abril - peça teatral da Paixão de Cristo) - Praça São Pedro; Festa da Aleluia (06 de abril) - Associação Cultural e Recreativa de Fortim; Festa do Mês de Maria (18 de maio); Festa de Nossa Senhora das Graças (25 de maio) Festas Juninas (15 de junho) - Associação Cultural e Recreativa de Fortim; Festa de São Pedro (28, 29 e 30 de junho - Padroeiro do Município); RELATÓRIO FINAL 8.22

23 Festa início das Férias (13 de julho); Regatas de Jangada de Pontal de Maceió (27 e 28 de julho); Festa do Cajú (17 de agosto) Festa de Nossa Senhora do Amparo (21 de setembro); Regata de Botes da Barra (28 e 29 de setembro); Festival do Caranguejo (26 de outubro); Festival da Lagosta (16 de novembro - escolha da Rainha da Lagosta); Circuito das Águas (17 de novembro); Natal (24 de dezembro); Entrada de Ano (31 de dezembro). Atrativos Naturais Praia do Pontal de Maceió: praia situada na barra do Rio Jaguaribe, margem esquerda, em forma de ponta, abrigando uma enseada e ancoradouro de jangadas; na ponta, uma grande duna entre o Rio e o mar, abriga o Farol do Pontal, um platô de onde visualizam-se as margens e a foz do rio, a beleza do conjunto das águas, dunas, vegetação e falésias brancas ao longo do rio; Praia do Fortim: porto pesqueiro e praias com áreas para banho à margem do rio; situa-se num platô de falésias brancas, e na desembocadura do sangradouro do córrego, no rio localiza-se o cais pesqueiro; vegetação densa na área ribeirinha com plantações de cajú e coco complementam a paisagem; Praia da Barraduna: praia ao pé de dunas na margem direita do rio Jaguaribe; tem nas proximidades as ilhas Grande e da Caldeira (ilhas fluviais); a navegação é possível nos braços do rio, que mantêm, à margem das dunas, densa vegetação de mangues. Manifestações Folclóricas Festas Juninas Rede Hoteleira JARDIM SAO LOURENCO: Sitio Jardim Jardim CEP: Fortim CE Tel.: (88) UHs: 3 Leitos: 14; POUSADA O RECANTO DOS JARDINS: Estrada do Jardim, Jardim CEP: Fortim CE Tel.: (88) UHs: 19 Leitos: 23; POUSADA DA PEIXADA: Pontal do Maceió CEP: Fortim CE Tel.: (88) UHs: 8 Leitos: 18; POUSADA DO PAULINHO: Vila do Pontal, Pontal do Maceió CEP: Fortim CE Tel.: (88) UHs: 6 Leitos: 12; POUSADA SANTA EDWIRGES: Rua Idelfonso Francisco, Pontal do Maceió CEP: Fortim CE Tel.: (85) Fax: (85) UHs: 10 Leitos: 20; POUSADA E REST. MAREANTE:Pontal de Maceió - Fortim/CE CEP: Tel.: (85) / / UHs: 09 Leitos: 27; POUSADA KINA FRESCA: Rua Maria Gomes, 441 CEP: Fortim - CE Tel:(88) / / UHs: 13 Leitos: 26; POUSADA SIMÕES: Rua N. S. do Amparo, Fortim/CE CEP: Tel.: (85) UHs: 04 Leitos: 10; RELATÓRIO FINAL 8.23

24 Serviços de Alimentação BARRACA APOIO DO PARQUE ECOLOGICO: Acesso Rio Janguaribe. Viçosa Tel.: (88) Fortim-CE; RECANTO DOS JARDINS: Jardim Tel.: (88) Fortim-CE; PARAISO DO PONTAL Pontal de Maceió: Tel.: (88) Fortim-CE. Ligação Rodoviária Tempo: (2h) de Fortaleza - Empresa: Guanabara (tel: ) - Freqüência: diariamente Órgão de Meio Ambiente Secretaria de Turismo e Meio Ambiente Tel: (88) Município de Icapuí HISTÓRICO Anteriormente Caiçara, criado pelo Dec.-Lei Nº 448, de 20 de dezembro de O Dec.-Lei Nº 1114, de 30 de dezembro de 1943 mudou este nome para Icapuí que se supõe corrutela de igara-puí, coisa ligeira. Município litorâneo, de recente formação, e chamado primitivamente Caiçara. Sua elevação à categoria de distrito ocorreu na forma do Dec-Lei nº 448, de 20 de dezembro de Sua elevação à categoria de Município ocorreu em virtude de Lei nº 4.461, de 15 de janeiro de Suprimido consoante Lei nº 8.339, de 14 de dezembro de 1965, antes de sua instalação e restaurado na forma da Lei nº , de 15 de outubro de 1985, ocorrendo sua instalação a 1º de janeiro de POTENCIALIDADE TURÍSTICA DO MUNICÍPIO Atrativos Naturais Retiro Grande: Praia calma, pedras dentro do mar, falésias coloridas em alguns pontos cobertos por vegetação rasteira. Existe uma pequena comunidade na parte alta das falésias; Praia da Ponta Grossa: Comunidade em que a maioria dos nativos são descendentes de holandeses, praia de diferentes paisagens. Falésias com formação exótica e com colorações que variam do vermelho fechado ao laranja, porporcionando ao local paisagens selvagens com clima de magia. Quando a maré baixa, expõe uma fonte de água doce na praia, que os nativos chamam de olheiro (água doce); Praia de Redonda: a 18 km da sede, praia na enseada protegida pela Ponta da Redonda, falésias de areias e pedras coloridas de grande beleza, é uma ponta rochosa muita alta com rochas pontilhando todo o mar a sua frente; o núcleo primitivo situa-se ao pé da rocha em forma linear, e seu ancoradouro à frente; o acesso é apenas pela praia; Praia da Peroba: a 8 km da sede, praia na enseada da Ponta da Peroba, no sopé do rochoso e da falésia de areias vermelhas; o verde da vegetação das dunas contrasta com o vermelho da areia; acessível somente pela praia; RELATÓRIO FINAL 8.24

25 Praia das Barreiras: praia à frente de denso coqueiral na base da Serra dos Cajuais, núcleo de pescadores situado em ponto mais elevado que a praia de areia pigmentada; o coqueiral que cobre a área é o ponto de destaque da paisagem, formando um verde contínuo, numa extensão aproximada de 30 km; Praia de Tremembés: a 2 km da Praia de Quitéria, praia de banho calmo, águas calmas, fundeadouro das emcarcações de Icapuí, grande verde e denso coqueiral enfileiram-se ao longo da costa; a barreira da Serra dos Cajuais é cenário de fundo; Praia de Arrombado: a 8 km de Ibicuitinga, praia no sangradouro da Lagoa do Arrombado, com denso coqueiral perfilando-se ao longo da costa; ao fundo, por trás das dunas, o sangradouro da lagoa percorre um vale verde e denso de vegetação diferenciada e de extrema beleza; a travessia do córrego só é possível por balsa para estabelecer a continuidade da praia; Praias de Malancia de Baixo, Quitérias, Peixe Gordo e Manibu: praias de banho fácil, mar calmo, com presença de dunas e coqueiros; núcleos de pescadores e ancoradouros pontilham nas áreas; dunas baixas, cobertadas por vegetação rasteira (ramas); a atratividade é o banho e a proximidade com o limite CE/RN; Praia de Cuipiranga (Vila Nova): praia limite do município e do Estado, também conhecida por Praia do Ceará; baixas dunas e coqueiros fazem a paisagem, a areia da praia é dura, compacta e permite a circulação de veículos vindos do Rio Grande do Norte (Timbau); em maré baixa, com passagem por balsa; pode-se chegar à Majorlândia de bugre pela praia; Barrinha de Mutamba (a 2 km da Praia de Requenguela); Requenguela (a 2 km de Barrinha de Mutamba); Rio do Arrombado. Atrativos culturais Artesanato Centro de Memória Chico Bagre; Comunidades pesqueiras; Casas de farinha e engenhos; Corredor histórico; Patrimônio Histórico e Arquitetônico. Labirinto, renda e bordados; Feiras e mercados. Principais eventos Semana Cultural (Segunda Semana de Janeiro); Festa de Emancipação (22/01) - Icapuí sede; Festa de São Sebastião - Manibú; Carnaval Popular (fevereiro) - Icapuí; Tremembé; Barreiras e Redonda; Semana Santa (abril data móvel); Festa da Pesca (abril) - Barra Grande/Porto (Festa da volta à pesca) à 01.05; Festa de Nossa Senhora (maio) - Comunidades e Sede; Santo Antônio, São João e São Pedro (junho - amostra quadrilhas) - Peixe Gordo; Mutamba; Tremembé e Sede; Festival Interestadual de quadrilhas (julho (09 à 12/07) sede-agosto da RELATÓRIO FINAL 8.25

26 Lagosta (agosto - data móvel) Praia da Redonda; Festa de Nossa Senhora da Solenidade (30.08 a 01.09) sede. Programação de férias (julho: 01 a 31.07); Agosto da Lagosta (data móvel); Acampamento Latino Americano da Juventude (04.05 e 06.09) Praia Tremembés; Reveillon Popular (31/12). Outros destaques Núcleos de Pescadores; Salinas; Fazenda COPAN do Grupo J. Macedo, cajueiro anão, agricultura; Fazenda Retiro Grande do Grupo Edson Queiroz, agricultura, cajueiro anão; Fazenda Arisa, produção de melão. Icapuí é o maior produtor de melão do Ceará; Fazenda Belém, petróleo, campo da Petrobrás; Indústrias de Beneficiamento da Lagosta - ICAPEL, PERPESCA e Nossa Senhora do Perpétuo Socorro Fazenda de Lagosta - Cooperativa de Pescadores pescadores cadastrados (93). Manifestações Folclóricas Festas juninas (junho) balancê junino junho (01 à 05.06) sede. Rede Hoteleira HOTEL POUSADA CASA DO MAR: Estrada CE 261 Praia de Tremembé CEP: Icapuí CE Tel.: (88) / Fax: (88) ; OH! LINDA POUSADA: Rua da Serra, CEP: Icapuí CE Telefax: (88) [email protected] - Site: POUSADA MÃE NATUREZA: Praia da Barrinha, Peroba CEP: Icapuí CE Tel.: (88) / UHs: 04 Leitos: 12; ICAPUI PRAIA HOTEL: Praia das Barreiras, S/N, Barreira CEP: Icapui CE Tel.: (88) UHs: 12 Leitos: 36; POUSADA E RESTAURANTE O FRANCISCO: Praia da Barreira de Cima, Peroba CEP: Icapuí CE Tel.: (88) UHs: 6 Leitos: 12; POUSADA BRILHO DO SOL: Praia de Peroba, s/n, Peroba CEP: Icapuí CE Tel.: (88) ; POUSADA E RESTAURANTE TREMEMBÉ: Praia de Tremembé CEP: Icapuí CE Tel.: (88) / UHs: 12 Leitos: 40; POUSADA MANZUÁ: Rua da Praia, S/N, Redonda CEP: Icapuí CE Tel.: (88) UHs: 11 Leitos: 20; POUSADA E RESTAURANTE ICAPUÍ: Rua Ze Biru, 1563 Sede CEP: Icapuí CE Tel.: (88) / (85) UHs: 10 Leitos: 15; POUSADA E RESTAURANTE O JANGADEIRO: Praia da Redonda, Redonda CEP: Icapuí CE Tel.: (88) RELATÓRIO FINAL 8.26

27 UHs: 7 Leitos: 18; POUSADA ZÉ DE ZEZINHO: Barreira de Baixo, Praia de Barreiras CEP: Icapui CE Tel.: (88) UHs: 14 Leitos: 8. Serviços de Alimentação BAR ALTO MAR: Rua da Praia, S/N, Redonda Tel.: (88) Icapuí-CE; BAR DO CAFINFIN: Praia da Barrinha, Sede, Icapuí-CE; BAR DO CHICO: Av. Beira Mar, S/N, Sede, Icapuí-CE; BAR DO GEO: Tremembé, Icapuí-CE; BAR E REST. ARQUITETURA SEMPRE: Av. Beira Mar, S/N, Sede Tel.: (88) Icapuí-CE; BAR E RESTAURANTE "O PEIXE": Praia Redonda, Redonda, Icapuí-CE; BAR E RESTAURANTE DA "DULCE": Av. Beira Mar, S/N, Timbau Tel.: (88) Icapuí-CE; BAR E RESTAURANTE DO ORLANDO: Av. Beira Mar, S/N, Sede, Icapuí-CE; BARALVA: Av. Beira Mar, S/N, Sede, Icapuí-CE; BARRACA ACALANTO: Av. Beira Mar, S/N, Sede, Icapuí-CE; BARRACA D. GRACA: Praia da Redonda, Redonda, Icapuí-CE; BARRACA DO FRANCISCO: Beira Mar, S/N, Redonda, Icapuí-CE; BARRACA DO NAZARENO: Praia da Redonda, Redonda, Icapuí-CE; BARRACA NOVO AMANHECER: Rua da Praia, S/N, Redonda Tel.: (88) Icapíi-CE; BARRACA SAO FRANCISCO DAS CHAGAS: Av. Beira Mar, S/N, Timbau, Icapuí-CE; BARRACA VERDE MAR:Rua da Praia, S/N,Redonda Tel.:(88) Icapuí; PALHOCA BEIRA MAR: Av. Beira Mar, S/N, Redonda Icapuí-CE; PEIXADA DO AURELIO: Rua Beira Mar, S/N, Sede, Icapuí-CE; PEIXADA ENCONTRO DOS AMIGOS: Av. Beira Mar, S/N, Sede, Icapuí-CE; POUSADA E RESTAURANTE ICAPUI: Sede, Icapuí-CE; POUSADA MAR DE QUITERIA: Quitéria, Icapuí-CE; RESTAURANTE CANOA VELOZ: Praia das Barreiras, S/N, Barreiras Tel.: (88) Icapuí-CE; RESTAURANTE MIRANTE DA SERRA: CE Jardim Paraíso, Sede, Tel.: (88) Icapuí-CE; RESTAURANTE O JANGADEIRO: Redonda, Icapuí-CE; RESTAURANTE O JUAREZ: Praia do Tremembé, Tremembé, Icapuí-CE; RESTAURANTE O MARIANO: Praia da Barreira, Barreira Icapuí-CE; RESTAURANTE O PESCADOR: Redonda, Icapuí-CE; SERIDOENSE: Av. Beira Mar, S/N, Sede, Icapuí-CE; SOL DE VERAO: Beira Mar, S/N, Sede, Icapuí-CE; RELATÓRIO FINAL 8.27

28 VICUNHA BARRACA: Av. Beira Mar, S/N, Sede, Icapuí-CE. Ligação Rodoviária Tempo: (2h) de Fortaleza -Empresa: Guanabara (tel: )- Freqüência:diariamente. Órgão de Turismo Secretaria de Obras, Serviços Públicos e Urbanismo: Tel: (88) Município de Pindoretama HISTÓRICO Inicialmente chamava-se Baixinha, mudado pela Lei nº 2195, de 20 de outubro de 1924, para Palmares, nome que o Dec. -Lei nº 1114, de 30 de dezembro de 1943, alterou para o atual, composto, arbitrariamente de Pindoba (folhas de Palmeira) e Retama (região). Suas origens remontam ao Século XIX, quando moradores, vindos de regiões vizinhas, fizeram aos poucos o seu povoamento. A elevação do povoado à categoria de Vila provém de Ato Governamental datado de 8 de novembro de 1894, com o nome de Baixinha. Sua elevação à categoria de Município decorre de Lei nº 6.310, de 21 de maio de 1963 e suprimido antes de ser instalado (Lei nºº 8.339, de 14/12/1965). Restaurado conforme Lei nº , de 28 de dezembro de POTENCIALIDADE TURÍSTICA DO MUNICÍPIO Atrativos naturais Riacho do Mal Cozinhado; Praia do Batoque. Atrativos culturais Artesanato Casas de Engenho; Casas Residenciais; Igreja da Padroeira N.S. da Conceição. Bordado, renda de bilro, artigos em cipó, cerâmica e madeira talhada. Principais eventos Festa de São Sebastião (20 de janeiro); Festa de N.S. de Santana (24 de julho); Dia do Município (7 de setembro); Festa de N.S. de Aparecida (12 de outubro); Festa de N.S. das Graças (27 de novembro); Festa da Padroeira N.S. da Conceição (8 de dezembro);pindofolia - Carnaval; Passeio Ciclístico Pindoretama / Batoque (julho). Manifestações folclóricas Festa da Padroeira; Festas Juninas; Festa de Iemanjá. RELATÓRIO FINAL 8.28

29 Ligação rodoviária Tempo: (2h) de Fortaleza - Empresa: Guanabara (tel: ) - Horários: - Freqüência: diariamente Órgão de Turismo Secretaria de Turismo e Desportos: Tel. (85) Município de Itaiçaba HISTÓRICO Era distrito de Jaguaruana, vila pelo Dec.-Lei n. 169, de 31 de março de 1938, quando pela Lei n , de 15 de setembro de 1956, foi elevado a categoria de município, sendo instalado oficialmente em 7 de outubro seguinte. Fora distrito policial, criado em 1883, e como Distrito administrativo, primitivamente pertenceu a Aracati, criado em 21 de agosto de Denominava-se então, Passagem de Pedras e tinha como nota singular ser feira dos gados, para lá convergindo, em dias determinados, os fazendeiros das circunvizinhanças, a fim de comprarem e venderem seus animais. O nome de Passagem das Pedras deve-se ao fato de que a travessia do rio Jaguaribe, neste local, era realizada em local muito pedregoso do seu leito. A palavra Itaiçaba é tradução erudita desse aspecto natural e foi adotada por força do Decreto 448, de 20 de dezembro de POTENCIALIDADE TURÍSTICA DO MUNICÍPIO Atrativos Naturais Barragem de Itaiçaba ( no leito do rio Jaguaribe) Atrativos Culturais Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem Principais Eventos Festa da Padroeira Manifestações folclóricas Festa da Padroeira; Festas Juninas Órgão de Turismo Secretaria de Agricultura, Indústria, Comércio e Turismo Tel: (88) IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS PLANOS, PROGRAMAS E PROJETOS TURÍSTICOS E AMBIENTAIS EXISTENTES PARA A REGIÃO A programação das ações definidas de acordo com a Política Estratégica do Turismo para o período de , indica os programas que serão realizados, ou iniciados, com os RELATÓRIO FINAL 8.29

30 respectivos projetos, atividades, instrumentos e medidas que serão implementados nesse período. A programação contém as ações imediatas, de curto, médio e longo prazos, dentro de uma visão sistêmica e integrada com os demais setores econômicos, o meio ambiente e o desenvolvimento territorial. Os programas, projetos e atividades estão apresentados pelas linhas de ação: Desenvolvimento de Destinos e Produtos Turísticos, Desenvolvimento da Política de Marketing, Captação de Negócios, a Gestão em Parceria. Nesta última estão inclusos os programas que perpassam as demais linhas de ação, a gestão institucional e os programas delegados da EMBRATUR. Cabe destacar o Programa de Ação para o Desenvolvimento do Turismo no Nordeste PRODETUR/NE, como um programa especial, que tem como objeto o desenvolvimento econômico e social dos Estados do Nordeste, cuja ações são diretamente voltadas para infraestrutura básica dos municípios, com vistas a fomentar a oferta turística, possibilitando o estímulo e apoio às atividades públicas e privadas no setor. O Programa tem como agentes financeiros o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), como órgão executor o Banco do Nordeste (BN) e subtomadores do empréstimo os Estados Nordestinos. No Ceará, o PRODETUR tem como órgão coordenador e executor a Secretaria do Turismo do Estado SETUR. A seguir são apresentadas as metas gerais e os indicadores turísticos, juntamente com os programas que contém as metas operacionais e as parcerias necessárias para implementá-los. Para o presente trabalho foram considerados todos os programas uma vez que, contemplam, direta ou indiretamente, os municípios que compõem o Litoral Leste do Estado Programas e Projetos Desenvolvimento de Destinos e Produtos Turísticos Programa: Ordenamento e Infra-Estrutura para o Turismo Parcerias: SEINFRA, DERT, EMBRATUR, DNER, Prefeituras, SEBRAE, SETAS e Secretaria de Desenvolvimento Regional e Local, Companhia Docas do Ceará. Metas: Projetos: Revisão do Plano Rodoviário Turístico. Implantação, recuperação e melhoria das Rodovias Turísticas. Implantação da Sinalização Turística Rodoviária Urbana no Sertão Central, Ibiapaba e Litoral Leste. Implantação de 4 Pórticos de entrada no Estado. Implantação de 6 Pórticos nos Pólos de Ecoturismo, Ibiapaba, Cariri e Sertão Central. Melhoria na recepção de navios de cruzeiros. RELATÓRIO FINAL 8.30

31 Planejamento e acompanhamento das Rodovias Estruturantes de acesso e de percurso turístico. Sinalização Turística e Indicativa nas rodovias e nas sedes dos municípios dos Pólos de Desenvolvimento Turísticos. Serviço de apoio nas rodovias. Centro de Conveniência. Postos de serviços. Vendas de Produtos Regionais. Postos de informações turísticas. Pórtico dos Pólos de Ecoturismo. Pórticos de entrada no Estado. Adequação do Porto do Mucuripe para o turismo. Programa: Ecoturismo - Caminhos da Natureza e Vida Rural Parcerias:IBAMA, Prefeituras Municipais, SEBRAE, AGROPOLOS, SOMA, SEMACE, ACETER, SECITECI, Iniciativa Privada. Metas: Projetos: Consolidar 3 pólos de ecoturismo: Cariri, Ibiapaba e Sertão Central. Estruturar pólos de ecoturismo na Serra de Baturité, Aratanha e Maranguape. Elaborar projeto para dois pólos de ecoturismo: Litoral Extremo Oeste e Litoral Leste. Identificar e cadastrar sítios e fazendas com potencial turístico. Diversificação da Oferta Turística. Pólos de Ecoturismo: Cariri Ibiapaba. Sertão Central. Serra de Baturité Mirante do Pico Alto. Litoral Extremo Oeste Litoral Leste Serra de Aratanha e Maranguape. Turismo rural Rota da Cachaça. Rota da Banana. RELATÓRIO FINAL 8.31

32 Programa: Caminhos do Sol e Praia Parcerias: SEINFRA, Prefeituras, Operadoras, Associações de Empresários de Turismo. Metas: Projetos: Estruturação de destinos alternativos. Formatação de novos roteiros. Roteiro turístico das praias do Fortim / Aracati / Icapuí. Roteiro turístico das Praias de Itapipoca e Camocim. Requalificação do Pontal do Maceió. Programa: Turismo Cultural - Caminhos da Arte, Tradição e Memória Parcerias: SECULT, IPHAN, SEGOV, DNOCS, Prefeituras, Ministério das Relações Exteriores, ONG 19-22, Conselho Britânico. Metas: Projetos: Estruturação e desenho do Território Museu. Formar roteiros culturais. Vila dos Ingleses. Roteiro das Cidades Históricas. Programa: Turismo Esportivo Caminhos dos Esportes de Ação e Natureza Parcerias: EMBRATUR, Prefeituras, SEJ, Operadoras e Agências Especializadas em Turismo Esportivo, IBAMA, SEBRAE, Clubes de Pesca e Colônia de Pescadores. Metas: Projetos: Implementação de práticas e equipamentos esportivos. Organização e elaboração de guia de pesca esportiva. Equipamentos e práticas esportivas. Vôo livre. Práticas verticais. Ciclismo. Mountain bike. Pesca esportiva. RELATÓRIO FINAL 8.32

33 Programa: Educação para o Turismo Parcerias: Secretarias Estaduais, Trade Turístico, SEBRAE, Entidade de Formação e Capacitação Profissional, Universidades, Conselho de Educação e ONGs. Metas: Projetos: Elaborar anualmente um Plano Estadual de Educação Turística a partir de Implantar uma estrutura de registro de informações específicas do perfil dos docentes e cursos ministrados. Câmara Técnica de Educação para o Turismo Banco de Dados de Educação Turística Programa: Aperfeiçoamento dos Serviços dos Gestores do Turismo Parcerias: Instituições de formação turística nacional e internacional Metas Projetos: Estabelecer Convênios, para o desenvolvimento profissional dos agentes do turismo 2004 a Intercâmbio de Cooperação Técnica Programa: Fortalecimento do Produto Turístico Parcerias: Prefeituras, Secretarias Estaduais, Trade Turístico, SEBRAE, Universidades e ONGs. Metas Projeto Aprimorar os serviços de atendimento do turismo de natureza, aventura, rural e cultural 2003 a Capacitação dos profissionais para o receptivo do destino turístico Jangadeiro Turístico Programa: Conscientização Turística da População Parcerias: Embratur/Soma Metas Realizar campanhas de conscientização e conservação dos atrativos 2003 a Programa: Tecnologia da Informação a Serviço do Turismo Parcerias: SECITECE, SEBRAE, TRADE TURÍSTICO, Midia em Geral, Prefeituras, FIEL, CDL. RELATÓRIO FINAL 8.33

34 Metas Divulgar e comercializar o Destino Ceará universalizando a informação. Projeto Portal Ceará.com Criação do Portal Ceará.com - nova Dimensão de Marketing Apoio à promoção e venda, investigação e segmentação do mercado. Informações sobre produtos, destinos, eventos estabelecimentos turísticos. Guias de praia, de compra e de roteiros temáticos do artesanato. Calendário de eventos culturais, artísticos e religiosos semanais. Programa: Núcleos de Informações Turísticas Parcerias: Prefeituras e SEBRAE Metas: Projetos: Implantar 30 núcleos de informações nos municípios turísticos. Pesquisa de demanda e oferta turística. Pesquisa de preços e emprego. Levantamento dos atrativos turísticos e meios de hospedagem. Pesquisa de serviços de alimentação, serviços e infra-estrutura. Calendário anual de eventos. Estruturação de Banco de Dados. Programa: Indicadores Turísticos Parcerias: SEBRAE e Prefeitura. Metas: Projetos: Realizar 56 relatórios de pesquisa. Pesquisa de Demanda Turística via Fortaleza. (16 pesquisas) Pesquisa de preços e emprego nos estabelecimentos turísticos. (8 pesquisas) Pesquisa da Oferta e Demanda Turística dos Pólos de Desenvolvimento. (24 pesquisas) Pesquisa de eventos religiosos. (8 pesquisas) Programa: Estudos De Impactos Na Economia Parcerias: BNB e SEPLAN. Metas: Elaborar 4 estudos sobre o desenvolvimento e a integração de atividade turística e os impactos na economia. RELATÓRIO FINAL 8.34

35 Projetos: Interface da Cadeia Produtiva do Turismo. Estudo de formação de Clusters. Impactos das ações do PRODETUR. Impacto sócio-econômico do Turismo (contas satélites). Estudos de mercados emissores Desenvolvimento da Política de Marketing Turístico Programa: Promoção e Apoio à Comercialização do Produto Ceará Parcerias: Associações e entidades de classe ligadas ao Trade Turístico, Cias Aéreas, Embaixadas e Consulados, EMBRATUR, Operadoras Nacionais e Internacionais, Prefeituras, SEBRAE e Secretarias Estaduais. Metas Projetos: Promover o Estado no mercado Nacional e internacional Incrementar o fluxo turístico Promoção e Comunicação do Produto Ceará Produção e veiculação de campanhas publicitárias. Participação em feiras, Workshops, Roadshows e outros eventos especializados. Marketing direto para clientes em geral, para clientes específicos/ parceiros e prospectos dirigidos aos clientes parceiros. Relações públicas em grandes empresas, associações de classe, científicas, religiosas, comunitárias. Merchandinsig na mídia, em eventos culturais e esportivos. Elaboração de material promocional para mercados segmentados por público consumidor. Realização de ações promocionais através da cultura cearense, e para públicos especializados. Implantação de pontos de venda nos mercados emissores para os produtos e ícones representativos do Ceará. Suporte de comunicação através da internet. Apoio à Comercialização do Produto no Ceará Parceria com operadoras para incremento de vendas, elaboração de pacotes promocionais com tarifas diferenciadas. Suporte as agências de viagens na divulgação e informação sobre o destino e o apoio a sua comercialização. Visitas personalizadas aos operadores e agentes de viagem. Implantação de escritórios do Ceará nos principais mercados emissores. Contratação de promotores de venda. RELATÓRIO FINAL 8.35

36 Apoio de receptivo de viagem de familiarização do Destino. Programa: Acesso aéreo e marítimo e o rodoviário para o Ceará Parcerias: Associações e entidades de classe ligadas ao Trade Turístico, Cias Aéreas, Embaixadas e Consulados, EMBRATUR, Operadoras Nacionais e Internacionais, Prefeituras, SEBRAE e Secretarias Estaduais. Metas Projetos: Incrementar o fluxo turístico através da ampliação do acesso aéreo e marítmo para o Ceará. Criação e implementação de políticas para captação de vôos chaters, e cruzeiros marítmos. Incentivo às companhias aéreas e operadoras objetivando a implantação e manutenção da ampliação da malha aérea para o Ceará. Incentivo à campanha de cruzeiros marítimos, para incluir Fortaleza nas suas rotas. Parceria junto às companhias aéreas, objetivando a promoção e divulgação ao público final e profissional. Programa: Promoção do Ceará como Destino Turístico para o Desenvolvimento de Eventos e Negócios Parcerias: Associações e entidades de classe ligadas ao Trade Turístico, Cias Aéreas, Embaixadas e Consulados, EMBRATUR, Operadoras Nacionais e Internacionais, Prefeituras, SEBRAE e Secretarias Estaduais. Metas Projetos: Incrementar o fluxo turístico para este segmento, reduzindo a sazonalidade Interiorizar os eventos para aumentar o fluxo turístico. Captação de Eventos Participação de feiras, eventos e congressos profissionais e de negócios. Parceria com a associações e entidades de classe e as empresas organizadoras de congressos para estimular eventos no Ceará Incentivo à migração da realização dos eventos para cidades do interior do Estado com infra-estrutura adequada para eventos. Anuncio em revistas especializadas do segmento. Realização de visitas, Workshop e famtours para promotores de eventos. Receptivo as missões precursoras de reconhecimento em Fortaleza. Criação de banco de dados para subsidiar as estratégias de captação. Apoio ao fortalecimento da cadeia produtiva de eventos. Plano de Marketing para captação de eventos do Ceará - Pólo Costa do Sol RELATÓRIO FINAL 8.36

37 Apoio à realização e geração de eventos regionais, nacionais e internacionais Fomento e apoio à realização de eventos fixos no calendário anual do Ceará. Desenvolvimento de ações para ampliar o número de participantes nos eventos. Articulação com entidades públicas para apoio logístico de serviços, tais como: policiamento, trânsito, bombeiros, iluminação e limpeza. Assessoramento e prestação de serviços para a realização de eventos no estado do Ceará. Articulação com outras entidades para o apoio a realização de eventos no Ceará. Programa: Difusão da Informação do Produto Turístico Parcerias: Associações e entidades de classe ligadas ao Trade Turístico, Cias Aéreas, Embaixadas e Consulados, EMBRATUR, Operadoras Nacionais e Internacionais, Prefeituras, SEBRAE e Secretarias Estaduais. Metas Projetos Criar e implantar novos postos de informação. Melhorar a qualidade do atendimento ao cliente turista. Aumentar a divulgação do Produto Ceará Postos de Informações turísticas Manter e modernizar os postos já existentes. Criação e implantação de novos postos em parceria com a iniciativa privada. O cearense como gerador de informação para o turista Realização de campanhas sistemáticas objetivando resgatar a auto-estima do cearense de forma que cada cidadão seja um informante / divulgador espontâneo das potencialidades turísticas do Estado. Atendimento e receptivo ao cliente Informante Amigo do Turista Atender com interesse, presteza e eficácia as diversas demandas de informações sobre o Destino. Apoio personalizado as demandas de visitas de familiarização ao Destino. Programa: Ação Promocional para interiorização do turismo Parcerias: Associações e entidades de classe ligadas ao Trade Turístico, Cias Aéreas, Embaixadas e Consulados, EMBRATUR, Operadoras Nacionais e Internacionais, Prefeituras, SEBRAE e Secretarias Estaduais Metas Projetos: Incrementar o fluxo turístico para o interior do Estado. Divulgação dos produtos e serviços que fortaleçam a interiorização do turismo RELATÓRIO FINAL 8.37

38 Publicidade específica para o mercado local e regional visando a divulgação dos produtos e serviços. Elaboração de folheteria específica que contemple os segmentos estratégicos para a interiorização do turismo. Incentivo às ações e a realização de eventos culturais, esportivos e o ecoturismo no interior do estado. Incentivo à realização de famtours e press-trips aos destinos internos. Incentivo à participação dos parceiros públicos e privados interessados, nas ações de promoção em feiras, workshops e famtours. Programa de Fomento ao Turismo Parcerias: Secretarias de Estado; Ministério do Turismo; EMBRATUR; Prefeituras Municipais; Bancos de Investimento; Fundos de Pensão; Trade Turístico; FIEC; SEBRAE; Câmaras de Turismo. Metas: Atração de investimentos que consolidem definitivamente, a nível nacional e internacional, o Estado do Ceará como um destino turístico por excelência. Incrementar crescimento mínimo de 10%a.a. na oferta de novos equipamentos de hospedagem no Estado do Ceará. Captar/viabilizar o crescimento mínimo de 50%, no período 2003/2006, de novos equipamentos voltados exclusivamente para atividades de lazer (parques temáticos). Projetos: Captação de Investimentos Participação nos principais eventos de negócios, no país e no exterior, com o objetivo de atrair novos negócios; Criar mecanismos de aproximação e divulgação dos projetos que necessitam de investimentos/financiamentos junto a grupo de investidores, bancos e fundos de pensão; Estabelecer política de incentivos necessária a captação de novos empreendimentos, formalizada através de Protocolos de Intenções, em estrita observância das disponibilidades reais do Estado. Manter estreito relacionamento junto aos órgãos federais ligados ao fomento da atividade turística (EMBRATUR e Ministério do esporte e Turismo), visando uma atuação conjunto no esforço voltado a captação de novos negócios. Financiamento e Crédito Contatos com bancos nacionais e internacionais visando a captação de novos empreendimentos junto aos respectivos integrantes de suas carteiras de investimentos; Aproximar os fundos de pensão nacionais e internacionais, objetivando a participação dos mesmos em projetos turísticos privados estruturadores; Apoiar, junto aos canais de financiamento, equipamentos turísticos de pequeno e médio portes voltados ao ecoturismo e Turismo Rural; RELATÓRIO FINAL 8.38

39 Centro Multifuncional de Feiras e Eventos Gestão em Parceria Programa: Modernização Administrativa da Secretaria do Turismo Parcerias: SEAD/SEPLAN. Metas: Projetos: Fortalecer a SETUR através de um processo de reestruturação institucional e funcional. Ampliar a capacidade operacional e eficácia administrativa da gestão do turismo. Diagnóstico Institucional. Estrutura Organizacional e administrativa. Gestão Estratégica. Gestão de Recursos Humanos. Plano de Cargos e Carreiras. Gestão Operacional Programa: Gestão de Equipamentos Turisticos Parcerias:ABEOC, CBVC, Artesãos, Lojistas. Metas: Otimizar o funcionamento dos equipamentos turísticos Projetos: Centro de Convenções Transformação do Centro de Convenções em Organização Social. Aplicação da tabela sazonal para incentivar o turismo de eventos. Estabelecimento de critérios de preços. Comercialização e divulgação Manutenção preventiva e sistêmica Centro de Turismo Agenda de eventos Manutenção permanente e preventiva Exposições dos municípios Bondinho de Ubajara Programa: Gestão Interinstitucional de Destinos Parcerias: SSPDC, PM, SEINFRA, CAGECE, DERT, DETRAN, SETAS, SOMA, SEMACE, IBAMA, Prefeituras Municipais, SEPLAN, SAP, SRH, SEBRAE, DENOCS, PGE, GRPU, AGROPOLOS, BN, CDL, TRADE TURISTICO, ONG S, Universidades, EMBRATUR, SESI, SENAC, ACETER, Pacto de Cooperação e Conselho de Turismo. RELATÓRIO FINAL 8.39

40 Metas Projetos: Fortalecer a estrutura de gestão municipal e regional nos Destinos Turísticos. Criar uma unidade gestora de monitoramento das ações públicas e privadas no litoral. Grupo de trabalho interinstitucional de Jericoacoara. Grupo de trabalho interinstitucional de Canoa Quebrada. Grupo de trabalho interinstitucional do Castanhão. Grupo de trabalho interinstitucional do Litoral. Rede de Municípios Turísticos da Ibiapaba. Fórum de Turismo do Cariri, Sertão Central, Litoral Extremo Oeste, Costa do Sol (PRODETUR), Litoral Leste e Maciço de Baturité. Programa: Regulação da Atividade Turística Parcerias: Assembléia Legislativa, PGE, Prefeitura, SOMA, SEBRAE, SEINFRA, SDE, IBAMA, GRPU, IAB, CREA. Metas: Projetos: Aprovação do Projeto de Lei do Distrito Turístico. Implantação do distrito Turístico Piloto. Elaboração de um guia para implantação de equipamentos e serviços turísticos. Criação e Implantação de Distritos Turísticos. Diretrizes, Parâmetros e Padrões de Referências para implantação de equipamentos e serviços turísticos. Programa: Programa Nacional de Municipalização do Turismo PNMT Parcerias: Embratur, Comitê Estadual, Prefeituras Municipais, Sebrae. Metas: Projetos: Fomentar o desenvolvimento turístico sustentável nos municípios, com base na sustentabilidade econômica, social, ambiental, cultural e política. Entrega do Selo de Qualidade do Processo RINTUR Roteiro de Informações Turísticas aos municípios considerados prioritários para o desenvolvimento do turismo pela EMBRATUR. Realização de oficinas de 1ª, 2ª e 3ª fase. Acompanhamento das ações do Programa nos Municípios. Criação de um Banco de Dados do PNMT. Fortalecimento do Comitê Estadual. RELATÓRIO FINAL 8.40

41 Programa: Programa de Clubes da Melhor Idade - PCMI Parcerias: Embratur, Sebrae, Prefeituras, Trade Turístico, Planefor, Empresas Prestadoras De Serviços, Abcmi, Centro Dragão Do Mar De Arte E Cultura, Secult. Metas: Projetos: Promover ações direcionadas a possibilitar a população acima de 50 anos o acesso ao turismo e ao lazer, elevando a ocupação dos equipamentos e serviços turísticos na baixa estação bem como gerar e/ou manter o emprego e renda para o setor. Realizar Oficina do PNMT para as diretorias dos Clubes da Melhor Idade e Associação para o nivelamento do programa. Divulgar Fortaleza como a capital da Melhor idade. Captação do segmento da Melhor Idade. Criação de Incentivo e Serviços para o segmento do Programa de Clubes da Melhor Idade. Expansão e Interiorização dos Clubes da Melhor Idade. Criação de selo para as empresas que aderirem ao Programa de Clubes da Melhor Idade. Centro de Referência para a Melhor Idade. Promover cursos, encontros, seminários, simpósios e conferências para os Clubes da Melhor Idade. Criação de um LINK na HOME-PAGE da SETUR para o Programa de Clubes da Melhor Idade. Participar das Ações Estratégicas da EMBRATUR/ABCMI Nacional. Programa: Embarque Nessa Parcerias: Prefeituras Municipais, SEDUC-CE-CREDE, Universidades e Escolas de Turismo, SEBRAE-CE, INSTITUTO AGROPÓLOS, UNIFOR, e uma Ffundação a ser Definida. Metas: Conscientização e iniciação escolar para o turismo, através da transversalidade do tema turismo, patrimônio e cidadania, nas 6ªs séries do ensino fundamental. Formar 48 grupos de universitários em 6 instituições de ensino para realizar um trabalho voluntário nas ações do programa selos para concessão as escolas participantes. Avaliar Atividades desenvolvidas pelas escolas participantes do programa. Meta Quantificada: Atingir escolas, beneficiando professores e alunos. Projetos: Turismo, Patrimônio e Cidadania. Convênio de Cooperação Técnica. RELATÓRIO FINAL 8.41

42 Selo de Participação no Programa SETUR/ Instituições de Ensino do Nível Superior. Avaliação do Programa. Link do Programa EMBRATUR no site turismo.ce.gov.br informando sobre as ações e resultados alcançados pela ação. Programa: Qualidade do Produto Turístico Parcerias: Embratur, Sebrae, Abih, Amht, Abav, Sindetur, Sindegtur, Procon, Detran, Amc, Etusa, Dert. Metas: Projetos: Cadastrar 70% Das Empresas Prestadoras De Serviços Turísticos, Melhorando A Competitividade Das Empresas E Conseqüentemente A Qualidade Dos Serviços. Criar um balcão para o recebimento de denúncias relativas a prestação de serviços de forma irregular. Realizar campanhas de sensibilização visando a divulgação e observáção da Legislação Turística vigente junto às empresas prestadoras de serviços turísticos usuários, turistas órgãos públicos, entidades de classe. Atualizar o cadastro das empresas prestadoras de serviços turísticos Celebrar convênio de colaboração técnica com o Procon. Interiorizar as ações de sensibilização (fiscalização, cadastro e classificação de empresas prestadoras de serviços turísticos). Incentivar a legalização dos profissionais e das empresas prestadoras de serviços turísticos que estão em situação irregular. Acompanhar a realização dos cursos de Guia de Turismo, observando as condições das entidades que ministram os cursos, bem como a proposta curricular. Incentivar os proprietários a melhoria das instalações e atendimento dos pontos de apoio de receptivo na zona litorânea. Criar um balcão para recebimento de sugestões, reclamações e denúncias sobre profissionais e empresas prestadoras de serviços turísticos. Promover encontros com entidades representativas de classe do trade turístico, objetivando a conscientização sobre os benefícios decorrentes do cumprimento da legislação, possibilitando o aumento da competitividade e a melhoria da prestação dos serviços. Criar um link dentro do site da SETUR informando os clientes sobre as empresas de serviços devidamente cadastradas. Articular a proposta de regulamentação das atividades do Agente de Turismo, através da Deliberação Normativa Estadual Nº 001/2003. Essa proposta contempla as atividades não abrangidas pelo Decreto Lei Nº 946. RELATÓRIO FINAL 8.42

43 Programa Especial Programa: Programa de Ação para o Desenvolvimento do Turismo PRODETUR Parcerias: BID / BNDES / BN / SETUR / SEINFRA / CAGECE / DERT / SEMACE / SECULT / SOMA / Ministério do Turismo / Ministério do Planejamento / EMBRATUR. Metas: Modernizar Administração Fiscal de 09 municípios Implantar 09 Núcleos Municipais de Informações Turísticas Elaborar 09 Planos Diretores Municipais Elaborar 09 Planos Municipais de Fortalecimento da Gestão do Turismo Construir Aterros Sanitários com Reciclagem de Lixo e equipamentos de Coleta de Lixo em 5 municípios turísticos. Conservar e Recuperar sob o ponto de vista Ambiental Lagoas, Lagamares, Rios e Orlas em 08 municípios turísticos Criar e Implantar Unidades de Conservação e seus Planos de Gestão em 08 municípios turísticos Urbanizar o Entorno de Áreas de Lagoas, Rios e Orlas em 08 municípios turísticos Implementar Pólos de lazer implantados no PRODETUR I em 06 municípios turísticos Implantar o Sistema de Gerenciamento de Imagens e dados da Documentação Fotográfica das Áreas de Intervenção Restaurar, Recuperar, Conservar, Modernizar e Intervir em 10 Prédios da Fortaleza Histórica Restaurar, Recuperar, Conservar, Modernizar e Intervir em Prédios Históricos nos municípios de Aquiraz e Camocim Requalificar e Urbanizar Áreas Turísticas nos municípios de Aquiraz, São Gonçalo do Amarante e Camocim Fortalecer Institucionalmente 04 Órgãos Executores Atualizar o Diagnóstico e Macrozoneamento do Estado do Ceará Realizar Pesquisas e Estudos sobre o Turismo no Estado do Ceará Realizar Campanhas de Conscientização Turística em 09 municípios Realizar Programa de Educação Ambiental em 09 municípios Elaborar o Programa de Capacitação e Capacitar a População em 09 municípios turísticos Ampliar e Implantar Sistemas de Abastecimento de Água e Sistema de Esgotamento Sanitário de 10 localidades turísticas Construir um Aeroporto Regional (Parazinho) Construir um Centro Multifuncional de Eventos e Feiras Complementar a Rodovia Estruturante (CE-085) Costa do Sol Poente de Barrento a Granja Adequar a Rodovia de Percurso Turístico de Granja a Viçosa do Ceará RELATÓRIO FINAL 8.43

44 Elaborar um Plano de Marketing Turístico Elaborar um Promoção Turística Capacitar pequenos e médios empresários em 09 municípios Promover um Plano de Assistência Técnica para Fomentar o Associativismo Projetos: Fortalecimento da Capacidade Municipal para a Gestão do Turismo Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios Modernização Administrativa Fiscal Gestão Municipal do Turismo Núcleos Municipais de Informações Turísticas Plano Diretor Municipal Planos Municipais de Fortalecimento da Gestão do Turismo Gestão dos Resíduos Sólidos Construção de Aterros Sanitários com Reciclagem de Lixo e equipamentos de Coleta de Lixo Proteção e Conservação de Recursos Naturais Conservação Ambiental de Lagoas, Lagamares, Rios e Orlas Recuperação e conservação Ambiental de Lagoas, Lagamares, Rio, Orlas, Dunas e Falésias Criação e Implantação de Unidades de Conservação e seus Planos de Gestão Urbanização de Entorno de Áreas de Lagoas, Rios e Orlas Implementação dos Pólos de lazer implantados no PRODETUR I (Equipamentos, mobiliários e edificações 07 pólos) Implantação de Sistema de Gerenciamento de Imagens e dados da Documentação Fotográfica das Áreas de Intervenção Proteção e Conservação de Recursos Culturais Restauração, Recuperação, Conservação, Modernização e Intervenção de Prédios da Fortaleza Histórica Restauração, Recuperação, Conservação, Modernização e Intervenção de Prédios nos municípios Urbanização de Áreas Turísticas Requalificação e Urbanização de Áreas Turísticas Planejamento Estratégico, Treinamento e Infra-estrutura para o Crescimento Turístico Promoção de Investimentos do Setor Privado Plano de Marketing Turístico Promoção Turística Capacitação Empresarial RELATÓRIO FINAL 8.44

45 Assistência Técnica para Foment Planejamento Estratégico e Preparação de Projetos Fortalecimento Institucional de Órgãos Executores Atualizar o Diagnóstico e Macrozoneamento do Estado do Ceará Pesquisa/Estudos sobre o Turismo no Estado do Ceará Campanhas de Conscientização Campanhas de Conscientização Turística Educação Ambiental nos municípios Treinamento Profissional e Capacitação da População Local Plano de Capacitação Municipal Água Potável e Saneamento Ampliação e Implantação do Sistema de Abastecimento de Água e Sistema de Esgotamento Sanitário de localidades turísticas Obras de Infra-estrutura Construção do Aeroporto Regional Centro Multifuncional de Eventos e Feiras Complementação da Rodovia Estruturante (CE-085) Costa do Sol Poente Adequação da Rodovia de Percurso Turístico de Granja - Viçosa do Ceará Programas e Projetos Desenvolvidos pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente SEMACE Programa Estadual de Gerenciamento Costeiro - GERCO Desenvolvido em parceria com o Ministério do Meio Ambiente MMA, através do Programa Nacional do Meio Ambiente II PNMA II, tem como objetivo o ordenamento territorial das suas áreas costeiras e assistência técnica aos municípios litorâneos, para fins de desdobramento local das ações de planejamento regional, através de mecanismos como o Zoneamento ecológico-econômico, Planos de Gestão, Monitoramento e elaboração do Plano Estadual e dos Planos Municipais de Gerenciamento Costeiro. Projeto de Gestão integrada da Orla Marítma Projeto ORLA Objetiva promover o disciplinamento de usos da orla marítma brasileira de forma ordenada com os mais diferentes interesses políticos, sociais, econômicos e ambientais. Prevê, numa ação conjunta com o Ministério do Meio Ambiente e a Secretaria do Patrimônio da União, a assistência técnica aos municípios, pensada como um processo de capacitação de gestores locais, seja em termos de assimilação de técnicas e procedimentos metodológicos, seja no que diz respeito à geração de instrumentos locais de gestão de caráter normativo, institucional e gerencial. RELATÓRIO FINAL 8.45

46 Programa de Ação para o Desenvolvimento do Turismo no Nordeste PRODETUR Componente Ambiental Tem como objetivo básico o desenvolvimento econômico da Região nordeste a fim de aumentar a renda e o emprego de seus habitantes, através de investimentos em infra-estrutura de suporte para melhorar a qualidade dos serviços básicos, ambientais e atrações turísticas, complementadas por atividades de fortalecimento institucional e promoção turística. Na componente ambiental do programa estão incluídos a recuperação, conservação e urbanização de recursos hídricos, recuperação e controle ambiental de praias, implantação de unidades de conservação, projetos de educação ambiental e capacitação, dentre outros Conflitos de Uso da Terra Historicamente, em quase todo o litoral cearense, o uso e a ocupação desordenada do solo, ocasionada principalmente pela especulação imobiliária para implantação de grandes loteamentos e empreendimentos turísticos de grande porte, é responsável por atritos pela posse da terra. Muitas comunidades, no entanto têm resistido a essas pressões de grandes grupos imobiliários e, em alguns casos, veêm seus direitos serem reconhecidos, como os exemplos abaixo descritos: Comunidade de Balbino ( Município de Cascavel): em 1983 a comunidade buscou a posse da terra através da legislação do usucapião. Diante do fato que um empresário se dizia proprietário das terras ocupadas há décadas pelos antepassados dos moradores de Balbino, se estabeleceu o conflito pela posse da terra. Em 1987 o conflito se intensificou, a partir da intervenção do empresário que mandou derrubar casas na área em litígio. No ano de 1988, foi criada a associação de moradores do Balbino (aqui cabe salientar que esse foi também o momento de discussão da constituinte: do debate da realidade Brasileira e de modo especial a situação local). Em 1992 o IDACE (Instituto de Desenvolvimento Agrário do Ceará) demarcou os lotes. Em 1993 foi criada a APA (Área de Proteção Ambiental) do Balbino, com 250ha. Comunidade de Redonda (Município de Icapuí): em 1979 enfrenta a luta pela terra conflitando-se com os com os interesses de empresários fruticultores da fazenda Belém. Em 1980 conseguiram, através da intervenção do INCRA, a desapropriação de uma área ( na Serra ) e o parcelamento para o uso de 260 famílias originárias das comunidades de Redonda, Peroba e Barreiras. A disputa pela posse da terra se iniciou no ano de 1984 e se prolongou até os dias atuais, entre a comunidade e a Imobiliária Henrique Jorge. Esse processo aconteceu inicialmente em Redonda, fruto da organização e da participação na Associação de Moradores. Vários foram os momentos de debates e de busca do estabelecimento de regras que garantissem o direito ao uso da terra à aqueles que são do lugar ( os nativos ). A partir da aprovação pela Assembléia dos Moradores de Redonda esse documento, que ficou conhecido com Regulamento da Terra, foi encaminhado à Câmara Municipal de Icapuí, que em junho de 1992 aprovou o projeto de lei que respalda a iniciativa. No referido projeto a Prefeitura deve ouvir a comunidade através de sua entidade representativa que se manifestara; no caso de não haver entidade representativa a comunidade devera ser ouvida através de audiência pública antes de conceder o alvará. Comunidade de Prainha do Canto Verde (Município de Beberibe): a luta pela terra foi desencadeada pela queima de duas casas de moradores da comunidade, promovida por uma imobiliária. Naquele momento, em novembro de 1995, a comunidade elegeu através do seu Conselho de Terra (parte da estrutura de Associação de Moradores de Prainha do Canto RELATÓRIO FINAL 8.46

47 Verde) um grupo de trabalho que teve como tarefa elaborar uma proposta de regulamentação da terra. Encontrando apoio na experiência e articulando-se com os moradores de Redonda, a partir do fato da destruição das casas, a comunidade passou a discutir a sua proposta, do que é chamado de Plano Diretor regulamento para uso da terra. Nessa proposta foram estabelecidas regras no que se refere aos seguintes projetos: Uso da terra para moradia, definição para quem tem direito à moradia do tamanho do lote, restrições a comercialização do imóvel, sendo que cabe a associação dos moradores a concessão de alvará; O uso da terra para construção de barracos destinados a armazenagem de material de pesca, com definição de tamanho, localização e direito de construção no lote; Uso da terra para estabelecimentos comerciais, com limitação para quantidade por morador e exigência de projetos simplificado com informação sobre a iniciativa; Uso da terra para plantios com definição de áreas comunitárias, concessão de usufruto e restrição a venda; Uso da terra com finalidade pública para projetos de construção de igrejas, escolas, pousadas comunitárias, praças, chafarizes. No que se refere a construção civil,ficou estabelecida a restrição aos prédios com, no máximo, um andar para se garantir a vista para o mar e a circulação dos ventos. O regulamento foi aprovado em assembléia geral de moradores da Prainha do Canto Verde realizada em 28/04/96. Atualmente os conflitos de uso da terra vêm se reduzindo de maneira bastante acentuada, especialmente pelo fortalecimento da comunidade, organizada através de suas associações, bem como pelos movimentos sociais, além das intervenções do Ministério Público e dos Órgãos de Meio Ambiente a nível federal e estadual. Vale ressaltar, entretanto, que em alguns locais, alguns desses conflitos ainda persistem, como é o caso das Associações Comunitárias de Fortim e Barro Vermelho, localizadas no Município de Fortim, que aguardam na justiça a decisão pela posse de terrenos da união situados na margem direita do rio Pirangi, onde desenvolvem atividade de carcinicultura, disputados por empresário, também interessado no desenvolvimento da atividade Avaliação dos Instrumentos Normativos Existentes para o Disciplinamento da Atividade Turística De acordo com os levantamentos realizados foi constatado que a normatização da atividade turística no Estado do Ceará ainda é baseada na legislação federal pertinente. Dessa forma, foram elencadas as principais normas federais ligadas ao disciplinamento da atividade turística, bem como a legislação de meio ambiente e afins a nível federal estadual e municipal, julgadas vinculadas, por contribuírem direta ou indiretamente, para o ordenamento e disciplinamento da atividade turística, incluindo a legislação de Interesse Arqueológico, Histórico e Artístico. RELATÓRIO FINAL 8.47

48 Buscou-se apresentar todos estes itens subdivididos em temas de forma ordenada e nestes as referências em ordem hierárquica dos procedimentos, tanto Federal como Estadual, das Constituições, Leis, Decretos-Leis, Decretos, Resoluções, Instruções Normativas e Portarias LEGISLAÇÃO FEDERAL TÍTULO III - DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1988 LEI Nº 6513/77 - PATRIMÔNIO TURÍSTICO LEI Nº 8181/91 - NOVO REGIME JURÍDICO PARA O TURISMO DECRETO Nº 448/92 LEI Nº 6.605/77 DECRETO-LEI Nº 2.294/86 DELIBERAÇÃO NORMATIVA Nº 408/99 DELIBERAÇÃO NORMATIVA Nº 330/94 DELIBERAÇÃO NORMATIVA Nº 327/94 DELIBERAÇÃO NORMATIVA Nº 346/95 DELIBERAÇÃO NORMATIVA Nº 352/95 ART. 24 ITEM VIII - COMPETE À UNIÃO, AOS ESTADOS E AO DISTRITO FEDERAL LEGISLAR CONCORRENTEMENTE SOBRE A RESPONSABILIDADE POR DANO AO MEIO AMBIENTE, AO CONSUMIDOR, A BENS E DIREITOS DE VALOR ARTÍSTICO, ESTÉTICO, TÍTULO VII - DA ORDEM ECONÔMICA E FINANCEIRA ART A UNIÃO, OS ESTADOS, O DISTRITO FEDERAL E OS MUNICÍPIOS PROMOVERÃO E INCENTIVARÃO O TURISMO COMO FATOR DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E ECONÔMICO. TURISMO COMO PRÁTICA LAZER E INSTRUMENTO DE PAZ SOCIAL; DEFINE PATRIMÔNIO TURÍSTICO COMO CONJUNTO DE BENS NATURAIS E CULTURAIS QUE OFERECEM ATRATIVIDADE PARA VISITA, TAIS COMO: PAISAGENS NOTÁVEIS, SÍTIOS ARQUEO-PALEO-ESPELEOLÓGICOS, FONTES HIDROMINERAIS, CLIMA,ETC. OUTRAS LEIS DAÍ DERIVADAS - LEI 6902/81 - ESTAÇÕES ECOLÓGICAS E AÉREAS RELEVANTES INTERESSE ECOLÓGICO; LEI 6938/81 E 7804/89 - POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE E LEI 7661/88 - GERENCIAMENTO COSTEIRO. DÁ NOVA DENOMINAÇÃO A EMBRATUR DE EMPRESA PARA INSTITUTO BRASILEIRO DE TURISMO E SUAS FINALIDADE E COMPETÊNCIA. REVOGA: - DECRETO-LEI 55/66 - A POLÍTICA NACIONAL DO TURISMO E O CONSELHO NACIONAL DE TURISMO (CNTUR); REGULAMENTA DISPOSITIVOS DA LEI Nº 8.181, DE 28 DE MARÇO DE 1991, DISPÕE SOBRE A POLÍTICA NACIONAL DE TURISMO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. DISPÕE SOBRE AS ATIVIDADES E SERVIÇOS TURÍSTICOS; ESTABELECE CONDIÇÕES PARA O SEU FUNCIONAMENTO E FISCALIZAÇÃO. DISPÕE SOBRE O EXERCÍCIO E A EXPLORAÇÃO DE ATIVIDADES E SERVIÇOS TURÍSTICOS. EDITA A RELAÇÃO ATUALIZADA ATRAVÉS DA ANÁLISE, DOS FORMULÁRIOS RINTUR - ROTEIRO DE INFORMAÇÕES TURÍSTICAS - ANO BASE 1998 NA QUAL FICAM IDENTIFICADOS COMO MUNICÍPIOS PRIORITÁRIOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO TURISMO NO PAÍS. FIXA PREÇOS DE SERVIÇOS A SEREM COBRADOS PELA EMBRATUR. SIMPLIFICA EXIGÊNCIAS PARA CLASSIFICAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇOS TURÍSTICOS. NORMAS E PADRÕES DE PROTEÇÃO AO TURISTA E AO CONSUMIDOR. REGULA A ORGANIZAÇÃO, O PRAZO E FORMA DO CADASTUR. RELATÓRIO FINAL 8.48

49 DELIBERAÇÃO NORMATIVA Nº 372/97 PARECER PG Nº 23/97 APROVA O REGULAMENTO DO FUNGETUR O QUAL DETERMINA, ENTRE OUTRAS, O CADASTRAMENTO DAS EMPRESAS QUE DESEJEM BENEFICIAR-SE DAS APLICAÇÕES DE RECURSOS DO FUNGETUR. OPINA SOBRE A OBRIGATORIEDADE DE CADASTRAMENTO NA EMBRATUR DO EXERCÍCIO DA EXPLORAÇÃO DE ATIVIDADES E SERVIÇOS TURÍSTICOS. AGENCIAS DE VIAGENS DECRETO Nº /80 DISPÕE SOBRE AS ATIVIDADES E SERVIÇOS DAS AGENCIAS DE TURISMO, REGULAMENTA O SEU REGISTRO E FUNCIONAMENTO. DELIBERAÇÕES NORMATIVAS DECORRENTES: N.º 136 DE 23/ DISCIPLINA O CONTEÚDO E A FORMA DE INSERÇÃO DAS INFORMAÇÕES QUE DEVERÃO CONSTAR DOS ANÚNCIOS NA IMPRENSA OU MATERIAL PROMOCIONAL E DE PEÇAS DE PROPAGANDA, DIVULGADOS PELAS AGENCIAS DE TURISMO OU COM SUA ANUÊNCIA. N.º 161 DE 09/08/85 - REGULA O RELACIONAMENTO COMERCIAL ENTRE AS AGÊNCIAS DE TURISMO E SEUS USUÁRIOS, PARA A OPERAÇÃO DE VIAGENS E EXCURSÕES TURÍSTICAS. N.º 195 DE 27/11/86 - FIXA NOVO DIRECIONAMENTO PARA AS ATIVIDADES DE CONTROLE DE QUALIDADE DO PRODUTO TURÍSTICO NACIONAL MEIOS DE HOSPEDAGENS DECRETO Nº /80 - DELIBERAÇÃO NORMATIVA Nº 070/80 DELIBERAÇÃO NORMATIVA Nº 232/87 DELIBERAÇÃO NORMATIVA Nº 240/88 DELIBERAÇÃO NORMATIVA Nº 360/96 DELIBERAÇÃO NORMATIVA Nº 376/97 DELIBERAÇÃO NORMATIVA Nº 378 DE 28/01/98 REGULAMENTA DISPOSITIVO DA LEI Nº 6.505/77, REFERENTE AOS MEIOS DE HOSPEDAGEM DE TURISMO E ACAMPAMENTO TURÍSTICO "CAMPING". DISPÕE SOBRE O ENQUADRAMENTO DOS PROJETOS DE CONSTRUÇÃO DE MEIOS DE HOSPEDAGEM QUE VISEM À OBTENÇÃO DOS INCENTIVOS E ESTÍMULOS FISCAIS, ECONÔMICOS OU FINANCEIROS. DETERMINA ÀS EMPRESAS QUE PLEITEAREM ACESSO AOS BENEFÍCIOS FISCAIS E/OU FINANCEIROS PARA A IMPLANTAÇÃO DE MEIOS DE HOSPEDAGEM DE TURISMO E OUTROS EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS A INCLUSÃO, NOS SEUS PROJETOS, DE PROGRAMA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. INSTITUI A FICHA NACIONAL DE REGISTRO DE HOSPEDAGEM DE TURISMO. CANCELA O SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DE MEIOS DE HOSPEDAGEM DE TURISMO; - REVOGA: A RESOLUÇÃO CNTUR Nº 1601/91; - AS RESOLUÇÕES NORMATIVAS CNTUR Nº 09/83, 23/87, 24/87, 27/87, 28/87 E 31/88; - A DELIBERAÇÃO NORMATIVA Nº 344/95. RATIFICA QUE A SIMBOLOGIA "ESTRELAS", ATRELADA AO CONCEITO DE CLASSIFICAÇÃO HOTELEIRA, É DE USO EXCLUSIVO DA EMBRATUR E TORNA INDISPENSÁVEL A SUA UTILIZAÇÃO, POR QUALQUER ENTIDADE PÚBLICA OU PRIVADA, EM OUTROS SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO DE MEIOS DE HOSPEDAGEM. ATUALIZA O REGULAMENTO DOS MEIOS DE HOSPEDAGEM DE TURISMO E O MANUAL DE AVALIAÇÃO DO TIPO DE HOTEL. RELATÓRIO FINAL 8.49

50 DECRETO Nº /82 DECRETO Nº /84 RESOLUÇÃO NORMATIVA CNTUR 14/84 LEI Nº 8.623/93 TRANPORTES REGULAMENTA OS TRANSPORTES TURÍSTICOS E MODALIDADES DE SERVIÇOS. - RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 32/88 - RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 246/88 DELIBERAÇÃO NORMATIVA. Nº 292/91 - REVOGA: A OBRIGATORIEDADE DA PROPRIEDADE PLENA DE VEÍCULOS;- A OBRIGATORIEDADE DA REVALIDAÇÃO PERIÓDICA DO CADASTRAMENTO DE GUIAS DE TURISMO;- O 3º, DO ART. 4º, DA DELIBERAÇÃO NORMATIVA Nº 246/88 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. EVENTOS REGULAMENTA OS EVENTOS, FEIRAS, CONGRESSOS E EXPOSIÇÕES. DISPÕES SOBRE AS CONDIÇÕES OPERACIONAIS A QUE ESTÃO SUJEITOS AS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS REMUNERADOS PARA ORGANIZAÇÕES DOS EVENTOS, FEIRAS, CONGRESSOS, EXPOSIÇÕES E VENTOS CONGÊNERES. GUIAS TURISTICOS DISPÕE SOBRE A PROFISSÃO DE GUIA DE TURISMO. DECRETO N.º 946/93 - REGULAMENTA A LEI 8.623/93. DELIBERAÇÕES NORMATIVAS DE N.º 256/89, 325/94 E 377/97 DISPÕEM SOBRE OS REQUISITOS, NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA O CADASTRAMENTO RECONHECIMENTO LEGISLAÇÃO AMBIENTAL FEDERAL ESTADUAL E AFINS CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 23 INCISO VII; ART. 24 INCISOS VI E VII; ART LEIS Nº 6.938/81 E Nº 7804/89 POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE. CONSTITUIÇÃO ESTADUAL LEI Nº 7.735/89 MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1.795/99 DECRETO Nº 2.923/99 DECRETO Nº 3.059/99 LEI Nº 9.960/2000 LEI ESTADUAL Nº /87 CAPÍTULO VIII - DO MEIO AMBIENTE, CAPÍTULO XD DA POLÍTICA URBANA E CAPÍTULO III DA CULTURA. CRIAÇÃO DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA. DISPÕE SOBRE A ORGANIZAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPUBLICA E DOS MINISTÉRIOS ALTERANDO A REDAÇÃO DO ART.2º DA LEI 7.735/89. DISPÕE SOBRE A REORGANIZAÇÃO DE ÓRGÃOS E ENTIDADES DO PODER EXECUTIVO, NO ART.10º EXTINGUE AS SUPERINTENDÊNCIAS ESTADUAIS E AS UNIDADES DESCENTRALIZADAS DO IBAMA. APROVA A ESTRUTURA REGIMENTAL E O QUADRO DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO DO IBAMA. ANEXO I, CAPÍTULO I DA NATUREZA, SEDE E DAS FINALIDADES; ART. 2º PROMOVER AS SEGUINTES AÇÕES FEDERAIS, XVI - EXECUÇÃO, DIRETA OU INDIRETA, DA EXPLORAÇÃO ECONÔMICA DOS RECURSOS NATURAIS OBEDECIDAS ÀS PREMISSAS LEGAIS E DE SUSTENTABILIDADE DO MEIO AMBIENTE, RESTRITA A : A) SERVIÇOS DE LAZER, VISITAÇÃO PÚBICA, PUBLICIDADE, ECOTURISMO E OUTROS SERVIÇOS SIMILARES EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO. INSTITUI A TAXA DE FISCALIZAÇÃO AMBIENTAL - TFA. DISPÕE SOBRE A POLÍTICA ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE, E CRIA O CONSELHO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTA COEMA, A SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE SEMACE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. RELATÓRIO FINAL 8.50

51 LEI ESTADUAL Nº /97 LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE PINDORETAMA/90 LEI MUNICIPAL Nº 35/91 LEI MUNICIPAL Nº 42/91 LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE CASCAVEL/90 LEI MUNICIPAL Nº 11014/00 LEI MUNICIPAL Nº 1015/00 LEI MUNICIPAL Nº 1012/00 LEI MUNICIPAL Nº 1013/00 LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE BEBERIBE/90 LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE ARACATI/90 LEI MUNICIPAL Nº 47/01 LEI MUNICIPAL Nº 48/01 LEI MUNICIPAL Nº 48/01 LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE ICAPUÍ LEI MUNICIPAL Nº 095/92 LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE ITAIÇABA LEI MUNICIPAL Nº 142/94 ALTERA A REDAÇÃO DOS ARTIGOS QUE ESPECIFICA NA LEI /87, ACRESCENTA OUTROS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. CAPÍTULO VI DO MEIO AMBIENTE CÓDIGO DE POSTURAS DO MUNICÍPIO DE PINDORETAMA CÓDIGO DE OBRAS DO MUNICÍPIO DE PINDORETAMA CAPÍTULO IX DO MEIO AMBIENTE LEI DE PARCELAMENTO, USO E OCUPAÇÃO DO SOLO DO MUNICÍPIO DE CASCAVEL CÓDIGO DE OBRAS DO MUNICÍPIO DE CASCAVEL PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO DO MUNICÍPIO DE CASCAVEL ORGANIZAÇÃO TERRITORIAL DA ÁREA URBANA DE CAPONGA E ÁGUAS BELAS, MUNICÍPIO DE CASCAVEL CAPÍTULO IV DO MEIO AMBIENTE DO MEIO AMBIENTE LEI DE PARCELAMENTO DO SOLO DO MUNICÍPIO DE ARACATI CÓDIGO DE OBRAS, EDIFICAÇÕES E POSTURAS DO MUNICÍPIO DE ARACATI PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO DO MUNICÍPIO DE ARACATI CAPÍTULO III DO MEIO AMBIENTE CÓDIGO DE OBRAS, SERVIÇOS PÚBLICOS E URBANISMO DO MUNICÍPIO DE ICAPUÍ CAPÍTULO VIII MEIO AMBIENTE, SANEAMENTO E HABITAÇÃO POPULAR CÓDIGO DE POSTURAS DO MUNICÍPIO DE ITAIÇABA 8.8. FLORA LEI Nº 4.771/65 LEI Nº 7.563/86 LEI Nº 7.754/89 LEI ESTADUAL Nº /95 LEI Nº 9.605/98 - DECRETO Nº /89 DECRETO Nº 750/93 DECRETO ESTADUAL Nº /96 INSTITUI UM NOVO CÓDIGO FLORESTAL. PROGRAMA NACIONAL DE ARBORIZAÇÃO URBANA (PRÓ-FRUTI). ESTABELECE MEDIDAS PARA PROTEÇÃO DAS FLORESTAS EXISTENTES NAS NASCENTES DOS RIOS. DISPÕE SOBRE A POLÍTICA FLORESTAL DO CEARÁ. DE CRIMES AMBIENTAIS OU DA NATUREZA. REGULAMENTAÇÃO LEI 4.771/65 - INCÊNDIOS FLORESTAIS. DISPÕE SOBRE O CORTE EXPLORAÇÃO E A SUPRESSÃO DA VEGETAÇÃO PRIMÁRIA OU NOS ESTÁGIOS AVANÇADOS E MÉDIOS DE REGENERAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA. REGULAMENTAÇÃO DA LEI /95 LEI FLORESTAL DO ESTADO DO CEARÁ. RELATÓRIO FINAL 8.51

52 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 10/93 RESOLUÇÃO CONAMA Nº Nº 12/94 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 9/96 PORTARIA NORMATIVA Nº 122-P/85 PORTARIA Nº 37-N/92 PORTARIA Nº 113/95 MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1885/99 MEDIDA PROVISÓRIA Nº /01 INSTRUÇÃO NORMATIVA IAP/ DIRAM INSTRUÇÕES NORMATIVAS IAP/DIRAM A 011 REGULAMENTA DECRETO 750/93, ART. 3º, 6º E 7º. APROVA O GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS FLORESTAIS DA MATA ATLÂNTICA. DEFINE CORREDOR ENTRE REMANESCENTES CITADO NO ARTIGO 7º DO DECRETO 750/93. COLETA, TRANSPORTE E COMERCIALIZAÇÃO DE PLANTAS ORNAMENTAIS E MEDICINAIS. RECONHECE LISTA DE ESPÉCIES DA FLORA AMEAÇADAS DE EXTINÇÃO. REGULAMENTA A EXPLORAÇÃO DAS FLORESTAS PRIMITIVAS E DEMAIS FORMAS DE VEGETAÇÃO NAS REGIÕES SUL, SUDESTE, CENTRO -OESTE E NORDESTE. MODIFICA OS ART. 2º E 3º DA LEI 4.771/65 - AUTORIZAÇÃO PARA SUPRESSÃO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE - APP. ALTERA ARTIGOS E ACRESCE DISPOSITIVOS AA LEI 4.771/65 CÓDIGO FLORESTAL. DIRETRIZES DO IAP PARA LICENCIAMENTO E AUTORIZAÇÃO FLORESTAL. AUTORIZAÇÕES PARA EXPLORAÇÃO, MANEJO, DESMATE E ETC. FLORESTAIS 8.9. FAUNA LEI Nº 5.197/67 LEI Nº 7.889/89 LEI Nº 9.605/98 DECRETO Nº /68 PORTARIA Nº 302-P/88 PORTARIA Nº 126/89 PORTARIA Nº 118-N/97 CÓDIGO DE PROTEÇÃO À FAUNA. DISPÕE SOBRE A INSPEÇÃO SANITÁRIA E INDUSTRIAL DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL. DE CRIMES AMBIENTAIS OU DA NATUREZA. INSTITUI O DIA DA AVE COMO SENDO 05 DE OUTUBRO. REGISTRO DOS USUÁRIOS DOS SETORES FLORESTAIS E FAUNÍSTICOS. LISTA OFICIAL DE ESPÉCIES DA FAUNA BRASILEIRA AMEAÇADAS DE EXTINÇÃO. ESTABELECE NORMAS PARA REGISTRO DE CRIADOUROS DE ANIMAIS DA FAUNA BRASILEIRA UNIDADES DE CONSERVAÇÃO LEI Nº 4.771/65 INSTITUI UM NOVO CÓDIGO FLORESTAL, VIDE ARTIGOS 2º, 3º, 5º, 6º E 26. LEI Nº 5.197/67 CÓDIGO DE PROTEÇÃO À FAUNA - ART. 5º E 27. LEI Nº 6.513/77 LEI Nº 6.902/81 LEI Nº 6.938/81 LEI Nº 7.347/85 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DE ÁREAS ESPECIAIS E LOCAIS DE INTERESSE TURÍSTICO. CRIAÇÃO DE ESTAÇÕES ECOLÓGICAS E ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL. POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - ART. 2º IV; 4º II E VI; 8º II; 14; 15 E 18 ÚNICO. DISCIPLINA A AÇÃO CIVIL PÚBLICA DE RESPONSABILIDADE POR DANOS CAUSADOS AO MEIO AMBIENTE, AO CONSUMIDOR, A BENS E DIREITOS DE VALOR ARTÍSTICO, ESTÉTICO, HISTÓRICO, TURÍSTICO E PAISAGÍSTICO. RELATÓRIO FINAL 8.52

53 LEI Nº 9.605/98 LEI Nº 9.985/00 DECRETO Nº /80 DECRETO Nº /90 DECRETO Nº /84 DECRETO Nº 1.298/94 DECRETO Nº 1.922/96 DECRETO Nº /90 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 4/85 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 5/87 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 11/87 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 02/88 RESOLUÇÃO CONAMA Nº Nº 12/89 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 3/88 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 10/88 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 11/88 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 13/90 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 2/96 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 109/97 PORTARIA Nº 1.477/70 PORTARIA Nº 828/90 PORTARIA Nº 887/90 DE CRIMES AMBIENTAIS OU DA NATUREZA. INSTITUI O SNUC - SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA. APROVA O REGULAMENTO DOS PARQUES NACIONAIS BRASILEIROS. REGULAMENTA AS LEIS 6.902/81 E 6.938/81 E DISPÕES SOBRE A CRIAÇÃO DE ESTAÇÕES ECOLÓGICAS E ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL. DISPÕE SOBRE RESERVAS ECOLÓGICAS E ÁREAS DE RELEVANTES INTERESSE ECOLÓGICO (ARIES). APROVA O REGULAMENTO DAS FLORESTAS NACIONAIS. DISPÕE SOBRE O RECONHECIMENTO DAS RESERVAS NATURAIS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL. PATRIMÔNIO ESPELEOLÓGICO. TRANSFORMA EM RESERVAS ECOLÓGICAS AS FORMAÇÕES FLORÍSTICAS E AS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DO ARTIGO 18, DA LEI 6.939/81. APROVA O PROGRAMA NACIONAL DE PROTEÇÃO AO PATRIMÔNIO ESPELEOLÓGICO. CATEGORIAS DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO. PROÍBE QUALQUER ATIVIDADE QUE POSSA POR EM RISCO A INTEGRIDADE DA ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLÓGICO - ARIE. DECLARA AS ARIES COMO UNIDADES DE CONSERVAÇÃO. CONSTITUIÇÃO DE MUTIRÕES AMBIENTAIS. DISPÕE SOBRE ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL - APAS. PROTEÇÃO AS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO. PROTEÇÃO DOS ECOSSISTEMAS DE ENTORNO DA UNIDADES DE CONSERVAÇÃO. REPARAÇÃO DE DANOS AMBIENTAIS CAUSADO PELA DESTRUIÇÃO DE FLORESTAS E OUTROS ECOSSISTEMAS. REGULAMENTA A EXPEDIÇÃO DE LICENÇA DE PESQUISA PARA REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES CIENTÍFICAS, EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO FEDERAIS DE USO INDIRETO. PROÍBE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE BARRACAS, TENDAS, ETC, NO PERÍMETRO DOS PARQUES NACIONAIS. TÍTULO DE RECONHECIMENTO DE RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL - RPPN. DISPÕE SOBRE A PROTEÇÃO DE CAVIDADES NATURAIS SUBTERRÂNEAS PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE E AFINS LEIS Nº 6.938/81 E Nº 7804/89 POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE ARTIGOS 9º E 10º #1º E # 3º. LEI Nº 9.605/98 DE CRIMES AMBIENTAIS OU DA NATUREZA. DECRETO Nº /90 REGULAMENTA A LEI 6.938/81. RESOLUÇÃO CONAMA Nº 01/86 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 06/86 DEGRADAÇÃO AMBIENTAL, ESTUDOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS - EIA E RELATÓRIO DE IMPACTOS AMBIENTAIS - RIMA. MODELOS DE PUBLICAÇÃO DE LICENCIAMENTOS. RELATÓRIO FINAL 8.53

54 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 013/90 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 237/98 PORTARIA Nº 113/97 LEI ESTADUAL Nº /95 DECRETO ESTADUAL Nº /96 LEI MUNICIPAL Nº 605/00 ESTABELECE LICENCIAMENTO OBRIGATÓRIO PARA ATIVIDADES QUE POSSAM AFETAR A BIOTA DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO. REVISA OS CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL E RELACIONA AS ATIVIDADES OU EMPREENDIMENTOS SUJEITOS AO LICENCIAMENTO AMBIENTAL. TURISMO - COMPLEXOS TURÍSTICOS E DE LAZER, INCLUSIVE PARQUES TEMÁTICOS E AUTÓDROMOS. REGULAMENTA O CADASTRO TÉCNICO FEDERAL DE ATIVIDADES POTENCIALMENTE POLUIDORAS OU UTILIZADORAS DE RECURSOS AMBIENTAIS. DISPÕE SOBRE A POLÍTICA FLORESTAL DO CEARÁ. REGULAMENTAÇÃO DA LEI /95 LEI FLORESTAL DO ESTADO DO CEARÁ. APROVA O PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE BEBERIBE POLUIÇÃO HÍDRICA DECRETO Nº /34 LEI 5.318/67 LEI Nº 5.357/67 LEI Nº 9.433/97 DECRETO LEI Nº 852/38 DECRETO FEDERAL Nº /61 DECRETO Nº 79367/77 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 20/86 PORTARIA Nº 151/02 SEMACE CÓDIGO DE ÁGUAS. INSTITUI A POLÍTICA NACIONAL DE SANEAMENTO E CRIA O CONSELHO NACIONAL DE SANEAMENTO. LANÇAMENTO DE ÓLEO EM TERMINAIS MARÍTIMOS E FLUVIAIS. INSTITUI A POLÍTICA NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS, CRIA O SISTEMA NACIONAL DE GERENCIAMENTO DOS RECURSOS HÍDRICOS. REGULAMENTAÇÃO DO CÓDIGO DAS ÁGUAS. DISPÕE SOBRE LANÇAMENTO DE RESÍDUOS TÓXICOS OU OLEOSOS NAS ÁGUAS INTERIORES OU LITORÂNEAS DO PAÍS. DISPÕE SOBRE NORMAS E PADRÕES DE POTABILIDADE DE ÁGUA. ESTABELECE A CLASSIFICAÇÃO DAS ÁGUAS DOCES,SALOBRAS E SALINAS SEGUNDO SEU USO PREPONDERANTE, E APRESENTA SEUS LIMITES E CONDIÇÕES. DISPÕE SOBRE AS NORMAS PARA O AUTOMONITORAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS INDUSTRIAIS LEGISLAÇÃO DE INTERESSE ARQUEOLÓGICO, HISTÓRICO E ARTÍSTICO CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 ART. 24 INCISOS VII E VIII DECRETO LEI Nº 25/37 LEI Nº 3.924/61 LEI Nº 6.513/77 PATRIMÔNIO CULTURAL / NATURAL. LEI DO TOMBAMENTO. MONUMENTOS ARQUEOLÓGICOS E PATRIMÔNIO CULTURAL. INTERESSE NATURAL E TURÍSTICO. RELATÓRIO FINAL 8.54

Portal de Turismo Divulgando seu empreendimento

Portal de Turismo Divulgando seu empreendimento www.visitesaopedrodaaldeia.com.br Portal de Turismo Divulgando seu empreendimento Tel/ax: (21) 2522-2421 [email protected] Quem Somos O Instituto IDEIAS é uma associação civil, sem fins lucrativos,

Leia mais

Ações para o turismo de base comunitária na contenção da degradação do Pantanal

Ações para o turismo de base comunitária na contenção da degradação do Pantanal Ações para o turismo de base comunitária na contenção da degradação do Pantanal TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA EM COMUNICAÇÃO - IMAGENS Abril de 2011 DETALHAMENTO DO TERMO DE REFERÊNCIA

Leia mais

PROGRAMAS E PROJETOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECOTURISMO NO PÓLO DO CANTÃO

PROGRAMAS E PROJETOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECOTURISMO NO PÓLO DO CANTÃO º PROGRAMAS E S PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECOTURISMO NO PÓLO DO CANTÃO Programa de utilização sustentável dos atrativos turísticos naturais Implementação do Plano de Manejo do Parque do Cantão Garantir

Leia mais

Portal de Turismo Divulgando seu empreendimento

Portal de Turismo Divulgando seu empreendimento www.turisangra.com.br Portal de Turismo Divulgando seu empreendimento Tel/ax: (21) 2522-2421 [email protected] Quem Somos O Instituto IDEIAS é uma associação civil, sem fins lucrativos, criada em 8

Leia mais

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1 Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1 Entenda quais são os Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana que serão revistos Revisão Participativa

Leia mais

Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT

Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT Setembro/2013 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A CRIAÇÃO DE UNIDADE DE CONSERVAÇÃO 1. O que são unidades de conservação (UC)?

Leia mais

Praias em Processo de Urbanização

Praias em Processo de Urbanização Praias em Processo de Urbanização Conforme citado anteriormente, os perfis 3, 4, 6, (Passo de Torres), 11, 12, 15, 16, 18, 43 (Balneário Gaivota), 20, 22, 23, 26,44, 45 (Arroio do Silva), 28, 29, 30, 32,

Leia mais

Promover o desenvolvimento rural sustentável no Estado de São Paulo, ampliando as oportunidades de emprego e renda, a inclusão social, a preservação

Promover o desenvolvimento rural sustentável no Estado de São Paulo, ampliando as oportunidades de emprego e renda, a inclusão social, a preservação GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável MicrobaciasII OBJETIVO GERAL Promover o desenvolvimento

Leia mais

ORÉADES NÚCLEO DE GEOPROCESSAMENTO RELATÓRIO DE ATIVIDADES

ORÉADES NÚCLEO DE GEOPROCESSAMENTO RELATÓRIO DE ATIVIDADES ORÉADES NÚCLEO DE GEOPROCESSAMENTO PROJETO CARBONO NO CORREDOR DE BIODIVERSIDADE EMAS TAQUARI RELATÓRIO DE ATIVIDADES ASSENTEMENTOS SERRA DAS ARARAS, FORMIGUINHA E POUSO ALEGRE JULHO DE 2011 INTRODUÇÃO

Leia mais

Termo de Referência nº 2014.0918.00043-7. 1. Antecedentes

Termo de Referência nº 2014.0918.00043-7. 1. Antecedentes Termo de Referência nº 2014.0918.00043-7 Ref: Contratação de consultoria pessoa física para desenvolver o Plano de Uso Público para a visitação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro concentrando na análise

Leia mais

Gruta Nossa Senhora de Lourdes Parque Passo Velho do Afonso

Gruta Nossa Senhora de Lourdes Parque Passo Velho do Afonso Serra Gaúcha Brasil Gruta Nossa Senhora de Lourdes Parque Passo Velho do Afonso Histórico Religiosidade A religiosidade cultuada pelos imigrantes italianos ainda tem forte presença em Nova Araçá. O município

Leia mais

Plano de Monitoramento dos Impactos Sociais do Projeto de Carbono no Corredor de Biodiversidade Emas-Taquari

Plano de Monitoramento dos Impactos Sociais do Projeto de Carbono no Corredor de Biodiversidade Emas-Taquari Plano de Monitoramento dos Impactos Sociais do Projeto de Carbono no Corredor de Biodiversidade Emas-Taquari Monitoramento dos Impactos à Comunidade Plano de monitoramento dos impactos sociais Os impactos

Leia mais

REQUERIMENTO DE INDICAÇÃO Nº, DE 2011 (Da Sra. Deputada Fátima Bezerra e outros)

REQUERIMENTO DE INDICAÇÃO Nº, DE 2011 (Da Sra. Deputada Fátima Bezerra e outros) REQUERIMENTO DE INDICAÇÃO Nº, DE 2011 (Da Sra. Deputada Fátima Bezerra e outros) Requer o envio de Indicação a Sra. Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, sugerindo a criação da Unidade de Conservação

Leia mais

Gestão Pública em BH Programa BH Metas e Resultados e BH 2030

Gestão Pública em BH Programa BH Metas e Resultados e BH 2030 Gestão Pública em BH Programa BH Metas e Resultados e BH 2030 5º Congresso de Gerenciamento de Projetos 10 de novembro de 2010 Belo Horizonte Planejamento Estratégico Longo Prazo período 2010-2030 - planejamento

Leia mais

A Evolução da Mídia Exterior. Dados Demográfi cos GAROPABA

A Evolução da Mídia Exterior. Dados Demográfi cos GAROPABA A Evolução da Mídia Exterior Dados Demográfi cos GAROPABA GAROPABA Considerada um paraíso à beira-mar, Garopaba possui praias de mar manso e também outras reconhecidas internacionalmente pela prática do

Leia mais

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia Descrição do Sistema de Franquia Franquia é um sistema de distribuição de produtos, tecnologia e/ou serviços. Neste sistema uma empresa detentora de know-how de produção e/ou distribuição de certo produto

Leia mais

DESCRIÇÃO DE PASSEIOS CITY TOUR. www.bahiatransportes.com.br

DESCRIÇÃO DE PASSEIOS CITY TOUR. www.bahiatransportes.com.br DESCRIÇÃO DE PASSEIOS CITY TOUR. www.bahiatransportes.com.br SALVADOR PANORÂMICO: Saída (09:00 ás 12:00 e 14:00 ás 17:00) Duração: 03 horas. VALOR: R$ 55,00 Saída do hotel, rumo ao Morro do Ipiranga, segue

Leia mais

DESCRITIVO DE PASSEIOS

DESCRITIVO DE PASSEIOS DESCRITIVO DE PASSEIOS BEACH PARK Localizada 25 km de Fortaleza, está a praia de Porto das Dunas, onde fica o Complexo Turístico do Beach park, composto do maior parque aquático da América Latina, com

Leia mais

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e

Leia mais

1. Descrição da Cidade

1. Descrição da Cidade 1. Descrição da Cidade 2. Top Atrações da Cidade 2.1 - Atração Colégio Naval 2.2 - Atração Ilha da Gipoia 2.3 - Atração Praia do Camorim 2.4 - Atração Praia de Mambucaba 3. Top Restaurantes da Cidade 3.1

Leia mais

REGULAMENTO DE PESCA DESPORTIVA NA ALBUFEIRA DE VASCOVEIRO

REGULAMENTO DE PESCA DESPORTIVA NA ALBUFEIRA DE VASCOVEIRO REGULAMENTO DE PESCA DESPORTIVA NA ALBUFEIRA DE VASCOVEIRO Julho 2013 PREÂMBULO A Barragem de Vascoveiro foi construída com o objetivo de fornecer água à cidade de Pinhel e a algumas freguesias do Concelho.

Leia mais

Agência de Desenvolvimento Turístico e Cultural da Rota dos Tropeiros do Paraná

Agência de Desenvolvimento Turístico e Cultural da Rota dos Tropeiros do Paraná 1ª etapa Na área central de Castro, estão distribuídos diversos prédios históricos tombados, além de diversas áreas verdes e de lazer como o Morro do Cristo, o Parque Lacustre e o Parque Dr. Libânio E.

Leia mais

APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ

APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ (A) Teresina; (B) Cajueiro da Praia; (C) Luis Correia; (D) Parnaíba; (E) Ilha Grande Rota das Emoções: Jericoacoara (CE) - Delta (PI) - Lençóis Maranhenses (MA) Figura

Leia mais

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental;

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental; Portaria Normativa FF/DE N 156/2011 Assunto: Estabelece roteiros para elaboração de Plano Emergencial de Educação Ambiental e de Plano de Ação de Educação Ambiental para as Unidades de Conservação de Proteção

Leia mais

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano **

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano ** AVALIAÇÃO SOBRE AS PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL DESENVOLVIDA ATRAVÉS DO ECOTURISMO NO CAMINHO DO MAR PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR NÚCLEO ITUTINGA PILÕES Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos

Leia mais

FICHA PROJETO - nº 066-C

FICHA PROJETO - nº 066-C FICHA PROJETO - nº 066-C CONSOLIDAÇÃO Grande Projeto LOGO Instituição Parceira 1) TÍTULO: Frutos do Cerrado - Fortalecimento Organizacional e Produção Sustentável de Agricultores Extrativistas do Tocantins

Leia mais

LUGARES E PAISAGENS DO PLANETA TERRA

LUGARES E PAISAGENS DO PLANETA TERRA LUGARES E PAISAGENS DO PLANETA TERRA AS ÁGUAS DE SUPERFÍCIE Os rios são cursos naturais de água doce. Eles podem se originar a partir do derretimento de neve e de geleiras, de um lago ou das águas das

Leia mais

Plano Decenal SUAS 2005-2015 e o Plano Decenal 2016-2026: Como fazer a análise do SUAS que temos como projetar o SUAS que queremos

Plano Decenal SUAS 2005-2015 e o Plano Decenal 2016-2026: Como fazer a análise do SUAS que temos como projetar o SUAS que queremos Plano Decenal SUAS 2005-2015 e o Plano Decenal 2016-2026: Como fazer a análise do SUAS que temos como projetar o SUAS que queremos [email protected] PLANEJAR O SUAS Definir horizontes da proteção

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Setembro de 2010 Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente

Leia mais

Parque Natural Municipal da Restinga de Maricá

Parque Natural Municipal da Restinga de Maricá Projeto de criação do Parque Natural Municipal da Restinga de Maricá Flora Fauna Comunidade Movimento Pró-Restinga Está totalmente equivocada a classificação daque-la área como uma APA. O conceito principal

Leia mais

Centro Educacional Juscelino Kubitschek

Centro Educacional Juscelino Kubitschek Centro Educacional Juscelino Kubitschek ALUNO: N.º: DATA: / /2011 ENSINO FUNDAMENTAL SÉRIE: 6ª série/7 ano TURMA: TURNO: DISCIPLINA: GEOGRAFIA PROFESSOR: Equipe de Geografia Roteiro e lista de Recuperação

Leia mais

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Atores envolvidos Movimentos Sociais Agricultura Familiar Governos Universidades Comunidade Científica em Geral Parceiros Internacionais,

Leia mais

PLANO DIRETOR MUNICIPAL

PLANO DIRETOR MUNICIPAL PLANO DIRETOR MUNICIPAL Todos os municípios têm por atribuição constitucional a responsabilidade de exercer o controle sobre o uso e ocupação do solo, e criar condições para o desenvolvimento sustentável

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO Secretaria de Habitação e Meio Ambiente Diretoria de Licenciamento e Avaliação Ambiental

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO Secretaria de Habitação e Meio Ambiente Diretoria de Licenciamento e Avaliação Ambiental PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO Secretaria de Habitação e Meio Ambiente Diretoria de Licenciamento e Avaliação Ambiental São Bernardo do Campo, 15 de maio de 2009. Introdução Tendo em

Leia mais

MINIFÓRUM CULTURA 10. Fórum Permanente para Elaboração do Plano Municipal de Cultura 2012 a 2022 RELATÓRIA DA AUDIÊNCIA PÚBLICA

MINIFÓRUM CULTURA 10. Fórum Permanente para Elaboração do Plano Municipal de Cultura 2012 a 2022 RELATÓRIA DA AUDIÊNCIA PÚBLICA MINIFÓRUM CULTURA 10 Fórum Permanente para Elaboração do Plano Municipal de Cultura 2012 a 2022 RELATÓRIA DA AUDIÊNCIA PÚBLICA Orientação aprovada: Que a elaboração do Plano Municipal de Cultura considere

Leia mais

PLANO DE ESTRUTURA URBANA DO MUNICÍPIO DE MAPUTO

PLANO DE ESTRUTURA URBANA DO MUNICÍPIO DE MAPUTO PLANO DE ESTRUTURA URBANA DO MUNICÍPIO DE MAPUTO Seminário sobre Pobreza Urbana Maputo, 16 de Abril de 2009 RAZOES E FILOSOFIA DO PEUMM O PEUM é o primeiro plano de ordenamento urbano elaborado pelo próprio

Leia mais

7. Condicionantes. : Reserva Ecológica Nacional; : Reserva Agrícola Nacional; : Domínio Público Hídrico; : Património Classificado;

7. Condicionantes. : Reserva Ecológica Nacional; : Reserva Agrícola Nacional; : Domínio Público Hídrico; : Património Classificado; 7. Condicionantes De acordo com a legislação em vigor existe um conjunto de figuras legais que de algum modo, condicionam o território ou constituem servidões administrativas e outras restrições de utilidade

Leia mais

7. o ANO FUNDAMENTAL. Prof. a Andreza Xavier Prof. o Walace Vinente

7. o ANO FUNDAMENTAL. Prof. a Andreza Xavier Prof. o Walace Vinente 7. o ANO FUNDAMENTAL Prof. a Andreza Xavier Prof. o Walace Vinente CONTEÚDOS E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade I Tempo, espaço, fontes históricas e representações cartográficas

Leia mais

PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES

PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES P.38 - Programa de Apoio a Revitalização e incremento da Atividade de Turismo Relatório Semestral de Atividades Realizadas EQUIPE TÉCNICA RESPONSÁVEL PELO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

As Questões Ambientais do Brasil

As Questões Ambientais do Brasil As Questões Ambientais do Brasil Unidades de conservação de proteção integral Existem cinco tipos de unidades de conservação de proteção integral. As unidades de proteção integral não podem ser habitadas

Leia mais

Biodiversidade em Minas Gerais

Biodiversidade em Minas Gerais Biodiversidade em Minas Gerais SEGUNDA EDIÇÃO ORGANIZADORES Gláucia Moreira Drummond Cássio Soares Martins Angelo Barbosa Monteiro Machado Fabiane Almeida Sebaio Yasmine Antonini Fundação Biodiversitas

Leia mais

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial João Albuquerque - Outubro/ 2009 Reservas da Biosfera-A escala dos Biomas Art. 41. A Reserva da Biosfera é um modelo, adotado internacionalmente,

Leia mais

BRASIL: UM PAÍS DE MUITAS ESPÉCIES

BRASIL: UM PAÍS DE MUITAS ESPÉCIES Nome: Data: / / 2015 ENSINO FUNDAMENTAL Visto: Disciplina: Natureza e Cultura Ano: 1º Lista de Exercícios de VC Nota: BRASIL: UM PAÍS DE MUITAS ESPÉCIES QUANDO OS PORTUGUESES CHEGARAM AO BRASIL, COMANDADOS

Leia mais

Conjunto de pessoas que formam a força de trabalho das empresas.

Conjunto de pessoas que formam a força de trabalho das empresas. 1. OBJETIVOS Estabelecer diretrizes que norteiem as ações das Empresas Eletrobras quanto à promoção do desenvolvimento sustentável, buscando equilibrar oportunidades de negócio com responsabilidade social,

Leia mais

FICHA PROJETO - nº 075-MA

FICHA PROJETO - nº 075-MA FICHA PROJETO - nº 075-MA Mata Atlântica Grande Projeto 1) TÍTULO: CENTRO DE REFERÊNCIA EM BIODIVERSIDADE DA SERRA DOS ÓRGÃOS: UMA ALIANÇA ENTRE EDUCAÇÃO, TURISMO E CONSERVAÇÃO. 2) MUNICÍPIOS DE ATUAÇÃO

Leia mais

LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR.

LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR. LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR. (PUBLICAÇÃO - MINAS GERAIS DIÁRIO DO EXECUTIVO - 18/01/2014 PÁG. 2 e 03)

Leia mais

PROPOSTAS DO III SEMINARIO SUL BRASILEIRO DE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL GRUPO DE TRABALHO PRODUÇÃO DE ALIMENTOS PARA O TURISMO RURAL

PROPOSTAS DO III SEMINARIO SUL BRASILEIRO DE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL GRUPO DE TRABALHO PRODUÇÃO DE ALIMENTOS PARA O TURISMO RURAL O Seminário Sul Brasileiro vem sendo organizado desde 2005, como um evento paralelo a Suinofest, festa gastronômica de derivados da carne suína, por um grupo formado pela UERGS, ACI-E, EMATER e Secretaria

Leia mais

Embrapa elabora estudo sobre gestão ambiental de estabelecimentos rurais na APA da Barra do Rio Mamanguape (PB)

Embrapa elabora estudo sobre gestão ambiental de estabelecimentos rurais na APA da Barra do Rio Mamanguape (PB) Embrapa elabora estudo sobre gestão ambiental de estabelecimentos rurais na APA da Barra do Rio Mamanguape (PB) Geraldo Stachetti Rodrigues Maria Cristina Tordin Jaguariúna, junho 2005. A equipe de pesquisadores

Leia mais

9º Lugar. População: 62.204 hab. Área do Município: 1,589,52 km² Localização: Região Sul Goiano PIB (2005): R$ 505,5 milhões PIB :

9º Lugar. População: 62.204 hab. Área do Município: 1,589,52 km² Localização: Região Sul Goiano PIB (2005): R$ 505,5 milhões PIB : População: 62.204 hab. Área do Município: 1,589,52 km² Localização: Região Sul Goiano PIB (2005): R$ 505,5 milhões PIB : per capita R$ 7.701,00 9º Lugar Principais distâncias: Goiânia: 154 km Brasília:

Leia mais

O que é Programa Rio: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher? Quais suas estratégias e ações? Quantas instituições participam da iniciativa?

O que é Programa Rio: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher? Quais suas estratégias e ações? Quantas instituições participam da iniciativa? Destaque: Somos, nós mulheres, tradicionalmente responsáveis pelas ações de reprodução da vida no espaço doméstico e a partir da última metade do século passado estamos cada vez mais inseridas diretamente

Leia mais

UNIVERSIDADE LIVRE DO MEIO AMBIENTE

UNIVERSIDADE LIVRE DO MEIO AMBIENTE UNIVERSIDADE LIVRE DO MEIO AMBIENTE A INSTITUIÇÃO A Universidade Livre do Meio Ambiente - Unilivre, instalada em Curitiba, Paraná, é uma organização não governamental sem fins lucrativos, recentemente

Leia mais

Programa de Capacitação em Gestão do PPA Curso PPA: Elaboração e Gestão Ciclo Básico. Elaboração de Planos Gerenciais dos Programas do PPA

Programa de Capacitação em Gestão do PPA Curso PPA: Elaboração e Gestão Ciclo Básico. Elaboração de Planos Gerenciais dos Programas do PPA Programa de Capacitação em Gestão do PPA Curso PPA: Elaboração e Gestão Ciclo Básico Elaboração de Planos Gerenciais dos Programas do PPA Brasília, abril/2006 APRESENTAÇÃO O presente manual tem por objetivo

Leia mais

A USINA HIDRELÉTRICA DO ESTREITO-MA: ANÁLISE DE SEUS ESPAÇOS DE INFLUÊNCIA SOB A CONTRIBUIÇÃO DO TRABALHO DE MILTON SANTOS

A USINA HIDRELÉTRICA DO ESTREITO-MA: ANÁLISE DE SEUS ESPAÇOS DE INFLUÊNCIA SOB A CONTRIBUIÇÃO DO TRABALHO DE MILTON SANTOS Thaís Samara de Castro Bezerra José Carlos Bezerra Universidade Estadual da Paraíba UEPB [email protected] [email protected] A USINA HIDRELÉTRICA DO ESTREITO-MA: ANÁLISE DE SEUS ESPAÇOS DE INFLUÊNCIA

Leia mais

É esta imensidão de oceano, que mais tarde ou mais cedo teremos de aproveitar de um modo sustentável.

É esta imensidão de oceano, que mais tarde ou mais cedo teremos de aproveitar de um modo sustentável. Pescas Senhor Presidente da Assembleia Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo Senhoras e Senhores Membros do Governo É inevitável olhar as ilhas na sua descontinuidade e imaginá-las

Leia mais

FICHA PROJETO - nº 072-MA

FICHA PROJETO - nº 072-MA FICHA PROJETO - nº 072-MA Mata Atlântica Grande Projeto TÍTULO: Vereda do Desenvolvimento Sustentável da Comunidade de Canoas: um Projeto Demonstrativo da Conservação da Mata Atlântica. 2) MUNICÍPIOS DE

Leia mais

RECIFE 500 ANOS UMA VISÃO DE CIDADE. Recife 500 Anos uma visão de cidade

RECIFE 500 ANOS UMA VISÃO DE CIDADE. Recife 500 Anos uma visão de cidade RECIFE 500 ANOS UMA VISÃO DE CIDADE Recife 500 Anos uma visão de cidade 1 Não há nada como o sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã. Victor Hugo 2 Recife 500 Anos uma visão de cidade

Leia mais

Canoa Quebrada ASSOCIAÇÃO DOS EMPREENDEDORES DE CANOA QUEBRADA - ASDECQ ANEXO 1 HOSPEDAGEM

Canoa Quebrada ASSOCIAÇÃO DOS EMPREENDEDORES DE CANOA QUEBRADA - ASDECQ ANEXO 1 HOSPEDAGEM Canoa Quebrada ASSOCIAÇÃO DOS EMPREENDEDORES DE CANOA QUEBRADA - ASDECQ ANEXO 1 HOSPEDAGEM Associação dos Empreendedores de Canoa Quebrada - ASDECQ Rua Dragão do Mar, s/n, Pólo de Lazer Sala 04 Canoa Quebrada

Leia mais

Planejamento Turístico para Promoção do Turismo de Base Comunitária: experiências no Amazonas e no Pará

Planejamento Turístico para Promoção do Turismo de Base Comunitária: experiências no Amazonas e no Pará Capítulo do Livro: Série Integração, Transformação e Desenvolvimento: Áreas Protegidas e Biodiversidade Fundo Vale para o Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro. 2012. Planejamento Turístico para

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 Institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da Caatinga. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO PROJETO

SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO PROJETO SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO PROJETO ABRIL / 2005 Apresentação SMPDSE SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E A Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DA TERRA INDIGENA SETE DE SETEMBRO EM CACOAL-RONDÔNIA-BRASIL. PAITER X PROJETO REDD+

PLANO DE GESTÃO DA TERRA INDIGENA SETE DE SETEMBRO EM CACOAL-RONDÔNIA-BRASIL. PAITER X PROJETO REDD+ PLANO DE GESTÃO DA TERRA INDIGENA SETE DE SETEMBRO EM CACOAL-RONDÔNIA-BRASIL. PAITER X PROJETO REDD+ GASODÁ SURUI TURISMOLOGO E COORDENADOR DE CULTURA PAITER NA ASSOCIAÇÃO METAREILA DO POVO INDIGENA SURUI.

Leia mais

Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental

Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental O momento certo para incorporar as mudanças A resolução 4.327 do Banco Central dispõe que as instituições

Leia mais

O IDEC é uma organização não governamental de defesa do consumidor e sua missão e visão são:

O IDEC é uma organização não governamental de defesa do consumidor e sua missão e visão são: 24/2010 1. Identificação do Contratante Nº termo de referência: TdR nº 24/2010 Plano de aquisições: Linha 173 Título: consultor para desenvolvimento e venda de produtos e serviços Convênio: ATN/ME-10541-BR

Leia mais

Criação de uma Unidade de Conservação na ZPA-6. Morro do Careca e sistema dunar Dunar contínuo

Criação de uma Unidade de Conservação na ZPA-6. Morro do Careca e sistema dunar Dunar contínuo Criação de uma Unidade de Conservação na ZPA-6 Morro do Careca e sistema dunar Dunar contínuo Justificativa: Art. 225 da Constituição Federal: SNUC: Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente

Leia mais

UMA ANÁLISE SOBRE AS DIVERSAS PAISAGENS DA LAGOA MAIOR EM TRÊS LAGOAS/MS

UMA ANÁLISE SOBRE AS DIVERSAS PAISAGENS DA LAGOA MAIOR EM TRÊS LAGOAS/MS UMA ANÁLISE SOBRE AS DIVERSAS PAISAGENS DA LAGOA MAIOR EM TRÊS LAGOAS/MS Cínthia dos Santos Sêna 1 Esp Luziane Albuquerque 2 RESUMO O presente trabalho visa analisar as diversas paisagens que compõem a

Leia mais

INVENTÁRIO DAS FONTES POLUIDORAS/CONTAMINANTES DOS RECURSOS VIVOS MARINHOS DO BRASIL

INVENTÁRIO DAS FONTES POLUIDORAS/CONTAMINANTES DOS RECURSOS VIVOS MARINHOS DO BRASIL INVENTÁRIO DAS FONTES POLUIDORAS/CONTAMINANTES DOS RECURSOS VIVOS MARINHOS DO BRASIL ANTECEDENTES Em continuidade aos trabalhos do Programa Nacional de Gerenciamento Costeiro (GERCO), o Ministério do Meio

Leia mais

O TURISMO SOB A ÓTICA DA PLATAFORMA DE SUSTENTABILIDADE DO LITORAL NORTE

O TURISMO SOB A ÓTICA DA PLATAFORMA DE SUSTENTABILIDADE DO LITORAL NORTE Contratantes: O TURISMO SOB A ÓTICA DA PLATAFORMA DE SUSTENTABILIDADE DO LITORAL NORTE Tópicos da apresentação: Turismo Sustentável sob a Ótica da PSLN. Tópicos: I Informações gerais sobre a PSLN; II Diagnóstico

Leia mais

Proposta de Criação da Floresta Estadual José Zago. Consulta Pública

Proposta de Criação da Floresta Estadual José Zago. Consulta Pública Proposta de Criação da Floresta Estadual José Zago Consulta Pública 2015 Base Legal Lei Federal nº 9.985 de 18 de julho de 2000 Regulamenta o artigo 225 da Constituição Federal e Institui o Sistema Nacional

Leia mais

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO É claro que o Brasil não brotou do chão como uma planta. O Solo que o Brasil hoje ocupa já existia, o que não existia era o seu território, a porção do espaço sob domínio,

Leia mais

Oficina O Uso dos Sistemas de Informação como Ferramentas de Gestão Local do SUAS

Oficina O Uso dos Sistemas de Informação como Ferramentas de Gestão Local do SUAS Oficina O Uso dos Sistemas de Informação como Ferramentas de Gestão Local do SUAS O Cadastro Único e a Gestão do SUAS: Essa ferramenta auxilia no processo de planejamento das ações socioassistenciais?

Leia mais

P019 NAT Chapada Diamantina / BA

P019 NAT Chapada Diamantina / BA P019 NAT Chapada Diamantina / BA INTRODUÇÃO AO DESTINO Localizada no coração da Bahia, a Chapada Diamantina é considerada um oásis em pleno sertão nordestino, com temperaturas amenas e reduto para diversas

Leia mais

Questões Climáticas e Água

Questões Climáticas e Água Questões Climáticas e Água Material de apoio para Monitoria 1. (UNICAMP-2012) O mapa abaixo indica a ocorrência de queda de neve na América do Sul. Observe o mapa e responda às questões. a) Que fatores

Leia mais

Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira

Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira OBJECTIVOS DO POLIS LITORAL: (RCM n.º 90/2008, de 3 de Junho) a) Proteger e requalificar a zona costeira, tendo em vista

Leia mais

Maiores conjuntos arquitetônicos do mundo; Gastronomia com influência Indígena, Africana e Portuguesa; Harmonia dos atrativos e gente hospitaleira;

Maiores conjuntos arquitetônicos do mundo; Gastronomia com influência Indígena, Africana e Portuguesa; Harmonia dos atrativos e gente hospitaleira; Efervescência Cultural; Maiores conjuntos arquitetônicos do mundo; Gastronomia com influência Indígena, Africana e Portuguesa; Harmonia dos atrativos e gente hospitaleira; Deserto de Areias brancas com

Leia mais

TURISMO NO SUL DE MINAS: UMA ANÁLISE SOBRE O MUNICÍPIO DE FAMA (MG)

TURISMO NO SUL DE MINAS: UMA ANÁLISE SOBRE O MUNICÍPIO DE FAMA (MG) TURISMO NO SUL DE MINAS: UMA ANÁLISE SOBRE O MUNICÍPIO DE FAMA (MG) SÉRGIO HENRIQUE DE CAMPOS ESPORTE 1 e ANA RUTE DO VALE 2 [email protected], [email protected] 1 Bolsista de iniciação científica

Leia mais

INOVAÇÕES METODOLÓGICAS NA ÁREA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA Oportunidades para o desenvolvimento urbano sustentável GESTÃO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA

INOVAÇÕES METODOLÓGICAS NA ÁREA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA Oportunidades para o desenvolvimento urbano sustentável GESTÃO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA INOVAÇÕES METODOLÓGICAS NA ÁREA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA Oportunidades para o desenvolvimento urbano sustentável GESTÃO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA Premissas para lidar com a iluminação urbana 1. Aspirações da

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

IMPACTOS AMBIENTAIS EM ÁREA DE RIO SÃO FRANCISCO, PETROLINA PE.

IMPACTOS AMBIENTAIS EM ÁREA DE RIO SÃO FRANCISCO, PETROLINA PE. IMPACTOS AMBIENTAIS EM ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL URBANA, MARGEM DO RIO SÃO FRANCISCO, PETROLINA PE. Profa. Miriam Cleide Amorim Universidade Federal do Vale do São Francisco Campus Juazeiro, BA INTRODUÇÃO

Leia mais

Políticas e Programas de Desenvolvimento Regional

Políticas e Programas de Desenvolvimento Regional Políticas e Programas de Desenvolvimento Regional Silvana Parente Secretária do Planejamento e Gestão Desequilíbrio Intra- Estadual População Total - 8.185.286 PIB - R$ 46,3 bilhão PIB per capita - R$

Leia mais

MUDANÇAS NA ISO 9001: A VERSÃO 2015

MUDANÇAS NA ISO 9001: A VERSÃO 2015 MUDANÇAS NA ISO 9001: A VERSÃO 2015 Está em andamento o processo de revisão da Norma ISO 9001: 2015, que ao ser concluído resultará na mudança mais significativa já efetuada. A chamada família ISO 9000

Leia mais

Geotecnologia aplicadas à análise histórica humana /intervenções urbanas e evolução da linha de costa

Geotecnologia aplicadas à análise histórica humana /intervenções urbanas e evolução da linha de costa Geotecnologia aplicadas à análise histórica humana /intervenções urbanas e evolução da linha de costa Marcia Cristina de Souza Matos Carneiro [email protected] NEXUS : Sociedade e Natureza UFPE

Leia mais

O Caminho das Águas - Lagoas e Mares do Sul e Costa dos Corais

O Caminho das Águas - Lagoas e Mares do Sul e Costa dos Corais O Caminho das Águas - Lagoas e Mares do Sul e Costa dos Corais 04 dias e 03 noites no litoral de Alagoas 1º dia Maceió / Barra de São Miguel É fácil gostar de Maceió. Lazer, cultura, gastronomia, turismo,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO ARQ 399- TRABALHO DE CURSO -2011/2 BELLE MARE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO ARQ 399- TRABALHO DE CURSO -2011/2 BELLE MARE UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO ARQ 399- TRABALHO DE CURSO -2011/2 BELLE MARE ALUNA: ORIENTADORA: TERESA FARIA NOVEMBRO 2011 AGRADECIMENTOS AGRADEÇO A TODOS QUE ACREDITARAM,

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Previsão Legal Objetivos Categorias Finalidades Gestão do Sistema Quantitativos Outros Espaços Protegidos Distribuição Espacial Relevância O Brasil possui alguns

Leia mais

Projeto Básico Ambiental (PBA) UHE Teles Pires

Projeto Básico Ambiental (PBA) UHE Teles Pires UHE Teles Pires P.38 - Programa de Apoio à Revitalização e Incremento da Atividade de Turismo Equipe Responsável pela Elaboração do Programa Responsável Registro Cadastro Técnico Profissional Federal IBAMA

Leia mais

A REPRESA CAIGUAVA E OS INDIOS GUARANI DA ALDEIA ARAÇA-I. Mario Sergio Michaliszyn Antropólogo Universidade Positivo

A REPRESA CAIGUAVA E OS INDIOS GUARANI DA ALDEIA ARAÇA-I. Mario Sergio Michaliszyn Antropólogo Universidade Positivo A REPRESA CAIGUAVA E OS INDIOS GUARANI DA ALDEIA ARAÇA-I Mario Sergio Michaliszyn Antropólogo Universidade Positivo Áreas de Proteção Ambiental APAs OBJETIVOS: Conciliar o desenvolvimento econômico e a

Leia mais

INDUSTRIALIZAÇÃO EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, SP: UMA ANÁLISE DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS DO DISTRITO INDUSTRIAL DO CHÁCARAS REUNIDAS

INDUSTRIALIZAÇÃO EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, SP: UMA ANÁLISE DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS DO DISTRITO INDUSTRIAL DO CHÁCARAS REUNIDAS INDUSTRIALIZAÇÃO EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, SP: UMA ANÁLISE DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS DO DISTRITO INDUSTRIAL DO CHÁCARAS REUNIDAS Gustavo Andreiev Nunes Serra 1, Adriane Aparecida Moreira de Souza 2 Universidade

Leia mais

PAINEL: A IMPORTÂNCIA DO AMBIENTE NO TURISMO CASE GEOPARQUES NO BRASIL: AS PROPOSTAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

PAINEL: A IMPORTÂNCIA DO AMBIENTE NO TURISMO CASE GEOPARQUES NO BRASIL: AS PROPOSTAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Serviço Geológico do Brasil CPRM PAINEL: A IMPORTÂNCIA DO AMBIENTE NO TURISMO CASE GEOPARQUES NO BRASIL: AS PROPOSTAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MISSÃO "Gerar e difundir o conhecimento geológico e

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado ODAIR CUNHA PT/MG

CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado ODAIR CUNHA PT/MG PROGRAMAS ABERTOS MINISTÉRIO DA PESCA Código do Programa 5800020130061 Administração Pública Estadual ou do Distrito Federal Programa 20.122.2113.2000.0001.0001 - Adminstração da Unidade - Nacional A atividade

Leia mais

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO lei 9.985/00. 1. Conceitos Básicos

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO lei 9.985/00. 1. Conceitos Básicos UNIDADES DE CONSERVAÇÃO lei 9.985/00 1. Conceitos Básicos a) unidade de conservação: espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes,

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL. Zoneamento Ambiental. Espaços Territoriais especialmente protegidos ... Camila Regina Eberle camilaeberle@hotmail.

GESTÃO AMBIENTAL. Zoneamento Ambiental. Espaços Territoriais especialmente protegidos ... Camila Regina Eberle camilaeberle@hotmail. ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL GESTÃO AMBIENTAL Zoneamento Ambiental Espaços

Leia mais

Fotografias PauloHSilva//siaram. Saber Mais... Ambiente Açores

Fotografias PauloHSilva//siaram. Saber Mais... Ambiente Açores Fotografias PauloHSilva//siaram Saber Mais... Ambiente Açores Convenção Diversidade Biológica O que é a Convenção da Diversidade Biológica? A Convenção da Diversidade Biológica é um acordo assinado entre

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DOS CORAIS APACC

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DOS CORAIS APACC TAMANDARÉ - 2013 - CONTEXTUALIZAÇÃO; - PRINCIPAIS ESTRATÉGIAS; - PROBLEMAS; - AVANÇOS RESULTADOS; - DESAFIOSEMETAS2013. CONTEXTUALIZAÇÃO - Área de Proteção Ambiental: Fragilidade Legislação; Ordenamento,

Leia mais

DISCIPLINA A PROBLEMÁTICA AMBIENTAL E A GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS

DISCIPLINA A PROBLEMÁTICA AMBIENTAL E A GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS CAPÍTULO 1. Atividade 1 Ligando as ideias Pág.: 5 O documento "Declaração sobre o ambiente humano" está disponível na Biblioteca Virtual da Acesse esse documento e, após realizar uma leitura atenta, identifique

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. 1.1 Motivação e Justificativa

1 INTRODUÇÃO. 1.1 Motivação e Justificativa 1 INTRODUÇÃO 1.1 Motivação e Justificativa A locomoção é um dos direitos básicos do cidadão. Cabe, portanto, ao poder público normalmente uma prefeitura e/ou um estado prover transporte de qualidade para

Leia mais