PRAGAS E DOENÇAS QUE AFETAM O PINHAL
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- Vinícius Canto Bennert
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1 PRAGAS E DOENÇAS QUE AFETAM O PINHAL Diagnóstico e Medidas de Proteção Fitossanitária José Manuel Rodrigues Forum Fitossanidade Florestal AUDITÓRIO DA CASA DA CULTURA Oleiros, 22de janeiro de 2015
2 ÍNDICE
3 1 2 3 Importância Fitossanidade Florestal Vulnerabilidades Riscos Definição Bases Intervenção Prevenção Controlo Pragas e Doenças impacte Pinhal Enquadramento Diagnóstico Controlo ÍNDICE
4 Importância Fitossanidade Florestal 4
5 1 Importância Fitossanidade Florestal Contexto Internacional Ocupação Florestal Florestal Não florestal Água (FAO, FRA 2010) Área florestal total 4 biliões hectares, correspondente a 31% da área total mundial Área florestal desigualmente distribuída 53% da área florestal concentra-se em 5 países (Russia, Brasil, Canadá, EUA e China) 5
6 1 Importância Fitossanidade Florestal Contexto Internacional Área média por agentes bióticos nocivos Área média de floresta anualmente afetada por insetos Área média de floresta anualmente afetada por outros agentes bióticos nocivos (FAO, FRA 2010) 6
7 1 Importância Fitossanidade Florestal Contexto Europeu Principais Problemas que Afetam a Floresta Principais Problemas da Floresta na Europa ( ) Área de floresta e matos afetadas por diferentes agentes primários, 2005 Outros (40%) Incêndios (9%) Área afetada ( 1000 ha) 6% da área total de florestas na Europa aprox. EC (2012) Pragas (34%) Doenças (17%) Pragas e doenças Vida selv. & pastoreio Vento, neve, Fogo Operações Florestais Outras causas (Agência Europeia do Ambiente)
8 1 Importância Fitossanidade Florestal Contexto Europeu Principais Problemas que Afetam a Floresta Principais Problemas da Floresta na Europa ( ) Caracterização dos 30 Principais Problemas de Natureza Fitossanitária na Europa Outros (40%) Incêndios (9%) Pragas (34%) Doenças (17%) (Agência Europeia do Ambiente) EUROPA - EC DG ENV (Final Report 2012) Género Doenças Pragas Pinus 7 5 Quercus 5 1 Picea /Abies 3 1 Larix 1 Fraxinus 1 Eucalyptus 1 Ulmus 1 2 Fagus 1 Castanea 3 1 Populus 1 2 Alnus 1 Salix 2 Acer 2 Total 25 16
9 1 Importância Fitossanidade Florestal Floresta Vulnerabilidades e Riscos América para a Europa 2% 9% 16% AMEAÇAS À SUSTENTABILIDADE DA FLORESTA: (Alterações Climáticas, Circulação Global, ) Cria condições para o estabelecimento de novas pragas: Condições favoráveis Enfraquecimento dos hospeiros 14% 14% Estabelecimentos bem sucedidos de insetos na Europa ( Mattson 7% et al., 2007) 38% Coleoptera Diptera Hemiptera Homoptera Hymenoptera Lepidoptera Thysanoptera Asia para a Europa América para a Europa 2% 17% 9% 16% 23% 300 mil plantas vindas da Europa 12% 4% 4% 14% 14% m 3 /ano material lenhoso de países terceiros 40% 38% 52 Insetos 57 Insetos 7%
10 1 Importância Fitossanidade Florestal Floresta Vulnerabilidades e Riscos Necessidade de estabelecimento de mecanismos de Prevenção e Controlo Importância da Floresta enquanto recurso global e fornecedor de uma variada gama de benefícios (Ambientais, Económicos, Sociais, Culturais) Ao longo dos anos têm sido identificados vários problemas sanitários (bióticos, abióticos ou resultantes do tipo de gestão florestal) Potenciais Riscos à sua Sustentabilidade (Alterações Climáticas, Circulação Global, Modelos de Gestão) Capacidade de atuação rápida e eficaz, por parte de todas as entidades com competências nesta área Necessidade de definição de uma atuação concertada em matéria de Sanidade Florestal Tendência para aumento e aparecimento de novas pragas e doenças
11 Bases Para Intervenção 11
12 2 Bases para Intervenção Estratégia de Atuação Definição de circuitos e comunicação entre as várias entidades Levantamento dos principais problemas Fitossanitários Atuação Clara e Eficiente Problemas Fitossanitários Estabelecimento de bases estratégicas de prevenção e controlo
13 2 Bases para Intervenção Estratégia de Atuação Tipo de hospedeiros Época do ano Vias de dispersão Pontos de entrada Análise de Risco (Risco de introdução, instalação e dispersão para novas áreas) Deteção precoce / Interceção Prospeção Monitorização Controlo Definição de Metodologias Plano de Ação Organismos Quarentena existentes em Portugal Plano de Contingência Organismos não existentes em Portugal Plano de Controlo Organismos existentes em Portugal Planos de Atuação PROGRAMA OPERACIONAL SANIDADE FLORESTAL
14 Pragas e Doenças que Afetam o Pinhal
15 1 2 3 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Processionária do Pinheiro Outras Pragas do Pinhal Algumas Pragas e Doenças com Impacte no Pinhal
16 NEMÁTODO DA MADEIRA DO PINHEIRO
17 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro O Que é? PROVOCA A DOENÇA DA MURCHIDÃO DOS PINHEIROS É um verme microscópico Bursaphelenchus xylopilus É transmitido às árvores por um inseto longicórnio do pinheiro Monochamus galloprovincialis Leva à Morte das árvores
18 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Situação Atual GLOBAL E NA UNIÃO EUROPEIA Organismo Quarentena (OEPP) Fortes restrições à circulação do material lenhoso Decisão Comissão 2012/535/UE DL 95/2011, de 8/8 2010
19 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Situação Atual EVOLUÇÃO DA SITUAÇÃO EM PORTUGAL Zona Restrição ha Zona Restrição território continental (incluindo Zona Tampão) FAIXA DE CONTENÇÃO FITOSSANITÁRIA Zona Restrição ha Primeira Zona Restrição ha Zona Restrição ha Zona Restrição ha 20ª Missão FVO Deteção do NMP /2007 Decisão da Comissão 2012/535/UE Cenário de Contenção
20 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Situação Atual DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA EM PORTUGAL Locais de Intervenção NMP presente 565 Freguesias Zona Tampão 586 Freguesias NMP ausente Medidas de Contenção ILHA DA MADEIRA
21 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Que Árvores Ataca? Muito suscetíveis P. pinaster, P. nigra, e P. sylvestris Todas as Coníferas (exceto Taxus L. e Thuja L.) Pouco suscetíveis P. pinea, P. radiata, e P. halepensis
22 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Que Sintomas Provoca? COMUNS A MUITOS OUTROS AGENTES DE DECLÍNIO Orthotomicus erosus Redução Resina Ips sexdentatus Morte da Árvore Amarelecimento Copa Tomicus piniperda Heterobasidion annosum Sphaeropsis sapinea Rhizina inflata Armillaria sp. Cloroses nas Agulhas
23 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Qual o Comportamento da Doença? Morte da Árvore Acções realizadas durante o Período de Outono Inverno e início Primavera J F M A M J J A S O N D
24 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Qual o Comportamento da Doença? Parte superior da copa Parte média da copa 3/3 canopy 2/3 canopy 1/3 canopy < 20 cm Zona de elevado risco: Todos os componentes devem ser destruídos Parte inferior da copa 3/3 trunk Tronco principal Base 2/3 trunk 1/3 trunk > 20 cm 0% 20% 40% 60% 80% 100% Zona de baixo risco: O NMP pode estar presente mas não havendo vetores não há risco de transferência
25 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Como se Dispersa? NATURAL PORTUGAL Longicórnio do pinheiro Monochamus galloprovincialis
26 Novembro - Março Abril - Outubro 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Árvore sã O inseto vetor alimenta-se nos raminhos do ano Outros Fatores de Introdução dos nemátodos Enfraquecimento Reprodução dos nemátodos Árvore Enfraquecida Posturas dos Insetos Introdução dos nemátodos Reprodução dos nemátodos Formação de Larvas Juvenis Desenvolvimento das larvas dos insetos Formação das pupas Os nemátodos instalam-se No inseto vetor Saída dos Insetos Na Primavera Formação dos imagos
27 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Como se Dispersa? NATURAL ARTIFICIAL Paletes Mad Serr. Rolaria PORTUGAL Longicórnio do pinheiro Monochamus galloprovincialis Sobrantes Risco = NMP + Inseto vetor
28 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Qual a Estratégia de Controlo? PROSPEÇÃO E AMOSTRAGEM IDENTIFICAÇÃO E ELIMINAÇÃO DE ÁRVORES CONTROLO DO INSETO VETOR FISCALIZAÇÃO
29 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Como Prospetar e Amostrar? SISTEMÁTICA Parcelas Inventário Florestal Nacional 1-Set NÃO SISTEMÁTICA Zona Tampão Delimitação áreas positivas Outras Áreas com Declínio 31-Dez CALENDARIZAÇÃO Set a Dez 1-Mar Março Envio UE
30 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Como Prospetar e Amostrar? SISTEMÁTICA Parcelas Inventário Florestal Nacional 1-Set NÃO SISTEMÁTICA Zona Tampão Delimitação áreas positivas Outras Áreas com Declínio 31-Dez 1-Mar
31 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Como Prospetar e Amostrar? SISTEMÁTICA Parcelas Inventário Florestal Nacional NÃO SISTEMÁTICA Zona Tampão Delimitação áreas positivas Outras Áreas com Declínio NECESSÁRIO AMOSTRAR TODAS AS ÁRVORES COM SINTOMAS DE DECLÍNIO
32 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Resultados da Prospeção e Amostragem Ano ( ) PARCELAS (N.º) AMOSTRAS (N.º) POSITIVOS (N.º) POSITIVOS (%) % % % % % % TOTAL ,8%
33 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Resultados da Prospeção e Amostragem Ano ( ) PARCELAS (N.º) AMOSTRAS (N.º) POSITIVOS (N.º) POSITIVOS (%) % % % % % % TOTAL ,8%
34 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Resultados da Prospeção e Amostragem Ano ( ) PARCELAS (N.º) AMOSTRAS (N.º) POSITIVOS (N.º) TOTAL
35 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Quando Identificar e eliminar árvores com declínio? Zona Tampão Locais de Intervenção Restante Zona Identificação de Árvores com sintomas de declínio Eliminação das árvores (Abate e Transporte para locais de transformação autorizados ELIMINAÇÃO DOS RESPETIVOS SOBRANTES
36 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Quando Identificar e eliminar árvores com declínio? CALENDARIZAÇÃO 1-Nov 1 Nov 1 Abr 2 Abr 31 Out Período mais favorável IMEDIATO 1-Mai 1-Abr
37
38 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Resultados Eliminação de Árvores Com Declínio
39 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Como Controlar o Inseto Vetor? Identificação e eliminação de árvores no Outono/Inverno 31-Out Instalação de Armadilhas GALLOPROTECT 2D 1-Mai Mai Out Período de Voo Inseto Vetor
40 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Resultados Monitorização das Armadilhas Nenhum na ZT insetos com NMP Insetos Vetor Insetos Recolhas Biotic Agents Control Armadilhas
41 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Como Fiscalizar e Porquê? CONTROLAR E EVITAR DISPERSÃO NMP Guarda Nacional Republicana ARMAZENAMENTO ABATE Guarda Nacional Republicana TRANSPORTE
42 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Como Fiscalizar e Porquê? RASTREABILIDADE DO MATERIAL LENHOSO MANIFESTO EXPLORAÇÃO FLORESTAL REGIME JURÍDICO (Decreto-Lei N.º 95/2011) ARMAZENAMENTO ABATE TRANSPORTE
43 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro Como Fiscalizar e Porquê? RASTREABILIDADE DO MATERIAL LENHOSO Regras e procedimentos estabelecidas: Com base numa Avaliação de Risco, considerando-se diferentes variáveis; ORIGEM Sintomatologia ZT REGRAS DESTINO VALIDADAS PELO MANIFESTO! Época do ano LI ZR Tipo de material
44 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro DADOS SOBRE A RASTREABILIDADE DO MATERIAL LENHOSO FLUXO DE MATERIAL LENHOSO
45 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro DADOS SOBRE A RASTREABILIDADE DO MATERIAL LENHOSO FLUXO DE MATERIAL LENHOSO
46 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro NOTAS FINAIS ELIMINE AS ÁRVORES COM SINTOMAS DE DECLÍNIO ELIMINE OS RESPETIVOS SOBRANTES SEJA ATIVO! PROTEJA O SEU PINHAL! CUMPRA A LEGISLAÇÃO PREENCHA O MANIFESTO DE EXPLORAÇÃO FLORESTAL
47 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro SAIBA MAIS INFORMAÇÃO
48 1 Nemátodo da Madeira do Pinheiro SAIBA MAIS INFORMAÇÃO
49 PROCESSIONÁRIA DO PINHEIRO
50 2 Processionária do Pinheiro O Que é? Inseto desfolhador Thaumetopoea pytiocampa Hospedeiros Todas as espécies de pinheiros (Pinus spp.) Maiores danos Plantações de Pinus radiata, P. nigra, P. canariensis e P. sylvestris são as mais susceptíveis.
51 2 Processionária do Pinheiro Quais os Sintomas? PRAGA FÁCIL DE IDENTIFICAR Ninhos Lagartas Desfolhas Posturas
52 2 Processionária do Pinheiro Quais os Sintomas? PRESENÇA DE NINHOS Fase Inicial Fase Intermédia Fase Final PROCISSÃO ENTERRAMENTO
53 Agente Agente Agente 2 Processionária do Pinheiro Qual o seu Comportamento? CICLO DE VIDA Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Lagartas Lagartas em em procissão procissão Diapausa Diapausa das das pupas Pupas Lagartas em ninhos tempor á rios Pupas Pupas no no solo solo Borboletas Borboletas Posturas Posturas Diapausa Diapausa das das pupas Pupas Lagartas em em ninhos tempor á rios Lagartas Lagartas em em ninhos ninhos de de Inverno Inverno Fêmea e Posturas 1º instar 4º instar Pêlos Urticantes Procissão
54 Danos Danos Danos Agente Agente Agente 2 Processionária do Pinheiro Qual o seu Comportamento? DANOS EM POVOAMENTOS E ESPAÇOS LAZER Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Lagartas Lagartas em em procissão procissão Diapausa Diapausa das das pupas Pupas Lagartas em ninhos tempor á rios Pupas Pupas no no solo solo Borboletas Borboletas Posturas Posturas Diapausa Diapausa das das pupas Pupas Lagartas em em ninhos tempor á rios Lagartas Lagartas em em ninhos ninhos de de Inverno Inverno Alergias leves Desfolha Alergias Alergias graves Agulhas roídas e secas e secas Desfolha Alergias leves Em Povoamentos de produção Povoamentos jovens Árvores isoladas Zonas Bordadura Povoamentos pouco densos ou monoespecíficos Provoca Redução da área Foliar e do crescimento Predispõe a árvore ao ataque de outros insetos Nos espaços florestais Lazer Problemas Saúde pública Dematoses Irritação do globo ocular Problemas respiratórios Problemas nos animais
55 Meios de luta Monito rização Agente Agente Agente Danos Danos 2 Processionária do Pinheiro Como se Controla? MEIOS DE LUTA Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Desfolha Desfolha Alergias leves leves Alergias Alergias graves graves Agulhas roídas e secas Agulhas das e secas Desfolha Desfolha Alergias leves leves Lagartas em procissão Lagartas em procissão Diapausa das pupas Diapausa das Pupas Lagartas em ninhos tempor á rios Pupas no solo Pupas no solo Borboletas Borboletas Posturas Posturas Diapausa das pupas Diapausa das Pupas Lagartas em em ninhos ninhos tempor á rios Lagartas em ninhos Lagartas de Inverno em ninhos de Inverno Monitorização Avaliação das populações Avalia de machos ç ão das Avaliação ç dos ão dos ataques ataques na árvore na Meios de luta Destruição Destrui de larvas ç ão e de pupas larvas no solo e de pupas no solo Armadilhas Armadilhas com com feromonas feromonas Tratamento químico í mico na copa na copa Tratamento Tratamento químico no í mico tronco no tronco Destruição de ç ão ninhos de ninhos
56 2 Processionária do Pinheiro Como se Controla? SILVICULTURA PREVENTIVA & MONITORIZAÇÃO Plantação de espécies não-hospedeiras nas bordaduras dos povoamentos Plantação de povoamentos mistos (espécies hospedeiras e nãohospedeiras nas bordaduras dos povoamentos Colocação de Armadilhas Observação Visual
57 2 Processionária do Pinheiro Como se Controla? TRATAMENTOS QUÍMICOS/BIOPESTICIDAS Tratamentos Quimicos - Biopesticidas Bacilus Turingiensis 1ºs instares Diflubenzurão Estádios larvares mais desenvolvidos
58 2 Processionária do Pinheiro Como se Controla? TRATAMENTOS MECÂNICOS Tratamentos Mecânicos Corte/Destruição Ninhos Colocação de Cintas
59 2 Processionária do Pinheiro SAIBA MAIS INFORMAÇÃO
60 OUTRAS PRAGAS DO PINHAL - PINHAS
61 3 Outras Pragas do Pinhal Pragas que afetam as pinhas Fungos Diplodia pinea (Sphaeropsis sapinea) Insetos (antes de 2010) Dioryctria mendacella (Lagarta das pinhas) Pissodes validirostris (Gorgulho das pinhas) Insetos (depois de 2010) Leptoglossus ocidentalis (sugador das pinhas)
62 3 Outras Pragas do Pinhal Distribuição Geográfica SUGADOR DAS PINHAS Originário Insecto sugador nativo do Canadá, Estados Unidos da América e México Europa Introduzida em 1999 Itália Rapidamente se disseminou por Suíça, Eslovénia, Croácia, Hungria, Áustria, França, Alemanha, República Checa, Sérvia, Bélgica, Reino Unido, Polónia, Montenegro, Bulgária, Dinamarca, Noruega e Turquia Península Ibérica Espanha em 2003 Portugal em 2010
63 3 Outras Pragas do Pinhal Distribuição Geográfica SUGADOR DAS PINHAS DEPOIS DE 2010 Pinheiro bravo (Grosso-Silva, 2010) tíbia posterior com uma dilatação característica linha branca em zigzag nos élitros anteriores Pinheiro manso (INRB, 2010)
64 3 Outras Pragas do Pinhal Distribuição Geográfica 2011 SUGADOR DAS PINHAS 2010 Pinheiro bravo (Grosso-Silva, 2010) GROSSO-SILVA (2010) INRB, 2010 & 2011 Pinheiro manso (INRB, 2010)
65 3 Outras Pragas do Pinhal Danos Provocados SUGADOR DAS PINHAS Adultos e ninfas sugam o endosperma das sementes jovens (pinhas com 1 ou 2 anos), causando a destruição das sementes de mais de 40 hospedeiros de diferentes géneros (Pinus, Pseudotsuga, Tsuga, Picea, Abies, Cedrus, Juniperus, Pistacia) Podem destruir até 75% (ou mais) das sementes SEM CAUSAR SINTOMAS EXTERIORES VISÍVEIS!!
66 3 Outras Pragas do Pinhal Danos Provocados PRAGAS DAS PINHAS Relação entre o desenvolvimento das estruturas reprodutivas em pinheiro manso e os ciclos biológicos dos principais insetos que atacam a pinha 1º ano 2º ano 3º ano Jan Fev Mar Abril Maio Jun Julh Ag Set Out Nov Dez floração flor polinizada fecundação maturação do embrião Dioryctria mendacella Pissodes validirostris Leptoglossus occidentalis ovos larvas hibernantes larvas em actividade ninfas adultos
67 3 Outras Pragas do Pinhal Danos Provocados SUGADOR DAS PINHAS Fêmea Posturas Eclosão Insetos adultos posturas 1ºinstar 2º instar 3º instar 4ªinstar adulto junho julho agosto setembro
68 3 Outras Pragas do Pinhal Danos Provocados SUGADOR DAS PINHAS Danos são devidos à atividade alimentar dos adultos e das ninfas, efetuando todo o ciclo de desenvolvimento fora das pinhas NINFAS - Alimentam-se das agulhas e tecidos tenros das sementes/pinhas (com 1 a 2 anos) ADULTOS - Alimentam-se das flores e tecidos tenros das sementes/pinhas (com 1 a 2 anos) PRODUÇÃO (nº de pinhas/ha/ano) RENDIMENTO (Kg de pinhão/ Kg de pinha)
69 3 Outras Pragas do Pinhal Danos Provocados SUGADOR DAS PINHAS PRODUÇÃO Grande variação de ano para ano com ciclos de produção de 4 anos, geralmente com dois picos de produção intervalados com 2 anos de contra-safra. Não existem dados referentes a perdas de produção associadas a ataques de pragas e doenças milhões de Kg de pinha (0,60 /kg de pinha) 2,1 milhões de Kg de pinhão milhões de Kg de pinha (0,70 /kg de pinha) 4 milhões de Kg de pinhão milhões de Kg de pinha (0,80 /kg de pinha ) 500 mil kg de pinhão % de pinhões chochos por Distrito e por campanha
70 3 Outras Pragas do Pinhal Meios de Controlo SUGADOR DAS PINHAS LUTA BIOTÉCNICA Referência a uma feromona de agregação (BLATT & BORDEN, 1996) ainda não identificada, não disponível comercialmente. Feromona de alarme (BLATT et al., 1998) já identificada quer para adultos (hexyl acetate, hexanal, hexanol, heptyl acetate, e octyl acetate - ratio de 152:103:8:1.5:1), quer para ninfas (( )-2- hexenal), embora de efeito pontual e não duradouro. Monitorização e controlo através de armadilhas que emitam infra-vermelhos actualmente em teste (TAKÁCS et al., 2009) Machos produzem um signal de banda-larga na ordem dos 20 db acima do som ambiente, com frequências dominantes de 115 ± 10 e 175 ± 15 Hz e um padrão temporal distinto (TAKÁCS et al., 2008)
71 3 Outras Pragas do Pinhal Meios de Controlo SUGADOR DAS PINHAS LUTA BIOLÓGICA Agente microbiano Isaria fumosorosea referido como tendo potencial para uso em controlo biológico (BARTA, 2010) Parasita oófago Gryon pennsylvanicum originário do Canadá (British Colombia) em avaliação em Itália para um futuro programa de controlo biológico (ROVERSI et al., 2011) LUTA QUÍMICA Não existem pesticidas homologados contra esta espécie. No entanto, aplicações de dimetoato ou carbaril permitidas para o controlo de outras pragas podem indirectamente controlar o L. occidentalis (FGC, 2009). Atenção: Apenas com autorização da Autoridade Fitossanitária Nacional (DGAV)
72 3 Outras Pragas do Pinhal SAIBA MAIS INFORMAÇÃO
73 PRAGAS E DOENÇAS QUE AFETAM O PINHAL Diagnóstico e Medidas de Proteção Fitossanitária OBRIGADO José Manuel Rodrigues [email protected] Forum Fitossanidade Florestal AUDITÓRIO DA CASA DA CULTURA Oleiros, 22de janeiro de 2015
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