RESPOSTAS A PERGUNTAS FREQUENTES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESPOSTAS A PERGUNTAS FREQUENTES"

Transcrição

1 EMISSOR Divisão de Proteção Florestal e Valorização de Áreas Públicas DATA DA VERSÃO 25 / 10 / 2013 ENTRADA EM VIGOR 25 / 10 / 2013 ASSUNTO DOCUMENTAÇÃO DE APOIO ÀS SESSÕES DE SENSIBILIZAÇÃO MO ÂMBITO DAS AÇÕES DE PREVENÇÃO E CONTROLO DO NMP DISTRIBUIÇÃO GABINETES TÉCNICOS FLORESTAIS P1 O QUE É O NEMATODO DA MADEIRA DO PINHEIRO? O nemátodo da madeira do pinheiro (NMP) é um verme microscópico, transmitido às árvores por um inseto, o longicórnico do pinheiro, e que provoca a morte das árvores por ele infetadas. O NMP está classificado como organismo de quarentena de elevada nocividade, tendo sido criadas fortes restrições á circulação de material lenhoso proveniente do abate das árvores hospedeiras, impostas pela União Europeia. P2 ONDE ESTÁ? O NMP é originário dos EUA e surgiu na Asia, mais concretamente no Japão, no início do século passado, tendo sido detetado pela primeira vez na Europa em 1999, provavelmente introduzido devido ao crescente comércio com a China. A sua presença foi, pela primeira, vez confirmada em território nacional na península de Setúbal. Apesar de todas as medidas tomadas foram, em 2008, detetados novos focos de infestação em vários locais do País, com maior incidência na região centro. Como consequência, todo o território continental foi declarado zona de restrição, tendo sido delimitada uma faixa de, aproximadamente, 20 km de largura em toda a extensão da fronteira

2 terrestre com Espanha, onde se aplicam um conjunto de medidas de contenção com vista a evitar a dispersão natural do NMP para fora do território nacional. As freguesias onde efetivamente se confirma a presença do NMP estão classificadas como locais de intervenção. P3 COMO SE COMPORTAMENTA A DOENÇA? P3.1 - QUAIS SÃO OS HOSPEDEIROS SUSCETÍVEIS? O NMP pode atacar todas as coníferas em geral (espécies florestais gimnospérmicas vulgarmente designadas por resinosas, ou seja, pinheiros, abetos, cedrus, larix, píceas ou espruces, falsas-tsugas e tsugas), sendo que as árvores hospedeiras mais suscetíveis são as árvores das espécies pinus pinaster (pinheiro Bravo), pinus nigra (pinheiro- larício) e pinus sylvestris (pinheiro silvestre). Árvores hospedeiras menos suscetíveis são o pinus pinea (pinheiro manso), pinus radiata (pinheiro radiata) e pinus halepensis (pinheiro de alepo). P3.2 - QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS SINTOMAS? O NMP é introduzido na árvore quando o inseto vetor que lhe serve de transporte se alimenta dos raminhos do ano através da ferida provocada pelo pasto de maturação. Uma vez introduzido na árvore, o nemátodo multiplica-se e entope os canais resiníferos provocando, logo numa primeira fase, uma redução da produção de resina. Posteriormente, e como consequência do estrangulamento provocado pelos nemátodos e da deficiente circulação da seiva dai resultante, observa-se uma clorose das agulhas e, consequentemente o amarelecimento da copa, resultando por fim, na morte da árvore.

3 Importa referir que estes sintomas são comuns a outros agentes de declínio presentes na floresta, pelo que só se pode confirmar a presença do NMP através de uma análise laboratorial. P3.3 - QUANDO APARECEM OS SINTOMAS? O período de voo do inseto decorre entre abril e outubro pelo que o nemátodo da madeira do pinheiro será transmitido às árvores entre maio e novembro, sensivelmente. Os primeiros sintomas vão aparecer, assim, entre meados de maio até fins de dezembro. Poderão ainda surgir árvores com sintomas da doença entre fevereiro e abril do ano seguinte como resultado das infeções mais tardias (ocorridas no fim de novembro). P3.4 QUAL A MELHOR ALTURA DO ANO PARA REALIZAÇÃO DAS AÇÕES PARA CONTROLO DA DOENÇA? Considerando o calendário apresentado, conclui-se que as principais ações para controlo da doença (identificação e abate de árvores com sintomas declínio e eliminação dos sobrantes) devem ser realizadas durante o período de outono/inverno e início da primavera. P4 QUAIS OS RISCOS ASSOCIADOS À DOENÇA DO NEMATODO DA MADEIRA DO PINHEIRO? O risco de dispersão da doença provocada pelo NMP está, inevitavelmente, associado à presença do seu inseto vetor, uma vez que o nemátodo, por si só, não tem autonomia para colonizar novos hospedeiros.

4 Assim, e uma vez que estudos revelaram que o longicórnio do pinheiro coloniza apenas a zona da copa, não estando presente no tronco principal da árvore, as componentes que representam maior risco de dispersão da doença são a parte superior e inferior da copa e rolaria com diâmetros inferiores a 20cm, pelo que todos estes componentes devem ser destruídos, sendo a correta eliminação dos sobrantes do abate de coníferas uma medida imprescindível e obrigatória para o combate à doença e manutenção de um povoamento saudável. Para além da dispersão natural da doença, causada pela natureza do seu inseto vetor, a dispersão artificial, associada ao transporte de material lenhoso proveniente do abate de coníferas hospedeiras, constitui um elevado risco de dispersão da doença, principalmente quando associada á possível presença do inseto vetor, razão pela qual uma das medidas a tomar consiste na realização do transporte coberto ou em camião fechado, utilizando o dispositivo de proteção fitossanitária (rede storanet m ), em situações em que esse risco é mais elevado, como por exemplo, no período de voo do inseto (de abril a outubro), no transporte de material lenhoso proveniente do abate de coníferas hospedeiras com sintomas de declínio. P5 QUAL A LEGISLAÇÃO APLICÁVEL? Sendo o NMP um organismo de quarentena de elevada nocividade com fortes restrições á circulação de material lenhoso impostas pela união europeia, está sujeito a uma legislação comunitária, a Decisão de Execução da Comunidade n.º 2012/535/UE, de 26 de setembro e a legislação nacional especifica para o efeito, o Decreto-Lei n.º 95/2011, de 8 de agosto, com a leitura que lhe é dada pela declaração de retificação n.º 30-A/2011, de 7 de outubro e que vem estabelecer as medidas extraordinárias de proteção fitossanitária indispensáveis ao controlo do NMP e do seu inseto vetor, com vista a evitar a dispersão da doença e, quando possível, a sua erradicação.

5 P6 O QUE FAZER? A Decisão de Execução da Comunidade n.º 2012/535/UE, de 26 de setembro impõe um conjunto de medidas de emergência para controlo do NMP e determina o estabelecimento de um plano de ação, que visa um conjunto de ações para controlo da doença provocada pelo NMP. P6.1 O QUE É A PROSPEÇÃO E AMOSTRAGEM? A primeira abordagem estabelecida no plano de ação consiste nas ações de prospeção e amostragem de árvores coníferas hospedeiras do NMP, com sintomas de declínio, através do estabelecimento de um plano específico de monitorização, com o objetivo de pesquisar a dispersão do NMP no território continental. Estas ações têm sido intensificadas na Zona Tampão dada a elevada sensibilidade que esta área representa, sendo obrigatório amostrar todas as árvores com sintomas de declínio. P6.2 O QUE É A GESTÃO DE DECLÍNIO? A gestão de declínio é a segunda grande abordagem consagrada no plano de ação e consiste em três ações: Identificação de árvores com sintomas de declínio; Eliminação das árvores (abate e transporte para locais de transformação autorizados); Eliminação dos respetivos sobrantes. Estas ações, para além de constituírem uma obrigação legal e, bem assim, uma imposição da união europeia, fazem parte de um conjunto de boas práticas florestais indispensáveis á manutenção de um pinhal saudável.

6 P6.3 - O QUE SÃO LOCAIS DE TRANSFORMAÇÃO AUTORIZADOS? Os locais de transformação autorizados são operadores económicos registados no Registo Oficial que procedem á transformação (descasque e serragem, esquadriamento, ou aplainamento, de forma a garantir que não seja mantida a superfície natural arredondada da madeira ou estilhagem) do material lenhoso podendo, em algumas situações de maior risco, ser ainda exigido o tratamento pelo calor (HT) ou o processamento deste material (sujeição do material lenhoso a processos que utilizem colas, calor ou pressão ou a combinação destes que garanta a isenção de nemátodos vivos), como por exemplo empresas de MDFs, Pellets, Briquetes, contraplacados, entre outras. P6.4 - COMO SE DEVE ELIMINAR OS SOBRANTES? De acordo com a legislação em vigor, os sobrantes devem ser queimados em local apropriado ou, em alternativa, reduzidos a estilha com dimensões inferiores a 3cm e deixados no terreno ou transportados para um destino final. P6.5 O QUE É O EDITAL? A responsabilidade de abater as árvores com sintomas de declínio é do seu legítimo proprietário e constitui uma obrigação legal, podendo este ser notificado para o efeito, de acordo com o disposto na legislação em vigor. O Edital é o meio utilizado para notificar os proprietários, usufrutuários e rendeiros de pinheiros e outras resinosas a procederem ao abate imediato e a remoção de todas as árvores que apresentem sintomas de declínio, estejam tombadas ou tenham sido afetadas por tempestades e por incêndios. Este documento deve ser afixado pelas camaras municipais e juntas de freguesia nos locais habituais.

7 P7 QUAIS SÃO AS OBRIGAÇÕES LEGAIS? O Decreto-Lei n.º 95/2011, de 8 de agosto vem estabelecer: Regras ao abate, ao transporte e ao armazenamento de material lenhoso proveniente do abate de coníferas hospedeiras do NMP; Um sistema de rastreabilidade concretizado no manifesto de exploração florestal, documento que deve acompanhar o material lenhoso e que valida todo o conjunto de restrições impostas pelo decreto-lei; Um regime sancionatório que permite a fiscalização e controlo das regras estabelecidas pelo referido diploma. De forma sucinta pode-se dizer que o Decreto-Lei n.º 95/2011, de 8 de agosto vem, assim, obrigar: Ao abate de árvores com sintomas de declínio; A eliminação dos sobrantes resultantes do abate; Ao preenchimento do manifesto de exploração florestal de coníferas hospedeiras do NMP (MEF); Ao registo como operador económico no registo oficial dos agentes que trabalham com material lenhoso proveniente do abate de coníferas hospedeiras, exceto os proprietários. P7.1 O QUE É O MANIFESTO DE EXPLORAÇÃO FLORESTAL (MEF)? O manifesto de exploração florestal de coníferas hospedeiras do NMP (MEF) é um documento oficial obrigatório obtido no sítio da internet do ICNF e que tem que acompanhar o transporte do material lenhoso proveniente do abate de coníferas hospedeiras até ao destino final. É obrigatório preencher previamente o MEF sempre que se procede ao abate, abate e transporte ou transporte de material lenhoso proveniente do abate de pinheiros, abetos, cedrus, larix, píceas ou espruces, falsas-tsugas e tsugas

8 (coníferas hospedeiras do nemátodo da madeira do pinheiro), estejam verdes ou com a copa seca ou a secar total ou parcialmente, em todo território continental, assim como à desrama destas árvores. Apenas estão isentas as ações de abate e desrama até 3 coníferas ou o equivalente a uma tonelada que ocorram no período de 1 de novembro a 1 de abril, desde que se destinem a consumo próprio. O MEF deve ser sempre preenchido pelo responsável pelas ações nelas declaradas. P7.2 - COMO SE PODE OBTER O MANIFESTO DE EXPLORAÇÃO FLORESTAL? O MEF deve, obrigatoriamente, ser obtido online, através da aplicação disponível no sítio da internet do ICNF para o efeito, impresso e assinado para que se considere validado. Quando submetido online, o MEF é validado de acordo com as regras ao abate e ao transporte estabelecidas pelo Decreto-Lei n.º 95/2011, de 8 de agosto. P7.3 O QUE É A INSCRIÇÃO NO REGISTO OFICIAL? O registo oficial é obrigatório para todos os operadores económicos situados no território continental que, no exercício da sua atividade, procedam ao abate, desrama, transporte, transformação e queima de pinheiros, abetos, cedros, larix, píceas ou espruces, falsas-tsugas e tsugas e à produção ou comercialização destas espécies destinadas à plantação. É igualmente obrigatório para os operadores económicos que procedem ao tratamento de madeira de coníferas e ao fabrico, tratamento e marcação do material de embalagem de madeira.

9 Estão isentos de inscrição obrigatória os proprietários, no caso de serem eles próprios a proceder diretamente ao abate ou ao transporte de coníferas hospedeiras. P7.4 - COMO SE PODE PROCEDER Á INSCRIÇÃO NO REGISTO OFICIAL? O número de registo de operador económico é atribuído e mantido pela Direcção-Geral Alimentação e Veterinária (DGAV). Para efetuar o pedido de registo deve ser preenchido o formulário disponível no sítio da internet da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, que consiste do registo fitossanitário/licenciamento e anexo X. No caso dos operadores económicos que procedam ao abate, desrama, transporte, transformação e queima de pinheiros e outras resinosas e à produção ou comercialização destas espécies destinadas à plantação, o pedido deve ser remetido ao ICNF, por correio eletrónico, para [email protected]. P8 FISCALIZAÇÃO E CONTROLO A fiscalização e controlo das medidas e exigências previstas na legislação nacional são da responsabilidade de diversas entidades com responsabilidade nesta matéria, sendo que as ações de abate são fiscalizadas pela Guarda Nacional Republicana (GNR/SEPNA) e pelo ICNF.I.P., a circulação é fiscalizada pela GNR/SEPNA, através da realização de operações de fiscalização e controlo na estrada e a transformação do material lenhoso resultante do abate de coníferas hospedeiras é fiscalizada e controlada pela DGAV e pelo ICNF.I.P. Como resultado desta fiscalização pode ocorrer uma notificação, levantamento de um auto de notícia e envio para a entidade responsável para a instrução da respetiva contraordenação e aplicação de coima.

A problemática do Nemátodo nas Madeiras, tendo em conta a importância que o mesmo representa para o nosso sector.

A problemática do Nemátodo nas Madeiras, tendo em conta a importância que o mesmo representa para o nosso sector. FORUM E EXPOSIÇÃO DE NORMALIZAÇÃO, METROLOGIA E QUALIFICAÇÃO - 2013 Saudação e apresentação A problemática do Nemátodo nas Madeiras, tendo em conta a importância que o mesmo representa para o nosso sector.

Leia mais

L 52/34 Jornal Oficial da União Europeia 23.2.2006

L 52/34 Jornal Oficial da União Europeia 23.2.2006 L 52/34 Jornal Oficial da União Europeia 23.2.2006 DECISÃO DA COMISSÃO de 13 de Fevereiro de 2006 que requer que os Estados-Membros adoptem temporariamente medidas suplementares contra a propagação de

Leia mais

Plano de Ação nacional para controlo do Nemátodo da Madeira do Pinheiro para o período 2013-2017 2013

Plano de Ação nacional para controlo do Nemátodo da Madeira do Pinheiro para o período 2013-2017 2013 PLANO DE AÇÃO NACIONAL PARA CONTROLO DO NEMÁTODO DA MADEIRA DO PINHEIRO PARA O PERÍODO DE 2013 REV. 2014 Estabelece as ações para prospeção e monitorização, eliminação de árvores com declínio e erradicação

Leia mais

Ameaças bióticas aos ecossistemas florestais: o caso da doença do nemátode da madeira do pinheiro

Ameaças bióticas aos ecossistemas florestais: o caso da doença do nemátode da madeira do pinheiro Ameaças bióticas aos ecossistemas florestais: o caso da doença do nemátode da madeira do pinheiro Manuel Mota ([email protected]) (Prof. Auxiliar com agregação da Universidade de Évora) Paulo Vieira Instituto

Leia mais

PROCEDIMENTO DE ADESÃO AO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DE BATERIAS DE VEÍCULOS USADAS (SIGBVU) DA VALORCAR

PROCEDIMENTO DE ADESÃO AO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DE BATERIAS DE VEÍCULOS USADAS (SIGBVU) DA VALORCAR PROCEDIMENTO DE ADESÃO AO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DE BATERIAS DE VEÍCULOS USADAS (SIGBVU) DA VALORCAR PARA PRODUTORES/IMPORTADORES DE BATERIAS DE VEÍCULOS ÍNDICE Introdução...3 1. Enquadramento Legal...4

Leia mais

GUIA PARA EXPEDIDORES CONHECIDOS 1

GUIA PARA EXPEDIDORES CONHECIDOS 1 GUIA PARA EXPEDIDORES CONHECIDOS 1 O presente guia permitirá às empresas avaliar as medidas de segurança tomadas em cumprimento dos critérios aplicáveis aos expedidores conhecidos, conforme previsto no

Leia mais

Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes Perguntas Frequentes I - De ordem geral: 1 - Em que consiste o incentivo fiscal ao abate de veículos em fim de vida previsto na lei da fiscalidade verde (Lei n.º 82-D/2014, de 31 de dezembro) Consiste

Leia mais

Implementação e Perspetivas futuras. Engª Ana Bárbara Oliveira. DGAV Direção de Serviços de Meios de Defesa Sanitária

Implementação e Perspetivas futuras. Engª Ana Bárbara Oliveira. DGAV Direção de Serviços de Meios de Defesa Sanitária Implementação e Perspetivas futuras Engª Ana Bárbara Oliveira DGAV Direção de Serviços de Meios de Defesa Sanitária 1 Enquadramento do PAN produzido na sequência da publicação da Diretiva nº2009/128/cee

Leia mais

PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS USO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS

PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS USO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS ORIENTAÇÃO TÉCNICA CONDICIONALIDADE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS USO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS O Regulamento (CE) nº 1107/2009, de 21 de outubro que veio revogar a Directiva 91/414/CEE, de 15 de julho,

Leia mais

CIRCULAR Nº 23/2012 de 19.11.2012 Lei da Videovigilância em Locais Públicos de Utilização Comum Publicação de Diplomas Complementares

CIRCULAR Nº 23/2012 de 19.11.2012 Lei da Videovigilância em Locais Públicos de Utilização Comum Publicação de Diplomas Complementares A regulamentação da utilização de sistemas de vigilância por câmaras de vídeo pelas forças e serviços de segurança em locais públicos de utilização comum, para captação e gravação de imagens e som e seu

Leia mais

NEMÁTODO DA MADEIRA DO PINHEIRO

NEMÁTODO DA MADEIRA DO PINHEIRO NEMÁTODO DA MADEIRA DO PINHEIRO Diagnóstico e Medidas de Proteção Fitossanitária José Manuel Rodrigues II JORNADAS FLORESTAIS A Floresta e Atualidade - Ameaças Bióticas ao Setor Florestal Vila Real, 12

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO NACIONAL CONTROLO DO NEMÁTODO DA MADEIRA DO PINHEIRO

PROGRAMA DE AÇÃO NACIONAL CONTROLO DO NEMÁTODO DA MADEIRA DO PINHEIRO O NEMÁTODO DA MADEIRA DO PINHEIRO PROGRAMA DE AÇÃO NACIONAL CONTROLO DO NEMÁTODO DA MADEIRA DO PINHEIRO ESTRATÉGIA, AÇÕES E RESULTADOS MAMAOT / AFN ABRIL 2012 O NEMÁTODO DA MADEIRA DO PINHEIRO ENQUADRAMENTO

Leia mais

IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE AS TRANSMISSÕES ONEROSAS DE IMÓVEIS (IMT) E IMPOSTO DO SELO (IS) VERBA 1.1

IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE AS TRANSMISSÕES ONEROSAS DE IMÓVEIS (IMT) E IMPOSTO DO SELO (IS) VERBA 1.1 Classificação: 0 00. 0 1. 0 9 Segurança: P ú blic a Processo: GABINETE DO DIRETOR GERAL Direção de Serviços do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis, do Imposto do Selo, do Imposto

Leia mais

INCENTIVO FISCAL AO ABATE DE VEÍCULOS EM FIM DE VIDA. Condições de acesso ao incentivo

INCENTIVO FISCAL AO ABATE DE VEÍCULOS EM FIM DE VIDA. Condições de acesso ao incentivo INCENTIVO FISCAL AO ABATE DE VEÍCULOS EM FIM DE VIDA Condições de acesso ao incentivo Pela Lei nº 82-D/2014, de 31 de dezembro (Lei da Fiscalidade Verde ), foi criado um regime excecional de atribuição

Leia mais

CONTROLO DO NEMÁTODO DA MADEIRA DO PINHEIRO PDR 2020 Operação PROCEDIMENTOS BASE. Orientações dirigidas aos beneficiários de apoios públicos

CONTROLO DO NEMÁTODO DA MADEIRA DO PINHEIRO PDR 2020 Operação PROCEDIMENTOS BASE. Orientações dirigidas aos beneficiários de apoios públicos CONTROLO DO NEMÁTODO DA MADEIRA DO PINHEIRO PDR 2020 Operação 8.1.3 PROCEDIMENTOS BASE Orientações dirigidas aos beneficiários de apoios públicos ICNF, I.P., 2017 ÂMBITO DA AÇÃO 1 ÂMBITO DA AÇÃO 1.1 ENQUADRAMENTO

Leia mais

Luxemburgo-Luxemburgo: Serviços de tradução AMI14/AR-RU 2014/S 059-098331. Convite à manifestação de interesse

Luxemburgo-Luxemburgo: Serviços de tradução AMI14/AR-RU 2014/S 059-098331. Convite à manifestação de interesse 1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:98331-2014:text:pt:html Luxemburgo-Luxemburgo: Serviços de tradução AMI14/AR-RU 2014/S 059-098331 Convite à manifestação

Leia mais

FAQ Sistema de Informação do Licenciamento de Operações de Gestão de Resíduos (SILOGR)

FAQ Sistema de Informação do Licenciamento de Operações de Gestão de Resíduos (SILOGR) FAQ Sistema de Informação do Licenciamento de Operações de Gestão de Resíduos (SILOGR) 1. O que é o SILOGR?... 2 2. O que mudou no novo SILOGR?... 2 3. Como posso pesquisar no SILOGR os estabelecimentos

Leia mais

Normas de registo e controlo da pontualidade e assiduidade dos trabalhadores da Câmara Municipal de Espinho

Normas de registo e controlo da pontualidade e assiduidade dos trabalhadores da Câmara Municipal de Espinho Normas de registo e controlo da pontualidade e assiduidade dos trabalhadores da Câmara Municipal de Espinho Aprovadas por Despacho nº 33/2012, de 19 de março do Senhor Presidente da Câmara, Dr. Pinto Moreira

Leia mais

Dispositivos Médicos. Promover a Saúde Pública

Dispositivos Médicos. Promover a Saúde Pública Dispositivos Médicos O que são Dispositivos Médicos? São importantes instrumentos de saúde, que se destinam a ser utilizados para fins comuns aos dos medicamentos tais como prevenir, diagnosticar ou tratar

Leia mais

Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos. Formação de Agricultores na Região centro

Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos. Formação de Agricultores na Região centro Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos Formação de Agricultores na Região centro Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos Objetivo das ações de formação: Utilização correta no uso e manuseamento

Leia mais

NOVO REGIME DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE RESTAURAÇÃO OU DE BEBIDAS COM CARÁCTER NÃO SEDENTÁRIO

NOVO REGIME DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE RESTAURAÇÃO OU DE BEBIDAS COM CARÁCTER NÃO SEDENTÁRIO NOVO REGIME DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE RESTAURAÇÃO OU DE BEBIDAS COM CARÁCTER NÃO SEDENTÁRIO CONCEITO: «Prestação de serviços de restauração ou de bebidas com carácter não sedentário», a prestação, mediante

Leia mais

Regime Jurídico da Exploração de Estabelecimentos de Alojamento Local (RJAL)

Regime Jurídico da Exploração de Estabelecimentos de Alojamento Local (RJAL) Regime Jurídico da Exploração de Estabelecimentos de Alojamento Local (RJAL) Decreto-Lei nº 128/2014, de 29 de agosto OBJETIVOS Alojamento Local como categoria autónoma Eficiência Simplificação Redução

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MOURA 7860-207 Moura. Taxas e Licenças

CÂMARA MUNICIPAL DE MOURA 7860-207 Moura. Taxas e Licenças Taxas e Licenças Perguntas Frequentes Como posso pedir a carta de caçador? Como posso renovar a carta de caçador? Como posso pedir a 2ª via da carta de caçador? Como devo proceder ao registo de exploração

Leia mais

Movimento Transfronteiriço de Resíduos Lista Laranja

Movimento Transfronteiriço de Resíduos Lista Laranja Movimento Transfronteiriço de Resíduos Lista Laranja Desmaterialização da fase de comunicação dos movimentos sujeitos ao procedimento prévio de notificação e consentimento escrito à Agência Portuguesa

Leia mais

GUIA PARA O PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS ENTIDADE GESTORA ERP PORTUGAL

GUIA PARA O PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS ENTIDADE GESTORA ERP PORTUGAL GUIA PARA O PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS ENTIDADE GESTORA ERP PORTUGAL Versão: 1.0 Data: 05-06-2009 Índice Acesso e estados dos Formulários... 3 Escolha do Formulário e submissão... 4 Bases para a navegação

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO

INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DAS UNIDADES DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO Artigo 1º (Âmbito) O presente regulamento aplica se a todos os cursos ministrados no ISEP, podendo existir casos em

Leia mais

Funcionamento do Cartão de Identificação do Estudante

Funcionamento do Cartão de Identificação do Estudante Cartão de Identificação do Estudante O CARTÃO SÓ DEVE SER SOLICITADO PARA ALUNOS QUE NECESSITAM DE TRANSPORTE ESCOLAR FORNECIDO PELO SISTEMA DE BILHETAGEM ELETRÔNICA NO TRAJETO CASA X ESCOLA X CASA. Pré-requisitos

Leia mais

Declaração de Instalação, Modificação e de Encerramento dos Estabelecimentos de Restauração ou de Bebidas

Declaração de Instalação, Modificação e de Encerramento dos Estabelecimentos de Restauração ou de Bebidas PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO ANEXO Declaração de Instalação, Modificação e de Encerramento dos Estabelecimentos de Restauração ou de Bebidas abrangidos pelo

Leia mais

Eixo Prioritário V Assistência Técnica

Eixo Prioritário V Assistência Técnica Eixo Prioritário V Assistência Técnica Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência Técnica no Âmbito da Delegação de Competências com os Organismos Intermédios na gestão dos

Leia mais

NEWSLETTER FISCAL Nº 58 Novembro 2015

NEWSLETTER FISCAL Nº 58 Novembro 2015 Nº 58 Novembro 2015 IRC Informação Vinculativa Despacho de 17 de abril 1 Processo 750/2015 Tributação autónoma dos encargos com viaturas ligeiras de mercadorias referidas na alínea b) do n.º 1 do artigo

Leia mais

Agrupamento de Escolas Raul Proença 12 de março de 2013 Informações

Agrupamento de Escolas Raul Proença 12 de março de 2013 Informações Os alunos devem ser alertados para a necessidade de confirmar o seu nome nas pautas de chamada, se possível dias antes dos exames, para a necessidade de trazerem identificação pessoal, de verificarem o

Leia mais

Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. Despacho n.º 19 642/2007 de 30 de Agosto

Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. Despacho n.º 19 642/2007 de 30 de Agosto Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária Despacho n.º 19 642/2007 de 30 de Agosto Considerando que a entidade fiscalizadora do trânsito Câmara Municipal de Lisboa através da Polícia Municipal e da EMEL,

Leia mais

(DE ACORDO COM O N.º 3 DO ARTIGO 11.º DO DECRETO-LEI N.º 145/2009, DE 17 DE JUNHO) INTRODUÇÃO pág. 2. ACESSO AO SISTEMA DE REGISTO pág.

(DE ACORDO COM O N.º 3 DO ARTIGO 11.º DO DECRETO-LEI N.º 145/2009, DE 17 DE JUNHO) INTRODUÇÃO pág. 2. ACESSO AO SISTEMA DE REGISTO pág. ORIENTAÇÕES PARA O REGISTO ON-LINE DE DISPOSITIVOS MÉDICOS DE CLASSES IIa, IIb, III E DISPOSITIVOS MÉDICOS IMPLANTÁVEIS ACTIVOS POR PARTE DOS FABRICANTES QUE COLOQUEM OS SEUS DISPOSITIVOS NO MERCADO NACIONAL

Leia mais

Município de Vieira do Minho

Município de Vieira do Minho REGULAMENTO MUNICIPAL SOBRE AS ZONAS DE ESTACIONAMENTO TARIFADO E DE DURAÇÃO LIMITADA NA VILA DE VIEIRA DO MINHO O Decreto-Lei nº 114/94, de 3 de maio, com a redação dada pelo Decreto-Lei nº 265-A/2001,

Leia mais

Breves indicações para a utilização do sistema pelo Fabricante/Mandatário

Breves indicações para a utilização do sistema pelo Fabricante/Mandatário Registo de Dispositivos Médicos e Dispositivos Médicos para Diagnóstico In Vitro pelos Fabricantes/Mandatários Breves indicações para a utilização do sistema pelo Fabricante/Mandatário Índice 1 Introdução...

Leia mais

ADENDA AO MANUAL SOBRE A APLICAÇÃO PRÁTICA DO REGULAMENTO INN

ADENDA AO MANUAL SOBRE A APLICAÇÃO PRÁTICA DO REGULAMENTO INN ADENDA AO MANUAL SOBRE A APLICAÇÃO PRÁTICA DO REGULAMENTO INN Trata-se de uma adenda à primeira edição do Manual sobre a aplicação prática do Regulamento (CE) n.º 1005/2008 do Conselho, de 29 de Setembro

Leia mais

JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA DE SANTA CATARINA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA

JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA DE SANTA CATARINA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA DE SANTA CATARINA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA CÂMARA MUNICIPAL DE SINES DEPARTAMENTO DE GESTÃO TERRITORIAL DIVISÃO DE

Leia mais

Decreto-Lei n.º 213/92 de 12 de Outubro Altera o Decreto-Lei n.º 93/90, de 19 de Março (Reserva Ecológica Nacional).

Decreto-Lei n.º 213/92 de 12 de Outubro Altera o Decreto-Lei n.º 93/90, de 19 de Março (Reserva Ecológica Nacional). A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo do Decreto-Lei n.º 213/92, de 12 de Outubro, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Decreto-Lei n.º 213/92 de 12 de Outubro

Leia mais

III Programa Regional de Apoio à Comunicação Social Privada - PROMEDIA III. Requerimento de candidatura

III Programa Regional de Apoio à Comunicação Social Privada - PROMEDIA III. Requerimento de candidatura III Programa Regional de Apoio à Comunicação Social Privada - PROMEDIA III Requerimento de candidatura Exmo. Sr. Presidente do Governo Regional (1): (2)... (3)... Vem, para efeitos do disposto no Decreto

Leia mais

Normas e Critérios de Acesso ao Serviço de Transporte Escolar (STE)

Normas e Critérios de Acesso ao Serviço de Transporte Escolar (STE) Normas e Critérios de Acesso ao Serviço de Transporte Escolar (STE) O Decreto-Lei n.º 299/84, de 5 de setembro, alterado pelo Decreto-lei n.º 7/2003, de 15 de janeiro, pela Lei n.º13/2006, de 17 de abril,

Leia mais

Sistema de informação da pinha (SiP) Manual do Utilizador. Divisão de Apoio à Produção Florestal e Valorização dos Recursos Silvestres

Sistema de informação da pinha (SiP) Manual do Utilizador. Divisão de Apoio à Produção Florestal e Valorização dos Recursos Silvestres Ponto Regime Jurídico de colheita, transporte, armazenamento, transformação, importação e exportação de pinhas da espécie Pinus pinea L. (pinheiro -manso) em território continental (Decreto-Lei n.º 77/2015,

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO ESPECIAL DE INGRESSO NA ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE PAULA FRASSINETTI PARA TITULARES DE CURSOS SUPERIORES

REGULAMENTO DO CONCURSO ESPECIAL DE INGRESSO NA ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE PAULA FRASSINETTI PARA TITULARES DE CURSOS SUPERIORES REGULAMENTO DO CONCURSO ESPECIAL DE INGRESSO NA ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE PAULA FRASSINETTI PARA TITULARES DE CURSOS SUPERIORES Artigo 1º (Objeto) 1 - O presente Regulamento disciplina o concurso

Leia mais

1) O QUE É A INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA (IES)?

1) O QUE É A INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA (IES)? Âmbito Geral 1) O QUE É A INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA (IES)? A IES, criada pelo Decreto-Lei n.º 8/2007, de 17 de janeiro, recentemente alterado pelo Decreto-lei n.º 10/2015, de 16 de janeiro, consiste

Leia mais

Procedimentos para os Mapas Recapitulativos (IES)

Procedimentos para os Mapas Recapitulativos (IES) Procedimentos para os Mapas Recapitulativos (IES) Este documento pretende auxiliar nas operações de configuração para Recapitulativos no ERP Primavera. 1. Enquadramento Os Mapas Recapitulativos consistem

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA

CÂMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA CÂMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA REGULAMENTO Nº 08/2004 REGULAMENTO MUNICIPAL PARA VEÍCULOS ABANDONADOS 1/10 Aprovação nos Órgãos Municipais Câmara Municipal: Regulamento...................... 04/09/29

Leia mais

MUNICÍPIO DE VILA REAL

MUNICÍPIO DE VILA REAL MUNICÍPIO DE VILA REAL PROJETO DE ALTERAÇÕES REGULAMENTARES DIVERSAS PREÂMBULO Com a publicação Decreto-Lei n.º 48/2011, de 1 de abril, que simplifica o regime de exercício de diversas atividades económicas

Leia mais

PRAGAS FLORESTAIS. Gorgulho-do-eucalipto. Formação. 18 de junho e 11 dezembro. Dina Ribeiro. http://www.forestry.gov.uk/forestry/ INFD-672LGH

PRAGAS FLORESTAIS. Gorgulho-do-eucalipto. Formação. 18 de junho e 11 dezembro. Dina Ribeiro. http://www.forestry.gov.uk/forestry/ INFD-672LGH PRAGAS FLORESTAIS Gorgulho-do-eucalipto http://www.forestry.gov.uk/forestry/ INFD-672LGH http://en.wikipedia.org/wiki/fusarium_circinatum Dina Ribeiro Formação 18 de junho e 11 dezembro 2014 1 O Inseto

Leia mais

Perguntas Frequentes sobre a Rede de Apoio ao Consumidor Endividado

Perguntas Frequentes sobre a Rede de Apoio ao Consumidor Endividado Perguntas Frequentes sobre a Rede de Apoio ao Consumidor Endividado A Direção-Geral do Consumidor (DGC) apresenta um conjunto de respostas às perguntas suscitadas com maior frequência. Em caso de dúvida,

Leia mais

REGIME DE BENS EM CIRCULAÇÃO DOCUMENTOS DE TRANSPORTE

REGIME DE BENS EM CIRCULAÇÃO DOCUMENTOS DE TRANSPORTE REGIME DE BENS EM CIRCULAÇÃO DOCUMENTOS DE TRANSPORTE Novas Obrigações de Emissão e Comunicação, a partir de 1/julho/2013 - FICHA INFORMATIVA - Junho.2013 Os Decretos-Lei 198/2012, de 24 de Agosto, e a

Leia mais

REGULAMENTO BOLSA DE ÁRVORES AUTÓCTONES

REGULAMENTO BOLSA DE ÁRVORES AUTÓCTONES REGULAMENTO BOLSA DE ÁRVORES AUTÓCTONES 1 REGULAMENTO BOLSA DE ÁRVORES AUTÓCTONES PROJETO FLORESTA COMUM PREÂMBULO Tendo por base o protocolo celebrado entre a AFN Autoridade Florestal Nacional, o ICNB,

Leia mais

Normas do Banco de Manuais Escolares do Município de Ponte de Lima

Normas do Banco de Manuais Escolares do Município de Ponte de Lima Normas do Banco de Manuais Escolares do Município de Ponte de Lima O projeto Banco de Manuais Escolares do Município de Ponte de Lima tem como propósito fomentar a partilha de manuais escolares, mediante

Leia mais

Banco de Livros Escolares de Azambuja

Banco de Livros Escolares de Azambuja Banco de Livros Escolares de Azambuja Associações de Pais e Encarregados de Educação Município de Azambuja 1 PREÂMBULO O Banco de Livros Escolares de Azambuja, tem como propósito o fomento da partilha

Leia mais

(de acordo com o nº1 do artigo 41º do Decreto-Lei nº 145/2009 de 17 de junho e com o artigo 12º do Decreto-Lei nº189/2000) INTRODUÇÃO pág.

(de acordo com o nº1 do artigo 41º do Decreto-Lei nº 145/2009 de 17 de junho e com o artigo 12º do Decreto-Lei nº189/2000) INTRODUÇÃO pág. ORIENTAÇÕES PARA O REGISTO ON-LINE DE DISPOSITIVOS MÉDICOS, E DISPOSITIVOS MÉDICOS PARA DIAGNÓSTICO IN VITRO POR PARTE DOS DISTRIBUIDORES QUE OPEREM NO MERCADO NACIONAL (de acordo com o nº1 do artigo 41º

Leia mais

(Atos não legislativos) REGULAMENTOS

(Atos não legislativos) REGULAMENTOS L 115/12 Jornal Oficial da União Europeia 27.4.2012 II (Atos não legislativos) REGULAMENTOS REGULAMENTO DELEGADO (UE) N. o 363/2012 DA COMISSÃO de 23 de fevereiro de 2012 respeitante às normas processuais

Leia mais

RECOMENDAÇÃO N.º 1/2013 INFORMAÇÃO DO IMPOSTO ESPECIAL DE CONSUMO NA FATURA DE GÁS NATURAL

RECOMENDAÇÃO N.º 1/2013 INFORMAÇÃO DO IMPOSTO ESPECIAL DE CONSUMO NA FATURA DE GÁS NATURAL RECOMENDAÇÃO N.º 1/2013 INFORMAÇÃO DO IMPOSTO ESPECIAL DE CONSUMO NA FATURA DE GÁS NATURAL Janeiro 2013 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente

Leia mais

AMBIENTE Contraordenações e Gestão de Pilhas e Acumuladores

AMBIENTE Contraordenações e Gestão de Pilhas e Acumuladores COELHO RIBEIRO E ASSOCIADOS SOCIEDADE CIVIL DE ADVOGADOS AMBIENTE Contraordenações e Gestão de Pilhas e Acumuladores CRA Coelho Ribeiro e Associados, SCARL Mónica Oliveira Costa Portugal Outubro 2015 Recentemente

Leia mais

Portugal 2020. Regras Gerais para Apoios do Portugal 2020

Portugal 2020. Regras Gerais para Apoios do Portugal 2020 Portugal 2020 Regras Gerais para Apoios do Portugal 2020 Out 2014 1 Apresentação dos Programas Os PO financiados pelos FEEI são os seguintes a) Quatro Programas Operacionais temáticos: Competitividade

Leia mais

Procedimento de. Avaliação de desempenho docente

Procedimento de. Avaliação de desempenho docente Procedimento de Avaliação de desempenho docente Índice Introdução... 2 1. Periodicidade e requisito temporal... 2 2. Legislação de referência... 3 3. Natureza da avaliação... 3 4. Elementos de Referência

Leia mais

As exportações de bens podem ocorrer, basicamente, de duas formas: direta ou indiretamente.

As exportações de bens podem ocorrer, basicamente, de duas formas: direta ou indiretamente. Capitulo 10: Tipos de exportação As exportações de bens podem ocorrer, basicamente, de duas formas: direta ou indiretamente. Diretamente: quando o exportador fatura e remete o produto ao importador, mesmo

Leia mais

PROCONVERGENCIA ORIENTAÇÃO N.º 1/2011 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO PROGRAMA OPERACIONAL DOS AÇORES PARA A CONVERGÊNCIA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES

PROCONVERGENCIA ORIENTAÇÃO N.º 1/2011 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO PROGRAMA OPERACIONAL DOS AÇORES PARA A CONVERGÊNCIA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES PROCONVERGENCIA PROGRAMA OPERACIONAL DOS AÇORES PARA A CONVERGÊNCIA ORIENTAÇÃO N.º 1/2011 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO FEDER Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional Abril de 2011 PROCONVERGENCIA

Leia mais

EDITAL N. º 26 FEBRE CATARRAL OVINA LÍNGUA AZUL

EDITAL N. º 26 FEBRE CATARRAL OVINA LÍNGUA AZUL EDITAL N. º 26 FEBRE CATARRAL OVINA LÍNGUA AZUL Susana Guedes Pombo, Directora-Geral de Veterinária, na qualidade de Autoridade Sanitária Veterinária Nacional, torna público que: A língua azul ou febre

Leia mais

Percurso formativo acreditado I Jornadas Pedagógicas Avaliar para Intervir Agrupamento de Escolas de Sátão 28 de abril, 5 e 12 de maio de 2012

Percurso formativo acreditado I Jornadas Pedagógicas Avaliar para Intervir Agrupamento de Escolas de Sátão 28 de abril, 5 e 12 de maio de 2012 Percurso formativo acreditado I Jornadas Pedagógicas Avaliar para Intervir Agrupamento de Escolas de Sátão 28 de abril, 5 e 12 de maio de 2012 INFORMAÇÕES AOS FORMANDOS Nome do curso I jornadas pedagógicas

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. Washington Reis) Dispõe sobre limpeza e inspeção de ar condicionado central, na forma que menciona. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º É obrigatória a realização anual

Leia mais

DOENÇA DA MURCHIDÃO DOS PINHEIROS

DOENÇA DA MURCHIDÃO DOS PINHEIROS PREVENÇÃO E CONTROLO Departamento de Gestão de Áreas Classificadas, Públicas e de Proteção Florestal SESSÃO PÚBLICA DE SENSIBILIZAÇÃO NOVEMBRO DE 2013 Disponível em www.icnf.pt ? A É CAUSADA PELO NEMÁTODO

Leia mais

ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº 00081/2012 (S08958-201207)

ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº 00081/2012 (S08958-201207) 1 5 ALVARÁ DE LICENÇA PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES DE GESTÃO DE RESÍDUOS Nº 00081/2012 (S08958-201207) Nos termos do Artigo 32º do Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro, com a redação conferida

Leia mais

REGULAMENTO DE PESCA DESPORTIVA NA ALBUFEIRA DE VASCOVEIRO

REGULAMENTO DE PESCA DESPORTIVA NA ALBUFEIRA DE VASCOVEIRO REGULAMENTO DE PESCA DESPORTIVA NA ALBUFEIRA DE VASCOVEIRO Julho 2013 PREÂMBULO A Barragem de Vascoveiro foi construída com o objetivo de fornecer água à cidade de Pinhel e a algumas freguesias do Concelho.

Leia mais

Regulamento do Concurso de Ideias

Regulamento do Concurso de Ideias Regulamento do Concurso de Ideias 1. Apresentação O Concurso de Ideias e a Conferência Internacional sobre Prevenção e Controlo do Tabagismo, que vai ter lugar em Lisboa, de 14 a 15 de novembro de 2013,

Leia mais

colas. Qualidade e segurança

colas. Qualidade e segurança Curso Tecnologia Pós-Colheita P e Processamento Mínimo M de Produtos Hortofrutícolas colas. Qualidade e segurança Legislação respeitante à produção e comercialização de produtos minimamente processados

Leia mais

São mais de 80 os serviços que garantem o correcto acondicionamento e encaminhamento do papel/cartão para os respectivos pontos de recolha.

São mais de 80 os serviços que garantem o correcto acondicionamento e encaminhamento do papel/cartão para os respectivos pontos de recolha. A Câmara Municipal procura ser um exemplo de bom desempenho ambiental. A gestão ambiental da autarquia promove, através de um conjunto de projectos, a reciclagem junto dos munícipes e dos seus trabalhadores.

Leia mais

ELABORAÇÃO DE MEDIDAS DE AUTOPROTEÇÃO

ELABORAÇÃO DE MEDIDAS DE AUTOPROTEÇÃO Praça Nove de Abril, 170. 4200 422 Porto Tel. +351 22 508 94 01/02 www.jct.pt SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFÍCIOS ELABORAÇÃO DE MEDIDAS DE AUTOPROTEÇÃO JCT - Consultores de Engenharia, Lda tem como

Leia mais

CADEIA DE CUSTÓDIA GLOSSÁRIO DE TERMOS E DEFINIÇÕES

CADEIA DE CUSTÓDIA GLOSSÁRIO DE TERMOS E DEFINIÇÕES CADEIA DE CUSTÓDIA GLOSSÁRIO DE TERMOS E DEFINIÇÕES Março de 2014 Rede de Agricultura Sustentável e Rainforest Alliance, 2012-2014. Este documento está disponível nos seguintes sites: www.sanstandards.org

Leia mais

PRAGAS E DOENÇAS QUE AFETAM O PINHAL

PRAGAS E DOENÇAS QUE AFETAM O PINHAL PRAGAS E DOENÇAS QUE AFETAM O PINHAL Diagnóstico e Medidas de Proteção Fitossanitária José Manuel Rodrigues Forum Fitossanidade Florestal AUDITÓRIO DA CASA DA CULTURA Oleiros, 22de janeiro de 2015 ÍNDICE

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento D.O.U. Nº 225, sexta-feira, 24 de novembro de 2006. Pág. 10 SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 65, DE 21 DE NOVEMBRO

Leia mais

REGULAMENTO DO BANCO DE LIVROS ESCOLARES DE MIRANDELA

REGULAMENTO DO BANCO DE LIVROS ESCOLARES DE MIRANDELA REGULAMENTO DO BANCO DE LIVROS ESCOLARES DE MIRANDELA Nota Justificativa: O Banco de Livros Escolares de Mirandela tem como propósito o fomento da partilha de livros escolares, maximizando a recuperação

Leia mais

Cartão de Identificação do Estudante

Cartão de Identificação do Estudante Cartão de Identificação do Estudante Introdução O Cartão de Identificação do Estudante é a materialização do projeto Conexão Educação, além das funcionalidades que serão apresentadas adiante no documento,

Leia mais

FISCALIZAÇÃO ITED e ITUR

FISCALIZAÇÃO ITED e ITUR FISCALIZAÇÃO ITED e ITUR Nuno Castro Luís Direção de Fiscalização Funchal, 11 de março de 2015 Fiscalização da ANACOM Infraestruturas de telecomunicações em edifícios Infraestruturas de telecomunicações

Leia mais

(Consulta Real em Ambiente Virtual)

(Consulta Real em Ambiente Virtual) BEM-VINDO AO C R A V (Consulta Real em Ambiente Virtual) A partir de hoje o Arquivo Nacional da Torre do Tombo oferece um novo serviço. O CRAV faculta uma nova forma de obter informação, produtos e serviços

Leia mais

Indústria de cartões de pagamento (PCI) Padrão de Segurança de Dados

Indústria de cartões de pagamento (PCI) Padrão de Segurança de Dados Indústria de cartões de pagamento (PCI) Padrão de Segurança de Dados Atestado de conformidade para questionário de autoavaliação P2PE-HW Versão 3.0 Fevereiro de 2014 Seção 1: Informações de avaliação Instruções

Leia mais

(9 coisas que deves saber sobre as árvores)

(9 coisas que deves saber sobre as árvores) (9 coisas que deves saber sobre as árvores) 1 Não cortes os ramos maiores das árvores! 2 Usa as regras de 1/3 nas podas. 3 Como fazer um corte de poda. 4 A importância da turfa. 5 Onde as raízes realmente

Leia mais

Promover a Saúde Pública Produtos Cosméticos

Promover a Saúde Pública Produtos Cosméticos Produtos Cosméticos O que é um Produto Cosmético? É qualquer substância ou mistura, destinada a ser posta em contato com as diversas partes superficiais do corpo humano (pele, cabelo, unhas, lábios, etc.)

Leia mais