RESPOSTAS ESPERADAS E GABARITO
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- Eduarda Covalski Gil
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1 1 RESPOSTAS ESPERADAS E GABARITO PROVA DE FILOSOFIA 24/08/2015 SEGUNDAS SÉRIES DO ENSINO MÉDIO SEGUNDO TRIMESTRE/2015 A fim de facilitar o entendimento da nota atribuída à questão dissertativa da prova de Filosofia, estou apresentando, abaixo, a RESPOSTA ESPERADA, para que a questão obtenha a pontuação máxima. Também é levada em conta, na avaliação, a resposta que contenha um conteúdo estreitamente semelhante com a RESPOSTA ESPERADA. ATENÇÃO: COM RELAÇÃO ÀS QUESTÕES DISSERTATIVAS, VOCÊ DEVE COMPARAR SUAS RESPOSTAS COM AS RESPOSTAS ABAIXO. E, SE AINDA PERSISTIREM DÚVIDAS QUANTO À AVALIAÇÃO FEITA, VOCÊ DEVERÁ ESCLARECÊ-LAS JUNTO AO PROFESSOR. 1. (2,0) (Ufu 2015) Há um abismo imenso que separa esta escala de valores que Sócrates proclama com tanta evidência e a escala popular vigente entre os gregos e expressa na famosa canção báquica antiga: O bem supremo do mortal é a saúde; O segundo, a formosura do corpo; O terceiro, uma fortuna adquirida sem mácula; O quarto, desfrutar entre amigos o esplendor da juventude. JAEGER, W. Paideia. São Paulo: Martins Fontes, 1995, pp Responda: a) O que é o homem para Sócrates? Resp.: O homem para Sócrates é entendido como um ser dotado de uma alma, sendo que sua alma é o que lhe confere diferenciação entre todas as outras coisas. O corpo para Sócrates representa um instrumento pelo qual utilizamos para promover o enobrecimento desta alma, por meio de nossas ações, portanto deve possuir saúde e harmonia física e ser capaz de possuir condições para desempenhar funções na cidade que se revertam em condições materiais que garantam o seu sustento. A inteligência é o instrumento da alma e tem por finalidade promover condições para o homem aprimorar-se, a reflexão. Desta forma, o homem deve buscar ampliar seu conhecimento, controlar suas emoções, desenvolver suas potencialidades agindo por meio da conduta virtuosa. A reflexão realiza a união entre a reflexão e a ação virtuosa, com isto ocorre o aprimoramento moral que aperfeiçoa o caráter e enobrece a alma. b) Qual é a relação entre o que define o homem e a máxima délfica Conhece-te a ti mesmo? Resp.: Sócrates expõe em sua filosofia que o homem somente pode cuidar de si na medida em que conhece sua própria natureza. Para isto o homem deve buscar na ciência (conhecimento) a capacidade de refletir para poder desenvolver-se em plenitude. Uma vez posto em ação o conhecimento de si, o homem pode então partir para a ação refletida, ou seja, uma vez que o homem possui conhecimento de sua essência ele pode então melhorar sua vida através da ação virtuosa na qual ocorre a coerência entre a reflexão e a ação, produzindo um melhor estado de vida. Por meio do próprio conhecimento o homem é capaz de conhecer seu semelhante e com isto é capaz de agir corretamente no intuito de buscar a verdade em todas as ações que realiza. Com este autoconhecimento de si e dos outros, o homem pode atingir a verdadeira felicidade. 2. (1,0) (Unesp 2010) Leia os textos abaixo e responda à questão. Texto 1 Porque morrer é uma ou outra destas duas coisas: ou o morto não tem absolutamente nenhuma existência, nenhuma consciência do que quer que seja, ou, como se diz, a morte é precisamente uma mudança de existência e, para a alma, uma migração deste lugar para um outro. Se, de fato, não há sensação alguma, mas é como um sono, a morte seria um maravilhoso presente. [ ] Se, ao contrário, a morte é como uma
2 2 passagem deste para outro lugar, e, se é verdade o que se diz que lá se encontram todos os mortos, qual o bem que poderia existir, ó juízes, maior do que este? Porque, se chegarmos ao Hades, libertando-nos destes que se vangloriam serem juízes, havemos de encontrar os verdadeiros juízes, os quais nos diria que fazem justiça acolá: Monos e Radamante, Éaco e Triptolemo, e tantos outros deuses e semideuses que foram justos na vida; seria então essa viagem uma viagem de se fazer pouco caso? Que preço não seríeis capazes de pagar, para conversar com Orfeu, Museu, Hesíodo e Homero? Texto 2 (Platão. Apologia de Sócrates, 2000.) Ninguém sabe quando será seu último passeio, mas agora é possível se despedir em grande estilo. Uma 300C Touring, a versão perua do sedã de luxo da Chrysler, foi transformada no primeiro carro funerário customizado da América Latina. A mudança levou sete meses, custou R$ 160 mil e deixou o carro com oito metros de comprimento e kg, três metros e 540 kg além da original. O Funeral Car 300C tem luzes piscantes na já imponente dianteira e enormes rodas, de aro 22, com direito a pequenos caixões estilizados nos raios. Bandeiras nas pontas do capô, como nos carros de diplomatas, dão um toque refinado. Com o chassi mais longo, o banco traseiro foi mantido para familiares acompanharem o cortejo dentro do carro. No encosto dos dianteiros, telas exibem mensagens de conforto. O carro faz parte de um pacote de cerimonial fúnebre que inclui, além do cortejo no Funeral Car 300C, serviços como violinistas e revoada de pombas brancas no enterro. Confrontando o conteúdo dos dois textos, pode-se afirmar que: (Funeral tunado. Folha de S.Paulo, ) a) embora os dois textos transmitam concepções divergentes acerca da morte, eles tratam de visões concernentes à mesma época, a saber, a sociedade atual. b) sob o ponto de vista filosófico, não há diferenças qualitativas entre uma e outra concepção sobre a morte. c) os comentários do texto grego sobre a morte são coerentes com uma filosofia de forte valorização do corpo em detrimento da alma, e do mundo sensível sobre o mundo inteligível. d) o texto de Platão evidencia uma cultura monoteísta, enquanto que o segundo é politeísta. e) enquanto no primeiro texto transparece a dignidade da morte, no segundo sugere-se a conversão do funeral em espetáculo da sociedade de consumo. 3. (1,0) (Unicentro 2010) Após as primeiras discussões dos filósofos pré-socráticos no século VI a.c. (período cosmológico), surge outro movimento muito importante na história da filosofia. Passa a ser abordado uma nova modalidade de problemas e discussões (período antropológico=o homem no centro das preocupações), e assim teremos não só as figuras principais do novo cenário da filosofia grega, mas de toda a história da razão ocidental: Sócrates, Platão e Aristóteles. Com Sócrates, a filosofia ganha uma nova roupagem. Sócrates viveu em Atenas no momento de apogeu da cultura grega, o chamado período clássico (séculos V e IV a.c.), fase de grande expressão na política, nas artes, na literatura e na filosofia. O que há de mais forte na filosofia de Sócrates é o seu método e a maneira pela qual ele buscava discutir os problemas relacionados à filosofia. A partir desta informação, e de seus conhecimentos sobre a filosofia socrática, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. I. Sócrates sempre buscava pessoas em praça pública para dialogar e questionar sobre a realidade de seu tempo. II. A célebre frase de Sócrates, que caracterizava parte de seu método é: só sei que nada sei, por isso questionava as ideias de seus interlocutores. III. Sócrates oferecia grande importância às experiências sensíveis, o que caracterizou fortemente o seu método filosófico. IV. Para fazer com que os seus interlocutores enxergassem a verdade por si próprios, Sócrates elaborou um método composto de duas partes centrais: a ironia e a maiêutica. a) Apenas I e II estão corretas. b) Apenas I, II e IV estão corretas. c) Apenas III e IV estão corretas.
3 3 d) Apenas I, II e III estão corretas. e) Apenas I e IV estão corretas. 4. (1,0) (Ufu 2012) Leia o trecho abaixo, que se encontra na Apologia de Sócrates de Platão e traz algumas das concepções filosóficas defendidas pelo seu mestre. Com efeito, senhores, temer a morte é o mesmo que se supor sábio quem não o é, porque é supor que sabe o que não sabe. Ninguém sabe o que é a morte, nem se, porventura, será para o homem o maior dos bens; todos a temem, como se soubessem ser ela o maior dos males. A ignorância mais condenável não é essa de supor saber o que não se sabe? Platão, A Apologia de Sócrates, 29 a-b, In. HADOT, P. O que é a Filosofia Antiga? São Paulo: Ed. Loyola, 1999, p. 61. Com base no trecho acima e na filosofia de Sócrates, assinale a alternativa incorreta. a) Sócrates prefere a morte a ter que renunciar a sua missão, qual seja: buscar, por meio da filosofia, a verdade, para além da mera aparência do saber. b) Sócrates leva o seu interlocutor a examinar-se, fazendo-o tomar consciência das contradições que traz consigo. c) Para Sócrates, pior do que a morte é admitir aos outros que nada se sabe. Deve-se evitar a ignorância a todo custo, ainda que defendendo uma opinião não devidamente examinada. d) Para Sócrates, o verdadeiro sábio é aquele que, colocado diante da própria ignorância, admite que nada sabe. Admitir o não-saber, quando não se sabe, define o sábio, segundo a concepção socrática. e) O pensamento de Sócrates se desenvolve como uma investigação metódica cuja única finalidade é esclarecer através deste exame minucioso a ignorância daquele que diz saber sem, todavia, saber realmente. 5. (1,0) (Ufu 1999) O método argumentativo de Sócrates ( a.c.) consistia em dois momentos distintos: a ironia e a maiêutica. Sobre a ironia socrática, pode-se afirmar que I) tornava o interlocutor um mestre na argumentação sofística. II) levava o interlocutor à consciência de que seu saber era baseado em reflexões, cujo conteúdo era repleto de conceitos vagos e imprecisos. III) tinha um caráter purificador, à medida que levava o interlocutor a confessar suas próprias contradições e ignorâncias. IV) tinha um sentido depreciativo e sarcástico da posição do interlocutor. Assinale a) se apenas a afirmação III é correta. b) se as afirmações I e IV são corretas. c) se apenas a afirmação IV é correta. d) se as afirmações II e III são corretas. e) se as afirmações I e III são corretas. 6. (1,0) Segundo o texto sobre Platão disponibilizado para estudo, podemos dizer que o grande projeto desse filósofo ou seu interesse era: I) Investigar qual é a relação entre aquilo que, de um lado, é eterno e imutável e aquilo que, de outro, era imutável e flui. II) Conciliar a concepção de ser eterno e imutável de Parmênides e a concepção do ser plural e móvel de Heráclito. III) Investigar qual é a relação entre aquilo que, de um lado era imutável e flui e aquilo que, de outro, era eterno e mutável. IV) Investigar qual é a relação entre aquilo que, de um lado, é eterno e imutável e aquilo que, de outro, era mutável e flui. V) Conciliar as posições defendidas por Parmênides e Heráclito quanto à, respectivamente, eternidade/imutabilidade e à pluralidade/mobilidade dos seres.
4 4 Assinale a alternativa correta. a) Apenas II, IV e V estão corretas. b) Apenas II, III e IV estão corretas. c) Apenas I, IV e V estão corretas. d) Apenas III e V estão corretas. e) Apenas IV e V estão corretas. 7. (1,0) Com base no texto sobre Platão disponibilizado para estudo, referentemente à sua analogia com os métodos de navegação da época, escolha a alternativa correta. a) Na analogia platônica, a primeira navegação simboliza o percurso da filosofia realizado sob o impulso do vento da filosofia espiritualista. Já a "segunda navegação" representa a contribuição pessoal de Platão, a navegação realizada sob o impulso de suas próprias reflexões. b) A primeira navegação se revelara fundamentalmente fora de rota, tendo em vista que os filósofos Présocráticos não conseguiram explicar o mundo sensível através do próprio mundo inteligível. c) A "segunda navegação" encontra a nova rota que conduz à descoberta do mundo sensível, ou seja, do ser inteligível. d) Na primeira navegação, Platão tenta a libertação radical dos sentidos e do sensível e um deslocamento decidido para o plano do raciocínio puro e daquilo que é captável pelo puro intelecto e pela pura mente. e) Todas estão corretas. 8. (1,0) Você está acompanhando, Sofia? E agora vem Platão. Ele se interessava tanto pelo que é eterno e imutável na natureza quanto pelo que é eterno e imutável na moral e na sociedade. Sim... para Platão tratava-se, em ambos os casos, de uma mesma coisa. Ele tentava entender uma realidade que fosse eterna e imutável. E, para ser franco, é para isto que os filósofos existem. Eles não estão preocupados em eleger a mulher mais bonita do ano, ou os tomates mais baratos da feira. (E exatamente por isso nem sempre são vistos com bons olhos). Os filósofos não se interessam muito por essas coisas efêmeras e cotidianas. Eles tentam mostrar o que é eternamente verdadeiro, eternamente belo e eternamente bom. (GAARDER, Jostein. O mundo de Sofia. Trad. de João Azenha Jr. São Paulo: Companhia das Letras, p. 98.) Com base no texto e nos conhecimentos sobre a teoria das ideias de Platão, assinale a alternativa correta. a) Platão considerava impossível que o homem pudesse ter ideias verdadeiras sobre qualquer coisa, seja sobre a natureza, a moral ou a sociedade, porque tudo é sonho e ilusão. b) Platão considerava que tudo aquilo que pode ser percebido diretamente pelos sentidos constitui a própria realidade das coisas. c) Para Platão, o mundo das ideias é o mundo do eternamente verdadeiro, eternamente belo e eternamente bom e é distinto do mundo sensível no qual vivemos. d) Para Platão, as ideias sobre a natureza, a moral e a sociedade podem ser explicadas a partir das diferentes opiniões das pessoas. e) De acordo com Platão, o filósofo deve preocupar-se com as coisas efêmeras e cotidianas do mundo, tidas por ele como as mais importantes. 9. (1,0) (Uel 2008-adaptada) Julgam, pelo contrário, descobrir ainda um dia um Atlas mais possante do que este, mais imortal e capaz de suportar o peso do mundo, sem pensarem que é o Bem o verdadeiro elo que liga entre si todas as coisas e as suporta. E no entanto, confesso, com que alegria me não teria feito discípulo fosse de quem fosse, para me instruir sobre semelhante causa e o seu modo de atuação! Mas, uma vez que esta me falhou e não pude, por minha parte, descobri-la ou achar quem ma explicasse, tive de tentar uma segunda via para lançar na sua busca. (PLATÃO. Fédon. Tradução de Maria Teresa Schiappa de Azevedo. Brasília: Editora UNB/Imprensa Oficial, p. 86.) De acordo com a citação e os conhecimentos sobre Platão, considere as afirmativas a seguir:
5 5 I. Platão refere-se no texto às teorias dos pensadores anteriores com tendência a localizar a origem imperante de todas as coisas num objeto de ordem sensível. II. Platão defende que a primeira via deve ser abandonada em benefício de uma outra que o leve em direção ao princípio supremo, a um mundo além do sensível. III. A segunda via tomada por Platão o conduz à conclusão de que o suprassensível impede a explicação da realidade, pois é mero fruto de nossa imaginação. IV. Platão sustenta que o conhecimento da verdadeira causa da origem e da degradação e morte de todas as coisas deve ser buscada pela via da observação dos próprios objetos do mundo sensível. Assinale a alternativa que contém todas as afirmativas corretas. a) I e II. b) I e III. c) III e IV. d) I, II e IV. e) II, III e IV.
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