PROGRAMA SANEAMENTO PARA TODOS
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- Cláudia Amaral Lacerda
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1 Fl. 1 AGENTE OPERADOR DO FGTS PROGRAMA MANUAL DE FOMENTO SUFUG/GEAVO Endereço: Endereço: SAS Qd 03 lotes 03/04, 11º andar - Brasília - DF - CEP: Fones: (61) /8243/8257
2 APRESENTAÇÃO Manual de Fomento Fl. 2 O Manual de Fomento do Programa Saneamento para Todos tem a finalidade de servir de instrumento auxiliar aos Agentes Financeiros e Promotores na execução do programa, possibilitando a obtenção de uma padronização. É composto dos Capítulos I Definições, Capítulo II Participantes, Atribuições Básicas e Condições Operacionais Gerais, Capítulo III Programa Saneamento para Todos Setor Público, Capítulo IV - Programa Saneamento para Todos Setor Público com as excepcionalidades prevista no art. 9º da Resolução CMN /2001; Capítulo V Programa Saneamento para Todos Setor Privado e SPE(Locação de Ativos) e Capítulo VI Procedimentos Operacionais do referido Programa. O presente Manual visa estabelecer procedimentos operacionais e fornecer subsídios e informações necessárias à verificação da correta aplicação e cumprimento das Resoluções do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS e dos atos normativos do Gestor da Aplicação do FGTS, na contratação das operações de crédito financiadas por intermédio Programa, lastreadas em recursos do Fundo. Destacamos que o Manual é um instrumento operacional que objetiva fornecer uma visão da normatização e regulamentação aplicáveis ao Programa citado, apresentando, portanto, orientações acerca dos procedimentos operacionais, no que compete ao Agente Operador definir. Este Manual consolida a legislação pertinente ao Programa Saneamento para Todos, com destaque para os seguintes atos Normativos: 1) Resolução CCFGTS n o 180/95, que dispõe sobre os conceitos operacionais de credenciamento, cadastramento e habilitação de Agentes dos Programas de Aplicação do FGTS; 2) Resolução CCFGTS n o 288/98, que aprova conceitos e diretrizes para operacionalização dos Programas de Aplicação do FGTS; 3) Resolução CCFGTS n o 411/02, que aprova estruturação de financiamento por intermédio de SPE; 4) Resolução CCFGTS n o 476/05, que aprova o Programa Saneamento para Todos; 5) Resolução CCFGTS n o 526/07, que altera o Programa Saneamento para Todos; 6) Resolução CCFGTS n o 647/10, que altera a Resolução 476/05; 7) Resolução 702/12, que dispõe sobre as diretrizes gerais dos Programas de Aplicação do FGTS; 8) Resolução 704/12, que determina a inclusão de cláusula de fornecimento de informações nos contratos; 9) Resolução CCFGTS nº 724/13, que estabelece critérios para devolução de recursos; 10) Resolução CCFGTS nº 733/13, altera a Resolução CCFGTS nº 733/2013; 11) Resolução CCFGTS nº 758/2014, que altera o Art. 24 da Resolução nº 702/2012 Prazo de Carência; 12) Resolução CCFGTS n o 761/2014, que aprova a Política Socioambiental do FGTS; 13) Instrução Normativa do MCIDADES no 31/06, que dispõe sobre as condições especiais para alteração de objeto/objetivo contratual;
3 Fl. 3 14) Instrução Normativa do MCIDADES nº 39/12, que regulamenta os procedimentos para o programa Saneamento para Todos Setor Público; 15) Instrução Normativa do MCIDADES nº 43/12, que regulamenta os procedimentos para o Programa Saneamento para Todos Setor Privado e SPE; 16) Instrução Normativa do MCIDADES nº 06/13, revoga a instrução nº 05/08 que dispõe sobre o AMD; 17) Instrução Normativa do MCIDADES nº 23/13, que altera a Instrução Normativa 39/12; 18) Instrução Normativa do MCIDADES nº 26/13, que altera a Instrução Normativa 43/12; 19) Instrução Normativa nº 01/14, que revoga a Instrução Normativa nº 8, de 26 de março de 2009, e o item 7 do Anexo I da Instrução Normativa nº 14, de 10 de julho de 2013; 20) Instrução Normativa do MCIDADES nº 14/14, que regulamenta os procedimentos para o Programa Saneamento para Todos Setor Privado e SPE, utilizando-se da excepcionalidade prevista no Art. 9º da Resolução CMN nº 2.827/2001; 21) Instrução Normativa do MCIDADES nº 28/2014, que altera a IN nº 14/2014, que regulamenta o Programa Saneamento Para Todos Mutuários Públicos; 22) Instrução Normativa do MCIDADES nº 29/2014, que altera a IN nº 39/2012, que regulamenta o Programa Saneamento Para Todos Mutuários Públicos; 23) Instrução Normativa do MCIDADES nº 27/2014, que altera a IN nº 43/2012, que regulamenta o Programa Saneamento Para Todos Mutuários Privados e Mutuários Sociedades de Propósito Específico; 24) Instrução Normativa do MCIDADES nº 10/15, que dispõe sobre a Política Socioambiental do FGTS na área de Saneamento Básico; 25) Portaria Interministerial MTE/SDH nº 02/2015, que enuncia regras sobre o Cadastro de Empregadores que tenham submetido trabalhadores a condição análoga à de escravo e revoga a Portaria Interministerial nº 02/2011; 26) Portaria da Controladoria Geral da União nº 516/10, que institui o Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas; 27) Portaria do Ministério das Cidades nº 287/13, estabelece procedimentos a serem adotados em relação a contratos celebrados no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento PAC; 28) Portaria do Ministério das Cidades nº 21/14, aprova o Manual de Instruções do Trabalho Social; 29) Portaria do Ministério das Cidades nº 44/14, altera a Portaria MCIDADES nº 287/13 que estabelece procedimentos a serem adotados em relação a contratos celebrados no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento PAC; 29)Ofício nº 1.229/2014/GAB/SNSA/SNH/MCIDADES; 29) Circular CAIXA nº 681/15 que divulga a Política Socioambiental do FGTS; 30) Circular CAIXA nº 682/15, que divulga versão atualizada deste manual. As alterações ocorridas no presente Manual em relação à versão anterior, estão destacadas em negrito no texto do presente Manual. Capítulo II
4 Fl. 4 Subitem 1.4 inclui alínea r que define como obrigação do agente financeiro observar atendimento dos requisitos da Política Socioambiental do FGTS na contratação das operações de crédito; Subitem 1.5 inclui alínea h que define como obrigação do proponente/mutuário/tomador observar atendimento dos requisitos da Política Socioambiental do FGTS na elaboração dos projetos das operações de crédito; Subitem 1.6 inclui alínea g que define como obrigação do agente promotor - participante da operação com mutuário do setor público observar atendimento dos requisitos da Política Socioambiental do FGTS na elaboração dos projetos das operações de crédito; Subitem exclui inexibilidade de consulta ao sítio do Ministério do Trabalho e Emprego para verificação de eventual envolvimento do empregador em trabalho análogo a escravo; Capítulo III Subitens e inclui condições da Política Socioambiental do FGTS. Capítulo VI Subitem altera exemplificação caso haja solicitação de adiantamento de recursos por parte do agente financeiro e define o limite de adiantamento de recursos em até 10% do valor do financiamento; Subitem Alteração redação para melhor entendimento; Subitem Define prazo para recomposição do saldo credor do contrato da diferença de adiantamento entre 90% e 100% não comprovada no prazo de que trata o subitem ; Subitem Define que é vedado o adiantamento de parcelas do cronograma de empreendimentos, cujas obras/serviços encontram-se em situação de paralisadas; Subitem altera requisito de placa de obra/adesivo nas condições gerais para realização de desembolso. Em face das alterações que porventura venham a ocorrer na operacionalização dos Programas, o Manual é dinâmico de forma a permitir adaptações e ajustes, tão logo tenhamos novas sugestões que possam contribuir para melhoria e aperfeiçoamento desse trabalho.
5 Fl. 5 ÍNDICE CAPITULO I DEFINIÇÕES...11 CAPITULO II PARTICIPANTES, ATRIBUIÇÕES BÁSICAS E CONDIÇÕES OPERACIONAIS GERAIS 1 PARTICIPANTES E ATRIBUIÇÕES GESTOR DA APLICAÇÃO AGENTE OPERADOR INSTÂNCIA COLEGIADA AGENTE FINANCEIRO PROPONENTE/MUTUÁRIO/TOMADOR AGENTE PROMOTOR - PARTICIPANTE DA OPERAÇÃO COM MUTUÁRIO DO SETOR PÚBLICO AGENTE TÉCNICO OPERACIONAL BENEFICIÁRIOS FINAIS GARANTIDOR AGENTE EXECUTOR - PARTICIPANTE DA OPERAÇÃO CONTRATA COM MUTUÁRIO DO SETOR PÚBLICO... 2 CONDIÇÕES OPERACIONAIS GERAIS RUBRICA ORÇAMENTÁRIA REQUISITOS PARA CONTRATAÇÃO PRAZO DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DO CONTRATO DE EMPRÉSTIMO TAXAS DE JUROS, LIMITES MÁXIMOS DOS PRAZOS DE CARÊNCIA E DE AMORTIZAÇÃO TAXA DE RISCO DE CRÉDITO DO AGENTE OPERADOR PRESTAÇÕES DESEMBOLSO DAS OPERAÇÕES DO PROGRAMA SANEAMENTO PARA TODOS SETOR PÚBLICO E PRIVADO, EXCETO SPE (LOCAÇÃO DE ATIVOS) REAJUSTE DO SALDO DEVEDOR ALTERAÇÃO CONTRATUAL REMUNERAÇÃO DO AGENTE FINANCEIRO CONTRAPARTIDA PRAZO DE ARQUIVAMENTO DA DOCUMENTAÇÃO DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO III PROGRAMA SETOR PÚBLICO 1 OBJETIVO DO PROGRAMA DIRETRIZES
6 Fl. 6 3 MODALIDADES REQUISITOS INSTITUCIONAIS DO PROCESSO DE SELEÇÃO DAS PROPOSTAS INSCRIÇÃO, ENQUADRAMENTO E VALIDAÇÃO DA CARTA CONSULTA/PROPOSTA 52 DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO CONDIÇÕES OPERACIONAIS DO EMPRÉSTIMO DO AGENTE OPERADOR AO AGENTE FINANCEIRO LIMITE DE EMPRÉSTIMO TAXAS DE JUROS, PRAZOS MÁXIMOS DE AMORTIZAÇÃO E DE CARÊNCIA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA GARANTIAS CONDIÇÕES OPERACIONAIS DO EMPRÉSTIMO DO AGENTE FINANCEIRO AO MUTUÁRIO PRAZO DE CARÊNCIA DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS GARANTIAS DISPOSIÇÕES GERAIS POLÍTICA SÓCIOAMBIENTAL DO FGTS CAPÍTULO IV PROGRAMA SETOR PÚBLICO OPERAÇÕES E AS EXCEPCIONALIDADES PREVISTAS NO ART. 9º DA RESOLUÇÃO DO CMN Nº 2.827/ OBJETIVO DO PROGRAMA PARTICIPANTES DO PROGRAMA MODALIDADES ABASTECIMENTO DE ÁGUA ESGOTAMENTO SANITÁRIO DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL REDUÇÃO E CONTROLE DE PERDAS ESTUDOS E PROJETOS OUTROS ITENS FINANCIÁVEIS DOS CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE DOS REQUISITOS BÁSICOS DAS PROPOSTAS DOS REQUISITOS INSTITUCIONAIS CADASTRAMENTO, ENQUADRAMENTO, HIERARQUIZAÇÃO, E VALIDAÇÃO/HABILITAÇÃO DA PROPOSTA DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS AO SETOR PROVADO E SPE CONDIÇÕES OPERACIONAS DE EMPRÉSTIMO DO AGENTE OPERADOR AO AGENTE FINANCEIRO
7 Manual de Fomento Fl GARANTIAS TAXA DE JUROS CONDIÇÕES OPERACIONAIS DO FINANCIAMNETO DO AGENTE FINANCEIRO AO MUTUÁRIO...69 CAPÍTULO V PROGRAMA SETOR PRIVADO E SPE (LOCAÇÃO DE ATIVOS) 1 OBJETIVO DO PROGRAMA PARTICIPANTES DO PROGRAMA DIRETRIZES MODALIDADES REQUISITOS INSTITUCIONAIS REQUISITOS DE VIABILIDADE CADASTRAMENTO, ENQUADRAMENTO, HIERARQUIZAÇÃO E VALIDAÇÃO/HABILITAÇÃO DA PROPOSTA DE CRÉDITO VINCULADAS 77 AO SETOR PRIVADO E SPE CONDIÇÕES OPERACIONAIS DE EMPRÉSTIMO DO AGENTE OPERADOR AO AGENTE 77 FINANCEIRO GARANTIAS TAXA DE JUROS CONDIÇÕES OPERACIONAIS DO FINANCIAMENTO DO AGENTE FINANCEIRO AO MUTUÁRIO... CAPÍTULO VI PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS 1 INTRODUÇÃO ANÁLISE TÉCNICA DE ENGENHARIA APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DA PROPOSTA DE OPERAÇÃO DE CRÉDITO PELO AGENTE FINANCEIRO AO AGENTE OPERADOR ANÁLISE DA PROPOSTA DE FINANCIAMENTO PELO AGENTE FINANCEIRO ANÁLISE DO EMPREENDIMENTO ANÁLISE DO PROJETO MANIFESTAÇÃO CONCLUSIVA ANÁLISE JURÍDICA ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA ANÁLISE TÉCNICA SÓCIO-AMBIENTAL AUTORIZAÇÃO PARA FORMALIZAÇÃO DO CONTRATO DE FINANCIAMENTO CELEBRAÇÃO DO CONTRATO DE FINANCIAMENTO CANCELAMENTO DO CONTRATO DE FINANCIAMENTO ALTERAÇÕES CONTRATUAIS ALTERAÇÃO DO CONTRATO AGENTE OPERADOR X AGENTE FINANCEIRO PRORROGAÇÃO DO PRAZO DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS
8 Fl ALTERAÇÃO DO CONTRATO AGENTE FINANCEIRO x MUTUÁRIO FINAL PRORROGAÇÃO DE PRAZO PARA REALIZAÇÃO DO PRIMEIRO DESEMBOLSO ALTERAÇÃO DO PRAZO DE CARÊNCIA ATUALIZAÇÃO DO CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO ALTERAÇÃO DO PRAZO DE DESEMBOLSO ALTERAÇÃO DE METAS FÍSICAS ALTERAÇÃO DO VALOR DA CONTRAPARTIDA SUBSTITUIÇÃO DO AGENTE PROMOTOR AMPLIAÇÃO DE OBJETO/OBJETIVO CONTRATUAL COM UTILIZAÇÃO DE SALDO RESIDUAL ALTERAÇÃO DE VALOR DOS ITENS DO INVESTIMENTO DESEMBOLSOS DESEMBOLSO RECURSOS DO AGENTE OPERADOR AO AGENTE FINANCEIRO DESEMBOLSO DE RECURSOS DO AGENTE FINANCEIRO AO MUTUÁRIO CONDIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DOS DESEMBOLSOS CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA A REALIZAÇÃO DOS DESEMBOLSOS CONDIÇÕES RESTRITIVAS ACOMPANHAMENTO DA MOVIMENTAÇÃO DA CONTA VINCULADA AO CONTRATO DE FINANCIAMENTO CONDIÇÕES ESPECÍFICAS ANÁLISE E ACOMPANHAMENTO DO EMPREENDIMENTO E DO DESEMBOLSO DO PELO AGENTE FINANCEIRO OPERAÇÕES CONTRATADAS NO ÂMBITO DO PAC COM OBRAS PARALISADAS CONDIÇÃO ESPECIAL DE INÍCIO DE OBRA ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO SÓCIO-AMBIENTAL FLUXOGRAMA DE ABERTURA DE CRÉDITO CAC. A SER FIRMADA ENTE O AGENTE FINANCEIRO E O AGENTE OPERADOR DO FGTS FLUXOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO CONTRATO DE FINANCIAMENTO COM ATUAÇÃO DE AGENTE TÉCNICO OPERACIONAL PARTE I INÍCIO DA EXECUÇÃO 115 DO EMPREENDIMENTO... FLUXOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO CONTRATO DE FINANCIAMENTO COM ATUAÇÃO DE AGENTE TÉCNICO OPERACIONAL PARTE II DESEMBOLSO DOS 116 RECURSOS... FLUXOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO CONTRATO DE FINANCIAMENTO COM ATUAÇÃO DE AGENTE TÉCNICO OPERACIONAL PARTE III ALTERAÇÕES CONTRATUAIS MODELOS PADRÕES PARA O FINANCIAMENTO 1 - SOLICITAÇÃO DE FINANCIAMENTO LEI AUTORIZATIVA QUADRO DE COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO - QCI A - CRONOGRAMA FÍSICO - FINANCEIRO...(PARTE FÍSICA) B - CRONOGRAMA FÍSICO - FINANCEIRO.(PARTE FINANCEIRA)
9 Fl. 9 3-C QUADRO DE COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO QCI D QUADRO DE COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO QCI E QUADRO DE COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO QCI F QUADRO DE COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO QCI G QUADRO DE COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO QCI CONSOLIDADO CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO AVALIAÇÃO ECONÔMICA DO EMPREENDIMENTO RELATÓRIO SÍNTESE SOLICITAÇÃO DE ALTERAÇÃO CONTRATUAL JUSTIFICATIVA QUADRO COMPARATIVO DE ITENS DE INVESTIMENTO FORMALIZAÇÃO DE ALT. CONTRATUAL - CARTA REVERSAL BOLETIM DE MEDIÇÃO - BM BOLETIM DE MEDIÇÃO - BM RELATÓRIO RESUMO DO EMPREENDIMENTO - RRE BOLETIM DE SOLICITAÇÃO DE MOVIMENTAÇÃO E COMPROVAÇÃO DE RECURSOS BSCA SOLICITAÇÃO A BOLETIM DE COMPROVAÇÃO DE APLICAÇÃO DE RECURSOS B - FICHA DE ANÁLISE E PROCESSAMENTO DE DESEMBOLSO BOLETIM DE SOLICITAÇÃO DE MOVIMENTAÇÃO DE REUCROSOS BSCA, OFÍCIO DE SOLICTAÇÃO E ADIANTAMENTO DE RECURSOS ORIENTAÇÃO DE PREENCHIMENTO QUADRO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DECLARAÇÃO DE CAPAC.DE EXPANSÃO - ABAST. DE ÁGUA DECLARAÇÃO DE CAPAC.DE EXPANSÃO -ESGOT. SANITÁRIO INSTRUÇÕES ELAB. E APRES. DE PROJETOS DE ÁGUA/ESGOTO JUSTIFICATIVA DO EMPREEND ABAST. DE ÁGUA/ESGOTO DIAGNÓSTICO/PROGNÓSTICO CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DE ATIVIDADES - DI PREVISÃO DO SISTEMA INTEGRADO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E ATENDIMENTO AO PÚBLICO SIPSAP DI PREVISÃO DA ATIVIDADE DE CADASTRO DE REDES - DI PREVISÃO DE PADRONIZAÇÃO E AUTOMATIZAÇÃO DAS UNIDADES OPERACIONAIS- DI PREVISÃO DE REABILITAÇÃO DE UNIDADES OPERACIONAIS DI
10 REPRESENTAÇÕES REGIONAIS DO AGENTE OPERADOR DO FGTS - CAIXA - GERÊNCIA DE FILIAL DO FGTS Fl. 10 LOCALIZAÇÃO ESTADO/ REGIÃO DE ENDEREÇO TELEFONE FAX VINCULAÇÃO Bauru/SP Bauru Av. Nações Unidas, 7-40 Vila Antarctica Bauru/SP CEP: (14) (14) Belém/PA Av. Governador José Malcher, º andar - São Braz, Belém/PA, ((91) (91) PA CEP: Belo Horizonte/MG MG Rua Tupinambás, 486/502, Centro Belo Horizonte/MG CEP: (31) (31) Brasília/DF DF SBS Qd. 01 Bl. L Ed. CEF 16º andar Brasília/DF CEP: (61) (61) Campinas/SP Campinas Av. Aquidabã 484, 10º andar, Centro, Campinas/SP, CEP (19) (19) Av. Historiador Rubens de Mendonca 2300, 2 andar, Cuiabá/MT,CEP (65) (65) Cuiabá/MT MT/MS Curitiba/PR PR Rua José Loureiro, 195, 10º andar Centro Curitiba/PR CEP: (41) (41) Florianópolis/SC Rua Nossa Sra. de Lourdes 111, 3 ANDAR, FLORIANÓPOLIS/SC, (48) (48) SC CEP: Fortaleza/CE R: Sena Madureira, 800 2ºandar Ed. Sede, Centro Fortaleza/CE CEP (85) (85) CE/MA/PI Goiânia/GO GO/TO Rua 11, º andar Centro Goiânia/GO CEP: (62) (62) Manaus/AM Porto Alegre/RS Recife/PE Rio de Janeiro/RJ Salvador/BA São Paulo/SP AM/AC/RO/RR RS AL/PE/PB/RN RJ/ES BA/SE SP Rua Ramos Ferreira, 596, 4º andar Centro Manaus/AM CEP: (92) (92) Rua Sete de Setembro 1001, 4 andar, Porto Alegre/RS, CEP: (51) (51) Av. Cais do Apolo, 421, 3º andar Recife Antigo - Recife/PE CEP: (81) (81) Av. Rio Branco, 174, 13º andar, Centro Rio de Janeiro/RJ CEP: (21) (21) Rua Ivonne Silveira, º e 15º Andar - Ed Empresarial 2 de Julho (71) (71) Doron (Paralela), Salvador/BA, CEP: R. São Joaquim, 69 Liberdade - São Paulo/SP CEP: (11) (11)
11 CAPÍTULO I DEFINIÇÕES Fl. 11 ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas ADI Ação Direta de Inconstitucionalidade AGENTE OPERADOR DO FGTS Caixa Econômica Federal CAIXA, cujas competências encontram-se definidas no art. 7º da Lei nº 8.036, de 1990, e no art. 67 do Regulamento Consolidado do FGTS, aprovado pelo Decreto nº , de 1990, com a redação dada pelo Decreto nº 1.522, de 1995 AGENTE TÉCNICO-OPERACIONAL Instituição Financeira/Entidade, contratada pelos agentes financeiros para desempenhar, em seu nome, diversas atribuições relativos aos empreendimentos a ser implementados e junto ao Agente Operador AGENTE FINANCEIRO - instituições financeiras ou não financeiras, públicas ou privadas, definidas pelo art. 8º da Lei nº 4.380, de 21 de agosto de 1964, e previamente habilitadas pelo Agente Operador, responsáveis pela correta aplicação e retorno dos empréstimos concedidos com recursos do FGTS. AGENTE FIDUCIÁRIO Entidade contratada pela SPE, com anuência do agente financeiro, devidamente habilitada pelo Agente Operador, responsável pelo controle e acompanhamento dos recebíveis (conjunto de faturas de consumidores) e das contas-garantia, se for o caso, além da fiscalização da própria SPE e de seu Gestor Administrativo/financeiro AGENTE PROMOTOR entidades públicas ou privadas, com fins lucrativos ou não, promotoras de ações que visem à execução dos empreendimentos e respectivas metas físicas e sociais, que constituem os objetivos dos programas de aplicação dos recursos do FGTS, podendo atuar como gerenciadoras ou empreendedoras. AGENTES PROMOTORES GERENCIADORES: são aqueles contratados pelo mutuário das operações do FGTS, pessoas físicas ou jurídicas ou entidades vinculadas ao setor público, para exercerem, total ou parcialmente, as atividades atribuídas ao Mutuário AGENTES PROMOTORES EMPREENDEDORES: são aqueles que, na qualidade de Mutuários, tomam emprestado os recursos do FGTS mediante operação de crédito com o Agente Financeiro, respondendo integralmente pela viabilização do empreendimento, desde seu planejamento até a sua conclusão e início do retorno dos recursos, na forma prevista em regulamentação AMD Acordo de Melhoria de Desempenho ART Anotação de Responsabilidade Técnica AVT Acompanhamento e Avaliação do Trabalho Técnico Social BACEN Banco Central do Brasil BM Boletim de Medição BSCA Solicitação - Boletim de Solicitação de Movimentação de Recursos BSCA Comprovação - Boletim de Comprovação de Aplicação de Recursos CAC Contrato de Abertura de Crédito CADIP Cadastro da Dívida Pública do Banco Central do Brasil CADIN Cadastro de Informações de créditos não quitados CARTA REVERSAL Instrumento para formalização de alteração no contrato firmado entre o agente financeiro e o mutuário Final CEIS Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas; CIM Custo Incremental Médio CM Consumo Médio
12 CCFGTS Conselho Curador do FGTS Órgão deliberativo constituído por representantes da sociedade civil e do governo CMN Conselho Monetário Nacional CNPJ Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica CONCESSÃO ato do poder público que concede a uma entidade pública ou privada a exploração da totalidade do processo de prestação de serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário CONCESSÃO DE SERVIÇO PÚBLICO delegação de prestação de serviço público, feita pelo poder concedente, mediante licitação, na modalidade de concorrência, à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para o seu desempenho, por sua conta e risco e por prazo determinado CONCESSIONÁRIO PRIVADO empresa criada com a finalidade específica de prestar serviços públicos concedidos, com contabilidade segregada dos sócios patrocinadores do empreendimento, sendo responsável pela operação, gestão e implementação dos investimentos previstos no contrato de concessão. CONTRATO DE CONCESSÃO - instrumento que estabelece as condições de concessão dos serviços públicos de saneamento, no qual são definidos os direitos e obrigações das partes contratantes. CONTRATO DE EMPRÉSTIMO Operação de crédito firmada entre o Agente Operador e o agente financeiro CONTRATO DE FINANCIAMENTO/REPASSE Operação de crédito firmada entre o agente financeiro e o mutuário, para execução do empreendimento proposto, sem a interveniência do Agente Operador. CREA Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura e Agronomia CRF Certificado de Regularidade do FGTS CRP Certificado de Regularidade Previdenciária CT Contrato de Empréstimo CTEF Contrato de Execução e/ou Fornecimento CUM Consumo Unitário Médio CV Conta corrente vinculada ao empreendimento DRP Documento de Recebimento e Pagamento, emitido pelo SIAPF DOU Diário Oficial da União DI Desenvolvimento Institucional ENTIDADES VINCULADAS AO SETOR PÚBLICO: definidas como estados, municípios, Distrito Federal ou órgãos das respectivas administrações direta ou indireta ENQUADRAMENTO: processo que se destina a verificar o atendimento das propostas ao objetivo e aos atos normativos que regem os programas de aplicação e carteiras administradas do FGTS, na forma regulamentada pelo Gestor da Aplicação ETA Estação de Tratamento de Água ETE Estação de Tratamento de Esgoto FPD Ficha de Análise e Processamento de Desembolso FGTS Fundo de Garantia do Tempo de Serviço FPE Fundo de Participação dos Estados FPM Fundo de Participação dos Municípios GEAVO Gerência Nacional de Ativo do FGTS Fl. 12
13 GIFUG Gerência de Filial do FGTS Manual de Fomento GESTOR ADMINISTRATIVO - Entidade contratada pela SPE para gerir, de acordo com as orientações do Agente Fiduciário, as garantias e observar o cumprimento das cláusulas contratuais, atuando durante toda vigência do contrato do financiamento GESTOR DA APLICAÇÃO Ministério das Cidades, cujas competências encontram-se definidas no art. 6º da Lei nº 8.036, de 11 de maio de 1990, e no art. 66 do Regulamento Consolidado do FGTS, aprovado pelo Decreto nº , de 8 de novembro de 1990, com a redação dada pelo Decreto nº 1.522, de 13 de junho de 1995 HIERARQUIZAÇÃO: processo que se destina a ordenar, a partir do atendimento a critérios técnicos, objetivos e previamente definidos pelo Gestor da Aplicação, as propostas previamente enquadradas ICMS Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços IN Instrução Normativa INSTÂNCIA COLEGIADA Órgão deliberativo, instituído pelos Governos Estaduais e do Distrito Federal, composto por representantes dos Governos Estaduais e do Distrito Federal, dos Municípios e entidades da sociedade civil, em observância ao disposto na Portaria do antigo MPO, no 114, de Lei no 8.666/93 Lei que regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, que trata das licitações e contratos da Administração Pública Lei no 8.883/94 Altera dispositivos da Lei 8.666/93 Lei no 9.452/97 Determina que as Câmaras Municipais sejam obrigatoriamente notificadas da liberação de recursos federais para os respectivos Municípios Lei no 9.467/97 - Dá nova redação aos arts. 9º da Lei nº 8.036, de e art. 2º da Lei nº 8.844, de , que trata das Garantias nas operações lastreadas em recursos do FGTS MUTUÁRIOS pessoas físicas ou jurídicas ou entidades vinculadas ao setor público, tomadoras de financiamento no âmbito dos programas de aplicação do FGTS OGU Orçamento Geral da União OPERAÇÃO ESTRUTURADA Operação para realização de investimento auto-suficiente em abastecimento de água, esgotamento sanitário e/ou resíduos sólidos, na qual devem ser identificadas as receitas a serem geradas pelo empreendimento e os custos totais envolvidos, inclusive aqueles incorridos na formalização das garantias e obrigações contratuais para mitigação dos riscos PATROCINADORA - Empresas públicas ou sociedades de economia mista constituídas com a finalidade de prestar serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, integrantes da administração descentralizada dos Estados, dos Municípios, ou do Distrito Federal PIP Plano de Investimento do Proponente onde está descrito o conjunto de pedidos de financiamento discriminados por nome, modalidade, VI, VE e CP, cujos empreendimentos pretende encaminhar Carta Consulta PODER CONCEDENTE - Poder público, Estado, Distrito Federal ou Município, detentor da titularidade dos serviços de saneamento Programas de Aplicação: conjuntos de critérios, definições e normas que expressam e orientam as ações do FGTS para a entrega de bens e serviços à sociedade, aprovados pelo Conselho Curador do FGTS, e regulamentados pelo Gestor da Aplicação e Agente Operador, no âmbito de suas respectivas competências legais QCI Quadro de Composição de Investimento RAE Relatório de Acompanhamento do Empreendimento, elaborado pela área de Engenharia do agente financeiro Fl. 13
14 RATING Classificação de Risco do Tomador Manual de Fomento RCCFGTS - Resolução do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço RRE Relatório Resumo de Empreendimento Gerência de Filial do FGTS Representação regional do Agente Operador do FGTS SANEAMENTO INTEGRADO Modalidade de financiamento vinculada ao Programa Saneamento para Todos Setor Público. Destina-se à promoção de ações integradas de saneamento em áreas ocupadas por população de baixa renda onde esteja caracterizada a precariedade ou a inexistência de condições sanitárias e ambientais mínimas, por meio de soluções técnicas adequadas, abrangendo abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais, implantação de unidades sanitárias domiciliares e outras ações complementares necessárias à salubridade ambiental, com participação comunitária e educação sanitária e ambiental SELEÇÃO: processo que se destina a eleger as propostas previamente hierarquizadas, até o limite dos recursos alocados aos Programas de Aplicação, aquisição de CRI e Carteiras Administradas, pelo Orçamento Plurianual vigente, devendo ser considerados ainda, para as operações de crédito em que figurem, como mutuários, entidades vinculadas ao setor público, os limites de concessão de crédito estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) SERVIÇO CONCEDIDO exploração do sistema de saneamento, ou mesmo parte(s) de um sistema, cuja responsabilidade pela realização de investimento, operação e gestão foi delegada através de contrato de concessão à empresa vencedora da licitação SFA Sistema Francês de Amortização SIAPF Sistema Operacional do Agente Operador, denominado Sistema de Acompanhamento dos Programas de Fomento SINAPI Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índice da Construção Civil SIPSAP Sistema Integrado de Prestação de Serviços e Atendimento ao Público SISTEMA DE REGULAÇÃO conjunto de normas e regulamentos estabelecidas pelo Poder Concedente, com a finalidade de definir as condições gerais e específicas da prestação do serviço público concedido SPE - Pessoa jurídica de direito privado, constituída sob a forma de sociedade anônima ou limitada, criada pela empresa licitante vencedora do certame licitatório promovido pela Patrocinadora, para realizar empreendimento específico, financiado por operação estruturada, e tendo sua atuação restrita ao objeto da contratação com vistas a isolar o empreendimento a ser financiado dos demais ativos do titular (ou titulares) da SPE SUBCONCESSÃO concessão de parte do processo de prestação de serviço de saneamento ou parte do sistema de abastecimento de água e/ou esgotamento sanitário SUFUG Superintendência Nacional de Fundo de Garantia TM Tipo de Movimentação VF Valor de Financiamento VI Valor de Investimento - equivalente ao somatório de todos os custos diretos e indiretos, inclusive os financeiros, necessários à execução das obras e serviços objeto do financiamento. Fl. 14
15 Manual de Fomento CAPÍTULO II PARTICIPANTES, ATRIBUIÇÕES E CONDIÇÕES OPERACIONAIS GERAIS 1 PARTICIPANTES E ATRIBUIÇÕES 1.1 GESTOR DA APLICAÇÃO Atribuições: a) praticar todos os atos necessários à gestão da aplicação do Fundo, de acordo com as diretrizes e programas estabelecidos pelo Conselho Curador; b) expedir atos normativos relativos à alocação dos recursos para implementação dos programas aprovados pelo Conselho Curador; c) definir as metas a serem alcançadas nos programas de habitação popular, saneamento básico e infra-estrutura urbana; d) estabelecer os critérios, procedimentos e parâmetros básicos para análise e avaliação dos projetos a serem financiados com os recursos do FGTS; e) elaborar orçamentos anuais e planos plurianuais de aplicação dos recursos, discriminando-os por Unidade da Federação e submetendo-os até 31 de julho ao Conselho Curador; f) acompanhar a execução dos programas de habitação popular, saneamento básico e infra-estrutura urbana, decorrentes de aplicação de recursos do FGTS, implementados pelo Agente Operador; g) eleger as operações, os projetos e as suplementações a serem financiadas com recursos do FGTS, de modo a assegurar que a alocação seja feita de acordo com a política nacional de desenvolvimento urbano e as políticas setoriais de habitação popular, saneamento básico e infra-estrutura urbana estabelecidas pelo Governo Federal; h) subsidiar o Conselho Curador com estudos técnicos necessários ao aprimoramento operacional dos programas de habitação popular, saneamento básico e infra-estrutura urbana; i) apresentar relatórios gerenciais periódicos, com a finalidade de proporcionar ao Conselho Curador os meios para avaliar o desempenho dos programas, nos seus aspectos físicos, econômico-financeiros, sociais e institucionais, e a sua vinculação às diretrizes governamentais; j) proceder à análise técnica e acompanhar o processo de análise jurídica e econômicofinanceira das operações, dos projetos e dos pedidos de suplementação; e k) submeter-se à apreciação do Conselho Curador as contas do FGTS. 1.2 AGENTE OPERADOR Atribuições: a) definir e divulgar os procedimentos operacionais necessários à execução do programa; b) controlar e acompanhar a execução orçamentária dos programas de aplicação dos recursos do FGTS; c) cadastrar e habilitar os agentes financeiros para atuar nos programas de aplicação dos recursos do FGTS; d) analisar a capacidade de pagamento do mutuário, quando necessário, sem prejuízo da análise a ser elaborada pelo agente financeiro; e) analisar as propostas de operações de crédito, pronunciando-se quanto a sua viabilidade e enquadramento nos objetivos do programa, sem prejuízo da análise a ser elaborada pelo agente financeiro; Fl. 15
16 Manual de Fomento f) prestar apoio técnico e administrativo às atividades da Instância Colegiada, na forma estabelecida em convênio específico, quando esta estiver em atuação; g) contratar operações de empréstimo com os agentes financeiros, zelando pela correta aplicação dos recursos; h) encaminhar ao Gestor da Aplicação e à Instância Colegiada relação das contratações efetuadas e dos projetos não aprovados; i) acompanhar e orientar a atuação dos agentes financeiros, com vistas à correta aplicação dos recursos do FGTS; j) acompanhar e avaliar a execução dos empreendimentos, sem prejuízo do desenvolvimento dessa atividade pelos agentes financeiros; k) acompanhar, por intermédio dos Agentes Financeiros responsáveis, a atuação dos Agentes Promotores e/ou Mutuários Finais, identificando eventuais irregularidades na sua atuação; l) analisar os relatórios periódicos encaminhados pelos agentes financeiros; m) avaliar e aperfeiçoar, sistematicamente, os parâmetros operacionais dos programas de aplicação dos recursos do FGTS; n) apresentar relatórios gerenciais periódicos com a finalidade de proporcionar ao Gestor da Aplicação e ao CCFGTS meios para avaliar o desempenho do programa; 1.3 INSTÂNCIA COLEGIADA Atribuições: a) definir e divulgar as áreas prioritárias para alocação dos recursos do FGTS na respectiva Unidade da Federação; b) enquadrar, hierarquizar e selecionar as propostas de operações de crédito, para fins de análise e contratação pelos Agentes Operador e financeiros, quando delegada pelo Gestor da Aplicação; c) encaminhar ao Gestor da Aplicação relação das propostas: c.1) não enquadradas, com a indicação dos requisitos não atendidos; c.2) hierarquizadas, destacando, entre estas, as propostas selecionadas; d) encaminhar ao Agente Operador relação das propostas selecionadas; e) divulgar, no Diário Oficial do Estado, a relação completa das propostas não enquadradas, com a indicação dos requisitos não atendidos, e das propostas hierarquizadas, destacando as selecionadas; f) acompanhar a implementação do programa. 1.4 AGENTE FINANCEIRO Atribuições: a) habilitar os agentes promotores; b) orientar os mutuários e os agentes promotores na formulação das propostas de operações de crédito; c) analisar a capacidade de pagamento dos mutuários, emitindo conceito de risco de crédito de acordo com as normas recomendadas pelo BACEN; d) analisar propostas de operações de crédito, em conformidade com os critérios examinados pelo Gestor da Aplicação e com os termos definidos nos capítulos específicos do presente Manual; e) emitir parecer conclusivo sobre as propostas de operações de crédito, abordando os aspectos técnicos de engenharia, sociais, jurídicos e econômico-financeiros; Fl. 16
17 Manual de Fomento f) encaminhar ao Agente Operador as propostas de operações que preencham os requisitos para contratação; g) Cadastrar no CADIP do BACEN pedido de autorização de contratação de crédito, bem como providenciar o encaminhamento de documentação do proponente junto à STN, e acompanhar a tramitação da operação; h) responsabilizar-se, perante o FGTS, pelo retorno dos recursos financiados desembolsados, na forma contratualmente estabelecida; i) contratar com os proponentes as operações de crédito autorizadas pelo Agente Operador; j) acompanhar, controlar e avaliar o desenvolvimento das operações, de maneira a garantir o cumprimento das metas na forma contratualmente estabelecida; k) realizar o acompanhamento das obras e serviços, na forma prevista neste manual inclusive do Trabalho Sócio-Ambiental e das atividades referentes ao Desenvolvimento Institucional; l) emitir relatórios específicos de acompanhamento das obras e do Trabalho Sócio- Ambiental, solicitando a liberação das parcelas ao Agente Operador; m) encaminhar a avaliação final ao Agente Operador; n) orientar o mutuário e/ou agente promotor quanto aos procedimentos previstos de alterações contratuais; o) analisar, com parecer conclusivo, as alterações contratuais solicitadas pelos mutuários e, quando procedente, encaminhá-las ao Agente Operador; p) avaliar os pedidos de crédito provenientes dos agentes promotores, segundo os aspectos técnicos, financeiros, jurídicos e sociais, manifestando-se conclusivamente sobre a viabilidade da operação e respondendo, perante o Agente Operador, pela fiel execução da operação em sua concepção global, preservando os aspectos de preço, prazo e qualidade contratualmente estabelecidos; q) avaliar o desempenho dos Mutuários Finais e dos Agentes Promotores na execução das obras/serviços, identificando eventuais irregularidades na sua atuação, adotando as providências cabíveis para sua solução; r) observar na contratação das operações de crédito o atendimento dos requisitos da Política Socioambiental do FGTS, conforme previsto na Resolução do CCFGTS nº 761/2014, Instrução Normativa do MCIDADES Nº 10/2015 e na Circular CAIXA nº 681/ PROPONENTE/ MUTUÁRIO/ TOMADOR Atribuições: a) promover, sempre que possível, ações voltadas ao cumprimento das diretrizes gerais, constantes deste Manual; b) promover ações necessárias ao planejamento, elaboração, implementação, fiscalização e acompanhamento do projeto, na forma que o mesmo venha a ser aprovado; c) responsabilizar-se pela alocação de recursos adicionais não previstos no investimento inicial, quando verificada sua necessidade, inclusive nos casos decorrentes da aplicação de índices diferenciados de atualização dos desembolsos do contrato de financiamento e do pagamento das obras e serviços objeto da operação; d) aportar os valores referentes à sua participação no investimento, inclusive aqueles oriundos de terceiros; e) responsabilizar-se pelo pagamento das prestações e demais encargos referente aos empréstimos concedidos pelo agente financeiro, na forma contratualmente estabelecida; Fl. 17
18 f) dar assistência à população beneficiária em todas as etapas da intervenção, por intermédio de um Projeto de Trabalho Sócio-Ambiental (quando for o caso), em conformidade com o disposto na Portaria do Ministério das Cidades nº 21/14, de , suas alterações e aditamentos. g) adotar práticas que possam contribuir com a preservação do meio ambiente tais como plantio de mudas e manutenção da vegetação nativa da região; h) observar na elaboração dos projetos o atendimento dos requisitos da Política Socioambiental do FGTS, conforme previsto na Resolução do CCFGTS nº 761/2014, Instrução Normativa do MCIDADES Nº 10/2015 e na Circular CAIXA nº 681/2015. Fl As atribuições constantes da alínea f deste subitem podem ser executadas por prestadores de serviço, mediante contrato, ficando, com o mutuário, a responsabilidade perante o agente financeiro pelas ações empreendidas. 1.6 AGENTE PROMOTOR PARTICIPANTE DA OPERAÇÃO COM MUTUÁRIO DO SETOR PÚBLICO Atribuições: a) promover ações voltadas para o planejamento, elaboração, implementação e acompanhamento do projeto, para cumprir os objetivos propostos; b) responsabilizar-se pela execução do Trabalho Sócio-Ambiental junto à população beneficiada, nos termos dos procedimentos operacionais estabelecidos no modelo 07-A, do Capítulo VI deste Manual; c) responsabilizar-se pelos procedimentos de contratação de terceiros, observadas as disposições previstas em Lei; d) acompanhar, fiscalizar e avaliar a execução do projeto de forma a garantir o cumprimento dos termos contratualmente estabelecidos; e) analisar, aprovar e encaminhar ao agente financeiro os estudos e projetos técnicos de engenharia, devidamente aprovados pelos órgãos competentes; f) adotar práticas que contribuam para preservação do meio ambiente na esfera de sua responsabilidade; g) observar na elaboração dos projetos o atendimento dos requisitos da Política Socioambiental do FGTS, conforme previsto na Resolução do CCFGTS nº 761/2014, Instrução Normativa do MCIDADES Nº 10/2015 e na Circular CAIXA nº 681/ Havendo agente executor, cabe ao agente promotor o monitoramento daquele agente, no desenvolvimento das atividades sob sua responsabilidade, com o objetivo de garantir a boa aplicação dos recursos do FGTS e a conclusão e funcionalidade do empreendimento, já que a responsabilidade pelo cumprimento do contrato é do mutuário e do agente promotor. 1.7 AGENTE TÉCNICO-OPERACIONAL Atribuições: a) estruturar operações de crédito quanto a : - análise da Carta-consulta (compreendendo os procedimentos necessários ao enquadramento e seleção das propostas); - análise de risco de crédito; - análise da viabilidade econômica do projeto; - análise da capacidade de pagamento/suficiência da(s) garantia(s);
19 - análise da viabilidade Sócio-Ambiental do empreendimento, quando necessário; - análise técnica de engenharia; - análise jurídica. b) acompanhar e controlar a execução física e financeira do objeto contratado na fase de desembolso dos recursos; c) acompanhar e controlar a execução do projeto de trabalho Sócio-Ambiental, na forma exigida pela modalidade prevista no programa; d) verificar, na periodicidade exigida, a documentação referente ao pedido de desembolso, elaborando os relatórios necessários para efetivação da liberação; e) analisar alterações contratuais, manifestando posicionamento técnico da pertinência da alteração pleiteada; f) emitir relatório final de execução do empreendimento, para fins de liberação da última parcela do contrato de financiamento; g) encaminhar ao Agente Operador, com anuência do agente financeiro, os documentos e elementos técnicos, quando necessários, para apreciação e deliberação do Agente Operador, quando a matéria assim o exigir; h) administrar a cobrança das prestações desde o período de carência até a fase de amortização e exercer as atividades de agente fiduciário da operação. Fl Essas atribuições do Agente Técnico Operacional podem ser realizadas de forma total, parcial, em conjunto ou individualmente. 1.8 BENEFICIÁRIOS FINAIS População Urbana das áreas atendidas pelos empreendimentos. 1.9 GARANTIDOR A União, Os Estados, os Municípios, o Distrito Federal e as empresas públicas ou sociedades de economia mista controladas pelo poder público, na qualidade de Garantidor.
20 1.10 AGENTE EXECUTOR PARTICIPANTE DA OPERAÇÃO CONTRATADA COM MUTUÁRIO DO SETOR PÚBLICO Atribuições No caso de interesse do mutuário em delegar a condução das obras e serviços, inclusive o processo licitatório, a outra entidade ou órgão, este último atuará como agente executor, com as seguintes atribuições: a) promover ações voltadas para o planejamento, elaboração, implementação e acompanhamento do projeto, para cumprir os objetivos propostos; b) responsabilizar-se pela execução do Trabalho Sócio-Ambiental junto à população beneficiada, nos termos dos procedimentos operacionais estabelecidos no Modelo 07-A, do Capítulo VI deste Manual; c) responsabilizar-se pelos procedimentos de contratação de terceiros, observadas as disposições previstas em Lei; d) promover, no caso específico da modalidade Saneamento Integrado do Programa Saneamento para Todos, a organização da população beneficiária, com vistas à sua participação na definição das prioridades, bem como ao acompanhamento das obras, para a compreensão do funcionamento do sistema; e) acompanhar, fiscalizar e avaliar a execução do projeto de forma a garantir o cumprimento dos termos contratualmente estabelecidos; f) analisar, aprovar e encaminhar ao agente promotor os estudos e projetos técnicos de engenharia, devidamente aprovados pelos órgãos competentes; g) adotar práticas que contribuam para preservação do meio ambiente na esfera de sua responsabilidade. 2 CONDIÇÕES OPERACIONAIS GERAIS 2.1 RUBRICA ORÇAMENTÁRIA Para contratação das propostas serão utilizados os recursos provenientes da área de Saneamento Básico Saneamento para Todos - Setor Público, constante do Plano de Contratações e Metas Físicas que integra Instrução Normativa do Gestor da Aplicação e Circular da CAIXA, podendo ser consultado na página do FGTS no sítio da CAIXA e do Gestor da Aplicação, na internet. 2.2 REQUISITOS PARA CONTRATAÇÃO É condição para contratação, sem prejuízo das demais regras estabelecidas pelo Gestor da Aplicação, o atendimento aos seguintes requisitos básicos, em qualquer modalidade: a) Carta Consulta estar selecionada pelo Gestor da Aplicação e publicada no DOU; b) autorização legislativa conforme lei específica, quando for o caso; c) registro da proposta de crédito no CADIP, se for o caso, exceto quando tratar de excepcionalidade prevista pelo CMN; d) autorização da autoridade competente para contratar a operação de crédito, BACEN e STN, conforme determina a legislação vigente; e) viabilidade técnica de engenharia, jurídica e, quando for o caso, Sócio-Ambiental; f) inexistência de restrição cadastral do agente financeiro e do mutuário junto ao CADIN; g) Inexistência de restrição cadastral do Agente Financeiro junto ao CADIP; h) situação regular do agente financeiro e do mutuário junto ao FGTS, inclusive quanto ao retorno dos financiamentos lastreados com recursos do fundo; Fl. 20
21 j) situação de regularidade junto ao Ministério da Previdência e Assistência, comprovada com a apresentação de Certificado de Regularidade Previdenciária CRP dentro do prazo de validade e/ou junto ao INSS, no caso de operações firmadas com o Setor Público; k) emissão do termo de habilitação da operação pelo Ministério das Cidades; l) nas operações com o Setor Público, caso o Tomador apresente registro no CEIS, o Agente Financeiro deve avaliar se o registro não envolve operações afetas ao FGTS e se poderá impactar negativamente na implementação da nova operação; l1) no caso de operações do Setor Privado com pessoas jurídicas, o Agente Financeiro deve consultar o CEIS Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas, conforme Portaria da Controladoria Geral da União nº 516, de , suas alterações e aditamentos. l2) caso o Agente Financeiro considere o registro impactante, recomenda-se não realizar nova operação; m) atendimento das condições estabelecidas na Instrução Normativa específica, das definidas pelas Resoluções do Conselho Curador do FGTS e dos normativos do Agente Operador. Fl Fica delegada ao Agente Financeiro a verificação da regularidade do mutuário de que tratam as alíneas f e h deste subitem, no ato da contratação do financiamento. 2.3 PRAZO DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DO CONTRATO DE EMPRÉSTIMO O prazo de vigência ou de utilização dos recursos do Contrato de Empréstimo a ser firmado entre o Agente Operador e o agente financeiro é de até 12 (doze) meses, contados a partir da data de assinatura do contrato, podendo ser prorrogado pelo Agente Operador Para início de retorno ao Agente Operador, dos recursos aplicados por intermédio do contrato de que trata o subitem anterior, é considerado o prazo de carência de cada operação de crédito vinculada ao Contrato de Empréstimo firmado entre o Agente Operador e o agente financeiro, contado a partir da data de assinatura do contrato de financiamento Entende-se por operações de créditos vinculadas ao Contrato de Empréstimo, os Contratos de Financiamento e Repasse firmados entre o agente financeiro e os mutuários finais para execução do empreendimento proposto, sem a interveniência do Agente Operador. 2.4 TAXAS DE JUROS, LIMITES MÁXIMOS DOS PRAZOS DE CARÊNCIA E DE AMORTIZAÇÃO Conforme definido no subitem 7.2 do Capítulo III e 8.2 do Capítulo IV, deste Manual. 2.5 TAXA DE RISCO DE CRÉDITO DO AGENTE OPERADOR O agente financeiro deve pagar mensalmente ao Agente Operador, Taxa de Risco de Crédito calculada em conformidade com o rating atribuído ao agente financeiro, incidente sobre o saldo devedor, sem pro-rata.
22 A Taxa de Risco de Crédito é cobrada, mensalmente, após o primeiro desembolso, juntamente com as prestações do agente financeiro, na sua respectiva data eleita O Agente Operador deve providenciar a avaliação do tomador, por ocasião da análise de cada operação de crédito ou da reavaliação do agente financeiro, e em função do "rating" apurado, é cobrada a Taxa de Risco de Crédito, de acordo com o quadro abaixo: CONCEITO DO RATING TAXA NOMINAL DE RISCO DE CRÉDITO (%a.a.) AA 0,2 A 0,4 B 0,6 C 0, Somente pode ser concedido empréstimo/financiamento a agentes com rating entre AA e C, na tabela da CAIXA O Agente Operador deve realizar avaliações anuais do rating, com base na evolução da conjuntura do risco coletivo dos negócios do FGTS, para definição das novas taxas de risco de crédito, se for o caso Os agentes financeiros devem encaminhar ao Agente Operador, por intermédio da Representação Regional do Agente Operador de sua vinculação, até 31 de maio de cada ano, a documentação necessária para realização da referida avaliação Ocorrendo variação no percentual da Taxa de Risco de Crédito, o novo percentual reflete-se nas novas operações de crédito contratadas com o agente financeiro durante a vigência do novo rating No caso de não atendimento do disposto no subitem anterior, o agente financeiro fica impedido de tomar novos empréstimos. 2.6 PRESTAÇÕES Pagas mensalmente, com vencimento na data estabelecida contratualmente, calculadas, preferencialmente, de acordo com o Sistema de Amortização Constante SAC, podendo ser utilizado o SFA Tabela Price, e reajustadas pelo mesmo índice e com a mesma periodicidade de atualização dos saldos das contas vinculadas do FGTS Ocorrendo impontualidade no pagamento dessas prestações, o valor a ser pago corresponderá ao valor da obrigação em moeda corrente nacional, atualizada de forma proporcional, com base no critério de ajuste pro rata do coeficiente de atualização monetária idêntico ao utilizado para a remuneração das contas vinculadas do FGTS, vigentes à época do evento, ou na falta deste, de outro índice de remuneração definido em legislação específica, acrescida dos juros remuneratórios, calculados à taxa prevista no contrato de empréstimo, desde a data de vencimento, inclusive, até a data do efetivo pagamento, exclusive Sobre esse valor apurado incidirão juros moratórios à razão de 0,033% (trinta e três milésimos por cento), por dia de atraso. 2.7 DESEMBOLSO DAS OPERAÇÕES DO PROGRAMA SETOR PÚBLICO, PRIVADO E SPE (LOCAÇÃO DE ATIVOS) Fl. 22
23 2.7.1 Os desembolsos são efetuados mensalmente, bimestralmente ou trimestralmente pelo Agente Operador ao agente financeiro, na conta do agente financeiro por intermédio de depósito ou transferência via SITRF, respeitada a periodicidade de liberação de parcelas pactuada entre o agente financeiro e o tomador no cronograma físico-financeiro O acompanhamento da execução do empreendimento pode ser realizado conforme a periodicidade de liberação de parcelas pactuada entre o agente financeiro e o Tomador Havendo solicitação do Agente Financeiro, os desembolsos podem ser realizados pelo Agente Operador com adiantamento da parcela do cronograma físico-financeiro do empreendimento, mensal, bimestral ou trimestral, na forma prevista no subitem do Capítulo VI deste Manual Até 02 (dois) dias úteis (D+2) após o recebimento dos recursos do Agente Operador, deduzidos os encargos pertinentes, o agente financeiro deve creditá-los na conta bancária vinculada ao empreendimento, objeto do contrato de financiamento e repasse, aberta pelo mutuário/agente promotor Nos casos em que as etapas físicas executadas e atestadas sejam superiores aos valores mensais, bimestrais ou trimestrais previstos no cronograma vigente, os valores podem ser desembolsados, desde que tenha dotação orçamentária para tal A cada desembolso, deve ser observado, no mínimo, o percentual cumulativo de contrapartida relativo ao empreendimento, admitindo-se, a critério do mutuário, a antecipação da aplicação da contrapartida Quando o primeiro desembolso não ocorrer no prazo de 12 (doze) meses contados a partir da data de assinatura do contrato de financiamento, o agente financeiro pode promover sua rescisão de pleno direito, com retorno dos recursos às disponibilidades do FGTS É admitida, a critério do Agente Operador, a prorrogação do prazo para realização do primeiro desembolso, pelo período de até 12(doze) meses, mediante apresentação de justificativa fundamentada do agente financeiro e aceita pelo Agente Operador A prorrogação de que trata este subitem pode ser concedida pelo Agente Operador em várias etapas desde que o total do prazo prorrogado não ultrapasse a 12 (doze) meses. Fl A solicitação de prorrogação de que trata este subitem, deve ser formalizada junto ao Agente Operador na forma do subitem do Capítulo IV, deste Manual O agente financeiro deve inserir cláusula no contrato de financiamento a ser firmado com o mutuário final contendo os dispositivos previstos no caput deste subitem e no subitem deste Capítulo Após aprovação do prazo de prorrogação do primeiro desembolso do contrato, o Agente Operador informará ao Gestor da Aplicação, no prazo de até 30 (trinta) dias a contar da data da aprovação, os contratos com o prazo do primeiro desembolso prorrogado A solicitação de prorrogação de que trata o subitem anterior, deve ser formalizada junto ao Agente Operador na forma do subitem do Capítulo VI, deste Manual.
24 2.7.7 O primeiro desembolso fica condicionado à apresentação de licença de instalação fornecida pelo órgão de meio ambiente competente, quando assim couber, bem como de comprovação do equacionamento da correta destinação dos resíduos gerados, conforme disposto nas normas da ABNT NBR 15112, e 15114, além de atender as condicionantes previstas no contrato firmado entre o Agente Financeiro e o Mutuário/Agente Promotor Constituem condição para a liberação da última parcela de desembolso do financiamento a apresentação pelo Mutuário de Relatório Final de Implantação do empreendimento vinculado ao Setor Público e Privado acompanhado de: a) atestado pelo Prestador dos Serviços da plena funcionalidade do empreendimento e de que o mesmo se apresenta em condições adequadas para operação; b) comprovação de recebimento e aprovação pelo Titular do Serviço Público e pelo Prestador dos Serviços do cadastro técnico do empreendimento; c) demais requisitos previstos no Capítulo VI deste Manual e os exigidos pelo Agente Financeiro; d) obtenção de licença de operação do empreendimento junto ao órgão ambiental, quando o mesmo foi objeto de licenciamento para a execução das obras Fica dispensada a apresentação de licença de operação para a liberação da última parcela do desembolso do financiamento das operações contratadas até No caso de operações contratadas na forma do Capítulo IV deste Manual, constituem condição para a liberação da última parcela de desembolso do financiamento a apresentação pelo Mutuário de Relatório Final de Implantação do empreendimento acompanhado de: a) atestado do empreendimento e de que o mesmo se apresenta em condições adequadas para operação, quando couber; b) comprovação de recebimento e aprovação do cadastro técnico do empreendimento, quando couber; c) demais requisitos previstos no Capítulo VI deste Manual e os exigidos pelo Agente Financeiro A partir do mês seguinte ao da contratação, o agente financeiro deverá encaminhar mensalmente à SNSA, até o final do mês subseqüente ao de referência demonstrativo contendo o saldo devedor, os montantes desembolsados no período, comprovando-se a utilização dos recursos em cada operação de crédito, e a respectiva previsão de desembolsos para os próximos 12(doze) meses Sob sua inteira responsabilidade, não gerando qualquer compromisso para o FGTS e seus prepostos, o proponente poderá executar, antes da contratação do financiamento, obras e serviços integrantes de empreendimento cuja proposta de financiamento tenha sido objetivo de seleção pelo Gestor da Aplicação, no caso do Setor Público, e que venha a ser objeto de enquadramento pelo Gestor da Aplicação no caso do Setor Privado Por solicitação do mutuário, os recursos assim aplicados poderão ser aceitos como antecipação de desembolso de valores de financiamento, desde que previamente acompanhados, vistoriados e aceitos pelo Agente Financeiro, com o fim de atestar o estágio físico e o valor das obras executadas, bem como tenha transitado pela conta vinculada do empreendimento. Fl. 24
25 No caso do Setor Público, a data para reconhecimento do pré-investimento será, quando se tratar de: a) projeto executivo: até um ano antes da data de seleção do empreendimento; b) obras e serviços: até seis meses antes da data de seleção do empreendimento No caso do Setor Público Operações contratadas na forma no Capítulo IV deste Manual, a data para reconhecimento do pré-investimento será, quando se tratar de: a) projeto executivo: até um ano antes da data do enquadramento; b) obras e serviços: até seis meses antes da data do enquadramento No caso do Setor Privado, a data para reconhecimento do pré-investimento será, quando se tratar de: a) projeto executivo: até um ano antes da data do enquadramento; b) obras e serviços: até seis meses antes da data do enquadramento; c) estruturação da operação de crédito e da SPE, no caso de mutuários Sociedades de Propósito Específico: até um ano antes da data do enquadramento. 2.8 REAJUSTE DO SALDO DEVEDOR O saldo devedor é reajustado pelo mesmo índice e na mesma periodicidade da atualização dos saldos das contas vinculadas do FGTS. 2.9 ALTERAÇÃO CONTRATUAL Trata-se de alteração passível de ser promovida no contrato firmado entre o Agente Operador e o agente financeiro e nos firmados entre o agente financeiro e o mutuário, no decorrer do prazo de execução do empreendimento, conforme descrito no item 6 do Capítulo VI deste Manual REMUNERAÇÃO DO AGENTE FINANCEIRO Diferencial de Juros nas fases de carência e amortização, de até 2% (dois por cento) ao ano, pagos mensalmente junto com os juros contratuais, incidente sobre o saldo devedor da operação de crédito Tarifa Operacional Nas operações de financiamento os agentes financeiros ficam autorizados a cobrar do Mutuário: a) até 0,5% (meio por cento) do valor do financiamento, observado o valor mínimo de R$ 7.000,00 (sete mil reais), a título de análise de concessão do financiamento, considerados os custos das análises cadastral, jurídica, da proposta, de viabilidade técnica de engenharia e de risco de crédito; b) até R$ 1.200,00 (um mil e duzentos reais) por vistoria mensal das obras; c) até R$ 400,00 (quatrocentos reais) para reprogramação de cronograma físico-financeiro; d) até R$ 100,00 (cem reais) por hora técnica para avaliação de imóveis ou recebíveis, nos casos de análise de garantias diferenciadas O valor de que trata a alínea a deste subitem não poderá ser superior aos limites constantes na tabela abaixo: FAIXA (R$) Fl. 25 LIMITE MÁXIMO PERMITIDO (R$) ATÉ , ,00
26 De ,01 até , ,00 De ,01 até , ,00 De ,00 até , ,00 De ,00 até , ,00 Acima de , ,00 Fl Taxa de Risco de Crédito do Agente Financeiro O Agente Financeiro pode cobrar do Mutuário Final, a título de taxa de risco de crédito, o percentual de até 1% (um por cento) ao ano A referida Taxa de Risco de Crédito deve ser acessória do encargo mensal devido durante o prazo do contrato, incidente sobre o saldo devedor Fica vedada a cobrança, pelo Agente Financeiro, de quaisquer outras taxas ou tarifas ou remuneração, a qualquer título, que não estejam previstas neste Manual Os valores de remuneração dos agentes financeiros disciplinados no subitem deste Capítulo serão objeto de revisão, anualmente, pelo Conselho Curador do FGTS, quando da aprovação do orçamento 2.11 CONTRAPARTIDA A contrapartida é a aplicação de recursos de outras fontes, próprias do Mutuário, financeiros ou não, oferecidos para compor o valor total do investimento O investimento corresponde ao valor do financiamento (ou empréstimo) e pela contrapartida Não serão aceitos como contrapartida recursos oriundos do Orçamento Geral da União (OGU), de organismos multilaterais de crédito, nacionais e internacionais Exclui-se do disposto no subitem anterior linha específica de crédito criada com a finalidade de financiar contrapartida de empreendimentos inseridos do Programa de Aceleração do Crescimento PAC, mediante operação financeira A critério do agente financeiro, poderão ser aceitos como contrapartida recursos oriundos da cobrança pelo uso da água e outros, provenientes de fundos, comitês e agências de bacias hidrográficas e outras entidades integrantes do Sistema Nacional de Gerenciamento dos Recursos Hídricos - SINGRH O valor da contrapartida mínima é de 5% (cinco por cento) do valor do investimento, exceto na modalidade abastecimento de água, onde a contrapartida mínima é de 10% (dez por cento) Nos casos de Mutuário Sociedades de Propósito Específico SPE poderão ser computados como contrapartida as despesas referentes à estruturação da operação de crédito e da SPE.
27 Manual de Fomento São também admitidos como contrapartida os valores relativos a obras e serviços, terrenos e projetos executivos, realizados como pré-investimento ao empreendimento. No caso de terrenos, deve ser limitado aos valores pagos ou aos valores de avaliação, o que for menor Sob sua inteira responsabilidade, não gerando qualquer compromisso para o FGTS e seus prepostos, o proponente poderá executar, antes da contratação do financiamento, obras e serviços integrantes de empreendimento cuja proposta de financiamento tenha sido objetivo de seleção pelo Gestor da Aplicação A critério do Agente Operador, por solicitação do mutuário, os recursos assim aplicados poderão ser aceitos como antecipação de contrapartida do financiamento, desde que previamente acompanhados, vistoriados e aceitos pelo Agente Financeiro, com o fim de atestar o estágio físico e o valor das obras executadas No caso do Setor Público, a data para reconhecimento do pré-investimento será, quando se tratar de: a) projeto executivo: até um ano antes da data de seleção do empreendimento; b) obras e serviços: até seis meses antes da data de seleção do empreendimento No caso do Setor Público Operações contratadas na forma do Capítulo IV deste Manual, a data para reconhecimento do pré-investimento será, quando se tratar de: a) projeto executivo: até um ano antes da data do enquadramento; b) obras e serviços: até seis meses antes da data do enquadramento No caso do Setor Privado, a data para reconhecimento do pré-investimento será, quando se tratar de: a) projeto executivo: até um ano antes da data do enquadramento; b)obras e serviços: até seis meses antes da data do enquadramento. c) estruturação da operação de crédito e da SPE, no caso de mutuários Sociedades de Propósito Específico: até um ano antes da data do enquadramento PRAZO DE ARQUIVAMENTO DA DOCUMENTAÇÃO O Agente Operador e o agente financeiro devem arquivar todos os documentos relativos aos contratos de financiamento vinculados ao Programa Saneamento para Todos pelo prazo de 30 anos após a quitação da dívida DISPOSIÇÕES GERAIS Após o fim do exercício orçamentário, os Agentes Financeiros devem elaborar relatório de Auditoria Independente ou relatório Específico de Auditoria Interna com os resultados das análises sobre as operações lastreadas com recursos do FGTS, contendo, no mínimo, os seguintes aspectos: a) conhecimento das normas que regem os programas de aplicação do FGTS; b) cumprimento das condições previstas nos contratos de empréstimo firmado entre o agente financeiro e o Agente Operador; c) cumprimento das condições e limites previstos para concessão dos financiamentos aos mutuários finais; d) manifestação quanto à contabilização dos valores oriundos do FGTS, de forma segregada aos recursos do próprio agente financeiro Esse relatório deve ser encaminhado anualmente à Representação Regional do Agente Operador do FGTS até 31 de março de cada ano. Fl. 27
28 As amortizações extraordinárias e liquidações antecipadas recebidas pelos Agentes Financeiros dos seus mutuários finais, devem ser compulsoriamente recolhidos ao Agente Operador, até o 5º dia útil do mês subseqüente ao do recebimento. Fl Os valores dos recolhimentos serão efetuados com atualização monetária e juros remuneratórios à taxa do contrato de empréstimo, calculados pelo critério pro-rata-die da data do recebimento pelo agente financeiro até a data do efetivo recolhimento ao Agente Operador Caso ocorra o descumprimento do prazo estabelecido no caput deste subitem, além da atualização monetária e dos juros remuneratórios, calculados até a data do recolhimento à CAIXA, sobre o valor atualizado incidirá multa de 2% e juros moratórios à taxa de 1% ao mês, calculados pelo critério pró-rata-die a partir do dia seguinte ao 5º dia útil do mês subseqüente ao do pagamento efetuado pelo Mutuário, até a data do recolhimento à CAIXA No caso de operações, cujo contrato tenha Cláusula específica sobre os recolhimentos de que trata o caput deste subitem, devem ser mantidas as condições pactuadas no referido contrato Na situação de que trata o subitem anterior, o agente financeiro pode optar pelas condições de recolhimento de que trata o subitem , mediante formalização de alteração do respectivo contrato, que pode ocorrer por intermédio de Carta Reversal Os agentes financeiros antes de formalizarem as contratações das operações de créditos lastreadas com recursos do FGTS devem consultar no sítio do Ministério do Trabalho e Emprego MTE, se o proponente/tomador dos recursos não está na lista de empregadores envolvidos em situação análoga à trabalho escravo Caso o proponente/tomador conste da referida lista do MTE, o agente financeiro está impedido de contratar financiamento lastreado com recursos do FGTS com esse proponente Considerando a necessidade de acesso às informações relativas aos contratos de empréstimos e financiamentos necessárias ao cumprimento das obrigações legais dos órgãos responsáveis pela curatela, gestão, operação, fiscalização e controle relativos ao Fundo e à utilização dos seus recursos, a formalização das operações de créditos lastreadas com recursos do FGTS devem prever autorização para esse fim Para tanto, todos os contratos de empréstimos e financiamentos firmados a partir de 2 de janeiro de 2013, devem conter Cláusula de autorização, por parte dos tomadores, para que os agentes financeiros e o Agente Operador do FGTS forneçam as informações necessárias ao acompanhamento dessas operações pelo Conselho Curador do FGTS, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério das Cidades, Agente Operador e órgãos de controle interno e externo da União Ecologia Como forma de incentivar práticas que possam contribuir para a preservação do meio ambiente nas orientações ao proponente para elaboração ou melhoria da proposta, quando possível, deve ser recomendado o plantio de mudas de árvores frutíferas da região, nos tratamentos paisagísticos dos projetos.
29 A escolha das espécies deve recair sobre as nativas da região, e/ou árvores frutíferas, considerando o tipo de solo, clima e o local em que serão plantadas. Fl Recomenda-se, ainda, ao executor das obras sejam adotadas as seguintes providências, de forma a favorecer à preservação ambiental: a) minimizar os impactos da obra no meio ambiente; b) aproveitar, passivamente, os recursos naturais do ambiente local; c) realizar a gestão e economia de água e energia na construção; d) promover o uso racional dos materiais de construção; e) arborizar e estimular o plantio de árvores, quando possível; f) estimular a coleta seletiva de lixo e o reaproveitamento do lixo seco; g) promover discussões e difundir entre seus membros conhecimentos sobre reaproveitamento de materiais, uso racional dos recursos naturais, medidas alternativas de baixo custo de aquecimento de água/materiais degradáveis para construção/outros, riscos decorrentes da não preservação ambiental e demais questões pertinentes Os esclarecimentos de dúvidas relativos aos procedimentos contidos no presente Manual serão realizados pelas de Representações Regionais do Agente Operador listadas na página 08 deste Manual.
30 CAPÍTULO III PROGRAMA SETOR PÚBLICO Fl OBJETIVO DO PROGRAMA 1.1 Promover a melhoria das condições de saúde e da qualidade de vida da população urbana e rural, por meio de investimentos em saneamento, integrados e articulados com outras políticas setoriais, atuando com base em sistemas operados por prestadores públicos, por meio de ações e empreendimentos destinados à universalização e à melhoria dos serviços públicos de saneamento básico. 1.2 Os empreendimentos para os quais sejam pleiteados financiamentos no âmbito do Programa devem adotar soluções técnicas que objetivem ganhos de eficiência e contribuam para a sua sustentabilidade econômica e soluções de gestão que promovam serviços eficazes e incorporem o controle social e a participação da sociedade. 2. DIRETRIZES 2.1 São diretrizes para o financiamento em todas as modalidades do Programa: a) a compatibilidade com o plano diretor municipal, com o plano municipal de saneamento básico ou do plano específico equivalente, assim como com os planos regionais pertinentes, inclusive com o plano da bacia hidrográfica, ou com plano estadual de recursos hídricos quando o anterior não existir; b) a previsão no projeto básico, no memorial descritivo, nas especificações técnicas e nas composições de custo do uso preferencial de agregados reciclados de resíduos da construção civil, atendendo o disposto nas normas da ABNT NBR e ; c) o compromisso do titular dos serviços de elaboração, até o dia , a partir da data de contratação da operação de crédito, do plano de saneamento básico ou de plano específico equivalente para o referido serviço (abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais ou manejo de resíduos sólidos), no caso da inexistência de plano; d) pertinência da justificativa técnica em caso da inexistência de plano de saneamento básico ou do plano específico de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais, de manejo de resíduos sólidos ou de manejo de resíduos da construção e demolição; e) o atendimento, na elaboração de projetos técnicos de engenharia e na execução de obras e serviços, dos requisitos e dispositivos estabelecidos nas normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT afetas ao assunto; f) quando pleiteada nova unidade operacional de um sistema, a inexistência no mesmo de unidades de mesmo tipo em desuso, sendo prioridade a recuperação das unidades fora de operação, salvo em razão de justificativa fundamentada em parecer técnico a ser apresentado pelo Mutuário e avaliado pelo agente financeiro; g) as obras e serviços propostos deverão apresentar plena funcionalidade após a implantação dos mesmos e garantir o imediato benefício à população; g.1) quando a implantação do empreendimento for prevista em etapas deverá ser garantida a plena funcionalidade para cada uma das etapas; h) quando for prevista a construção de unidades habitacionais, a elaboração das propostas e a execução das ações deverão ser feitas em conformidade com os dispositivos que regulamentam o Programa Minha Casa Minha Vida, inclusive os parâmetros de custos; i) na elaboração dos Projetos de Trabalho Técnico Socioambiental deverão ser observadas as diretrizes constantes no documento "Diretrizes para o Trabalho
31 Socioambiental" disponível no sítio eletrônico: j) é vedado a aquisição de materiais, equipamentos ou terrenos destinados exclusivamente para execução de instalações ou serviços futuros. 2.2 O indicador de perdas do Prestador dos Serviços de abastecimento de água veda o financiamento para a ampliação do sistema de produção de água nos municípios que apresentam perdas na distribuição superior a 40%. Fl Excepcionalmente, poderão ser aceitas propostas que envolvam o aumento da produção de água se houver, obrigatoriamente, a previsão na proposta técnica de iniciativas que promovam a redução de perdas, contendo, itens e metas específicas, envolvendo, no que couber, no mínimo: a) setorização e zonas de medição e controle; b) macromedição e pitometria no sistema distribuidor; c) micromedição; d) implantação, ampliação ou melhoria do controle operacional O indicador de perdas na distribuição é o disponível no Sistema Nacional de Informações em Saneamento SNIS, publicado mais recentemente no sítio eletrônico obtido pela fórmula a seguir,: Índice de Perdas na Distribuição: Volume de Água (Produzido + Tratado Importado de Serviço) Volume de Água Consumido Volume de Água (Produzido + Tratado Importado de Serviço) 3 MODALIDADES 3.1 ABASTECIMENTO DE ÁGUA Destina-se ao investimento nas atividades de reservação de água bruta; captação; adução de água bruta; tratamento de água; adução de água tratada; reservação de água tratada e distribuição até o ponto de consumo Itens de Investimento O valor de investimento é composto total ou parcialmente dos seguintes itens financiáveis: a) elaboração de estudos complementares ao projeto básico e de projetos executivos do empreendimento objeto do financiamento. Não são financiáveis estudos e projetos desvinculados do empreendimento. O valor deste item é limitado a 3% do valor do investimento: b) execução de obras e serviços, incluindo a aquisição e instalação de equipamentos novos, envolvendo: b1)serviços preliminares - placa de obra, instalação de canteiros, tapumes e etc. b.1.1) o valor deste item é limitado a 4 % do valor do investimento; b2) captação subterrânea; b3) captação superficial;
32 b4) estação de tratamento de água - ETA; b5) tratamento e disposição de lodo de ETA; b6) estação elevatória; b7) adução de água; b8) reservação; b9) rede de distribuição de água; b10) ligações prediais de água; b11) ligações intradomiciliares. Item aceito somente para o atendimento de população com renda familiar mensal de até R$ 1.600,00, e mediante apresentação de justificativa técnica e econômico-financeira a ser avaliada pelo agente financeiro; b12) implantação, ampliação ou melhoria de sistemas de reúso de água de serviço da estação de tratamento de água; b13) substituição de redes de distribuição de cimento amianto; b14)substituição de ramais prediais, redes de água e de adutoras que apresentem freqüências críticas de manutenção e sejam fatores relevantes de elevação de perdas de água, ou ainda estejam subdimensionadas para atender adequadamente a demanda; b15) reabilitação de unidades operacionais; b16) implantação, ampliação ou melhoria do planejamento; b17) implantação, ampliação ou melhoria do controle operacional; b18)implantação, ampliação ou melhoria de micromedição; b19) implantação, ampliação ou melhoria de macromedição e pitometria; b20) setorização de rede de distribuição de água; b21) elaboração do cadastro técnico do empreendimento; b22) implantação, ampliação ou melhoria de instalações laboratoriais de controle da qualidade da água, incluindo a implantação de laboratórios móveis; c) aquisição de terreno, limitado ao valor pago ou ao valor de avaliação, o que for menor; d) execução de outros itens necessários ao adequado desempenho do empreendimento, incluindo, entre outros, estradas de acesso e de serviços, travessias, subestações rebaixadoras de tensão e eletrificação; e) execução de obras complementares vinculadas à segurança do empreendimento, limitada a 20 % do valor do investimento; f) execução de ações de preservação ambiental necessária à implantação do empreendimento, limitado a 5 % do valor do investimento; g) execução de trabalho socioambiental que vise a sustentabilidade socioeconômica e ambiental do empreendimento, incluindo ações de educação ambiental e promoção da participação comunitária; h) execução de pesquisas que possibilitem: h1)definir a capacidade de pagamento da população a ser beneficiada tanto para os serviços de água como de esgotos; h2) identificar a opinião da população sobre os serviços de água e esgoto; e h3)subsidiar o cálculo das elasticidades de preço/renda/consumo; i) execução de pesquisas de mananciais; j) reassentamento de famílias cuja remoção se faz indispensável para a implantação do empreendimento; A somatória das alíneas b14 a b22 deste subitem, fica limitada a 30 % do valor do investimento. Fl Pressupostos para Apresentação de Projetos
33 Os empreendimentos nesta modalidade devem: Manual de Fomento a) observar as diretrizes e recomendações previstas no plano de saneamento básico ou em plano de abastecimento de água; b) assegurar compatibilidade com a capacidade de produção de água instalada quando se tratar de ampliação da rede de distribuição; c) apresentar o projeto de trabalho socioambiental quando o empreendimento provocar mudança direta nas relações dos usuários com os serviços prestados. Necessariamente, quando ocorrer a implantação ou substituição de rede de distribuição, ligação domiciliar e intradomiciliar e quando promoverem o acesso e/ou mudanças no uso dos serviços. d) ter definido o manancial abastecedor e a alternativa de tratamento deve atender o disposto na Portaria nº. 518, de 25 de março de 2004, do Ministério da Saúde, em particular na exigência de tratamento adequado, no mínimo, com filtração quando o manancial for de superfície e, no mínimo, com desinfecção quando o manancial for subterrâneo; e) apresentar outorga emitida pela autoridade competente do Poder Executivo Federal, dos Estados ou do Distrito Federal e informações que comprovem capacidade para atender as demandas projetadas, quando incluírem captação de água subterrânea; f) incluir as ligações domiciliares e os hidrômetros quando se tratar de implantação ou ampliação de rede de distribuição; Fl ESGOTAMENTO SANITÁRIO Destina-se à ao investimento nas atividades de coleta, inclusive ligação predial, transporte, tratamento e disposição final dos esgotos sanitários Itens de Investimento O valor de investimento é composto total ou parcialmente dos seguintes itens financiáveis: a) elaboração de estudos complementares ao projeto básico e de projetos executivos do empreendimento objeto do financiamento. Não são financiáveis estudos e projetos desvinculados do empreendimento. Item limitado a 3% do valor do investimento; b) execução de obras e serviços, incluindo a aquisição e instalação de equipamentos novos, tais como: b1) serviços preliminares - placa de obra, instalação de canteiros, tapumes e etc. b.1.1) Item limitado a 4 % do valor do investimento; b2) rede coletora; b3) estação elevatória; b4) coletores, linhas de recalque,interceptores e emissários; b5) estação de tratamento de esgoto, incluindo o tratamento e a disposição final do lodo; b6) ligações prediais; b7) ligações intradomiciliares - obras civis e materiais hidráulicos. Item aceito somente para o atendimento de população com renda familiar mensal de até R$ 1.600,00, e mediante apresentação de justificativa técnica e econômico-financeira a ser avaliada pelo agente financeiro; b8) sistemas simplificados de tratamento, tais como: fossas sépticas/ sumidouro;
34 b9) implantação, ampliação ou melhoria de sistemas de reutilização de águas residuárias; b10) substituição de ligações, rede coletora, coletores tronco, interceptores, emissários e linhas de recalque que apresentem freqüências críticas de manutenção, ou ainda estejam subdimensionadas para atender adequadamente a demanda; b11) reabilitação de unidades operacionais; b12) implantação, ampliação ou melhoria do planejamento e controle operacional; b13) implantação, ampliação ou melhoria de instalações laboratoriais de controle das características do esgoto sanitário e de monitoramento ambiental; c) aquisição de terreno, limitado ao valor pago ou ao valor de avaliação, o que for menor; d) execução de outros itens necessários ao adequado desempenho do empreendimento, incluindo, entre outros, estradas de acesso e de serviços, travessias, subestações rebaixadoras de tensão e eletrificação; e) execução de obras complementares vinculadas à segurança do empreendimento, limitada a 20 % do valor do investimento; f) execução de ações de preservação ambiental necessária à implantação do empreendimento. Item limitado a 5 % do valor do empreendimento; g) execução de trabalho socioambiental que vise a sustentabilidade socioeconômica e ambiental do empreendimento, incluindo ações de educação ambiental e promoção da participação comunitária; h) execução de pesquisas que possibilitem: h1) definir a capacidade de pagamento da população a ser beneficiada tanto para os serviços de água como de esgotos; h2) identificar a opinião da população sobre os serviços de água e esgoto; h3)subsidiar o cálculo das elasticidades de preço/renda/consumo. i)reassentamento de famílias cuja remoção se faz indispensável para a implantação do empreendimento. Fl A somatória das alíneas b10 a b13 deste subitem, fica limitada a 30 % do valor do investimento Pressupostos para Apresentação de Projetos Os empreendimentos nesta modalidade devem: a) observar as diretrizes e recomendações previstas no plano de saneamento básico ou em plano diretor de esgotamento sanitário; b) incluir a execução simultânea das ligações prediais, quando tratar-se de implantação ou ampliação de rede coletora de esgoto sanitário; c) ter as redes coletoras de esgoto sanitário projetadas com vistas à implantação de sistemas tipo separador absoluto; d) ter a implantação ou ampliação de rede coletora de esgotos sanitários condicionadas à existência, ou implantação em prazo compatível com a funcionalidade do empreendimento, de instalação de tratamento adequado; e) incorporar, quando aplicável, ações de eliminação de lançamento de esgotos nos sistemas de manejo de águas pluviais ou em cursos ou espelhos d'água, de modo a assegurar os benefícios ambientais esperados; f) preferencialmente, utilizar sistema condominial de esgoto; e g) apresentar o projeto de trabalho socioambiental quando o empreendimento provocar mudança direta nas relações dos usuários com os serviços prestados, em especial,
35 nos projetos de sistemas condominiais, de ligações ou instalações domiciliares e intradomiciliares e soluções individuais de esgotamento sanitário em localidades de baixa renda Recomenda-se, na medida do possível, avaliar a possibilidade de implementar iniciativas voltadas para a utilização de águas servidas tratadas em programas de uso eficiente e conservação da água. Fl SANEAMENTO INTEGRADO Destina-se à promoção de ações integradas de saneamento em áreas ocupadas por população, preponderantemente, de baixa renda onde esteja caracterizada a precariedade ou a inexistência de condições sanitárias e ambientais mínimas, por meio de soluções técnicas adequadas, abrangendo abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais, manejo de resíduos sólidos, implantação de unidades sanitárias domiciliares e outras ações relativas à educação ambiental e à promoção da participação comunitária Itens de Investimento O valor de investimento é composto total ou parcialmente dos seguintes itens financiáveis: a) elaboração de estudos complementares ao projeto básico e de projetos executivos do empreendimento objeto do financiamento. Não são financiáveis estudos e projetos desvinculados do empreendimento. Item limitado a 3% do valor do investimento; b) execução de obras e serviços, incluindo: b1) serviços preliminares - placa de obra, instalação de canteiros, tapumes e etc. b.1.1) Item limitado a 4 % do valor do investimento; b2) implantação ou melhoria do sistema de abastecimento de água, obras civis e equipamentos novos, envolvendo: captação, rede de distribuição, ligações domiciliares, adutora, elevatórias, reservatório e tratamento; b3) implantação ou melhoria do sistema de esgotamento sanitário, obras civis e equipamentos novos, envolvendo: rede coletora, ligações domiciliares, estações elevatória, linhas de recalque, coletores, interceptores/emissários e unidades de tratamento, incluindo fossas sépticas/sumidouros; b4) implantação de unidades sanitárias em domicílios. Aceitável somente para o atendimento de população com renda familiar mensal de até R$ 1.600,00, mediante a apresentação de justificativa técnica e econômico-financeira a ser avaliada pelo agente financeiro; b5) implantação ou melhoria de sistema de manejo de resíduos sólidos, obra civis e equipamentos novos, envolvendo: dispositivos de acondicionamento, equipamentos de limpeza e coleta, depósitos para guardar equipamentos; b6) implantação ou melhoria de sistemas de microdrenagem e drenagem de águas pluviais, e ainda, casos específicos de canalização de córregos receptores da microdrenagem, desde que comprovada tecnicamente sua necessidade para a garantia, segurança e efetividade das obras e serviços executados na área de intervenção; b7) proteção, contenção e estabilização do solo - taludes, muros de arrimo, escadas de dissipação de energia, banquetas, vegetação e outras soluções; b8) melhoria e implantação de vias de circulação e de pedestres, inclusive de escadarias e passarelas; b9) ligações domiciliares de energia. Aceitável somente para o atendimento de população com renda familiar mensal de até R$ 1.600,00, mediante a apresentação de justificativa técnica e econômico-financeira a ser avaliada pelo agente financeiro; e b10) iluminação pública;
36 c) execução de obras complementares vinculadas à segurança do empreendimento. Item limitado a 20% do valor do investimento; d) execução de ações de preservação ambiental: reflorestamento, implantação de unidades de conservação ou preservação, implantação de parques. Item limitado a 5% do valor do investimento; e) aquisição de terreno, limitado ao valor pago atualizado ou ao valor de avaliação, o que for menor; f) execução de trabalho socioambiental que vise a sustentabilidade sócio-econômica e ambiental do empreendimento, incluindo ações ambiental e promoção da participação comunitária. O trabalho socioambiental deverá estar adequado às características das intervenções físicas propostas e à população atendida; g) aquisição ou edificação de equipamentos públicos voltados à saúde, educação, segurança, desporto, lazer, comércio local, assistência social, convivência comunitária, atenção à infância, ao idoso, ao portador de deficiência, à mulher à geração de trabalho e renda para as famílias beneficiadas. Este item deverá ser limitado a 10% do valor do investimento;remuneração de atividades de gerenciamento do empreendimento. h) reassentamento de famílias em situação de risco e daquelas moradias cuja remoção se faz indispensável para a implantação do empreendimento, sendo admitidas, para tanto, a aquisição de imóveis, construção de novas unidades, indenizações de benfeitorias e/ou alojamento provisório/despesas com aluguel. As unidades habitacionais deverão ser construídas em conformidade com a legislação que regulamenta o Programa Minha Casa Minha Vida, incluindo os parâmetros de custos O valor de empréstimo, médio, admitido por família beneficiada na área de intervenção, nos casos em que estas venham a ser contempladas com obras e serviços referentes à urbanização integrada e não venham a ser contempladas com aquisição ou edificação de unidade habitacional, é de R$ , Considera-se urbanização integrada o somatório de todos os itens que compõem o investimento, excluindo os itens de reassentamento de moradias, execução de ações de preservação ambiental e execução de trabalho socioambiental A pavimentação de vias de circulação e de pedestres será admitida somente nas vias em que estiverem, necessariamente, implantados os sistemas de abastecimento de água, esgotamento sanitário e drenagem urbana. Na inexistência destes serviços, os mesmos deverão ser previstos na proposta técnica, caso haja a intenção de pavimentar as vias. Deverão ser utilizadas, preferencialmente, soluções alternativas à utilização do asfalto, tais como bloquetes, macadame hidráulico uma vez que favorecem a infiltração das águas pluviais, reduzindo o escoamento superficial. Fl Pressupostos para Apresentação de Projetos Os empreendimentos nesta modalidade devem: a) observar as diretrizes e recomendações previstas no Plano de Saneamento Básico; b) atender áreas que: b1) sejam habitadas preponderantemente por famílias com rendimentos mensais de até R$ 1.600,00; b2) apresentem elevados índices de mortalidade infantil; b3) estejam, fortemente, sujeitas a doenças de veiculação hídrica; b4) sejam caracterizadas pela precariedade das condições sanitárias e ambientais;
37 c) conter ações integradas e simultâneas de pelo menos duas modalidades, dentre as modalidades de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais e manejo de resíduos sólidos, sendo uma delas, obrigatoriamente, abastecimento de água ou esgotamento sanitário; d) incluir necessariamente a implantação de unidades sanitárias em domicílios que não disponha das mesmas e apresentem renda familiar mensal de até R$ 1.600,00; e) observar os requisitos relativos às modalidades abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais, manejo de resíduos sólidos e estudos e projetos, no que for pertinente; e f) prever, obrigatoriedade, em todas as fases do empreendimento, da implementação do trabalho socioambiental. Fl Não serão aceitas áreas que já tenham recebido benefícios similares àqueles objeto da proposta, oriundos de programas geridos pela União, e que tenham sofrido nova degradação ou ocupação, excetuando-se os casos decorrentes de desastres naturais. 3.4 DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DI Destina-se à implantação de conjunto de ações integradas que visem à melhoria da gestão do prestador de serviços e da qualidade da prestação dos serviços, assegurando eficiência, eficácia e efetividade As ações devem ser obrigatoriamente integradas e articuladas envolvendo, dentre outros: a) sistema de planejamento, reestruturação organizacional, revisão e modernização dos sistemas e processos, programa sistemático de capacitação e qualificação de pessoal, e integração dos diversos processos; e b) gestão comercial, financeira, operacional, contábil e patrimonial, pessoal e gestão corporativa O DI abrange um conjunto de atividades, a saber: a) Sistema Integrado de Prestação de serviços e Atendimento ao Público - SIPSAP; b) cadastro técnico; c) padronização e automatização de unidades operacionais; d) planejamento e controle operacional; e) Gestão comercial, inclusive cadastro de consumidores e sistema e faturamento e cobrança; f) aumento da eficiência no consumo de energia; g) estruturação institucional e administrativa do órgão prestador do serviço; h) cadastro dos geradores de resíduos; i) execução de trabalho sócio-ambiental que vise a sustentabilidade sócio-econômica e ambiental do empreendimento resíduos sólidos Conceituação básica dessas Atividades: a) Sistema SIPSAP - Ações que permitem uma eficiente recepção e atendimento das demandas dos usuários e a realização dos serviços de operação e de manutenção preventiva e corretiva das redes de distribuição e dos ramais prediais, que objetivam dotar, o órgão de saneamento, de condições favoráveis à satisfação do usuário, à
38 melhoria da qualidade dos serviços prestados, à redução de despesas operacionais na distribuição, através da adequada organização do serviço e de redução dos níveis de perda de água; b) Cadastro Técnico - Ações que permitem registrar e manter atualizadas informações técnicas sobre os diversos componentes dos sistemas de abastecimento de água, inclusive rede de distribuição, que objetivam dotar, o órgão de saneamento, de informações que contribuam para o planejamento de execução das tarefas da operação e manutenção dos sistemas de abastecimento de água; c) Padronização e Automatização de Unidades Operacionais - Ações que permitem criar e equipar uma estrutura adequada de manutenção preventiva e corretiva, implantar automatizações, promover padronizações e controles com racionalização de energia elétrica, que objetivam levar o órgão de saneamento à obtenção de níveis satisfatórios de redução de despesas; d) Planejamento e Controle Operacional - Ações que permitem, de modo participativo, programar, orçar e acompanhar sua gestão operacional, integrada ao planejamento global, que objetivam dotar, o órgão de saneamento, da efetiva gestão da operação de sistemas, de forma a assegurar a otimização das respectivas capacidades instaladas e a identificação das necessidades de ampliação e/ou melhorias; g) Gestão comercial, inclusive Cadastro de Consumidores e sistema de Faturamento e Cobrança Ações que permitem registrar informações técnicas relacionadas aos consumidores reais, factíveis e potenciais, assim como programar a expansão e a adequada manutenção do mercado consumidor, objetivando dotar o órgão de saneamento de informações que contribuam para o desenvolvimento e execução das tarefas comerciais e atendimento ao maior número possível de usuários de todas as categorias sócio-econômicas e a obtenção de receitas equivalentes ao custo do serviço prestado, bem como analisar, programar, operar e controlar seus dados internos, através de sistemas informatizados, no sentido de faturar, arrecadar e cobrar o valor do serviço prestado a todos os usuários, bem como dotar o órgão de saneamento de um sistema de dados que garanta confiabilidade e adequação ao gerenciamento das receitas tarifárias; h) Aumento da Eficiência no Consumo de Energia - Ações que visem à redução do consumo de energia ou que promovam melhor eficiência dos equipamentos instalados, inclusive substituição dos mesmos. Fl Itens de Investimento Ações de Abastecimento de Água, Esgotamento Sanitário, Resíduos Sólidos e Limpeza Urbana: a) elaboração de estudos e projetos das ações que integram o objeto do financiamento. Item limitado a 3% do valor do investimento; b) a aquisição de materiais e de equipamentos novos, assistência técnica e treinamento de pessoal, incluindo: b1) serviços preliminares: Item limitado a 1% do valor do investimento; b2) implantação ou promoção de melhoria do Sistema Integrado de Prestação de Serviços e Atendimento ao Público - SIPSAP; b3) implantação ou ampliação de cadastro técnico e/ou de modelagem hidráulica; b4) implantação, ampliação ou promoção da melhoria da eficiência no consumo de energia e de combustível;
39 b5) implantação, ampliação ou promoção da melhoria do sistema de faturamento e cobrança; b6) implantação ou ampliação do cadastro de consumidores dos serviços de abastecimento de água/esgotamento sanitário ou dos geradores de resíduos sólidos; b7) implantação ou ampliação do sistema de gestão comercial; b8)implantação ou promoção da melhoria do planejamento e controle operacional; b9) implantação, ampliação ou promoção da melhoria da padronização e automatização de unidades operacionais; b10) melhoria da gestão da qualidade da água para consumo humano, garantindo a disponibilização das informações aos usuários; b11) estruturação institucional e administrativa dos prestadores de serviço público de abastecimento de água e/ou esgotamento sanitário, e de resíduos sólidos urbanos e manejo de águas pluviais; b19) desenvolvimento, implantação ou melhoria de sistema de informações gerenciais e de tecnologia da informação, incluindo a integração de sistemas de gestão das diversas áreas - serviços e obras, pessoal, atendimento, contábil, financeiro, comercial, operacional, informações e indicadores; Fl São considerados também como equipamentos financiáveis, os veículos devidamente adaptados destinados: aos projetos de SIPSAP, à laboratórios móveis para o controle da qualidade da água para consumo humano e monitoramento ambiental, sendo aceitos: a) veículos tipo "pick-up" ou furgão; b) motos tipo "standard", equipadas com containeres Juntamente com a proposta de financiamento deve ser apresentado o "layout" do veículo com os containeres ou as adaptações necessárias, para análise do Agente Financeiro, devendo, necessariamente, ser constituídas de adaptações solidárias ou, pelo menos, não removíveis facilmente, e, no caso de motos de ser soldadas aos chassis O empreendimento deve ser justificado por diagnóstico da situação operacional e financeira do prestador do serviço e das melhorias operacionais e financeiras necessárias e por proposta circunstanciada das ações necessárias para a concretização destas melhorias. 3.5 MANEJO DE ÁGUAS PLUVIAIS Destina-se ao investimento nas atividades de drenagem urbana, transporte, detenção ou retenção de águas pluviais para amortecimento de vazões de cheias em áreas urbanas, tratamento e disposição final das águas pluviais As ações devem contemplar a gestão sustentável da drenagem urbana com ações estruturais e não estruturais dirigidas à recuperação de áreas úmidas, à prevenção, ao controle e a minimização dos impactos provocados por enchentes urbanas e ribeirinhas, e ao controle da poluição difusa. Faz-se necessário ainda privilegiar a redução, o retardamento e o amortecimento do escoamento das águas pluviais Itens de Investimento
40 Manual de Fomento O valor de investimento é composto total ou parcialmente dos seguintes itens financiáveis: a) elaboração de estudos complementares ao projeto básico e de projetos executivos do empreendimento objeto do financiamento. Não são financiáveis estudos e projetos desvinculados do empreendimento. Item limitado a 3 % do valor do investimento; b) execução de obras e serviços, incluindo a aquisição e instalação de equipamentos novos, tais como: b1) serviços preliminares - placa de obra, instalação de canteiros, tapumes e etc. b.1.1) Item limitado a 4 % do valor do investimento; b2) reservatório de amortecimento de cheias; b3) parques isolados associados a reservatório de amortecimento de cheias ou bacias para a infiltração de águas pluviais; b4) banhados construídos; b5) restauração de margens; b6) recomposição de vegetação ciliar; b7) sistemas de aproveitamento das águas pluviais; b8) bacias de contenção de sedimentos; b9) dissipadores de energia; b10) adequação de canais para retardamento do escoamento, incluindo: soleiras submersas; degraus; aumento de rugosidade do revestimento e ampliação da seção e redução da declividade; b11)desassoreamento de rios e canais; b12) sistema de galerias de águas pluviais; b13)estações de bombeamento de águas pluviais; b14)canalização e/ou retificação de córregos quando associada a obras e ações estruturais que priorizem a retenção, o retardamento e a infiltração das águas pluviais. Sendo aceito somente quando o projeto comprovar a inviabilidade de adoção de soluções técnicas que preservem as condições naturais dos cursos d'água; b15) recuperação de áreas úmidas (várzeas), eventual renaturalização de rios e córregos e recomposição de paisagem ou implantação de parques lineares; b16) controle de enchentes e erosões provocados pelos efeitos da dinâmica fluvial incluindo a construção de espigões, muros de proteção, diques de contenção e outros tipos de obras a serem indicadas ou definidas nos estudos e projetos; b17) obras de micro-drenagem, incluindo: valas-trincheiras, poços de infiltração, poços de visitas e bocas de lobo; b18)ampliação e reabilitação de unidades de drenagem subdimensionadas, desde que esgotadas as possibilidades de adoção de ações de que promovam o amortecimento das vazões de pico, a redução do escoamento superficial e da velocidade, e seja avaliado pelo agente financeiro, limitado a 30% do valor do investimento; c) urbanização de caráter complementar, como a implantação de áreas verdes (paisagismo, gramados e canteiros); d) remanejamentos e/ou adequações em interferências com outros sistemas de energia elétrica, comunicações e saneamento básico, incluindo: remoção e relocação de linhas de transmissão de energia e estações de alta tensão indispensáveis à implantação e adequado desempenho do empreendimento; e) implantação de sistema de monitoramento e de informações pluvio-fluviométricas; f)execução de obras complementares vinculadas à segurança do empreendimento, limitado a 20% do valor do investimento; Fl. 40
41 g) contenção de encostas instabilizadas pela ação das águas pluviais; Manual de Fomento h) execução de outros itens necessários ao adequado desempenho do empreendimento, incluindo, dentre outros, estradas de acesso e de serviços, travessias, subestações rebaixadoras de tensão e eletrificação; i) execução de outras ações de preservação ambiental necessárias à implantação e adequado desempenho do empreendimento, inclusive de afastamento dos esgotos sanitários por meio de coletores troncos e interceptores. Tais ações deverão ser limitadas ao valor máximo de 20% investimento; j) execução de trabalho socioambiental visando a sustentabilidade socioeconômica e ambiental do empreendimento, incluindo ações de educação ambiental e promoção da participação comunitária; k) reassentamento de famílias cuja remoção se faz indispensável ara a implantação do empreendimento; l) guias, pavimentação, calçada, calçamentos e sarjetas, desde que sejam complemento das obras de manejo de águas pluviais e indispensáveis para o bom funcionamento e segurança do empreendimento;e m) aquisição de terreno, limitado ao valor pago ou ao valor e avaliação, o que for menor Nesta modalidade, o custo dos itens relativos ao manejo as águas pluviais não deve ser menor que 60 % do valor do investimento e o custo dos itens pavimentação, calçadas, calçamento, guias e sarjetas é limitado a no máximo 30 % do mesmo valor, incluindo o percentual referente à recomposição de pavimento e de guias e sarjetas inerentes ao local de intervenção O custo dos itens relativos ao manejo das águas pluviais será apurado a partir da soma dos itens da alínea "b", do item 3.5.3, excetuando o subitem "b1." No caso da aquisição de terrenos destinados a construção de reservatórios de amortecimento de cheias, será aceito o valor, nas condições estabelecidas na alínea "m", para compor o percentual relativo aos itens de manejo de águas pluviais Em casos especiais, devidamente justificados, admitir-se-á tratamento excepcional para os limites estabelecidos no item 3.5.3, desde que haja manifestação e posicionamento favorável do agente financeiro e a ratificação do Gestor da Aplicação No caso de não previsão de obras e ações voltadas para a retenção e o amortecimento de cheias e a infiltração das águas pluviais, deverá o projeto técnico contar com justificativa técnica devidamente fundamentada sobre a não previsão de tais itens, informando, se for o caso, a existência de tais estruturas no atual sistema ou a desnecessidade das mesmas em função das características do local da intervenção, incluindo o seu entorno, sendo de responsabilidade do agente financeiro a avaliação das justificativas apresentadas e o acatamento ou não das mesmas Pressupostos para Apresentação de Projetos Os empreendimentos nesta modalidade devem: a)observar as diretrizes e recomendações previstas no plano de saneamento básico ou em plano de manejo de águas pluviais e no plano de recursos hídricos da bacia hidrográfica onde se localizam, e ainda os princípios de "Manejo Sustentável de Águas Pluviais Urbanas", constante no sítio do Ministério das Cidades, no endereço: www. cidades. gov. br/saneamento/financiamento/publico; b) quando incluírem a construção de canais, privilegiar as soluções que não adotem revestimentos, retificações ou canais fechados em cursos de água; apresentando Fl. 41
42 justificativas técnico-econômicas e plano que comprove a viabilidade da operação e da manutenção dessas estruturas quando tais alternativas forem adotadas; c) atender preferencialmente as áreas urbanas com alta densidade populacional nas quais existam riscos de danos ao patrimônio e à saúde dos habitantes, decorrentes de inundações ou erosões do solo; d) adotar sistema separador absoluto, prevendo a eliminação do lançamento de esgotos nas redes de manejo de águas pluviais na sua área de intervenção; e) quando incluírem instalações de retenção ou detenção de águas pluviais, comprovar a disponibilidade de meios para a operação e manutenção dos mesmos, de forma a assegurar funcionalidade e condições sanitárias adequadas. f) privilegiar a utilização de pavimento permeável, nos itens de pavimentação; g) apresentar o projeto do trabalho socioambiental quando o empreendimento envolver implantação e/ou ampliação de sistemas e intervenções que provoquem interferências diretas nas condições de vida da população. 3.6 MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Destina-se ao investimento nas atividades de acondicionamento, coleta, transporte, transbordo, triagem, tratamento e destinação final ambientalmente adequada dos resíduos sólidos, dos serviços de limpeza pública e de saúde; de construção e demolição, além da disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, incluindo a reutilização, a reciclagem, a compostagem, a recuperação e o aproveitamento energético ou outras destinações admitidas pelos órgãos competentes do Sistema Nacional do Meio Ambiente SISNAMA, do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária SNVS A modalidade prevê, ainda, ações complementares de suporte à implantação dos empreendimentos, relativas à educação ambiental, ao desenvolvimento da participação comunitária, ao apoio à inclusão social de catadores, além da infra-estrutura necessária à implementação de ações de redução de emissão de gases de efeito estufa em projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), no âmbito do Protocolo de Quioto. Fl Itens de Investimento O valor de investimento é composto total ou parcialmente dos seguintes itens financiáveis: a) elaboração de estudos complementares ao projeto básico e de projetos executivos do empreendimento objeto do financiamento. Não são financiáveis estudos e projetos desvinculados do empreendimento. Item limitado a 3% do valor do investimento; b) elaboração de estudos de viabilidade, de projeto de Infraestrutura e de Documento de Concepção de Projeto (DCP) para projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), no âmbito do Protocolo de Quioto, e execução de ações relativas à validação, registro,monitoramento, verificação e certificação do projeto de MDL; c) execução de obras e serviços, incluindo a aquisição e instalação de equipamentos novos, tais como: c1) serviços preliminares - placa de obra, instalação de canteiros, tapumes e etc. Item limitado a 4 % do valor do investimento; c2) desativação e encerramento de aterros sanitários; c3) desativação, encerramento e recuperação ambiental de lixões e aterros controlados; c4) aterros sanitários, incluindo pátio de recepção do resíduo sólido coletado, sistema de drenagem de águas pluviais e de líquidos percolados, unidade de tratamento dos líquidos percolados e impermeabilização do aterro;
43 Manual de Fomento c5) aterros para a disposição ou estocagem de resíduos de construção e demolição e resíduos volumosos, classe A, conforme a NBR nº , ABNT; c6) sistemas de captação, coleta e incineração de gás do aterro sanitário; c7) sistemas de geração e distribuição de energia a partir de gases de aterro sanitário; c8) infraestrutura necessária à implementação de ações de projetos de mecanismo de desenvolvimento limpo - MDL; c9) sistema de monitoramento ambiental da área do aterro; c10) instalações de apoio e aquisição de equipamentos novos para a coleta convencional; c11) instalações de apoio para a coleta seletiva, incluindo centrais de processamento de recicláveis (CPR), pontos de entrega voluntária (PEV) para materiais recicláveis, galpões de triagem e armazenamento vinculados à coleta seletiva (inclusive por parte dos catadores de materiais recicláveis); c12) estações de transbordo de resíduos sólidos urbanos e suas instalações complementares; c13) instalações físicas destinadas à recepcão, transbordo, triagem e reciclagem de resíduos de construção e demolição e resíduos volumosos; c14) unidades de compostagem; c15) estações de transbordo de resíduos sólidos urbanos e suas instalações complementares; c16) coleta, tratamento e disposição final de resíduos de serviços de saúde; c17) outras tecnologias de tratamento e disposição final de resíduos sólidos; d) aquisição de veículos e equipamentos novos para serviços acondicionamento e de coleta: convencional, seletiva, de resíduos da construção e demolição e de resíduos de serviços de saúde; e) aquisição de veículos e equipamentos novos para unidades de transbordo para o aterro sanitário e para o tratamento e destinação final dos resíduos de construção e demolição; f) urbanização do entorno de instalações de tratamento, de transbordo ou das áreas para disposição final, quando incluída como medida mitigadora de impacto ambiental e de vizinhança; g) obras civis de apoio - guarita, balança, escritórios, refeitórios, vestiários, galpão para manutenção de equipamentos; h) execução de outros itens necessários ao adequado desempenho do empreendimento, incluindo, entre outros, estradas de acesso e de serviços, subestações rebaixadoras de tensão e eletrificação; i) execução de obras complementares vinculadas à segurança do empreendimento. Item limitado a 20% do valor do investimento; j) reassentamento de famílias cuja remoção se faz indispensável para a implantação do empreendimento; k) execução de ações complementares de preservação ambiental. Item limitado a 5 % do valor do investimento; l) execução de trabalho socioambiental que vise a sustentabilidade socioeconômica e ambiental do empreendimento, incluindo: ações de educação ambiental e de promoção da participação comunitária e de apoio à inclusão social de catadores e ao aproveitamento econômico do material reciclável; Fl. 43
44 m) aquisição de terreno, limitado ao valor pago ou ao valor de avaliação, o que for menor. Fl Pressupostos para Apresentação de Projetos Os empreendimentos nesta modalidade devem: a) observar os dispositivos contidos na Leio nº , de 02 de agosto de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos e no Decreto nº 7.404, de 23 de dezembro de 2010, que regulamenta a referida lei; b) observar as diretrizes e recomendações previstas no plano de saneamento básico, ou em plano específico de manejo de resíduos sólidos; c) no caso de resíduos da construção e demolição, observar as diretrizes e recomendações previstas no Plano Integrado de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil, nos termos da Resolução nº 307, de 5 de julho de 2002, do Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA, suas alterações e aditamentos, e nas Normas Brasileiras pertinentes à temática. A existência do Plano Integrado de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil é condição para o financiamento; d) no caso de resíduos de serviços de saúde, observar as diretrizes e recomendações previstas em Plano Integrado de Gerenciamento de Resíduos de Serviços, nos termos da Resolução nº 358, de 29 de abril de 2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA, da Resolução RDC nº 306, de 07 de dezembro de 2004, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA e das Normas Brasileiras pertinentes à temática; e) priorizar a destinação final adequada dos resíduos sólidos urbanos (domiciliares, dos serviços de saúde, da varrição, capina, poda e assemelhados) de forma ambientalmente segura, sendo exigida justificativa consistente para o financiamento de outros itens, sem o equacionamento desta; f) incluir a recuperação ambiental da área de lixão que esteja sendo encerrado e substituído por aterro sanitário objeto de financiamento, incluídas as medidas de mitigação dos impactos ambientais estabelecidas pelo órgão ambiental; g) no caso de propostas voltadas apenas para a recuperação ambiental de áreas degradadas, lixões, é necessário a comprovação da existência de aterro sanitário devidamente implantado e em funcionamento com a devida licença de operação. h) incluir proposta de inclusão social de catadores de materiais recicláveis quando o empreendimento tiver impacto sobre a atividade destes, apoiando sua organização em cooperativas ou associações, e em outras alternativas de geração de emprego e renda; i) apresentar justificativa apoiada em plano de coleta e transporte dos resíduos sólidos e no plano operacional da unidade quando do financiamento de empreendimentos que incluam instalações de apoio à coleta, unidades de transbordo, de tratamento e de disposição final; de modo a comprovar a sustentabilidade operacional; e j) apresentar licença de operação do empreendimento no caso de financiamento de equipamentos novos para operação de instalações já existentes; k) priorizar aterros sanitários regionalizados para possibilitar a obtenção de ganhos de escala na implantação, operação e manutenção, e em determinados contextos, viabilizar venda de certificados de redução de emissão de gás efeito-estufa e geração de energia, por queima de gás metano; l) os projetos que envolvam novas tecnologias de tratamento e disposição final de resíduos sólidos urbanos devem ter a proposta avaliada e com parecer favorável do agente financeiro, quanto aos aspectos técnicos de engenharia e de viabilidade economicofinanceira e ambiental, ser posteriormente submetida à apreciação do agente operador e do gestor da aplicação e contar com manifestação favorável destes, e ainda dispor, previamente, de licença ambiental de instalação. O atendimento de tais condições
45 Manual de Fomento é requisito essencial para a Habilitação da proposta no caso do Setor Público e para o enquadramento da Carta-Consulta no caso do Setor Privado e SPE; m) a proposta de implantação de aterro sanitário deverá incluir os custos que viabilizem a implantação do empreendimento, correspondentes à efetiva execução das obras e serviços essenciais até a obtenção da respectiva licença de operação; n) apresentar o projeto de trabalho técnico socioambiental quando o empreendimento envolva a erradicação de lixões, implantação e/ou ampliação de sistema e/ou instalações de apoio a coleta seletiva, triagem, reciclagem, prestação de serviços e urbanização do entorno de instalações de tratamento, destinação e transbordo Não serão apoiadas propostas que contemplem isoladamente resíduos de serviços de saúde e/ou de resíduos sólidos da construção e demolição. 3.7 REDUÇÃO E CONTROLE DE PERDAS Destina-se à implantação de conjunto de ações pelos prestadores de serviços públicos de saneamento com vistas ao alcance de metas de redução e controle de perdas no sistema de abastecimento de água, considerando as políticas, normas e procedimentos que permitam obter, processar, analisar e divulgar dados relativos ao sistema As ações serão implementadas por intermédio de um conjunto de 07 (sete) intervenções, enumeradas a seguir, sendo obrigatório que a proposta contemple itens financiáveis constantes em no mínimo 04 (quatro) destas: a) macromedição, pitometria e automação no sistema distribuidor; b) sistema de cadastro técnico e modelagem hidráulica; c) redução e controle de perdas reais; d) redução e controle de perdas aparentes; e) redução e controle do uso da energia; f) sistema de planejamento; g) trabalho socioambiental Itens de Investimento São itens de investimento financiáveis a aquisição de materiais e equipamentos novos, assistência técnica, treinamento de pessoal e execução de obras civis, relacionados aos itens das intervenções: a) macromedição, pitometria e automação no sistema distribuidor, incluindo: a.1) macromedição do sistema distribuidor; a.2) execução de ensaios pitométricos no sistema de distribuição; a.3) implantação e/ou ampliação de telemetria para transmissão de dados operacionais do sistema distribuidor ao centro de controle operacional; a.4) automação do sistema distribuidor de água; a.5) implantação e/ou ampliação de centro de controle operacional. b) sistema de cadastro técnico e modelagem hidráulica, incluindo: b.1) implementação de aplicativo de modelagem hidráulica, incluindo a atualização do cadastro técnico e sua compatibilização com o cadastro comercial; b.2)implementação de aplicativo de sistema de informações geográficas, incluindo digitalização da base de dados e o georeferenciamento do cadastro técnico e comercial, incorporando as necessidades de geração de dados para modelagem hidráulica. Fl. 45
46 c) redução e controle de perdas reais, incluindo: Manual de Fomento c.1) implementação e/ou complementação de setorização do sistema de distribuição de água; c.2) substituição de redes e recuperação de reservatórios. Item limitado a 50 % do valor do investimento; c.3) implementação de ações de controle ativo de vazamentos e de detecção de vazamentos não visíveis no sistema de distribuição de água, podendo incluir a substituição de ramais prediais; c.4) aquisição de veículos utilitários, tipo furgão, adaptados à operacionalização dos serviços de redução e controle de perdas de água. Item limitado a 3 % do valor do investimento. d) redução e controle de perdas aparentes, incluindo: d.1) implementação e/ou atualização de aplicativo de gestão comercial e de informações, podendo incluir atualização do cadastro comercial e ações de combate às fraudes; d.2) instalação e/ou substituição de hidrômetros para ampliação e/ou melhoria da micromedição. Item limitado a 50 % do valor do investimento; d.3) implantação e/ou ampliação de oficina de manutenção de hidrômetros. e) redução e controle do uso da energia, incluindo: e.1) execução de medições elétricas e identificação de fugas, visando o controle da eficiência energética; e.2) implementação e ampliação de obras e instalação de equipamentos para a redução e controle do uso da energia elétrica; e.3) implementação de aplicativo de gerenciamento energético para o sistema de abastecimento de água, integrado com os procedimentos técnicos operacionais de controle e redução de perdas de água; f) sistema de planejamento, incluindo: f.1) implementação de sistema de planejamento, incluindo os aplicativos necessários e o estabelecimento de metodologias e processos para o planejamento, monitoramento e avaliação das demandas do gerenciamento integrado de perdas; f.2) criação de estrutura de tecnologia de informação voltada à produção e desenvolvimento de soluções técnicas para análises de processos, indicadores de desempenho, comunicação interna e externa, divulgação de resultados e melhorias para o desenvolvimento operacional; f.3) desenvolvimento do planejamento das ações para curto, médio e longo prazo, de modo a constituir um plano de gestão integrada, considerando a intersetorialidade e a integração das atividades para o alcance dos resultados final do projeto/empreendimento; f.4) implementação de processo contínuo de produção, cálculo e divulgação de indicadores de desempenho do prestador de serviço, tanto do ponto de vista de gestão quanto relacionados aos resultados técnico-operacionais e socioambientais; g) execução do trabalho socioambiental visando a sustentabilidade socioeconômica e ambiental do empreendimento, incluindo ações de educação ambiental e promoção da participação comunitária; h) elaboração de estudos complementares ao projeto básico e de projetos executivos do empreendimento objeto do financiamento. Não são financiáveis estudos e projetos desvinculados do empreendimento. Item limitado a 3 % do valor do investimento; Fl. 46
47 i) serviços preliminares placa de obra, instalação de canteiros, tapumes e etc. Item limitado a 1 % do valor do investimento Fica limitado a 50 % do valor do investimento a somatória da alínea c.2 com a alínea d.2 deste subitem. Fl Pressupostos para Apresentação de Projetos Os empreendimentos nesta modalidade devem: a) observar as diretrizes e recomendações previstas no plano de saneamento básico ou em plano específico de abastecimento de água; b) apresentar compatibilidade, quando for o caso, com projetos de ampliação e melhoria do sistema de abastecimento de água; c) ser compatível com o Plano Estratégico de Gestão do prestador de serviços com visão de curto, médio e longo prazos; d) estabelecer, anualmente, para o horizonte da proposta apresentada, as metas de redução e controle de perdas para o sistema de abastecimento de água; e) contemplar a macromedição em 100% do volume de água disponibilizado para distribuição, inclusive nos macro setores e nas zonas de medição e controle Não será admitido que o empreendimento preveja no seu quadro de composição do investimento exclusivamente a aquisição de materiais e equipamentos, de forma isolada O trabalho socioambiental deverá seguir as diretrizes constantes no documento Diretrizes para o desenvolvimento do trabalho socioambiental nas ações de redução e controle de perdas, no Programa de Educação Ambiental e Mobilização Social em Saneamento PEAMSS e do Compêndio Metodológico do Projeto COM+ÁGUA específico da área de mobilização social, disponível no sítio do Ministério das Cidades, no endereço: Os projetos a serem elaborados deverão observar as diretrizes e recomendações previstas no documento Diretrizes para a Elaboração de Projetos de Redução e Controle de Perdas em Sistema Público de Abastecimento de Água disponível no sítio do Ministério das Cidades no endereço eletrônico: O empreendimento para Redução e Controle de Perdas apresentado deve corresponder a intervenções no âmbito territorial máximo de um município Em caso de sistema integrado na distribuição, em que a proposta deva contemplar mais de um município, poderá ser apresentada Carta-Consulta com abrangência de todo sistema de distribuição, devendo as metas e os resultados serem apresentados de forma individualizada por município. 3.8 PRESERVAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE MANANCIAIS Destina-se à implementação de ações relativas à preservação e recuperação de mananciais para o abastecimento público de água, que sejam objeto de proteção por meio de legislação específica que inclua delimitação da área e normas de uso e ocupação do solo aplicáveis As intervenções são voltadas para a bacia do manancial, contemplando: coleta e tratamento de esgotos sanitários, instalações de ramais prediais ou ramais condominiais de esgoto sanitário, unidades sanitárias em domicílios de baixa renda, desassoreamento de cursos de água, proteção de nascentes, recomposição de matas ciliares, recuperação
48 Manual de Fomento de margens de cursos d água, recuperação de áreas degradadas, inclusive pela deposição indevida de resíduos sólidos e de processos erosivos, em particular os causados por drenagem inadequada de água. Poderão, ainda, ser previstas ações relativas à educação ambiental e promoção da participação comunitária Itens de Investimento O valor de investimento é composto total ou parcialmente dos seguintes itens financiáveis: a) elaboração de estudos complementares ao projeto básico e de projetos executivos do empreendimento objeto do financiamento. Item limitado a 3% do valor do investimento; b) execução de obras e serviços, incluindo aquisição e instalação de equipamentos novos, tais como: b1) serviços preliminares - placa de obra, instalação de canteiros, tapumes e etc. b.1.1) Item limitado a 4 % do valor do investimento. b2) proteção de nascentes; b3) desassoreamento; b4) recuperação de margens; b5) recomposição de mata ciliar; b6) recuperação de áreas degradadas; b7) controle e recuperação de processos erosivos causados por drenagem inadequada das vias; b8) detecção e eliminação de esgotos em sistemas de manejo de águas pluviais, cujos efluentes são lançados no manancial a ser preservado; b9) todos os constantes da alínea "b" do item deste Capitulo modalidade esgotamento sanitário; b10) implantação de unidades sanitárias em domicílios com renda de até R$ 1.600,00; b11) implantação ou ampliação de dispositivos para coleta convencional ou seletiva de resíduos sólidos urbanos; c) reassentamento de famílias localizadas em áreas que afetam, significativamente, o manancial e interferem na implantação do empreendimento; d) execução de trabalho sócio-ambiental tendo em vista a sustentabilidade sócioeconômica e ambiental do empreendimento, incluindo ações de educação ambiental e promoção da participação comunitária em todas as fases de elaboração, implementação, avaliação e uso das obras e serviços propostos e de apoio à inclusão social de catadores e ao aproveitamento econômico do material reciclável; e e) aquisição de terreno, limitado ao valor pago ou ao valor de avaliação, o que for menor Pressupostos para Apresentação de Projetos Os empreendimentos nesta modalidade devem ainda: a) estar inseridos ou em consonância com o plano de recuperação e preservação do manancial, embasado por adequado diagnóstico, apresentando as ações estruturais e não-estruturais com as devidas justificativas Os requisitos previstos nas modalidades abastecimento de água, esgotamento sanitário, saneamento integrado, manejo de águas pluviais e manejo de resíduos sólidos se aplicam aos respectivos componentes do empreendimento. Fl. 48
49 3.8.6 É condição para o financiamento a existência de plano de recuperação e preservação do manancial. 3.9 ESTUDOS E PROJETOS Destina-se à elaboração de estudos de concepção e de projetos para empreendimentos que se enquadrem nas modalidades previstas no Programa Saneamento para Todos, ou disponham de recursos para a sua execução, oriundos de financiamentos com Organismos Nacionais ou Internacionais ou em programas com recursos Orçamento Geral da União, dos estados ou dos municípios Itens de Investimento O valor de investimento é composto total ou parcialmente dos seguintes itens financiáveis: a) elaboração de estudos de concepção e projeto básico de abastecimento de água, de esgotamento sanitário, de manejo de resíduos sólidos, de manejo de águas pluviais, de preservação e recuperação de mananciais e de tratamento industrial de água e efluentes líquidos e reúso de água; b) elaboração de projetos executivos de abastecimento de água, de esgotamento sanitário, de manejo de resíduos sólidos, de manejo de águas pluviais, de preservação e recuperação de mananciais e de tratamento industrial de água e efluentes líquidos e reúso de água; c) elaboração de projetos de desenvolvimento institucional e de redução e controle de perdas; d) elaboração de estudos de regionalização para a prestação dos serviços de saneamento básico; e) elaboração de estudos ambientais, desde que vinculados ao projeto de engenharia objeto do financiamento; e f) elaboração de estudos de viabilidade, de projetos de infraestrutura e de Documento de Concepção de Projeto (DCP) para projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, no âmbito do Protocolo de Quioto; e execução de ações relativas à validação, registro, monitoramento, verificação e certificação do projeto MDL. Fl Os estudos e projetos financiados nesta modalidade devem tomar como diretrizes as condições aplicáveis nos itens previstos neste Capítulo de modo a permitir que os empreendimentos planejados ou projetados possam vir a ser eventualmente financiados pelo Programa Quando o indicador de perdas do Prestador dos Serviços de abastecimento de água no município beneficiado, for acima de 40% somente serão financiados a elaboração de estudos e projetos, voltados para a implantação de obras e serviços de abastecimento de água, quando incluírem no respectivo projeto o componente de controle de perdas ou tiverem sua execução acompanhada pelo desenvolvimento de programa de redução de perdas Esse indicador de perdas deve ser calculado conforme previsto no subitem deste Capítulo Os projetos técnicos de engenharia a serem desenvolvidos na modalidade de abastecimento de água poderão prever, em conjunto com a implantação de obras e serviços, componentes voltados para a redução e controle de perdas.
50 3.9.5 Os projetos técnicos de engenharia a serem elaborados nas modalidades de abastecimento de água, esgotamento sanitário e resíduos sólidos urbanos deverão prever estudos e ações voltados para a melhoria da eficiência do sistema existente Os projetos a serem elaborados deverão observar as diretrizes e recomendações previstas no Plano de Saneamento Básico ou em plano específico do serviço de saneamento em questão e ainda o documento "Diretrizes para a elaboração de projetos de engenharia", disponível no sítio do Ministério das Cidades no endereço eletrônico: Recomenda-se que os projetos de engenharia a serem elaborados englobem toda área do município e compatibilizem todas as intervenções em saneamento necessárias No caso de desenvolvimento de projetos básicos e executivos para uma determinada área territorial do município deverá, na medida do possível e quando viável, preceder aos mesmos o estudo de concepção para todo o sistema e toda a área do município Nos projetos da modalidade de abastecimento de água que prevejam a implantação de obras e serviços para as unidades de captação, ampliação do sistema de produção ou interligação a sistemas existentes é recomendado a avaliação das alternativas sugeridas nos Atlas - Abastecimento Urbano de Água elaborados pela Agência Nacional de Águas, os quais estão disponíveis no sítio eletrônico: Os projetos de implantação ou ampliação de rede de distribuição de água ou rede coletora devem incluir necessariamente a laboração dos projetos das ligações prediais, inclusive hidrômetros, no caso de abastecimento de água Os projetos da modalidade de esgotamento sanitário devem ser elaborados adotando o sistema tipo separador absoluto Na elaboração dos projetos de manejo de águas pluviais devem ser adotadas soluções que promovam o manejo sustentável das águas pluviais, priorizando dispositivos voltados para o amortecimento de cheias e a detenção e/ou aproveitamento das águas das chuvas, aproveitamento das condições naturais do meio com a adoção de parques lineares, lagos e outros dispositivos. Recomenda-se a adoção dos "Princípios de Manejo de Águas Pluviais Urbanas", os quais se encontram disponível no sítio eletrônico: PLANO DE SANEAMENTO BÀSICO Destina-se à elaboração de Plano de Saneamento Básico pelos titulares dos serviços de saneamento básico (lei nº /2007) que abrange um diagnóstico das condições dos serviços, com indicadores sanitários, epidemiológicos, ambientais e socioeconômicos, objetivos e metas para a universalização; programas, ações e estratégias; ações para emergências e contigências; e a definição dos mecanismos de avaliação, dentre outras diretrizes, contemplando os itens a seguir Itens de Investimento O valor de investimento é composto total ou parcialmente dos seguintes itens financiáveis: Fl. 50
51 a) o planejamento do processo de elaboração da política e do plano em todas as suas etapas, que deverá conter a definição da organização administrativa e institucional para a coordenação e execução do processo, formulação preliminar dos princípios, diretrizes, objetivos e definição da participação social; b) a elaboração do diagnóstico da situação local, com a devida caracterização do município, do ambiente, da prestação dos serviços de saneamento e da política local do setor saneamento e outras políticas relacionadas; c) a elaboração de prognósticos e alternativas para a universalização dos serviços de saneamento básico, com a definição de objetivos e metas de curto, médio e longo prazo; d) a concepção de programas, projetos e ações necessárias para universalização do saneamento; e) a elaboração de mecanismos e procedimentos de regulação, de fiscalização e de participação e controle social; f) a elaboração de instrumentos para o monitoramento e avaliação sistemática da eficiência e eficácia das ações programadas; g) a elaboração do sistema municipal de informações de saneamento básico; e h) a elaboração do relatório final do Plano de Saneamento Básico As propostas de elaboração de Planos de Saneamento Básico pelo titular dos serviços deverão contemplar os 04 componentes: abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos urbanos e manejo de águas pluviais. Excepcionalmente poderá ser aceito plano específico para determinado(s) serviço(s), desde que o titular já disponha de planos elaborados para os demais serviços. Neste caso deverá ser feito a compatibilização entre os planos existentes e os a serem elaborados A elaboração de Planos de Saneamento Básico deverá levar em consideração o documento "Diretrizes para a definição da política e elaboração de planos municipais e regionais de saneamento básico", disponível no sítio eletrônico: TRATAMENTO INDUSTRIAL DE ÁGUA E EFLUENTES LÍQUIDOS E REÚSO DE ÁGUA Destina-se à implantação de sistemas voltados para o uso eficiente de água em atividades industriais por intermédio do tratamento de água e de águas residuárias e/ou a implantação de sistemas de reutilização de águas servidas decorrentes de sistemas industriais e de sistemas públicos de esgotamento sanitário Esta modalidade é voltada para a implantação, pelos prestadores de serviços de saneamento, de sistema de reutilização de águas servidas decorrentes de sistemas públicos de esgotamento sanitário. Fl Itens de Investimento O valor de investimento é composto total ou parcialmente dos seguintes itens financiáveis: a) elaboração de estudos complementares ao projeto básico e de projetos executivos do empreendimento objeto do financiamento. Não são financiáveis estudos e projetos desvinculados do empreendimento. Item limitado a 3% do valor do investimento; b) execução de obras e serviços, incluindo a aquisição e instalação de equipamentos novos, tais como: b.1) serviços preliminares placa de obra, instalação de canteiros, tapumes e etc. item limitado a 4% do valor do investimento;
52 b.2) implantação, ampliação ou adequação de unidades de tratamento de esgotamento com a finalidade de reutilização de águas servidas, de modo a atender aos padrões de qualidade e de segurança sanitária e ambiental requeridos, conforme o uso a que se destinam; b.3) implantação de sistema de reservação, transporte e distribuição de águas residuárias tratadas com a finalidade de reutilização; c) aquisição de veículos e equipamentos novos para o transporte de águas residuárias tratadas; d) aquisição de terreno, limitado ao valor pago ou ao valor de avaliação, o que for menor; e) execução de outros itens necessários ao adequado desempenho do empreendimento, incluindo, entre outros, estradas de acesso e de serviços, travessias, subestações rebaixadoras de tensão e eletrificação; f) execução de obras complementares vinculadas à segurança do empreendimento. Item limitado a 20% do valor do investimento; g) execução de ações de preservação ambiental necessária à implantação do empreendimento. Item limitado a 5% do valor do empreendimento; h) execução de trabalho socioambiental que vise a sustentabilidade socioeconômica e ambiental do empreendimento, incluindo ações de educação ambiental e promoção da participação comunitária Pressupostos para Apresentação de Projetos Os empreendimentos nesta modalidade devem ainda: a) atender as normas, parâmetros e recomendações dos órgãos ambientais e de vigilância e ambiental; b) observar, no que couber, as diretrizes e recomendações previstas no plano de saneamento básico ou em plano específico de esgotamento sanitário; c) demonstrar que sua implantação promoverá a redução da utilização dos recursos hídricos e/ou o reaproveitamento de águas servidas. Fl REMUNERAÇÃO DA ATIVIDADE DE GERENCIAMENTO DO EMPREENDIMENTO É item de investimento e financiável a remuneração de atividades de gerenciamento do empreendimento, quando contratadas com terceiros pelo Mutuário ou pelo Agente Promotor, em todas as modalidades, em valor equivalente a até 2 % (dois por cento) do valor do investimento, exceto na modalidade saneamento integrado onde este valor pode chegar a até 4 % (quatro por cento) Mediante justificativa técnica do Mutuário e/ou Agente Promotor, e análise e manifestação favorável do agente financeiro, seguido da anuência do agente operador e do gestor da aplicação, este percentual poderá ser acrescido em até 2 % (dois por cento), desde que tal acréscimo seja computado como contrapartida adicional do mutuário Nas modalidade de Estudos e Projetos e Plano de Saneamento Básico somente será aceito o item gerenciamento para Cartas Consultas em que o valor do investimento seja superior a R$ 1,0 milhão. 4 REQUISITOS INSTITUCIONAIS 4.1 As propostas apresentadas no âmbito do Programa Saneamento Para Todos deverão observar os requisitos institucionais previstos nas Instruções Normativas do Ministério
53 das Cidades específicas que regulamentam o processo seletivo para habilitação e contratação das operações de crédito. 5 DO PROCESSO DE SELEÇÃO DAS PROPOSTAS 5.1 O processo para a seleção de propostas de operações de crédito de saneamento, no âmbito do Programa Saneamento para Todos Mutuários Públicos obedecem o estabelecido pelo Ministério das Cidades na Instrução Normativa específica de Seleção das Propostas, suas alterações e aditamentos, bem como, critérios e elegibilidade, procedimentos e calendário para: a) o cadastramento e envio de propostas; b) o atendimento aos requisitos institucionais; c) o enquadramento nas modalidades do Programa; d) a hierarquização das propostas; e) a validação das propostas pelos Agentes Financeiros; f) a habilitação das propostas para contratação. 5.2 O processo de hierarquização e seleção de propostas observará o perfil da população atendida, a aderência às políticas públicas e as características do empreendimento, de forma a priorizar operações que estejam em estágio mais avançado de elaboração em relação ao projeto de engenharia, licenciamento ambiental e regularidade fundiária. 5.3 As operações de Saneamento Básico para atendimento de projetos habitacionais enquadrados no Programa Minha Casa Minha Vida PMCMV terão prioridade para contratação. 5.4 O processo de hierarquização e seleção de propostas deverá priorizar investimentos previstos em planos locais e regionais de saneamento desenvolvidos com fundamento na Lei n.º /2007, suas alterações e aditamentos. 6. INSCRIÇÃO, ENQUADRAMENTO E VALIDAÇÃO DA CARTA CONSULTA/PROPOSTA DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO 6.1 O processo de inscrição, enquadramento e validade da Carta Consulta/Proposta das operações de crédito vinculadas ao Setor Público, observarão os requisitos previstos nas Instruções Normativas 24, de e 33, de , suas alterações e aditamentos. Fl CONDIÇÕES OPERACIONAIS DO EMPRÉSTIMO DO AGENTE OPERADOR AO AGENTE FINANCEIRO As condições operacionais do empréstimo do Agente Operador ao Agente Financeiro são as definidas nos subitens 2.3 a 2.5 e de 2.7 a 2.15 do Capítulo II deste Manual e nos subitens 7.1 a 7.3 a seguir. 7.1 LIMITE DE EMPRÉSTIMO O empréstimo é limitado ao valor da operação selecionada pelo Gestor da Aplicação, dotação orçamentária dos recursos do FGTS e a capacidade de pagamento e endividamento do proponente. 7.2 TAXAS DE JUROS, PRAZOS MÁXIMOS DE AMORTIZAÇÃO E DE CARÊNCIA As Taxas de Juros, os Prazos Máximos de Amortização e de Carência são os definidos no quadro a seguir, sendo que o prazo de amortização é contado a partir do mês subseqüente ao do término do prazo de carência, devendo ser reduzido caso haja prorrogação do prazo de carência:
54 Fl. 54 Modalidades Modalidades Abastecimento de Água, Esgotamento Sanitário, Manejo de Águas Pluviais, Tratamento Industrial de Água e Efluentes Líquidos e Reúso de Água. Desenvolvimento Institucional, Preservação e Recuperação de Mananciais e Redução e Controle de Perdas. Taxas de Juros % a.a. Prazo de Amortização Anos (até) Prazo de carência Meses (até) 6, , Manejo de Resíduos Sólidos. 6, Estudos e Projetos e Plano de Saneamento Básico. 6, Saneamento Integrado. 5, As operações de crédito observarão os prazos máximos de amortização próprios de cada modalidade Os prazos de amortização não serão, em nenhuma hipótese, maiores que a vida útil prevista para o empreendimento financiado A taxa de juros final da operação firmada entre o Agente Operador e o Agente Financeiro é composta pela Taxa Nominal de Juros constante do quadro anterior, acrescida da Taxa de Risco de Crédito de que trata o subitem 2.5 do Capítulo II deste Manual e pagas mensalmente, na data estabelecida contratualmente, nas fases de carência e de amortização Na contratação de mais uma modalidade com o mesmo tomador, o agente financeiro poderá contratar as operações de crédito utilizando a taxa média ponderada entre as taxas definidas no quadro anterior e o valor do financiamento. 7.3 ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA Paga ou capitalizada mensalmente e calculada sobre o saldo devedor, mediante aplicação do mesmo índice e na mesma periodicidade de atualização dos saldos das contas vinculadas do FGTS e incorporada ao saldo devedor vincendo da operação de crédito, gerando a nova base de cálculo do encargo mensal. 7.4 GARANTIAS As previstas na legislação do FGTS, conforme Lei n o 9.467, de , suas alterações e aditamentos, e RCCFGTS 381, de , entre as quais destacamos: a) vinculação de receitas admitidas pela legislação em vigor, no caso de estados, municípios e do Distrito Federal; b) vinculação de receitas tarifárias e/ou de outras garantias reais, no caso de companhias de saneamento; c) vinculação de receitas tarifárias dos órgãos autônomos municipais Nos contratos de financiamento e repasse a serem firmados com os mutuários, o agente financeiro deve observar, rigorosamente, a forma de constituição da garantia, sob os
55 aspectos jurídicos, devendo conter cláusulas que possibilitem a concessão de poderes amplos, ilimitados e irrevogáveis, bem como a transferência ou caução dos direitos que encerram, em favor do Agente Operador, até o valor dos compromissos financeiros eventualmente não cumpridos. Fl CONDIÇÕES OPERACIONAIS DO EMPRÉSTIMO DO AGENTE FINANCEIRO AO MUTUÁRIO 8.1 As condições operacionais do empréstimo do Agente Financeiro ao Mutuário são as definidas nos subitens 2.2 e 2.4 e de 2.6 a 2.15 do Capítulo II deste Manual e nos subitens 7.1 a 7.3 anteriores e e a seguir PRAZO DE CARÊNCIA DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS A alteração do prazo de carência poderá ser concedida caso a conclusão do empreendimento não ocorra no prazo estabelecido contratualmente, mediante solicitação do mutuário ou do agente promotor junto ao agente financeiro, que, após a análise e aprovação, submeterá a apreciação e aprovação do agente operador O prazo de carência corresponderá ao prazo originalmente previsto para a execução de todas as etapas programadas para o cumprimento do objeto, acrescido de até 4 (quatro) meses, a contar da data de assinatura do contrato de financiamento firmado entre o Agente Financeiro e o mutuário, limitado aos prazos constantes do quadro do subitem deste Capítulo, observada a data eleita do mutuário, podendo ser prorrogado, conforme estabelecido no subitem do Capítulo VI deste Manual Na modalidade Saneamento Integrado, o período de carência compreende, além do mencionado no item anterior, o período previsto para elaboração de projeto de engenharia com a participação da comunidade, limitado a 06 (seis) meses Prazo de execução é o prazo compreendido entre a data de assinatura do Contrato de Financiamento e Repasse e a data prevista para o término das obras e serviços, consignada no cronograma anexo ao referido contrato firmado entre o agente financeiro e o tomador dos recursos A taxa de juros final da operação firmada entre o Agente Financeiro e o mutuário final é composta pela Taxa Nominal de Juros prevista no quadro constante no subitem deste Capítulo, acrescida do Diferencial de Juros previsto no subitem e da Taxa de Risco de Crédito de que trata o subitem , do Capítulo II deste Manual e pagas mensalmente, na data estabelecida contratualmente, nas fases de carência e de amortização GARANTIAS Cessão de direitos emergenciais de contas de água e esgoto de consumidores selecionados do concessionário dos serviços de saneamento básico, com estrutura de segregação da arrecadação das faturas, em valor equivalente ao da prestação, com margem adicional a ser definida a critério do agente financeiro e aceita pelo Agente Operador Outras garantias previstas no subitem 7.4 deste Capítulo, a critério do agente financeiro. 9 DISPOSIÇÕES GERAIS
56 9.1 Exclusivamente para os projetos selecionados no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento PAC, cujo Tomador é o Setor Público, estão autorizadas as apresentações de propostas de complementação de recursos, quando reconhecidas pelo agente financeiro e ratificadas pela Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, e condicionado a que: Haja disponibilidade de recursos orçamentários; Haja disponibilidade de aumento do endividamento junto ao Tesouro Nacional e da capacidade de pagamento junto ao respectivo agente financeiro, por parte dos proponentes tomadores; Aumente a população atendida, notadamente de perfil de renda familiar de até 03 salários mínimos; Atenda áreas a terem mitigados os efeitos de enchentes ou em que seja necessária a recuperação por motivo de degradação ambiental; Atenda empreendimentos que estejam em estágio avançado de preparação para início das obras, incluindo licenciamento ambiental expedido e projetos executivos concluídos; Atenda investimentos que visem a universalização do acesso aos serviços de saneamento; Fl Atenda investimentos que dêem sustentabilidade às operações dos respectivos sistemas; Atenda ampliação de metas físicas que, entre o período de seleção do projeto original e a efetiva contratação, não tenham sido quantificadas e se caracterizam como essenciais Apenas poderão progredir no seu pleito os pedidos de complementação de recursos que tiverem, após aprovados junto ao agente financeiro e à Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, anuência formal do Comitê Gestor do PAC CGPAC É vedada a aprovação de propostas de complementação de recursos destinadas para suprir aumento de custos decorrentes de diferenças de índices de reajustamento oriundas do contrato de execução As propostas de complementação de recursos devem ser apresentadas e analisadas pelos agentes financeiros, observando os critérios e procedimentos contidos no subitem do Capítulo VI do Manual de Fomento Saneamento Para Todos em vigor Os Acordos de Melhoria de Desempenho AMD, assinados até 14/03/2013 permanecerão válidos até a data de expiração de suas respectivas vigências POLÍTICA SÓCIOAMBIENTAL DO FGTS Para contratação das operações de crédito, os agentes financeiros, os agentes promotores e os Tomadores deverão observar, no âmbito de suas competências, as condições estabelecidas na Resolução do Conselho Curador nº 761/2014, na Instrução Normativa do Ministério das Cidades nº 11 de e na Circular CAIXA nº 681, de , suas alterações e aditamentos.
57 Manual de Fomento CAPÍTULO IV PROGRAMA SETOR PÚBLICO OPERAÇÕES E AS EXCEPCIONALIDADES PREVISTAS NO Art. 9º DA RESOLUÇÃO DO CMN nº 2.827/ OBJETIVO DO PROGRAMA 1.1 Promover a melhoria das condições de saúde e da qualidade de vida da população urbana e rural, por meio de investimentos em saneamento, integrados e articulados com outras políticas setoriais, atuando com base em sistemas operados por prestadores públicos, por meio de ações e empreendimentos destinados à universalização e à melhoria dos serviços públicos de saneamento básico. 1.2 Este Capítulo trata dos procedimentos e das disposições relativas ao enquadramento e habilitação de propostas para a contratação de operações de crédito de saneamento, no âmbito do Programa Saneamento para Todos MUTUÁRIOS PÚBLICOS, utilizando-se das excepcionalidades previstas na alínea a, do Inciso I, do 1º, do Art. 9º da Resolução CMN nº 2.827/ PARTICIPANTES DO PROGRAMA a) CCFGTS Conselho Curador do FGTS Órgão Deliberativo constituído por Representantes da Sociedade Civil e do Governo; b) MINISTÉRIO DAS CIDADES Órgão responsável pela Gestão da Aplicação dos recursos do FGTS; c) AGENTE OPERADOR DO FGTS Caixa Econômica Federal CAIXA; d) AGENTE FINANCEIRO Instituição financeira ou não financeira, pública ou privada, responsável pela operação de crédito perante o Agente Operador; e) MUTUÁRIO/TOMADOR/AGENTE PROMOTOR E GRANTIDOR DOS RECURSOS: As empresas públicas e as sociedades de economia mista constituídas com a finalidade de prestar serviços públicos de abastecimento de água e/ou de esgotamento sanitário, controladas diretas ou indiretamente pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios; f) BENEFICIÁRIOS FINAIS - Os beneficiários finais integram a população das áreas urbanas e rurais atendidas pelos empreendimentos. 3 MODALIDADES a) Abastecimento de água; b) Esgotamento Sanitário; c) Desenvolvimento Institucional; d) Redução e controle de perdas; e) Estudos e Projetos. 3.1 ABASTECIMENTO DE ÁGUA Destina-se ao investimento nas atividades de reservação de água bruta; captação; adução de água bruta; tratamento de água; adução de água tratada; reservação de água tratada e distribuição até o ponto de consumo, sendo financiáveis: a) elaboração de projeto básico, de estudos complementares ao projeto básico, e de projeto executivo do empreendimento objeto do financiamento. Item limitado a 3 % do valor do investimento; b) serviços preliminares limpeza e cercamento de área, instalação de canteiros e placa de obra. Item limitado a 4 % do valor do investimento; Fl. 57
58 Manual de Fomento c) execução de obras e serviços associados a intervenções de abastecimento de água, incluindo a aquisição e instalação de equipamentos novos, envolvendo: c.1) captação subterrânea; c.2) captação superficial; c.3) estação de tratamento de água - ETA; c.4) tratamento e disposição de lodo de ETA; c.5) estação elevatória; c.6) adução de água; c.7) reservação; c.8) rede de distribuição de água; c.9) ligações prediais de água; c.10) ligações intradomiciliares - obras civis e materiais hidráulicos. Item aceito somente para o atendimento de população com renda familiar mensal de até R$ 1.600,00, e mediante apresentação de justificativa técnica e econômicofinanceira a ser avaliada pelo Agente Financeiro; c.11) setorização de rede de distribuição de água; c.12) implantação, ampliação ou melhoria de sistemas de reuso de água de serviço da estação de tratamento de água; c.13) substituição de redes de distribuição de cimento amianto; c.14) implantação, ampliação ou melhoria de instalações laboratoriais de controle da qualidade da água, incluindo a implantação de laboratórios móveis; d) ações complementares de controle e redução de perdas: d.1) implantação, ampliação ou melhoria do planejamento; d.2) implantação, ampliação ou melhoria do controle operacional; d.3) implantação, ampliação ou melhoria de micromedição; d.4) implantação, ampliação ou melhoria de macromedição e pitometria; d.5) substituição de ramais prediais, redes de água e de adutoras que apresentem frequências críticas de manutenção e/ou sejam fatores relevantes de elevação de perdas de água; d.6) reabilitação de unidades operacionais; e) elaboração do cadastro técnico do empreendimento; f) execução de obras complementares à implantação e/ou ao adequado desempenho do empreendimento, incluindo estradas de acesso e de serviços, travessias, subestações rebaixadoras de tensão e eletrificação; g) execução de ações de preservação ambiental necessárias à implantação do empreendimento. Item limitado a 5 % do valor do investimento; h) execução de trabalho social que vise a sustentabilidade socioeconômica e ambiental do empreendimento, incluindo ações de educação ambiental e promoção da participação comunitária, conforme diretrizes e recomendações previstas em normativo específico do Ministério das Cidades; i) elaboração de Plano de Reassentamento e Medidas Compensatórias, conforme diretrizes e recomendações previstas em normativo específico do Ministério das Cidades; j) reassentamento de famílias cuja remoção se faz indispensável para a implantação do empreendimento; k) aquisição de terreno, limitado ao valor pago ou ao valor de avaliação, o que for menor. Fl. 58
59 Fl Fica limitado a 30% do valor do investimento a somatória dos subitens da alínea d deste subitem É vedado o financiamento para a ampliação do sistema de produção de água nos municípios que apresentam indicador de perdas na distribuição de água superior a 40,0 % Poderão ser aceitas propostas que envolvam o aumento da produção de água desde que exista a previsão de iniciativas que promovam a redução de perdas. As iniciativas devem estar apoiadas em diagnóstico e envolver, sempre que couber, no mínimo: a) setorização e zonas de medição e controle; b) macromedição e pitometria no sistema distribuidor; c) micromedição; d) implantação, ampliação ou melhoria do controle operacional O indicador de perdas na distribuição é o disponível no Sistema Nacional de Informações em Saneamento SNIS, publicado mais recentemente no sítio eletrônico Os empreendimentos nesta modalidade devem ainda: a) ter definido o manancial abastecedor e a alternativa de tratamento que deve atender a legislação do Ministério da Saúde sobre padrão de potabilidade e procedimentos de vigilância e controle da qualidade da água para consumo humano; b) prever as ligações domiciliares, inclusive os hidrômetros, quando se tratar de implantação ou ampliação de rede de distribuição; c) assegurar compatibilidade com a capacidade de produção de água instalada quando se tratar de ampliação da rede de distribuição; d) apresentar o projeto de trabalho social quando o empreendimento provocar mudança direta nas relações dos usuários com os serviços prestados e, necessariamente, quando ocorrer a implantação ou substituição de redes de distribuição, ligação domiciliar e intradomiciliar e quando promoverem o acesso e/ou mudanças no uso dos serviços. 3.2 ESGOTAMENTO SANITÁRIO Destina-se ao investimento nas atividades de coleta, inclusive ligação predial, transporte, tratamento e disposição final dos esgotos sanitários, sendo financiáveis: a) elaboração de projeto básico, de estudos complementares ao projeto básico, e de projeto executivo do empreendimento objeto do financiamento. Item limitado a 3 % do valor do investimento; b) serviços preliminares limpeza e cercamento de área, instalação de canteiros e placa de obra. Item limitado a 4 % do valor do investimento; c) execução de obras e serviços associados a intervenções de esgotamento sanitário, incluindo a aquisição e instalação de equipamentos novos, tais como: c.1) rede coletora; c.2) estação elevatória; c.3) linhas de recalque; c.4) coletores, interceptores e emissários;
60 Manual de Fomento c.5) estação de tratamento de esgoto, incluindo o tratamento e a disposição final do lodo; c.6) ligações prediais; c.7) ligações intradomiciliares - obras civis e materiais hidráulicos. Item aceito somente para o atendimento de população com renda familiar mensal de até R$ 1.600,00, e mediante apresentação de justificativa técnica e econômico-financeira a ser avaliada pelo Agente Financeiro; c.8) sistemas de reutilização de águas residuárias oriundas de sistemas públicos de esgotamento sanitário, inclusive a: implantação, ampliação ou adequação de unidades de tratamento, de reservação, de transporte e de distribuição de águas residuárias tratadas e a aquisição de veículos para seu transporte; d) ações complementares às intervenções de esgotamento sanitário: d.1) sistemas simplificados de tratamento, tais como: fossas sépticas e sumidouros; d.2) substituição de ligações, rede coletora, coletores tronco, interceptores, emissários e linhas de recalque que apresentem frequências críticas de manutenção e/ou sejam fatores relevantes de degradação ambiental; d.3) reabilitação de unidades operacionais; d.4) implantação, ampliação ou melhoria do planejamento e controle operacional; d.5) implantação, ampliação ou melhoria de instalações laboratoriais de controle das características do esgoto sanitário e de monitoramento ambiental; e) execução de outros itens necessários ao adequado desempenho do empreendimento, incluindo, entre outros, estradas de acesso e de serviços, travessias, subestações rebaixadoras de tensão e eletrificação; f) execução de ações de preservação ambiental necessária à implantação do empreendimento. Item limitado a 5 % do valor do empreendimento; g) execução de trabalho social que vise a sustentabilidade socioeconômica e ambiental do empreendimento, incluindo ações de educação ambiental e promoção da participação comunitária, conforme diretrizes e recomendações previstas em normativo específico do Ministério das Cidades; h) elaboração de Plano de Reassentamento e Medidas Compensatórias, conforme diretrizes e recomendações previstas em normativo específico do Ministério das Cidades; i) reassentamento de famílias cuja remoção se faz indispensável para a implantação do empreendimento; j) aquisição de terreno, limitado ao valor pago ou ao valor de avaliação, o que for menor Fica limitado a 30% do valor do investimento a somatória dos subitens da alínea d deste subitem O sistema de esgotamento sanitário proposto deverá prever a coleta e o tratamento dos esgotos antes do seu lançamento no corpo hídrico receptor, quando for o caso, não sendo aceitas propostas que tenham por objetivo o tratamento de águas de cursos d água naturais, a exemplo das Unidades de Tratamento de Rios (UTR) Os empreendimentos nesta modalidade devem ainda: a) incluir a execução simultânea das ligações prediais, quando tratar-se de implantação ou ampliação de rede coletora de esgoto sanitário; b) ter as redes coletoras de esgoto sanitário projetadas com vistas à implantação de sistemas do tipo separador absoluto; Fl. 60
61 Manual de Fomento c) quando não houver unidade de tratamento de esgoto no projeto apresentado, deverá a implantação, ampliação ou a adequação de rede coletora de esgotos sanitários estar condicionada à existência, ou à implantação, de unidade de tratamento, em prazo compatível com a funcionalidade do empreendimento; d) incorporar, quando aplicável, ações de eliminação de lançamento de esgotos nos sistemas de manejo de águas pluviais ou em cursos ou espelhos d água, de modo a assegurar os benefícios ambientais esperados; e) demonstrar, quando forem previstos sistemas de reutilização de águas residuárias, que sua implantação promoverá a redução da utilização dos recursos hídricos e/ou reaproveitamento de águas servidas; f) apresentar o projeto de trabalho social quando o empreendimento provocar mudança direta nas relações dos usuários com os serviços prestados e, necessariamente, nos projetos de sistemas condominiais, de ligações ou instalações domiciliares e intradomiciliares e soluções individuais de esgotamento sanitário em localidades de baixa renda. 3.3 DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Destina-se à implantação de um conjunto de ações integradas que visem à melhoria da gestão do prestador de serviços e da qualidade da prestação dos serviços, assegurando eficiência, eficácia e efetividade As ações devem ser integradas e articuladas, envolvendo: sistema de planejamento; reestruturação organizacional; revisão e modernização dos sistemas e processos; programa sistemático de capacitação e qualificação de pessoal e integração dos diversos processos: gestão comercial, financeira, operacional, contábil e patrimonial, pessoal e gestão corporativa, sendo financiáveis: a) elaboração de estudos e projetos das ações que integram o objeto do financiamento, inclusive de plano para a melhoria da gestão; b) Serviços preliminares - limpeza e cercamento de área, instalação de canteiros e placa de obra. Item limitado a 1 % do valor do investimento; c) Execução de obras e serviços associados a intervenções de desenvolvimento institucional, incluindo a aquisição de materiais e de equipamentos novos, a assistência técnica e o treinamento de pessoal, envolvendo: c.1) implantação ou promoção de melhoria do Sistema Integrado de Prestação de Serviços e Atendimento ao Público - SIPSAP; c.2) implantação ou ampliação de cadastro técnico e/ou de modelagem hidráulica; c.3) implantação, ampliação ou promoção da melhoria da eficiência no consumo de energia e de combustível; c.4) implantação, ampliação ou promoção da melhoria do sistema de faturamento e cobrança; c.5) implantação ou ampliação do cadastro de consumidores dos serviços de abastecimento de água/esgotamento sanitário; c.6) implantação ou ampliação do sistema de gestão comercial; c.7) implantação ou promoção da melhoria do planejamento e controle operacional; c.8) implantação, ampliação ou promoção da melhoria da padronização e automatização de unidades operacionais; c.9) melhoria da gestão da qualidade da água para consumo humano, garantindo a disponibilização das informações aos usuários; Fl. 61
62 Manual de Fomento c.10) estruturação institucional e administrativa dos prestadores de serviço público de abastecimento de água e/ou esgotamento sanitário; c.11) desenvolvimento, implantação ou melhoria de sistema de informações gerenciais e de tecnologia da informação, incluindo a integração de sistemas de gestão das diversas áreas: serviços e obras, pessoal, atendimento, contábil, financeiro, comercial, operacional, informações e indicadores São considerados também como equipamentos financiáveis os veículos devidamente adaptados destinados: aos projetos de SIPSAP, aos laboratórios móveis para o controle da qualidade da água para consumo humano e monitoramento ambiental, sendo aceitos: a) veículos tipo pick-up ou furgão; b) motos tipo standard, equipadas com containeres Juntamente com a proposta de financiamento deve ser apresentado o layout do veículo com os containeres ou as adaptações necessárias, para análise do Agente Financeiro, devendo, necessariamente, ser constituídas de adaptações solidárias ou, pelo menos, não removíveis facilmente, e no caso de motos, serem soldadas aos chassis As propostas apresentadas deverão ter compatibilidade com o plano de melhoria da gestão, quando existente O empreendimento deve ser justificado por diagnóstico da situação operacional e financeira do prestador do serviço e das melhorias operacionais e financeiras necessárias e por proposta circunstanciada das ações necessárias para a concretização destas melhorias Na hipótese de o Proponente apresentar proposta que tenha ações em mais de um município, deverá ser detalhado, na Carta-Consulta e na documentação técnica, a lista dos municípios beneficiados com o valor do investimento e as intervenções previstas para cada um deles Executa-se do disposto neste subitem as ações de caráter global, cuja quantificação e detalhamento por município se mostrem inviáveis. 3.4 REDUÇÃO E CONTROLE DE PERDAS Destina-se à implantação de conjunto de ações pelos prestadores de serviços públicos de saneamento com vistas ao alcance de metas de redução e controle de perdas no sistema de abastecimento de água, considerando as políticas, normas e procedimentos que permitam obter, processar, analisar e divulgar dados relativos ao sistema As ações serão implementadas por intermédio de um conjunto de 07 (sete) intervenções, enumeradas a seguir, sendo obrigatório que a proposta contemple itens financiáveis constantes em no mínimo 04 (quatro) destas: a) macromedição, pitometria e automação no sistema distribuidor; b) sistema de cadastro técnico e modelagem hidráulica; c) redução e controle de perdas reais; d) redução e controle de perdas aparentes; e) redução e controle do uso da energia; f) sistema de planejamento; g) trabalho social. Fl. 62
63 Fl São financiáveis a aquisição de materiais e equipamentos novos, a assistência técnica, o treinamento de pessoal e a execução de obras civis, relacionados aos itens das intervenções: a) macromedição, pitometria e automação no sistema distribuidor, incluindo: a.1) macromedição do sistema distribuidor; a.2) execução de ensaios pitométricos no sistema de distribuição; a.3) implantação e/ou ampliação de telemetria para transmissão de dados operacionais do sistema distribuidor ao centro de controle operacional; a.4) automação do sistema distribuidor de água; a.5) implantação e/ou ampliação de centro de controle operacional. b) sistema de cadastro técnico e modelagem hidráulica, incluindo: b.1) implementação de aplicativo de modelagem hidráulica, incluindo a atualização do cadastro técnico e sua compatibilização com o cadastro comercial; b.2) implementação de aplicativo de sistema de informações geográficas, incluindo digitalização da base de dados e o georreferenciamento do cadastro técnico e comercial, incorporando as necessidades de geração de dados para modelagem hidráulica. c) redução e controle de perdas reais, incluindo: c.1) implementação e/ou complementação de setorização do sistema de distribuição de água; c.2) substituição de redes e de ramais, e recuperação de reservatórios. Item limitado a 50 % do valor do investimento; c.3) implementação de ações de controle ativo de vazamentos e de detecção de vazamentos não visíveis no sistema de distribuição de água; c.4) aquisição de veículos utilitários, tipo pick-up ou furgão, adaptados à operacionalização dos serviços de redução e controle de perdas de água. Item limitado a 3 % do valor do investimento. d) redução e controle de perdas aparentes, incluindo: d.1)implementação e/ou atualização de aplicativo de gestão comercial e de informações, podendo incluir atualização do cadastro comercial e ações de combate às fraudes; d.2) instalação e/ou substituição de hidrômetros para ampliação e/ou melhoria da micromedição. Item limitado a 50 % do valor do investimento; d.3) implantação e/ou ampliação de oficina de manutenção de hidrômetros. e) redução e controle do uso da energia, incluindo: e.1) execução de medições elétricas e identificação de fugas, visando o controle da eficiência energética; e.2) implementação e ampliação de obras e instalação de equipamentos para a redução e controle do uso da energia elétrica; e.3) implementação de aplicativo de gerenciamento energético para o sistema de abastecimento de água, integrado com os procedimentos técnicos operacionais de controle e redução de perdas de água. f) sistema de planejamento, incluindo: f.1) implementação de sistema de planejamento, incluindo os aplicativos necessários e o estabelecimento de metodologias e processos para o planejamento, monitoramento e avaliação das demandas do gerenciamento integrado de perdas;
64 f.2) criação de estrutura de tecnologia de informação voltada à produção e desenvolvimento de soluções técnicas para análises de processos, indicadores de desempenho, comunicação interna e externa, divulgação de resultados e melhorias para o desenvolvimento operacional; f.3) desenvolvimento do planejamento das ações para curto, médio e longo prazo, de modo a constituir um plano de gestão integrada, considerando a intersetorialidade e a integração das atividades para o alcance dos resultados final do projeto/empreendimento; f.4) implementação de processo contínuo de produção, cálculo e divulgação de indicadores de desempenho do prestador de serviço, tanto do ponto de vista de gestão quanto relacionados aos resultados técnico-operacionais e socioambientais; g) execução do trabalho social visando a sustentabilidade socioeconômica e ambiental do empreendimento, incluindo ações de educação ambiental e promoção da participação comunitária, conforme diretrizes e recomendações previstas em normativo específico do Ministério das Cidades; h) elaboração de estudos complementares ao projeto básico e de projetos executivos do empreendimento objeto do financiamento. Não são financiáveis estudos e projetos desvinculados do empreendimento. Item limitado a 3 % do valor do investimento; i) serviços preliminares placa de obra, instalação de canteiros, tapumes, etc. Item limitado a 1 % do valor do investimento. Fl Fica limitado a 50 % do valor do investimento a somatória da alínea c.2 com a alínea d.2 deste subitem Os empreendimentos nesta modalidade devem ainda: a) apresentar compatibilidade, quando for o caso, com projetos de ampliação e melhoria do sistema de abastecimento de água; b) ser compatível com o Plano Estratégico de Gestão do prestador de serviços com visão de curto, médio e longo prazos; c) estabelecer, anualmente, para o horizonte da proposta apresentada, as metas de redução e controle de perdas para o sistema de abastecimento de água, por município beneficiado; d) contemplar a macromedição em 100% do volume de água disponibilizado para distribuição, inclusive nos macro setores e nas zonas de medição e controle Não será admitido que o empreendimento preveja no seu quadro de composição do investimento exclusivamente a aquisição de materiais e equipamentos, de forma isolada O trabalho social deverá visar a sustentabilidade socioeconômica e ambiental do empreendimento, incluindo ações de educação ambiental e de promoção da participação comunitária, conforme diretrizes e recomendações previstas em normativo específico do Ministério das Cidades A execução do trabalho social poderá observar ainda as diretrizes e recomendações previstas no Compêndio Metodológico do Projeto COM + ÁGUA específico da área de mobilização social, disponível no sítio do Ministério das Cidades, no endereço:
65 Manual de Fomento No caso de prestador regional, com atuação em mais de um município, o Proponente poderá apresentar Carta-Consulta que contemple determinado conjunto de municípios, objeto das ações de Redução e Controle de Perdas Na hipótese de o Proponente apresentar proposta que beneficie mais de um município, deverá ser detalhado, na Carta-Consulta e na documentação técnica, a lista dos municípios beneficiados com o valor do investimento, as intervenções e as metas de redução de perdas previstas para cada um deles. O disposto neste item, também se aplica a sistema integrado na distribuição que envolve mais de um município Deverão ser previstos, por município, o mínimo de 04 (quatro) das 07 (sete) intervenções previstas na modalidade. 3.5 ESTUDOS E PROJETOS Destina-se à elaboração de estudos de concepção e de projetos para empreendimentos que se enquadrem nas modalidades previstas neste normativo, ou para empreendimentos de saneamento que disponham de recursos para a sua execução, oriundos de financiamentos com Organismos Nacionais ou Internacionais ou em programas com recursos do Orçamento Geral da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios, sendo financiáveis os seguintes itens: a) elaboração de estudos de concepção e projeto básico de abastecimento de água e/ou de esgotamento sanitário; b) elaboração de projetos executivos de abastecimento de água e/ou de esgotamento sanitário; c) elaboração de estudos e projetos de Desenvolvimento Institucional e de Redução e Controle de Perdas; d) elaboração de estudos ambientais, desde que vinculados ao projeto de engenharia objeto do financiamento Os estudos e projetos financiados nesta modalidade deverão ser elaborados de modo que os empreendimentos planejados ou projetados se enquadrem em alguma das demais modalidades prevista neste Capítulo, e possam vir a ser eventualmente financiados pelo Programa Saneamento para Todos Quando o Indicador de Perdas na Distribuição do Prestador dos serviços de abastecimento de água, no município beneficiado, for superior a 40%, somente será financiada a elaboração de estudos e projetos voltados para a implantação de obras e serviços de abastecimento de água, quando incluírem, nos respectivos escopos, componente de controle de perdas, ou tiverem sua execução acompanhada pelo desenvolvimento de Programa de Redução e Controle de Perdas Os projetos técnicos de engenharia a serem desenvolvidos na modalidade de abastecimento de água poderão prever componentes voltados para a Redução e Controle de Perdas Recomenda-se observar na elaboração dos projetos de engenharia os dispositivos constantes do documento Diretrizes para a elaboração de projetos de engenharia, disponível no sítio do Ministério das Cidades no endereço eletrônico: Recomenda-se que os projetos de engenharia a serem elaborados englobem toda área do município e compatibilizem todas as intervenções em saneamento necessárias. No Fl. 65
66 caso de desenvolvimento de projetos básicos e executivos para uma determinada área territorial do município, os mesmos deverão, na medida do possível e, quando viável, serem precedidos de estudo de concepção para todo o sistema e toda a área do município. Fl Nos projetos da modalidade de abastecimento de água que prevejam a implantação de obras e serviços para as unidades de captação, ampliação do sistema de produção ou interligação a sistemas existentes é recomendada a avaliação das alternativas sugeridas nos Atlas Abastecimento Urbano de Água elaborados pela Agência Nacional de Águas, os quais estão disponíveis no endereço eletrônico: Os projetos de implantação ou ampliação de rede de distribuição de água ou rede coletora de esgoto devem incluir, necessariamente, as ligações prediais, inclusive os respectivos hidrômetros, no caso de abastecimento de água Os projetos da modalidade de esgotamento sanitário devem ser elaborados adotando o sistema tipo separador absoluto Os projetos técnicos de engenharia a serem elaborados nas modalidades de abastecimento de água e de esgotamento sanitário deverão prever estudos e ações voltados para melhoria da eficiência do sistema existente O proponente poderá apresentar Carta-Consulta única, prevendo a elaboração de projetos para um conjunto de municípios Na hipótese de o Proponente apresentar proposta que beneficie mais de um município, deverá ser detalhado, na Carta-Consulta e na documentação técnica, a lista dos municípios beneficiados, com a relação dos projetos propostos, contendo, por projeto e por município beneficiado, o valor previsto do investimento e as características do projeto a ser elaborado. 3.6 OUTROS ITENS FINANCIÁVEIS É financiável o custo com Administração Local, em valor equivalente até 5% do valor do investimento, quando se tratar de obras e serviços de engenharia Não é permitido o financiamento do custo com Administração Local para empreendimentos na modalidade de Estudos e Projetos Caso o valor do item Administração Local ultrapasse o percentual estipulado, o excedente poderá ser aceito como contrapartida adicional É também financiável a remuneração de atividades de gerenciamento do empreendimento, quando contratadas com terceiros pelo Mutuário, em todas as modalidades, em valor equivalente a até 2% (dois por cento) do valor do investimento Mediante justificativa técnica do Mutuário, análise e manifestação favorável do Agente Financeiro, seguido da anuência do Agente Operador e da ciência do Gestor da Aplicação, este percentual poderá ser acrescido, desde que tal acréscimo seja computado como contrapartida adicional do Mutuário.
67 Na modalidade de Estudos e Projetos somente será aceito o item gerenciamento do empreendimento para propostas em que o valor do investimento seja superior a R$ 1,0 milhão. 4 DOS CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE 4.1 São elegíveis as propostas de empresas públicas e de sociedades de economia mista constituídas com a finalidade de prestar serviços públicos de abastecimento de água e/ou de esgotamento sanitário, controladas direta ou indiretamente pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios, cujas operações de crédito sejam garantidas formal e exclusivamente por duplicatas de venda mercantil ou de prestação de serviços, conforme as condições estabelecidas na alínea a, do Inciso I, do 1º, do Art. 9º da Resolução CMN nº 2.827/ As propostas podem beneficiar municípios de qualquer porte populacional. 5 DOS REQUISITOS BÁSICOS DAS PROPOSTAS 5.1 Os empreendimentos para os quais seja pleiteado financiamento no âmbito do Programa - MUTUÁRIOS PÚBLICOS - nas condições estabelecidas neste Capítulo, devem adotar soluções técnicas que objetivem ganhos de eficiência e contribuam para a sua sustentabilidade econômica, bem como adotem soluções de gestão que promovam serviços eficazes e incorporem o controle social e a participação da sociedade. 5.2 Na elaboração das propostas, os proponentes deverão observar as condições previstas para cada modalidade estabelecidas no item 2 desta Instrução Normativa. 5.3 São pressupostos para o financiamento em qualquer modalidade: a) a compatibilidade com o plano diretor municipal, com o plano de saneamento básico, nos termos da legislação vigente, ou com plano específico equivalente, bem como com os planos regionais pertinentes, inclusive com o plano de bacia hidrográfica, ou com plano estadual de recursos hídricos, quando o anterior não existir; b) o compromisso do titular dos serviços de instituir, até , o controle social realizado por órgão colegiado, por meio de legislação específica, nos termos do Decreto nº 8.211, de 21 de março de 2014; c) o compromisso do titular dos serviços de elaborar, até , o plano de saneamento básico; d) o atendimento, na elaboração de projetos e na execução de obras e serviços, dos requisitos e dispositivos estabelecidos na Portaria nº 317, de 18 de julho de 2013, que dispõe sobre medidas e procedimentos a serem adotados nos casos de deslocamentos involuntários de famílias, provocados pela execução de programas e ações sob a gestão do Ministério das Cidades, quando for o caso; e) o atendimento, na elaboração de projetos técnicos de engenharia e na execução de obras e serviços, dos requisitos e dispositivos estabelecidos nas normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT - afetas ao assunto. 5.4 Somente poderá ser pleiteada nova unidade operacional de um sistema, quando da inexistência, no mesmo, de unidades de mesmo tipo em desuso, sendo prioridade a recuperação das unidades fora de operação, salvo em razão de justificativa fundamentada em parecer técnico a ser apresentada pelo Mutuário e avaliada pelo Agente Financeiro. Fl. 67
68 Manual de Fomento Em se tratando da modalidade Estudos e Projetos, os projetos a serem elaborados deverão avaliar as condições e a viabilidade técnico-operacional e econômico-financeira de unidades do sistema que esteja em desuso e fora de operação, propondo, na medida do possível, a reabilitação e recuperação de tais unidades. 5.5 As obras e serviços propostos deverão apresentar plena funcionalidade após a implantação dos mesmos e garantir o imediato benefício à população Quando a implantação do empreendimento for prevista em etapas deverá ser garantida a plena funcionalidade para cada uma das etapas É vedada a aquisição de materiais, equipamentos ou terrenos destinados exclusivamente para a execução de instalações ou serviços futuros. 5.6 Na elaboração dos projetos de trabalho social deverão ser observadas as diretrizes constantes do normativo específico do Ministério das Cidades. 5.7 Quando for prevista a construção de unidades habitacionais, a elaboração das propostas e a execução das ações deverão ser feitas em conformidade com os dispositivos que regulamentam o Programa Minha Casa, Minha Vida, inclusive os parâmetros de custos. 5.8 Atender os requisitos de contrapartida estabelecidos para o Programa. 5.9 Não serão financiáveis estudos, projetos, obras e serviços desvinculados ao empreendimento. 6 DOS REQUISITOS INSTITUCIONAIS 6.1 O atendimento dos requisitos institucionais é condição básica para o enquadramento das propostas. A Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental - SNSA - do Ministério das Cidades observará os requisitos institucionais mínimos relativos à prestação dos serviços, para cada município beneficiado, verificando: 6.2 A comprovação do efetivo funcionamento de órgão prestador de serviços, constituído sob a forma de empresa pública ou sociedade de economia mista, executando política de recuperação dos custos dos serviços, através do efetivo lançamento de tarifas ou outros preços públicos legalmente instituídos A comprovação de que trata este subitem será realizada mediante a apresentação da lei autorizativa de criação do órgão prestador dos serviços É facultado à Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental solicitar o balanço financeiro e patrimonial do órgão prestador de serviço, caso julgue necessário. 6.3 A comprovação da regularidade da outorga ou da delegação da prestação dos serviços, será feita mediante a apresentação de: a) contrato de concessão, em conformidade com o disposto na Lei nº 8.987/1995; ou b) contrato de programa, em conformidade o disposto na Lei nº /2005 e na Lei nº / A comprovação, pelo prestador dos serviços de abastecimento de água e/ou de esgotamento sanitário, de que executa política de recuperação de custos dos serviços, por meio do efetivo estabelecimento de tarifas ou outros preços públicos legalmente Fl. 68
69 Manual de Fomento instituídos, capaz de cobrir os encargos financeiros e a amortização do financiamento em questão A comprovação do requisito deste subitem será feita mediante a apresentação de contas ou faturas emitidas pela prestação dos serviços durante o exercício corrente É facultado à Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental solicitar informações adicionais sobre a política de recuperação de custos, caso julgue necessário. 6.5 A adimplência do Proponente, nos municípios a serem beneficiados, junto ao Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento - SNIS, no componente Água e/ou Esgoto, na última versão disponibilizada ao público Para a modalidade de Redução e Controle de Perdas, será verificada a adimplência dos municípios beneficiados junto ao SNIS, no componente Água, na última versão disponibilizada ao público. 7 CADASTRAMENTO, ENQUADRAMENTO, HIERARQUIZAÇÃO E VALIDAÇÃO/ HABILITAÇÃO DA PROPOSTA DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS AO SETOR PRIVADO E SPE 7.1 O processo de cadastramento, enquadramento, hierarquização e validação/habilitação da proposta das operações de crédito apresentadas nas condições de que trata este Capítulo, observarão os requisitos previstos na Instrução Normativa do Ministério das Cidades nº 14/2014, suas alterações e aditamentos. 8 CONDIÇÕES OPERACIONAIS DE EMPRÉSTIMO DO AGENTE OPERADOR AO AGENTE FINANCEIRO As condições operacionais do empréstimo do Agente Operador ao Agente Financeiro são as definidas nos subitens 2.2 a 2.13 do Capítulo II, nos subitens 7.1 a 7.3 do Capítulo III e subitem 8.1 e 8.2 a seguir. 8.1 GARANTIAS Constituídas exclusivamente por duplicatas de venda mercantil, de emissão da própria beneficiária do crédito Outras garantias previstas na legislação vigente, a critério do agente financeiro. 8.2 TAXA DE JUROS As Taxas de Juros, os Prazos Máximos de Amortização e de Carência são os definidos no quadro constante do subitem 7.2 do Capítulo III deste Manual, sendo que o prazo de amortização é contado a partir do mês subseqüente ao do término do prazo de carência, devendo ser reduzido caso haja prorrogação do prazo de carência A taxa de juros final da operação é composta pela taxa nominal de juros na forma definida no quadro constante do subitem 7.2 do Capítulo III deste Manual, acrescida da Taxa de Risco de Crédito e do Diferencial de Juros de que tratam os subitens 2.5 e 2.10, respectivamente, do Capítulo II deste Manual A taxa de juros poderá ser cobrada ou capitalizada mensalmente, na data estabelecida contratualmente, nas fases de carência e de amortização, exceto a taxa de risco de Fl. 69
70 crédito que é cobrada mensalmente após o primeiro desembolso na forma do subitem do Capitulo II deste Manual. 9 CONDIÇÕES OPERACIONAIS DO FINANCIAMENTO DO AGENTE FINANCEIRO AO MUTUÁRIO 9.1 As condições operacionais do empréstimo do Agente Operador ao Agente Financeiro são as definidas nos subitens 2.2 e 2.4 e de 2.6 a 2.13 do Capítulo II, nos subitens 7.1 a 7.3 e do Capítulo III e 8.1 e 8.2 deste Capítulo. Fl. 70
71 CAPÍTULO V PROGRAMA SETOR PRIVADO E SPE (LOCAÇÃO DE ATIVOS) Fl OBJETIVO DO PROGRAMA 1.1 Promover a melhoria das condições de saúde e da qualidade de vida da população urbana e rural por meio de investimentos em saneamento, integrados e articulados, com outras políticas setoriais, atuando com base em sistemas operados por prestadores públicos ou privados, por meio de ações e empreendimentos destinados à universalização e à melhoria dos serviços públicos de saneamento básico. 1.2 As SPE são entidades criadas para viabilizar investimentos em saneamento, por meio de operações estruturadas com as seguintes finalidades: a) construir e locar empreendimentos de saneamento a prestador de serviços de saneamento básico do município ou do Distrito Federal ou, à entidade pública e privada regularmente contratada por qualquer destes Entes da Federação para a prestação dos serviços, os quais atuam como patrocinadores ; b) adquirir dos construtores de empreendimentos de saneamento básico, seus direitos creditórios junto ao prestador público ou estatal dos serviços de saneamento, decorrentes de obras em execução ou a serem executadas com recursos do FGTS; c) adquirir dos construtores de empreendimentos de saneamento básico os recebíveis referentes às faturas mensais de consumidores, dados pelo prestador público ou estatal de serviços de saneamento em pagamento das obras em execução ou a serem executadas com recursos do FGTS. 2 PARTICIPANTES DO PROGRAMA a) CCFGTS Conselho Curador do FGTS Órgão Deliberativo constituído por Representantes da Sociedade Civil e do Governo; b) MINISTÉRIO DAS CIDADES Órgão responsável pela Gestão da Aplicação dos recursos do FGTS; c) AGENTE OPERADOR DO FGTS Caixa Econômica Federal CAIXA; d) AGENTE FINANCEIRO Instituição financeira ou não financeira, pública ou privada, responsável pela operação de crédito perante o Agente Operador; e) MUTUÁRIO/TOMADOR DOS RECURSOS: - (SPE) Pessoa jurídica de direito privado, constituída sob a forma de sociedade anônima ou limitada, criada pela empresa licitante vencedora do certame licitatório promovido pela Patrocinadora, para realizar empreendimento específico, financiado pro operação estruturada, e tendo sua atuação restrita ao objeto da contratação com vistas a isolar o empreendimento a ser financiado dos demais ativos do titular (ou titulares)da SPE; - mutuários privados - empresas privadas concessionárias de serviços públicos de saneamento básico, organizadas ou não na forma de sociedade de propósito específico para a prestação destes serviços públicos, desde que na vigência de contrato de concessão com o titular dos serviços, incluindo concessões em regime de parceria público privada; - mutuários privados - empresas privadas subconcessionárias de serviços públicos de saneamento básico, organizadas na forma de sociedade de propósito específico para a prestação destes serviços públicos, desde que na vigência de contrato de subconcessão, inclusive de parceria público-privada, celebrado com o concessionário que, por sua vez, tenha celebrado com o titular dos serviços contrato de concessão ou contrato de programa, que esteja devidamente regular e em vigor;
72 - mutuários privados - empresas privadas, organizadas ou não na forma de sociedade de propósito específico para a gestão e manejo de resíduos sólidos, legalmente autorizadas a executar ações financiáveis pelo Programa Saneamento para Todos; - mutuários privados são as indústrias ou as empresas privadas por elas contratadas, organizadas ou não na forma de sociedade de propósito específico, que objetivam implantar sistemas voltados para o uso eficiente da água em suas atividades por intermédio do tratamento da água e de águas residuárias, e/ou implantar sistemas de reutilização de águas servidas decorrentes de sistemas industriais e de sistemas públicos de esgotamento sanitário. f) AGENTE TÉCNICO-OPERACIONAL Instituição Financeira/Entidade contratada pelos agentes financeiros para desempenhar, em seu nome, diversas atribuições relativos aos empreendimentos a ser implementados e junto ao Agente Operador; g) PATROCINADORA Autarquias, Fundações Públicas e Empresas públicas ou Sociedade de Economia Mista, constituídas com a finalidade de prestar serviços públicos de abastecimento de água, de esgotamento sanitário e tratamento e disposição final de resíduos sólidos, integrantes da administração descentralizada dos Estados, dos Municípios, ou do Distrito Federal; h) AGENTE FIDUCIÁRIO Entidade contratada pela SPE, com anuência do agente financeiro, devidamente habilitada pelo Agente Operador, responsável pelo controle e acompanhamento dos recebíveis (conjunto de faturas de consumidores) e das contasgarantia, se for o caso, além da fiscalização da própria SPE e de seu Gestor Administrativo/financeiro; i) GESTOR ADMINISTRATIVO Entidade contratada pela SPE para gerir, de acordo com as orientações do Agente Fiduciário, as garantias e observar o cumprimento das cláusulas contratuais, atuando durante toda vigência do contrato de financiamento. Fl BENEFICIÁRIOS FINAIS Os beneficiários finais integram a população das áreas urbanas e rurais atendidas pelos empreendimentos e as indústrias, exclusivamente no caso da modalidade tratamento de água e efluentes líquidos e reúso de água. 3 DIRETRIZES 3.1 São diretrizes para o financiamento em todas as modalidades do Programa: a) a compatibilidade com o plano diretor municipal, com o plano municipal de saneamento básico ou do plano específico equivalente, assim como com os planos regionais pertinentes, inclusive com o plano da bacia hidrográfica, ou com plano estadual de recursos hídricos quando o anterior não existir; b) a previsão no projeto básico, no memorial descritivo, nas especificações técnicas e nas composições de custo do uso preferencial de agregados reciclados de resíduos da construção civil, atendendo o disposto nas normas da ABNT NBR e ; c) o atendimento, na elaboração de projetos técnicos de engenharia e na execução de obras e serviços, dos requisitos e dispositivos estabelecidos nas normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT afetas ao assunto; d) quando pleiteada nova unidade operacional de um sistema, a inexistência no mesmo de unidades de mesmo tipo em desuso, sendo prioridade a recuperação das unidades fora de operação, salvo em razão de justificativa fundamentada em parecer técnico a ser apresentado pelo Mutuário e avaliado pelo agente financeiro; e) as obras e serviços propostos deverão apresentar plena funcionalidade após a implantação dos mesmos e garantir o imediato benefício à população; e.1) quando a implantação do empreendimento for prevista em etapas deverá ser garantida a plena funcionalidade para cada uma das etapas;
73 e.2) é vedada a aquisição de materiais, equipamentos novos ou terrenos destinados exclusivamente para a execução de instalações ou serviços futuros; f) quando for prevista a construção de unidades habitacionais, a elaboração das propostas e a execução das ações deverão ser feitas em conformidade com os dispositivos que regulamentam o Programa Minha Casa Minha Vida, inclusive os parâmetros de custos; g) na elaboração dos Projetos de Trabalho Técnico Sócio- Ambiental deverão ser observadas as diretrizes constantes no documento "Diretrizes para o Trabalho Sócio- Ambiental" disponível no sítio eletrônico: O indicador de perdas do Prestador dos Serviços de abastecimento de água restringe o financiamento para a ampliação do sistema de produção de água nos municípios que apresentam perdas na distribuição superior a 40% (média nacional das perdas na distribuição, valor aproximado. Fonte: SNIS 2008). Fl Neste caso, somente serão aceitas propostas que envolvam o aumento da produção de água se houver, obrigatoriamente, a previsão na proposta técnica de iniciativas que promovam a redução de perdas, envolvendo, no que couber, no mínimo: a) setorização e zonas de medição e controle; b) macromedição e petometria no sistema distribuidor; c) micromedição O indicador de perdas na distribuição é obtido pela fórmula a seguir, considerando as informações relativas ao último exercício anual ou a conjunto contínuo de 12 (doze) meses mais recentes: Índice de Perdas na Distribuição: Volume de Água (Produzido + Tratado Importado de Serviço) Volume de Água Consumido Volume de Água (Produzido + Tratado Importado de Serviço) O indicador índice de perdas na distribuição segue o conceito do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento - SNIS disponível no sítio No caso do financiamento da aquisição de recebíveis, por parte de SPE, dados em garantia, pelo concessionário dos serviços de saneamento, aos construtores de empreendimentos de saneamento, faz-se necessário a existência de plano de investimento, contendo a relação dos empreendimentos, o qual deverá ser submetido à apreciação do agente operador e do gestor da aplicação, bem como o encaminhamento ao agente operador e gestor da aplicação, durante a execução de tais empreendimentos, de relatório da evolução física e financeira das obras e serviços. 3.4 Os empreendimentos relativos às operações de crédito, cujo processo de seleção, enquadramento e habilitação para contratação seja disciplinado por esta Instrução Normativa serão inseridos no Programa de Aceleração do Crescimento PAC. 4 MODALIDADES 4.1 O Programa Saneamento para todos Setor Privado financia empreendimentos nas seguintes modalidades: a) Abastecimento de água; b) Esgotamento Sanitário;
74 c) Saneamento Integrado; d) Desenvolvimento Institucional; e) Manejo de águas pluviais; f) Manejo de resíduos sólidos; g) Preservação e recuperação de mananciais; h) Estudos e Projetos; i) Redução e controle de perdas; j) Tratamento industrial de água e efluentes líquidos e reuso de água. Fl No caso da modalidade Abastecimento de água é admitido também como item financiável a implantação, ampliação ou melhoria de sistemas de reuso de água de serviço da estação de tratamento de água No caso da modalidade Esgotamento Sanitário é admitido também como item financiável a implantação, ampliação ou melhoria de sistemas de reutilização de águas residuárias tratadas No caso da modalidade Tratamento Industrial de Água e Efluentes e Reúso de Água, admite-se 4.2 As modalidades citadas nas alíneas a a j do subitem anterior e os itens financiáveis são os mesmos previstos nos itens 3.1 a 3.9, 3.11 e 3.12, do Capítulo III deste Manual, acrescido dos subitens 4.3 e 4.4 a seguir. 4.3 ESTUDOS E PROJETOS Destina-se à elaboração de estudos de concepção e de projetos para empreendimentos que se enquadrem nas modalidades previstas no Programa Saneamento para Todos, ou disponham de recursos para a sua execução, oriundos de financiamentos com Organismos Nacionais ou Internacionais ou em programas com recursos do Orçamento Geral da União, dos estados ou dos municípios, sendo financiáveis os seguintes itens: a) elaboração de estudos de concepção e projeto básico de abastecimento de água, de esgotamento sanitário, de manejo de resíduos sólidos, de manejo de águas pluviais, de preservação e recuperação de mananciais e de tratamento industrial de água e efluentes líquidos e reúso de água; b) elaboração de projetos executivos de abastecimento de água, de esgotamento sanitário, de manejo de resíduos sólidos, de manejo de águas pluviais, de preservação e recuperação de mananciais e de tratamento industrial de água e efluentes líquidos e reúso de água; c) elaboração de projetos de desenvolvimento institucional e de redução e controle de perdas; d) elaboração de estudos de regionalização para a prestação dos serviços de saneamento básico; e) elaboração de estudos ambientais, desde que vinculados ao projeto de engenharia objeto do financiamento; f) elaboração de estudos de viabilidade, de projetos de infraestrutura e de Documento de Concepção de Projeto (DCP) para projeto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), no âmbito do Protocolo de Quioto, e execução de ações relativas a validação, registro, monitoramento, verificação e certificação de Projeto de MDL.
75 4.3.2 Os estudos e projetos financiados nesta modalidade devem tomar como diretrizes as condições aplicáveis às modalidades deste item 4, de modo a permitir que os empreendimentos planejados ou projetados possam vir a ser eventualmente financiados pelo Programa Saneamento para Todos Quando o indicador de perdas do Prestador dos serviços de abastecimento de água, no município beneficiado, for acima de 40 %, somente será financiada a elaboração de estudos e projetos voltados para a implantação de obras e serviços de abastecimento de água, quando incluírem no respectivo projeto o componente de controle de perdas ou tiverem sua execução acompanhada pelo desenvolvimento de programa de redução de perdas Os projetos técnicos de engenharia a serem desenvolvidos na modalidade de abastecimento de água poderão prever, em conjunto com a implantação de obras e serviços, componentes voltados para a redução e controle de perdas Os projetos técnicos de engenharia a serem elaborados nas modalidades de abastecimento de água, esgotamento sanitário e resíduos sólidos urbanos deverão prever estudos e ações voltados para a melhoria da eficiência do sistema existente Os projetos a serem elaborados deverão observar as diretrizes e recomendações previstas no Plano de Saneamento Básico ou em plano específico do serviço de saneamento em questão e ainda no documento "Diretrizes para a elaboração de projetos de engenharia", disponível no sítio do Ministério das Cidades no endereço eletrônico: Recomenda-se que os projetos de engenharia a serem elaborados englobem toda área do município e compatibilizem todas as intervenções em saneamento necessárias. No caso de desenvolvimento de projetos básicos e executivos para uma determinada área territorial do município, os mesmos deverão, na medida do possível e quando viável, serem precedidos de estudo de concepção para todo o sistema e toda a área do município Nos projetos da modalidade de abastecimento de água que prevejam a implantação de obras e serviços para as unidades de captação, ampliação do sistema de produção ou interligação a sistemas existentes é recomendada a avaliação das alternativas sugeridas nos Atlas - Abastecimento Urbano de Água elaborados pela Agência Nacional de Águas, os quais estão disponíveis no sítio eletrônico: Os projetos de implantação ou ampliação de rede de distribuição de água ou rede coletora de esgoto devem incluir, necessariamente, a elaboração dos projetos das ligações prediais, inclusive hidrômetros, no caso de abastecimento de água Os projetos da modalidade de esgotamento sanitário devem ser elaborados adotando o sistema tipo separador absoluto Na elaboração dos projetos de manejo de águas pluviais devem ser adotadas soluções que promovam o manejo sustentável das águas pluviais, priorizando dispositivos voltados para o amortecimento de cheias e a detenção e/ou aproveitamento das águas das chuvas, aproveitamento das condições naturais do meio com a adoção de parques lineares, lagos e outros dispositivos. Recomenda-se a adoção dos "Princípios de Manejo de Águas Pluviais Urbanas", o qual se encontra disponível no sítio eletrônico: br/ saneamento/ financiamento/ privado. Fl. 75
76 Fl O Programa Saneamento para Todos SPE financia empreendimentos nas seguintes modalidades: a)abastecimento de água; b)esgotamento sanitário; c)manejo de Resíduos Sólidos (apenas transbordo, tratamento e disposição final); d) Tratamento industrial de água e efluentes líquidos, e reúso de água As modalidades e itens financiáveis citadas nas alíneas a a d do subitem anterior são as mesmas previstas nos itens 3.1, 3.2, 3.6, 3.11 e 3.12, do Capítulo III, e subitem a seguir Quando se tratar de Mutuários Sociedades de Propósito Específico SPE, a proposta de financiamento pode ainda contar com os seguintes itens financiáveis: a)despesas referentes à estruturação da operação de crédito e da SPE; b)parcelas mensais relativas aos encargos financeiros incidentes na fase de carência como custo indireto; c)despesas de manutenção e funcionamento da SPE, durante a fase de carência do contrato de financiamento e repasse; e d)reserva de contingência, equivalente a 10% do somatório dos custos diretos relativos às obras e serviços a serem executados, cujo desembolso somente será realizado mediante a comprovação da execução física das obras e serviços. 5 REQUISITOS INSTITUCIONAIS As propostas apresentadas no âmbito do Programa Saneamento Para Todos Setor Privado e SPE (LOCAÇÃO DE ATIVOS), deverão observar os requisitos institucionais enumerados a seguir: 5.1 DO TITULAR DE SERVIÇOS PÚBLICOS DE SANEAMENTO BÁSICO O titular de serviço público de saneamento básico a que se vincule empreendimento objeto de pleito de financiamento deve: a) dispor de plano de saneamento básico, ou pelo menos, conforme o tipo de empreendimento, de plano específico, nas condições estabelecidas pela Lei nº /2007, para os serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais urbanas ou de manejo de resíduos sólidos; b) comprovar a existência de normas de regulação que prevejam os meios para o cumprimento das diretrizes da Lei nº /2007, incluindo a designação da entidade de regulação e de fiscalização; c) estabelecer mecanismo de controle social, nos termos do inciso IV do caput do Art. 3 da Lei nº /2007; d) para empreendimentos na modalidade manejo de Águas Pluviais, dispor de legislação que estabeleça diretrizes para o uso e ocupação do solo com vistas ao controle da impermeabilização do solo, à proteção de várzeas e margens dos cursos d água e à destinação de áreas para detenção e retenção das águas pluviais Quando a delegação dos serviços for anterior a Lei nº /2007, pode-se a título precário:
77 a) quando não houver plano de saneamento básico ou plano específico equivalente em conformidade com a Lei nº /2007, estabelecer compromisso de elaboração do mesmo, por parte do titular dos serviços, até o dia ; b) O disposto na alínea "a" anterior deste subitem não se aplica à modalidade de Manejo de Resíduos Sólidos, aplicando, neste caso, os dispositivos da Lei nº , de 02 de agosto de 2010, e o Decreto nº 7.404, de 23 de dezembro de Fl DO PRESTADOR DE SERVIÇO PÚBLICO DE SANEAMENTO BÁSICO O prestador de serviço público de saneamento básico que opere empreendimento objeto de pleito de financiamento no âmbito do Programa Saneamento para Todos deve atender preliminarmente às seguintes exigências: a) estar legalmente habilitado para a prestação dos serviços públicos a que se vincula o empreendimento a ser financiado e, quando delegatário, dispor de delegação dos serviços, com vigência, no mínimo igual ao prazo previsto para o término da amortização do empreendimento, mediante: a1) à apresentação de contrato de concessão celebrado com o titular do serviço, que necessariamente deverá ter sido precedido de licitação, ou contrato de programa, conforme o disposto na Lei nº /2005, aplicável somente a prestador público e celebrado após ; a2) à apresentação de contrato de subconcessão, podendo este ser o de parceria público privada, celebrado com subconcedente que tenha com o titular contrato de concessão ou de programa. b) no caso de prestadores de serviços de abastecimento de água, atender no município a que se destina o empreendimento o disposto no Decreto nº 5.440, de 4 de maio de 2005; c) no caso de prestadores de serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário e manejo de resíduos sólidos, a adimplência do Proponente junto ao Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento - SNIS, em sua publicação mais recente; e d) no caso de prestadores de serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário ou de manejo de resíduos sólidos, a comprovação de que executa política de recuperação de custos dos serviços por meio do efetivo estabelecimento de tarifas, preferencialmente, ou outros preços públicos legalmente instituídos; e) na modalidade Manejo de Resíduos Sólidos será necessário comprovar junto ao agente financeiro: e1) a existência de regulamento da limpeza urbana e de sistemática de controle e fiscalização de sua observância. f) na modalidade Manejo de Resíduos de Construção e Demolição será necessário comprovar: f1) a existência do Plano Integrado de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil, determinado pela Resolução no 307 de 5 de julho de 2002, suas alterações e aditamentos, do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA. 5.3 DO MUTUÁRIO O mutuário da operação de crédito a que se vincule o empreendimento objeto de pleito de financiamento no âmbito do Programa Saneamento para Todos deve atender preliminarmente às seguintes exigências: a) dispor de anuência específica do Titular do Serviço para realização do empreendimento se este não estiver previsto em plano de saneamento básico ou nas normas regulamentares da prestação do serviço; b) apresentar documento de anuência à operação firmado pelo Prestador de Serviços de Saneamento, caso não seja ele o Mutuário, no qual declara aprovar o
78 projeto básico do empreendimento e que o mesmo está de acordo com suas normas e padrões e se compromete a: b1) acompanhar a implantação, notificando ao agente financeiro qualquer problema de execução que possa comprometer o recebimento e a operação imediata do empreendimento objeto do financiamento; b2) receber o empreendimento e responder pela operação e manutenção do mesmo, a partir do estabelecido nos instrumentos contratuais e de delegação. Fl Os requisitos institucionais previstos nos subitens 5.1, 5.2 e deste Capítulo não se aplicam quando o mutuário for indústria ou empresa que tenha contrato de prestação de serviços com as indústrias, e o objeto do financiamento se enquadre na modalidade Tratamento de água e efluentes líquidos e reúso de água Quando o mutuário for empresa prestadora de serviços para indústrias e que desenvolvam atividades enquadráveis na modalidade de Tratamento Industrial de Água e Efluentes Líquidos e Reuso de água, deverá ser apresentado o instrumento legal que rege a relação entre a indústria e o mutuário. 5.4 OUTROS REQUISITOS Nas modalidades: Preservação e Recuperação de Mananciais e Estudos e Projetos deverão ser considerados os requisitos aplicáveis às modalidades Abastecimento de Água, Esgotamento Sanitário, Saneamento Integrado, Manejo de Águas Pluviais e Na modalidade Saneamento Integrado são aplicáveis aos respectivos componentes os requisitos relativos às modalidades Abastecimento de Água, Esgotamento Sanitário, Manejo de resíduos Sólidos e Manejo de águas pluviais, no que couber Na modalidade Redução e Controle de Perdas são aplicáveis os requisitos relativos à modalidade Abastecimento de Água. 6 REQUISITOS DE VIABILIDADE 6.1 Será requerida a comprovação de que a Patrocinadora, prestadora do serviço público de abastecimento de água, de esgotamento sanitário ou de tratamento e disposição final de resíduos sólidos, tem capacidade de cobrir seus custos e os de locação do ativo resultante da operação de financiamento da SPE, por intermédio de política de recuperação dos custos dos serviços baseada no efetivo estabelecimento de tarifas ou taxas legalmente instituídas e de outras receitas que disponha. 7 CADASTRAMENTO, ENQUADRAMENTO, HIERARQUIZAÇÃO E VALIDAÇÃO/ HABILITAÇÃO DA PROPOSTA DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS AO SETOR PRIVADO E SPE 7.1 O processo de cadastramento, enquadramento, hierarquização e validação/habilitação da proposta das operações de crédito vinculadas ao Setor Privado e SPE, observarão os requisitos previstos na Instrução Normativa do Ministério das Cidades nº 43/12, suas alterações e aditamentos. 8 CONDIÇÕES OPERACIONAIS DE EMPRÉSTIMO DO AGENTE OPERADOR AO AGENTE FINANCEIRO
79 As condições operacionais do empréstimo do Agente Operador ao Agente Financeiro são as definidas nos subitens 2.2 a 2.13 do Capítulo II, nos subitens 7.1 a 7.3 do Capítulo III e subitem 8.1 e 8.2 a seguir. Fl GARANTIAS Cessão de direitos emergenciais de contas de água e esgoto de consumidores selecionados do concessionário dos serviços de saneamento básico, com estrutura de segregação da arrecadação das faturas, em valor equivalente ao da prestação, com margem adicional a ser definida a critério do agente financeiro e aceita pelo Agente Operador Outras garantias previstas na legislação vigente, a critério do agente financeiro. 8.2 TAXA DE JUROS As Taxas de Juros, os Prazos Máximos de Amortização e de Carência são os definidos no quadro constante do subitem 7.2 do Capítulo III deste Manual, sendo que o prazo de amortização é contado a partir do mês subseqüente ao do término do prazo de carência, devendo ser reduzido caso haja prorrogação do prazo de carência A taxa de juros final da operação é composta pela taxa nominal de juros na forma definida no quadro constante do subitem 7.2 do Capítulo III deste Manual, acrescida da Taxa de Risco de Crédito e do Diferencial de Juros de que tratam os subitens 2.5 e 2.12, respectivamente, do Capítulo II deste Manual A taxa de juros poderá ser cobrada ou capitalizada mensalmente, na data estabelecida contratualmente, nas fases de carência e de amortização, exceto a taxa de risco de crédito que é cobrada mensalmente após o primeiro desembolso na forma do subitem do Capitulo II deste Manual. 9 CONDIÇÕES OPERACIONAIS DO FINANCIAMENTO DO AGENTE FINANCEIRO AO MUTUÁRIO As condições operacionais do empréstimo do Agente Operador ao Agente Financeiro são as definidas nos subitens 2.2 e 2.4 e de 2.6 a 2.13 do Capítulo II, nos subitens 7.1 a 7.3 e do Capítulo III e 8.1 e 8.2 deste Capítulo.
80 CAPÍTULO VI PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS Fl INTRODUÇÃO Nas Operações de Crédito no âmbito do Programa, contratadas e a contratar entre o Agente Operador e o agente financeiro, e nos contratos de financiamento e repasse vinculados ao respectivo Contrato de Empréstimo, devem ser observados, no mínimo, os aspectos a seguir. 2 ANÁLISE TÉCNICA DE ENGENHARIA 2.1 CONCEITOS BÁSICOS: Estudo de Concepção É o estudo de arranjos, sob o ponto de vista qualitativo e quantitativo, dos diferentes aspectos e partes de um projeto, organizados de modo a formarem um todo integrado para a escolha da concepção básica, isto é, a melhor situação sob os aspectos técnicos de engenharia, econômico-financeiro e Sócio-Ambiental Projeto Básico É o conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão adequado, para caracterizar a obra ou serviço, ou complexo de obras ou serviços objetos da licitação, elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e do prazo de execução, conforme normas específicas da ABNT Deve ainda o projeto básico ser elaborado com um nível de precisão que possa caracterizar a obra ou serviço a ser financiado, com base em estudos técnicos preliminares que assegurem a viabilidade técnica e a sua adequação ao meio ambiente e à comunidade, possibilitando a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos construtivos a serem empregados e o prazo de execução Projeto Executivo É o conjunto dos elementos necessários e suficientes à execução completa da obra, de acordo com as normas da ABNT Objeto ou Objetivo Contratual É a expressão jurídica do objetivo de cada contrato de empréstimo/financiamento a ser executado com recursos do FGTS, caracterizado pela modalidade operacional, pela natureza do empreendimento proposto e por sua localização Entende-se por Modalidade Operacional, a subdivisão, em linhas de financiamento, dos programas de aplicação do FGTS, com o objetivo de organizar operacionalmente a sua implementação e, por conseguinte, melhor explicar os objetivos pretendidos, otimizando a sua consecução Entende-se por Natureza do Empreendimento, a especificação do tipo de empreendimento ou das ações a serem executadas. Exemplo: a) Ampliação do Sistema de Abastecimento de Água da localidade XXX, município YYY, estado ZZZ;
81 Fl Meta Física É o quantitativo físico de obras e serviços, materiais e equipamentos necessários à perfeita execução do projeto objeto do contrato, identificada pelos itens de investimento que caracterizam o empreendimento e os benefícios sociais deles decorrentes. Exemplos: a) Captação superficial com capacidade de 100 l/s, uma elevatória com capacidade de 100 cv; adutora de água bruta em ferro fundido ou similar com extensão de m e diâmetro de 300 mm; uma estação de tratamento de esgoto tipo lagoa de estabilização com capacidade de 100 l/s; um reservatório apoiado de m3 de capacidade, 3 KM de canalização com seção de 3,0 m x 2,0 m, etc; A definição de metas físicas não deve ser confundida com os quantitativos contratualmente previstos para cada item de investimento, podendo eventualmente ocorrer sub ou superdimensionamento dos quantitativos previstos. 2.2 DISPOSIÇÕES COMUNS AO PROGRAMA O agente promotor deverá apresentar os elementos do projeto de modo a permitir uma visão abrangente do empreendimento, enfatizando: a) o impacto da intervenção no meio urbano, no meio ambiente e na comunidade; b) a oportunidade do investimento proposto; c) a pertinência da solução técnica adotada; d) o planejamento da execução do empreendimento; e) a adequação às diretrizes locais de planejamento e à realidade Sócio-Ambiental, bem como a funcionalidade e o custo estimado A análise de engenharia, a ser realizada pelo agente financeiro, não exime a responsabilidade do Mutuário e do Agente Promotor relativa aos projetos apresentados, conforme estabelecido nas suas respectivas atribuições. 3 APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DA PROPOSTA DE OPERAÇÃO DE CRÉDITO PELO AGENTE FINANCEIRO AO AGENTE OPERADOR 3.1 A proposta de Abertura de Crédito do agente financeiro já habilitado para atuar nos Programas de Aplicação do FGTS, deverá ser apresentada à Representação Regional do Agente Operador CAIXA de vinculação do empreendimento, acompanhada dos seguintes elementos: a) ofício de solicitação de abertura de crédito contendo os valores previstos para empréstimo e investimento, discriminados por operação, Programa, modalidade e localidade onde serão aplicados os recursos, com possibilidade de contratação no período de até 06(seis) meses contados da data da solicitação, informando o código da seleção da operação realizada pelo MCIDADES; b) manifestação do Gestor da Aplicação Ministério das Cidades, quanto ao enquadramento, hierarquização e seleção dos respectivos projetos, para o exercício orçamentário em curso, nos termos do subitem 2.2 e 2.3 do Capítulo II deste Manual. 3.2 Para formalização da alocação de recursos ao agente financeiro é utilizada a minuta de contrato de empréstimo aprovada pelo Agente Operador e adequada às peculiaridades de cada operação.
82 4 ANÁLISE DA PROPOSTA DE FINANCIAMENTO PELO AGENTE FINANCEIRO Fl Na análise da proposta de financiamento apresentada pelo mutuário e pelo agente promotor, o agente financeiro deve observar, no mínimo, as normas e condições programáticas e operacionais estabelecidas neste Manual No caso de operações vinculadas ao Programa Saneamento para Todos Setor Privado e SPE, a documentação básica para formalização da proposta de financiamento é a seguinte: Processo Licitatório - Lei Orgânica do Município, Lei Complementar ou Decreto que define a delegação dos serviços de saneamento referentes ao abastecimento de água e/ou esgotamento sanitário; - Lei autorizativa para concessão dos serviços de abastecimento de água e/ou esgotamento sanitário à iniciativa privada; - Edital de licitação completo; - Ata de homologação da licitação; - Contrato de concessão e instrumentos de re-ratificação do contrato, se for o caso; - Norma e sistema de regulação Do Concessionário Privado - Contrato social e alterações contratuais do consórcio detentor da concessão; - Estatuto Social e posteriores alterações; - Cartão do CGC; - Instrumento de sub-rogação do contrato à empresa de propósito específico SPE, se for o caso; - Cartão CGC da nova empresa SPE, se for o caso ; - Ficha de cadastro (nome, cargo, endereço, telefones de contato) dos responsáveis pelo assuntos relativos à proposta apresentada; - Carteira de Identidade e CPF dos sócios diretores e esposas Das Empresas Consorciadas - Árvore de Participações Societárias das empresas que compõe o consórcio, detalhadas até o nível de controle pelos sócios pessoa física Da área ou Município, objeto da concessão - caracterização do município ou da área de concessão, contemplando a localização geopolítica, clima, topografia, bacia hidrográfica, atividades econômicas, renda per capta da população, PIB do município, etc No caso de operações vinculadas ao Programa Saneamento para Todos Setor Público, o agente financeiro deve observar as regras de endividamento de Setor Público.
83 4.2 ANÁLISE DO EMPREENDIMENTO Fl Oportunidade das obras/serviços Com base nos elementos fornecidos, que caracterizam o sistema existente e sua situação operacional, deve o agente financeiro, após verificação "in loco", manifestar-se sobre a real necessidade e oportunidade do empreendimento, bem como sobre o impacto resultante de sua intervenção na comunidade, no meio urbano e no meio ambiente Previsão de demanda Devem ser observados os dados operacionais do sistema para a verificação do estudo de demanda, na forma preconizada neste Capítulo Estudo de concepção Para as modalidades de implantação e ampliação dos Sistemas de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário, com vistas à otimização dos recursos e a maximização dos benefícios, é necessária a elaboração de estudo de concepção conforme as orientações constantes deste Capítulo No caso de o agente promotor apresentar para análise a alternativa de projeto já definida, deve demonstrar que se trata da melhor alternativa, conforme critérios anteriores aqui descritos Análise da viabilidade sócio-econômica A critério do Agente Financeiro devem ser verificadas as modalidades e condições em que é necessária a elaboração do estudo de viabilidade sócio-econômica do empreendimento, bem como a metodologia a ser adotada, podendo ser utilizado o modelo ANÁLISE DO(S) PROJETO(S) Deve ser verificada a solução adotada para o empreendimento, quanto à sua funcionalidade, à compatibilidade entre os custos, aos prazos de execução, aos aspectos arquitetônicos, à metodologia, à tecnologia construtiva, às especificações, aos cronogramas, ao QCI, aos quantitativos das obras e serviços e aos materiais e equipamentos previstos Os custos unitários dos serviços, materiais e equipamentos devem ser analisados, preferencialmente, tomando-se como referência os preços fornecidos pelo SINAPI, podendo, alternativamente, ser utilizada outra fonte de referência, desde que publicada por entidade oficial e/ou de notória capacitação técnica Deve ser verificado, também, a existência de indefinições ou condicionantes que possam vir a alterar os objetivos, custos, prazos ou forma de execução do empreendimento ou, ainda, atrasar o início da execução das obras pela sua imponderabilidade O cronograma físico-financeiro deve ser analisado, observando: a) a compatibilidade da programação de execução das obras e da aquisição de materiais e equipamentos com os itens definidos e adequadamente detalhados, sem caracterizar antecipação de recursos, salvo nas condições previstas no subitem 8.4.3, deste Capítulo possibilitando uma execução segura do empreendimento;
84 b) a adequação do prazo entre a contratação e o primeiro desembolso com as providências que devem ser tomadas pelo mutuário e pelo agente promotor nesse período (licitação, elaboração do projeto executivo, contratação das obras/serviços e do fornecimento de materiais/equipamentos, etc.); c) o referido cronograma físico-financeiro, quando da análise do projeto, não há necessidade de assinatura da empresa contratada. 4.4 MANIFESTAÇÃO CONCLUSIVA O agente financeiro deve opinar conclusivamente sobre a viabilidade ou não do empreendimento, considerando os parâmetros aqui definidos, bem como outros julgados pertinentes. Deve, ainda, apontar os documentos para apresentação posterior, desde que os elementos deles constantes não descaracterizem a análise efetivada. 4.5 ANÁLISE JURÍDICA A análise jurídica da operação deve ser realizada pelo agente financeiro que, com base na documentação apresentada pelo mutuário e pelo agente promotor, com abordagem dos seguintes aspectos: a) a legalidade da garantia apresentada; b) a documentação do agente promotor, quando for o caso; c) a documentação da área de intervenção, quando for o caso. Fl Na análise da documentação da área devem ser verificados os aspectos de sua regularidade, ou se as ações legais para sua regularização obedecem aos preceitos definidos em lei, não podendo tal processo ser impeditivo ao prosseguimento da operação de crédito, já que a garantia da operação não é o imóvel objeto da intervenção Não é exigível a documentação da área quando se tratar de bens de uso comum do povo ou do domínio público, a exemplo de ruas, praças, estradas, praias e rios Nas áreas ocupadas irregularmente por mais de 05 (cinco) anos, e que se caracterize a possibilidade da utilização do "usucapião especial", deve o mutuário ou o agente promotor orientar os ocupantes no sentido de proceder a regularização fundiária da área Neste caso, não deve ser exigida a documentação da área, mas a apresentação pelo mutuário ou pelo agente promotor das ações que estão sendo tomadas pelos ocupantes, visando a sua legalização Havendo dificuldade para regularização da área antes ou durante a execução do empreendimento, de forma a evitar atraso no processamento dos desembolsos dos recursos e solução de continuidade na execução das obras/serviços, o agente financeiro pode substituir a exigência de apresentação dos documentos comprobatórios da titularidade da área por: a) declaração, por parte do Poder Executivo Municipal, atestando que a área de terras onde será executada a intervenção proposta encontra-se na posse/domínio do proponente, e corresponde àquela constante do projeto aprovado e do contrato de financiamento e repasse; b) realização de vistoria no local da intervenção pela engenharia da CAIXA que deverá atestar se as obras e/ou serviços contratados estão sendo executados nas áreas
85 Manual de Fomento constantes do projeto aprovado e se correspondem aquelas relacionadas no documento/declaração firmada pelo Tomador No caso de áreas afetadas pelas obras lineares de coletores, interceptores e/ou emissários de esgotamento sanitário e/ou de água, também havendo dificuldade para regularização dessas áreas antes ou durante a execução do empreendimento, de forma a evitar atraso no processamento dos desembolsos dos recursos e solução de continuidade na execução das obras/serviços, o agente financeiro pode substituir a exigência de apresentação dos documentos comprobatórios da titularidade da área por: a) Decreto ou, qualquer forma legislativa semelhante, dos poderes públicos locais que declare a utilidade pública das áreas, em favor das concessionárias, para fim de constituição de Servidão Administrativa que recaia sobre todos os imóveis afetados pelas obras lineares de coletores, interceptores e/ou emissários esgotamento sanitário e/ou de água A manifestação do agente financeiro deve estar consignada em campo próprio do Relatório Síntese Modelos 08-A ou 08-B, conforme o caso, constante deste Capítulo. 4.6 ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA Os agentes financeiros devem definir parâmetros técnicos e operacionais para proceder a uma análise de capacidade de pagamento que permita aferir a real situação econômico-financeira do mutuário para assumir o financiamento pretendido, de forma a assegurar o retorno dos recursos a serem financiados Por ocasião da aprovação da operação de crédito é obrigatória a atualidade da análise econômico-financeira, ou seja, a validade da análise não pode estar expirada A manifestação do agente financeiro deve estar consignada em campo próprio do Relatório Síntese, Modelos 08-A ou 08-B, conforme o caso, constante deste Capítulo. 4.7 ANÁLISE TÉCNICA SÓCIO-AMBIENTAL Análise do Projeto O agente financeiro analisa o Projeto do Trabalho Sócio-Ambiental apresentado pelo mutuário ou pelo agente promotor, que deve ser elaborado de acordo com o disposto na Portaria do Ministério das Cidades nº 21/14, de , suas alterações e aditamentos A manifestação do agente financeiro deve estar consignada em campo próprio do Relatório Síntese, Modelo 07-A ou 07-B, conforme o caso, constante deste Capítulo Investimento O trabalho sócio-ambiental será parte integrante do valor do investimento realizado no empreendimento. Recomenda-se que seja estabelecido um percentual entre 1% e 3%, a ser destinado ao trabalho sócio-ambiental, de acordo com o porte do investimento e com o impacto ambiental e social que o empreendimento provocará na região de abrangência do projeto A graduação do impacto ambiental pode ser: Alto/forte: intervenção em ambientes sensíveis ou que provoque (ou implique em) mudança significativa nas condições de vida Fl. 85
86 Manual de Fomento da população beneficiada, influenciando as alterações de sua rotina cotidiana (no que tange a mudança de hábitos ou de padrões/tradições culturais); intervenção que demande atitudes novas por parte da população. Médio: intervenção cujas mudanças decorrentes no comportamento da população não ocasionem resistência ou estranhamento por parte desta. Baixo: intervenção que não chegue a provocar mudança no comportamento diário da população beneficiada, ou quando esse benefício for indireto, não influenciando em sua relação rotineira com o ambiente onde vive. 5 AUTORIZAÇÃO PARA FORMALIZAÇÃO DO CONTRATO DE FINANCIAMENTO 5.1 Consiste em autorização da CAIXA, na qualidade de Agente Operador, para que o Agente Financeiro formalize com o proponente, Contrato de Financiamento de operações de crédito. 5.2 A autorização para a contratação de financiamento e repasse entre o agente financeiro e o mutuário final dar-se-á a cada pedido de financiamento Para tanto, o agente financeiro deve enviar à Representação Regional do Agente Operador, os seguintes componentes: a) ofício solicitando autorização para contratação do financiamento e repasse do empreendimento com o mutuário final; b) Carta Consulta estar selecionada pelo Gestor da Aplicação e publicada no DOU, se for o caso; c) documentação técnica de engenharia, jurídica e, quando for o caso, Sócio-Ambiental; d) documentação econômico-financeira do projeto, se for o caso; e) documentação que permita verificar a viabilidade da(s) garantia(s) oferecidas na operação; f) licenciamento ambiental ou de sua dispensa, quando for o caso, em conformidade com a legislação sobre a matéria; g) Relatório Síntese da operação, conforme Modelo 08-A, deste Capítulo., devidamente aprovado no âmbito do Agente Financeiro Após análise da documentação mencionada no subitem anterior, havendo conclusão pela viabilidade da operação e estando os agentes e entidades envolvidas na operação em situação de regularidade junto ao FGTS e o agente financeiro e o mutuário sem restrições junto ao CADIN, o Agente Operador envia ofício ao agente financeiro autorizando-o a formalizar a contração da operação de financiamento e repasse com o mutuário final Não estando o pedido de financiamento em condições técnicas de aprovação, o Agente Operador envia ofício ao agente financeiro informando-o as razões do indeferimento ou solicitando os ajustes necessários à sua aprovação No caso de operações em que a CAIXA é o Agente Técnico Operacional do agente financeiro, não é necessária autorização para contratação do financiamento e repasse, devendo o agente financeiro enviar à Representação Regional do Agente Operador, a seguinte documentação: a) Relatório Síntese da operação, conforme Modelo 07, deste Capítulo, devidamente aprovado no âmbito do agente financeiro; b) Pareceres técnicos da CAIXA, na qualidade Agente Técnico Operacional do agente financeiro, englobando análises de engenharia, jurídica e, quando for o caso, Sócio- Ambiental, bem como outras análises julgadas relevantes; Fl. 86
87 Manual de Fomento c) 02(duas) vias do Contrato de Financiamento formalizado entre o agente financeiro e o mutuário final, devidamente registrado no competente cartório de títulos e documentos; d) comprovante de envio de 01(uma) cópia do Contrato de Financiamento ao Tribunal de Contas do Estado e/ou do Município, conforme o caso. 5.3 CELEBRAÇÃO DO CONTRATO DE FINANCIAMENTO O Agentes Financeiro, após concluídas todas as fases do processo de análise, e receber autorização do Agente Operador, efetua a formalização dos contratos de financiamento e repasse com o mutuário Conforme estabelece o subitem 5.3 anterior, no caso de operações em que a CAIXA é o Agente Técnico Operacional do agente financeiro, não é necessária autorização para contratação do financiamento e repasse, sem prejuízo do disposto no subitem a seguir deste Capítulo O Contrato de Financiamento firmado entre o agente financeiro e o mutuário final deve conter todas as condições contratuais estabelecidas no Contrato de Abertura de Crédito, especialmente quanto às garantias constituídas em favor do Agente Operador Após a formalização do contrato de financiamento e repasse, o agente financeiro deve enviar 02(duas) cópias do mesmo à Representação Regional do Agente Operador e solicitar ao mutuário a abertura de conta bancária vinculada ao empreendimento De posse do Contrato de Financiamento enviado pelo agente financeiro, a Representação Regional do Agente Operador verificará sua conformidade com a minuta de contrato previamente acordada com o Agente Operador, sobretudo as cláusulas de garantias estabelecidas no referido instrumento Estando o Contrato de Financiamento em condições de ser aceito, o Agente Operador cadastra sua data de contratação em seu sistema operacional e envia ofício ao Agente Financeiro comunicando-o da sua aceitação e informando o seu respectivo número junto ao Agente Operador Não estando o Contrato de Financiamento em condições de ser aceito, o Agente Operador envia ofício ao Agente Financeiro indicando as alterações a serem efetuadas, e informando-o da impossibilidade do seu registro no sistema operacional do Agente Operador e conseqüentes desembolsos até a regularização das pendências apontadas O agente financeiro deve observar que as operações de crédito selecionadas pelo Gestor da Aplicação devem ser contratadas até o último dia do exercício fiscal de cada ano A contratação de operações com orçamento do exercício seguinte, somente é permitida se houver autorização específica da Instância Colegiada Estadual ou Gestor da Aplicação O agente financeiro deve inserir cláusula no Contrato de Financiamento contendo os dispositivos contidos no subitem e no subitem deste Capítulo Após a celebração do contrato de financiamento com o mutuário final e registro no BACEN o agente financeiro, até 120 dias a contar da data de sua assinatura, deve enviar 01 (uma) cópia do mesmo à Secretaria de Saneamento Ambiental do MCIDADES. Fl. 87
88 5.3.8 O não atendimento por Mutuário ou por Município de compromisso ou condicionante com vencimento posterior à data da contratação da operação de crédito implicará em suspensão temporária da capacidade de contratar novos financiamentos com recursos do FGTS pelo Mutuário ou no Município em questão Em situações em que o atendimento do compromisso esteja em andamento, essa disposição poderá ser suspensa pelo Gestor da Aplicação, por até 12 (doze) meses, mediante requerimento do Mutuário ou do Município. 5.4 CANCELAMENTO OU DISTRATO DO CONTRATO DE FINANCIAMENTO No caso de cancelamento ou distrato de contratos com desembolsos já realizados, os recursos devem ser devolvidos pelo Agente Financeiro ao Agente Operador, acrescido da atualização monetária e juros remuneratórios à taxa do contrato de empréstimo, calculados pelo critério pro rata die da data do desembolso pelo Agente Operador até a data da devolução, deduzidas as prestações pagas e eventuais amortizações extraordinárias realizadas no período Os valores a serem devolvidos devem ser recolhidos pelo agente financeiro ao Agente Operador, até o 5º dia útil do mês subseqüente ao do cancelamento ou distrato do contrato de financiamento Caso não ocorra o recolhimento até o 5º dia útil do mês subseqüente ao do recebimento, deverá ser aplicado o procedimento descrito no item a seguir Caso ocorra o descumprimento do prazo estabelecido no subitem anterior, além da atualização monetária e dos juros remuneratórios, calculados até a data do recolhimento à CAIXA, sobre o valor atualizado incide multa de 2% e juros moratórios à taxa de 12% ao ano, sobre o valor atualizado, calculados pelo critério pro-rata-die a partir do dia seguinte ao 5º dia útil do mês subseqüente ao do pagamento efetuado pelo mutuário, até a data do recolhimento à CAIXA, conforme orientações previstas nos subitens , e a seguir A atualização monetária de que trata este subitem é calculada com base na TR do dia 1º (pro-rata-die), considerando a data do vencimento, inclusive, até a data do pagamento, exclusive A fórmula para cálculo dos juros remuneratórios é Jr Re m = VRa i N / 36000, em que: a) Jr Rem = juros remuneratórios; b) VRa = valor do recolhimento atualizado; c) I = taxa de juros do contrato; d) N= número de dias em atraso, do recebimento do valor pelo agente, inclusive, até o recolhimento à CAIXA, exclusive. VRa ( ) N A fórmula para cálculo dos juros moratórios é: J = M, em que: a) JM = juros de mora; b) VRa = valor do recolhimento atualizado; c) N = número de dias em atraso contados a partir do dia seguinte ao 5º dia útil do mês subseqüente ao do pagamento efetuado pelo mutuário, até a data de recolhimento à CAIXA. Fl A fórmula para cálculo do valor da multa é M = VRa 0,02, em que:
89 a) M = multa; b) VRa = valor do recolhimento atualizado. Fl No caso de devolução de recursos de que trata este subitem, pelo Mutuário ou Agente Promotor, ao Agente Financeiro, os encargos não poderão ser superiores aos estabelecidos neste subitem. 6 ALTERAÇÕES CONTRATUAIS I) São alterações passíveis de serem promovidas nos Contratos firmados entre o Agente Operador e o agente financeiro e nos firmados entre o agente financeiro e o mutuário Final, mediante a ocorrência de fatos que tornem inexeqüível a manutenção dos termos originalmente pactuados; II) Na existência de saldo residual, ao final da execução do empreendimento o Tomador deve comunicar ao Agente Financeiro, no prazo de até 120(cento e vinte) dias, a contar da data de realização do último desembolso, se existe ou não interesse em utilizar o saldo residual, para ampliação do objeto/objetivo do contrato de financiamento e repasse. III) Decorrido o prazo de que trata o inciso II anterior, não havendo interesse do tomador na sua utilização, o Agente Financeiro deve promover uma alteração do Valor do Contrato de Financiamento abrangendo todas as alterações físicas ocorridas, e informar o Agente Operador para os ajustes no respectivo contrato. IV) No caso de Atualização do Cronograma de Desembolso, Alteração do Prazo de Desembolso e Alteração de Valor de Itens de Investimentos, que são modificações contratuais mais rotineiras na fase de execução das obras/serviços, desde que não aumente o prazo de carência, nem aumente o orçamento de desembolso do exercício e não altere as metas físicas, essas alterações são formalizadas no decorrer da execução do empreendimento ou, em uma única vez, ao final da execução do empreendimento, oportunidade em que é realizado um ajuste no contrato de financiamento e repasse, de forma a consolidar tais alterações com envio de cópia da Carta Reversal ou do Aditivo Contratual ao Agente Operador. V) Decorrido o prazo de que trata o inciso II anterior e não havendo manifestação do Agente Financeiro sobre a utilização do saldo residual, o Agente Operador solicita ao Agente Financeiro o envio do RAE final ou a redução no SIAPF, do Valor do Empréstimo, Contrapartida e respectivos valores de itens de investimentos, que servirão de referência para replicação no contrato do Agente Operador. 6.1 ALTERAÇÃO DO CONTRATO AGENTE OPERADOR x AGENTE FINANCEIRO Prorrogação do Prazo de Utilização dos Recursos do Contrato de Empréstimo Firmado Entre o Agente Operador e o Agente Financeiro, sem a Participação do Mutuário e do Agente Promotor A prorrogação do prazo de utilização dos recursos alocados por intermédio do contrato de empréstimo firmado entre o Agente Operador e o agente financeiro decorre da impossibilidade de o agente financeiro aplicar os recursos no prazo originalmente estabelecido pelo Agente Operador A solicitação de prorrogação ao Agente Operador é composta da seguinte documentação: a) ofício de solicitação do agente financeiro; b) justificativa contendo os motivos da proposta.
90 Aprovada a alteração contratual pelo Agente Operador, este providencia sua formalização junto ao agente financeiro, por intermédio de Carta Reversal com o de acordo do Agente Financeiro, conforme Modelo 10 deste Capítulo. 6.2 ALTERAÇÃO DO CONTRATO AGENTE FINANCEIRO x MUTUÁRIO FINAL A alteração contratual deve ser caracterizada como decorrente de modificações julgadas absolutamente imprescindíveis à conclusão e/ou complementação dos empreendimentos e incide sobre o cronograma de desembolso e/ou prazo de carência, os valores dos itens de investimento, as metas físicas, o objeto/objetivo contratual e o valor da contrapartida, originalmente contratados Prorrogação de Prazo para Realização do Primeiro Desembolso A prorrogação do prazo para realização do primeiro desembolso pode ser concedida pelo do Agente Operador, pelo período de até 12 (doze) meses, caso o primeiro desembolso não seja realizado no prazo estabelecido contratualmente A prorrogação de que trata este subitem pode ser concedida pelo Agente Operador em várias etapas desde que o total do prazo prorrogado não ultrapasse a 12 (doze) meses A solicitação de prorrogação do prazo para realização do primeiro desembolso, quando necessária, deve ser efetuada pelo agente financeiro ao Agente Operador, acompanhada da seguinte documentação: a) ofício de solicitação do agente financeiro; b) justificativa fundamentada contendo os motivos que impediram a realização do primeiro desembolso do contrato de financiamento; c) novo cronograma de desembolso com o novo mês previsto para o primeiro desembolso; d) manifestação favorável do Agente Financeiro. Fl Aprovada a proposta, pela Representação Regional do Agente Operador, esta solicita ao Agente Financeiro que formalize alteração com o Mutuário Final nos termos do subitem a seguir Se a proposta de prorrogação do primeiro desembolso implicar em novo cronograma de desembolso com valor das parcelas alteradas, é necessário que esse novo cronograma seja aprovado pelo Agente Financeiro juntamente com a referida proposta Nesse caso, ao enviar a proposta de prorrogação de primeiro desembolso para aprovação no âmbito do Agente Operador, o Agente Financeiro deve solicitar a replicação do novo cronograma de desembolso no contrato do Agente Operador A formalização da alteração é feita pelo agente financeiro, por intermédio de Carta Reversal com o de acordo do tomador, conforme Modelo 10, constante deste Capítulo, enviando 01(uma) cópia à Representação Regional do Agente Operador Após receber 01 (uma) cópia da Carta Reversal do Agente Financeiro devidamente formalizada com o mutuário final, a Representação Regional do Agente Operador providencia a alteração no contrato de empréstimo firmado entre o Agente Operador e o agente financeiro, no seu Sistema Operacional.
91 Ficam mantidas as alterações já realizadas com base nas orientações contidas na versão anterior do presente Manual Alteração do Prazo de Carência A alteração do prazo de carência pode ser concedida caso a conclusão do empreendimento não ocorra no prazo estabelecido contratualmente A solicitação de prorrogação do prazo de carência é proposta pelo mutuário ou pelo agente promotor ao agente financeiro que, após análise e aprovação no âmbito de sua competência, submete-a à Representação Regional do Agente Operador, acompanhada, no mínimo, da seguinte documentação: - justificativa, conforme descrita no subitem ; - novo cronograma de desembolso, incluindo o valor acumulado das parcelas já desembolsadas e a desembolsar, conforme modelo 05 deste Capítulo; - manifestação expressa do agente financeiro concordando com a redução do prazo de amortização na mesma proporção pretendida, se for o caso; - parecer técnico da área de engenharia do agente financeiro atestando a necessidade de ampliação do prazo de conclusão do empreendimento A justificativa, conforme Modelo 08 constante deste Capítulo, deve conter as causas do não cumprimento do cronograma em vigor, informando as eventuais pendências que motivou a respectiva solicitação de alteração contratual A prorrogação do prazo de carência poderá ser concedida observadas as seguintes condições: a) prorrogação limitada à metade do prazo original de carência do contrato de financiamento e repasse; b) redução concomitante do prazo de amortização em igual número de meses ao da prorrogação aprovada. Fl Caso a proposta seja viável, de forma a compatibilizar as condições de desembolso e carência entre o contrato do agente financeiro X mutuário e o contrato do agente financeiro X Agente Operador, a Representação do Agente Operador de vinculação do empreendimento promove sua aprovação Fica vedada a prorrogação do prazo de carência para contratos em situação de retorno parcial por mais de 03 meses A formalização da alteração é feita pelo agente financeiro, por intermédio de Carta Reversal com o de acordo do tomador, conforme Modelo 10, constante deste Capítulo, enviando 01(uma) cópia à Representação Regional do Agente Operador Atualização do Cronograma de Desembolso A atualização do cronograma de desembolso pode ser autorizada caso a execução do empreendimento não ocorra conforme estabelecido contratualmente A atualização do cronograma de desembolso consiste na redistribuição dos valores mensais previstos e a desembolsar, admitindo-se a sua alteração, desde que mantido: a) o prazo de carência vigente;
92 b) o valor total das participações de cada entidade no financiamento; d) o mesmo prazo de desembolso; e) as demais condições contratuais; e f) que o último desembolso não seja antecipado por mais de 06 meses. Fl A proposta, após aprovação no âmbito do agente financeiro, não precisa ser submetida à apreciação do Agente Operador Para tanto, o agente financeiro deve enviar mensagem eletrônica à Representação do Agente Operador de vinculação do empreendimento comunicando-a da alteração promovida no cronograma financeiro do empreendimento e solicitando replicação de tal atualização no cronograma de desembolso do contrato do Agente Operador Alteração do Prazo de Desembolso A alteração do prazo de desembolso consiste na prorrogação ou diminuição do prazo compreendido entre a data de assinatura do contrato de financiamento e repasse até a data prevista para último desembolso constante no cronograma físico-financeiro do empreendimento Sempre que a alteração implicar redução no prazo de desembolso por prazo superior a 06(seis) meses, o término do prazo da carência deve, obrigatoriamente, ser antecipado pelo mesmo tempo da redução Nesse caso, para redução do prazo de carência não é necessária na apresentação da documentação prevista no subitem deste Capítulo Sempre que a alteração implicar somente prorrogação do prazo de desembolso, o prazo de carência deve se manter inalterado Nesse caso, se a proposta envolver somente alteração no cronograma de desembolso e sem impactar alteração no prazo de carência, após aprovação no âmbito do agente financeiro, a solicitação não precisa ser submetida à apreciação do Agente Operador, inclusive se a alteração implicar redução no prazo de carência Para tanto, o agente financeiro deve enviar mensagem eletrônica à Representação do Agente Operador de vinculação do empreendimento comunicando-a da alteração promovida no cronograma físico-financeiro do empreendimento e solicitando replicação de tal atualização no cronograma de desembolso do contrato do Agente Operador Caso o novo cronograma aprovado pelo agente financeiro implique aumento de desembolso no exercício, a replicação de que trata o subitem anterior fica condicionada à disponibilidade de recursos no orçamento de desembolso do FGTS Alteração de Metas Físicas A alteração de metas físicas consiste em modificações nos quantitativos físicos (ampliação ou redução) nas obras, serviços, materiais e equipamentos, em relação aos itens de investimento relacionados no QCI do empreendimento, e aos benefícios sociais deles decorrentes, consideradas necessárias à preservação do objetivo contratual original e à funcionalidade do empreendimento.
93 A alteração de metas físicas modifica as capacidades, potências, diâmetro, extensões, área de construção, etc, não envolvendo, assim, a modificação das quantidades e/ou especificações dos serviços necessários à execução dessas metas físicas, que compõem as planilhas orçamentárias, tais como: volume de terraplenagem, volume de concreto, troca de materiais, etc Na modalidade Desenvolvimento Institucional, entende-se por alteração de metas físicas aquelas modificações ocorridas nos planos de aplicações A solicitação de alteração de metas físicas é efetuada pelo mutuário ou pelo agente promotor ao agente financeiro, que após análise e aprovação no âmbito de sua competência, submete-a à Representação Regional do Agente Operador acompanhada, no mínimo, da seguinte documentação: a) justificativa sobre as alterações propostas, onde deverão ser abordados, obrigatoriamente, os seguintes aspectos: a.1) preservação do objeto e dos demais dispositivos contratuais; a.2) adequação das obras/serviços já executados; a.3) exequibilidade do cronograma proposto. b) QCI proposto, Modelos 03 a 03-I, constante deste Capítulo, conforme o caso; c) novo cronograma físico-financeiro, incluindo as parcelas já executadas e a executar, conforme Modelos 04 ou 04-A, constante deste Capítulo, conforme o caso; d) novo cronograma de desembolso, incluindo o valor acumulado das parcelas já desembolsadas e a desembolsar, conforme Modelo 05 constante deste Capítulo; e) Quadro Comparativo de Itens de Investimento, conforme Modelo 09 constante deste Capítulo; f) relatório síntese, Modelo 07 - B, constante deste Capítulo, elaborado pelo agente financeiro, onde conste que todos os aspectos técnicos da proposta, inclusive o Sócio- Ambiental, quando for o caso, foram examinados e que a funcionalidade e a viabilidade econômico-financeira do empreendimento estão preservadas, bem como a manifestação conclusiva sobre a viabilidade de aprovação da alteração pretendida; g) manifestação da área competente do meio ambiente, quando for o caso A justificativa da alteração das metas físicas, de que trata a alínea a do item anterior, deve ser encaminhada com a aprovação do agente promotor/mutuário, conforme Modelo 08 constante deste Capitulo, abordando os aspectos referentes: - à preservação do objeto e dos demais dispositivos contratuais, adequação das obras/serviços já executados, exeqüibilidade do cronograma proposto; - às causas que levem à necessidade das alterações propostas, informando sua natureza e demonstrando que a funcionalidade e a viabilidade econômico-financeira do empreendimento estão mantidas; - à Justificativa do Empreendimento, conforme Modelos 20 a 20-D deste Capítulo, no que diz respeito somente aos itens alterados, para fins de atualização das informações prestadas quando do encaminhamento do pedido de financiamento A alçada de aprovação dessa alteração contratual é do Agente Operador. Fl A redução de meta física não pode ser utilizada para suprir aumento de custos ou diferenças de índices de reajustamento oriundas do contrato de execução, exceto quando houver alteração de projeto e/ou ocorrência de serviços não previstos originalmente.
94 Caso os valores decorrentes da redução das metas físicas não sejam utilizados para suprir aumento de custos referentes a alteração de projeto e/ou ocorrência de serviços não previstos originalmente, o valor do empréstimo deve ser reduzido na mesma proporção da redução das metas No caso de alteração de projeto e/ou ocorrência de serviços não previstos, a redução de metas físicas somente pode ocorrer se não impactar na funcionalidade do empreendimento Alternativamente à redução de metas físicas, deve ser avaliada a possibilidade de aumento da contrapartida do mutuário, preservando-se, assim, a meta física original Na modalidade Desenvolvimento Institucional, entende-se por alteração de meta física aquelas modificações ocorridas nos planos de aplicações integrantes do contrato Em hipótese alguma podem ser aprovadas solicitações de alteração de metas físicas que contemplem a alocação de novos recursos do FGTS, exceto as propostas enquadradas no item 9 do Capítulo III deste Manual Aprovada a alteração contratual, o agente financeiro providencia sua formalização junto ao mutuário/agente promotor, por intermédio de Termo Aditivo Contratual original ou Carta Reversal com o de acordo do Tomador, enviando 01(uma) cópia à Representação Regional do Agente Operador O termo aditivo ao contrato ou a Carta Reversal deve conter a modalidade de intervenção que amplia o objeto do contrato original e o novo cronograma de desembolso da operação As propostas para utilização de saldo residual destinadas à alteração de metas físicas devem ser examinadas pelos agente financeiros de acordo com os procedimentos operacionais estabelecidos neste subitem, observados as situações contidas nos subitens anterior e no subitem , a seguir O enquadramento das propostas de que trata o subitem anterior deve observar as condições estabelecidas no subitem deste Capítulo Alteração do Valor da Contrapartida A alteração da contrapartida objetiva possibilitar a conclusão do empreendimento, em face de aumento de custos, inclusive decorrentes de reajuste/realinhamento de preços das obras/serviços e materiais/equipamentos, independente da alteração das metas físicas contratuais O aumento de custo decorrente de reajuste/realinhamento de preços deve, obrigatoriamente, ser coberto com aumento de contrapartida, podendo ser incorporado ao Valor do Investimento do empreendimento No caso de alteração que implique redução do valor da contrapartida contratada originalmente, desde que não tenha sido utilizada como critério de seleção, esta nunca pode ser inferior à contrapartida mínima prevista para o Programa na data de assinatura do contrato de financiamento e repasse. Fl. 94
95 Nesse caso, a redução da contrapartida não pode impactar na funcionalidade do empreendimento Se a alteração da contrapartida impactar o processo de seleção, a proposta deve ser submetida à aprovação do Gestor da Aplicação As eventuais diferenças a maior apuradas entre o valor licitado e o valor de investimento originalmente contratado devem ser resolvidas com o aumento do valor da contrapartida A solicitação deve ser efetuada pelo mutuário/agente promotor ao agente financeiro, acompanhada da documentação definida por este. Fl Ao se proceder à reprogramação, deve-se apurar a nova relação de valor de participação do empréstimo e de contrapartida, relativamente ao novo valor de investimento, com a finalidade de se verificar a equalização das participações, ou seja, preservar a condição normativa de que a cada desembolso deve ser observado, no mínimo, o percentual cumulativo de contrapartida relativo ao valor de investimento Quando se tratar de ente da Federação, declaração do mutuário, assinado pelo chefe do poder executivo, de que o novo valor de contrapartida contratual proposto está legalmente adequado orçamentária e financeiramente com a Lei Orçamentária Anual, bem como compatível com o Plano Plurianual e com a Lei de Diretrizes Orçamentárias Quando se tratar de companhia estatal independente, declaração do mutuário, assinado pelo Presidente da entidade, de que empresa dispõe de recursos financeiros para integralizar o novo valor de contrapartida contratual A alçada de aprovação dessa alteração contratual é do agente financeiro, observadas, no mínimo, as condições aqui estabelecidas Aprovada a alteração contratual, o agente financeiro providencia sua formalização com o mutuário, por intermédio de Carta Reversal com o de acordo do tomador, conforme Modelo 10, constante deste Capítulo, ou Termo Aditivo Contratual específico da alteração efetivada, enviando 01(uma) cópia à Representação Regional do Agente Operador As situações não previstas neste subitem devem ser encaminhadas pelo agente promotor/tomador ao agente financeiro, que após análise e manifestação conclusiva, submete a proposta à Representação Regional do Agente Operador Substituição do Agente Promotor Consiste na substituição do agente promotor do contrato de financiamento e repasse, em função do interesse do mutuário A solicitação deve ser efetuada pelo mutuário ao agente financeiro, acompanhada da documentação definida por este A alçada de aprovação dessa alteração contratual é do agente financeiro, observadas, no mínimo, as condições aqui estabelecidas.
96 Aprovada a substituição do agente promotor, o agente financeiro providencia sua formalização junto ao mutuário, por intermédio de termo de rerratificação do contrato e envia 01(uma) cópia à Representação Regional do Agente Operador para conhecimento Ampliação de Objeto/Objetivo Contratual com Utilização de Saldo Residual A ampliação de objeto/objetivo contratual é uma modalidade de alteração contratual que possibilita a utilização de saldos residuais de contratos de financiamento e repasse, para o financiamento de outras ações não contempladas no projeto original, inclusive em empreendimento e localidade diferente do previsto no contrato original As propostas de ampliação de objetivo/objeto contratual com a utilização de saldos residuais devem ser examinadas e enquadradas pelos Agentes Financeiros, considerando os conceitos e procedimentos estabelecidos na Resolução n o 288, de , do CCFGTS e na IN/MCIDADES n o 31, de , suas alterações e aditamentos e neste subitem Entende-se por ampliação de objeto/objetivo contratual, a possibilidade de utilização de saldos residuais para o financiamento de outras ações não contempladas no projeto original, inclusive em empreendimento e localidade diferente do previsto no contrato original Processo de Enquadramento das Propostas O Enquadramento das propostas é realizado pelos Agentes Financeiros e observa o disposto no subitem a seguir São consideradas enquadradas as solicitações, cujas operações atendam os seguintes requisitos: a) que as alterações, necessariamente, se enquadrem na mesma modalidade dos Programas de Aplicação originalmente contratada ou do Programa/modalidade que o substituiu e tenham como beneficiário o público-alvo com o mesmo perfil sócioeconômico; b) que eventuais obras/serviços já realizados possuam funcionalidade atestada pelo Agente Financeiro e aceita pelo Agente Operador; c) que seja mantido inalterado o valor financiado originalmente, e o Tomador dos recursos responsabiliza-se pelo aporte, sob a forma de contrapartida, de outros valores necessários à execução da nova intervenção; d) o mutuário proponente apresenta situação regular em relação ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço; e) é necessário que o contrato vinculado à solicitação esteja em situação regular, em particular no que tange à aplicação ou retorno dos recursos que eventualmente já tenham sido desembolsados Não são admitidas alterações na taxa de juros, prazo de amortização, percentual mínimo de contrapartida, taxa de risco de crédito e remuneração do agente financeiro, que permanecem conforme originalmente pactuados. Fl É vedado o enquadramento de propostas, cujo prazo de carência tenha expirado há mais de 06 (seis) meses.
97 De forma a viabilizar o enquadramento da proposta no prazo previsto neste subitem, a solicitação do mutuário é recepcionada no agente financeiro até 60 dias a contar da data do último desembolso As propostas somente devem contemplar contratos que estejam com seus registros ativos no CADIP No caso de contratos que se encontram em fase de auditagem ou com embargos judiciais, inclusive quando a CAIXA for Litisconsórcio, os respectivos processos devem ser finalizados previamente à análise das propostas O fluxo operacional para análise e aprovação das propostas formuladas pelo mutuário ou pelo agente promotor e apresentadas pelo agente financeiro ao Agente Operador, deve obedecer os procedimentos a seguir indicados: O agente financeiro, após análise e aprovação da proposta no âmbito de sua competência, submete-a à Representação do Agente Operador de vinculação do empreendimento, acompanhada, no mínimo, dos documentos/informações abaixo: a) cronograma físico-financeiro das intervenções a serem realizadas; b) justificativa do mutuário ou do agente promotor sobre as obras/serviços a serem executados, onde devem ser abordados, obrigatoriamente, os aspectos técnicos e sociais que fundamentam a proposta apresentada, conforme Modelo 08, constante deste; c) relatório síntese Modelo 07, elaborado pelo agente financeiro, constando que todos os aspectos técnicos da proposta foram examinados, e com sua manifestação conclusiva sobre a viabilidade de aprovação da ampliação pretendida; d) manifestação do agente financeiro aprovando a proposta A alçada de aprovação dessa alteração contratual é do Agente Operador Aprovada a operação, a Representação Regional do Agente Operador comunica ao agente financeiro, que deve providenciar sua formalização contratual com o mutuário, mediante Termo Aditivo ao contrato com, onde constará a modalidade de intervenção que amplia o objeto do contrato original e o novo cronograma de desembolso da operação Após a formalização contratual, o agente financeiro deve enviar 01(uma) cópia do Termo Aditivo à Representação Regional do Agente Operador de vinculação do empreendimento Os contratos alterados, antes da formalização contratual, devem ser colocados em retorno parcial, de forma a dar início à amortização dos recursos já desembolsados Decorrido o prazo de que trata o subitem deste Capítulo, os eventuais saldos remanescentes do valor do empréstimo após a conclusão e alcance integral do objetivo original do contrato não podem ser utilizados pelo agente financeiro De forma a viabilizar o gerenciamento da execução do empreendimento como um todo e de cada contrato individualmente, admite-se a possibilidade de utilização de saldos de vários contratos para realização de uma mesma intervenção, desde que seja possível a perfeita identificação da parcela da obra que é custeada por cada contrato, observado as demais condições aqui estabelecidas. Fl. 97
98 Quando for o caso, ao final da execução do empreendimento o Agente Financeiro deve enviar comunicado ao Agente Operador, na forma definida no inciso II do caput do item 6 deste Capítulo. Fl ALTERAÇÃO DE VALOR DOS ITENS DO INVESTIMENTO Consiste na redistribuição dos valores dos itens que compõem o valor do investimento, inclusive aqueles referentes ao Trabalho Sócio Ambiental, com vistas à compensação de excessos e/ou insuficiências entre os itens constantes no QCI do empreendimento O valor dos itens de investimento pode ser alterado, desde que, cumulativamente, sejam atendidas as seguintes condições: a) objeto/objetivo do CT permaneça o mesmo; b) custo total do empreendimento não altere o VI, VF e CP do contrato de financiamento e repasse; c) em contrato firmado com CESB, sejam mantidas as demais condições estabelecidas no CT, exceto quanto ao cronograma de desembolso e prazo de carência; d) em contrato firmado com Estado, Município ou Distrito Federal, sejam mantidas as demais condições estabelecidas no Contrato de Financiamento A solicitação de alteração dos valores dos itens de investimento deverá ser efetuada pelo mutuário ou pelo agente promotor ao agente financeiro, acompanhada, no mínimo, da seguinte documentação: a) ofício de solicitação de alteração contratual e aprovação técnica do setor competente do Tomador ou do Agente Promotor; b) justificativa, conforme descrita no subitem ; c) orçamento atualizado; d) novo cronograma físico-financeiro, se for o caso, incluindo as parcelas já executadas e a executar, conforme Modelo 04 deste Capítulo; e) novo cronograma de desembolso, se for o caso, incluindo o valor acumulado das parcelas já desembolsadas e a desembolsar, conforme Modelo 05 deste Capítulo; f) Quadro Comparativo de Itens de Investimento, conforme Modelo 10 deste Capítulo; g) novo QCI, Modelos 03 a 03-F, deste Capítulo, conforme o caso A justificativa da alteração dos valores dos itens de investimento, com a devida aprovação do agente promotor/mutuário, conforme Modelo 08 constante deste Capítulo, deve abordar os aspectos referentes a: preservação do objeto e dos demais dispositivos contratuais, adequação das obras/serviços já executados, exeqüibilidade do cronograma proposto; bem como conter as causas que levem à necessidade das alterações propostas, informando sua natureza e demonstrando que a funcionalidade e a viabilidade econômico-financeira do empreendimento estão mantidas Eventuais desvios decorrentes de ajustes físicos inerentes aos itens de investimento que compõem o QCI, e que não comprometam física e financeiramente o atingimento do objeto do empreendimento, podem ser acatados sem necessidade de se proceder a reprogramação do contrato, desde que, formalmente, justificados pelo mutuário e pelo agente promotor e aceitos pelo agente financeiro A alçada de aprovação dessa alteração contratual é somente do agente financeiro, observadas, no mínimo, as condições aqui estabelecidas.
99 Fl Aprovada a alteração contratual, pela alçada competente, o agente financeiro providencia sua formalização com o mutuário, por intermédio de Carta Reversal com o de acordo do tomador, conforme Modelo 10 constante deste Capítulo ou Termo Aditivo Contratual específico da alteração efetivada, enviando 01(uma) cópia ao Agente Operador. 7 DESEMBOLSOS 7.1 DESEMBOLSO DE RECURSOS DO AGENTE OPERADOR AO AGENTE FINANCEIRO O desembolso do financiamento é efetuado de forma mensal, bimestral ou trimestral pela Representação Regional do Agente Operador ao agente financeiro, na conta do agente financeiro por intermédio de depósito ou transferência via SITRF, respeitada a periodicidade de liberação de parcelas pactuada no cronograma físico-financeiro do contrato de financiamento e repasse, mediante o atendimento dos requisitos constantes dos subitens , a a seguir O referido desembolso fica condicionada à efetiva execução das respectivas etapas físicas da obra e do Trabalho Sócio-Ambiental, quando for o caso, não sendo admitida, em nenhuma hipótese, desembolso de recursos após o último dia útil do mês, à conta deste, observado o disposto no subitem a seguir Havendo solicitação do Agente Financeiro, admite-se a realização do adiantamento do desembolso de cada parcela prevista no cronograma físico-financeiro do empreendimento para o período seguinte ao da solicitação, exceto a última, limitado a 10% do Valor do Financiamento a cada adiantamento, devendo o agente financeiro comprovar a execução da etapa física da obra, no percentual correspondente ao total dos recursos adiantados, até o mês, bimestre ou trimestre seguinte ao do desembolso efetuado pelo Agente Operador, conforme exemplo a seguir para desembolso com periodicidade mensal: Exemplo 1 a) Data e valor da antecipação dos recursos = MAR/2015 R$ ,00; b) Valor comprovado mediante envio de RAE em ABR/2015 = R$ ,00 (90%); c) Pedido de novo adiantamento em ABR/2015 = R$ ,00; d) Valor a ser antecipado em ABR/2015 = R$ ,00 (R$ ,00 R$ ,00 não comprovado do adiantamento de MAR/2015); e) Valor comprovado mediante envio de RAE em MAI/2015 = R$ ,00 (R$ ,00 do Mês de MAR/ R$ ,00, que corresponde a 90% de R$ ,00 antecipado em ABR/2015); f) A partir de MAI/2015 o contrato continua em situação normal de desembolso. Exemplo 2 a) Data e valor da antecipação dos recursos = MAR/2015 R$ ,00; b) Valor comprovado mediante envio de RAE em ABR/2015 = R$ ,00 (89%); c) Pedido de novo adiantamento em ABR/2015 = R$ ,00; d) Valor a ser antecipado em ABR/2015 = R$ ,00 ((R$ ,00 R$ ,00 não comprovado do adiantamento de MAR/2015);
100 e) Valor comprovado mediante envio de RAE em MAI/2015= R$ 850,000,00; Fl. 100 f) A partir de MAI/2015 o contrato não conta mais com a sistemática de adiantamento de parcelas, uma vez que o tomador deveria comprovar R$ ,00 (R$ ,00 não comprovado em ABR/ ,00, que corresponde a 90% de R$ ,00 adiantado em ABR/2015) Caso o agente financeiro não comprove a execução das obras relativas ao total dos recursos desembolsados em forma de adiantamento até o mês, bimestre ou trimestre seguinte ao do desembolso efetuado, conforme a periodicidade de liberação das parcelas pactuadas, o Agente Operador efetuará a glosa da diferença não comprovada na próxima parcela do cronograma físico-financeiro, sem prejuízo do disposto no subitem a seguir Não havendo comprovação da execução física relativa aos recursos adiantados, em percentual de até 90% até o segundo mês, bimestre ou trimestre seguinte ao do desembolso efetuado, o total dos recursos não comprovados devem ser objeto de recomposição do saldo credor do contrato, com data presente Caso não ocorra novo desembolso até o mês, bimestre ou trimestre seguinte ao do prazo estabelecido neste subitem, havendo diferença não comprovada para atingir os percentuais entre 90% e 100% dos recursos adiantados, essa diferença deve ser objeto de recomposição do saldo credor do contrato, com data presente Nos casos de adiantamento de parcelas, mesmo que não haja solicitação de desembolso para a próxima parcela no cronograma de adiantamento, o Agente Financeiro deve enviar ao Agente Operador a Ficha de Processamento de Desembolso - FPD, com ou sem alteração física em relação à FPD anterior Em substituição à FPD, até a comprovação da execução da obra/trabalho social referente ao adiantamento, pode ser enviado o RAE ou AVT, conforme o caso O não atendimento do disposto no subitem anterior pelo segundo mês, bimestre ou trimestre seguinte consecutivo, caracteriza descumprimento normativo, podendo ser aplicada ao contrato a penalidade prevista no subitem deste capítulo No caso de adiantamento de parcelas, cuja regularização das áreas ainda não foi verificada pelo agente financeiro, este deve exigir do Tomador a apresentação de declaração informando que os recursos objeto do adiantamento solicitado serão aplicados em obras/serviços localizados em áreas já regularizadas, e descrever os termos dessa declaração nas observações do campo 05 da FPD Na situação de que trata o subitem anterior, a verificação da regularidade das áreas objeto do referido adiantamento deve ser realizada pelo agente financeiro e informada à GIFUG de vinculação do empreendimento na próxima FPD Essa rotina operacional de que trata o subitem anterior, se aplica somente aos contratos, cujo primeiro desembolso já tenha sido realizado É vedado o adiantamento de parcelas do cronograma de empreendimentos, cujas obras/serviços encontram-se em situação de paralisadas.
101 Caso a comprovação de execução das obras/serviços relativa às parcelas adiantadas pelo segundo mês, bimestre ou trimestre seguinte consecutivo, conforme o caso, seja inferior a 90%, o agente financeiro volta a receber desembolsos para o respectivo empreendimento somente mediante a comprovação das etapas físicas devidamente executadas e atestadas pela engenharia da CAIXA O valor referente aos 10% não aplicados (ou não comprovados) deverá estar disponível na conta vinculada do contrato, devidamente comprovado por meio de extrato A Representação Regional do Agente Operador efetiva o crédito na conta do agente financeiro, em agência bancária indicada formalmente, ou via transferência SITRF, por intermédio de DRP no Sistema Operacional do Agente Operador e Aviso de Crédito O agente financeiro não dispondo de agência bancária na localidade sede do mutuário, ou na impossibilidade de efetuar via transferência SITRF, o desembolso será depositado sempre em agência do Agente Operador De forma a possibilitar os desembolsos em tempo hábil, a documentação necessária deve ser encaminhada à Representação Regional do Agente Operador de vinculação do empreendimento dentro do prazo a ser negociado entre esta e o agente financeiro A documentação necessária, a ser encaminhada pelo agente financeiro, para análise e realização da primeira parcela de desembolso é composta de: Fl. 101 a) Ofício do agente financeiro solicitando o desembolso da primeira parcela, acompanhado da FPD, conforme Modelo 14-D, constante deste Capítulo Caso o agente financeiro solicite os desembolsos na forma prevista no subitem deste Capítulo, ou seja, com adiantamento da parcela, a documentação necessária a ser encaminhada pelo agente financeiro, para análise e realização do desembolso da primeira parcela de desembolso é composta dos documentos abaixo: a) Ofício do agente financeiro solicitando o desembolso da parcela, acompanhado da FPD, conforme Modelo 14-D Nesse caso, para efeito de desembolso da primeira parcela do empreendimento não é exigido o preenchimento do campo 3 da FPD - Modelo 14-D A documentação necessária, a ser encaminhada pelo agente financeiro, para análise e realização das demais parcelas de desembolsos é composta da documentação relacionada no caput do subitem anterior e da comprovação da quitação do desembolso anterior, por intermédio de preenchimento da FPD, e do RAE e, quando for o caso, da AVT, atestando as etapas físicas correspondentes à parcela anterior do cronograma físico-financeiro, cujo desembolso foi adiantado pelo Agente Operador O RAE, a AVT e, quando for o caso, o Laudo de Avaliação, são elaborados pelo agente financeiro com base nas informações constantes dos documentos recebidos do Mutuário e do Agente Promotor e nas visitas técnicas às obras e, quando for o caso, à comunidade beneficiada O Laudo de Avaliação será elaborado a critério da área engenharia da CAIXA, quando da análise/vistoria do empreendimento.
102 O Agente Operador pode, a qualquer momento, suspender parcial ou totalmente o valor do desembolso solicitado pelo agente financeiro, por restrições de ordem orçamentária, por inadimplência e por motivo de ordem técnica e jurídica julgado pertinente A última parcela do desembolso referente à obras e serviços está condicionada à efetiva conclusão do empreendimento, devendo, nesta oportunidade, o agente financeiro encaminhar à Representação Regional do Agente Operador, o relatório de acompanhamento final de engenharia, baseado em visita técnica, podendo a Representação Regional do Agente Operador solicitar outros documentos que julgue necessário Os agentes financeiros devem, obrigatoriamente, informar no RAE ou na AVT, elaborados quando das visitas técnicas às obras de cada empreendimento, os eventuais fatos que indiquem atraso no cronograma físico-financeiro ou de paralisação das obras Para realização dos desembolsos a Representação Regional do Agente Operador verificará a regularidade do agente financeiro, do mutuário, do agente promotor e das construtoras e prestadores de serviço vinculadas ao empreendimento, junto ao FGTS, a regularidade de situação do mutuário (ESTADO, MUNICÍPIO E DISTRITO FEDERAL) quanto ao CRP, observado o disposto no subitem deste Capítulo Fica sob responsabilidade do Agente Financeiro a verificação da comprovação do depósito do valor da contrapartida do mutuário, no faturamento aceito no período, na conta vinculada do empreendimento, devendo ser observado o disposto no subitem deste Capítulo Os agentes financeiros devem manter arquivada, em setor próprio e por operação de crédito, toda documentação relativa aos desembolsos de cada empreendimento, devendo a mesma estar disponível ao Agente Operador até liquidação do saldo devedor do contrato. 7.2 DESEMBOLSO DE RECURSOS DO AGENTE FINANCEIRO AO MUTUÁRIO Até 02 (dois) dias úteis (D+2) após o recebimento dos recursos do Agente Operador, o agente financeiro, deduzidos os encargos pertinentes, deve creditá-los na conta do mutuário vinculada ao empreendimento, mediante o atendimento, no mínimo, dos requisitos constantes dos subitens a , a seguir: No caso de operações de crédito com Municípios, o agente financeiro, após a efetivação do crédito na conta do mutuário, deve comunicar à Câmara Municipal o valor dos recursos repassados, em obediência ao disposto no art. 1 o da Lei n o 9.452, de , suas alterações e aditamentos O referido crédito fica condicionada à efetiva execução das respectivas etapas físicas da obra e do Trabalho Sócio-Ambiental, quando for o caso, excetuadas as situações previstas no subitem deste Capítulo De forma a possibilitar o envio da documentação ao Agente Operador em tempo hábil, o agente financeiro deve estabelecer um prazo para que o mutuário e o agente promotor encaminhe a documentação necessária à realização dos desembolsos mensais. Fl Desembolso da Primeira Parcela:
103 Manual de Fomento Fl. 103 a) Ofício do mutuário solicitando o desembolso da primeira parcela, acompanhado dos seguintes documentos: a.1) BSCA - Solicitação, conforme Modelo 14, constante deste Capítulo; a.2) BM, conforme Modelos 12 e 13, constante deste Capítulo; a.3) RRE, conforme financeiro; Modelo 13, constante deste Capítulo, a critério do agente a.4) Faturas e Notas Fiscais, quando solicitadas pelo agente financeiro; a.5) Relatório do Trabalho Sócio-Ambiental elaborado por técnico social, quando necessário; b) apresentação do contrato de financiamento e repasse, devidamente formalizado; c) apresentação do resultado da licitação acompanhado de cópias dos CTEF formalizados com empreiteiros, fornecedores, prestadores de serviços e consultores, acompanhados dos respectivos cronogramas físico-financeiros, planilhas orçamentárias e ordens de serviço e/ou fornecimento; d) apresentação de projeto executivo, conforme o porte do empreendimento, a critério do agente financeiro; e) comprovação do depósito, na conta bancária vinculada ao empreendimento, do valor da contrapartida do mutuário, no faturamento aceito no período; f) apresentação de licença de instalação fornecida pelo órgão de meio ambiente competente, quando assim couber, bem como de comprovação do equacionamento da correta destinação dos resíduos gerados, além de atender as condicionantes previstas no contrato firmado entre o Agente Financeiro e o Mutuário/Agente Promotor Caso o Agente Financeiro adote a sistemática de desembolso em forma de adiantamento de parcelas, fica a seu critério a definição quanto à documentação mínima a ser apresentada pelo Mutuário/Agente Promotor para efeito de repasse dos recursos Desembolso das demais parcelas: a) Ofício do mutuário solicitando o desembolso da parcela, acompanhado dos seguintes documentos: a.1) BSCA - Solicitação, conforme Modelo 14, constante deste Capítulo; a.2) BSCA - Comprovação, conforme Modelo 14-C, constante deste Capítulo; a.3) BM, conforme Modelos 12 e 13, constantes deste Capítulo; a.4) RRE, conforme financeiro; Modelo 13, constante deste Capítulo, a critério do agente a.5) Faturas e Notas Fiscais, quando solicitadas pelo agente financeiro; a.6) Relatório do Trabalho Sócio-Ambiental elaborado por técnico social, quando necessário. b) cronogramas físico-financeiros, planilhas orçamentárias e ordens de serviço e/ou fornecimento, quando alterados em relação aos inicialmente enviados; c) comprovação do depósito, na conta individualizada do contrato, do valor da contrapartida do mutuário, no faturamento aceito no período.
104 Manual de Fomento A última parcela do desembolso referente a obra e serviços está condicionada à efetiva conclusão do empreendimento, devendo, nesta oportunidade, o mutuário ou o agente promotor encaminhar ao agente financeiro, o relatório de acompanhamento final de engenharia, baseado em visita técnica, podendo o agente financeiro solicitar outros documentos que julgue necessário A última parcela do empreendimento também não pode ser liberada sem o atendimento do disposto no subitem do Capítulo II deste Manual A critério do agente financeiro, o mutuário ou o agente promotor pode apresentar as informações referentes às medições das obras financiadas, em modelo próprio, desde que o mesmo contenha os elementos mínimos necessários ao acompanhamento físicofinanceiro do empreendimento, pelo agente financeiro, e as informações contidas nos documentos requisitados pelo Agente Operador por intermédio do subitem deste Capítulo O repasse dos recursos ao Mutuário somente deve ocorrer mediante à constatação pelo Agente Financeiro da comprovação do depósito, na conta bancária vinculada ao empreendimento, do valor da contrapartida do mutuário/agente promotor, no faturamento aceito no período, mesmo no caso de antecipação de parcela O agente financeiro deve verificar se os elementos encaminhados pelo agente promotor são pertinentes e caracterizam com rigor o objeto do contrato de financiamento, manifestando-se formalmente quando verificada alguma incompatibilidade, observando também: a) quando os valores licitados forem inferiores aos valores contratados, ou ainda quando o valor de execução do empreendimento resultar inferior ao originalmente contratado, a diferença gera saldo contratual que pode ser utilizado para corrigir eventuais desvios de ajustes físicos e/ou complementar as obras previstas, desde que previamente submetido à consideração do agente financeiro; Fl. 104 a.1) a proposta de aumento de meta física só pode ser submetida ao agente financeiro após verificadas as condições que visem assegurar o atingimento das metas inicialmente contratadas; b) quando os valores licitados forem superiores aos valores contratados, ou ainda quando o valor de execução do empreendimento resultar superior ao originalmente contratado, o agente promotor e/ou mutuário deve assumir a diferença com o aumento da contrapartida, demonstrando ao agente financeiro a viabilidade do empreendimento com o novo valor do investimento No caso de utilização do saldo contratual de que trata a alínea a deste subitem, para complementar obras/serviços previstos, o aditivo ao contrato de financiamento deve conter cláusula especificando que, havendo necessidade de novos recursos para assegurar o atingimento das metas físicas inicialmente contratadas, esses recursos serão aportados mediante aumento de contrapartida do Tomador. 7.3 CONDIÇÕES GERAIS PARA REALIZAÇÃO DOS DESEMBOLSOS O agente financeiro deve apresentar à Representação Regional do Agente Operador, relação dos seus empregados e dos empregados do mutuário final e do agente promotor, com a responsabilidade de atestar e assinar as solicitações de desembolso e demais documentos relativos ao contrato de empréstimo e do contrato de financiamento e repasse.
105 7.3.2 O desembolso da primeira parcela somente ocorre após o Contrato de Financiamento estar registrado no Sistema Operacional do Agente Operador e inexistirem pendências contratuais para esse desembolso O desembolso é realizado em parcela mensal, bimestral ou trimestral decorrente de etapa física executada e atestada pelo Mutuário e pelo Agente Promotor e, comprovada pelo agente financeiro, respeitado o cronograma de desembolso previsto contratualmente, excetuadas as situações previstas no subitem deste Capítulo No caso de as etapas físicas serem superiores aos valores mensais, bimestrais ou trimestrais previstos contratualmente, os valores podem ser desembolsados, desde que haja dotação orçamentária para tal A cada desembolso, deve ser observado, no mínimo, o percentual cumulativo de contrapartida relativo ao empreendimento, admitindo-se, a critério do mutuário, a antecipação da aplicação da contrapartida O percentual cumulativo do desembolso não pode superar o percentual de obra atestado pela Engenharia da CAIXA, exceto quando ocorrer a situação descrita no subitem a seguir O percentual cumulativo do desembolso de que trata o item anterior se refere ao percentual acumulado de obra mais o percentual relativo aos itens de trabalho social que são atestados por técnicos sociais e compõem os itens de investimento do empreendimento Até o 3º desembolso após a aprovação de eventual alteração contratual para alterar o valor da contrapartida (aumento ou redução), pode ocorrer um descompasso das participações do FGTS e da Contrapartida do Mutuário com os valores já desembolsados até aquele mês de aprovação da alteração contratual, apresentando, também, descompasso no percentual de obra executado até aquele mês, já que os valores de investimento sofrem alteração Considera-se como data da aprovação da alteração contratual a data da formalização da Carta Reversal, firmada entre o Agente Financeiro e o Tomador Final Na hipótese de que trata este subitem, no 4º desembolso posterior à aprovação da reprogramação contratual os percentuais devem ser, obrigatoriamente, equalizados, exceto no caso em que o mutuário opte em manter a situação da antecipação da aplicação da contrapartida Se o descompasso entre a participação do FGTS e a contrapartida do mutuário, de que trata o caput deste subitem, ocorrer no mês em que for solicitado o desembolso da última parcela do empreendimento, o desembolso da última parcela da participação do FGTS somente pode ser realizado mediante a comprovação da efetiva conclusão do empreendimento Regularidade do agente financeiro e do mutuário e do agente promotor, bem como das empresas/entidades relacionadas no BSCA - Solicitação e na FPD, junto ao FGTS, observado o disposto no subitem deste Capitulo Existência de conta bancária vinculada ao empreendimento em nome do mutuário final. Fl. 105
106 Fl Cumprimento das demais exigências contratuais e das cláusulas especiais contidas no Contrato de Financiamento e Repasse Existência de placa de obra/adesivo, conforme modelo definido pela Caixa Econômica Federal onde conste a marca do FGTS, disponível no endereço eletrônico: área de download, item GESTÃO Manual Visual de Placas e Adesivos de Obras, a ser afixada em local visível, preferencialmente na entrada do local onde estiver sendo executado o empreendimento Os agentes financeiros devem manter arquivada, em setor próprio e por operação de crédito, toda documentação relativa aos desembolsos de cada empreendimento, devendo a mesma estar disponível ao Agente Operador até liquidação do saldo devedor do contrato Havendo alteração contratual que necessite de aprovação da CAIXA - Agente Operador, o desembolso referente a itens de obras/serviços que sofreram modificação fica condicionado à apresentação pelo agente financeiro, dos elementos relativos a tais alterações No caso de operações firmadas com o Setor Público, após a liberação dos recursos pelo Agente Operador, o Agente Financeiro deve comunicar essa liberação de recursos ao Poder Legislativo estadual ou municipal, conforme o caso. 7.4 CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA REALIZAÇÃO DOS DESEMBOLSOS O valor a ser desembolsado para fins de desapropriação limitado ao respectivo valor previsto no contrato, sendo de responsabilidade do tomador a cobertura de eventual diferença a maior O valor a ser desembolsado corresponde ao proposto pelo tomador ou de avaliação, o que for menor O valor de avaliação pode ser definido por perícia judicial, ou por laudo de avaliação encaminhado pelo tomador ou, se necessário, realizada avaliação por profissional da CAIXA ou por empresa credenciada habilitada Este desembolso pode ser realizado para depósito em juízo, se necessário Eventuais desvios, decorrentes de ajustes físicos inerentes aos itens de investimento que compõem o QCI, e que não comprometam o atingimento do objeto do empreendimento, podem ser acatados, desde que sejam, formalmente, justificados pelo agente promotor/mutuário e analisados e aceitos pelo agente financeiro É admitido desembolso de recursos referentes à aquisição de materiais/equipamentos, quando tiver havido licitação exclusiva para a compra de tais materiais/equipamentos, mediante a constatação física da aquisição e entrega por meio de verificação das respectivas notas fiscais pelo Agente Financeiro, por profissional de engenharia que também seja responsável pelo controle e acompanhamento da execução física das obras, de forma a garantir o fiel cumprimento do objetivo contratual.
107 Manual de Fomento No caso de materiais e/ou equipamentos adquiridos pela construtora, estes devem constar do Boletim de Medição correspondente Para os desembolsos previstos em CTEF, referentes à aquisição de equipamentos especiais (fora da linha de produção) e/ou em que seja exigido por parte do fabricante adiantamento de parte do valor no momento da encomenda, o Agente Promotor deve solicitar autorização prévia ao agente financeiro, informando todas as condições que envolvam a referida transação Nesse caso não se aplica o disposto no subitem anterior, devendo Agente Financeiro definir a documentação necessária para efeito de liberação de recursos para ao Tomador Despesas decorrentes de obras e/ou serviços iniciados antes da formalização do contrato de repasse e financiamento podem ser desembolsadas após a formalização do referido contrato, desde que respeitadas a data de enquadramento da proposta publicada pelo Gestor da Aplicação e a sistemática de acompanhamento com vistas a verificação da etapa física realizada e aceite dos valores incorridos no período, na forma estabelecida neste Manual Constatados desembolsos e/ou pagamentos indevidos, estas incorreções são eliminadas pelo Agente Financeiro mediante cobrança do valor creditado de forma indevida ou, dedução na(s) primeira(s) liberação(es) efetivada(s), em valor equivalente ao montante desembolsado de forma irregular, com informação ao Agente Operador O valor liberado a maior original de que trata o subitem anterior é objeto de recomposição no saldo credor a ser liberado, com data presente Caso o contrato não tenha mais parcelas a liberar em função da conclusão do empreendimento e o Tomador não tenha interesse na utilização do saldo residual, esse valor liberado a maior original deve ser utilizado para amortização do saldo devedor do contrato firmado entre o Agente Financeiro e o Agente Operador, com data presente Durante a fase de desembolso do empreendimento podem ocorrer situações impeditivas à realização dos desembolsos que podem ser solucionadas pelo agente financeiro em curto espaço de tempo, inclusive situação de irregularidade junto ao FGTS Nesse caso, é admitida a adoção das seguintes medidas: a) desembolso da parcela do mês, condicionando o próximo desembolso à regularização das pendências; b) desembolso da parcela mediante compensação com débitos existentes relativos a retorno ou a recolhimentos de contribuições ao FGTS; c) desembolso da parcela em conta bloqueada em nome do Mutuário/Agente Promotor, pelo prazo máximo de 30 (trinta) dias, desde que fique comprovada a execução das obras e serviços, previstos no cronograma físico-financeiro A medida de que trata a alínea a deste subitem não se aplica para a última parcela do cronograma físico-financeiro do empreendimento No caso de bloqueio da última parcela, o prazo pode ser negociado entre o agente financeiro e o mutuário, observado o prazo máximo de 60 (sessenta) dias, desde que seja comprovada a conclusão da obra e assegurado o cumprimento do objetivo do contrato. Fl. 107
108 Manual de Fomento Para que o Agente Operador possa atender as solicitações de desembolso nas situações previstas na alínea c do subitem e no subitem deste Capitulo, o agente financeiro deve relatar as respectivas pendências na FPD No caso de desembolso na forma da alínea c do subitem deste Capítulo, a liberação dos recursos aos beneficiários de direito, fica condicionada à posterior autorização de desbloqueio a ser efetuada pela Representação Regional do Agente Operador de vinculação do empreendimento Para tanto, após a regularização das pendências relatadas na FPD enviada ao Agente Operador, o agente financeiro deve solicitar autorização à Representação Regional do Agente Operador de vinculação do empreendimento Para realização dos desembolsos previstos na alínea c do subitem e anteriores, será observada a rotina operacional contida no item 7.2 deste Capítulo Para desbloqueio de recursos em função de regularização de pendências ocorridas após o desembolso da parcela pelo Agente Operador, portanto, não relatadas na FPD, não é necessária autorização da Representação Regional do Agente Operador Os recursos não liberados nos prazos previstos na alínea c do subitem e anteriores devem ser utilizados para amortização extraordinária no saldo devedor do contrato de empréstimo/repasse, com simultânea recomposição do cronograma de desembolso, com data presente Nesses casos, o valor da amortização extraordinária deve ser o mesmo valor desembolsado, sem o acréscimo de atualização monetária No caso de valores referentes à desapropriação/indenização de benfeitorias, despesa com aluguel provisório ou outro item de investimento que exija pagamento à pessoa física, a comprovação do Tomador junto ao Agente Financeiro é efetuada mediante apresentação dos documentos abaixo: a) BSCA contendo relação anexa de nomes, CPF e valor pago total as pessoas físicas indenizadas/proprietária do imóvel locado; b) dossiê contendo as seguintes informações: b.1) cadastro técnico: planilha contendo nome, CPF e valor pago a cada uma das pessoas físicas; b.2) cópia do recibo assinado pela pessoa física indenizada/proprietária do imóvel locado; b.3) comprovante da transferência realizada da conta vinculada para a conta da pessoa física indenizada/ proprietária do imóvel locado, ou, caso já tenha ocorrido o pagamento, cópia do cheque do Tomador à pessoa física indenizada. 7.5 CONDIÇÕES RESTRITIVAS Não são aceitos, para fins de desembolso com recursos do FGTS, ajustes monetários, multas ou reajustes de faturas decorrentes de atraso de pagamento por parte do Mutuário, bem como faturas que prevêem, exclusivamente, reajustes/realinhamento de preços das obras/serviços e materiais/equipamentos Visando resguardar as condições da reprogramação aprovada para aumento da contrapartida e observância da vedação de pagamento de faturas relativas à Fl. 108
109 Manual de Fomento Fl. 109 reajustamentos/realinhamento de preços com recursos do FGTS, cumulativamente, os valores referentes à contrapartida deverão equivaler, no mínimo, ao novo percentual da contrapartida pactuado no QCI, e devem, obrigatoriamente, transitar pela conta vinculada ao contrato. 7.6 ACOMPANHAMENTO DA MOVIMENTAÇÃO DA CONTA VINCULADA AO CONTRATO DE FINANCIAMENTO PELO AF O mutuário final deve abrir conta bancária individualizada vinculada por Contrato de Financiamento destinada ao crédito dos recursos previstos contratualmente, inclusive os da contrapartida e dos débitos dos pagamentos relacionados no BSCA - Solicitação Caso o Agente Promotor seja responsável pela movimentação financeira dos recursos alocados ao contrato, deve também abrir conta vinculada ao empreendimento para transferência, pelo mutuário final, dos recursos desembolsados e do depósito da contrapartida, objetivando realizar os pagamentos relacionados no BSCA - Solicitação Os recursos creditados nas contas vinculadas do contrato devem ser destinados exclusivamente aos beneficiários de direito constantes do BSCA - Solicitação Caso o agente promotor/mutuário efetue pagamentos com recursos próprios antes do desembolso previsto para o período, estes devem ser depositados previamente na conta vinculada ao contrato e, após o desembolso correspondente, deve ser efetivado o ressarcimento, mediante débito nessa conta É vedado o depósito de recursos de contrapartida na conta vinculada do empreendimento em valor superior ao do investimento constante do QCI aprovado para a operação, bem como a comprovação de integralização de contrapartida não transitada pela conta vinculada do empreendimento Para os casos em que a conta vinculada do empreendimento apresenta valor superior ao do investimento constante no QCI, o Agente Financeiro deve adotar as providências de regularização, uma vez que, desde , não são mais admitidos novos depósitos na respectiva conta vinculada que não sejam destinados ao pagamento de faturas de obras/serviços previstos no QCI aprovado para o empreendimento Para os casos em que a conta vinculada do empreendimento apresenta valor superior ao do investimento no QCI, mas os recursos já foram debitados, o Agente Financeiro deve enviar correspondência ao Tomador informando-o da irregularidade apontada, face os impeditivos previstos nos normativos em vigor O não atendimento do disposto neste subitem, caracteriza descumprimento de cláusula contratual, e o Agente Financeiro fica sujeito às penalidades previstas no contrato de empréstimo firmado entre este e o Agente Operador No caso de redução de metas físicas com devolução de recursos já desembolsados, o valor liberado originalmente deve ser devolvido ao FGTS mediante amortização extraordinária do saldo devedor do contrato de financiamento firmado entre o Agente Financeiro e o Tomador, com replicação no contrato do Agente Operador, na data presente Nesse caso, o valor a ser amortizado não é atualizado monetariamente. 7.7 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
110 Fl Nos empreendimentos integrantes de Acordos de Empréstimos Externos, devem ser observadas as seguintes condições: a) atendimento aos princípios e normas de licitação exigidos pelos Organismos Multilaterais; b) apresentação, pelo agente promotor ao agente financeiro/agente Operador, dos editais de licitações, contratos internacionais e demais elementos, em conformidade com princípios e normas de cada Organismo Internacional O valor a ser desembolsado para fins de desapropriação é o menor entre o valor contratado e o valor resultante da perícia judicial, sendo de responsabilidade do mutuário a cobertura de eventual diferença. Este desembolso pode ser realizado por meio de depósito em juízo, caso necessário Obras e serviços realizados por administração direta No caso de obras e serviços executados por administração direta, ou seja, realizadas diretamente pelo Mutuário/AP, sem a realização de licitação, conforme o caso, e consequentemente sem a contratação de terceiros, o desembolso é realizado com base na medição apresentada, devendo também a referida medição integrar o BSCA - Solicitação, por meio da emissão de documento próprio do executor do serviço A comprovação de despesas é realizada, mediante a apresentação da Planilha de Medição, onde estejam devidamente caracterizadas as quantidades físicas e/ou serviços realizados e custos incorridos correspondentes à etapa realizada, conforme planilha orçamentária Para tanto, deve ser encaminhado previamente para análise e manifestação do Agente Financeiro, planilha orçamentária, onde devem estar demonstradas as quantidades físicas estimadas e/ou serviços previstos e os custos necessários para a execução total das obras e/ou serviços O valor solicitado deve estar de acordo com os custos previstos no QCI do Contrato O desembolso deve ser calculado com base no percentual de participação dos recursos do FGTS na composição da parcela, sendo dispensado o valor do depósito da contrapartida na CV, devendo, entretanto, ficar registrado na FPD, o valor atribuído a esta contrapartida, para fins de composição de investimento. 7.8 ANÁLISE E ACOMPANHAMENTO DO EMPREENDIMENTO E DO DESEMBOLSO PELO AF A análise e acompanhamento do pedido de desembolso deve compreender, no mínimo, o cumprimento e a verificação dos itens abaixo elencados: Atendimento às condições estabelecidas nos subitens 7.1 a 7.8 deste Capítulo A documentação de solicitação de desembolso (BSCA - Solicitação, Relatório do Trabalho Sócio-Ambiental, quando couber, BM e RE) deve estar disponível para a Equipe Técnica do agente financeiro, em prazo a ser por este fixado, compatível com as providências necessárias para exame do pedido e acompanhamento da obra e do Trabalho Sócio-Ambiental, se existente.
111 Manual de Fomento O agente financeiro, de posse da documentação encaminhada, com vistas a respaldar as liberações, efetua visitas técnicas às obras e à comunidade para verificação da sua compatibilidade com as informações prestadas pelo agente promotor, emitindo os relatórios técnicos de acompanhamento, abordando aspectos relativos à evolução física, Sócio-Ambiental, se for o caso, e financeira, cumprimento dos elementos contratuais, objetivos contratuais, desempenho do agente promotor e demais aspectos julgados oportunos Os faturamentos constantes do BSCA - Solicitação, se superiores aos valores mensais previstos contratualmente, podem ser aceitos, respeitada a disponibilidade financeira Como forma de possibilitar o perfeito acompanhamento do objetivo contratual, o agente promotor/mutuário deve tomar as providências abaixo especificadas: a) contratar a execução dos projetos, obras e serviços e a aquisição de materiais e equipamentos, bem como exercer a sua fiscalização; b) manter à disposição do agente financeiro/agente Operador, em setor próprio, em pasta individual por contrato, todos os documentos que de alguma forma sejam instrutivos do contrato de financiamento, incluindo CRF/FGTS de todos os empreiteiros e fornecedores; c) manter arquivada, em setor próprio e por contrato, uma das vias das notas fiscais, devendo constar, obrigatoriamente, no verso destas: c.1) nome e número do contrato de financiamento e data da quitação, bem como o número do BSCA - Solicitação; c.2) atestado de execução dos serviços ou recebimento dos materiais e equipamentos pelo engenheiro fiscal ou responsável pelo empreendimento, de acordo com as especificações; Fl. 111 d) manter na obra os projetos executivos e cópia de todos os elementos citados no item acima, bem como as cópias das ART de fiscalização e execução das obras/serviços, devidamente anotadas junto ao CREA da região e licença para realização das obras ou serviços emitida pelos órgãos competentes O agente financeiro deve verificar e registrar nos Relatórios Técnicos de Acompanhamento do empreendimento, as indefinições ou condicionantes que possam vir a alterar os objetivos, metas, custos, prazos ou a forma de execução do empreendimento, ou atrasar a conclusão das obras e serviços, bem como quanto ao trabalho Sócio-Ambiental, quando couber Deve verificar, também, os procedimentos quanto ao equacionamento de obras e serviços não passíveis de enquadramento e/ou não contemplados na solicitação de financiamento, porém, imprescindíveis à implantação e à plena funcionalidade do empreendimento, principalmente quando o agente promotor, responsável por sua execução, não pertencer à esfera administrativa do mutuário Quaisquer alterações no Projeto de engenharia ou Sócio-Ambiental, inclusive referentes às especificações, por parte do mutuário e do agente promotor, devem ter, obrigatoriamente, prévia anuência e manifestação conclusiva do agente financeiro, devendo, para tanto, o mutuário ou o agente promotor apresentar as justificativas para tais alterações, indicando custos, dimensões, quantidades e especificações dos novos materiais e ações Não obstante os cuidados recomendados nas fases de análise da operação e de acompanhamento de sua execução, no sentido de se procurar antecipar a solução de questões que possam vir a causar atrasos, insuficiência de recursos ou necessidade de
112 Fl. 112 alteração de projetos, alguns desvios podem ainda ocorrer, gerando, daí, a necessidade de o agente financeiro acusar tempestivamente tais situações, no sentido de equacionar o problema, visando ao alcance pleno dos objetivos contratuais A solução proposta deve ser fundamentada pelo agente promotor, identificando, inclusive, os motivos que causaram os desvios ocorridos, para análise técnica de engenharia e, se for o caso, Sócio-Ambiental do pleito, pelo agente financeiro Não devem ser mensurados serviços e/ou obras executados fora dos padrões contratados ou com erros de execução que possam gerar futuros vícios de construção, cabendo ao agente financeiro equacionar tais pendências junto ao agente promotor Ocorrendo atraso nas obras físicas, fica o mutuário responsável pela continuidade do Trabalho Sócio-Ambiental, bem como pela eventual diferença de recursos financeiros Após a conclusão das obras, o agente financeiro deve manter o acompanhamento do Trabalho Sócio-Ambiental, de acordo com o previsto no projeto, visando o desembolso das parcelas seguintes e o cumprimento dos objetivos. 8 OPERAÇÕES CONTRATADAS NO ÂMBITO DO PAC COM OBRAS PARALISADAS 8.1 Considera-se obra paralisada aquela que estiver sem realização de desembolso por prazo superior a 03 meses consecutivos Considera-se obra retomada aquela que estiver com medição apresentada e atestada pelo agente financeiro, depois de constatada sua paralisação A retomada de obra de que trata este subitem deve conter, necessariamente, itens de obra, quando couber. 8.2 Para as operações com parcela já desembolsada o Agente Financeiro deve adotar as providências a seguir Sempre que constatada a ausência de desembolso por período superior a 06 meses, efetuar visita técnica ao empreendimento para verificar se a obra encontra-se com sua execução física em andamento Caso a obra não esteja com andamento normal, o Agente Financeiro deve notificar o mutuário para que este promova a regularização da sua retomada no prazo de até 90 dias, a contar da data do recebimento da notificação Decorrido esse prazo do subitem anterior e não havendo retomada das obras, o Agente Financeiro deve enviar nova notificação ao mutuário reiterando sua retomada no prazo de até 90 dias a contar da data do recebimento da notificação de reiteração, de forma a evitar a aplicação das medidas previstas nas alíneas a ou b do subitem a seguir: Decorrido o prazo do subitem anterior e não havendo retomada das obras, o Agente Financeiro deve aplicar os dispositivos previstos neste Manual e no contrato de financiamento, com adoção das seguintes medidas:
113 Fl. 113 a) redução das metas do contrato de financiamento, preservando os recursos necessários à execução das metas mínimas indispensáveis para dar a devida funcionalidade às obras iniciadas, excluindo-se as demais metas; b) distrato do contrato de financiamento nos demais casos Para os contratos em execução que em estavam há mais de doze meses consecutivos sem desembolso, ou que adquiriu essa condição no período compreendido entre e , o Agente Financeiro deve aplicar as medidas dispostas nas alíneas a ou b do subitem anterior, observado o disposto no subitem a seguir O disposto na alínea "b", do subitem anterior, não se aplica nos casos em que a paralisação da execução do objeto se der por motivo não atribuível ao Mutuário, assim entendida pela ocorrência de ao menos uma das seguintes situações: a) o resultado da licitação ou chamamento for deserto ou fracassado; b) a concessão da licença ambiental; a outorga de captação de água e ou de lançamento de efluentes; o alvará de construção; e outras autorizações ou aprovações de projeto situarem-se na esfera de competência de outro Ente da Federação; c) a titularidade da área de intervenção for de outro Ente da Federação; d) existência de embargo, ação judicial, apontamento de órgãos de controle, que tenham determinado a paralisação da obra Em caráter excepcional, também não serão aplicadas as medidas previstas no subitem anterior nos casos em que for constatado pelo agente financeiro a efetiva e adequada evolução física das obras/serviços, mesmo sem a apresentação de medições, mediante visita técnica ao empreendimento O disposto neste subitem aplica-se somente a itens relativos a obras/serviços O Agente Financeiro deve promover, em conjunto com o Mutuário, uma avaliação das metas físicas e os respectivos valores, a serem preservados no Contrato de Financiamento, conforme as condições estabelecidas na alínea "a", do subitem anterior, e encaminhar ao Agente Operador, com a devida justificativa e parecer técnico conclusivo, a proposta de redução de metas, enumerando aquelas a serem devidamente preservadas. Após análise da proposta o Agente Operador submete-a à apreciação do Gestor da Aplicação Na definição de metas mínimas indispensáveis para dar funcionalidade às obras iniciadas deverá ser preservada a execução das metas obrigatórias de regularização fundiária e de trabalho social, conforme o caso Após a avaliação do Gestor da Aplicação, o Agente Operador promoverá a autorização da alteração das metas físicas e o informará em um prazo máximo de 30 dias O Gestor da Aplicação poderá promover entrevista técnica com o Agente Financeiro, o Mutuário e o Agente Operador para dirimir as dúvidas acerca da proposta de alteração das metas físicas do contrato de financiamento. 9 CONDIÇÃO ESPECIAL DE INÍCIO DE OBRA
114 9.1 As obras e serviços podem ser iniciadas antes ou após a seleção das propostas (Setor Público) ou antes e após o enquadramento (Setor Privado) das propostas, podendo ser acompanhadas pelo Agente Financeiro/Agente Promotor, observado o disposto nos subitens e do Capítulo II deste Manual. Fl Para tanto, o agente promotor ou mutuário deve formalizar pedido ao Agente Financeiro para que este promova o acompanhamento das obras e serviços, apresentando justificativa e documentação técnica que possibilite esse acompanhamento pelo Agente Financeiro. 9.2 O agente financeiro procede à vistoria, atestando o percentual físico executado da obra ou do trabalho Sócio-Ambiental, se for o caso, até aquela data e emite documento de autorização ao mutuário ou ao agente promotor, onde fica caracterizado que somente as etapas executadas após a sua vistoria são passíveis de ressarcimento Neste caso, o agente financeiro deve acompanhar, mensalmente, bimestralmente ou trimestralmente a execução das obras e serviços, elaborando os Relatórios Técnicos de Acompanhamento, baseados no BM, no Relatório do Trabalho Sócio-Ambiental, se for o caso, e nas visitas técnicas, encaminhando os referidos documentos ao Agente Operador, para controle. 9.3 O ressarcimento dos valores aplicados ocorre somente após a formalização do contrato de financiamento, e desde que o mutuário ou o agente promotor não possua pendência perante o agente financeiro e o Agente Operador, e seja observada a condição normativa de equalização das participações contratuais em relação ao valor do investimento, que será por intermédio dos desembolsos posteriores à contratação O risco pelo não ressarcimento em decorrência do não atendimento a eventuais condicionantes para contratação e primeiro desembolso é de inteira responsabilidade do mutuário. 10 ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO SÓCIO AMBIENTAL 10.1 O agente financeiro deve acompanhar e avaliar permanentemente a execução do Trabalho Sócio-Ambiental, quando proposto no projeto aprovado, orientando o agente promotor e a Entidade Executora para o alcance dos objetivos pretendidos, observando, ainda, o disposto na Portaria do Ministério das Cidades nº 21/14, de , suas alterações e aditamentos No caso de operações contratadas com o setor privado, na elaboração do projeto, contratação e execução do trabalho social não se aplica a referida Portaria, devendo ser adotado o normativo anteriormente vigor, denominado Diretrizes para o Trabalho Sócio Ambiental.
115 FLUXOGRAMA DA OPERAÇÃO DE ABERTURA CAC A SER FIRMADA ENTRE O AGENTE FINANCEIRO E O AGENTE OPERADOR DO FGTS FASES AGENTE FINANCEIRO AGENTE OPERADOR PROPONENTE 1 2 Encaminha ao A.O. proposta de habilitação para estabelecimento de limite de crédito e definição de seu rating Analisa a operação verifica o rating atribuído pela de área de risco de crédito da CAIXA e, sendo viável, promove a habilitação do A.F. mediante a formalização do contrato de concessão de limite de crédito Fl Com base no limite de crédito concedido pelo A.O., solicita aos proponentes o encaminhamento dos PIPº 4 5 Elabora análise de risco de crédito e emite rating do proponente com base no PIP, cujos pedidos contarão com aporte de recursos do FGTS Apresenta ao A.F. o PIP, cujos pedidos de financiamento contarão com apoio/financiamento de recursos do FGTS Promove gestões junto ao BACEN e STN, com vistas à verificação da viabilidade da operação, bem como junto ao Gestor da Aplicação para enquadramento, hierarquização e seleção da operação de crédito Estando a proposta devidamente hierarquizada e selecionada pelo Gestor da Aplicação, encaminha proposta de abertura de crédito ao A.O conforme Plano Investimentos do Proponente Analisa a operação e, sendo viável, submete-a ao Colegiado da CAIXA para aprovação Aprovada a operação, formaliza a contratação da abertura de crédito e solicita que o A.F. adote as providências de análise e contratação das operações de financiamento e repasse relativos aos empreendimentos contemplados no CAC
116 FLUXOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO CONTRATO DE FINANCIAMENTO COM ATUAÇÃO DE AGENTE TÉCNICO-OPERACIONAL Fl. 116 PARTE I: INÍCIO DA EXECUÇÃO DO EMPREENDIMENTO FASES GESTOR AG. FINANCEIRO AG.OPERADOR AG. T.OPERACIONAL M. FINAL/ A. P. 1 2 Indica unidade e funcionários responsáveis pela administração da operação Promove reunião técnica com M.F/A.P. para o esclarecimento dos procedimentos de início de execução do empreendimento, controle e acompanhamento, desembolso e alterações contratuais Indica unidade e funcionários responsáveis pela administração da operação MF encaminha ao A.T.O., processo licitatório do objeto contratado, bem como o contrato de execução e fornecimento(ctef) 3 4 A.T.O. verifica documentação e estando de acordo com o objetivo do contrato de financiamento, informa o M.F./A.P. para o início do desembolso. Inicia a execução do empreendimento. Observação: Esta fase sempre acontece para cada obra/serviço e equipamentos integrante do contrato de financiamento e repasse, na medida em que forem ocorrendo processos licitatórios que resultem em novos CTEF.
117 FLUXOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DO CONTRATO DE FINANCIAMENTO COM ATUAÇÃO DE AGENTE TÉCNICO-OPERACIONAL Fl. 117 PARTE II: DESEMBOLSO DOS RECURSOS FASES GESTOR AG. FINANCEIRO AG.OPERADOR AG. T.OPERACIONAL M. FINAL / A. P. 1 Encaminha ao A.T.O. pedido de desembolso, acompanhado da documentação pertinente 2 A.T.O. verifica documentação e elabora os relatórios com a vistas a deliberação do desembolso 3 Emite ofício de solicitação de desembolso e encaminha FPD e BSCA - Solicitação à Representação Regional do A.O. ACEITO Envia FPD e BSCA ao e FPD à Representação Regional do A.O. PENDÊN CIAS Comunica ao MF/AP. Reapresenta ou complementa a documentação 4 Analisa o pedido de desembolso, insere sua manifestação na FPD e aguarda o depósito da contrapartida Comunica o valor da contrapartida ao MF/AP 5 Deposita contrapartida e envia comprovante ao ATO 6 Emite DRP e, se for o caso, aviso de crédito ao agente financeiro. Envia cópia da FPD ao ATO 7 Transfere D + 2, o valor para depósito em CV do mutuário Final 8 Autoriza o PV a transferir os recursos depositados na CV, aos beneficiários constantes do BSCA 9 Providencia a comunicação da liberação dos recursos ao Poder Legislativo
118 PARTE III: ALTERAÇÕES CONTRATUAIS Fl. 118 FASES GESTOR AG. FINANCEIRO AG.OPERADOR AG. T.OPERACIONAL M. FINAL / A. P Analisa a proposta, verifica enquadramento conforme manual de fomento, elabora os relatórios pertinentes e delibera sobre a matéria. Não aceita, e aceita informa o AF Encaminha proposta de alteração Contratual ao A.T.O. c/c para o A.F. Verifica motivo da recusa do pleito, reencaminhando ao A.T.O., se for o caso Opção A: matéria de alçada decisória do A.F., emite Instrumento Contratual, e devolve ao A.T.O.. Opção B: matéria de alçada decisória do A.O., emite concordância e devolve ao A.T.O Prepara a documentação técnica, administrativa e jurídica, para apreciação e deliberação do A.F. e, do A.O., se for o caso Opção A: atualiza controles de acompanhamento e, encaminha Instrumento Contratual ao M.F. Opção B: encaminha ao A.O. a proposta acompanhada dos elementos técnicos, para deliberação. 7 Analisa a matéria, emitindo aviso ao A.T.O quanto a sua deliberação Opção B Opção A Atualiza os controles de gerenciamento do empreendimento
119 PARTE III: ALTERAÇÕES CONTRATUAIS Fl. 119 FASES GESTOR AG. FINANCEIRO AG.OPERADOR AG. T.OPERACIONAL M. FINAL / A. P. 8 9 Emite Instrumento Contratual, e envia ao A.T. O. c/c ao A.O. Comunica A.F. acompanhado dos elementos técnicos, administrativos e jurídicos, com vistas a emissão do Instrumento Contratual 10 Atualiza o Sistema Operacional Atualiza controles de acompanhamento e, encaminha Instrumento Contratual ao M.F. 11 Atualiza os controles de gerenciamento do empreendimento * Instrumento Contratual: documento jurídico que deve expressar a concordância do agente financeiro. quanto ao pedido de alteração contratual formulado pelo mutuário Final. Ex: Carta Reversal
120 1 - SOLICITAÇÃO DE FINANCIAMENTO (Ofício em papel timbrado) Fl. 120 Ao (agente financeiro) Endereço: Assunto: Solicitação de Financiamento Senhor Superintendente/Gerente 1 Em conformidade com as Normas e Procedimentos do Programa SANEAMENTO PARA TODOS, vem esta(e) (1) solicitar ao (agente financeiro) financiamento destinado à (2) da(s) cidade(s) de (3). 1.1 Para a realização do(s) empreendimento(s) é necessário o investimento de R$. 1.2 A parcela referente a contrapartida é de R$ e será assumida pelo(a) (4). 1.3 A parcela a ser financiada é de. 1.4 Juntamos a documentação exigida por este agente financeiro, para exame e aprovação, informando que o Projeto e o orçamento foram analisados e aprovados sem restrições, atendendo às normas e procedimentos em vigor, bem como concordamos com a solução técnica adotada e nos responsabilizamos pela sua manutenção e operação. 1.5 Os representantes deste Agente, e dos Órgãos Garantidores e da Contrapartida (quando for o caso), com seus respectivos cargos, junto ao agente financeiro são os seguintes: (indicar o nome, cargo e Órgão que representa). Local e Data Assinatura...(5)... (1) Identificar o mutuário. (2) Indicar o objetivo do financiamento em função da modalidade em que o mesmo foi enquadrado. (3) Relacionar a(s) cidade(s) a ser(em) beneficiada(s). (4) Identificar a entidade responsável pela contrapartida. No caso de ser o próprio mutuário, fica dispensada a declaração de disponibilidade da contrapartida. (5) Assinatura do responsável (mutuário) e sua identificação.
121 2 - LEI AUTORIZATIVA Fl. 121 SUGESTÃO DE MINUTA DE LEI AUTORIZATIVA - SETOR PÚBLICO Autoriza o Poder Executivo a contratar financiamento com o (agente financeiro), a oferecer garantias e dá providências correlatas. O GOVERNADOR DO ESTADO (ou o PREFEITO do ) faz saber que a Assembléia Legislativa do Estado d (ou Câmara Municipal) aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a contratar e garantir financiamento com o(a) (Nome do agente financeiro) até o valor de R$ (por extenso), destinados à execução de empreendimentos integrantes do Programa. Art. 2º - Para a garantia do principal e acessórios dos financiamentos pelo Estado (ou pelo Município) para a execução de obras, serviços e equipamentos, observada a finalidade indicada no Art. 1º, fica o Poder Executivo autorizado a utilizar parcelas de quotas do Fundo de Participações dos Estados (ou dos Municípios) e ou do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Produção de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações - ICMS e do produto da arrecadação de outros impostos, na forma da legislação em vigor, e, na hipótese de sua extinção, os fundos ou impostos que venham substituí-los, bem como, na sua insuficiência, parte dos depósitos bancários, conferindo ao agente financeiro, os poderes bastantes para que as garantias possam ser prontamente exeqüíveis no caso de inadimplemento. PARÁGRAFO ÚNICO - Os poderes previstos neste artigo só poderão ser exercidos pelo (agente financeiro) na hipótese de o Estado (ou o Município) não ter efetuado, no vencimento, o pagamento das obrigações assumidas nos contratos de empréstimo celebrados com o (agente financeiro). Art. 3º - O Poder Executivo consignará nos orçamentos anuais e plurianuais do Estado (ou do Município), durante os prazos que vierem a ser estabelecidos para os empréstimos por ele contraídos, dotações suficientes à amortização do principal e acessórios resultantes do cumprimento desta Lei. Art. 4º - O Poder Executivo baixará os atos próprios para a regulamentação da presente Lei. Art. 5º - Esta Lei entrará em vigor a partir da data de sua publicação. Art. 6º - Revogam-se as disposições em contrário.
122 3 - QUADRO DE COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO - QCI Fl. 122 EMPREENDIMENTO: MUTUÁRIO: PROGRAMA: MODALIDADE: ABASTECIMENTO DE ÁGUA FINALIDADE: DISCRIMINAÇÃO MEDIDA QUANT./ VALOR 1 Captação 2 Elevatória UM 3 Adução M 4 Tratamento UM 5 Reservação UM 6 Rede de distribuição KM 7 Ligação predial UM 8 Pesquisa de mananciais VB 9 Itens especiais 9.1 Aquisição de Terreno m2 9.2 Reassentamento UN 9.3 Subestação rebaixadora de tensão UN 9.4 Travessias M 9.5 Estrada de acesso/serviço Km 9.6 Eletrificação M 9.7 Obras complementares VB 9.8 Ação de preservação ambiental VB 10 Elaboração de estudos e projetos VB 11 Trabalho Sócio-Ambiental VB A CUSTO DIRETO = Soma (1 a 11) B Gerenciamento do Empreendimento = A x (de 0,00 a 0,02) C TOTAL DO INVESTIMENTO = A + B D CONTRAPARTIDA (...% de C) E FINANCIAMENTO = C - D (...% de C) Data / / Agente Promotor Mutuário
123 3-A - QUADRO DE COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO QCI Fl. 123 EMPREENDIMENTO: MUTUÁRIO: PROGRAMA: MODALIDADE: ESGOTAMENTO SANITÁRIO FINALIDADE: DISCRIMINAÇÃO MEDIDA QUANT. VALOR 1 Rede coletora e interceptora. M 2 Elevatória UM 3 Emissário M 4 Tratamento UM 5 Ligação predial UM 6 Itens especiais 6.1 Aquisição de Terreno M2 6.2 Subestação rebaixadora de tensão UN 6.3 Travessias M 6.4 Estrada de acesso/serviço Km 6.5 Eletrificação M 6.6 Obras complementares VB 6.7 Ação de preservação ambiental VB 6.8 Reassentamento 7 Elaboração de estudos e projetos 8 Trabalho Sócio-Ambiental VB A CUSTO DIRETO = SOMA (1 a 8) B Gerenciamento do Empreendimento = A x ( de 0,00 a 0,02) C TOTAL DO INVESTIMENTO = A + B D CONTRAPARTIDA (...% de C) E FINANCIAMENTO = C - D (...% de C) Data / / Agente Promotor Mutuário
124 3-B - QUADRO DE COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO QCI Fl. 124 EMPREENDIMENTO: MUTUÁRIO: PROGRAMA: MODALIDADE: MANEJO DE ÁGUAS PLUVIAIS FINALIDADE: DISCRIMINAÇÃO MEDIDA QUANT. VALOR 1 Canais M 2 Rede de galerias pluviais M 3 Retificação M 4 Pavimentação m2 5 Desassoreamento de rios e canais m3 6 Contenção de encostas m2 7 Itens especiais 7.1 Aquisição de Terreno m2 7.2 Travessias M 7.3 Obras complementares VB 7.4 Ações de preservação ambiental VB 8 Elaboração de estudos e projetos/ Plano Diretor de Manejo de Águas Pluviais VB 9 Trabalho Sócio-Ambiental VB 10 Reassentamento de Moradias 11 Contenção de águas pluviais 12 Urbanização 13 Sistema de monitoramento e informação A CUSTO DIRETO = SOMA ( 1 a 13) B Gerenciamento do Empreendimento = A x (de 0,00 a 0,02) C TOTAL DO INVESTIMENTO = A + B D CONTRAPARTIDA (...% de C ) E FINANCIAMENTO = C - D (...% de C) Data / / Agente Promotor Mutuário
125 3-C - QUADRO DE COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO QCI Fl. 125 EMPREENDIMENTO: MUTUÁRIO: PROGRAMA: MODALIDADE: DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL - DI FINALIDADE: DISCRIMINAÇÃO MEDIDA QUANT. VALOR 1 Macromedição e Pitometria 2 Micromedição 3 Sist. Integrado de Prest. de Ser. e Atendimento - SIPSAP 4 Cadastro Técnico 5 Padronização e Automatização de Unidades Operacionais 6 Reabilitação de Unidades Operacionais 7 Planejamento e Controle Operacional 8 Cadastro de Consumidores 9 Faturamento e Cobrança 10 Trabalho Sócio-Ambiental VB 11 Controle Operacional 12 Eficiência Energética 13 Estudos e Projetos 14 Gestão Comercial 15 Instalações Laboratoriais 16 Aquisição de Terreno A TOTAL DO INVESTIMENTO (soma de 1 a 10) B Gerenciamento do Empreendimento = A x (de 0,00 a 0,02) C CONTRAPARTIDA... (...% de C) D FINANCIAMENTO = C - D (...% de C) Data / / Agente Promotor Mutuário
126 3-D - QUADRO DE COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO QCI EMPREENDIMENTO: MUTUÁRIO: PROGRAMA: MODALIDADE: MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS FINALIDADE: Fl. 126 DISCRIMINAÇÃO MEDIDA QUANT. VALOR 1 Monitoramento ambiental VB 2 Elaboração de estudos e projetos VB 3 Central de Processamento de recicláveis Kg 3.1 Máquinas e equipamentos Assistência Técnica 3.2 Obras e serviços Treinamento para operação e manutenção 4 Aterro sanitário 5 Itens especiais 5.1 Custo do terreno M2 5.2 Realocação de população (eventualmente) 5.3 Obras complementares 5.4 Ação de preservação ambiental VB 5.5 Trabalho Sócio-Ambiental VB 6 Serviços de Coleta (**) 6.1 Máquinas e equipamentos 6.2 Vias de acesso internas e externas 7. Reassentamento de Moradias A CUSTO DIRETO = SOMA (1 a 7) B Gerenciamento do Empreendimento = A x ( de 0,00 a 0,02) C INVESTIMENTO = A + B D CONTRAPARTIDA... [...% (de C - item 6)]) E CONTRAPARTIDA ADICIONAL (ITEM 6) F FINANCIAMENTO = C - D - E (...% de C) Data / / Agente Promotor Mutuário (**) essas ações não são financiáveis pela modalidade, entretanto poderão ser incluídas no investimento, sob a forma de contrapartida adicional.
127 3-E - QUADRO DE COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO - QCI Fl. 127 EMPREENDIMENTO: MUTUÁRIO: PROGRAMA: MODALIDADE: SANEAMENTO INTEGRADO FINALIDADE: PRAZOS: INÍCIO: / / TÉRMINO: / / 1)(NOME DA 2)(NOME DA 3)(NOME DA População Total ÁREA)(*) ÁREA) ÁREA) População a ser beneficiada DISCRIMINAÇÃO TOTAL (R$) 1. Água 2. Esgoto 3. Instalações hidráulico-sanitárias intra domiciliares 4. Trabalho Sócio-Ambiental 5. Microdrenagem / Macrodrenagem 6. Manejo de Resíduos Sólidos 7. Contenção de encostas 8. Vias de circulação / pedestres 9. Reassentamento de Moradias 10. Obras complementares 11. Ações de preservação ambiental 12. Aquisição de Terreno A) CUSTO DIRETO = Soma (1 a 12) B) Gerenciamento do Empreendimento = A x (de 0,00 a 0,04) C) TOTAL DO INVESTIMENTO = A + B D) CONTRAPARTIDA (...% de C) E) FINANCIAMENTO = C - D (...% de C) *Gerenciamento do Empreendimento - Remuneração do agente promotor (*) Identificação/nome das áreas (localidades ou bairros) onde será implementada a intervenção. Utilize quantas colunas forem necessárias, podendo inclusive adequar lay-out.
128 3-F - QUADRO DE COMPOSIÇÃO DE INVESTIMENTOS QCI EMPREENDIMENTO: MUTUÁRIO: PROGRAMA: MODALIDADE: RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO - RCD FINALIDADE: Fl. 128 DISCRIMINAÇÃO MEDIDA QUANT. VALOR 1 Elaboração de estudos e projetos VB 2 Máquinas e equipamentos UN 3 Obras e serviços 3.1 Instalações físicas 3.2 Aterros 3.3 Urbanização 4 Equipamentos e veículos específicos acondicionamento 5 Itens especiais 5.1 Custo do terreno M2 5.2 Realocação de população (eventualmente) 5.3 Obras complementares 5.4 Ação de preservação ambiental VB 5.5 Trabalho Sócio-Ambiental VB 6 Serviços de Coleta (**) 6.1 Máquinas e equipamentos 6.2 Vias de acesso internas e externas A CUSTO DIRETO = SOMA (1 a 6) B Gerenciamento do Empreendimento = A x ( de 0,00 a 0,02) C INVESTIMENTO = A + B D CONTRAPARTIDA... [...% (de C - item 6)]) E CONTRAPARTIDA ADICIONAL (ITEM 6) F FINANCIAMENTO = C - D - E (...% de C) Data / / Agente Promotor Mutuário
129 3-G - QUADRO DE COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO QCI CONSOLIDADO EMPREENDIMENTOS: MUTUÁRIO: PROGRAMA: MODALIDADES: FINALIDADE: Fl. 129 DISCRIMINAÇÃO VALOR A CUSTO DIRETO = SOMA (1 a 13) B TOTAL DO INVESTIMENTO = A + B C CONTRAPARTIDA (...% de C) D FINANCIAMENTO = C - D (...% de C) Data / / Agente Promotor Mutuário
130 4 - CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO ( a ser utilizado quando a contrapartida for física) Fl. 130 Programa: Empreendimento: Modalidade: Agente Financeiro: Agente Promotor: Valor do Empréstimo: (R$) Empresa: Localização: Início da Obra: / / Tipo de Serviço: Discriminação dos serviços Peso Valor das Obras Mês 00 Mês 01 Mês 02 Mês 03 Mês 04 Mês 05 Mês 06 % Serviços (R$) % R$ % R$ % R$ % R$ % R$ % R$ % R$ RECURSOS DO FGTS SUB-TOTAL: SIMPLES ACUMULADO CONTRAPARTI D DA PROPONENTE TE SUB-TOTAL: SIMPLES ACUMULADO TOTAL SIMPLES 100 ACUMULADO 100 EMPRESA CONTRATADA AGENTE PROMOTOR mutuário
131 4 - CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO ( a ser utilizado quando a contrapartida for financeira) Fl. 131 Programa: GLOBAL INDIVIDUAL Empreendimento: Modalidade: Agente Financeiro: Agente Promotor: Valor do Empréstimo: (R$) Empresa: Localização: Início da Obra: / / Tipo de Serviço: Item Discriminação dos serviços Peso Valor das Obras Mês 00 Mês 01 Mês 02 Mês 03 Mês 04 Mês 05 Mês 06 % Serviços (R$) % R$ % R$ % R$ % R$ % R$ % R$ % R$ TOTAL SIMPLES 100 ACUMULADO 100 EMPRESA CONTRATADA AGENTE PROMOTOR MUTUÀRIO
132 5 - CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO Fl. 132 CRONOGRAMA INICIAL REPROGRAMAÇÃO PROGRAMA: mutuário: CT. N.º: MODALIDADE FINALIDADE: VALOR LIBERADO ATÉ: / / R$ EMPREENDIMENTO A LIBERAR: R$ TÉRMINO DA CARÊNCIA: TOTAL FINANCIAMENTO CONTRAPARTIDA INVESTIMENTO R$ R$ R$ R$ Valores em R$ 1,00 REFERÊNCIA DESEMBOLSOS MÊS ANO FGTS -VALOR % CONTRAP. - VALOR % OUTROS- VALOR % TOTAL POR EXERCÍCIO ANO FGTS CONTRAPARTIDA OUTROS Data / / agente promotor mutuário OBSERVAÇÃO: 1) Este quadro indica a origem dos recursos a serem alocados ao(s) projeto(s), os percentuais de participação de cada Entidade no financiamento e os valores a serem desembolsados mensalmente, bimestralmente ou trimestralmente. 2) Este cronograma deverá ser parte integrante do contrato de financiamento - ANEXO I
133 6 - AVALIAÇÃO ECONÔMICA DO EMPREENDIMENTO Fl. 133 I - QUADRO AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO Unidade Federação: Localidade(s): Agente Promotor: Sistema Data do Preenchimento DECLARAÇÃO Local e Data Informamos que a Avaliação Econômica do(s) Sistema(s) de Abastecimento de Água da(s) localidade(s) Município,Estado, foi analisada e aprovada sem restrições, atendendo as normas e procedimentos em vigor. (ass.) Técnico Responsável Nome: Cargo: N.º do Conselho Profissional: De acordo: (ass.) Diretor da Área Competente(ass.) Nome: CPF : II - INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO 09 1 É de inteira responsabilidade do Agente Financeiro a decisão sobre a dispensa ou não da avaliação econômica dos projetos a serem implantados na área de saneamento básico. 2 Caso o Agente Financeiro exija a análise econômica do empreendimento, o agente promotor/mutuário, na apresentação dos estudos e projetos e no encaminhamento das Solicitações de Financiamento referentes a "Implantação de Sistemas" e "Ampliação de Sistemas" devem apresentar a Avaliação Econômica do correspondente
134 Fl. 134 empreendimento quando se configurar pelo menos uma das situações a seguir relacionadas: a) a relação entre a metragem de rede a executar com o financiamento, e as correspondentes ligações a serem atendidas, de imediato, pelo projeto, for maior do que 20 m/lig. (vinte metros por ligação); b) as sondagens constantes do projeto apresentado demonstrarem grande incidência de rocha ou solo mole nos locais onde serão construídas as unidades dos sistemas. No caso de Abastecimento de Água: a) a extensão total de todas as adutoras de água bruta e de água tratada a serem construídas até o ano de saturação do sistema, ultrapassar a 20 Km (vinte quilômetros); b) a soma dos desníveis geométricos das adutoras por recalque do sistema, a serem construídas até o ano de saturação do sistema, ultrapassar a 150 m (cento e cinqüenta metros); No caso de Esgotamento Sanitário: a) a extensão total de todos os emissários de esgotos a serem construídas até o ano de alcance do projeto, ultrapassar a 8 Km (oito quilômetros); b) a profundidade dos coletores e interceptores a serem construídos for maior que 4 m (quatro metros). 2.1 Não será necessária apresentação da Avaliação Econômica nos casos em que, mesmo que a operação se enquadre nas condições do subitem anterior, já tenha sido aplicados mais de 50% de todos os recursos necessários à implantação de todos os componentes do sistema ou se destine a compor a contrapartida nacional, em empréstimos firmados com o BIRD ou BID, e que já tenham sido objeto de avaliação pelos mesmos. 3 Na apresentação da Avaliação Econômica do empreendimento, devem ser observadas as disposições indicadas a seguir: 3.1 A Avaliação Econômica do empreendimento deve ser realizada pelo método do Custo Incremental Médio de Longo Prazo (CIM), conforme definido no Modelo 21 - Instrução para Elaboração e Apresentação do Projeto Básico por modalidade. Nota: A Avaliação econômica preliminar é aquela baseada em estimativas de custos quando do Estudo de Concepção do novo sistema, e a Avaliação econômica definitiva é aquela fundamentada em orçamento detalhado referente ao Projeto Básico. 3.2 Para o cálculo do CIM, devem ser sempre incluídos todos os investimentos complementares e todas as despesas de exploração incrementais, tais como despesas comerciais, administrativas, operação e manutenção do sistema até a saturação do mesmo São excluídos do cálculo do CIM, investimentos que beneficiam usuários atualmente servidos pelo sistema existente As receitas operacionais indiretas dos serviços devem ser consideradas como custos negativos Os custos não incluem juros e amortizações da dívida, bem como depreciação.
135 Manual de Fomento Fl No caso de sistemas integrados, o CIM deve ser calculado considerando todas as localidades beneficiadas. 3.3 Todos os valores monetários utilizados são referentes a uma mesma data e expressos em moeda corrente e legal. 3.4 Na Solicitação de Financiamento a Avaliação Econômica deve ser atualizada e encaminhada ao agente financeiro, verificando-se a satisfação das seguintes condições: a) a tarifa média de água da cidade (ou de cidade similar, em caso de implantação de um novo sistema) deve ser igual ou maior do que 75% do CIM, para cidades com população acima de habitantes no ano de elaboração dos estudos; b) a tarifa média de água da cidade (ou de cidade similar, em caso de implantação de um novo sistema) deve ser igual ou maior do que 60% do CIM, para cidades com população de até habitantes no ano de elaboração dos estudos Empreendimentos não enquadrados nessas condições devem ser reestudados, buscando-se padrões ou soluções mais apropriadas às características da população (soluções não convencionais) Não havendo condições de enquadramento nos itens acima, o agente financeiro dá conhecimento dos estudos econômicos e justificativas sociais especiais à Instância Colegiada Estadual que tomará as seguintes providências: Autoriza o agente financeiro a dar prosseguimento à operação na situação em que se encontra; Substitui o empreendimento por outro economicamente viável, conforme o presente. 3.5 Os critérios e rotinas para obtenção dos resultados econômicos, tais como cálculo da tarifa média, despesas com energia, pessoal, etc., devem constar em um capítulo do relatório da Avaliação Econômica, observando: 3.6 Devem ser apresentadas as informações referentes aos itens abaixo elencados: Nome (Estado, Cidade, Título do Projeto) Descrição do Projeto 1) Breve descrição quantificada das obras a serem realizadas até a saturação do sistema; 2) Capacidade atual do sistema existente (l/s); 3) Incremento de capacidade com as obras (l/s); 4) Capacidade total após as obras (l/s); 5) Potência instalada no sistema existente (CV); 6) Incremento de potência instalada com as obras (CV); 7) Potência instalada total após as obras (CV); 8) Capacidade do tratamento existente (l/s); 9) Capacidade do tratamento a ser adicionada (l/s); 10) Extensão de rede existente (m); 11) Extensão de rede a ser construída (m); 12) Capacidade do armazenamento existente (m 3 ); 13) Capacidade do armazenamento a ser adicionada (m 3 ); 14) Número atual de ligações atendidas (ano 2000);
136 Fl ) Número atual de economias atendidas (ano 2000); 16) População atendida na saturação do sistema existente (ano 2000); 17) População atual atendida (ano 2000); 18) População incremental média atendida (soma das populações anuais até a saturação do sistema dividido pelo número de anos correspondentes); 19) Porcentagem atual de ligações micromedidas; 20) Porcentagem atual de economias micromedidas 21) Volume micromedido/ligação/mês (m 3 /ligação/mês); obs.: excluir consumo industrial se for significativo 22) Volume micromedido/economia/mês (m 3 /economia/mês); obs.: excluir consumo industrial se for significativo 23) Percentagem do consumo industrial sobre o consumo total; 24) Nível de perdas = (volume produzido - volume consumido) / (volume produzido) x 100; 25) Produção "per capita" atual (l/hab. dia); 26) Produção "per capita" na época da saturação do sistema (l/hab. dia); 27) Consumo "per capita" (l/hab. dia) na saturação do sistema existente (sem racionamento de água); 28) Consumo "per capita" atual (incluída a população mal atendida, se houver); 29) Consumo "per capita" no início de operação do sistema projetado; 30) Consumo "per capita" na saturação do sistema projetado Custo do Projeto em Preços Constantes de (data): 1) Investimento inicial em ampliações; 2) Investimentos complementares em ampliações; 3) Investimentos em reformas e reabilitações Valores presentes de : 1) Despesas de explorações incrementais; 2) Investimentos em ampliações; 3) Receitas operacionais indiretas; 4) Custo total ( ); 5) Volume consumido incremental (m 3 ); 6) Volume faturável incremental (m 3 ); 7) População servida incremental Índices Econômicos: 1) População anual servida equivalente (valor do item 2.6.4, subitem 7, multiplicado pelo fator de anualidade para o período de vida útil do sistema, sendo 0,115 para 30 anos); 2) Investimento "per capita" : [Investimentos=(item 2.6.4, subitem 2) dividido pela população anual servida equivalente (item 2.6.5, subitem 1]; 3) Custo "per capita" : [Custo total=(item 2.6.4, subitem 4) dividido pela população anual servida equivalente (item 2.6.5, subitem 1]; 4) Custo incremental médio de longo prazo (em R$/m 3 ) = (custo total (item 2.6.4, subitem 4) dividido pelo volume consumido incremental (item 2.6.4, subitem 5); 5) Tarifa média atual (em R$/m 3 ); 6) Tarifa média atual (item 2.6.5, subitem 5) CIM (item 2.6.5, subitem 4) ) QUADROS DEMONSTRATIVOS
137 VALORES TOTAIS * ANO POPULAÇÃO URBANA POPULAÇÃO SERVIDA % SERVIDA VOLUME (10m 3 / ano) DESPESAS DE EXPLORAÇÃO ECONOMIAS PRODUZIDO CONSUMIDO FATURA pessoal ENERGIA ELÉTRICA OUTROS Fl. 137 TOTAL * ( DESDE O ANO BASE ATÉ O ANO DE SATURAÇÃO ) VALORES INCREMENTAIS A N O POPULAÇÃO SERVIDA EXTENSÃO VOLUME DESPESAS REDE CONSUMIDO (10 3 EXPLORAÇÃO m 3 / (m) ANO) (a) DE Investimentos R$ REDE LIGAÇÕES E HIDRÔMETROS OUTROS * TOTAL (b) RECEITAS OPERACIONAIS INDIRETAS (c) CUSTO TOTAL (a + b - c) VALOR PRESENTE DOS CUSTOS (Cp) VALOR PRESENTE DOS VOLUMES CONSUMIDOS (Vp) CIM = (Cp)) (Vp) * TANTAS COLUNAS QUANTAS FOREM NECESSÁRIAS PARA DISCRIMINAR OS OUTROS COMPONENTES DO SISTEMA BALANÇO HÍDRICO POPULAÇÃO PERCENTUAL ECONOMIAS ATENDIDAS CONSUMO PRODUÇÃO (l/s) ANO URBANA (1) CRESC. (2) ATEND. ATENDIDA TOTAL % MEDIDAS m3 mes econ. MÉDIO TOTAL (l/s) PERDAS FÍSICAS % CAPACIDADE (A) REQUERID (B) A-B A. % OBS.: a) Se os consumos de determinadas categorias de economia não domiciliar forem significativos, tal como consumo industrial, deve ser apresentado um quadro discriminando os consumos por categoria; b) Registrar os dados de anos anteriores e a projeção correspondente ao período de alcance do projeto. (1) - Percentual de crescimento da população (2) - Percentual de Atendimento
138 7 - RELATÓRIO SÍNTESE Fl. 138 N.º / DATA / / AGENTE TÉCNICO OPERACIONAL GIDUR/REDUR- (o preenchimento dos campos a seguir são de responsabilidade da GIDUR/REDUR) PROGRAMA MODALIDADE NORMAS BÁSICAS PROCESSO N.º NOME DO EMPREENDIMENTO LOCALIZAÇÃO OBJETIVO CARTA CONSULTA Data de Seleção: / / Publicada no DOU em / / AGENTES ENVOLVIDOS Mutuário: Agente Financeiro: Agente Promotor: Agente Garantidor: Agente Tec.Operacional: CNPJ: CNPJ: CNPJ: CNPJ: CNPJ:
139 CONDIÇÕES BÁSICAS DA OPERAÇÃO Fl. 139 Valor do Investimento (VI): R$ 100% Valor do Financiamento (VF): R$ % Valor da Contrapartida (CP): R$ % Recursos Próprios: R$ % Recursos de Terceiros: R$ % Prazo de Execução: Prazo de Carência: Prazo de Amortização: Taxa de Juros do Financiamento: Taxa de Risco de Crédito do A.F. Meses Meses Meses % a.a. % a.a. Sistema de Amortização: CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO A SER ATENDIDA População Urbana do Município: População beneficiária do empreendimento: famílias - habitantes Renda média por família: COMPLEMENTARIDADE COM OUTRAS AÇÕES A área já foi objeto de investimentos anteriores com recursos do FGTS? ( ) Sim ( ) Não Caso positivo, relacioná-los MANIFESTAÇÃO DA GIDUR NA QUALIDADE DE A.T.O. Assinatura do Gerente da GIDUR/REDUR
140 AGENTE FINANCEIRO: (o preenchimento dos campos a seguir são de responsabilidade do A.F.) Fl. 140 GARANTIAS Vinculação de receitas: Garantias reais: Garantias fidejussórias complementares: ASPECTOS LEGAIS DE AUTORIZAÇÃO Lei MUNICIPAL OU ESTADUAL n.º de / / Data da publicação no D.O.E. / / Resolução do Senado: Autorização da S.T.N: Registro no CADIP: ASPECTOS CADASTRAIS Proponente agente promotor ( ) Sem restrições ( ) Sem restrições ( ) Com restrições ( )Com restrições Junto a: CADIN/CADIP junto a: CADIN/CADIP OUTROS OUTROS Garantidor ( ) Sem restrições ( ) Com restrições Junto a: CADIN/CADIP OUTROS Observações: MANIFESTAÇÃO DO AGENTE FINANCEIRO Assinatura do representante legal AGENTE OPERADOR RSN ADMINSTRAR FGTS ( o preenchimento dos campos a seguir são de responsabilidade da RSN ADMINSTRAR FGTS) MANIFESTAÇÃO DA RSN ADMINSTRAR FGTS: Assinatura do Gerente da RSN ADMINSTRAR FGTS
141 Fl RELATÓRIO SÍNTESE ORIENTAÇÃO (CAIXA ATUANDO COMO AGENTE TÉCNICO OPERACIONAL) N.º / Preencher com numeração seqüencial DATA / / Informar a data de emissão do Relatório Síntese. AGENTE TÉCNICO OPERACIONAL Indicar o nome da GIDUR responsável pela análise prévia da operação de crédito, acrescido da Unidade da Federação. PROGRAMA Preencher com a identificação do Programa MODALIDADE Citar, dentre as modalidades abaixo, aquela(s) em que foi enquadrado o projeto: Modalidades do SETOR PÚBLICO Abastecimento de Água Esgotamento Sanitário Saneamento Integrado DI - Desenvolvimento Institucional Manejo de Águas Pluviais Manejo de Resíduos Sólidos Manejo de Resíduos da Construção e Demolição Preservação e Recuperação de Mananciais Estudos e Projetos Modalidades do SETOR PRIVADO Abastecimento de Água Esgotamento Sanitário DI - Desenvolvimento Institucional Manejo de Águas Pluviais Manejo de Resíduos Sólidos Manejo de Resíduos da Construção e Demolição Modalidades do SPE Abastecimento de Água Esgotamento Sanitário NORMAS BÁSICAS Relacionar os manuais normativos PROCESSO N.º
142 Fl. 142 Citar o número do processo a que se refere o Relatório, acrescido dos dois últimos dígitos do ano correspondente à sua autuação. NOME DO EMPREENDIMENTO Informar o nome de identificação do empreendimento. LOCALIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO Citar a(s) área(s) ou o(s) bairro(s) que são beneficiado(s) com o empreendimento, bem como o(s) nome(s) do(s) município(s). OBJETIVO Informar o objetivo da operação, com descrição sucinta das obras e/ou serviços a serem realizados. CARTA CONSULTA Informar a data de seleção da operação pela SEDU/PR e a data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. AGENTES ENVOLVIDOS Mutuário Citar o nome e o CNPJ do tomador do financiamento. No caso do tomador ser a administração direta, o mutuário deve ser denominado Município de ou Estado de, não sendo apropriado o uso das expressões "Prefeitura Municipal" ou "Governo do Estado". Agente Financeiro/Agente Promotor/Agente Garantidor / Agente Tec. operacional Informar o nome completo e a sigla, bem como o CNPJ. CONDIÇÕES BÁSICAS DA OPERAÇÃO Valor do Investimento (VI) Indicar o custo total do empreendimento que deve corresponder à soma dos valores do financiamento e da contrapartida. Participação percentual: pré-impresso Valor do Financiamento (VF) Informar o valor dos recursos do FGTS a serem alocados ao empreendimento Participação percentual: indicar a relação percentual entre o valor do financiamento e o do investimento. Valor da Contrapartida (CP) Indicar o valor correspondente à participação do mutuário no empreendimento, que pode ser composta de recursos próprios ou de terceiros. Participação percentual: indicar a relação percentual entre o valor da contrapartida e o do investimento. Recursos Próprios
143 Indicar o montante de recursos próprios do mutuário a serem alocados ao empreendimento. Participação percentual: indicar a relação percentual entre o valor dos recursos próprios e o do investimento. Recursos de Terceiros Indicar, quando for o caso, o montante de recursos de terceiros, incluídos aqueles obtidos junto a Organismos Multilaterais. Participação percentual: indicar a relação percentual entre o valor dos recursos de terceiros e o do investimento. Prazo de Execução Informar, em meses, o prazo de execução das obras e do Trabalho Sócio-Ambiental, nas modalidades que o prevêem. Prazo de Carência Indicar, em meses, o prazo de carência da operação. Prazo de Amortização Indicar, em meses, o prazo de amortização do financiamento. Taxa de Juros do Financiamento Informar a taxa de juros da operação. Sistema de Amortização Utilizar, preferencialmente, o Sistema de Amortização Constante SAC, podendo ser utilizado o SFA Tabela Price. Risco de Crédito Taxa variável de 0,2 a 14,4% ao ano, incidente sobre o saldo devedor, informada no contrato de abertura de crédito com o agente financeiro. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO A SER ATENDIDA População Urbana do Município Informar a população urbana do município constante do último censo demográfico do IBGE ou da previsão estimada pelo IBGE. População beneficiária do empreendimento Informar o número de famílias e de habitantes que são beneficiados diretamente com o empreendimento. Renda média por família Informar a renda mensal média da população a ser atendida, quantificando-a em salários mínimos. Exemplo: 01 S.M., 03 S.M., etc. COMPLEMENTARIDADE COM OUTRAS AÇÕES Informar se a área já foi ou não objeto de investimento com recursos do FGTS, relacionando, em caso positivo, os empreendimentos implementados. Fl. 143
144 7 - RELATÓRIO SÍNTESE Fl. 144 N.º / DATA / / AGENTE FINANCEIRO- (o preenchimento dos campos a seguir são de responsabilidade do A.F.) PROGRAMA MODALIDADE NOME DO EMPREENDIMENTO LOCALIZAÇÃO OBJETIVO CARTA CONSULTA Data de Seleção: / / AGENTES ENVOLVIDOS Mutuário: Agente Financeiro: Agente Promotor: Agente Garantidor: Publicada no DOU em / / CNPJ: CNPJ: CNPJ: CNPJ: CONDIÇÕES BÁSICAS DA OPERAÇÃO Valor do Investimento (VI): R$ 100% Valor do Financiamento (VF): R$ % Valor da Contrapartida (CP): R$ % Recursos Próprios: R$ % Recursos de Terceiros: R$ % Prazo de Execução: Prazo de Carência: Prazo de Amortização: Taxa de Juros do Financiamento: Sistema de Amortização: Meses Meses Meses % a.a.
145 Fl. 145 CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO A SER ATENDIDA População Urbana do Município: População beneficiária do empreendimento: famílias - habitantes Renda média por família: COMPLEMENTARIDADE COM OUTRAS AÇÕES A área já foi objeto de investimentos anteriores com recursos do FGTS? Sim Caso positivo, relacioná-los Não GARANTIAS Vinculação de receitas: Garantias reais: Garantias fidejussórias complementares: ASPECTOS LEGAIS DE AUTORIZAÇÃO Lei MUNICIPAL OU ESTADUAL n.º de / / Data da publicação no D.O.E. / / Resolução do Senado: Autorização da S.T.N: Registro no CADIP: ASPECTOS CADASTRAIS Proponente agente promotor ( ) Sem restrições ( ) Sem restrições ( ) Com restrições ( ) Com restrições Junto a: CADIN/CADIP junto a: CADIN/CADIP OUTROS OUTROS Garantidor ( ) Sem restrições ( ) Com restrições Junto a: CADIN/CADIP OUTROS Observações:
146 Fl. 146 MANIFESTAÇÃO DO AGENTE FINANCEIRO Assinatura do representante legal
147 Fl RELATÓRIO SÍNTESE ORIENTAÇÃO (CAIXA NÃO ATUANDO COMO AGENTE TÉCNICO OPERACIONAL) N.º / Preencher com numeração seqüencial DATA / / Informar a data de emissão do Relatório Síntese. AGENTE FINANCEIRO Indicar o nome do A.F. responsável pela análise prévia da operação de crédito, acrescido da Unidade da Federação. PROGRAMA Preencher com a identificação do Programa MODALIDADE Citar, dentre as modalidades abaixo, aquela(s) em que foi enquadrado o projeto: Modalidades do SETOR PÚBLICO Abastecimento de Água Esgotamento Sanitário Saneamento Integrado DI - Desenvolvimento Institucional Manejo de Águas Pluviais Manejo de Resíduos Sólidos Manejo de Resíduos da Construção e Demolição Preservação e Recuperação de Mananciais Estudos e Projetos Modalidades do SETOR PRIVADO Abastecimento de Água Esgotamento Sanitário DI - Desenvolvimento Institucional Manejo de Águas Pluviais Manejo de Resíduos Sólidos Manejo de Resíduos da Construção e Demolição Modalidades do SPE Abastecimento de Água Esgotamento Sanitário NOME DO EMPREENDIMENTO Informar o nome de identificação do empreendimento.
148 LOCALIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO Citar a(s) área(s) ou o(s) bairro(s) que são beneficiado(s) com o empreendimento, bem como o(s) nome(s) do(s) município(s). OBJETIVO Informar o objetivo da operação, com descrição sucinta das obras e/ou serviços a serem realizados. CARTA CONSULTA Informar a data de seleção da operação pela SEDU/PR e a data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. AGENTES ENVOLVIDOS Mutuário Citar o nome e o CNPJ do tomador do financiamento. No caso do tomador ser a administração direta, o mutuário deve ser denominado Município de ou Estado de, não sendo apropriado o uso das expressões "Prefeitura Municipal" ou "Governo do Estado". Agente Financeiro/Agente Promotor/Agente Garantidor / Informar o nome completo e a sigla, bem como o CNPJ. CONDIÇÕES BÁSICAS DA OPERAÇÃO Valor do Investimento (VI) Indicar o custo total do empreendimento que deve corresponder à soma dos valores do financiamento e da contrapartida. Participação percentual: pré-impresso Valor do Financiamento (VF) Informar o valor dos recursos do FGTS a serem alocados ao empreendimento Participação percentual: indicar a relação percentual entre o valor do financiamento e o do investimento. Valor da Contrapartida (CP) Indicar o valor correspondente à participação do mutuário no empreendimento, que pode ser composta de recursos próprios ou de terceiros. Participação percentual: indicar a relação percentual entre o valor da contrapartida e o do investimento. Recursos Próprios Indicar o montante de recursos próprios do mutuário a serem alocados ao empreendimento. Participação percentual: indicar a relação percentual entre o valor dos recursos próprios e o do investimento. Fl. 148
149 Recursos de Terceiros Indicar, quando for o caso, o montante de recursos de terceiros, incluídos aqueles obtidos junto a Organismos Multilaterais. Participação percentual: indicar a relação percentual entre o valor dos recursos de terceiros e o do investimento. Prazo de Execução Informar, em meses, o prazo de execução das obras e do Trabalho Sócio-Ambiental, nas modalidades que o prevêem. Prazo de Carência Indicar, em meses, o prazo de carência da operação. Prazo de Amortização Indicar, em meses, o prazo de amortização do financiamento. Taxa de Juros do Financiamento Informar a taxa de juros da operação. Sistema de Amortização Utilizar, preferencialmente, o Sistema de Amortização Constante SAC, podendo ser utilizado o SFA Tabela Price. CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO A SER ATENDIDA População Urbana do Município Informar a população urbana do município constante do último censo demográfico do IBGE ou da previsão estimada pelo IBGE. População beneficiária do empreendimento Informar o número de famílias e de habitantes que são beneficiados diretamente com o empreendimento. Renda média por família Informar a renda mensal média da população a ser atendida, quantificando-a em salários mínimos. Exemplo: 01 S.M., 03 S.M., etc. COMPLEMENTARIDADE COM OUTRAS AÇÕES Informar se a área já foi ou não objeto de investimento com recursos do FGTS, relacionando, em caso positivo, os empreendimentos implementados. GARANTIAS As previstas na legislação do FGTS. Vinculação de receitas Citar a(s) receita(s) oferecida(s) e aceita(s) para garantir a operação. Exemplo: vinculação de cota-parte do FPE, no caso de estados, vinculação de cota-parte do FPM e de parcelas do ICMS no caso de municípios, e receita tarifária no caso de Cias. de Saneamento e Assemelhados. Fl. 149
150 Garantias reais Caracterizar o(s) bem(ns) oferecido(s) e aceito(s) para garantir a operação. Manual de Fomento Garantias fidejussórias complementares Especificar a(s) garantia(s) oferecida(s) complementarmente às garantias acima mencionadas, se for o caso. ASPECTOS LEGAIS DE AUTORIZAÇÃO Informar o(s) número(s) e data(s) da(s) Lei(s) que autoriza(m) o proponente a contrair/garantir o financiamento. Informar, quando for o caso, o n o e data Resolução do Senado Federal que está amparada a operação, bem como o ato ou ofício de autorização da STN e número do registro no CADIP do BACEN. ASPECTOS CADASTRAIS Assinalar a existência ou não de restrições cadastrais em nome de cada Agente elencado, indicando, caso haja situação de inadimplência, o valor do débito, o órgão credor, devendo ser observados, especialmente, débitos com o FGTS, o INSS e a Receita Federal. Deve ser verificada a situação dos Agentes/Entidades envolvidas na operação junto ao CADIN. MANIFESTAÇÃO DO AGENTE FINANCEIRO Espaço reservado à manifestação Do A.F., que deve conter: informações conclusivas sobre as análises técnicas e operacionais do pedido de financiamento, acrescido dos seguintes aspectos: tradição e desempenho do Proponente e do agente promotor, quanto a empreendimentos anteriores e/ou em andamento, inclusive quanto ao retorno dos financiamentos; outras informações consideradas relevantes para a aprovação da operação; opinamento claro e conclusivo sobre a concessão do financiamento; assinaturas sob carimbo do Gerente de Filial da GIGOV. Fl. 150
151 7 - RELATÓRIO SÍNTESE ALTERAÇÃO DE METAS FÍSICAS Fl. 151 N.º / DATA / / REPRESENTAÇÃO REGIONAL DO AGENTE OPERADOR (CAIXA-RSN ADMINSTRAR FGTS/UF) PROGRAMA MODALIDADE NORMAS BÁSICAS PROCESSO N.º NOME DO EMPREENDIMENTO LOCALIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO AGENTES ENVOLVIDOS Mutuário: Agente Financeiro: Agente Promotor: CNPJ: CNPJ: CNPJ: OBJETIVO COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO Valor do Investimento (VI): R$ 100% Valor do Financiamento (VF): R$ % Valor da Contrapartida (CP): R$ %
152 Fl. 152 CONDIÇÕES BÁSICAS DA OPERAÇÃO EM VIGOR Prazo de Execução: meses Carência: Prazo de Amortização: meses meses CONDIÇÕES BÁSICAS DA OPERAÇÃO COM AS ALTERAÇÕES PROPOSTAS Prazo de Execução: Prazo de Carência: Prazo de Amortização: meses meses meses ASPECTOS CADASTRAIS Proponente agente promotor ( ) Sem restrições ( ) Sem restrições ( ) Com restrições ( ) Com restrições Avaliação de Risco do agente financeiro: Conceito: Data da realização: MANIFESTAÇÃO DO AGENTE FINANCEIRO Em / / REPRESENTANTE DO AGENTE FINANCEIRO MANIFESTAÇÃO DO AGENTE OPERADOR Em / / REPRESENTANTE DO AGENTE OPERADOR
153 7 - RELATÓRIO SÍNTESE - PARA ALTERAÇÃO DE METAS FÍSICAS (ORIENTAÇÃO) Fl. 153 N.º / Preencher com numeração seqüencial e própria do agente financeiro, acrescida dos dois últimos dígitos do ano. Ex.: n.º 001/00. DATA / / Informar a data de emissão do Relatório Síntese. REPRESENTAÇÃO REGIONAL DO AGENTE OPERADOR (CAIXA RSN ADMINSTRAR FGTS/UF) Indicar o nome da Gerência de Filial do FGTS responsável pela análise prévia da operação de crédito, acrescido da Unidade da Federação. PROGRAMA Preencher com a identificação do Programa MODALIDADE Citar, dentre as modalidades abaixo, aquela(s) em que foi enquadrado o projeto: Modalidades do SETOR PÚBLICO Abastecimento de Água Esgotamento Sanitário Saneamento Integrado DI - Desenvolvimento Institucional Manejo de Águas Pluviais Manejo de Resíduos Sólidos Manejo de Resíduos da Construção e Demolição Preservação e Recuperação de Mananciais Estudos e Projetos Modalidades do SETOR PRIVADO Abastecimento de Água Esgotamento Sanitário DI - Desenvolvimento Institucional Manejo de Águas Pluviais Manejo de Resíduos Sólidos Manejo de Resíduos da Construção e Demolição Modalidades do SPE Abastecimento de Água Esgotamento Sanitário PROCESSO N.º Citar o número do processo a que se refere o Relatório, acrescido dos dois últimos dígitos do ano correspondente à sua autuação. NOME DO EMPREENDIMENTO Informar o nome de identificação do empreendimento.
154 LOCALIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO Citar a(s) área(s) ou o(s) bairro(s) que são beneficiado(s) com o empreendimento, bem como o(s) nome(s) do(s) município(s). AGENTES ENVOLVIDOS Mutuário Citar o nome do tomador do financiamento. agente financeiro Informar o nome completo e a sigla. Agente Promotor Informar o nome completo e a sigla. OBJETIVO Informar o objetivo da operação, com descrição sucinta das obras e/ou serviços a serem realizados. COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO Valor do Investimento (VI) Indicar o custo total do empreendimento. Valor do Financiamento (VF) Informar o valor dos recursos do FGTS a serem alocados ao empreendimento e a participação percentual. Valor da Contrapartida (CP) Valor correspondente à participação do mutuário no empreendimento e a participação percentual. CONDIÇÕES BÁSICAS DA OPERAÇÃO EM VIGOR Prazo de Execução Informar, em meses, o prazo de execução das obras e do Trabalho Sócio-Ambiental, nas modalidades que o prevêem. Prazo de Carência Indicar, em meses, o prazo de carência da operação. Prazo de Amortização Indicar, em meses, o prazo de amortização do financiamento. CONDIÇÕES BÁSICAS DA OPERAÇÃO COM AS ALTERAÇÕES PROPOSTAS Prazo de Execução Informar, em meses, o prazo de execução das obras e do Trabalho Sócio-Ambiental, nas modalidades que o prevêem. Prazo de Carência Indicar, em meses, o prazo de carência da operação. Prazo de Amortização Fl. 154
155 Indicar, em meses, o prazo de amortização do financiamento. Fl. 155 ASPECTOS CADASTRAIS Assinalar a existência ou não de restrições cadastrais em nome de cada Agente elencado, indicando, caso haja situação de inadimplência, o valor do débito, o órgão credor, devendo ser observados, especialmente, débitos com a CAIXA e o FGTS, bem como a situação cadastral junto ao CADIN. Informar o conceito da avaliação de risco do agente financeiro e a data de sua realização. Se a análise do risco do agente financeiro estiver com prazo expirado, a RSN ADMINSTRAR FGTS pode aprovar a alteração de metas físicas, condicionando que o encaminhamento pelo agente financeiro da documentação necessária para essa análise deve ocorrer no prazo de até 60 (sessenta) dias após a aprovação da alteração. Decorrido esse prazo, os desembolsos para o empreendimento serão suspensos até a regularização da situação. MANIFESTAÇÃO DO AGENTE FINANCEIRO Espaço reservado à manifestação do agente financeiro, que deve conter: informações conclusivas sobre as análises técnicas e operacionais efetuadas pelos técnicos do agente financeiro, citando inclusive os números dos pareceres emitidos; outras informações consideradas relevantes para a aprovação da operação; opinamento claro e conclusivo sobre a concessão do financiamento; assinaturas sob carimbo do representante legal do agente financeiro, ou do(s) técnico(s) responsáveis por essa manifestação. MANIFESTAÇÃO DO AGENTE OPERADOR Espaço reservado à manifestação do Agente Operador RSN ADMINSTRAR FGTS, que deve abordar de forma conclusiva sobre a viabilidade da operação, promovendo sua aprovação, se for o caso. OBSERVAÇÕES FINAIS 1) A responsabilidade pelo preenchimento do Relatório Síntese e pela consistência dos dados transcritos é do agente financeiro que deve rubricar todas as folhas. 2) À exceção da primeira página, devem constar no cabeçalho de cada folha a numeração seqüencial e o número do Relatório Síntese.
156 8 - SOLICITAÇÃO DE ALTERAÇÃO CONTRATUAL Fl. 156 Ao Agente Financeiro Endereço: 1 Informamos que a justificativa e os elementos técnicos anexos à presente solicitação foram analisados e aprovados, sem restrições, por esta Instituição. Local, de 200 (Ass) Técnico Responsável - agente promotor Nome: Cargo: Matrícula no Conselho Profissional: De acordo (Ass) Representante Legal do agente promotor Nome: Cargo:
157 9 - QUADRO COMPARATIVO DE ITENS DE INVESTIMENTO NOME DO EMPREENDIMENTO: MUTUÁRIO: N.º DO CONTRATO: DATA DA ASSINATURA: / / VALOR DO INVESTIMENTO: R$ VALOR DO FINANCIAMENTO: R$ VALOR DESEMBOLSADO: R$ % EXECUTADO DE OBRA: Fl. 157 QUADRO COMPARATIVO DE ITENS DE INVESTIMENTO ORIGINAL PROPOSTO ITEM DISCRIMINAÇÃO UNIDADE QUANTIDADEVALOR VALOR UNIDADE QUANTIDADE VALOR VALOR UNITÁRIO TOTAL UNITÁRIO TOTAL TOTAL - EM CASO DE ITENS NÃO PREVISTOS NO PROJETO ORIGINAL, OS PREÇOS SÃO COMPATÍVEIS COM OS PRATICADOS NO MERCADO? SIM NÃO 1 - A Coluna Discriminação deve ser apresentada conforme discriminado no Q.C.I. 2 - Nos valores devem estar incluídas as contrapartidas correspondentes. 3 - Caso algum item não apresente alteração do valor aprovado, este deve ser repetido na coluna proposto. 4 - Os valores devem ser expressos em R$ (reais) 5 - Utilize quantas folhas forem necessárias LOCAL E DATA ASSINATURA COM IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL
158 10 - FORMALIZAÇÃO DE ALTERAÇÃO CONTRATUAL - CARTA REVERSAL Fl. 158 CARTA REVERSAL N º Data / / Ao Mutuário Endereço: Assunto: (Indicar o tipo de Alteração). 1 Com referência ao expediente, desse (mutuário), informamos, pelo presente, que o Agente Operador procedeu a (1) relativo ao contrato (2) de / /, destinado a (3) na(s) cidade(s) (4). 2 Remetemos, em anexo, para os devidos fins, os novos elementos reprogramados, em substituição aos anteriormente aprovados. Atenciosamente, Agente Financeiro - Assinatura e Carimbo (Funcionário Credenciado) De acordo. Tomador Assinatura e carimbo do Representante Legal (1) Indicar os elementos reprogramados em função do pedido. (2) Número do contrato e a data da assinatura. (3) Indicar o objetivo do contrato. (4) Indicar o nome que identifica o contrato. OBS.: Quando o pleito não for plenamente atendido, o presente de Carta Reversal deve ser adaptado de forma a exigir resposta formal do mutuário concordando com as alterações autorizadas pelo Agente Operador
159 11 - BOLETIM DE MEDIÇÃO - BM 1 Fl. 159 Nº do CTEF (Contrato Execução/Fornecimento) BM - número BM - Data emissão BM - Período de referência da medição Nº do CT Data do CT De até Início da obra - data Previsão Término obra Empresa Contratada CNPJ Tomador/Ag.Promotor ou Tomador CTEF- Valor total inicial (R$) CTEF - dt assinatura Objeto do CTEF ( resumido) Agente Financeiro ou Ag. Operador Repasse CTEF- Valor total atual (R$) CTEF-Dt último Adit. Local da obra ( Bairro / Município / UF) Fonte de Recursos outra (descrever): OGU FGTS ou item sub Observações Discriminação dos serviços do Orçamento Descrição Unid SUBTOTAIS BDI(%) Previsto no Orçamento Qtdes Preço Preço Unitário Total TOTAIS - Diferenças a Atualizar Qtdes a atualizar Preço total a atualizar Acumulado até o período anterior Executado Físico (Quantidade) Medido no no período Acum inclui o período Acumulado até o período anterior - - Executado Financeiro (R$) Medido no período Acum inclui o período Desvio (%) Os serviços medidos informados neste BM encontram-se concluídos, estão em conformidade com os projetos e especificações aceitos pela CAIXA e foram executados de acordo com as normas técnicas. Representante: Tomador/Ag.Promotor ou Tomador Resp.Técnico pela Fiscalização da obra/serviço Nome: Nome: Cargo: Profissão:: Área: CREA Nº
160 Fl BOLETIM DE MEDIÇÃO - BM 2 Nº do CTEF (Contrato Execução/Fornecimento) BM - número BM - Data emissão BM - Período de referência da medição Nº do CT Data do CT de a Início da obra - data Previsão Término obra Empresa Contratada CNPJ Tomador/Ag.Promotor ou Tomador CTEF- Valor total inicial (R$) CTEF - dt assinatura Objeto do CTEF ( resumido) Agente Financeiro ou Ag. Operador Repasse CTEF- Valor total atual (R$) CTEF- dt último Adit. Local da obra ( Bairro / Município / UF) Fonte de Recursos outra (descrever): OGU FGTS ou Observações Discriminação dos serviços do Orçamento Previsto no Orçamento Qtdes Preço Unid Unitário Preço Total Acum até o período anterior Executado Físico (%) SUBTOTAIS BDI (%) TOTAIS Medido no período Acum inclui o período Acumulado até o período anterior Executado Financeiro (R$) Medido no período Acum inclui o período Os serviços medidos informados neste BM encontram-se concluídos, estão em conformidade com os projetos e especificações aceitos pela CAIXA e foram executados de acordo com as normas técnicas. Responsável - Tomador Resp. Técnico pela Fiscalização da obra/serviços Nome: Nome: Cargo: Profissão:: Área: CREA Nº
161 11 e 12 - BM ORIENTAÇÃO DE PREENCHIMENTO Fl OBJETIVO Para o contratante de obras públicas objeto de operações de repasse ou de financiamento demonstrar à CAIXA, Agente Financeiro e/ou Agente Operador, o resumo das quantidades e valores realizados de um contrato de obra/serviço ou fornecimento - CTEF. 2 UNIDADES QUE UTILIZARÃO O MODELO Público externo Tomadores de recursos e Agentes Promotores de operações de financiamento e operações de repasse. 3 INTRODUÇÃO 3.1 As informações apresentadas de forma padronizada permitem à CAIXA atender aos Tomadores / Agentes Promotores em menor prazo, visto a facilidade de localização pelos envolvidos com procedimentos técnicos, operacionais, gerenciais e, eventualmente, de auditoria. 3.2 O modelo Boletim de Medição - BM é destinado ao Tomador ou Agente Promotor e assinado pelo representante ou empregado por esse delegado como fiscal do contrato de repasse ou de financiamento - CT e pelo fiscal da obra/serviço empregado do primeiro ou por esse contratado. É encaminhado mensalmente à CAIXA, anexo à solicitação de recursos de um CT, sendo um BM para cada contrato de execução e/ou fornecimento - CTEF, desde a 1ª medição da obra/serviço até a sua conclusão / recebimento provisório. 3.3 Antes de integrar uma solicitação de recursos o CTEF precisa ter sido enquadrado pelo agente financeiro como necessário para a consecução de parte ou de todo o objeto do CT. 3.4 Nas contratações promovidas por empresas públicas e/ou sujeitas a Lei 8.666, o CTEF é sempre resultante de uma licitação da obra/serviços ou da sua dispensa. 3.5 O BM é uma planilha semelhante a do orçamento integrante do CTEF, acrescida de colunas para demonstrar o resumo das quantidades e valores realizados até o mês anterior, no período e do realizado acumulado incluindo o período da medição. O valor correspondente ao executado medido no período é o pleiteado ou está entre os que compõem o da solicitação de recursos. 3.6 São dois os modelos de BM padronizados pela CAIXA. Um para contratos de empreitada por preço unitário e outro exclusivamente para obras em regime de empreitada por preço global ou por administração direta. 3.7 Para contratos de na empreitada por preço unitário foram incluídas no modelo específico, colunas referentes a Diferenças a Atualizar (chave) e Desvios (%), com objetivo de memorizar quantidades/valores, facilitando registros para futuras alterações do orçamento do CTEF. 3.8 Nas colunas da chave "Diferenças a Atualizar" registram-se diferenças do executado a maior do que quantidades/valores do orçamento do CTEF enquadrado pelo agente financeiro, como também a menor, para serviços concluídos em quantidades inferiores às contratadas.
162 Manual de Fomento Fl. 162 Alterado o orçamento do CTEF e se aceito pelo agente financeiro, as diferenças então registradas e acumuladas no BM anterior são anuladas no BM emitido após tal alteração/aceite. Esta atualização devidamente regularizada viabilizará a liberação de eventuais glosas, aplicadas pela CAIXA, de valores correspondentes às quantidades que extrapolavam aquelas previstas no orçamento vigente na ocasião da emissão dos BM's anteriores à alteração. Nos contratos de empreitada por preço global, o BM pode se diferenciar da configuração do orçamento ao incluir itens "explodidos" adequados aos eventos factíveis de medição compondo macro itens de serviços do orçamento contratado, similar à tabela de pagamentos definida no Edital ou pelo contratante da obra, observada a proporcionalidade entre as despesas orçadas por serviço e os valores resultantes de cada medição. Para utilização de modelo diferente do padrão é preciso haver anuência da CAIXA. 3.9 Os modelos de BM indicam quesitos de informações do resumo da medição, são assinados sob declaração, definem o mínimo que a CAIXA requer para vistar as medições atestadas e subsidiar a decisão de atendimento, pela CAIXA, de uma solicitação de recursos. Caso o Agente Promotor ou Tomador tenha modelo próprio de BM contendo, no mínimo, as informações do modelo CAIXA conforme regime de execução, a princípio, não há restrições da CAIXA para acolhimento de modelo diferente, cabendo consulta à CAIXA antes de sua adoção. As empresas executoras de obra e sua fiscalização, principalmente nas obras de empreitada por preço unitário, tem por boa prática fazer memória da medição diária, fechar a medição no último dia do mês e apresentar resumo ao contratante da obra junto com o faturamento correspondente, ou solicitando autorização para emitir a fatura/nf a depender das condições do CTEF Tal planilha resumo da medição pode ser adaptada em BM, desde que contenha as identificações do CT, do CTEF e informações conforme o mínimo constante de um dos modelos padrão CAIXA, a depender do regime de execução contratado Além disso, para ser acolhido pela CAIXA, o BM precisa ter todas as folhas rubricadas pelo fiscal da obra e estar devidamente atestado no verso da última folha com a identificação e assinaturas do Agente Promotor, do Tomador, e do fiscal da obra sob declaração de conteúdo igual ao do modelo padrão CAIXA Para resumo das informações do BM, por item / subitem de investimento constante de quadro de composições do investimento - QCI, e/ou para consolidar e resumir as informações do conjunto de BM's quando para consecução do objeto do CT estão ou serão contratados mais de um CTEF, com os BM's também é apresentado mensalmente o Relatório Resumo do Empreendimento - RRE, cujo modelo também foi padronizado pela CAIXA para preenchimento pelo Tomador ou Ag. Promotor do empreendimento. 4 QUADROS DE IDENTIFICAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DO CT e do CTEF As informações desse bloco permanecem inalteradas, em parte, até o término do CTEF. Nº do CTEF - Indicar o número do contrato de execução e ou fornecimento conforme critério de identificação do contratante do CTEF. Início da obra - informar data do início da obra conforme a data início de contagem do prazo caracterizada nas condições do CTEF, dia/mês/ano, no formato 00/00/00000
163 Fl. 163 Previsão Término da obra/serviço - informar data, dia/mês/ano, prevista para término da obra, considerando o prazo contratual original, e aditivos quando houver, no formato 00/00/000. CTEF- Valor total inicial - informar valor total em R$, inicial, do CTEF, formato ,00. CTEF - data de assinatura - informar dia/mês/ano da assinatura, no formato 00/00/00000 CTEF- Valor total atual - informar valor total atual, em R$, considerando os aditivos já firmados ao CTEF, no formato ,00. CTEF - Data último aditivo contratual - informar dia/mês/ano da assinatura, no formato 00/00/ BM - número - informar número seqüencial do BM por CTEF, no formato 00. BM - Data de emissão - informar dia/mês/ano da emissão do BM - esta data deve ser a posterior a data fim do período de referência da etapa correspondente aos serviços da medição objeto do BM, no formato 00/00/0000. BM - Período de referência da medição - informar o período dos serviços medidos, com dia/mês/ano (início) e dia/mês/ano (fim), considerado para controle de cumprimento de etapas do cronograma físico-financeiro. A data fim, preferencialmente, deve ser sempre a do último dia do mês da etapa, inclusive para o da primeira etapa. A boa prática de administrar o fluxo do processo técnico e financeiro, de cada CTEF, recomenda ao contratante acordar com o executante da obra que os períodos do cronograma correspondem ao do mês civil em estão previstos, exceto quanto ao primeiro período. Este é ajustado num novo cronograma tão logo assinado o CTEF, preferencialmente na assinatura da Ordem de Serviço, para que a data fim da primeira etapa ocorra no último dia do mês de início da contagem do prazo contratual da obra. No cronograma ajustado, todos os períodos terminam no último dia do mês e com esse critério é possível implantar datas limites para fechamento de medições, atestes de BM's, recebimento de faturas/nf's para incluí-las, se atendidos, na solicitação de recursos à CAIXA emitida uma única vez por mês. Empresa Contratada - informar o nome completo da empresa contratada pelo Tomador/Agente Promotor. CNPJ - informar o nº. completo do CNPJ da empresa contratada no CTEF (executante da obra/serviço). Formato: usar ponto (.) para separador de milhar e traço (-) antes do dígito verificador. Objeto do CTEF - informar o objeto do CTEF, conforme estabelecido na cláusula contratual respectiva, se necessário sintetizar a descrição para ajustá-la ao tamanho do campo.
164 Fl. 164 Local da obra (Bairro, Município - UF) - informar nome do bairro, distrito ou da área onde se localiza a obra, do Município e a sigla da respectiva Unidade da Federação. No caso de bairros, distritos ou áreas diversas informar o nome do principal seguido de "e Diversos." N.º do CT - informar número completo do CT como igual ao que consta no contrato de financiamento ou de repasse de recursos do OGU onde foi enquadrado o CTEF indicado neste BM. Data do CT - informar dia/mês/ano da assinatura do contrato de financiamento ou de repasse com recursos do OGU. Formato 00/00/0000. Agente Promotor ou Tomador - informar nome do Agente Promotor preferencialmente ou, se não houver, do Tomador no caso de financiamento. No caso de repasse informar o nome do Tomador e responsável pela prestação de contas do CT. Nos programas de financiamento, são distintas as atribuições do Tomador e as do Agente Promotor, que têm obrigações específicas referenciadas no CT. Agente Financeiro ou Operador do Repasse - informar nome completo da Instituição. Fonte de Recursos - marcar a fonte de recursos operacionalizada pela CAIXA. Se financiamento marcar FGTS ou descrever outra fonte e, se repasse, marcar OGU, conforme o CT em que se enquadra o CTEF. Quadro demonstrativo da situação do CTEF As instruções para este quadro seguirão a ordem de localização dos campos na direção de cima para ao se reportarem ao nome da chave de um conjunto de colunas, e da esquerda para a direita ao se referirem ao nome da coluna objeto da instrução ou comentário sobre o preenchimento. 5 DISCRIMINAÇÃO DOS SERVIÇOS DO ORÇAMENTO (CHAVE) Número do item / subitem / subtotal / total do orçamento (coluna) - informar numeração idêntica a do orçamento mais atual aceito pela CAIXA e integrante do CTEF. Descrição dos Serviços (coluna) - descrever o conteúdo e a seqüência idênticos aos do orçamento mais atual aceito pela CAIXA e integrante do CTEF. 6 PREVISTOS NO ORÇAMENTO (CHAVE) Todas as previsões de unidades de medida, preços e quantidades são iguais às previstas no orçamento mais atual aceito pela CAIXA e integrante do CTEF. Unid. (coluna) - informar a unidade de medida da quantidade do serviço orçado. Qtdes (coluna) - informar a quantidade correspondente ao serviço descrito, igual ao do orçamento. Preço Unitário (coluna) - informar o preço unitário correspondente ao serviço descrito, em valor igual ao do orçamento.
165 Fl. 165 Preço Total (coluna) - a planilha contém função de cálculo do preço total correspondente ao serviço descrito, cujo valor resultante tem que ser igual ao do orçamento se neste não houver erro. 7 DIFERENÇAS A ATUALIZAR (CHAVE) Esta chave só consta no modelo padrão para obras contratadas no regime de empreitada por preço unitário, cuja utilidade se encontra comentada na introdução destas instruções. As diferenças informadas são de situações reais ocorridas e/ou definidas na fase de realização das obras e serviços do CTEF, quando diferentes das previstas no orçamento mais atual aceito pela CAIXA e integrante do CTEF. Qtdes a atualizar (coluna) - para serviços previstos no orçamento, informar a diferença entre a quantidade real medida e a prevista no orçamento. A diferença pode ser maior que zero se a quantidade real for maior que a prevista e, menor que zero para serviços concluídos em quantidade a menor do que a prevista no orçamento. Para serviços novos, informar a quantidade real se concluídos, a prevista atual se a iniciar ou em andamento autorizado em aditivo concedido pelo contratante da obra e ainda não apreciado pela CAIXA. Preço total a atualizar (coluna) - para serviço novo informar o preço total. Para serviços previstos no orçamento vigente, a planilha tem função de cálculo para o preço total, usando o valor unitário correspondente ao registrado na coluna "Preço Unitário" da chave "Previsto no Orçamento" e a quantidade registrada na coluna "Qtdes a atualizar". 8 EXECUTADO FÍSICO (QUANT.) - (CHAVE) NO MODELO PREÇO UNITÁRIO Para efeito dessas informações, entenda-se que o executado físico se refere às quantidades realizadas com base naquelas previstas no orçamento atual aceito pela CAIXA para o CTEF referido no BM. Acumulado anterior (coluna) - informar a quantidade acumulada até a etapa anterior, inclusive. A partir do segundo BM, copiar nesta coluna os valores da coluna "Acum inclui período" do BM anterior. Medido no período (coluna) - informar a quantidade realizada no período, dos serviços efetivamente realizados e dos materiais devidamente aplicados. Acum inclui período (coluna) - calcula a quantidade informado na coluna anterior. acumulada incluindo a do período 8.1 EXECUTADO FÍSICO (%.) - (CHAVE) NO MODELO PREÇO GLOBAL Adotar o modelo mais simplificado para os CTEF de empreitada por preço global. Visando dar coerência do critério de medição à natureza deste regime de execução, a boa técnica manda não medir quantidades mas sim medir eventos, razão pela qual esse modelo oferece campos para informar o avanço físico dos serviços/materiais aplicados em percentual nas colunas da chave "Executado Físico (%)". Nesse caso, entenda-se que os percentuais físicos informados "executados" são uma referência teórica enquanto não concluído o serviço/instalação. Cada percentual informado
166 Fl. 166 deve ser o resultado mais próximo da relação entre as despesas faturadas correspondentes aos eventos executados e o preço previsto no orçamento para cada serviço/material aplicado que compõem tais eventos.. Acumulado anterior (coluna) - informar o percentual acumulado até a etapa anterior, inclusive. A partir do segundo BM, copiar nesta coluna os percentuais da coluna "Acum inclui período" do BM anterior. Medido no período (coluna) - informar o percentual realizado no período, dos eventos efetivamente executados. Acum. inclui período (coluna) - calcula o percentual acumulado incluindo o do período informado na coluna anterior. 9 EXECUTADO FINANCEIRO (R$) - (CHAVE) Para efeito dessas informações, entenda-se como executado financeiro o valor físico realizado correspondente aos preços constantes do orçamento atual aceito pela CAIXA para o CTEF referido no BM. O valor correspondente ao medido em cada período deve ser igual ao valor atestado, em parte ou no total da fatura/nf respectiva e a preço contratual. Os acumulados até a etapa anterior e acumulado incluindo o período são decorrentes das medições, seguindo a mesma lógica da informação, ou seja, são valores acumulados de parte ou total do faturamento atestado pela fiscalização do contratante da obra. Acumulado anterior (coluna) - informar valor acumulado realizado até o período anterior, inclusive. A partir do segundo BM, copiar nesta coluna os valores da coluna "Acum inclui período" do BM anterior. Medido no período (coluna) - informar o valor correspondente ao medido no período. Acum inclui o período (coluna) - calcula o valor acumulado correspondente ao realizado, incluindo o período, com base no informado nas duas colunas anteriores. 10 DESVIOS (%)- (COLUNA) Essa coluna é destinada a empreendimentos realizados por empreitada por preço unitário e oferece a ordem de grandeza das diferenças a atualizar em relação às previsões do orçamento vigente do CTEF e aceito pela CAIXA na ocasião da emissão do BM. Os campos são calculados automaticamente com base nas informações das colunas da chave denominada "Diferenças a Atualizar" e na chave "Previsto no Orçamento". 11 SUBTOTAIS - (LINHA) A linha subtotal destina-se ao resultado da soma de todos os subtotais dos títulos dos itens descritos no orçamento do CTEF, e precisa ter funções (fórmulas) adequadas para calcular Ajustar as fórmulas de soma desse modelo para inserir subtotais por macro item de serviço/material (serviços/materiais agrupados por tipo) e somar os subtotais destes na linha SUBTOTAIS.
167 12 BDI (%) - (LINHA) Informar no campo próprio dessa linha o percentual de BDI conforme consta no orçamento contratado pelo CTEF que segue obrigatoriamente os moldes da planilha básica integrante do edital de licitações que deu origem ao CTEF objeto do BM. Caso a planilha integrante do edital tenha optado por incluir do BDI diretamente em cada item do orçamento, obrigando os concorrentes a cotar cada serviço/material com o BDI embutido, informar 0,00% no campo do BDI, ou deletar as duas linhas - "SUBTOTAIS" e "BDI (%)" - de forma a igualar o formato das últimas linhas do BM às do total do orçamento contratado pelo CTEF. 13 TOTAIS - (LINHA) Nos campos específicos são calculados valores acrescidos do percentual de BDI informado na linha anterior. Ajustar as fórmulas de soma desse modelo para calcular os totais, caso deletadas as linhas "SUBTOTAIS" e "BDI" conforme alternativa orientada em " 9 - BDI". 14 OBSERVAÇÕES - (LINHAS) Inserir observações caso os signatários do BM considerem relevantes deixar registradas para melhor entendimento / esclarecimento de informações prestadas no BM. 15 DECLARAÇÃO - (LINHAS) Essa declaração é essencial para a CAIXA entender como atestada a medição apresentada no BM que a demonstra em resumo. 16 ASSINATURAS - (CAMPOS) As assinaturas sob identificação do representante do Tomador / Agente Promotor fiscal do CT, e do fiscal da obra / serviço objeto da medição apresentada no BM são obrigatórias para acolhimento da solicitação de recursos pela CAIXA. Fl. 167
168 Fl RELATÓRIO RESUMO DO EMPREEDIMENTO - RRE RRE Nº Data emissão Referência (Mês/Ano) Nº do CT Data do CT CT - Valores CT - Programa (R$) Nº do CTEF BM Item Nº do CTEF BM Item Tomador/Ag.Promotor ou Tomador Investimento CT -Modalidade/ - Agente Financeiro ou Ag. Operador Repasse Rep./Financ. CT - Objeto Fonte de Recursos Outras fontes Contrapartida OGU FGTS Discriminação dos itens/subitens Invest. Item Descrição Subtotal Obras Subtotal Outros Itens Total Geral Valores previstos no QCI Licitados Saldo Realizado no período (R$) Acumulado realizado incluindo o período % (R$) (R$) (R$) Rep/Financ Cp VI Rep/Financ. Cp (R$) VI (R$) % Físico % Financ Observações Gerais: Local e Data Representante: Tomador/Ag.Promotor ou Tomador Nome: Cargo: Resp. Financeiro: Tomador/Ag.Promotor ou Tomador Nome: Cargo:
169 13 RELATÓRIO RESUMO DO EMPREENDIMENTO - RRE ORIENTAÇÃO DE PREENCHIMENTO Fl OBJETIVO Documento mensal emitido pelo Tomador de Financiamento ou Repasse para demonstrar à CAIXA o Resumo do Empreendimento CT (Avanço físico-financeiro) e que consolida os Boletins de Medição (BM). 2 UNIDADES QUE UTILIZARÃO O MODELO Tomadores de recursos e Agentes Promotores de operações de financiamento e operações de repasse. 3 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO 4 Introdução 4.1 As informações apresentadas de forma padronizada permitem à CAIXA atender aos Agentes Promotores ou Tomadores em menor prazo, visto a facilidade de localização e de entendimento dos dados acessados por todos os envolvidos com procedimentos técnicos, operacionais, gerenciais e, eventualmente, de auditoria. 4.2 O modelo Relatório Resumo do Empreendimento - RRE é destinado ao Agente Promotor ou Tomador, preenchido e assinado por seu representante ou empregado por esse designado como fiscal do contrato de financiamento ou contrato de repasse - CT. 4.3 É encaminhado mensalmente à CAIXA, anexo à solicitação de recursos de um CT, consolidando as informações do Boletim de Medição, ou de um conjunto de BM caso para a consecução do objeto do CT seja necessária a contratação de mais de um contrato de execução e/ou fornecimento -CTEF. 4.4 A síntese de um BM ou a consolidação do conjunto de BM's no RRE é por item/subitem de investimento, conforme definidos no quadro de composição de investimentos - QCI vigente na ocasião da emissão do RRE, explodidos em mais subitens nesse relatório se preciso for para o perfeito enquadramento das despesas contratadas previstas e realizadas em cada CTEF. 5 QUADROS DE IDENTIFICAÇÃO 5.1 IDENTIFICAÇÕES DO RRE RRE - número - informar número seqüencial do RRE por CT, no formato 00. RRE - Data de emissão - informar dia/mês/ano da emissão do RRE - esta data deve ser a posterior ou igual à data de emissão do último BM que compõem as informações deste RRE, no formato 00/00/0000.
170 Fl. 170 RRE - Referência (mês/ano) - informar o mês e o ano de referência do RRE que mais reflita o mês em que foram medidos os serviços da maior parte dos CTEF objeto dos BM's que compõem as informações desse RRE. Formato: mmm/0000 Quadro Nº do CTEF, BM, item - para cada CTEF informar a identificação numérica do CTEF, o número do BM da medição desse CTEF e o nº do item ou do subitem de investimento do CT em que se enquadram as despesas desse CTEF. Caso as despesas do CTEF se enquadrem em mais de um item, usar as demais linhas para dar as mesmas informações do nº do CTEF e BM diferenciadas pelo número do item ou do subitem. Caso ainda assim, pela quantidade de CTEF's o quadro seja insuficiente, apresentar anexo ao RRE com essas informações em quadro semelhante com maior número de linhas. 6 IDENTIFICAÇÕES DO CT As informações desse bloco permanecem inalteradas, em parte, até o término do CT. N.º do CT - informar número completo do CT, tal como consta no contrato de financiamento ou de repasse de recursos do OGU onde se enquadrada cada CTEF indicado nos BM que compõem as informações desse RRE. Data do CT - informar dia/mês/ano da assinatura do contrato de financiamento. Formato 00/00/0000. Agente Promotor ou Tomador - informar nome do Agente Promotor preferencialmente ou, se não houver, do Tomador no caso de financiamento. No caso de repasse informar o nome do Tomador e responsável pela prestação de contas do CT. Nos programas de financiamento, são distintas as atribuições do Tomador e as do Agente Promotor, que têm obrigações específicas referenciadas no CT. Agente Financeiro - informar nome completo da Instituição. Fonte de Recursos FGTS ou contrapartida, conforme definidas no CTEF e enquadramento deste no CT. CT - Valores - informar os valores do financiamento, de contrapartida seja com recursos próprios ou de terceiros. O valor do investimento é calculado automaticamente na função de soma dos valores anteriores informados. Os valores informados são os contratuais vigentes no CT, na ocasião da emissão do RRE. Formato: ,00 CT - Programa - informar nome do programa de financiamento ou de repasse identificado no CT. CT - Modalidade - informar a modalidade, ação, ou subclassificação do programa de financiamento ou de repasse, tal como definida no CT.
171 Fl. 171 CT - Objeto - informar o objeto identificado no contrato de financiamento CT definido no CT. Resumir se necessário para a descrição se ajustar ao tamanho do campo próprio do modelo sob instrução. 7 DISCRIMINAÇÃO DOS ITENS/SUBITENS DE INVESTIMENTO (CHAVE) Número do item / subitem / subtotal / total do QCI (coluna) - informar numeração idêntica a do quadro de composição de investimentos - QCI, vigente na ocasião da emissão do RRE. Para perfeito enquadramento de despesas do CTEF, se necessário, explodir os subitens em mais subdivisões no próprio RRE. Observar a subdivisão da linha Subtotal Obras, para que acima dessa só constem os itens relativos à execução de serviços de obras e/ou, se for o caso aquisição de materiais e equipamentos incorporados à obras/instalações fins para dar funcionalidade ao empreendimento. Itens de despesas que não originam medições de obras/serviços, recebimentos em obra, tais como regularização fundiária, desapropriações, projeto de trabalho técnico social, desde que, no QCI estejam em itens de investimento diferentes daqueles de obras/aquisições, devem ser informados para compor o Subtotal Outros Itens. Descrição (coluna) - descrever os itens e subitens conforme seqüência e conteúdo idênticos aos do QCI vigente, acrescentando se necessário para o perfeito enquadramento de despesas do CTEF, a descrição resumida de outras subdivisões de itens ou de subitens. As demais observações devem seguir a lógica das anteriores que instruem sobre o Nº Item/subitem. 8 VALORES PREVISTOS NO QCI (CHAVE) Todas as previsões de valores são iguais às previstas no QCI contratual vigente na ocasião da emissão do REE. (R$) (coluna) - informar cada valor, por item / subitem de investimento, como previsto no QCI vigente. Se necessário explodir itens ou subitens do QCI no REE para o perfeito enquadramento das despesas de um CTEF. Nesse caso, o valor de cada subdivisão acrescentada ao REE além das do QCI, informado na coluna sob instrução é o correspondente ao preço contratado pelo CTEF para a respectiva subdivisão. (%) - (coluna) - os percentuais da relação entre o valor previsto no item/subitem e o total geral são calculados de forma automática, por função instalada nos campos da coluna sob instrução, e o Total Geral encontrado será sempre igual a 100,00 se mantidas as fórmulas originais desse modelo padrão.
172 9 LICITADOS (R$) - (COLUNA) Fl. 172 Informar os valores efetivamente contratados nos CTEF ou em outras formas legais de compromisso entre o contratante e o executante/fornecedor, ou o valor calculado com base nos preços dos serviços/aquisições contratadas correspondentes aqueles que compõem determinado item ou subitem do RRE. No caso de serviço por administração direta, ou com despesas realizadas que não se originaram de uma contratação, repetir OBRIGATORIAMENTE na coluna Licitados o valor igual ao informado na coluna (R$) da chave Valores previstos no QCI do item ou subitem sob informação. Valores licitados superiores aos previstos no QCI, de preços contratados ou correspondentes a preços contratados por um ou mais CTEF, não podem ser constar do RRE. Para considerar esses CTEF no RRE e as despesas deles decorrentes é necessário que antes ocorra a aprovação, pelo Agente Financeiro de reprogramação do CT proposta pelo Ag. Promotor, na sua ausência pelo Tomador, ou se CT de repasse, proposta pelo Tomador. 10 SALDO (R$) COLUNA Os valores nessa coluna são calculados automaticamente por fórmula que faz a diferença entre o valor previsto no QCI e o valor licitado. Resultados negativos indicam desconformidade com os valores contratuais do CT e precisam ser previamente esclarecidos e/ou regularizados junto à CAIXA. 11 REALIZADO NO PERÍODO (R$) - (CHAVE) Nesta chave, informado o valor de cada item / subitem na coluna VI,os valores da coluna Rep/Financ. E da coluna Cp são calculados automaticamente com base na participação dos valores de repasse ou de financiamento e da contrapartida em relação ao valor do investimento, todos informados no quadro de valores do CT nesse RRE. A relação aplicada sobre o valor informado em cada linha da coluna VI da chave 6, resulta nos valores calculados automaticamente para as colunas Rep./Financ... 'e a coluna Cp. Caso a participação contratual definida no CT, para o item ou subitem, tenha especificidades diferentes, é preciso adequar a fórmula de cálculo nas colunas ou digitar diretamente o valor do repasse, ou do financiamento, e o da contrapartida correspondente ao item / subitem objeto das informações. Rep./Financ - (coluna) - os campos dessa coluna têm fórmula instalada para calcular e informar automaticamente o valor de repasse ou do financiamento para o item/subitem sob informação. Ajustar a fórmula ou digitar direto o valor no caso de especificidades do CT incompatíveis com fórmula instalada nos campos dessa coluna.
173 Fl. 173 Cp. - (coluna) - os campos dessa coluna têm fórmula instalada para calcular e informar automaticamente o valor da contrapartida para o item/subitem sob informação. Ajustar a fórmula ou digitar direto o valor no caso de especificidades do CT incompatíveis com fórmula instalada nos campos dessa coluna. VI - (coluna) - informar para cada item / subitem com despesas ocorridas no período, o valor realizado no período e correspondente ao respectivo item/subitem sob informação. Independentemente das especificidades do CT, cada valor nessa coluna é ao resultante da soma do valor constante na coluna Rep./Financ. 'com o da coluna Cp do item/subitem sob informação. 12 ACUMULADO REALIZADO INCLUINDO O PERÍODO - (CHAVE) Nesta chave, informado o valor de cada item / subitem na coluna VI(R$), os valores da coluna Rep/Financ. e da coluna CP (R$) são calculados automaticamente com base na participação dos valores de repasse ou de financiamento e da contrapartida em relação ao valor do investimento, todos informados no quadro de valores do CT nesse RRE. A relação aplicada sobre o valor informado em cada linha da coluna VI (R$) da chave 7, resulta nos valores automaticamente apresentados nas colunas Rep/Financ... 'e na coluna Cp (R$). Caso a participação contratual definida no CT, para o item ou subitem, tenha especificidades diferentes, é preciso adequar a fórmula de cálculo nas colunas ou digitar diretamente o valor do repasse, ou do financiamento, e o da contrapartida correspondente ao item / subitem sob informação. Rep./Financ - (coluna) - os campos dessa coluna têm fórmula instalada para calcular e informar o automaticamente o valor de repasse ou do financiamento para o item/subitem sob informação. Ajustar a fórmula ou digitar direto o valor no caso de especificidades do CT incompatíveis com a fórmula instalada nos campos dessa coluna. Cp. (R$) - (coluna) - os campos dessa coluna têm fórmula instalada para calcular e informar o automaticamente o valor da contrapartida para o item/subitem sob informação. Ajustar a fórmula ou digitar direto o valor no caso de especificidades do CT incompatíveis com fórmula instalada nos campos dessa coluna. VI (R$) - (coluna) - informar para cada item / subitem com despesas ocorridas ou não no período, o valor realizado acumulado incluindo o do período, correspondente ao respectivo item/subitem do REE que visa entre outras demonstrar a eficácia do Ag. Promotor/Tomador ou, se CT de repasse do Tomador, no controle do CT. Independentemente das especificidades do CT, cada valor nessa coluna é resultante da soma do valor constante na coluna Rep./Financ. 'com o da coluna Cp do item/subitem sob informação.
174 Fl. 174 % Físico - (coluna) - percentual físico correspondente ao realizado acumulado incluindo o período. Os números apresentados nessa coluna, no formato percentual, são calculados automaticamente com base na relação entre valores, de cada linha do item ou subitem, na coluna VI da chave Acumulado Realizado incluindo o período, com os da coluna Licitados (R$). % Financ. (coluna) - Os números apresentados nessa coluna, no formato percentual, são calculados automaticamente com base na relação entre valores, de cada linha do item ou subitem, na coluna VI da chave Acumulado Realizado incluindo o período, com o da coluna (R$) da chave Valores previstos no QCI. Observações Gerais (campo) - descrever aspectos relevantes para esclarecer, caso necessário, situações não enquadráveis nos campos numéricos e descritivos dos quadros anteriores desse RRE. E informar os elementos anexados ao RRE, tais como BM's números (identificar). Data, Local, Representantes e Assinaturas (campos) - Datar, informar local, identificar nome e cargo de cada um dos dois signatários do RRE responsáveis pelas informações, sendo um deles o fiscal do CT formalmente designado pelo Tomador/Ag.Promotor ou Tomador. Não havendo designação formal, no caso de Município, responde como fiscal do CT o próprio Prefeito.
175 14 - BOLETIM DE SOLICITAÇÃO DE MOVIMENTAÇÃO DE RECURSOS BSCA - SOLICITAÇÃO espaço reservado para o logotipo e/ou nome da empresa emitente deste Boletim Fl. 175 BSCA Solicitação n.º Data emissão CT - n.º Fonte principal de Recursos Financiamento N.º Ord. Fatura CTEF Emitente CRS/FGTS Fatura/NF Valores Nº Nome CNPJ N.º data venc. N.º Data Fatura R$ Atestado R$ Glosa R$ I Subtotal I - Despesas Diretas II III IV V VI R$ Soma - Custo Total ( I+II ) R$ R$ R$ R$ - - Declarações do a) Os documentos relacionados nesse Boletim são pertinentes aos empreendimentos objeto do contrato - CT nele referido, e declaramos que guardam inteira compatibilidade com as medições de obras e serviços executados, materiais e equipamentos adquiridos e em conformidade com os respectivos preços e condições contratadas nos CTEF, bem como com o trabalho técnico sócioambiental implementado. b) Foram observados os aspectos legais que dizem respeito às licitações e às condições dos CTEF formalizados. c) Assumimos perante o Agente Financeiro / Agente Operador a integral responsabilidade técnica pela qualidade das obras e serviços executados. Local, Data, e Assinaturas sob carimbo
176 14-A - OFÍCIO DE SOLICITAÇÃO DE RECUROS Fl. 176 espaço reservado para o logotipo e/ou nome da empresa signatária deste Ofício OFÍCIO Nº, Local, dd/mmmm/aaaa Ao Agente Financeiro Assunto:Solicitação de Movimentação de Recursos Ref.: Contrato de nº., Programa Senhor Superintendente/Gerente 1 Solicitamos à ao Caixa...(Agente Economica Federal o valor Financeiro) total abaixo o informado valor total da da parcelade recursos relativa ao Contrato de ( Repasse ou de Financiamento) em referência, detalhado no Boletim de Solicitação relacionado na lista de anexos a este Ofício. Valor de ( Repasse ou de Financiamento) : R$ ; Valor de Contrapartida: (R$) ; Valor Total (R$);,( escrever valor por extenso ) 2 Na oportunidade, encaminhamos a documentação relativa à comprovação de quitação dos valores movimentados, detalhados no BSCA n.º. ( usar este parágrafo preferencialmente ou, numa pior alternativa, apresentar posteriormente via ofício a comprovação da quitação - vide sugestão no modelo OF. Comprovação). Atenciosamente Representante: Nome: Cargo: Área: Anexos: Boletim BSCA - Solicitação n.º:. Relatório Resumo do Empreendimento - RRE nº.: ; Boletim BSCA - Comprovação - nº: ;
177 Fl B - OFÍCIO DE SOLICITAÇÃO DE RECUROS ADIANTAMENTO DE PARCELAS espaço reservado para o logotipo e/ou nome da empresa signatária deste Ofício OFÍCIO Nº, Local, dd/mmmm/aaaa Ao Agente Financeiro Assunto:Solicitação de Movimentação de Recursos - Adiantamento Ref.: Contrato de nº., Programa Senhor Superintendente/Gerente 1 Solicitamos à ao Caixa...(Agente Economica Federal o Financeiro) valor abaixo o informado valor abaixo da informado parcela de da recursos parcela de recursos nº., relativa ao Contrato de Financiamento em referência, na forma de adiantamento pelo prazo de mês (meses), assim composta: Valor de ( Repasse ou de Financiamento) : R$ ; Valor de Contrapartida: (R$) ; Valor Total (R$);,( escrever valor por extenso ) 2 Na oportunidade, encaminhamos a documentação relativa à aplicação e comprovação dos pagamentos realizados com os recursos antecipados da parcela, detalhadas nos BSCA de Solicitação e BSCA de comprovação indicados na relação de ANEXOS. (usar esse parágrafo para pedir adiantamentos a partir do segundo pedido, inclusive). Atenciosamente Representante: Nome: Cargo: Área: Anexos: Boletim(s) BSCA - Solicitação n.º(s):. Relatório Resumo do Empreendimento - RRE nº.: ; Boletim(s) BSCA - Comprovação - n.º(s): ;
178 15, 15-A e 15-B - BOLETIM DE SOLICITAÇÃO DE MOVIMENTAÇÃO DE RECURSOS BSCA, OFÍCIO DE SOLICITAÇÃO E ADIANTAMENTO DE RECURSOS - ORIENTAÇÃO DE PREENCHIMENTO Fl OBJETIVO Documento emitido mensalmente por Tomador de contrato de financiamento ou de repasse de recursos do OGU, destinado à CAIXA, solicitando a movimentação de recursos. 2 UNIDADES QUE UTILIZARÃO O MODELO Público externo Tomadores de recursos e Agentes Promotores de operações de financiamento e repasse. 3 INTRODUÇÃO 3.1 As informações apresentadas de forma padronizada permitem à CAIXA atender aos Tomadores/Agentes Promotores em menor prazo, visto a facilidade de localização e de entendimento dos dados acessados por todos os envolvidos com procedimentos técnicos, operacionais, gerenciais e, eventualmente, de auditoria. 3.2 O modelo de Boletim de Solicitação de Recursos - BSCA - Solicitação, é destinado ao Tomador ou Agente Promotor e assinado pelo representante ou empregado por um desses delegado como fiscal do contrato de repasse ou de financiamento - CT. 3.3 Os BSCA são encaminhados mensalmente à CAIXA, apensos ao ofício de solicitação, um por CT, ou ao ofício de apresentação da comprovação da aplicação dos recursos, desde a 1ª solicitação e, a partir da 2ª contendo a comprovação da quitação da movimentação anterior, preferencialmente, salvo em casos especiais, e assim sucessivamente até a conclusão da fase de movimentação de recursos e prestação de contas. 3.4 Acompanham o BSCA - Solicitação os comprovantes de controle e ateste das despesas relacionadas nesse Boletim, a se iniciar pelo Relatório Resumo do Empreendimento, Boletins de Medição, notas fiscais/faturas, recibos de aquisições, aprovação de relatórios de avanços e do cumprimento de compromissos contratuais -CTEF necessários ao reconhecimento de despesa devida. 3.5 Essas instruções não superam as regras de programas de financiamento e de repasse para a liberação de recursos, como também não revogam a dispensa de comprovações flexibilizada em instruções especiais editadas pelo Gestor da Aplicação do Programa. 3.6 Caso o Agente Promotor ou Tomador tenha modelo próprio de BSCA contendo, no mínimo, as informações neste modelo, não há restrições da CAIXA para acolher modelo diferente, cabendo consulta prévia antes de sua adoção. 4 OFÍCIO DE SOLICITAÇÃO DE MOVIMENTAÇÃO DE RECURSOS OF. SOLICITAÇÃO Modelo disponível na planilha guia desse arquivo, de nome Ofício Solicitação, sugere forma da correspondência ao Agente Financeiro, necessária para caracterizar o pedido formal de movimentação de recursos do contrato de financiamento ou de repasse, bem como
179 Fl. 179 encaminhar os documentos com detalhes de valores considerados, medições de obras/serviços e atestes das despesas que compõem o pedido. 5 OFÍCIO DE SOLICITAÇÃO DE MOVIMENTAÇÃO DE RECURSOS OF. SOLICITA ADIANTAMENTO DE PARCELA Modelo disponível na planilha guia desse arquivo, de nome Ofício Solicita Adiantar Parcela, sugere forma de correspondência ao Agente Financeiro, necessária para caracterizar o pedido formal de adiantamento de movimentação de recursos do contrato de financiamento, bem como de encaminhamento de documentos com detalhes de valores, medições de obras/serviços e atestes das despesas que integram a prestação de contas referente ao adiantamento anterior concedido. 6 IDENTIFICAÇÃO DO BOLETIM BSCA XX (número) - informar número seqüencial do BSCA -Solicitação por CT, no formato 00. BSCA - Data de emissão - informar dia/mês/ano da emissão do boletim - esta data deve ser posterior ou igual da data das assinaturas do RRE e BM's integrantes do Ofício de solicitação, no formato 00/00/0000. N.º do CT - informar número completo do CT, tal como consta no contrato de financiamento ou de repasse de recursos do OGU. 7 QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO DAS DESPESAS As instruções para este quadro seguirão a ordem de localização dos campos na direção de cima para baixo ao se reportarem ao nome da chave de um conjunto de colunas, e da esquerda para a direita ao se referirem ao nome da coluna objeto da instrução ou comentário sobre o preenchimento. N.º Ord.(coluna) - numerar na ordem seqüencial crescente, cada despesa identificada, no formato 0. CTEF N.º (coluna) - identificar o número do contrato de execução e/ou fornecimento, ou número de outro documento que tenha firmado o compromisso da compra, fabricação, execução de serviço. Fatura (chave) - contém colunas para identificar o nome do emitente do documento de cobrança, fatura, nota fiscal, número do documento, data de emissão e valor. Emitente - Nome (coluna) - informar nome da empresa emitente do documento de cobrança. Emitente - nº CNPJ - informar CNPJ da empresa emitente do documento de cobrança. CRS/FGTS (coluna) - Data de vencimento - informar data de vencimento do certificado de regularidade social com o FGTS. Fatura/NF (chave) - Nº (coluna) - informar número da fatura, nota fiscal ou de outro comprovante.
180 Fl. 180 Fatura/NF (chave) - Data (coluna) - informar data de emissão do documento, no formato dd/mm/aa. Valores (chave) Fatura R$ (coluna) - informar o valor total em moeda do documento. Valores (chave) Atestado R$ (coluna) - informar o valor atestado pelo contratante da despesa. Valores (chave) Glosa R$ (coluna) - cálculo automático da diferença entre o faturado e o aceito pelo contratante da despesa. (I) Subtotal - I - Despesas Diretas (linha) Essa linha calcula e informa as somas dos valores nas colunas: Fatura, Atestado e Glosa. (II) Remuneração do Agente Promotor - RAP ou Não utilizar esta linha (linha) No caso de CT de financiamento, preencher valor da despesa mês se o CT previr tal cobertura. Em operações de repasse com recursos do OGU, ignorar esta linha. Nota - a denominação desta linha "Remuneração do Agente Promotor-RAP" ou "não utilizar esta linha" é automaticamente alternada conforme a marcação de um dos campos Financiamento ou Repasse do OGU na identificação da Fonte principal de recursos do CT. (III) Soma - Custo Total (I+II) Campo com função de cálculo e preenchimento automático, considerando os campos "Soma da coluna. "Valor Atestado" e o valor, se informado, no campo "Remuneração do Agente Promotor - RAP". (IV) Participação do Agente Financeiro-FGTS ou Repasse do OGU (linha) No caso de CT de financiamento, preencher valor das despesas correspondente à parte do FGTS. Em CT de repasse com recursos do OGU, preencher o valor correspondente à parte do OGU. Nota - a denominação desta linha "Remuneração do Agente Promotor-RAP" ou "Repasse do OGU" é automaticamente alternada conforme a marcação de um dos campos Financiamento ou Repasse do OGU na identificação da Fonte principal de recursos do CT. (V) Participação da Contrapartida - recursos nacionais ou Contrapartida (linha) No caso de CT de financiamento, preencher valor das despesas correspondente à parte da Contrapartida com recursos nacionais. Em CT de repasse com recursos do OGU, preencher o valor correspondente à parte da Contrapartida.
181 Fl. 181 Nota - a denominação desta linha "Contrapartida - recursos nacionais" ou "Contrapartida" é automaticamente alternada conforme a marcação de um dos campos Financiamento ou Repasse do OGU na identificação da Fonte principal de recursos do CT. (VI) Participação da Contrapartida - recursos externos ou Não utilizar esta (linha) No caso de CT de financiamento, preencher valor das despesas correspondente à parte da Contrapartida com recursos externos, BID, BIRD, outros se houver. Em CT de repasse com recursos do OGU, não preencher este campo. Nota - a denominação desta linha "Contrapartida - recursos externos" ou "Não utilizar esta linha" é automaticamente alternada conforme a marcação de um dos campos Financiamento ou Repasse do OGU na identificação da Fonte principal de recursos do CT. 8 DECLARAÇÕES DO AGENTE PROMOTOR OU TOMADOR (CAIXA DE TEXTO) Essas declarações são essenciais para a CAIXA acolher o BSCA de Solicitação, e ver reconhecidas pelos signatários deste as responsabilidades inerentes aos atestes das despesas apresentadas. 9 LOCAL, DATA E ASSINATURAS SOB CARIMBO - (CAIXA DE TEXTO) Campo autoexplicativo deverá conter no mínimo assinatura de dois representantes do emitente.
182 15 C - BOLETIM DE COMPROVAÇÃO DE APLICAÇÃO DE RECURSOS BSCA - COMPROVAÇÃO Fl. 182 espaço reservado para o logotipo e/ou nome da empresa emitente deste Boletim BSCA Comprovação n.º Data emissão CT - n.º Fonte principal de Recursos Financiamento N.º Ord I Fatura CTEF Emitente CNPJ NF NF Pagamento Fonte Nº Nome N.º N.º Data Valor ( R$) Data Identificação comprovanterecursos Subtotal I - Depesas Diretas - II III IV R$ R$ R$ Declaração do a) Atestamos que o(s) valor(es) quitado(s) nas respetivas data(s) de quitação foram efetivamente realizados, conforme informados nesse Boletim. Local, Data, e Assinaturas sob carimbo
183 15-C - BOLETIM DE COMPROVAÇÃO DA APLICAÇÃO DE RECURSOS BSCA COMPROVAÇÃO ORIENTAÇÃO DE PREENCHIMENTO 1 OBJETIVO Documento emitido pelo Tomador de financiamento ou de repasse, destinado à CAIXA, para apresentar e demonstrar a quitação de despesas que justificaram a movimentação de recursos de contrato de financiamento ou de repasse com recursos do OGU. 2 UNIDADES QUE UTILIZARÃO O MODELO Tomadores de recursos e Agentes Promotores de operações de financiamento e operações de repasse. 3 INTRODUÇÃO 3.1 As informações apresentadas de forma padronizada permitem à CAIXA atender aos Tomadores/Agentes Promotores em menor prazo, visto a facilidade de localização e de entendimento dos dados acessados por todos os envolvidos com procedimentos técnicos, operacionais, gerenciais e, eventualmente, de auditoria. 3.2 O modelo de Boletim de Comprovação da Aplicação de Recurso -BSCA - Comprovação, é destinado ao Tomador ou Agente Promotor e assinado pelo representante ou empregado por um desses delegado como fiscal do contrato de repasse ou de financiamento - CT. 3.3 Os BSCA são encaminhados mensalmente à CAIXA, anexo a ofício de solicitação, um por CT, e/ou anexo a ofício de apresentação da comprovação da aplicação dos recursos, desde a 1ª solicitação de recursos e/ou de comprovação da aplicação, até à conclusão da fase de movimentação de recursos e prestação de contas final do CT. 3.4 Acompanha o BSCA - Comprovação, os comprovantes de pagamentos identificados neste BSCA, referentes às despesas relacionadas no último BSCA de Solicitação atendida pela CAIXA. 3.5 Essas instruções não superam as regras de programas de financiamento e de repasse para a comprovação da aplicação de recursos, inerente à prestação de contas parcial mensal e final, como também não revogam dispensas flexibilizadas pelo Gestor dda Aplicação do Programa. 3.6 Caso o Agente Promotor ou Tomador tenha modelo próprio de BSCA contendo, no mínimo, as informações do modelo CAIXA, não há restrições da CAIXA para acolher modelo diferente, cabendo consulta prévia antes de sua adoção. 4 OFÍCIO DE COMPROVAÇÃO DA APLICAÇÃO DE RECURSOS - OF. COMPROVAÇÃO Modelo disponível na planilha guia desse arquivo, de nome OF - Comprovação, sugere forma da correspondência ao Agente Financeiro, necessária para caracterizar a comprovação da aplicação dos recursos do contrato de financiamento ou de repasse, bem como o encaminhar os documentos com detalhes das despesas quitadas e identificação da forma da quitação. Fl. 183
184 5 IDENTIFICAÇÕES DO BOLETIM Fl. 184 BSCA XX (número) - informar número seqüencial do BSCA -Comprovação por CT, no formato 00. BSCA - Data de emissão - informar dia/mês/ano da emissão do boletim no formato 00/00/0000. N.º do CT - informar número completo do CT, tal como consta no contrato de financiamento ou de repasse de recursos do OGU. 6 QUADRO DE IDENTIFICAÇÃO DAS DESPESAS As instruções para este quadro seguirão a ordem de localização dos campos na direção de cima para baixo ao se reportarem ao nome da chave de um conjunto de colunas, e da esquerda para a direita ao se referirem ao nome da coluna objeto da instrução ou comentário sobre o preenchimento. N.º Ord. (coluna) - numerar na ordem seqüencial crescente, cada despesa identificada, no formato 0. CTEF N.º(coluna) - identificar o número do contrato de execução e/ou fornecimento, ou número de outro documento que tenha firmado o compromisso da compra, fabricação, execução de serviço. Fatura (chave) - contém colunas para identificar o nome e CNPJ do emitente do documento de cobrança, número da fatura/nota fiscal e data de emissão e valor. Emitente - Nome (coluna) - informar nome da empresa emitente do documento de cobrança. Emitente - nº CNPJ - informar CNPJ da empresa emitente do documento de cobrança. Fatura/NF (chave) - Nº (coluna) - informar número da fatura, nota fiscal ou de outro comprovante. Fatura/NF (chave) - Data (coluna) - informar data de emissão do documento, no formato dd/mm/aa. Pagamento (chave) Valor R$ (coluna) - informar o valor pago em moeda através do documento identificado na coluna à direita desta. Pagamento (chave) Data (coluna) - informar data do pagamento efetivo, no formato dd/mm/aa. Pagamento (chave) Identificação do comprovante (coluna) - informar conforme caracterizado no comprovante apresentado em anexo. Pagamento (chave) Fonte de Recursos (coluna) - informar com siglas REP, FIN, CP, a origem dos recursos usados para o pagamento, se repasse, financiamento ou da contrapartida, respectivamente.
185 Fl. 185 (I) Subtotal - I - Despesas Diretas (linha) Essa linha calcula e informa a soma dos valores na coluna: "Pagamento Valor (R$). (II) Participação do Agente Financeiro ou Repasse do OGU (linha) No caso de CT de financiamento, preencher valor das despesas correspondente à parte do FGTS ou outra fonte de recursos. Em CT de repasse com recursos do OGU, preencher o valor correspondente à parte do OGU. Nota - a denominação desta linha "Remuneração do Agente Promotor-RAP" ou "Repasse do OGU" é automaticamente alternada conforme a marcação de um dos campos Financiamento ou Repasse do OGU na identificação da Fonte principal de recursos do CT. (III) Participação da Contrapartida - recursos nacionais ou Contrapartida (linha) No caso de CT de financiamento, preencher valor das despesas correspondente à parte da Contrapartida com recursos nacionais. Em CT de repasse com recursos do OGU, preencher o valor correspondente à parte da Contrapartida. Nota - a denominação desta linha "Contrapartida - recursos nacionais" ou "Contrapartida" é automaticamente alternada conforme a marcação de um dos campos Financiamento ou Repasse do OGU na identificação da Fonte principal de recursos do CT. (IV) Participação da Contrapartida - recursos externos ou Não utilizar esta ( linha) No caso de CT de financiamento, preencher valor das despesas correspondente à parte da Contrapartida com recursos externos, BID, BIRD, outros se houver. Em CT de repasse com recursos do OGU, não preencher este campo. Nota - a denominação desta linha "Contrapartida - recursos externos" ou "Não utilizar esta linha" é automaticamente alternada conforme a marcação de um dos campos Financiamento ou Repasse do OGU na identificação da Fonte principal de recursos do CT. 7 DECLARAÇÃO DO AGENTE PROMOTOR OU TOMADOR (CAIXA DE TEXTO) Essa declaração é essencial para a CAIXA acolher o BSCA de Comprovação, e ver reconhecidas pelos signatários deste as responsabilidades inerentes às informações prestadas nessa prestação de contas. 8 LOCAL, DATA E ASSINATURAS SOB CARIMBO - (CAIXA DE TEXTO) Campo autoexplicativo deverá conter no mínimo assinatura de dois representantes do emitente.
186 15 - D - FICHA DE ANÁLISE E PROCESSAMENTO DE DESEMBOLSO - FPD Fl. 186 FPD Nº Mês/ano 1 AGENTES ENVOLVIDOS 1.1 AGENTE FINANCEIRO CNPJ 1.2 TOMADOR/MUTUÁRIO FINAL CNPJ 1.3 AGENTE TÉCNICO OPERACIONAL CNPJ 1.4 AGENTE PROMOTOR CNPJ 2 - ELEMENTOS DO CONTRATO Número SIAPF/AF Número SIAPF/AO Data de assinatura / / Programa/Modalidade/Empreendimento Contrapartida Local Financeira Contrapartida Local Física R$ % R$ % 3 - RELATÓRIOS TÉCNICOS DE ACOMPANHAMENTO Engenharia Data da emissão Data de Início da obra / / / / Situação da obra/empreendimento Paralisada Atrasada Normal Adiantada Em condições Em Exigência Percentual Físico previsto. % Percentual Físico executado até o momento % Data prevista para conclusão da obra / / Observação
187 Fl Sócio-Ambiental Data da emissão / / Situação do trabalho Sócio-Ambiental Paralisado Atrasado Normal Adiantado Em condições Em Exigência Percentual executado até o momento % Observação 4 SITUAÇÃO DO(S) AGENTE(S) 4.1 Situação junto à CAIXA, quanto ao retorno: Tomador Agente Promotor Observação Adimplente Adimplente Inadimplente Inadimplente 4.2 Situação junto ao INSS Tomador Observação Adimplente Inadimplente 5 - INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS OU CONDICIONANTES PARA A REALIZAÇÃO DO PRESENTE DESEMBOLSO Conta corrente vinculada ao contrato Cód. agência Nome do banco Cód. banco 5.5 Contrato em fase de retorno parcial? SIM NÃO 5.6 Pagamento de tarifas ao Agente Técnico Operacional? SIM NÃO 5.7 A quitação do BSCA - Solicitação anterior foi apresentada? SIM NÃO 5.8 Existem outras condicionantes contratuais para a realização do desembolso? SIM NÃO Observação
188 R$ Empresa 17 Valor CNPJ Manual de Fomento 6 INFORMAÇÕES APRESENTADAS PELO TOMADOR NO BSCA - SOLICITAÇÃO nº 6.1 Empresas participantes do BSCA - Solicitação (relacionar as empresas abaixo ou anexar cópia do BSCA - Solicitação) Empresa 1 Valor CNPJ R$ Empresa 2 Valor CNPJ R$ Empresa 3 Valor CNPJ R$ Empresa 4 Valor CNPJ R$ Empresa 5 Valor CNPJ R$ Empresa 6 Valor CNPJ R$ Empresa 7 Valor CNPJ R$ Empresa 8 Valor CNPJ R$ Empresa 9 Valor CNPJ R$ Empresa 10 Valor CNPJ R$ Empresa 11 Valor CNPJ R$ Empresa 12 Valor CNPJ R$ Empresa 13 Valor CNPJ R$ Empresa 14 Valor CNPJ R$ Empresa 15 Valor CNPJ R$ Empresa 16 Valor CNPJ Fl. 188
189 Fl. 189 R$ Empresa 18 Valor CNPJ R$ Empresa 19 Valor CNPJ Empresa 20 R$ Valor R$ CNPJ Valor participação FGTS Valor contrapartida R$ % R$ % 7- CONTROLE DO SALDO Valor do financiamento Valor já desembolsado Valor desta parcela Saldo a desembolsar R$ R$ R$ R$ 8 - CONTROLE DA CONTRAPARTIDA Valor CP contratada 8.2 Valor CP já 8.3 A integralizar no Saldo a integralizar integralizada mês R$ R$ R$ R$
190 Fl PARECER/ MANIFESTAÇÃO CONCLUSIVA Confirmamos as informações acima para desembolso nesta data. Local / / Assinatura do responsável pela elaboração da FPD Nome/Matrícula: Assinatura do Gerente Nome/Matrícula: Assinatura do gerente de filial / Nome/Matrícula: PARA PREENCHIMENTO PELO REPRESENTANTE DO AGENTE FINANCEIRO De acordo, Assinatura do Representante legal do Agente Financeiro (sob carimbo) Nome: CPF:
191 PARA PREENCHIMENTO PELO AGENTE OPERADOR Fl. 191 FPD Nº Mês/ano AGENTE FINANCEIRO CNPJ 10 - SITUAÇÃO DO AGENTE FINANCEIRO QUANTO AO RETORNO JUNTO AO FGTS Regular Irregular 11 SITUAÇÃO QUANTO AO RETORNO JUNTO AO FGTS 11.1 Agente Financeiro Vencido Válido até: / / 11.2 Tomador/Mutuário Final Vencido Válido até: / / Observação: 11.3 Agente Promotor Vencido Válido até: / / Observação: Empresas participantes do BSCA - Solicitação Observação: Vencido Válido até: / / Vencido Válido até: / / Vencido Válido até: / / 12 SITUAÇÃO QUANTO AO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL PARA ESTADOS, MUNICÍPIOS E DIST. FEDERAL (CRP) Tomador Sem restrições Com restrições Não se aplica 13 CONTROLE DO SALDO DEVEDOR DO CONTRATO Valor do Valor já Saldo a financiamento desembolsado Valor desta parcela desembolsar R$ R$ R$ R$ 14 PARECER/ MANIFESTAÇÃO CONCLUSIVA 15 - DRP AO para AF Número Data Assinatura do responsável pelo preenchimento Nome: Matrícula: Assinatura Gerente Representante do AO Nome: Matrícula:
192 MODELO 15 - D - FICHA DE PROCESSAMENTO DE DESEMBOLSO FGTS - LIBERAÇÃO DE RECURSOS DO AGENTE OPERADOR PARA O AGENTE FINANCEIRO orientações para preenchimento Fl Agentes envolvidos 1.1 Agente Financeiro: informar o nome completo, a sigla e seu CNPJ. 1.2 Tomador/Mutuário Final: informar o nome do tomador do financiamento e seu CNPJ. No caso do tomador ser a administração direta, deve ser denominado Município de ou Estado de, não sendo apropriado o uso das expressões Prefeitura Municipal ou Governo do Estado. No caso de o mutuário ser também o Agente Promotor, acrescentar a sigla /AP ao lado da identificação do mutuário e não preencher o subitem Agente Técnico-Operacional: informar o nome completo, a sigla e seu CNPJ. Este campo deve ser preenchido somente quando a CAIXA prestar serviços como agente técnico-operacional aos outros agentes financeiros Agente Promotor: informar o nome completo, a sigla e seu CNPJ. 2 - Elementos do Contrato - Número SIAPF/AF: nº do contrato cadastrado no SIAPF das operações entre o Agente Financeiro e o Tomador. No caso de a CAIXA ser o Agente Técnico Operacional, deixar em branco. - Número SIAPF/AO: nº do contrato cadastrado no SIAPF das operações entre o Agente Financeiro e o Agente Operador (nº dado pelo Agente Operador). - Data de assinatura: data em que foi assinado o contrato. - Programa/Modalidade/Empreendimento: preencher com a sigla do programa, citar a modalidade e o nome do empreendimento. - CP local: indicar se financeira ou física, com seu valor e percentual 3 - Relatórios Técnicos de Acompanhamento Informar a data de emissão e data de início da obra Situação da obra/empreendimento: marcar a situação correspondente
193 Percentual Físico previsto: informar o percentual físico previsto Percentual Físico executado até o momento: informar o percentual físico executado. - Data prevista para conclusão da obra: informar a data prevista para conclusão da obra. - Observações: informar, sucintamente, eventuais exigências para efetivação do desembolso Sócio-Ambiental: Data de emissão Situação do trabalho Sócio-Ambiental: marcar a situação correspondente - Informar o percentual de obra executada até o momento. - Observações: informar, sucintamente, eventuais exigências para efetivação do desembolso. Fl Situação do(s) Agente(s) 4.1 Situação junto à CAIXA, quanto ao retorno No caso de Agente Financeiro diferente da Caixa Econômica Federal, fica dispensada o preenchimento do item 4.1 anterior. 4.2 Situação junto ao INSS. 5 - Informações necessárias ou Condicionantes para a realização do presente desembolso Conta corrente vinculada ao contrato: informar o número da conta 5.2 Código da Agência: informar o código da agência. 5.3 Nome do Banco: informar o nome do banco. 5.4 Código do Banco: informar o código do banco. 5.5 Contrato em fase de retorno parcial? Marcar a opção correspondente Pagamento de tarifas ao Agente Técnico Operacional? Marcar a opção correspondente. 5.7 A quitação do BSCA - Solicitação anterior foi apresentada? Marcar a opção correspondente.
194 5.8 - Indicar se existem ou não outras condicionantes contratuais para a realização do desembolso. Em caso afirmativo, utilizar o campo de observação. Fl Informações apresentadas pelo Tomador no BSCA - Solicitação Nº: número seqüencial do boletim. 6.1 Empresas participantes do BSCA - Solicitação (relacionar as empresas ) 6.2 Valor participação FGTS: indicar o percentual de participação previsto e respectivo valor do FGTS, de acordo com o estabelecido no contrato Valor contrapartida: indicar o percentual de participação previsto e respectivo valor da contrapartida local, de acordo com o estabelecido no contrato. No caso de contrapartida de Obras/Serviços executados pela administração direta, deve ficar registrado na FPD o valor atribuído a esta contrapartida. 7- Controle do saldo do CT Valor do financiamento: valor referente à participação do FGTS no contrato Valor já desembolsado: valor dos desembolsos acumulados, realizado anteriormente a este desembolso, com seu respectivo percentual calculado Valor desta parcela: colocar o valor indicado no campo Saldo a desembolsar: valor resultante da subtração dos valores constantes do campo 7.1 pelos valores constantes dos campos 7.2 e Controle da Contrapartida 8.1 Valor CP contratada: valor contratado referente à contrapartida. 8.2 Valor CP já integralizada: valor dos depósitos acumulados, anterior ao valor do mês, com percentual calculado A integralizar no mês: valor indicado no campo 6.3.
195 8.4 - Saldo a integralizar: valor resultante da subtração do valor constante do campo 8.1 pela soma dos valores constantes dos campos 8.2 e 8.3. Fl Parecer/Manifestação Conclusiva Neste campo deve estar registrado o parecer conclusivo, quanto ao valor aceito para fins de desembolso, indicando fatores relevantes julgados pertinentes. PARA PREENCHIMENTO PELO AGENTE FINANCEIRO Este campo deve ser preenchido pelo Agente Financeiro, quando a CAIXA estiver atuando como Agente Técnico Operacional. PARA PREENCHIMENTO PELO AGENTE OPERADOR Preencher os dados referentes ao número da FPD, mês/ano, nome e CNPJ do Agente Financeiro Situação quanto ao retorno junto ao FGTS Informar a situação do Agente Financeiro, assinalando com x o campo correspondente. Estando inadimplente, informar no campo OBS a atual situação de atraso. 11 Situação quanto ao CRF Informar se o CRF está vencido ou a data de sua validade dos Agentes Financeiros, tomador e empresas participantes do BSCA Solicitação. 12- Situação quanto ao regime próprio de Previdência Social para Estados, Municípios e Distrito Federal (CRP): (Exclusivamente para Estados, Municípios e Distrito Federal): Assinalar com X o campo correspondente. 13- Controle do Saldo do Contrato Valor do financiamento: valor referente à participação do FGTS no contrato.
196 Valor já desembolsado: valor dos desembolsos acumulados, realizado anteriormente a este desembolso, com seu percentual calculado. Fl Valor desta parcela: colocar o valor indicado no campo Saldo a desembolsar: valor resultante da subtração dos valores constantes do campo 13.1 pelos valores constantes dos campos 13.2 e Parecer/Manifestação Conclusiva - Neste campo deve estar registrado o parecer conclusivo, quanto ao valor aceito para fins de desembolso, indicando fatores relevantes julgados pertinentes. 15 DRP AO para AF - informar nº do DRP e a data em que este foi emitido
197 16 - QUADRO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Fl. 197 EMPRESA: Posição em: / / INDICADORES SITUAÇÃO METAS APURADA ANO ANO Nº DESCRIÇÃO FÓRMULAS 1º SEMESTRE 2º SEMESTRE 1º SEMESTRE 2º SEMESTRE 1 ÍNDICE DE PERDAS (%) {1-(VF/VP)} x 100 PREV. REAL. % PREV. REAL. % PREV. REAL. % PREV. REAL. % 2 MARGEM OPERACIONAL 3 MARGEM DE DESPESA COM PESSOAL 4 ÍNDICE DE EVASÃO DE RECEITAS (%) 5 ÍNDICE DE PRODUTIV. DEPESSOAL 6 AUMENTO DE LIGAÇÕES DE ÁGUA 7 AUMENTO DE LIGAÇÕES DE ESGOTO 8 INDICE DE TRATAMENTO DE ESGOTO DEX/ROP DEP/ROP {1- (ART/ROP)} x 100 LAE/NEP (LIGat1/LIGat0) * 100 (LIGet1/LIGet0) * 100 (VOLtratado/VOL coletado
198 Para fins de cálculo dos indicadores, será utilizada a seguinte metodologia: Fl. 198 ÍNDICE DE PERDAS DE FATURAMENTO - IPF IPF = {1 - (VF/VP)} x 100 Vf - Volume Total Faturado de Água no período Vp - Volume Total Produzido no período MARGEM OPERACIONAL - MOP MOP = DEX/ROP DEX - Despesa de exploração total no período (Despesas de pessoal I despesas com Serviços de terceiros I despesas com materiais + despesas gerais + despesas fiscais) ROP - Receita operacional no período (Receita Tarifária + Receitas Operacionais Indiretas) MARGEM DA DESPESA COM PESSOAL - MDP MDP = DEP/ROP DEP - Despesa com pessoal no período ROP - Receita operacional no período ÍNDICE DE EVASÃO DE RECEITAS - IER IER = {1- (ART/ROP)} x 100 ART - Arrecadação total no período ROP - Receita operacional no período ÍNDICE DE PRODUTIVIDADE DE PESSOAL - IPP IPP = LAE/NEP LAE - Ligações Totais (Água + Esgoto) NEP - Número De Empregados Próprios + Prestadores De Serviços Permanentes OBS.: Considera-se como prestadores de serviços permanentes, os empregados alocados por empresas para a realização de serviços de rotina (ex.: copeiras, segurança, limpeza, leituristas, motoristas, etc.). AUMENTO DE LIGAÇÕES DE ÁGUA LIGat1= ligações ativas de água no final do período. LIGat0= ligações ativas de água do período imediatamente anterior. AUMENTO DE LIGAÇÕES DE ESGOTO LIGet1= ligações ativas de esgoto no final do período. LIGet0= ligações ativas de esgoto do período imediatamente anterior INDICE DE TRATAMENTO DE ESGOTO VOLtratado = volume de esgoto tratado. VOLcoletado = volume de esgoto coletado.
199 17 - DECLARAÇÃO DE CAPACIDADE DE EXPANSÃO - ABASTECIMENTO DE ÁGUA Fl. 199 Informamos que o Sistema de Abastecimento de Água da(s) localidade(s), Município,Estado, tem condições de atender à expansão de rede (Quadro I) e/ou ligações prediais de distribuição (Quadro II) solicitada(s), e que os seus custos foram analisados e aprovados sem restrições. Local e Data (ass.) Técnico Responsável Nome: Cargo: N.º do Conselho Profissional: De acordo: (ass.) Diretor da Área Competente Nome: CPF : De acordo: (ass.) Presidente agente promotor Nome: CPF :
200 ANEXO AO MODELO 17 - QUADRO I Fl. 200 ESTADO: EXPANSÃO DE REDE - ABASTECIMENTO DE ÁGUA População urbana Extensão de rede (m) Número de ligações Produção disponíve l (pd) Expansão solicitada Expansão de ligações Comunidade Beneficiada Atual Atendimento % Existente Expansão (m 3 / dia) ** % Perda Extensão Existente (km) Diâmetro (mm) Extensão Custo Estimado Acréscimo de Ligações Quantidade Custo Total % m % * percentual em relação à rede existente ** pd = capacidade de produção total
201 ANEXO AO MODELO 17 - QUADRO II Fl. 201 ESTADO: EXPANSÃO DE LIGAÇÕES PREDIAIS- ABASTECIMENTO DE ÁGUA COMUNIDADE BENEFICIADA POPULAÇÃO URBANA ATUAL ATENDI- MENTO % ACRÉSCIMOS LIGAÇÕES EM RELAÇÃO ÀS EXISTENTES % EXISTENTE DE CAPACIDADE DE PRODUÇÃO DISPONÍVEL (PD) m 3 /dia % A SER UTILIZADA PERDAS % LIGAÇÕES SOLICITADAS QUANTIDADE CUSTO TOTAL
202 18 - DECLARAÇÃO DE CAPACIDADE DE EXPANSÃO - ESGOTAMENTO SANITÁRIO Fl. 202 Informamos que o Sistema de Esgotamento Sanitário da(s) localidade(s), município, Estado, tem condições de absorver o esgoto produzido pela expansão de rede coletora e/ou ligações prediais solicitada (s) e que os custos destas obras e serviços foram analisados e aprovados sem restrições, atendendo às normas e procedimentos em vigor. Local e Data (ass. ) Técnico Responsável Nome: Cargo: N.º do Conselho Profissional: De acordo: (ass. ) Diretor da Área Competente Nome: CPF : De acordo: (ass. ) Presidente agente promotor Nome:
203 ANEXO AO MODELO 18 Fl. 203 ESTADO: COMUNIDADE BENEFICIADA POPULAÇÃO URBANA ATUAL % Atendimento EXPANSÃO DE REDE ESGOTAMENTO SANITÁRIO EXTENSÃO REDE (m) N.º LIGAÇÕES EXISTENTE EXPANSÃO DIÂMETRO (mm) EXPANSÃO DE LIGAÇÕES PREDIAIS ESGOTAMENTO SANITÁRIO REDE COLETORA - EXPANSÃO SOLICITADA ACRÉSCIMOS DE LIGAÇÕES EM RELAÇÃO ÀS EXISTENTES % LIGAÇÕES SOLICITADAS EXTENSÃO CUSTO ESTIMADO QUANTIDADE CUSTO TOTAL (m) % (*) (*) Percentual em Relação à Rede Existente
204 Fl INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO PROJETO BÁSICO - ÁGUA E ESGOTO O Projeto Básico é o documento integrante do pedido de financiamento dos empreendimentos de: Implantação de Sistemas; Ampliação de Sistemas; Otimização e ou Reabilitação de Sistemas. 1 DEFINIÇÕES 1.1 PROJETO BÁSICO é o conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão adequado, para caracterizar a obra ou serviço, ou complexo de obras ou serviços objeto da licitação, elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e do prazo de execução, conforme normas específicas da ABNT e Lei 8.666/93, parcialmente alterada pela Lei 8.883/ Compõem o projeto básico, além de outros elementos específicos de cada área essenciais à compreensão do empreendimento, a documentação abaixo: a) memorial descritivo e justificativa das obras e serviços; b) plantas de localização do empreendimento; c) levantamento topográfico; d) plantas (baixas, cortes e perfis) das obras; e) discriminação técnica, entendida como o conjunto dos materiais, equipamentos e técnicas de execução (antiga especificações ); f) estudo geológico e hidrológico, inclusive relatório de sondagem, sempre que necessários; g) orçamentos detalhados das obras/serviços; h) cronogramas detalhados das obras/serviços; i) memorial de cálculo, sempre que necessário. 1.2 ESTUDO DE CONCEPÇÃO é o estudo de arranjos, sob os pontos de vista qualitativo e quantitativo, das diferentes partes de um sistema, organizados de modo a formar um todo integrado, para a escolha da melhor concepção sob o ponto de vista técnico, econômico-financeiro e Sócio-Ambiental, conforme norma da ABNT. 1.3 Define-se por SISTEMA, o conjunto de suas unidades componentes, cujas funcionalidades são interdependentes. 2 ELEMENTOS E ATIVIDADES PRINCIPAIS PARA A ELABORAÇÃO DO PROJETO BÁSICO 2.1 DESCRIÇÃO DO SISTEMA EXISTENTE Descrever as características e condições do sistema existente, considerado integrante do todo, composto pelo conjunto das unidades existentes objeto de ampliação e reabilitação e/ou otimização e das outras unidades que com elas possam interagir.
205 2.1.2 Descrever se existe projeto para o sistema existente, informando: a) ano de elaboração; b) se as obras foram executadas conforme previsto no projeto; c) se os estudos ainda são válidos. Manual de Fomento Fl Informar os dados sobre o sistema de abastecimento de água, conforme quadros a seguir: n - 5 n - 4 n - 3 n - 2 n - 1 n * n + 1 URBANA ANO ATUAL Quadro Indicadores Básicos ANOS POPULAÇÃO ATEN- ABAS- TECIDA Quadro consumo x produção ANOS CONSUMO MÉDIO DAS ECONOMIAS (10 3 X m 3 / ANO) MICROMEDIDO (1) ESTIMADO ECONOMIAS NÃO MEDIDAS (2) ECONOMIAS DIMENTO % RESI- DENCIAIS TOTAL (3)=(1)+(2) VOLUME MÉDIO PRODUZIDO (10 3 x m 3 / ANO) LIGAÇÕES TOTAIS MEDIDAS TOTAIS (4) (5) % PERDAS CAPACIDADE DO SISTEMA PRODUÇÃO (10 3 x m 3 /ANO) n - 5 n - 4 n - 3 n - 2 n - 1 n * n + 1 n + 2 ANO ATUAL Consumo Estimado Economias Não Medidas = Consumo Médio Economias Micromedidas x N.º Economias Não Medidas (5) = (4) - (3) / (4) x 100 OBSERVAÇÕES: Contratos de demanda especiais para consumos industriais significativos devem constar em folha a ser anexada, não devendo compor os valores do quadro acima. A reservação não é unidade limitante do sistema de produção A descrição do sistema existente deve ser elaborado informando sobre as unidades do sistema: Sistema de Abastecimento de Água 1) Manancial de superfície: a) Denominação; b) Ano de início de exploração; c) Localização; d) Vazão medida (l/s); e) Qualidade da água bruta. 2) Barragem de acumulação: (6)
206 a) Comprimento (m); b) Altura Máxima (m); c) Material; d) Vazão Regularizada (l/s); e) Tomada/tipo; f) Vazão de dimensionamento (l/s); g) Estado de conservação do desarenador e problemas operacionais. Manual de Fomento Fl ) Subterrânea: a) Denominação; b) Localização; c) Estudos hidrogeológicos do manancial para determinação de sua potencialidade; d) Número de empregados nessa unidade; e) Estado de conservação e problemas operacionais como: qualidade da água, equipamentos, filtros, encamisamentos, etc; f) Características básicas dos poços, conforme quadro 3.3. Quadro Características Básicas dos Poços POÇO EM OPERAÇÃO A EQUIPAR Início Operaçã o (ano) Diâmetro útil (mm) Nível (m) Vazão l/s Potência HP Estático Dinâmico Explorada Máxima Explorável Tempo Operação Diário (horas) Automatizado Sim ou Não 4) Estação Elevatória: a) Denominação; b) Ano de início de operação; c) Localização; d) Recalque para qual unidade do sistema; e) Casa de bombas (número de pisos/área construída (m2)/tipo de construção); f) Número de bombas; g) Número de bombas reserva; h) Número de bombas operando simultaneamente; i) Altura manométrica do sistema (m.c.a.); j) Número de empregados nessa unidade; k) Automatização do sistema; l) Há sistema de medição de vazão instalada/vazão recalcada do Sistema determinada pela pitometria (I/s); m) Os conjuntos elevatórios estão associados, em operação isolada, em paralelo ou em série;
207 Fl. 207 n) Estado de conservação e problemas operacionais, como: condição de abrigo dos conjuntos moto-bombas, estado dos equipamentos eletro- mecânicos, dispositivos de controle hidráulico medidores, válvulas de proteção, problemas de inundação, cavitação, etc. 5) Adução: a) Denominação; b) Ano de início da operação; c) Interliga a qual unidade do sistema; d) Estado de conservação e problemas operacionais, como vazamentos, corrosão, golpe de ariete e dispositivos de proteção, estrada de acesso, funcionamento das ventosas e descargas de fundo, etc. (Comentários para Adutora de Água Bruta e Adutora de Água Tratada); e) Características da adução, conforme Quadro 3.4. Quadro Características da Adução Características de Operação Trecho Diâmetro (mm) Material Extensão (m) medida Vazão (l/s) de dimensionamento Condições de trabalho (gravidade/recalque) Desnível geométrico (m) Coeficiente de rugosidade interna (Hazen Williams) 6) Estação de Tratamento (ETA): a) Denominação; b) Localização; c) Data de implantação; d) Manancial supridor; e) Tipo; f) Capacidade (l/s); g) Estação a ser desativada; h) Estação a ser mantida com ou sem melhoria ou ampliada; i) Prédio ocupado: número de pavimentos/área total (m2); j) Número de empregados nessa unidade; k) Níveis piezométricos: na câmara de chegada de água bruta (m)/ nas calhas coletoras de água filtrada (m)/ no tanque de contato (m); l) Perda de carga total na estação (m); m) Eficiências determinadas (percentagens de remoção): turbidez/cor. n) Reservação: o) Estado de conservação e problemas operacionais dos reservatórios, como: vazamentos, extravasamentos e seu sistema de controle, problemas estruturais, etc; p) Características, conforme Quadro 3.5; Quadro Características da Estação de Tratamento
208 Denominação/ Localização Início Operação (ano) Tipo em relação ao terreno Capacidade (m3) Manual de Fomento Fl. 208 (1) (2) (3) (4) (5) Números de Câmaras Montante / Jusante Dispõe de macromedição: Sim ou Não 7) Rede de distribuição: a) Se a rede está setorizada segundo zonas de pressão; b) Data de execução do último cadastro da rede; c) Estado de conservação e problemas operacionais como: existência de cadastro confiável, vazamentos, manobras e operação de registros de descarga com freqüência, se há controle do cloro residual, definição de pressão, etc; d) Dados sobre a tubulação existente, conforme quadro 3.6. Quadro 3.6 -Dados sobre a tubulação existente DIÂMETRO (mm) EXTENSÃO (m) MATERIAL IDADE MÉDIA APROXIMADA 8) Ligações: a) Quantidade de ligações e economias, conforme Quadros 3.7 e 3.8. Quadro 3.7 Quantidade de Ligações MEDIDAS NÃO MEDIDAS TOTAIS Quadro Quantidade de Economias CLASSE DE CONSUMIDORES NÚMERO DE ECONOMIAS MEDIDAS NÃO MEDIDAS TOTAIS Residenciais Comerciais Industriais Públicas Totais Sistema de Esgotamento Sanitário 1) Rede Coletora de Esgotos e Interceptores: a) Ano de início de exploração; b) N.º de bacias esgotadas; c) Distância média entre os poços de visita (m); d) N.º de poços de visitas; e) Data de execução do último cadastro da rede; f) Profundidade máxima da rede (m); g) Topografia (referida em percentual do total da área esgotada): plana % levemente inclinada % acidentada % h) Subsolo (referido em percentual do total que ocorre até a profundidade de 6m): argiloso % arenoso %
209 Fl. 209 rochoso % pouco consistente % i) Lençol freático (referido em percentual do total da extensão de rede existente que é atingida pelo lençol): % Infiltração da rede (l/s km): taxa observada % taxa estimada % j) Extensão total de logradouros (m); k) Extensão aproximada dos logradouros atendidos atualmente pela rede (m): de água de esgoto sanitário pluvial l) Extensão aproximada da canalização existente (m): de rede de água; de rede de esgoto sanitário; de rede pluvial; m) Como são lançados atualmente os esgotos das áreas não servidas por redes: em fossa séptica com infiltração do efluente no solo; nos logradouros; na rede pluvial; outro. n) Se o terreno, de uma maneira geral, tem boa capacidade de absorção dos efluentes das fossas sépticas; 0) O critério adotado para o recebimento dos esgotos industriais da rede. p) a população a ser beneficiada manifestou interesse quanto à ligação de suas residências à rede pública de esgotos; j) Estado de conservação e problemas operacionais como: ocorrências de entupimentos, as causas e os métodos utilizados para superar os problemas; k) Descrever os equipamentos disponíveis para a operação e manutenção e se há insuficiências desses equipamentos, etc. Quadro Sistema de Esgotamento Sanitário DADOS SOBRE AS REDES COLETORAS E INTERCEPTORAS POR SISTEMA EXISTENTE DIÂMETRO (mm) EXTENSÃO (m) MATERIAL IDADE APROXIMADA (ANOS) DENOMINAÇÃO DO SISTEMA DE ESGOTAMENTO 2) Estação Elevatória: a) Denominação; b) Ano de início de operação; c) Localização; d) Recalque para qual unidade do sistema; e) Casa de bombas, número de pisos/área construída(m2)/tipo de construção; f) Número de bombas ; g) Número de bombas reserva; h) Número de bombas operando simultaneamente; i) Altura manométrica do sistema (m.c.a.); j) Número de empregados nessa unidade; k) Automatização do sistema; l) Há sistema de medição de vazão instalada/vazão recalcada do sistema determinada pela pitometria (L/s);
210 Fl. 210 m) Os conjuntos elevatórios estão associados (operação isolada, em paralelo ou em série); n) Sistema de gradeamento; o) Volume útil do poço de sucção (m3); p) Anexar as curvas (altura manométrica x vazão) do sistema de recalque estado de conservação e problemas operacionais, como: condição de abrigo dos conjuntos moto-bombas, estado dos equipamentos eletro- mecânicos, dispositivos de controle hidráulico ( medidores, válvulas de proteção, etc.), problemas de inundação, cavitação, etc. 3) Estação de Tratamento de Esgoto (ETE): a) Denominação; b) Ano de início de operação; c) Localização; d) Tipo de tratamento; e) Tempo médio de funcionamento diário (horas); f) Capacidade nominal (l/s); g) Vazão de operação (l/s); h) Sobrecarga admissível (dado de projeto, em l/s); i) Se houve alguma reforma para aumento de capacidade; j) Prédio da ETE: número de pavimentos, área construída, área ocupada pelas instalações, área disponível para ampliações; k) Perda de carga total na ETE (m); l) Grau de eficiência do tratamento (em percentagem de remoção de DBO 5,20 em MG/E) máxima, média e mínima; m) Se há desinfecção do efluente; n) Número de empregados nesta unidade; o) Efluente final: p) DBO 5,20 (mg/l): q) SS (mg/e): r) Descrever: unidades componentes, quantificando-as com suas principais características operacionais (tipo, dimensões, vazão, número de unidades de cada processo); principais equipamentos da ETE; se existe laboratório de controle de qualidade; como são dispostos os sólidos retirados pelo processo de tratamento e o destino final desses sólidos. Estado de conservação e problemas operacionais, como: estanqueidade, qualidade do efluente tratado, equipamentos, etc. MEDIDORES DE VAZÃO CAPACIDADE MÁXIMA (l/s) TIPO ENTRADA ETE EFLUENTE TRATADO 4) Emissário: a) Denominação; b) Ano de início de operação; c) Interliga a qual unidade do sistema; d) Diâmetro (mm); e) Extensão (m); f) Vazão mínima (l/s); g) Vazão máxima (l/s); h) Estado de conservação e problemas operacionais, como: vazamentos, corrosão, abrasão, sedimentação, etc. 5) Dados gerais sobre o corpo receptor: a) Denominação;
211 Fl. 211 b) Localização; c) Distância do ponto de lançamento à localidade mais próxima a jusante do mesmo(km); d) Vazão média de esgoto lançada atualmente (l/s); e) Vazão mínima, média de 7 dias, do corpo receptor para um período de recorrência de 20 anos (l/s); f) Qualidade do corpo receptor a montante do ponto de lançamento, seus problemas principais e medidas adotadas e ou programadas para redução e ou controle da sua poluição (se for o caso). 2.2 SITUAÇÃO OPERACIONAL A análise da situação operacional deve ser suficiente para mostrar os problemas operacionais do sistema e conclusiva para determinação das prováveis opções para solucioná-los Descrever sobre o nível de perdas no sistema no ano atual, no caso de as perdas serem iguais ou maiores que 30%, citando quais as providências planejadas com vistas a reduzi-las No caso de proposição para ampliar o sistema, deve ser apresentada justificativa demonstrando a oportunidade do empreendimento A descrição do sistema existente e a situação operacional acima caracterizada, pode ser alterada, por meio de adequação, acréscimo ou eliminação dos pontos que o agente promotor julgar pertinente, de comum acordo com o agente financeiro, e sem prejuízo ao correto entendimento da oportunidade e qualidade do empreendimento proposto, face à situação operacional e estado de conservação do sistema existente. 2.3 PREVISÃO DE DEMANDA A metodologia de cálculo para a projeção de demanda do sistema existente deve estar de acordo com a norma da ABNT, ou seja: a) Os volumes faturados não servem de base para o cálculo da demanda de água; b) Os valores das demandas de água adotados para dimensionamento do sistema de abastecimento devem ser baseados em condições locais, ressalvados os casos previstos no presente volume; c) No caso de comunidade que conta com sistema público de abastecimento de água, as demandas devem ser determinadas através de dados de operação do próprio sistema, a menos que ocorram condições que tornem esses dados não confiáveis; d) Devem ser apresentados, em relatório, as condições que tornem os dados não confiáveis, seus efeitos e as possibilidades de solução; e) Quando os dados disponíveis são confiáveis, os valores de consumo devem ser determinados de acordo com os seguintes critérios: O consumo médio é igual à média dos volumes diários consumidos no período mínimo de 1 ano; O coeficiente do dia de maior consumo (k1) deve ser obtido da relação entre o maior consumo diário verificado no período de um ano e o consumo médio diário neste mesmo período, considerando-se sempre as mesmas ligações; O C.U.M dos estabelecimentos residenciais, comerciais e públicos devem ser avaliados com base no histórico das economias medidas e através de uma estimativa de consumo para as economias não medidas, cujos critérios devem ser fixados de comum acordo com as entidades intervenientes;
212 Fl. 212 f) a previsão do consumo de indústrias deve ser feita de acordo com os seguintes critérios: Os estabelecimentos que forem total ou parcialmente servidos pelo sistema público de abastecimento devem ter seus consumos com base no histórico de seus consumos medidos, bem como em inquéritos para averiguação de eventuais ampliações; Os consumos previstos para estabelecimentos em fase de implantação e para os estabelecimentos com instalação projetada devem ser determinados de acordo com seus respectivos projetos; A projeção dos consumos futuros deve ser feita mediante o conhecimento das ampliações previstas dos estabelecimentos já considerados e mediante estimativa de crescimento industrial, feita de acordo com o critério aprovado ou fixado pelo contratante; Toda taxa de crescimento é referida em "percentagem ao ano". Abreviações utilizadas: - CUM = Consumo Unitário Médio - em m 3 por economia mês - CM = Consumo Médio - em m 3 / dia Produção Requerida é igual a: Consumo Médio Requerido x K1 1- % perdas/100 PREVISÃO DA DEMANDA REFERÊNCIA / ANO ATUAL N + 1 N + 2 N +... População Urbana (10 3 hab.) Taxa de Crescimento Urbano População Atendida (10 3 hab.) Índice de atendimento % N.º de Economias Domiciliares Taxa de Crescimento das Economias C.U.M. Domiciliar C.M. Domiciliar N.º de Economias Comerciais Taxa de Crescimento das Economias C.U.M. Comercial C.M Comercial N.º de Economias Industriais Taxa de Crescimento das Economias C.U.M. Industrial C.M. Industrial N.º de Economias Públicas Taxa de Crescimento das Economias C.U.M. Público C.M. Público C.M. Requerido ( ) Perdas (%) Produção Requerida Capacidade de Produção Atual "ANO ATUAL" - é o ano de elaboração do estudo.
213 Fl A previsão de demanda pode ser alterada, por meio de adequação, acréscimo ou eliminação dos pontos que o agente promotor julgar pertinente, de comum acordo com o agente financeiro, e sem causar prejuízo à correta determinação das demandas de água. 2.4 ESTUDO DE CONCEPÇÃO Nos estudos de concepção e de otimização de unidades componentes de sistemas de abastecimento de água, devem ser observadas as disposições abaixo: Devem ser consideradas, todas as possíveis concepções que tenham capacidade de atendimento à demanda projetada para, no mínimo 5(cinco) anos. a) No caso de expansão da capacidade do sistema existente através de adequação de suas unidades componentes, o período pode ser inferior a 5(cinco) anos A concepção de sistema de abastecimento de água ou esgotamento sanitário a ser escolhida, deve ser aquela que apresentar o menor custo por metro cúbico de água consumida: a) A escolha do tipo de unidade componente do sistema é feita mediante cotejo econômico das várias opções tecnológicas. b) Para a montagem de cada concepção de sistema, devem ser pesquisadas as capacidades ótimas das suas unidades componentes. b.1) Para uma determinada unidade do sistema, é considerada capacidade ótima aquela cuja diferença do correspondente custo por metro cúbico em relação ao custo por metro cúbico mínimo não supere o valor de 2% (dois por cento), podendo, de acordo com outras considerações relevantes, especialmente aquelas decorrentes de análises financeiras, ser escolhida qualquer solução que se enquadre nesse intervalo, com preferência a de menor valor de investimento Entende-se como custo por metro cúbico o Custo Incremental Médio de Longo Prazo (CIM) calculado como a relação entre os valores presentes, à taxa de desconto, dos custos (Cp) e dos volumes (Vp) ou seja: CIM = Cp / Vp. a) A taxa de desconto i ou custo de oportunidade do capital, utilizada para o cálculo dos valores presentes, será 11% (onze por cento ao ano). b) Os custos abrangem os investimentos e as despesas de exploração incrementais em cada ano. b.1) Os valores dos investimentos compreendem os custos referentes a estudos, projetos, materiais, equipamentos, obras, serviços, administração e fiscalização de obras. b.2) Os custos não incluirão juros, amortizações da dívida e depreciação e são determinados a preços constantes, preferencialmente, da época da elaboração dos estudos. b.3) As despesas de exploração incrementais são aquelas resultantes dos investimentos programados. b.4) Os volumes incrementais são aqueles que resultam dos investimentos programados. c) Considera-se que a vida útil média de um sistema de abastecimento de água seja de 30 (trinta) anos, enquanto que a de um sistema de esgotos sanitários seja de 40 (quarenta) anos. c.1) Como o período de vida útil considerado é médio, não devem ser levados em conta investimentos de reposição nesse período. d) Ano de saturação é o ano no qual o sistema ou componente do sistema passa a operar com utilização plena de sua capacidade, considerando o sistema em nível operacional adequado;
214 Fl. 214 e) Qualquer que seja o caso, os cálculos dos valores presentes dos custos e dos volumes são referenciados a uma data comum, de preferência ao ano de elaboração dos estudos Para a pesquisa da capacidade ótima de cada unidade componente do sistema, são considerados apenas os volumes processados na unidade em estudo e as correspondentes despesas de exploração: a) O alcance ótimo preliminar pode ser determinado através das seguintes simplificações: a1) Calcular o fator de escala (@) da unidade através da sua função de custo C = sendo K = constante e Q = capacidade. a2) Os alcances ótimos preliminares podem ser extraídos da tabela a seguir: FATOR DE ESCALA (@) ALCANCES (ANOS) 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 19 a a a 20 9 a 16 7 a 12 5 a 10 4 a 8 3 a 6 a.3) Para as adutoras e subadutoras por recalque ou gravidade, os alcances ótimos preliminares se situam no intervalo de 8 (oito) a 12 (doze) anos. b) São dispensáveis do cálculo do custo por m 3, as despesas ou investimentos que sejam comuns a todas as concepções de uma mesma unidade. c) As despesas de exploração e os volumes incrementais processados devem ser considerados por toda a vida útil da unidade, sendo que, após a saturação da mesma, considera-se que as despesas de exploração e os volumes permanecem constantes. c.1) As despesas de exploração incrementais são aquelas resultantes dos investimentos programados, determinadas pela diferença entre as despesas anuais de exploração da unidade ampliada e as despesas de exploração da unidade existente. c.2) Os volumes incrementais são aqueles que resultam dos investimentos programados, determinados pela diferença entre os volumes anuais processados pela unidade ampliada e os volumes processados pela unidade existente. d) Quando um sistema existente possuir capacidade e condições de atendimento à demanda, e houver necessidade de ampliação ou de implantação de nova(s) unidade(s), torna-se desnecessário a elaboração de estudo de concepção para tal finalidade, porém a capacidade ótima deve ser pesquisada conforme disposições deste subitem 2.4. e) Quando a concepção de uma unidade do sistema tiver condição de funcionamento por período menor que o definido no subitem 2.4.3, alínea c, a vida útil a ser considerada deve ser igual ao tempo estimado de sua utilização.
215 Fl No estudo de concepção devem ser levados em consideração todos os investimentos complementares necessários, até a saturação da etapa do sistema: a) As despesas de exploração e os volumes incrementais devem ser considerados por toda a vida útil do sistema, sendo que, após a saturação do mesmo, considera-se que não haverá mais investimentos e as despesas de exploração e os volumes permanecem constantes. a.1) As despesas de exploração incrementais são aquelas resultantes dos investimentos programados, determinadas pela diferença entre as despesas anuais de exploração do sistema ampliado e as despesas de exploração do sistema existente. a.2) Os volumes incrementais são aqueles que resultam dos investimentos programados, determinados pela diferença entre os volumes anuais consumidos pelo sistema ampliado e os volumes consumidos pelo sistema existente. b) A saturação da etapa de cada concepção é balizada pela unidade do sistema que apresentar a maior capacidade e cujo valor presente de seus custos seja significativo. c) Em casos justificáveis, pode haver unidade componente com ano de saturação superior ao ano de saturação da unidade balizadora. d) Quando houver unidade com capacidade inferior a da unidade balizadora (citada em 2.4.5, alínea b, devem ser determinadas as capacidades ótimas das sub-etapas subseqüentes desta unidade, até que seja atingida a compatibilização com a etapa da concepção. e) Cada etapa subseqüente do sistema é determinada através de um novo estudo de concepção, devendo ser considerado como ano base o ano de saturação da etapa antecedente. f) Ano base de uma sub-etapa ou etapa é o ano de saturação da sub-etapa ou etapa antecedente, respectivamente. g) Cada sub-etapa de uma unidade do sistema tem o seu tamanho otimizado tendo como ano base o ano de saturação da sub-etapa anterior, porém, quando as sub-etapas entrarem na formação da etapa do sistema, o ano base é o de saturação da etapa antecedente. h) A segunda etapa do sistema é considerada somente para efeito de planejamento, devendo ser reestudada em época próxima à sua execução. Se a saturação da primeira etapa for em torno de vinte anos, é dispensável o planejamento da segunda etapa. i) A época de construção de cada nova unidade componente do sistema é programada de forma que, quando a nova unidade entrar em operação, imediatamente após concluída as obras, a unidade existente esteja trabalhando com utilização plena de sua capacidade. j) Quando uma concepção de sistema tiver condição de funcionamento por período menor que o definido no subitem 2.4.3, alínea c, a vida útil a ser considerada deve ser igual ao tempo estimado de sua utilização. l) O estudo de cada concepção de sistema é apresentado observando o quadro em abaixo:
216 Fl. 216 CIDADE: ESTADO: CONCEPÇÃO: A N O POPULAÇ URBANA POPULAÇÃO SERVIDA TOTAL HAB NÍVEL DE ATENDIMENTO (%) VALORES INCREMENTAIS popula ção servida HAB número de economias volume processa do m 3 volume consumi do m 3 Investi mento DESPESAS DE EXPLORAÇÃO pessoal energia outros elétrica total Valor Presente dos Custos (Cp) Valor Presente dos Volumes processados(vp) (CIM) = (Cp) / (Vp) O método de otimização econômica de sistemas pode ser alterado pelo agente promotor, de comum acordo com o agente financeiro, contanto que sejam usados métodos alternativos para os dimensionamentos econômicos das capacidades das unidades componentes do sistema e das comparações de concepções dos mesmos, devendo ser explicativas as vantagens dos procedimentos de engenharia econômica escolhidos Para implantação de sistema, é importante a verificação do estudo do manancial, vazão, qualidade da água, etc. 2.5 SISTEMA PROPOSTO Descrever sucintamente as obras e serviços do projeto proposto e os parâmetros de dimensionamento das partes do sistema. 2.6 Elementos gráficos (plantas dos componentes dos sistemas, perfis e planta de localização do empreendimento. 2.7 Prazo de execução das obras. 2.8 Especificação de materiais, equipamentos e serviços. 2.9 Planilha Orçamentária atualizada Avaliação sócio-econômica, se for o caso, conforme orientação constante do 09 deste volume OUTROS ELEMENTOS Sempre que houver necessidade, podem ser solicitados outros elementos de projeto, tais como: detalhamentos, cortes, estudos geológicos, memorial de cálculos, levantamento topográfico, relatório de sondagens, etc.
217 Fl A - INSTRUÇÃO PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO PROJETO BÁSICO - DRENAGEM URBANA O Projeto Básico é o documento fundamental integrante do pedido de financiamento para sistemas de Drenagem Urbana. 1 DEFINIÇÕES 1.1 PROJETO BÁSICO é o conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão adequado, para caracterizar a obra ou serviço, ou complexo de obras ou serviços objeto da licitação, elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e do prazo de execução, conforme normas específicas da ABNT e Lei 8.666/93 e alteradas pela Lei 8.883/94. 2 SITUAÇÃO DO SISTEMA EXISTENTE 2.1 Observar análise da situação existente, com os problemas operacionais e suas prováveis opções para solucioná-los, além de observar se existe plano diretor de drenagem para a cidade e se as obras pleiteadas fazem parte do mesmo. 3 ESTUDO DE CONCEPÇÃO Observar as alternativas possíveis e seu estudo comparativo, inclusive quanto a possível etapalização das obras e comparação econômica entre as diversas concepções estudadas. 4 MEMORIAL DESCRITIVO No memorial descritivo devem constar, entre outros, os seguintes dados e estudos, conforme o caso: a) a base de dados utilizada na elaboração do projeto (estudo hidrológico, estudo de vazão, levantamentos planialtimétricos e geotécnica) deve ser suficiente para a conclusão do dimensionamento, para a justificativa dos tipos de soluções para equacionar o problema e para a elaboração de um orçamento o mais próximo da realidade; b) descrição das condições de cada um dos rios, córregos, etc, nos quais são executadas as obras em questão e a repercussão que estas obras têm nas áreas beneficiadas, a montante e, principalmente, a jusante (antes e após a execução das mesmas). c) dados populacionais, onde conste: * a população urbana total; * a população diretamente beneficiada, de imediato, pelas obras pleiteadas, e respectiva densidade demográfica; * a população abastecida pelo sistema de abastecimento de água (total e da área beneficiada pelas obras pleiteadas); * classificação da população por faixa de renda; * extensão da rede de esgotos sanitários na área beneficiada pelas obras de drenagem propostas. d) dados urbanísticos, onde conste: * extensão total aproximada dos logradouros da cidade (m); * extensão dos logradouros com pavimentação (m) e total da área pavimentada (ha); * área total da zona urbana (ha);
218 * área da zona urbana com sistema de drenagem (ha). Manual de Fomento Fl. 218 e) alguns dados do projeto, como: * área da(s) bacia(s) de contribuição (Km2); * data de execução e escala do(s) levantamento(s) topográfico(s); * se os dados hidrológicos foram obtidos de postos fluviométricos, por correlação com outras bacias, etc; * período de recorrência (em anos) - justificando, com os estudos, a sua adoção; * área urbana beneficiada (ha) - para cada canal; * tempo de concentração (em minutos); * método de cálculo adotado (racional, empírico ou outros); * limites da velocidade (m/s) : Vmax e Vmin; * coeficiente de escoamento superficial; * vazão da descarga de projeto prevista nos diversos trechos do(s) canal(is) em m3/s ; * estudos de intensidade da duração das chuvas; * comentários gerais sobre os dados do projeto, a metodologia, os cálculos para o dimensionamento, etc; * memorial descritivo do dimensionamento hidráulico; * estudos topográficos; * estudos hidrológicos; * descrição quantificada das obras e serviços. 5 OUTROS ELEMENTOS a) Elementos gráficos (plantas, perfis, detalhamentos, cortes das obras e planta de localização do empreendimento); b) Plantas e perfis dos canais a serem executados, nas escalas de 1:500 e 1:50 ou 1:1000 e 1:100, respectivamente; c) Plantas baixas, seções transversais, do sistema de drenagem existente, salientando os equipamentos urbanos sociais existentes na área beneficiada pelas obras pleiteadas; d) Planta cadastral atualizada da área de influência das obras. 6 Estudos geológicos e sondagens (sempre que necessários). 7 Levantamento Topográfico.
219 Manual de Fomento Fl B - INSTRUÇÃO PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO PROJETO BÁSICO SANEAMENTO INTEGRADO 1 CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES 1.1 Esta recomendação destina-se a orientar, sob o ponto de vista técnico, a apresentação dos projetos técnicos alternativos a serem implantados no âmbito da Modalidade SANEAMENTO INTEGRADO. 1.2 O projeto deve ser elaborado e apresentado para cada uma das áreas que já tiveram suas características e intervenções propostas. 1.3 O órgão responsável pela implantação do projeto não deve contemplar investimentos em áreas de litígio ou de risco. 1.4 A elaboração do projeto deve levar em conta as peculiaridades do saneamento para populações de baixa renda, sensivelmente diferentes de trabalhos de construção de sistemas para populações de nível econômico mais elevado em áreas de cidades organizadas. 1.5 Os valores máximos admitidos para investimento por domicílio não pode ultrapassar a R$ 1.400,00 para o empreendimento esgoto sanitário; a R$ 1.000,00 para o empreendimento abastecimento de água; e a R$ 240,00 para o trabalho Sócio-Ambiental. 2. PREPARAÇÃO DO PROJETO A preparação do projeto deve ser precedida de uma revisão dos elementos técnicos disponíveis, destacando-se a seguir algumas informações obrigatórias. 2.1 ÁREA DO PROJETO a) contorno definido e fechado, representado em planta, identificável no campo e área avaliada em hectares: b) planta em escala compatível, com cotas ao longo dos caminhos ou ruas, ou curvas de nível, cobrindo toda a área. 2.2 CLASSIFICAÇÃO DA ÁREA A classificação correta da área é fundamental para a limitação de projeto De acordo com as constatações feitas in loco, através de inspeções, plantas topográficas e outros documentos disponíveis, enquadrar a área do projeto nos seguintes indicadores: Urbanização a) área urbanizada - edificações em lotes definidos. Lotes que têm frente para rua de alinhamentos definidos; b) favela - nem todas as edificações estão em lotes definidos, nem todas as áreas de propriedade têm frente para ruas com alinhamentos demarcados Densidade a) edificações isoladas em lotes ou áreas de propriedade, que permitem a disposição de efluentes domésticos in situ ; b) edificações muito próximas ou em lotes tão pequenos, que tornam impossível a disposição dos efluentes in situ Declividade
220 a) terrenos íngremes na maior parte da área - declividade maior que 15%; b) terrenos com declividade entre 5% e 15%; c) terrenos planos, com declividade até 5%, bem drenados e secos; d) terrenos baixos, alagados ou inundáveis Tipo de Solo a) permeável, sem lençol freático próximo à superfície; b) permeável, com lençol freático próximo à superfície; c) material duro ou impermeável. Manual de Fomento Fl População a) população presente: é aquela identificada quando da caracterização da área; b) população beneficiada: é a população presente, acrescida do número de lotes vagos, multiplicado pela taxa de ocupação Só deve ser levada em consideração a população da área do projeto, sendo que nenhum benefício à população externa pode ser considerado, nem seus custos incluídos nos custos de projeto. 3 INTERVENÇÕES FINANCIÁVEIS 3.1 Denominam-se intervenções, os trabalhos que devem ser planejados, orçados, realizados e fiscalizados, devendo dar origem a informações sobre tecnologia, custos de orçamento e custos de implantação. 3.2 Podem fazer parte do projeto, apenas obras a serem realizadas dentro dos limites da área de interferência. As obras a serem realizadas fora dos limites da área exclusivamente para atender à mesma, devem ser descritas em separado como obras complementares externas. O custo per capita deve incluir o empreendimento principal e a respectiva obra complementar externa. 3.3 EMPREENDIMENTOS PRINCIPAIS Participação Comunitária a) esta intervenção deve ser planejada especificamente para cada área de projeto e ter como pressuposto básico o desenvolvimento de um processo dinâmico de participação e interação entre população e agentes do SANEAMENTO INTEGRADO Projetos de Abastecimento de Água Apresentação, para aprovação, da seguinte documentação, antes da execução da obra: a) descrição do projeto do sistema específico para a área em questão, inclusive as obras a realizar até a fonte de abastecimento; b) cálculos, quando necessários; c) memorial de especificação de serviços e materiais; d) plantas do sistema e da inserção no contexto urbano; e) planilha de orçamento Parâmetros para o dimensionamento do Projeto: a) consumo per capita de 120 l/hab. dia; b) coeficientes K1 = 1,2 - dia de maior consumo; K2 = 1,5 - hora de maior consumo; c) demanda: Classe 3 - população presente acrescida de, no mínimo, 50%; Classe 4 - considerar população presente;
221 d) reservação: dimensionar para volume de 15% do consumo máximo diário. Manual de Fomento Fl Condições Gerais para o Projeto: a) a escolha da alternativa de projeto deve ter a participação e concordância da comunidade, sendo imprescindível nos casos de adoção de sistemas construtivos alternativos; b) as redes devem ser sempre projetadas a partir do sistema existente na cidade. Na hipótese de construção de captações e sistemas de tratamento fora da área de projeto, somente é possível o atendimento, respeitado o limite de custo estabelecido; c) o projeto é proposto nas condições mais econômicas possíveis, admitindo-se o uso de diâmetros reduzidos para que a pressão de distribuição seja o mínimo admissível (6mca), considerando-se o dimensionamento hidráulico e diâmetros comerciais. Nesta modalidade de operação, não são consideradas limitações praticadas pelo Operador do sistema como diâmetro e pressão mínima; d) para as áreas de Classes 245X ou 246X, recomenda-se buscar alternativa de projeto mais econômico, podendo ser estudada a possibilidade de instalação da rede sobre telhados, palafitas ou, quando possível, sobre o terreno, com a devida proteção; e) quando não forem utilizados micromedidores nos ramais domiciliares, é necessária a apresentação de solução alternativa para medição Projeto de Esgotamento Sanitário Apresentação para aprovação, antes da execução da obra, da seguinte documentação: a) descrição do projeto do sistema específico para a área em questão, inclusive as obras a serem realizadas até a interligação com o sistema externo ou até a disposição final; b) cálculos, quando necessários; c) memorial de especificação de serviços e materiais; d) plantas do sistema e da inserção no contexto urbano; e) planilha de orçamento Parâmetros para o dimensionamento do projeto: a) consumo per capita de água de 120 l/hab.dia; b) coeficiente a adotar: Ko = 0,8 - reversão água/esgoto; c) K1 = 1,2 - dia de maior consumo; d) K2 = 1,5 - hora de maior consumo; e) demanda: Classe 3 - população presente acrescida de, no mínimo, 50%; Classe 4 - considerar a população presente. f) a rede deve ser dimensionada com: f.1) diâmetro mínimo de 100mm; f.2) para o cálculo da declividade mínima, utilizar vazão de 1,8 l/s, quando a razão máxima diária for igual ou menor a 1,8 l/s e utilizar o critério da força trativa de 1 Pa (0,10 Kgf/m2). f.3) profundidade máxima da rede de 1,5m para rua e 0,65m para calçada Condições gerais para o projeto: a) a escolha da alternativa de projeto deve ter a participação e concordância da comunidade, sendo imprescindível nos casos de adoção de sistemas construtivos alternativos; b) em todos os projetos, a solução de disposição in situ deve ser estudada sob o aspecto econômico e priorizada para áreas cujas condições físicas e de ocupação são favoráveis; c) para o dimensionamento da fossa são seguidas as recomendações das normas vigentes no País, inclusive no que se refere a exigência de teste de absorção do solo;
222 Fl. 222 d) para o sistema de disposição final coletiva, deve ser apresentada a análise econômicofinanceira, comparando a solução TS (tanque de sedimentação), LAGOA ou RALF, caso o tratamento apresentado seja diferente do citado anteriormente; e) nos casos em que a negociação com a população local resulte na adoção de rede coletora para o esgotamento sanitário, o projeto deve objetivar aos menores comprimentos de rede e diâmetro, adotando soluções de rede condominial tipo intramuros, fundo de lote ou calçadas. Sendo adotada qualquer uma dessas soluções, é necessária a apresentação da justificativa técnica; f) para as áreas de Classe 25X, as redes de pequenos diâmetros devem ser, na medida do possível, construídas sobre o solo, bem ventiladas e adequadas para as vias de tráfego de pedestres; g) as redes separadoras, na medida do possível, obedecem às determinações técnicas simplificadas das Concessionárias de Serviços de Água e Esgoto local, desde que as áreas sejam de Classe 1; h) dotar as redes de ventilação, especialmente nas áreas de Classe 5 e 6, utilizando, para esse fim, tubos de ventilação colocados externamente às edificações; i) para as áreas da Classe 2, dotar a rede de, no mínimo, 1 tubo de ventilação para cada 5 domicílios; j) para redes em áreas de Classe 5, são utilizados métodos especiais de dimensionamento, bem como cuidados especiais na ventilação da rede; k) o projeto deve conter a menor quantidade possível de poços de visita e terminais de limpeza, com diâmetros reduzidos para 0,90m e 0,60m; l) deve ser verificada a possibilidade de utilização de terminais de limpeza e inspeção, em pontos iniciais de tubulação e tubo de inspeção intermediário em tabulações longas e rasas, de duas curvas separadas de 45º em curvas horizontais de 90º; m) deve ser verificada, também, a possibilidade de utilização de ramal domiciliar interligado em Y, com uma curva de 45º no ponto de inserção de uma tubulação em outra e de caixa subterrânea de concreto para mudança de diâmetro e inclinação de tubulação, com a finalidade de substituir os PV s que, tradicionalmente, representam custos significativos Projeto de Instalação Hidráulico- Sanitárias Intradomiciliares - IHS: a) deve ser contemplada a melhoria ou construção de instalações hidráulico-sanitárias, respeitando a escolha da população. Será apresentado um projeto típico da instalação, da ligação de água a partir do distribuidor, da ligação de esgoto à rede ou, no caso de sistema de disposição in situ dos esgotos domésticos, a partir da entrada nesse sistema; b) é importante notar que tanto a rede de esgotos, quanto o sistema de disposição in situ, seja ele fossa absorvente, poço ventilado ou fossa séptica e sumidouro, são Empreendimentos de Esgotos, devendo os projetos da IHS serem apresentados em volumes e orçamentos separados; c) em casos específicos, pode ser dispensado o projeto típico, que deve ser substituído pela cesta de materiais para IHS, nos casos em que será construído pela população em regime de ajuda mútua, com a forma que melhor se adequar à sua habitação Documentos a apresentar: a) projeto - tipo da Instalação Hidráulico - Sanitária; b) memorial de especificação de serviços e materiais; c) planilha de orçamento. 3.4 EMPREENDIMENTOS COMPLEMENTARES Os projetos de obras complementares devem ser separados em volumes à parte, com orçamentos em separado dos empreendimentos principais.
223 3.4.1 Projeto de Sistema de Microdrenagem Manual de Fomento Fl Divide-se em sistemas abertos e fechados: a) os sistemas abertos são compostos de valas comuns com alguns bueiros de travessia de caminhos ou ruas. Esses sistemas são aceitos e recomendados para as áreas da Classe 1, com ruas em terra e para todas as áreas de Classe 2, desde que observadas as condições do solo/topografia local e condições de dimensionamento; b) os sistemas fechados, compostos de tubulações enterradas são recomendados para vielas ou ruas pavimentadas e não podem ser aceitos para vielas ou ruas de terra. Só devem ser empregados nas áreas da Classe Apresentação, para aprovação, antes da execução da obra, da seguinte documentação: a) diagnóstico dos problemas de esgotamento pluvial da área, com dados pluviométricos do local, no que se refere à intensidade, freqüência e duração para tempo de recorrência igual a dez anos; b) planta topográfica da bacia, com indicação do posicionamento da área; c) descrição do projeto do sistema específico para a área em questão, inclusive as obras a serem realizadas até a interligação com o sistema externo existente ou até a disposição final; d) cálculos, quando necessários; e) memorial de especificação de serviços e materiais; f) plantas do sistema e da inserção no contexto urbano; g) planilha de orçamento Parâmetros para dimensionamento do projeto As obras de microdrenagem do Programa encontram-se limitadas aos seguintes parâmetros: a) valas abertas, com largura de fundo máxima de 1,00m e profundidade máxima de 1,50m, projetadas para velocidade que satisfaça a força trativa mínima de 3 Pa (0,3 Kgf/m2); b) sistema fechado com tubulação de diâmetro máximo de 0,80m e profundidade máxima de 2,00m, projetado com velocidade que satisfaça a uma força trativa mínima de 2 Pa (0,2 Kgf/m2); c) para a área de Classe 8, o projeto de microdrenagem deve demonstrar que o sistema proposto soluciona definitivamente o problema de alagamento/ inundação do local Não podem ser aceitos no programa obras com características fora dos limites estabelecidos, bem como sistemas de drenos perfurados de qualquer extensão ou dimensão Projeto do Sistema de Manejo de Resíduos Sólidos (lixo doméstico) a) quando o lixo se constituir em um problema grave para a saúde na área do projeto, pode ser incluído como empreendimento complementar, mediante justificativa; b) a princípio, a coleta e a disposição dos resíduos sólidos devem ser solucionados com a organização da própria população, por intermédio da Participação Comunitária, evitando o auxílio externo; c) em geral, os trabalhos propostos devem incluir coleta e disposição pela população, até os pontos de concentração, a partir daí, o transporte a distâncias maiores considerado como atribuição do Município; d) no projeto SANEAMENTO INTEGRADO podem ser aceitos sistemas simples de transporte como o uso de tração animal, pequenos tratores e o emprego de conteiners nos pontos de concentração.
224 Fl A princípio, está vedado, no programa, a aquisição de caminhões e instalação de usinas de lixo Documentação a apresentar: a) relatório de descrição do projeto, aprovado pela Prefeitura local ou entidade responsável pelos serviços na localidade; b) planta da localidade, assinalando os pontos de concentração e indicação dos acessos do caminhão de coleta do serviço público; c) memória de cálculo; d) planilha de orçamento.
225 Fl C - INSTRUÇÃO PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO PROJETO BÁSICO MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS O presente tem como objetivo oferecer subsídios e orientações à elaboração do projeto básico do empreendimento a ser financiado, buscando a maximização dos recursos e dos benefícios sociais. 1 DEFINIÇÃO 1.1 PROJETO BÁSICO Conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão adequado, para caracterizar a obra/serviço ou complexo de obras/serviços objeto da solicitação, elaborado com base na indicação dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e do prazo de execução, conforme normas específicas da ABNT e Lei 8.666/93 e alterada pela Lei 8.883/ Quando o sistema de tratamento consistir da implantação de usinas de reciclagem; de compostagem ou de aterro sanitário, envolvendo, portanto, obras civis, o projeto deve conter os seguintes elementos: a) justificativa técnica; b) memorial descritivo; c) aspectos ambientais; d) planilha orçamentária; e) plantas e detalhes construtivos; f) atividades complementares, e; g) cronograma físico-financeiro. 1.3 Caso o projeto inclua ou consista, exclusivamente, da aquisição de equipamentos/veículos para tratamento e disposição final, deverá ser apresentado: a) justificativa técnica; b) memorial descritivo (tipo, quantidade e especificações técnicas do equipamento/veículo, tipo e volume do serviço a ser utilizado com o equipamento/veículo, justificando a sua utilização; c) planilha orçamentária. 2 SITUAÇÃO DO SISTEMA EXISTENTE 2.1 Descrever o sistema existente de coleta, apresentando: a) estrutura organizacional dos serviços; b) população local beneficiada; c) mapa e freqüência da coleta; d) tipo e quantidade de equipamento(s) utilizado(s); e) caracterização do lixo coletado; f) problemas operacionais envolvidos. 2.2 Descrever a existência de alguma modalidade de tratamento de lixo e a forma de destinação final, com os respectivos problemas operacionais. 2.3 Descrever os principais problemas relacionados à deficiência dos serviços e o atendimento à população (indicar o percentual de atendimento). 3 SISTEMA PROPOSTO
226 Fl JUSTIFICATIVA TÉCNICA A partir das dificuldades identificadas, apresentar as opções viáveis de solução, indicando a alternativa proposta com as correspondentes justificativas técnicas, econômicas e ambientais. 3.2 MEMORIAL DESCRITIVO O memorial descritivo deverá conter: a) análise da composição do lixo; b) descrição da concepção e dimensionamento do sistema proposto, incluindo as unidades componentes do sistema de tratamento e de disposição final; c) descrição das etapas de execução de cada componente, incluindo o detalhamento das obras envolvidas; d) referência às normas técnicas dos serviços previstos para execução das obras, e; e) integração das obras com o sistema existente, se for o caso Em relação aos materiais e/ou equipamentos/veículos a serem empregados ou utilizados nas obras, informar tipo, quantidade e especificações técnicas dos mesmos, caracterizando o volume a ser utilizado e justificando a sua utilização Para todas as modalidades de tratamento e disposição final, deverão ser informadas: a) características técnicas do sistema proposto; b) processo e funcionamento do sistema; c) disponibilidade de área para sua instalação, com suas principais características físicas e ambientais; d) fatores determinantes da escolha do local; e) disponibilidade de pessoal com nível técnico para a operação, manutenção e controle dos equipamentos e das unidades do sistema No caso dos aterros sanitários, ou em situações especiais das usinas de reciclagem e de compostagem, incluir as considerações e análises de geotécnia e topografia Apresentar um fluxograma do processo de tratamento, considerando todos os componentes e etapas do sistema. 3.3 MEMÓRIA DE CÁLCULO Deve conter o cálculo das quantidades de serviços/materiais constantes no orçamento das obras/serviços. Em caso de eventual complexidade das obras civis envolvidas na instalação das usinas de reciclagem/compostagem, ou do aterro, apresentar o dimensionamento das mesmas. 3.4 ASPECTOS AMBIENTAIS Descrever os aspectos ambientais envolvidos com o sistema proposto, incluindo a justificativa do local escolhido para à implantação do sistema; a descrição e avaliação dos impactos positivos e negativos envolvidos com a implantação das obras e a operação do sistema, bem como a indicação das providências e medidas adotadas para à minimização dos impactos ambientais.
227 Fl Qualquer que seja o sistema proposto, deve estar em consonância com a legislação federal e estadual vigentes e atender aos critérios de licenciamento ambiental estabelecidos pelos correspondentes órgãos estaduais e/ou regionais competentes. Obs.: Recomenda-se que o sistema proposto corresponda ao previamente apresentado e analisado pelo órgão ambiental competente. 3.5 PLANILHA ORÇAMENTÁRIA Deve conter o detalhamento itemizado de todos os serviços que compõem cada fase da execução das obras, incluindo material, mão-de-obra e demais custos inerentes Os custos devem estar atualizados com base nos preços de mercado praticados na região, observados, em especial, aqueles praticados pelos serviços de limpeza urbana Na indicação dos serviços preliminares é indispensável discriminar a composição e dimensionamento dos mesmos, relacionando-os com as respectivas unidades e quantidades Na composição da planilha de custos, deverão ser indicados, numericamente, os valores envolvidos com cada item, não sendo permitida a indicação da unidade verba (Vb) como indicador de valores. 3.6 PLANTAS E DETALHES CONSTRUTIVOS Deve ser apresentada a planta de localização do sistema/obras, em escala compatível, relacionado com a localidade beneficiada e aspectos relevantes físicos/ambientais da área Dependendo da natureza do projeto/sistema, deverão ser incluídas plantas: a) de detalhes construtivos, referentes à estrutura, instalações e obras complementares; b) perfis, seções, elevações, dentre outras que se façam necessárias. 3.7 ATIVIDADES COMPLEMENTARES Em caso de necessidade, poderão ser incluídos no pedido de financiamento, desde que, devidamente justificados e detalhados, programas de treinamento e de assistência técnica aos equipamentos e às unidades de tratamento e disposição final. 3.8 CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO Descrever as atividades a serem desenvolvidas na implantação do sistema, incluindo prazos de execução e recursos financeiros envolvidos em cada etapa.
228 Fl JUSTIFICATIVA DO EMPREENDIMENTO - ABASTECIMENTO DE ÁGUA/ESGOTO A justificativa do empreendimento contém elementos que comporão o processo de financiamento do agente financeiro. Empreendimento: mutuário: agente promotor: 1 JUSTIFICATIVA A Justificativa do Empreendimento é o documento destinado a demonstrar a necessidade e oportunidade da Solicitação do Financiamento. 1.1 Deve ser elaborada por sistema, com destaque para as unidades objeto de financiamento e área de intervenção, cujas informações deverão ser extraídas do Projeto Básico elaborado conforme instruções contidas no DADOS GERAIS 2.1 Os dados e resultados básicos (colocar a data referenciada) relativos ao empreendimento em estudo são: b) população urbana; c) percentual de atendimento; d) vazões demandadas (sem as perdas); e) percentuais de perdas de água; f) percentual de micromedição; g) percentual de utilização atual da capacidade das unidades; h) outros dados e resultados julgados representativos. 3 ANÁLISE DA SITUAÇÃO OPERACIONAL 3.1 A análise da situação operacional deve ser suficiente para mostrar os problemas operacionais do sistema e conclusiva para determinação das prováveis opções para solucioná-los. 3.2 Descrever sobre o nível de perdas no sistema no ano atual. No caso de as perdas serem iguais ou maiores que 30%, quais as providências planejadas com vistas a reduzi-las. 3.3 No caso de proposição para ampliar o sistema, deve ser apresentada justificativa demonstrando a oportunidade do empreendimento. 3.4 A descrição do sistema existente e a situação operacional acima caracterizada, pode ser alterada, adequando, acrescentando ou eliminando os pontos que o agente promotor julgar pertinente, de comum acordo com o agente financeiro, e sem prejuízo ao correto entendimento da oportunidade e qualidade do empreendimento proposto, face à situação operacional e estado de conservação do sistema existente. 4 SITUAÇÃO PROPOSTA Descrever as obras e serviços do projeto proposto e os parâmetros de dimensionamento das partes do sistema.
229 Fl Captação Captação Superficial Localização e denominação Capacidade da Captação (l/s) Descrição das partes componentes da captação, tais como: tipo de tomada, tipo de canal ou tubulação de ligação, tipo de barragem, caixas de areia, etc. Observação: No caso de ampliação, citar a capacidade da captação atual e o incremento a ser obtido (l/s). No caso de reabilitação e/ou otimização, descrever as obras e serviços a serem executados Captação Subterrânea Denominação, número de poços e localização das áreas de captação Número, tipo, potência (HP), vazão (l/s) e altura manométrica (m) dos conjuntos a serem adquiridos e instalados Descrição dos abrigos para os poços. Observação: No caso de reabilitação e/ou otimização, descrever as obras e serviços a serem executados. 4.2 ELEVATÓRIA Localização e denominação Tipo e quantidade dos conjuntos a serem adquiridos e instalados, indicando para cada um deles: vazão (l/s), potência (HP), altura manométrica (m); Área total e n.º de pavimentos. Observação: No caso de reabilitação e/ou otimização, descrever as obras e serviços a serem executados. 4.3 ADUÇÃO Unidades do sistema ligadas pela adutora Materiais especificados seguidos da expressão "ou similar", extensão (m) e diâmetro (mm) da tubulação a ser adquirida e ou assente Descrição do tipo de dispositivo anti-golpe de ariete. Observação:
230 Fl. 230 No caso de otimização e/ou reabilitação, especificar as obras e serviços a serem executados. 4.4 TRATAMENTO Localização e denominação Capacidade da etapa de implantação (l/s) Tipo. Observação: No caso de reabilitação e/ou otimização, citar a capacidade de tratamento e descrever as obras e serviços a serem executados, indicando os novos equipamentos e/ou parte da construção civil a ser reabilitada e/ou otimizada. No caso de ampliação, citar a capacidade de tratamento atual e o incremento com a ampliação (l/s), descrevendo as obras e serviços a serem executados, e os equipamentos a serem adquiridos e instalados. 4.5 RESERVAÇÃO Localização e denominação Tipo e material Capacidade (m3) Observação: No caso de reabilitação e/ou otimização, indicar a capacidade (m3) do reservatório que será reformado, especificando as obras e serviços a serem executados. No caso de ampliação, citar o incremento da capacidade (m3). 4.6 REDE DE DISTRIBUIÇÃO Extensão da tubulação, por diâmetro, discriminando material e classe, seguido da expressão "ou similar", a ser adquirida e/ou assente. 4.7 LIGAÇÃO PREDIAL Número e tipo de ligação, com ou sem hidrômetro. 4.8 ELABORAÇÃO DE ESTUDOS E OU PROJETOS TÉCNICOS Relacionar a(s) comunidade(s) a ser(em) beneficiada(s) e o tipo de estudo a ser elaborado. 4.9 PESQUISA DE MANANCIAIS Relacionar a(s) comunidade(s) a ser(em) beneficiada(s) e as características da pesquisa como n.º de poços piloto, localização, profundidade prevista ITENS ESPECIAIS No caso de eletrificação, citar a extensão da linha de transmissão.
231 Fl No caso de estradas de acesso e/ou serviços, citar a extensão e o tipo de pavimentação No caso de travessias, citar o tipo e dimensões principais No caso de subestações rebaixadoras de alta tensão, citar o número e tipo dos transformadores e respectivos implementos Para outras obras especiais, citar as características principais Desapropriação com indicação da localização e área Ações de preservação ambiental necessárias à implantação do empreendimento. 5 Apresentar um desenho esquemático dos sistemas existente e proposto. Data / / agente promotor mutuário
232 20-A - JUSTIFICATIVA DO EMPREENDIMENTO - ESGOTAMENTO SANITÁRIO Manual de Fomento Fl. 232 A justificativa do empreendimento contém elementos que comporão o processo de financiamento do agente financeiro. Empreendimento: mutuário: agente promotor: 1 JUSTIFICATIVA A Justificativa do Empreendimento é o documento destinado a demonstrar a necessidade e oportunidade da Solicitação do Financiamento. 1.1 Deve ser elaborada por sistema, com destaque para as unidades objeto do financiamento e área de intervenção, cujas informações deverão ser extraídas do Projeto Básico elaborado conforme instruções contidas no DADOS GERAIS 2.1 Devem ser informados os seguintes dados e resultados do sistema de abastecimento de água da área onde existe rede de esgoto sanitário: a) população urbana; b) percentual de atendimento; c) percentual de utilização atual da capacidade das unidades; d) vazões de esgoto; e) outros dados e resultados julgados representativos. 3 ANÁLISE DA SITUAÇÃO OPERACIONAL 3.1 A análise da situação operacional deve ser suficiente para mostrar os problemas operacionais do sistema e conclusiva para determinação das prováveis opções para solucioná-los. 3.2 Descrever sobre o nível de perdas do sistema no ano atual. No caso de as perdas serem iguais ou maiores que 30%, citar quais as providências planejadas com vistas a reduzi-las. 3.3 No caso de proposição para ampliar o sistema, deve ser apresentada justificativa demonstrando a oportunidade do empreendimento. 3.4 A descrição do sistema existente e a situação operacional, acima caracterizada, pode ser alterada, adequando, acrescentando ou eliminando os pontos que o agente promotor julgar pertinente, de comum acordo com o agente financeiro, e sem prejuízo ao correto entendimento da oportunidade e qualidade do empreendimento proposto, face à situação operacional e estado de conservação do sistema existente. 4 SITUAÇÃO PROPOSTA Descrever as obras e serviços do projeto proposto e os parâmetros de dimensionamento das partes do sistema. 4.1 DISCRIMINAR AS BACIAS E SETORES QUE SERÃO BENEFICIADOS 4.2 REDE COLETORA E INTERCEPTORES
233 Fl Extensão da rede e interceptores, por diâmetro, a adquirir e/ou a assentar, discriminando material e classe, seguido da expressão "ou similar" Número total de poços de visita. 4.3 EMISSÁRIO Unidades do sistema ligadas pelo emissário Diâmetro e extensão de cada emissário, separando as partes a adquirir e/ou a assentar Material especificado no projeto técnico seguido da expressão "ou similar" Descrição sucinta dos dispositivos especiais (anti-golpe de ariete, "stand pipes", etc.). 4.4 ELEVATÓRIA Localização e denominação Tipo e quantidade dos conjuntos a serem adquiridos e instalados, indicando, para cada um deles: vazão (l/s) potência (HP) e altura manométrica (m) Área total e número de pavimentos. 4.5 TRATAMENTO Localização e denominação Capacidade da etapa a implantar (l/s) Tipo: se for o caso, citar o número das unidades componentes no tratamento preliminar (caixas de areia, etc.), primário (decantação, digestores, leitos, margem, lodo, etc.) e secundário (filtração biológica, lodos ativados, etc.), número e área, no caso de lagoas de estabilização, vales de oxidação, etc. Observação: a) no caso de reabilitação e/ou otimização, citar a capacidade de tratamento após a intervenção e descrever as obras e serviços a serem executados, indicando os novos equipamentos e/ou parte da construção civil a ser reabilitada ou otimizada; b) no caso de ampliação, citar a capacidade de tratamento atual e o incremento com a ampliação (l/s), descrevendo as obras e serviços a serem executados. 4.6 LIGAÇÃO PREDIAL Número e tipo de ligação. 4.7 ELABORAÇÃO DE ESTUDOS E PROJETOS TÉCNICOS Relacionar as comunidade(s) a ser(em) beneficiada(s) e o tipo de estudo a ser elaborado. 4.8 ITENS ESPECIAIS
234 4.8.1 No caso de eletrificação, citar a extensão da linha de transmissão. Manual de Fomento Fl No caso de estradas de acesso e ou serviços, citar a extensão e o tipo de pavimentação No caso de travessias, citar o tipo e dimensões principais No caso de subestações rebaixadoras de alta tensão, citar o número e tipo dos transformadores e respectivos implementos Para outras obras especiais, citar as características principais Desapropriação com indicação da localização e área Ações de preservação ambiental necessárias à implantação do empreendimento. 5 Apresentar um desenho esquemático dos sistemas existente e proposto. Data / / agente promotor mutuário
235 20-B - JUSTIFICATIVA DO EMPREENDIMENTO - DRENAGEM URBANA Manual de Fomento Fl. 235 A justificativa do empreendimento contém elementos que comporão o processo de financiamento do agente financeiro. Empreendimento: mutuário: agente promotor: 1 JUSTIFICATIVA A Justificativa do Empreendimento é o documento destinado a demonstrar a necessidade e oportunidade da Solicitação de Financiamento. 1.1 Deve ser elaborada por área de abrangência da intervenção, com destaque para as unidades objeto do financiamento e área de intervenção. 2 DADOS GERAIS a) população urbana total; b) população urbana beneficiada diretamente pelas obras projetadas; c) densidade demográfica na área beneficiada (hab/ha); d) percentual da população abastecida na área beneficiada pelas obras, em relação à população total dessa área; e) percentual do total da população abastecida na cidade em relação à população urbana total; f) extensão da rede de esgoto sanitário na área beneficiada pelas obras, se for o caso; g) percentual da população servida por esgotos na área beneficiada em relação à população dessa área; h) percentual da população servida total na cidade em relação à população urbana total. 3 SISTEMA EXISTENTE E SITUAÇÃO OPERACIONAL. 3.1 Descrever o sistema existente, contemplando a quantidade de córregos e/ou canais e a situação operacional de cada um, informando, inclusive, se estão canalizados ou não Anexar planta (numa escala adequada) da cidade ou de parte da cidade, localizando o sistema existente. 4 ANÁLISE DA SITUAÇÃO EXISTENTE 4.1 A análise da situação existente deve ser suficiente para mostrar os problemas operacionais do sistema e conclusiva para determinação das prováveis opções para solucioná-los. 4.2 Citar se existe Plano Diretor de drenagem para a cidade e se as obras fazem parte desse plano.
236 Fl SITUAÇÃO PROPOSTA 5.1 CANAIS Localização (rio, córrego, ribeirão, etc.); tipo (aberto, fechado); material utilizado para a execução (concreto armado, gabião, etc.); extensão revestida, seções utilizadas em cada trecho (com as respectivas extensões e volume de concreto ou gabião previsto) No caso de galeria celular indicar, também, o número de células e as seções e extensões correspondentes. 5.2 REDE DE GALERIAS PLUVIAIS Somente são admitidas conjuntamente com obras de macrodrenagem, salvo nos casos em que as obras projetadas visem assegurar o alcance dos benefícios previstos na modalidade, e o corpo receptor esteja preparado para receber as vazões adicionais correspondentes Informar o tipo, extensão e dimensões, discriminando as quantidades a adquirir e/ou a assentar e indicando o material, seguido da expressão "ou similar". a) bocas de lobo - quantidade; b) bueiros - tipo, dimensões e extensão (m); c) poços de visita - quantidade; d) poços de queda - quantidade; e) dissipadores de energia - tipo, quantidade, dimensões, caixas de ligação e quantidade. 5.3 RETIFICAÇÃO DE CURSOS DE ÁGUA Extensão e seção retificada e sua localização. 5.4 PAVIMENTAÇÃO (limitada aos logradouros da área de intervenção) Localização e ou denominação dos logradouros, com as dimensões da pista de rolamento e/ou calçadas, informando o tipo de pavimentação (asfalto, paralelepípedo, bloquetes, etc.) e a respectiva área (m2). Extensão de meio-fio (m). 5.5 DRAGAGEM Localização, extensão e volume a dragar (m3). 5.6 CONTENÇÃO DE ENCOSTAS Admitido nos casos de erosão do solo. Especificar. 5.7 ITENS ESPECIAIS No caso de travessias, citar o tipo e dimensões principais Para outras obras especiais, citar as características principais Desapropriação com indicação da localização e área Ações de preservação ambiental necessárias à implantação do empreendimento.
237 Fl Descrever se as obras em estudo serão executadas em uma só etapa e, se for o caso, qual o número de etapas previsto. 5.9 Descrever as alternativas estudadas, apresentando o seu estudo comparativo Comentar sobre o reflexo da implantação das obras pleiteadas a montante e a jusante dos trechos e no sistema viário, além das condições sanitárias. 6 Anexar planta (numa escala adequada), localizando o sistema proposto. Data / / agente promotor mutuário
238 Manual de Fomento Fl C - JUSTIFICATIVA DO EMPREENDIMENTO MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS A justificativa do empreendimento contém elementos que comporão o processo de financiamento do agente financeiro. Empreendimento: mutuário: agente promotor: 1 JUSTIFICATIVA A Justificativa do Empreendimento é o documento destinado a demonstrar a necessidade e oportunidade da Solicitação de Financiamento. 1.1 Deve ser elaborado por área de abrangência da intervenção, com destaque para o objeto de financiamento (implantação, ampliação e ou reabilitação de instalação para destinação final dos resíduos sólidos) e sua influência no entorno. 2 DADOS GERAIS 2.1 Os dados e resultados básicos relativos ao empreendimento em estudo são : a) população urbana; b) percentual de atendimento. 2.2 Descrição do sistema de coleta, transporte, tratamento e disposição final existente. 3 ANÁLISE DA SITUAÇÃO OPERACIONAL 3.1 Deve ser suficiente para mostrar os problemas e conclusiva para determinação das prováveis opções para solucioná-los. 4 SITUAÇÃO PROPOSTA 4.1 SISTEMA DE TRANSPORTE Descrição do tipo de transporte a ser implementado Descrição do equipamento a ser utilizado Descrição das condições das vias de tráfego Outras informações pertinentes. 4.2 SISTEMA DE TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO FINAL Descrição da área de localização do empreendimento, inclusive seu entorno; Descrição do tipo de tratamento e disposição final a ser desenvolvido; Descrição do equipamento necessário à operacionalização do tratamento e disposição final proposto; Descrição das condições de drenagem superficial da área de influência do projeto;
239 Fl Descrição do sistema de coleta e tratamento dos líquidos percolados, quando for o caso; Descrição do sistema de tratamento dos gases, quando for o caso; Descrição do sistema de monitoramento ambiental; Descrição da urbanização do entorno da área, quando for o caso; Outras informações pertinentes. Data / /. agente promotor mutuário
240 20-D - JUSTIFICATIVA DO EMPREENDIMENTO - ESTUDOS E PROJETOS Manual de Fomento Fl. 240 A justificativa do empreendimento contém elementos que comporão o processo de financiamento do agente financeiro. Empreendimento: mutuário: agente promotor: 1 JUSTIFICATIVA A Justificativa do Empreendimento é o documento destinado a demonstrar a necessidade e oportunidade da Solicitação de Financiamento e deve ser elaborado por localidade com destaque para área de intervenção. 1.1 DADOS GERAIS DA LOCALIDADE A SER BENEFICIADA, TAIS COMO: a) população urbana total; b) população beneficiada, de imediato; c) risco da área de abrangência (ha); d) densidade demográfica (hab/ha); e) nível sócio-econômico da população; f) condições de logradouros; g) demais dados julgados procedentes; 1.2 SISTEMA EXISTENTE A descrição do sistema existente deve ser suficiente para concretizá-lo com suas principais grandezas e modo de funcionamento, tais como: a) situação operacional; b) percentual de atendimento (água/esgoto); c) extensão da rede (água/esgoto); d) percentuais de perdas (água); e) percentual de micromedição (água); f) situação operacional, caracterizando o funcionamento atual, os problemas operacionais e as opções para solucioná-los; g) demais dados julgados procedentes. 1.3 SISTEMA PROPOSTO Descrever os objetivos e metas a serem alcançadas com o financiamento, abordando os aspectos técnicos já definidos e a questão de preservação ambiental. Data / / agente promotor mutuário
241 21 - DIAGNÓSTICO/PROGNÓSTICO Manual de Fomento Fl O é composto dos Quadros I, II e III. INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO 2 Com base no Diagnóstico/Prognóstico, o agente promotor deve apresentar: 2.1 Descrição abrangente da situação atual das atividades pertinentes a cada um dos projetos integrantes do programa de Desenvolvimento Institucional; 2.2 Estabelecimento das metas a serem alcançadas com as aplicações de recursos; 2.3 Estabelecimento das prioridades de ações em nível de projeto, para serem alcançadas as metas; As ações estabelecidas devem ser reduzidas às áreas de atuação que reflitam maiores resultados com vistas à otimização dos recursos; 2.4 As ações estabelecidas devem estar em sintonia com o Diagnóstico/Prognóstico; 2.5 Os dados gerais e indicadores operacionais (Quadro I e II deste ) a serem atingidos com recursos ainda não assegurados devem estar assinalados.
242 Fl QUADRO I DIAGNÓSTICO/PROGNÓSTICO - DADOS GERAIS Órgão de Saneamento: DISCRIMINAÇÃO UNIDADES ANOS ATUAL ANOS PROJETADOS HIS TÓR ICO S DADOS GERAIS POPULAÇÃO URBANA HAB TX. CRESC. POP. URBANA % TX. OCUP. DOMICILIAR HAB./DOM N.º DE EMPREGADOS UNIDADE 2 - SERVIÇO DE ÁGUA N.º LOCAL. ATENDIDAS UNIDADE POPUL. ABASTECIDA HAB ECON. RESIDENCIAIS UNIDADE ECONOMIAS - TOTAL UNIDADE LIGAÇÕES - TOTAL UNIDADE LIGAÇÕES MEDIDAS UNIDADE VOLUME CONSUMIDO m VOLUME FATURADO m VOLUME PRODUZIDO m VOLUME ESTIMADO m EXTENSÃO DA REDE Km 3 - SERVIÇO DE ESGOTO N.º LOCAL. ATENDIDAS UNIDADE POPULAÇÃO SERVIDA HAB ECON. RESIDENCIAIS UNIDADE ECONOMIAS - TOTAL UNIDADE LIGAÇÕES - TOTAL UNIDADE VOLUME COLETADO m VOLUME FATURADO m EXTENSÃO DA REDE Km OBSERVAÇÃO: INFORMAÇÕES COMPATÍVEIS COM O DECAP
243 Fl QUADRO II DIAGNÓSTICO/PROGNÓSTICO - INDICADORES OPERACIONAIS Órgão de Saneamento: DISCRIMINAÇÃO UNIDADES ANOS HISTÓRICOS ATUAL ANOS PROJETADOS INDICADORES OPERACIONAIS NÍVEL ATENDIM..- ÁGUA % NÍVEL ATEND. - ESGOTO % VOL.FAT./ECON. - ÁGUA m /ECO/MÊS VOL.FAT./ECON. - ESGOTO m /ECO/MÊS EXT. REDE/LIGAÇÃO - ÁGUA m/lig EXT.REDE/LIGAÇÃO-ESGOTO m/lig ECO/LIGAÇÃO - ÁGUA ECO./LIG ECO/LIGAÇÃO-ESGOTO ECO./LIG TARIFA MÉDIA - ÀGUA R$/1.000 m TARIFA MÉDIA - ESGOTO R$/1.000 m PERDAS FÍSICA % PERDAS NO FATURAMENTO % ÍNDICE HIDROMETRAÇÃO % EFICIÊNCIA MICROMEDIÇÃO % ÍNDICE MICROMEDIÇÃO % ÍNDICE PROD. PESSOAL LIG./EMPR. (A+E) R$/EMPR. DESP.PESSOAL/EMP REGADO DESP.MAT.TRAT./m3 PROD. R$/m DESP.OUT.MAT./LIG. (A+E) R$/LIG DESP.ENERG.ELÉT./m3 PROD. R$/m DESP.OUT.SERV./LIG. (A+E) R$/LIG DESP.GERAIS/LIG. (A+E) R$/LIG DESP.FISCAIS/LIG. (A+E) R$/LIG DEX/VOL.FAT.TOTAL (A+E) R$/m DES/LIGAÇÃO (A+E) R$/LIG EVASÃO DE RECEITA % DEX/REC.OPERACIONAL R$/R$ OBSERVAÇÃO: INFORMAÇÕES COMPATÍVEIS COM O DECAP
244 21 - QUADRO III Manual de Fomento Fl. 244 FÓRMULA DOS INDICADORES Órgão de Saneamento: NÍVEL DE ATENDIMENTO - ÁGUA (%) = POP. ATENDIDA COM ÁGUA X 100 POP.URB.LOCALIDADE ATENDIDA PELA CIA 2. NÍVEL DE ATENDIMENTO - ESGOTO (%) = POP. ATENDIDA COM ESGOTO X 100 POP.URB.LOCALIDADE ATENDIDA PELA CIA 3. TARIFA MÉDIA - ÁGUA (R$/1.000 m 3 ) = RECEITA TARIFÁRIA DE ÁGUA VOLUME FATURADO DE ÁGUA 4. TARIFA MÉDIA - ESGOTO (R$/1.000 m 3 ) = RECEITA TARIFÁRIA DE ESGOTO VOLUME FATURADO DE ESGOTO 5. PERDAS FÍSICAS (%) = VOLUME PRODUZIDO - ( VOL. MICROMEDIDO + VOL. ESTIMADO) X 100 VOLUME PRODUZIDO 6. PERDAS NO FATURAMENTO (%) = VOLUME PRODUZIDO - VOLUME FATURADO X 100 VOLUME PRODUZIDO 7. ÍNDICE DE HIDROMETRAÇÃO (%) = N.º DE LIGAÇÕES MEDIDAS X 100 N.º DE LIGAÇÕES DE ÁGUA 8. EFICIÊNCIA DE MICROMEDIÇÃO (%) = N.º DE HIDRÔMETROS EM FUNCIONAMENTO LIDOS X 100 N.º DE HIDRÔMETROS INSTALADOS 9. ÍNDICE DE MICROMEDIÇÃO (%) = VOLUME MICROMEDIDO X 100 VOLUME PRODUZIDO 10. EVASÃO DE RECEITA (%) = FATURAMENTO - ARRECADAÇÃO X 100 FATURAMENTO
245 Fl CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DE ATIVIDADES - DI ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS CONFORME DESCRIÇÃO ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS MESES CONFORME DESCRIÇÃO CUSTO PREVISTO NO PERÍODO DE VIGÊNCIA DA ATIVIDADE (Reais) CUSTOS PREVISTOS MENSAL, BIMESTRAL OU TRIMESTRAL TOTAL (Reais) COLOCAR NA COLUNA DOS MESES O VALOR PERCENTUAL DO ITEM DO PROJETO SEM CASAS DECIMAIS
246 Fl PREVISÃO DO SISTEMA INTEGRADO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E ATENDIMENTO AO PÚBLICO - SIPSAP - DI RELAÇÃO DOS SETORES NÚMERO DE LIGAÇÕES POR SETOR ENTENSÃO DE REDE POR SETOR NÚMERO DE SERVIÇOS EXECUTADOS NOS ÚLTIMOS 12 MESES NA MANUTENÇÃO DE REDES E LIGAÇÕES POR SETOR EQUIPES POR SETOR VEÍCULOS COM PESSOAL POR EQUIPE RÁDIO N.º TIPO OBS: INDICAR AS EQUIPES EXISTENTES E A SEREM APROVEITADAS, COLOCANDO (1) AO LADO DA EQUIPE INDICAR AS EQUIPES A SEREM FORMADAS COM RECURSOS DO CONTRATO, COLOCANDO (2) AO LADO DA EQUIPE
247 24- PREVISÃO DA ATIVIDADE DE CADASTRO DE REDES - DI Manual de Fomento Fl. 247 RELAÇÃO DAS LOCALIDADES SUPOSTA EXTENSÃO DAEXTENSÃO REDE DA LOCALIDADE EXISTENTE (Km) (Km) NO PERÍODO DE VIGÊNCIA DO PLANO EXTENSÃO A EXTENSÃO A CADASTRAR (Km) RECADASTRAR (Km) T O T A L
248 Fl PREVISÃO DE PADRONIZAÇÃO E AUTOMATIZAÇÃO DAS UNIDADES OPERACIONAIS - DI RELAÇÃO DOS SISTEMAS UNIDADE DO SISTEMA P/A EQUIPAMENTOS A SEREM INSTALADOS E/OU SERVIÇO A SER EXECUTADO POR UNIDADE DO SISTEMA P - PADRONIZAÇÃO A - AUTOMATIZAÇÃO
249 Fl PREVISÃO DE REABILITAÇÃO DE UNIDADES OPERACIONAIS-DI RELAÇÃO DOS SISTEMAS UNIDADE DO SISTEMA SERVIÇO A SER EXECUTADO POR UNIDADE DO SISTEMA
MANUAL DE FOMENTO SETOR PÚBLICO E PRIVADO PROGRAMA PRÓ - TRANSPORTE
Fl. 1 AGENTE OPERADOR DO FGTS MANUAL DE FOMENTO SETOR PÚBLICO E PRIVADO PROGRAMA PRÓ TRANSPORTE Superintendência Nacional de Fundo de Garantia Gerência Nacional do Ativo do FGTS Endereço: Endereço: SAS
PROGRAMA SANEAMENTO PARA TODOS
Fl. 1 AGENTE OPERADOR DO FGTS PROGRAMA MANUAL DE FOMENTO SUFUG/GEAVO Endereço: SBS Qd 04 lotes 03/04, 14º andar Brasília - DF - CEP.: 70.092.900 Fones: (061) 3206-8689/4541/8692/8704 Fax: (061) 3206-9738
A seguir são definidos os critérios, condições e procedimentos operacionais a serem observados no Programa.
Classificação: Documento Ostensivo Unidade Gestora: AOI CIRCULAR SUP/AOI N 39/2014-BNDES Rio de Janeiro, 12 de setembro de 2014 Ref.: Produto BNDES Automático Ass.: Programa BNDES para Composição de Dívidas
PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº. 229 DE 28 DE MAIO DE 2012 (Publicada no DOU, Seção 1, nº. 103,terça-feira, 29 de maio de 2012, página 96)
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