Lei: Art. 8º É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula dos menores, a partir dos 6 (seis) anos de idade, no ensino fundamental.

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1 Lei: Art. 5º. I - educação básica, nas etapas da educação infantil e ensino fundamental, obrigatória e gratuita a partir dos 4 (quatro) anos de idade, assegurada inclusive a sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria. Alteração: Art. 5º. (.../...) I educação básica, nas etapas da educação infantil e ensino fundamental, obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, assegurada inclusive a sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria. Lei: Art. 8º É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula dos menores, a partir dos 6 (seis) anos de idade, no ensino fundamental. Alteração: Art. 8º. É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula dos menores, a partir dos (4) quatro anos de idade, na Educação básica. Lei: Art. 19. X manifestar-se, previamente sobre acordos, convênios e similares, a serem celebrados pelo Poder Público Municipal com as demais instâncias governamentais ou iniciativa privada; XI aprovar projetos de reestruturação da carreira do magistério municipal; Alteração: Art. 19. (.../...) X manifestar-se sobre a celebração de acordos, convênios e similares pelo Poder Público Municipal com as demais instâncias governamentais, e oferecer parecer prévio naqueles realizados com a iniciativa privada; XI acompanhar e participar de projetos de reestruturação da carreira do magistério municipal;

2 Lei: Art. 20. O Conselho Municipal de Educação será composto por 14 (quatorze) conselheiros nomeados pelo Chefe do Poder Executivo, de acordo com a seguinte representação: XIV um representante da Câmara de Vereadores de Xanxerê. 1º Os representantes de que tratam os incisos I, XI, XII, XIII e XIV serão indicados pelos respectivos órgãos e entidade. 2º Os representantes de que tratam os incisos II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX e X serão indicados em assembléias dos respectivos segmentos, convocadas para esse fim. 3º Para cada representante de que dispõem os incisos de I a XIV deste artigo, será indicado um suplente. Alteração: Art. 20. O Conselho Municipal de Educação será composto por 16 (dezesseis) conselheiros nomeados pelo Chefe do Poder Executivo, de acordo com a seguinte representação: XIV um representante do Conselho Escolar; XV um profissional do ensino médio, público ou privado; XVI- um profissional do ensino técnico, público ou privado. 1º Os representantes de que tratam os incisos I, XI, XII e XIII serão indicados pelos respectivos órgãos e entidades. 2º Os representantes de que tratam os incisos II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X, XIV, XV e XVI, serão eleitos de acordo com Edital próprio, publicado pelo Conselho Municipal de Educação. 3º - Para cada representante de que dispõem os incisos de I a XVI deste artigo, será indicado um suplente.

3 Lei: Art. 21. O mandato dos conselheiros será de 2 (dois) anos, permitida uma recondução. Alteração: Art. 21. O mandato dos conselheiros será de 4 (quatro) anos, permitida recondução. Lei: Art. 23. O presidente, o vice-presidente e o secretário do Conselho Municipal de Educação serão eleitos dentre os conselheiros titulares, na forma regimental. Alteração: Art. 23. O presidente, o vice-presidente e o secretário do Conselho Municipal de Educação serão eleitos dentre os conselheiros titulares, na forma regimental, de acordo com edital próprio publicado pelo Conselho Municipal de Educação. Lei: Art. 29. Os projetos político-pedagógicos do ensino público municipal compreendem dois níveis de abrangência: I a rede municipal de ensino, cuja construção deverá ser coordenada pela Secretaria Municipal de Educação com a participação efetiva das comunidades escolar e local; II cada instituição de ensino, cuja construção e aprovação deverão ocorrer com a participação efetiva das comunidades escolar e local. Alteração: Art. 29. (.../...) I a rede municipal de ensino, cuja construção deverá ser coordenada pela Secretaria Municipal de Educação com a participação efetiva das comunidades escolar e local, articulados e aprovados pelo Conselho Municipal de Educação - COMED; II cada instituição de ensino, cuja construção e aprovação deverão ocorrer com a participação efetiva das comunidades escolar e local, articulados e aprovados pelo Conselho Escolar.

4 Lei: Art a) dois membros representantes do segmento dos pais ou responsáveis legais de alunos, para estabelecimentos que mantenham ensino fundamental, e três para estabelecimentos que mantenham exclusivamente a educação infantil; c) um membro representante do corpo discente da instituição de ensino, com idade mínima de 9 (nove) anos, quando se tratar de estabelecimento que mantenha ensino fundamental. Alteração: artigo 33 da Lei Complementar nº 3.218/2010, que passam a vigorar com as seguintes redações: a) dois membros representantes do segmento dos pais ou responsáveis legais de alunos, para estabelecimentos que mantenham ensino fundamental (séries finais), e três para estabelecimentos que mantenham a educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental; c) um membro representante do corpo discente da instituição de ensino, quando se tratar de estabelecimento que mantenha ensino fundamental anos finais; Lei: Art. 39. A Conferência Municipal de Educação será realizada bienalmente, com regulamento próprio, e sob a coordenação da Secretaria Municipal de Educação, em articulação com o Conselho Municipal de Educação. Alteração: Art. 39. A Conferência Municipal de Educação será realizada bienalmente, com regulamento próprio, e sob a coordenação da Secretaria Municipal de Educação, em articulação com o Conselho Municipal de Educação e com o Fórum Municipal de Educação.

5 Lei: Art. 45. Para alcançar relação adequada entre o número de alunos e de professores, a carga horária e as condições materiais do estabelecimento, ficam estabelecidos os seguintes parâmetros, por instituição de ensino: I na educação infantil, para o atendimento em creche, para crianças com até 3 (três) anos de idade: a) em berçário, média de 7 (sete) a 9 (nove) crianças com até 2 (dois) anos de idade para cada professor no exercício da docência, com carga horária de 20 (vinte) horas semanais de trabalho; b) em maternal, média de 17 (dezessete) a 19 (dezenove) crianças com mais de 2 (dois) até 3 (três) anos de idade para cada professor no exercício da docência, com carga horária de 20 (vinte) horas semanais de trabalho; II na educação infantil, para o atendimento em pré-escola, média de 25 (vinte e cinco) crianças de 4 (quatro) e 5 (cinco) anos de idade, para cada professor no exercício da docência, com carga horária de 20 (vinte) horas semanais de trabalho; III nos cinco primeiros anos do ensino fundamental, média de 25 (vinte e cinco) a 28 (vinte oito) alunos para cada professor no exercício da docência, com carga horária de 20 (vinte) horas semanais de trabalho; IV nos quatro últimos anos do ensino fundamental, média de 35 (trinta e cinco) alunos para cada professor no exercício da docência, com carga horária de 20 (vinte) horas semanais de trabalho. 1º Os parâmetros de que trata o presente artigo referem-se ao período de atendimento de 4 (quatro) horas diárias, sendo que a relação para atendimento em período integral compreenderá a carga horária de 40 (quarenta) horas semanais de trabalho para cada professor no exercício da docência. 2º As condições materiais das instituições educacionais deverão ser adequadas à proposta curricular, à organização das turmas e dos conteúdos e à segurança dos alunos e professores. Alteração: Fica revogado o disposto no artigo 45 da Lei Complementar nº 3.218/2010. Lei: Art Parágrafo único. É obrigatória a matrícula na educação infantil de crianças que completam 4 (quatro) ou 5 (cinco) anos de idade até o dia 31 de março do ano em que ocorrer a matrícula. Alteração: Art. 49. (.../...) Parágrafo único. É obrigatória a matrícula na educação infantil de crianças que completem quatro anos de idade até o dia 31 de março do ano em que ocorrer a matrícula.

6 Lei: Art I em creches, ou entidades equivalentes: a) berçário I, atendimento de 5 (cinco) crianças com até um ano de idade por professor; b) berçário II, atendimento de 7 (sete) crianças com mais de 1 (um) e até 2 (dois) anos de idade por professor; c) maternal I, atendimento de 13 (treze) crianças com mais de 2 (dois) e até 3 (três) anos de idade por professor; d) maternal II, atendimento de 15 (quinze) crianças com mais de 3 (três) e até 4 (quatro) anos de idade por professor. II em pré-escolas: a) pré-escola I, atendimento de 20 (vinte) crianças com 4 (quatro) anos de idade por professor; a) pré-escola II, atendimento de 20 (vinte) crianças com 5 (cinco) anos de idade, por professor; 1º O desdobramento de turmas de educação infantil ocorrerá quando o número de crianças ultrapassar em 30% (trinta por cento) os referenciais de que dispõe o presente artigo e houver a disponibilidade de espaço físico apropriado na própria instituição escolar, levando em consideração o número de crianças matriculadas em todas as turmas do mesmo segmento, na mesma instituição de ensino. 2º No caso de turmas em que houver crianças com necessidades educacionais especiais será prioritária a manutenção dos referenciais indicados nos incisos I e II deste artigo, cabendo desdobramento quando esses referenciais forem excedidos, levando em consideração o número de crianças matriculadas em todas as turmas do mesmo segmento, na mesma instituição de ensino. Alteração: Art. 52. Para a composição de turmas de educação infantil serão observados os seguintes referenciais: I em creches, ou entidades equivalentes: a) berçário I, atendimento de 7 (sete) crianças com até um ano de idade por educador;

7 b) berçário II, atendimento de 9 (nove) crianças com mais de um e até dois anos de idade por educador; c) maternal I, atendimento de 17 (dezessete) crianças com mais de dois e até três anos de idade por educador; d) maternal II, atendimento de 19 (dezenove) crianças com mais de três e até quatro anos de idade por educador. II em pré-escolas: a) pré-escola I, atendimento de 25 (vinte e cinco) crianças com quatro anos de idade por professor; b) pré-escola II, atendimento de 25 (vinte e cinco) crianças com cinco anos de idade, por professor; 1º Para a composição das turmas da Educação Infantil deverá ser respeitado o número mínimo de 15 (quinze) alunos matriculados. 2º Não havendo o número mínimo de alunos para a composição de turmas, os mesmos serão remanejados para a Instituição de ensino mais próxima. 3º O desdobramento de turmas ocorrerá na Educação Infantil quando o número de crianças ultrapassar em 30% (trinta por cento) os referenciais previstos nos incisos I e II deste artigo. 4º Para a composição das turmas será observada área média de 1,30m² de sala de aula por aluno, resguardada a área mínima de 2,50m² para o professor. 5º Ocorrendo a desistência de alunos, poderão as turmas desdobradas serem reagrupadas, desde que atendidos os referenciais estabelecidos neste artigo.

8 Lei: Art. 56. Para a composição de turmas do ensino fundamental serão observados os seguintes referenciais: I 25 (vinte e cinco) alunos por turma nos cinco primeiros anos do ensino fundamental; I 30 (trinta) alunos por turma nos quatro últimos anos do ensino fundamental. 1º O desdobramento de turmas do ensino fundamental ocorrerá quando o número de alunos ultrapassar em 20% (vinte por cento) os referenciais de que dispõe o presente artigo e houver a disponibilidade de espaço físico apropriado na própria instituição escolar, levando em consideração o número de crianças matriculadas em todas as turmas do mesmo segmento, na mesma instituição de ensino. 2º No caso de turmas em que houver educandos com necessidades educacionais especiais, será prioritária a manutenção dos referenciais indicados nos incisos I e II deste artigo, cabendo desdobramento quando esses referenciais forem excedidos, levando em consideração o número de alunos matriculados em todas as turmas do mesmo segmento, na mesma instituição de ensino. Alteração: Art. 56. (.../...) II 35 (trinta e cinco) alunos por turma nos quatro últimos anos do ensino fundamental. 2º Para a composição das turmas do ensino fundamental deverá ser respeitado o número mínimo de 15 (quinze) alunos matriculados. 3º Não havendo o número mínimo de alunos para a composição de turmas, os mesmos serão remanejados para a Instituição de ensino mais próxima. 4º Para a composição das turmas será observada área média de 1,30m² de sala de aula por aluno, resguardada a área mínima de 2,50m² para o professor. 5º Ocorrendo a desistência de alunos, poderão as turmas desdobradas serem reagrupadas, desde que atendidos os referenciais estabelecidos neste artigo.

9 Lei: Art. 57-2º Do primeiro para o segundo ano do ensino fundamental a progressão será continuada. Alteração: Art. 57. (.../...) 2º Do primeiro ao terceiro ano do ensino fundamental a progressão será continuada. Lei: Art º Nos dois primeiros anos do ensino fundamental a verificação do rendimento será expressa na forma de parecer descritivo, resultante do acompanhamento contínuo do processo de ensino e aprendizagem. Alteração: Art. 59. (.../...) 2º Nos três primeiros anos do ensino fundamental a verificação do rendimento será expressa na forma de parecer descritivo, resultante do acompanhamento contínuo do processo de ensino e aprendizagem. Lei: Art. 62-1º O currículo a que se refere o caput deste artigo abrangerá, obrigatoriamente, o estudo da língua portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil. 2º O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos, sendo a música conteúdo obrigatório, porém não exclusivo do componente curricular. Alteração: Ficam revogados os parágrafos primeiro e segundo do artigo 62, da Lei Complementar nº 3.218/2010. Lei: Art IV estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento; Alteração: Art. 75. (.../...) IV progressão funcional baseada na titulação ou habilitação, experiência, atualização e aperfeiçoamento profissional;

10 Fica criada a subseção III, da seção II, do capítulo II, do título V, da Lei Complementar nº 3.218/2010, a qual institui o FÓRUM MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, que passa a vigorar pelos artigos 25 A ao 25 K, com a seguinte redação: DO FÓRUM MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO A. O Fórum Municipal de Educação - FME, instituído pelo Decreto n.º AJG 165/2013, de caráter permanente, publicado no dia 09 de abril de 2013, tem as seguintes atribuições: I participar do processo de concepção, implementação e avaliação da política municipal de educação; II coordenar a Conferência Municipal de Educação; III - acompanhar e avaliar os impactos da implementação do Plano Municipal de Educação; IV - acompanhar e avaliar o processo de implementação das deliberações das Conferências Nacionais, Estaduais e Municipais de educação; V - elaborar seu Regimento Interno e aprovar ad referendum o Regimento Interno das Conferências Municipais de Educação; VII - zelar para que o Fórum Municipal de Educação e a Conferência de Educação do Município estejam articulados às Conferências Nacional e Estadual de Educação; VIII - planejar e coordenar a realização de Conferências Municipais de Educação, bem como divulgar as suas deliberações; IX promover as articulações necessárias entre os correspondentes do Fórum Nacional de Educação e do Fórum Municipal de Educação; X acompanhar, junto à Câmara Municipal de Vereadores, a tramitação de projetos legislativos relativos à Política Municipal de Educação. B. O Fórum Municipal de Educação, composto por representantes de órgãos públicos, autarquias, entidades e movimentos sociais, terá a indicação de seus representantes titulares e suplentes formalizadas por meio de Ato do Chefe do Poder Executivo, com a seguinte composição: I. representante da Secretaria Municipal de Educação; II. representante do Ensino Superior; III. representante do Conselho Municipal de Educação; IV. representante do Sindicato; V. representante do Poder Executivo; VI. representante do Poder Legislativo; VII. representante das Escolas Particulares; VIII. representante do Sindicato das Escolas Particulares;

11 IX. representante da Gerência Regional de Educação - GERED; X. representante da Rede Estadual (Ensino Fundamental); XI. representante da Rede Estadual (Ensino Médio); XII. representante do Ensino Municipal (Educação Infantil); XIII. representante do Ensino Municipal (Séries Iniciais); XIV. representante dos Gestores das Escolas Municipais; XV. representante dos Gestores dos CEMEIS; XVI. representante dos Gestores das escolas Estaduais; XVII. representante do sistema de Educação de Jovens e Adultos; XVIII. representante do Serviço Social da Indústria SESI/SC; XIX. representante do Centro de Educação de Jovens e Adultos CEJA; XX. representante da Educação Especial Municipal; XXI. representante da Educação Especial Estadual; XXII. representante de Pais; XXIII. representante dos Estudantes; XXIV. representante do Instituto Federal de Santa Catarina; XXV. representante do Sinte; XXVI. representante do Ministério Público; XXVII. representante das Associações de Pais e Professores APPs; XXVIII. representante dos Conselhos Escolares. C. Os representantes (titulares e suplentes) designados pelas entidades, órgãos ou movimentos relacionadas no artigo anterior, indicados para compor o FME, serão nomeados por ato específico do chefe do Poder Executivo, com mandato de quatro anos, com renovação de cinquenta por cento de seus membros a cada dois anos. D. O primeiro Presidente do Fórum Municipal de Educação, designado ad referendum no Decreto Nº AJG 165/2013, de 09 de abril de2013, terá mandato de quatro anos. E. A eleição para Presidente, Vice-presidente e Secretária do FME, será realizada de acordo com Edital próprio publicado pelo FME. Parágrafo Único. No caso de vacância do cargo de Presidente do FME será convocada reunião extraordinária para eleição do novo Presidente para completar o mandato. F. A estrutura e os procedimentos operacionais do FME serão definidos em regimento próprio, aprovado em reunião convocada para este fim. G. O FME deverá organizar-se seguindo as orientações e os procedimentos estabelecidos pelo Fórum Estadual e pelo Fórum Nacional de Educação.

12 H. O FME receberá suporte técnico e administrativo da Secretaria Municipal de Educação para garantir seu funcionamento. I. As despesas referentes à participação dos membros nas atividades do FME correrão por conta das entidades representativas. J. A Plenária é a instância máxima deliberativa do FME. K. A participação no Fórum Municipal de Educação será considerada de relevante interesse público e não será remunerada;

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