estabelecida no Recife, que foi radicalmente transformada na administração de Maurício de Nassau.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "estabelecida no Recife, que foi radicalmente transformada na administração de Maurício de Nassau."

Transcrição

1 1

2 Índice Apresentação Cursos s Grupo SER Educacional s Direções das Unidades O que podemos fazer por você? Biblioteca Centro Administrativo Financeiro Coordenação de Curso NAE - Núcleo de Atendimento ao Educando Secretaria Geral Fale Conosco/Ouvidoria Centrais de Informação Secretaria / Serviços Biblioteca Atividades Complementares, Monitoria e Extensão Portal Acadêmico Perguntas mais frequentes Código de Ética

3 Apresentação No imaginário popular, os sonhos sempre aparecem dissociados da realidade que constitui o dia a dia da humanidade. Entretanto, todos os que creem em Deus à sua frente, se lançam aos ideais e, assim como nós, formulam as bases sólidas dos seus destinos, atingem mais cedo a luz do triunfo, o inconfundível brilho de tudo o que significa a concretização de cada sonho. Essa história, que teve início em 1996, foi inspirada na ânsia de resgatar, o quanto antes, a estrutura heróica que, em letras douradas, registrou a coragem e a grandeza revolucionária dos grandes vultos nordestinos do direito, da justiça e da cultura. Desde então, com o objetivo inicial de preparar candidatos para concursos públicos, nasceu o Bureau Jurídico que, em um espaço ainda acanhado, despertava em cada luz irradiante dos seus saberes coletivos e próprios, capazes de diferenciá-los na complexidade do mundo profissional contemporâneo. Mais tarde, surge o BJ Colégio e Curso com o objetivo de preparar jovens para o sucesso que os lançarão a um novo mundo: o universo das constantes transformações. Com a publicação no Diário Oficial da União da Portaria 1.109/203, do Ministério da Educação (MEC), nasceu, oficialmente, a Faculdade Maurício de Nassau, mantida pelo Ensino Superior Bureau Jurídico Ltda (ESBJ). Esta, por sua vez, é uma instituição de educação superior, formadora de cidadãos e profissionais competentes e compromissados com o desenvolvimento regional e nacional, assim como a preservação e divulgação da história dos estados do Norte e Nordeste. A Faculdade surgiu como mais um empreendimento do Bureau Jurídico, agora na área de educação superior ESBJ Ensino Superior Bureau Jurídico Ltda, numa homenagem ao Conde João Maurício de Nassau-Siegen (Johann Mauritius van Nassau- Siegen) que, no período de 1637 a 1644, governou a colônia holandesa no Brasil a Nova Holanda, em nome da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais. Nesse período, o domínio holandês se estendia do litoral de Sergipe ao do Maranhão, com sede 3

4 estabelecida no Recife, que foi radicalmente transformada na administração de Maurício de Nassau. A decisão de criar a Faculdade Maurício de Nassau partiu de um sonhador, com raízes profundas no Recife, como Maurício de Nassau, empenhado no desenvolvimento de um projeto de educação superior de qualidade, para que a homenagem seja reconhecida pelos nordestinos e por aqueles que respeitam a figura do extraordinário empreendedor Maurício de Nassau. Integrante do maior grupo de educação do Norte e Nordeste, o Grupo Ser Educacional, a Faculdade Joaquim Nabuco é uma instituição de ensino superior dinâmica e inovadora. A Instituição está atenta às exigências de um mundo em constante transformação, devido a isso oferece cursos nas áreas das Ciências Sociais Aplicadas e Tecnologia. Os cursos contam com uma infraestrutura adequada para promover a integração entre ensino, pesquisa e extensão com o objetivo de formar profissionais capazes de atender a demanda exigida pelo mercado de trabalho, cada vez mais competitivo. O nome da instituição é uma homenagem ao político, diplomata, historiador, jurista e jornalista brasileiro Joaquim Nabuco, que no final do século XIX participou ativamente da campanha abolicionista que culminou com a abolição da escravatura em A Faculdade Joaquim Nabuco foi fundada pelo Grupo Ser Educacional em agosto de 2007, com a abertura da unidade Paulista - PE, e, logo em março de 2008, com sua expansão para o centro do Recife. Em julho de 2013, a instituição expandiu para o bairro do Janga, também no município do Paulista. Atualmente, as unidades da Joaquim Nabuco oferecem cursos de graduação e pós-graduação. As Instituições tem como principal objetivo resgatar a história de Pernambuco e dos demais estados do Nordeste, além de oferecer aos seus alunos, professores e funcionários a oportunidade de desenvolvimento integral, com a finalidade de: * Estimular a criação cultural, o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; * Formar recursos humanos nas áreas de conhecimento em que atuar, aptos para inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, promovendo ações para a sua formação continuada; * Incentivar práticas investigativas, visando ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia, da criação e da difusão da cultura e o entendimento do homem e do meio em que vive; * Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino de publicações ou de outras formas de comunicação; * Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que serão adquiridos em uma estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração; * Estimular o conhecimento dos problemas do mundo globalizado e simultaneamente prestar 4

5 serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade, e; * Promover a extensão, aberta à participação da população, visando a difusão das conquistas e dos benefícios da criação cultural das práticas investigadas geradas na Instituição. As IES oferecem cursos técnicos, de Graduação e de Pós-Graduação nas áreas de Humanas, de Exatas e de Saúde. Todas as instituições do nosso Grupo nascem com forte compromisso de inserção regional. Tanto que em todos os seus cursos de graduação e em seus programas de pós-graduação, há espaço acadêmico, sob forma de atividades complementares, seminários, simpósios e eventos similares para o desenvolvimento de estudos e de pesquisas. Aliado a isso, a Instituição reuniu uma equipe de dirigentes (diretoria e coordenação de cursos) e professores selecionados para implantar os cursos de graduação a serem implementados com base nas seguintes diretrizes gerais: * Metodologias de ensino que promovam o desenvolvimento de competências e habilidades requeridas na formação integral do educando e na sua formação para o trabalho nas diversas carreiras de nível superior; * Planos de ensino que propiciem a integração, simultânea, entre a teoria e a prática; * Avaliação formativa e continuada de aprendizagem, minimizando as avaliações quantitativas centradas meramente na acumulação de informações de cunho teórico-doutrinário; * Participar dos processos de preservação da memória cultural da região e do desenvolvimento socioeconômico do Nordeste; * Manter intercâmbio com instituições congêneres, nacionais e estrangeiras e; * Oferecer serviços de qualidade em todas as áreas em que atuar. Finalmente, é chegada a hora de dizermos que, sendo o homem à semelhança de Deus, seja ele como o permanente suporte do corpo docente da Faculdade Maurício de Nassau, a bússola e o centro do seu próprio destino. Sejam bem-vindos! José Janquiê Bezerra Diniz Fundador e Acionista Majoritário 5

6 Cursos As informações sobre os cursos oferecidos nas diversas unidades do Grupo Ser Educacional podem ser obtidas diretamente no site da Instituição. S Grupo Ser Educacional s Grupo Ser Educacional Centro Universitário Maurício de Nassau UNINASSAU - Recife s NOMES FUNÇÕES MANTENEDORA JOSÉ JANGUIÊ DINIZ JÂNYO DINIZ ADRIANO AZEVEDO HABIB BICHARA JOALDO DINIZ SIMONE BÉRGAMO Fundador e Acionista Controlador CEO Diretor de Operações Diretor Administrativo Financeiro CIO Diretora Acadêmica 6

7 DIREÇÕES DAS UNIDADES Aracajú Sérgio Araújo Belém Betânia Fidalgo Campina Grande Yldry Pessoa Caruaru Paulo Palmeira FJN - FADE Bruno Canto FJN - Paulista Michela Macedo FJN - Recife Abner Mesquita Fortaleza Marcus Ponte João Pessoa Rogério Xavier Lauro de Freitas Adeimival Junior Maceió Pedro Guedes Manaus Alexsandra Almeida Mercês - Salvador Cecília Queiroz Natal Joaquim Galvão Parnaíba Rosany Correia Recife André Luís Salvador Karina Bemfica São Luís Valeska Trinta Teresina Roselane Pierot Teresina - Aliança Lilian Guimarães Vitória da Conquista Eduardo Khouri 7

8 O que podemos fazer por você? Quando conhecemos e gostamos do lugar em que vivemos tudo se torna mais fácil e agradável. Por isso estamos apresentando um roteiro para simplificar a sua vida universitária. A seguir, você encontrará informações sobre as principais questões acadêmicas e administrativas que possam surgir durante o curso que optou. Nós, que fazemos parte do Grupo Ser Educacional, estamos à sua disposição para que esta fase da sua vida seja coroada com êxito. Conhecemos as normas que orientam a Instituição, vamos ajudar você neste primeiro passo da sua caminhada. Fique atento ao Calendário Acadêmico e às orientações do coordenador de seu curso. Biblioteca A biblioteca presta os seguintes serviços: empréstimos, renovação, reserva e consulta de livros e periódicos, além de levantamento, orientação e normalização bibliográfica. A missão da biblioteca é a de dar suporte às atividades de ensino, de pesquisa, de extensão e da administração da Instituição, contribuindo com a melhoria contínua do processo ensinoaprendizagem. Centro Administrativo O Centro Administrativo do Grupo Ser Educacional, localizado no Recife, possui os seguintes setores: Conselho Administrativo, CEO e Diretoria Corporativa. Esses setores são responsáveis por planejar, organizar e conduzir toda a Instituição. Nele, encontramos o centro de todas as decisões que afetarão o destino do nosso Grupo. Financeiro No Financeiro, podemos encontrar os seguintes setores: Gerência Financeira, Tesouraria, Contas a Receber, Cobrança, Atendimento Financeiro e Serviço Social/Financiamentos. Na Instituição, ainda, estão subordinados ao Financeiro todos os caixas localizados nos blocos e prédios de cada Campus. Entre as inúmeras funções do Financeiro, podemos citar o controle de recebimento das matrículas e das mensalidades, dos acordos e negociações de débitos, dos pagamentos a fornecedores, da cobrança de confissão de dívidas. Se você pretende se informar sobre alteração de vencimento, segunda via do boleto bancário, reembolso de quantias pagas, solicitação de descontos, FIES, Crédito Educativo, PROUNI, parcelamento e confissão de dívida, pendências de pagamento, cheques devolvidos, pagamento em atraso, dirija-se aos nossos atendentes no setor financeiro. Coordenação de Curso A coordenação de cursos é responsável pela elaboração e execução do projeto políticopedagógico, apoiando e orientando o corpo discente e docente nas questões acadêmicas. 8

9 NAE Núcleo de Atendimento ao Educando O NAE faz o acompanhamento psicopedagógico de nossos alunos. Em alguns casos, funciona como mediador dos conflitos entre o corpo discente e os professores, coordenadores de curso, coordenação acadêmica e Instituição. Problemas e dificuldades na aprendizagem, de assimilação do conteúdo programático das disciplinas e vocacionais, também, exigem a intervenção do NAE, que ainda atende, orienta e acompanha, se necessário, as alunas gestantes. Secretaria Geral Toda a vida acadêmica é registrada, controlada e acompanhada pela Secretaria Geral. Tudo que você quer, deseja ou solicita é através da Secretaria. O meio usado para suas solicitações é o requerimento. Você deve protocolar e aguardar que o coordenador de curso analise o seu pedido e decida sobre seu deferimento. Inúmeros são os serviços prestados ao aluno pela Secretaria e é lá onde você vai requerer e solicitar, entre outras: revisão de provas, acompanhamento especial, aproveitamento/dispensa de disciplina, atividades complementares, banca examinadora, cancelamento de matrícula, trancamento de curso, declaração de autorização de curso, declaração de regime de aprovação, guia de encaminhamento de atividades complementares, histórico escolar, monitoria, mudança de turno, mudança de turma, prova substitutiva (segunda chamada), reingresso após abandono, entre outros. Os alunos dos cursos de graduação são estimulados a desenvolver atividades que complementam a carga horária do curso que escolheu. A comprovação da realização dessas atividades é acompanhada e controlada pela Secretaria e se dá mediante a apresentação de certificados, declarações e apresentação de relatórios, tudo anexo ao requerimento devidamente protocolado dentro do prazo. Dentre as atividades complementares estão: participação nos projetos de pesquisa e iniciação científica, programas e cursos de extensão, congressos, visitas técnicas, cursos de idiomas, cursos de computação, programas de voluntariado e cursos de férias. Fale Conosco/Ouvidoria A Ouvidoria tem como principais atribuições mensurar e solucionar problemas da Instituição ou até prevê-los. Para isso, analisa, investiga e encaminha aos setores competentes as solicitações recebidas, de forma imparcial e autônoma, acompanhando o processo até a solução final. Acesse através do Portal. Centrais de Informação Inscrições: Vestibular, Palestras, Curso de extensão, Curso de férias e Congresso. Recebimento de requerimentos isentos: Declaração de vínculo (primeira via), Declaração de conclusão (primeira via), Histórico escolar (primeira via), Assinatura do contrato/termo de compromisso de estágio, Atividade complementar (apenas congressos e simpósios da IES), 9

10 Reingresso, Certificado de monitoria, Complementação de grade, Reembolso em caso de não formação de turma, Informação sobre a localização das salas, Impressão de boleto (matrícula ou mensalidade), Informações gerais sobre a Instituição e Informações sobre os procedimentos acadêmicos. 10 Secretaria/Serviços Serviços: Efetuar matrícula; Mudança de turno, mudança de curso, mudança de turma, reingresso, transferência, ingresso como portador de diploma de curso superior, solicitação de ingresso em segunda habilitação para formandos da Instituição; Receber requerimentos para revisão de provas, autorização para prestar provas de segunda chama e tratamento excepcional; Receber pedidos de transferência, aproveitamento de estudos e cancelamento de matrícula; Expedir certificados, histórico escolares, declarações, programas, currículos e outros documentos escolares; mantém documentação atualizada dos alunos. A Secretaria é o setor responsável pelo recebimento e encaminhamento de todo e qualquer requerimento. O aluno poderá apresentar requerimento mediante pagamento de taxa de sérvio que cobre o custo administrativo do trâmite, análise e decisão do pleito formulado. Requerimentos procedimentos e documentação: Mudança de curso, turno e turma Comprovante de pagamento da taxa. Trancamento de matrícula; Comprovante de pagamento da taxa; Comprovante de pagamento da matrícula e de mensalidade; Declaração de inexistência de débito, relativo a mensalidade e encargos financeiros de qualquer espécie (nada consta do financeiro e da biblioteca); Termo de trancamento preenchido e assinado. Cancelamento de matrícula Comprovante de pagamento da taxa; Comprovante de pagamento da matrícula e de mensalidade; Declaração de inexistência de débito, relativo a mensalidade e encargos financeiros de qualquer espécie (nada consta do financeiro e da biblioteca). Aproveitamento de estudo/dispensa de disciplina/equivalência de grade Comprovante de pagamento da taxa; Histórico escolar; Conteúdo programático das disciplinas cursadas com aprovação (outras instituições).

11 Obs.: Não serão dispensadas as disciplinas cursadas há mais de sete anos. Registro de atividades complementares Comprovante de pagamento da taxa; Entrada via requerimento; Cópia do comprovante (certificado, diploma, declaração) da atividade realizada; Obs.: 1. Os comprovantes das atividades realizadas deverão conter, obrigatoriamente, a carga-horária. 2. Cada requerimento permite a inclusão de até 10 (dez) atividades complementares. Requerimento para acompanhamento especial Comprovante de pagamento da taxa (admite-se requerimento por procurador familiar); Atestado médico que comprove ser o aluno portador de afecções congênitas ou adquiridas, infecções, traumatismo ou outras condições mórbidas, determinando distúrbios agudos ou agudizados que o impeçam de comparecer às atividades escolares, conforme o Código Internacional de Doenças (CID). Requerimento para acompanhamento especial (gestante) Comprovante de pagamento da taxa (admite-se requerimento por procurador familiar); Atestado médico a partir do oitavo mês de gestação. Obs.: 1. Os requerimentos para fins de solicitação de acompanhamento especial deverão ser protocolados até 72 horas a partir da data do atestado médico. O não cumprimento deste item acarretará o indeferimento da solicitação; 2. Os custos decorrentes do acompanhamento especial correrão por conta do aluno; 3. O acompanhamento especial não é extensível às disciplinas com atividade prática e/ou estágio supervisionado. Para mais informações sobre os valores das taxas consulte a secretaria ou site. 11

12 Biblioteca 1. QUAIS SERVIÇOS SÃO PRESTADOS PELA BIBLIOTECA? Empréstimos domiciliares, renovação e reserva de obras, acervo reserva (para consulta), levantamento bibliográfico, orientação a normatização bibliográfica (através de agendamento) e visitas dirigidas. 2. QUEM PODE USAR A BIBLIOTECA? São os usuários da Biblioteca os docentes, os discentes, os funcionários e as pessoas da comunidade 3. QUEM PODE INSCREVER NA BIBLIOTECA PARA UTILIZAÇÃO DE ACERVO? Os usuários que possuem vínculo com a Instituição podem se inscrever 4. POSSUO VÍNCULO COM A INSTITUIÇÃO, COMO ME INSCREVO PARA USO DA BIBLIOTECA? A finalização do cadastro leva até 24h após a solicitação e entrega de toda a documentação exigida: Tipos de Usuário Discentes Docentes Funcionários Documentos Documento oficial com foto, documento que forneça o número de matrícula na Instituição Crachá (definitivo ou provisório), preenchimento do cadastro Crachá (definitivo ou provisório), preenchimento do cadastro 5. CASO O ALUNO TRANQUE OU MUDE DE CURSO ELE CONTINUARÁ COM ACESSO A BIBLIOTECA? O acesso é imediatamente bloqueado. Para voltar a utilizar os serviços será necessário que apresente documento NADA CONSTA da Biblioteca. Este deve ser solicitado no setor financeiro da Instituição. 6. POSSO SEPARAR UMA OBRA BIBLIOGRÁFICA? Somente através do serviço de reserva, estando limitado ao acervo reserva (composto de 1 (hum) exemplar de cada publicação), obras referências (dicionários, enciclopédias, catálogos, manuais) e periódicos (jornais e revistas). Com relação a reserva de obras é importante que saiba: - as obras em poder do usuário não poderão por ele ser reservadas, neste caso ele deverá renovar o empréstimo; - o usuário terá o prazo de 24 horas para efetivas o empréstimo da obra reservada; - as reservas seguem ordem cronológica de solicitação. 7. NÃO DESEJO LEVAR A OBRA BIBLIOGRÁFICA, POSSO SOMENTE CONSULTÁ-LA NA BIBLIOTECA? Sim. Através da consulta local, para usá-la deve apresentar um documento de identificação com foto, que ficará retido. Funcionários e professores devem apresentar crachá. As obras de consulta devem ser devolvidas até as 21 horas. 8. QUEM PODE EMPRESTAR OBRAS BIBLIOGRÁTICAS? Só é permitido o empréstimo ao usuário após a sua inscrição na Biblioteca sendo necessário que 12

13 não tenha nenhuma pendência com o setor e apresente documento pessoal oficial com foto (RG, Carteira de Motorista com foto, Passaporte) ou carteira de estudante do ano vigente na Instituição. 9. QUAIS PRAZOS E QUANTIDADES PERMITIDAS PARA EMPRÉSTIMOS? Os prazos variam conforme a categoria do usuário, sendo contabilizados em dias corridos. Caso o vencimento ocorra em feriado ou coincida com o fechamento da Biblioteca, a devolução deverá ser feita no primeiro dia útil subsequente, sem penalidade para o usuário. Após este período, a multa correrá normalmente. Os prazos são: Categoria de Usuários Obras Prazos (dias corridos) Discentes 3 títulos (livros) 5 dias Docentes 4 títulos (livros) 9 dias Funcionários 3 títulos (livros) 5 dias As multas pela não devolução no prazo estipulado serão cobradas conforme quadro abaixo: Material Valor Condição Livros de empréstimo domiciliar R$ 2,00 (dois reais) Por dia de atraso e título, incluindo sábados, domingos e feriados Livro de consulta local acervo reserva Para quitar a multa, a Biblioteca entregará um cupom com o comunicado da multa o qual deverá ser quitado nos caixas da Instituição. Guarde seu comprovante. 10. POSSO DEIXAR DE PAGAR A MULTA EM CASO DE ATRASO NA DEVOLUÇÃO? Não. A aplicação da multa é irrevogável. No entanto, caso não concorde com os valores cobrados, alegando motivos pessoais relevantes, você deverá: a. Preencher Requerimento Financeiro, disponível nos quiosques e recolher a taxa devida; b. Anexar documentos comprobatórios (atestado médico com CID, por exemplo) e dar entrada no setor de protocolo e encaminhar ao financeiro; c. O prazo de análise é de 10 dias úteis. R$ 15, 00 (quinze reais) Por dia de atraso e 20 dias de suspensão de empréstimos 11. HÁ ATENDIMENTO PRIORITÁRIO NA BIBLIOTECA? Sim, conforme a legislação vigente a Biblioteca tem atendimento preferencial a gestantes, portadores de necessidades especiais, idosos. E, também, a professores. 13

14 POSSO RENOVAR UM EMPRÉSTIMO NA BIBLIOTECA? Sim, caso a obra não esteja reservada. 13. COMO FAÇO PARA RENOVAR O EMPRÉSTIMO DE UMA OBRA? Pode fazê-lo pessoalmente mediante apresentação do material e de documento oficial com foto nos guichês da Biblioteca, através do Clube (verificando no extrato se a renovação foi efetuada com sucesso). 14. CASO HAJA ALGUM PROBLEMA NO PROCESSAMENTO DA SOLICITAÇÃO DE RENOVAÇÃO DE EMPRÉSTIMO COMO DEVO PROCEDER? Por segurança sugerimos que opere o comando print screen e mantenha o registro salvo, qualquer dificuldade ou dúvida entre em contato com o COMO FAÇO PARA DEVOLVER UMA OBRA QUE EMPRESTEI? A devolução deverá ser feita dentro do prazo constante do cupom da Biblioteca que foi assinado pelo usuário, por ele ou por terceiros mediante informação de nome completo e matrícula do responsável pelo empréstimo. No momento da devolução, um funcionário verificará o estado de conservação da obra e fornecerá um comprovante de devolução. Guarde-o. 16. A OBRA QUE EMPRESTEI FOI ENCONTRADA NAS DEPENDÊNCIAS DA INSTITUIÇÃO. O QUE OCORRERÁ E COMO DEVE PROCEDER? Neste caso, se a obra for devolvida à Biblioteca, os funcionários tentaram entrar em contato com o usuário responsável pelo empréstimo, porém não isenta o usuário do pagamento de multa, se houver, devendo este assumir e quitar a pendência. 17. A OBRA QUE EMPRESTEI FOI DANIFICADA OU PERDIDA. O QUE ACONTECE AGORA? O usuário é responsável pela obra em seu poder devendo restituí-la nas condições que retirou e dentro do prazo estabelecido, sujeito a multa por atraso e reposição de acervo em caso de perda ou dano. Para a reposição busque orientação do bibliotecário ele o orientará da melhor forma. 18. SOU USUÁRIO, POSSO UTILIZAR AS SALAS DE ESTUDO EM GRUPO? Sim, mediante agendamento na recepção da Biblioteca. As salas possuem regras de utilização que devem ser cumpridas. a. A permanência nas salas não deve ser superior a 2 horas, com tolerância de 15 minutos (contados do horário agendado); b. O agendamento poderá ser feito com 24 horas de antecedência (exceto na semana de provas); c. O horário poderá ser renovado caso não haja solicitação de outro usuário; d. Para utilizar a sala é necessário um número mínimo de 3 e máximo 6 usuários;

15 e. O responsável pelo grupo deixará retido um documento oficial com foto; f. No caso de não comparecimento no horário agendado (tolerância de 15 minutos), outros grupos poderão utilizar o espaço, a critério da Biblioteca. 19. POSSO XEROGRAFAR A OBRA OU PARTE DELA? O setor de cópias é terceirizado e sujeito a legislação em vigência. 20. ONDE ENCONTRO MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A BIBLIOTECA, NORMAS E FUNCIONAMENTO? Estão disponíveis na própria Biblioteca outros itens não mencionados neste FAQ. Sugerimos que leia também o Regulamento da Biblioteca disponível a todos os usuários. 15

16 Atividades Complementares, Monitoria e Extensão 01. O QUE SÃO ATIVIDADES COMPLEMENTARES? Atividade complementar é toda atividade pedagógica útil para a formação do corpo discente, exceto as atividades com crédito de disciplina do currículo do curso de graduação. As atividades complementares podem ser oferecidas pela Instituição ou por qualquer outra instituição, pública ou privada, ou por pessoa física. Os alunos dos cursos de graduação deverão desenvolvê-las, conforme número de horas de seu curso, sendo a conclusão desta carga horária imprescindível para a colação de grau. 02. O QUE SÃO ATIVIDADES DE EXTENSÃO? São atividades que ampliam os conhecimentos do futuro profissional, pois, ultrapassam o âmbito do saber específico do curso e da IES. Estas atividades são convalidáveis em atividades complementares. 03. POR QUE PRECISO PARTICIPAR DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES? Os alunos dos cursos de graduação deverão desenvolver atividades complementares (componente curricular obrigatório), sendo a conclusão desta carga horária imprescindível para a colação de grau. 04. COMO SERÁ A INSCRIÇÃO NOS EVENTOS PAGOS OU GRATUITOS? As inscrições deverão ser feitas pelo site da Instituição, no link cursos/extensão, ou presencialmente nas Centrais de Informação localizadas nos prédios da Instituição. Pelo site, o aluno imprimirá um boleto, que poderá ser pago em toda a rede bancária. Pelas Centrais de Informação, o mesmo será impresso pelas atendentes. No caso dos alunos da Faculdade Joaquim Nabuco, deverão fazer a inscrição no site, através do link cursos/extensão. Todos os cursos e palestras, gratuitos ou pagos, deverão ser obrigatoriamente inseridos na intranet. Este procedimento visa ao registro e ao controle de todas as atividades realizadas pela Instituição. 05. EM QUE PERÍODO DO CURSO PODEREI PARTICIPAR DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES? As atividades complementares podem ser desenvolvidas em qualquer período do curso, atendidos, nas atividades de ensino, os pré-requisitos respectivos com seus respectivos pesos, quando houver. 06. COMO SERÁ O CONTROLE DE ACESSO DOS ALUNOS PRÉ-INSCRITOS? O aluno terá de chegar ao local no máximo até quinze minutos após a hora marcada, caso contrário, sua inscrição prévia perderá a validade. Caso o aluno chegue após o prazo de tolerância e ainda houver vaga, poderá ele ter acesso ao evento. 07. COMO SERÁ SUA VALIDAÇÃO E REGISTRO? Responsável: Secretaria Geral. Eventos Gratuitos: A validação e o registro serão efetuados pelas Listas de Presença encaminhadas pela a Secretaria Geral pelas Coordenações dos Cursos. Eventos Pagos: A validação e o registro das atividades complementares serão efetuados mediante requerimento do aluno, anexando à mesma cópia dos certificados de participação. O requerimento deverá ser protocolado na Secretaria Geral, após o pagamento da taxa correspondente. 16

17 08. QUE TIPOS DE ATIVIDADES DEVO PARTICIPAR? Para classificação e atribuição de carga horária correspondente, dividem-se as atividades complementares nos seguintes tipos: Tipo 1: Ensino, Tipo 2: Pesquisa; Tipo 3: Extensão Solidária; Tipo 4: Extensão Científica. As atividades relativas a cada um dos tipos arrolados e normas estão descritas no respectivo Regulamento. 09. POSSO REALIZAR ATIVIDADES COMPLEMENTARES DURANTE O HORÁRIO DE AULA? Não. As atividades complementares devem ser realizadas em horário distinto daqueles das aulas e demais atividades pedagógicas regulares do curso de graduação. Não serão abonadas as faltas dos alunos que se ausentarem das suas atividades pedagógicas regulares para prática de atividades complementares sob qualquer pretexto. As atividades complementares também podem ser executadas via internet. Procure o coordenador do curso para esclarecimento. 10. EM QUANTO TEMPO DEVO ENTREGAR OS COMPROVANTES DE PARTICIPAÇÃO NAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES? O discente deverá entregar à Secretaria Geral até o final do semestre cópia do(s) documento(s) que comprove(m) as atividades realizadas. O aluno formado deverá finalizar todas as suas pendências de atividade complementar até o último dia letivo do calendário acadêmico ao qual está matriculado. Passado o semestre de conclusão, o aluno só poderá finalizar suas pendências com a abertura de uma nova matrícula. 11. ONDE POSSO ME INSCREVER PARA REALIZAR ESTAS ATIVIDADES? O aluno deverá acessar o site na opção cursos/extensão ou se dirigir às Centrais de Informação, localizadas nos prédios da Instituição, realizar a inscrição e, dependendo do evento, efetuar o pagamento da taxa de participação. No caso dos alunos da Faculdade Joaquim Nabuco, deverão fazer a inscrição no site, através do link cursos/extensão. 12. A INSTITUIÇÃO POSSUI MONITORIA? Sim. A monitoria é uma atividade complementar para os cursos de graduação, tendo como objetivo central contribuir para o desenvolvimento acadêmico científico do discente. Todos os cursos devem promover monitoria. 13. COMO SERÁ A EMISSÃO DOS CERTIFICADOS? Responsável: Secretaria Geral. Eventos Gratuitos: Neste caso, para ter direito ao certificado, o aluno deverá requerê-lo no caixa em formulário próprio, pagando em seguida a taxa nos caixas da própria Instituição. Eventos Pagos: Neste caso, o aluno receberá gratuitamente o certificado, não sendo necessário requerimento. Entrega: Todos os certificados serão entregues na Secretaria. 14. QUAL O OBJETIVO DA MONITORIA? a. Despertar, nos discentes, o interesse pela carreira docente ou pelo aprofundamento de estudos em uma determinada disciplina, incentivando-os, também, à pesquisa e às atividades de extensão; b. Oportunizar o discente em sua integração com a comunidade universitária; 17

18 c. Realizar o Projeto de Monitoria apresentado pelo professor orientador. 15. QUAIS SÃO AS ATRIBUIÇÕES DO MONITOR? São atribuições do monitor: Auxiliar o professor nas atividades práticas da disciplina; Auxiliar os colegas em pesquisas, experiências, estudo em grupo e outras atividades atribuídas pelos docentes supervisores, desde que compatíveis com o grau de conhecimento e experiência do monitor; Seguir todas as regulamentações sobre monitoria; Auxiliar os colegas nas dificuldades de aprendizagem. 16. QUAL A IMPORTÂNCIA DA MONITORIA PARA O INGRESSO NA CARREIRA DOCENTE DA INTITUIÇÃO? O exercício da monitoria conta como título para o ingresso na carreira docente da Instituição. 17. QUAIS OS REQUISITOS PARA SER MONITOR? As funções do monitor na Instituição estão reservadas ao discente que atende às seguintes condições: I Ter sido aprovado sem dependência, atingindo média nas duas primeiras avaliações do semestre, ou seja, 7,0 (sete), na disciplina objeto de monitoria; II Ter sido aprovado nas demais disciplinas anteriormente cursadas; III Não ter sofrido nenhuma punição disciplinar na Instituição; IV Não estar inadimplente em seu contrato financeiro com a Instituição; V Ter sido aprovado no teste de seleção definido e aplicado pela Coordenação do Curso. (Vide Editais específicos para mais informações). 18. O MONITOR TEM DIREITO A DESCONTOS NA MENSALIDADE? A Monitoria está dividida em dois tipos (voluntária e bolsista). O Monitor deve iniciar suas atividades na condição de voluntário por um período de 03 (três) meses. O período de três meses de monitoria voluntária é obrigatório e seu cumprimento é condição mínima para o ingresso do monitor na condição de monitor-bolsista. O aluno-monitor poderá concorrer ao programa de bolsa de desconto que concede ao aluno desconto no valor de 20% (vinte por cento), incidente da mensalidade, denominada Bolsa Monitoria. Somente após a aprovação do Coordenador do curso e Direção, poderá o monitor(a) ser beneficiado com a bolsa. 18

19 Portal Acadêmico Como obter minha senha de acesso? Para obter a senha de acesso do Portal Acadêmico você deve seguir os passos: (a) Acesse o site da Faculdade (www.mauriciodenassau.edu.br e clique em Obter senha. (b) Irá abrir a janela abaixo. Você deverá digitar o seu CPF e o que estiver informado no seu cadastro, e irá receber através dele a sua senha de acesso. Após ter acessado o Portal Acadêmico (com a sua matrícula e senha), e se desejar mais informações sobre a utilização do Portal, clique em Listar Infográficos e selecione aquele que lhe interessar. 19

20 Perguntas mais frequentes 1. O ALUNO NÃO MATRICULADO PODE TER ACESSO ÀS SALAS DE AULA E DEPENDÊCNIAS DA INSTITUIÇÃO? Não. Em nenhuma hipótese o aluno poderá realizar quaisquer atividades acadêmicas sem estar regularmente matriculado na Instituição. O docente não poderá autorizar o aluno não matriculado a realizar provas, atividades de sala de aula e outras. 2. O DOCENTE ESTÁ AUTORIZADO A FECHAR A SALA APÓS INICIAR ÀS AULAS? Sim. Tendo a necessidade de promover a integração e a harmonia em sala de aula, bem como desenvolver as atividades acadêmicas com tranquilidade, a direção da Instituição decidiu a critério do docente: autorizar o fechamento da sala de aula 15 (quinze) minutos a partir do início da aula. 3. QUAL O SISTEMA DE APROVAÇÃO DA UNINASSAU, DA FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU E DA FACULDADE JOAQUIM NABUCO? São realizadas 2 (duas) provas de avaliação, sendo a nota de aprovação por média discente 7,0 (sete). Só poderão ir para a prova final os alunos com média maior ou igual a 4,0 (quatro) e menor que 7,0 (sete), tendo frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da disciplina. Nas unidades da Faculdade Joaquim Nabuco, poderão ir para a final os alunos com média maior ou igual a 3,0 (três) e menor que 7,0 (sete). 4. QUEM APLICA A AVALIAÇÃO DO DISCENTE? Ao realizar a avaliação, o professor deverá estar presente em sala, sendo indispensável sua participação no controle. Ao distribuir a prova, deverá comunicar que não será aceita a devolução da avaliação pelo discente, sob alegação de que não encontra preparado (ou algo semelhante). O aluno que entregar a prova em branco após o início das atividades de avaliação receberá nota zero. Portanto, a aplicação das provas é ato privativo do docente. Sendo proibida a aplicação de provas por funcionários. Em caso de ausência do docente, o Coordenador de Curso será responsável pela aplicação da prova. 5. QUAL TRAJE ACONSELHADO AOS ALUNOS (AS) PARA FREQUENTAREM AS INSTALAÇÕES DA INSTITUIÇÃO? Os discentes devem ter ciência que o ambiente acadêmico é o início de suas atividades profissionais, onde irão fazer parte do dia a dia de sua profissão. Não é permitido frequentar as instalações da instituição com trajes inadequados, sendo proibidas a utilização em sala de aula de bonés e semelhantes, minissaias, micro bermudas e camisetas. 6. O QUE É ACOMPANHAMENTO ESPECIAL? O aluno deve ter frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) nas aulas e demais atividades escolares programadas. Ultrapassando o limite de vinte e cinco por cento de faltas, o discente será considerado reprovado. Exceto se considerado merecedor de tratamento excepcional. Por exemplo, os alunos portadores de afecções congênitas ou adquiridas, infecções, traumatismo ou outras condições mórbidas, determinando distúrbios agudos ou agudizados, caracterizados por: 20

21 a) Incapacidade física relativa, incompatível com frequência aos trabalhos escolares, desde que verifique a conservação das condições intelectuais e emocionais necessárias para o prosseguimento da atividade escolar em novos moldes; b) Ocorrência isolada ou esporádica; c) Duração que não ultrapasse o máximo ainda admissível, em cada caso, para a continuidade do processo pedagógico de aprendizado, atendendo a que tais características se verificam, entre outros, em casos de síndromes hemorrágicas (tais como a hemofilia), asma cartide, pericardites, afecções osteoarticulares submetidas a correções ortopédicas, neuropatias agudas ou subagudas, afecções reumáticas; d) Ao requerer acompanhamento especial, o aluno deverá estar ciente de que os custos institucionais decorrentes do acompanhando correrão à sua conta. Fica entendido que os custos relacionam-se com horas trabalhadas pelo docente, deslocamento do docente e, quando fora do perímetro urbano, além das despesas anteriores, serão incluídas aquelas relativas à alimentação e pousada, quando se fizerem necessários. 7. AS GESTANTES TÊM DIREITO AO ACOMPANHAMENTO ESPECIAL? Sim. A partir do oitavo mês de gestação e durante três meses após o parto, a estudante em estado de gravidez ficará assistida pelo regime de exercícios domiciliares instituído pelo Decreto-lei número 1.044, 21 de outubro de Em casos excepcionais devidamente comprovados mediante atestado médico, poderá ser aumentado o período de repouso, antes e depois do parto. Em qualquer caso, é assegurado às estudantes em estado de gravidez o direito à proteção dos exames finais. 8. COMO DEVE PROCEDER O DISCENTE PARA TER O DIREITO AO ACOMPANHAMENTO ESPECIAL? O discente, responsável ou familiar, deverá requerer, no Protocolo da Instituição, o seu pedido de acompanhamento especial até 72 horas após a emissão do atestado médico. A partir desta data é que serão compensadas as faltas pelos motivos elencados acima. É necessário o atestado anexo ao requerimento. 9. O QUE MAIS PRECISA O ALUNO SABER SOBRE ACOMPANHAMENTO ESPECIAL? a) Que o início e o fim do período em que é permitido o afastamento serão determinadas por atestado médico a ser apresentado à direção da Instituição. b) Que, ao elaborar o plano de estudo, a que se refere este artigo, o professor leve em conta a sua duração, para que a execução não ultrapasse, em cada caso, o máximo admissível para a continuidade do processo psicopedagógico de aprendizagem neste regime; c) Que os requerimentos relativos ao regime especial, disciplinado no Regimento, devem ser instruídos com laudo, firmado por profissional legalmente habilitado, constando o Código Internacional da Doença CID, encaminhado diretamente à coordenação de cursos do discente; e) Que é da competência do Diretor, ouvida a coordenadoria de curso, a decisão nos pedidos de regime especial, inclusive determinando o trancamento do curso nas situações de visível prejuízo ao discente. 10. COMO É O PRÊMIO CONTINUIDADE DE PÓS-GRADUAÇÃO? Trata-se de uma bolsa de desconto para os alunos que realizarem cursos de pós-graduação Lato Sensu na Instituição, no primeiro ano seguinte à sua colação de grau. 21

22 O percentual de desconto varia até 50% (cinquenta por cento) de acordo com os critérios estabelecidos pelo Consup. Trata-se um prêmio de incentivo aos alunos que mais se destacaram durante a graduação. Exemplo: os monitores. 11. O QUE É CONSELHO SUPERIOR? É o órgão deliberativo e normativo da Instituição. Suas competências estão elencadas no Regimento. Em síntese, podemos asseverar que, de toda decisão dos órgãos internos da Instituição, caberá recurso para apreciação do Conselho Superior. 12. ONDE POSSO TER ACESSO AO REGIMENTO DA INSTITUIÇÃO? O Regimento encontra-se à disposição do aluno para consulta na biblioteca na Secretaria/Registro Acadêmico, ou na página eletrônica. 13. COMO NOS COMUNICAR COM A DIREÇÃO? EXISTEM REUNIÕES DA DIREÇÃO COM OS REPRESENTANTES DE TURMA? A comunicação dos discentes e docentes com a Direção pode ser realizada diretamente na Direção ou por . Sempre que necessário, acontecem reuniões com a Direção e os representantes de turma, onde são tratados assuntos pela realização de trabalhos e exercícios domiciliares, realizados de acordo com o plano fixado, em cada caso, consoante o estado de saúde do estudante e as possibilidades da Instituição; Para assuntos acadêmicos ou administrativos relevantes, indicamos o / 14. A INSTITUIÇÃO POSSUI REVISTA ACADÊMICA? Sim. Os alunos da Instituição poderão apresentar seus textos para publicação na revista, necessitando a indicação de um professor da casa que participará do trabalho na condição de orientador. Maiores informações com a coordenação de curso. 15. O QUE É O SINAES? Criado pela Lei nº , de 14 de abril de 2004, o Sistema Nacional de Avaliação de Educação Superior (Sinaes) é o novo instrumento de avaliação superior do MEC/Inep. Ele é formado por três componentes principais: a avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes. O Sinaes avaliará todos os aspectos que giram em torno desses três eixos: o ensino, a pesquisa, a extensão, a responsabilidade social, o desempenho dos alunos, a gestão da instituição, o corpo docente, as instalações e vários outros aspectos. 16. COMO ACONTECE A AUTOAVALIAÇÃO DA INSTITUIÇÃO? Nossa autoavaliação acontecerá mediante a aplicação de questionários no Portal Acadêmico, entrevistas com alunos, funcionários e docentes, além da análise de documentos. Tudo isso será coordenado pela CPA - COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO da Instituição. As informações obtidas com a avaliação interna serão utilizadas pela Instituição para orientação da sua eficácia institucional e efetividade acadêmica e social. 22

23 17. O QUE É ENADE? A PARTICIPAÇÃO NO ENADE É OBRIGATÓRIA PARA O ALUNO? Significa Exame Nacional do Desempenho dos Estudantes. É componente curricular obrigatório do aluno, sendo o registro de participação condição indispensável para emissão do diploma. 18. O ALUNO TEM DIREITO A REALIZAR A 2ª CHAMADA DA AVALIAÇÃO? Sim. O aluno terá o direito a realizar a 2ª chamada apenas de 01 (uma) avaliação, quando requerer formalmente em tempo hábil na Secretaria e informar o motivo pelo qual deixou de fazê-la. A programação da 2ª chamada é designada no Calendário Acadêmico semestral sempre após a realização da 2ª avaliação. O assunto da prova será relativo ao programa do semestre da disciplina. Não será aceito pedido de 2ª chamada fora do prazo constante no Calendário. Neste caso, o discente receberá nota zero pela não realização da prova. 19. O ALUNO TEM DIREITO A REVISÃO DE PROVA? Sim. O aluno que não concorde com a nota colocada pelo professor no Portal Acadêmico, poderá solicitar revisão de prova mediante entrega de requerimento e pagamento de taxa específica. 20. O ALUNO PODE RESPONDER SUA PROVA A LÁPIS? É proibido ao discente resolver a lápis (uso de grafite) as proposições da avaliação, para que seja garantida a lisura dos registros em prova. 21. COMO FUNCIONA O SISTEMA DE DEPENDÊNCIAS? É promovido ao período letivo seguinte o aluno aprovado em todas as disciplinas do período cursado, admitindo-se, ainda, a promoção com dependência. Podem ser ministradas aulas de dependência e de adaptação de cada disciplina, em horário ou período especial, a critério da coordenação de cada curso, aplicando-se as mesmas exigências de frequência e aproveitamento estabelecidas no regimento. 22. O ALUNO DEPENDENTE PODERÁ COLAR GRAU? Não. E nem poderá participar de qualquer atividade de conclusão de curso. 23. COMO POSSO VER AS MINHAS NOTAS? Acessando o Portal Acadêmico, dentro do site da Instituição: COMO DEVE PROCEDER O ALUNO PARA MATRICULAR-SE NA DEPENDÊNCIA? No período de requerimento de matrícula, designado no Calendário Acadêmico, o aluno deverá querer pelo Portal Acadêmico obedecendo aos critérios acadêmicos e administrativos estabelecidos, inclusive com pagamento de taxas, aplicam-se as exigências e regras estabelecidas no Regimento Interno. 25. COMO POSSO REQUERER DISCIPLINAS EM REGIME DE DEPENDÊNCIA? Só serão analisados pedidos mediante protocolo na Secretaria com justificativa expressa, onde o aluno deverá indicar as disciplinas que cursará em regime de dependência. 23

24 26. SE FOR DISPENSADO DE DISCIPLINA, O VALOR DA MENSALIDADE CONTINUARÁ O MESMO? Não. A cobrança será proporcional ao número de disciplinas que estiver integralizando. 27. QUAIS SÃO AS FUNÇÕES DA SECRETARIA? A Secretaria trata de registros acadêmicos, ligadas principalmente ao dia a dia do discente. Exemplos: arquivamento das notas das avaliações; documentação de alunos; expedição de documentos (declarações, certidões, históricos, etc.) 28. ONDE DEVE O ALUNO APRESENTAR SEU REQUERIMENTO? O local para procedimento é na Secretaria. Em seguida, será remetido o documento para análise do setor competente. 29. A REVISÃO DA PROVA É PAGA? A primeira revisão não possui taxa desde que feita pelo professor em classe. 30. POSSO PEDIR BANCA EXAMINADORA (2ª REVISÃO) DE PROVA? Sim. Desde que requeira dentro do prazo estabelecido pela Faculdade, 48 (quarenta e oito) horas após a divulgação da nota, mediante o pagamento de taxa. 31. SE TIVER CURSADO DETERMINADA DISCIPLINA EM OUTRA INSTITUIÇÃO, SOU AUTOMATICAMENTE DISPENSADO DA MESMA? Não. O aluno tem que requerer a dispensa, anexando o histórico e o programa das disciplinas originais, no prazo estabelecido pelo Calendário Acadêmico. E aguardar o resultado do seu requerimento (dispensa de disciplina). 32. AO SOLICITAR UM PEDIDO DE DISPENSA DE DISCIPLINA, TENHO QUE ASSISTIR ÀS AULAS? Sim. O aluno que realizou o pedido tempestivamente de dispensa de disciplina já cursada em outra IES deve permanecer assistindo às aulas até obter o resultado favorável ao seu requerimento. O aluno que não for dispensado e estiver sem assistir às aulas será reprovado na disciplina. 33. POSSO MUDAR DE TURNO, TURMA OU HABILITAÇÃO? A mudança de turno, turma ou habilitação está condicionada à existência de vaga no curso solicitado e o pedido submetido à apreciação da Direção. Não é permitido que o aluno assista às aulas em curso, turma ou habilitação ao qual não esteja vinculado (veja contato de prestação de serviços educacionais). 34. COMO REALIZAR A MUDANÇA DE CURSO, TURMA E DE TURNO? EXISTE UM LIMITE? Mudanças de curso, de turma, de turno só podem ser realizadas mediante requerimento acadêmico protocolado dentro do prazo estabelecido no Calendário Acadêmico. Quaisquer pedidos fora de prazos devem ser requeridos diretamente ao Conselho Superior da Instituição, mediante comprovação da justificativa. Este pedido deverá ser realizado conforme calendário acadêmico. 24

25 35. O PROFESSOR(A) PODERÁ LANÇAR O NOME DO ALUNO NO DIÁRIO DE CLASSE E NA ATA DE PROVA? Não. Esta atividade é exclusiva da Secretaria, após análise de cada caso específico. 36. COM QUANTOS DIAS O ALUNO RECEBERÁ A DECLARAÇÃO DE VÍNCULO? QUAIS SÃO OS PRAZOS PARA OUTRAS SOLICITAÇÕES DO DISCENTE? Para receber a declaração de vínculo, o prazo é de 5 (cinco) dias úteis a partir da solicitação do documento pelo requerimento-padrão. Os demais prazos encontram-se no Calendário Acadêmico e na Secretaria. 37. O QUE PRECISO SABER SOBRE TRANCAMENTO DE MATRÍCULA? O aluno poderá requerer o trancamento de sua matrícula dentro do prazo estabelecido no Calendário Acadêmico. Fora deste prazo somente mediante recurso ao Conselho Superior. Caso necessite permanecer com a matrícula trancada, no semestre seguinte, deverá proceder com a renovação do trancamento. Este direito é limitado aos prazos constantes no Regimento. 38. QUAL O PRAZO QUE O DOCENTE DEVE ENTREGAR A AVALIAÇÃO CORRIGIDA PARA O ALUNO? A prova corrigida deverá ser entregue pelo professor em até 5 (cinco) dias úteis após sua realização. Exceto a correção das provas de 2ª chamada e prova final, que deverão ser divulgadas no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas de sua realização, para não prejudicar a realização da matrícula pelo discente. Orientamos aos docentes a seguir os prazos estipulados no Calendário Acadêmico, buscando sempre agilizar o sistema de avaliação, em todas as suas fases: elaboração, aplicação, correção, divulgação e entrega oficial (supervisão de turno e internet). 39. E AS QUESTÕES RELATIVAS AO CURSO, AOS DOCENTES E ÀS DISCIPLINAS? Diretamente com os coordenadores de curso, pessoalmente ou o por constante no Portal Acadêmico. 40. OS ALUNOS PODEM RESEVAR E UTILIZAR O MATERIAL AUDIOVISUAL DA FACULDADE? Não. Este direito é somente outorgado ao docente do curso de graduação ou de pós-graduação, seguindo as normas estabelecidas pela Instituição. O Professor é o responsável pelo material utilizado em sala de aula. Em nenhuma hipótese, os recursos tecnológicos devem substituir o ensinamento. 41. QUAIS SÃO OS PROJETOS SOCIAIS DESENVOLVIDOS ATUALMENTE PELA INSTITUIÇÃO E QUAIS SUAS FINALIDADES? De forma sistemática o Programa de Responsabilidade Social da Instituição abrange: I. Assistência e inclusão social. As ações têm como característica a inclusão e a assistência social e serão desenvolvidas na comunidade por alunos, professores, coordenadores, etc. II. Ações Sociais e Prática Pedagógica. 25

26 26 São ações sociais de inclusão e assistência vinculadas às práticas pedagógicas. III. Ações para Comunidade. Essas ações têm como foco o atendimento dos problemas prioritários da comunidade. IV. Meio Ambiente. São ações que visam garantir a defesa do meio ambiente e a sustentabilidade ambiental. V. Ações de Conscientização. São ações desenvolvidas com pequenos, médios e grandes grupos e população em geral, no sentido de mobilizar e de conscientizar em prol dos objetivos e desenvolvimento do milênio. 42. EXISTEM NORMAS PARA UTILIZAR LABORATÓRIOS, FÓRUM UNIVERSITÁRIO, AGÊNCIA MODELOS, ETC.? Sim. A utilização de todos os espaços da Instituição (internos ou externos) deve seguir as estipulações normativas para seu uso. O discente deve solicitar ao coordenador de curso a apresentação dessas normas, devendo segui-las. 43. O QUE É O NÚCLEO DE ATENDIMENTO AO EDUCANDO (NAE)? O Núcleo de Atendimento ao Educando acompanha o aluno no seu cotidiano, com atendimento psicopedagógico nas áreas do comportamento: cognitivo, afetivo, profissional, social, educacional, psicológico e comportamental, além de aconselhamento vocacional. O NAE atua ainda como elo entre o educando e as instâncias hierárquicas da Instituição no sentido de agilizar o atendimento dos conflitos nas situações em que a permanência é entendida como fundamento para solução de pendências e/ou conflitos. 44. A INSTITUIÇÃO DISPÕE DE ALGUM SISTEMA DE FINANCIAMENTO EDUCACIONAL? Sim. A Instituição é credenciada ao Programa FIES Financiamento estudantil e ao Prouni Programa Universidade para Todos (Medida Provisória nº 213/04) do Governo Federal. Além disso, possui outras formas de incentivo financeiro-governamentais e próprios. Mais informações no setor Financeiro. 45. O QUE SÃO CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA? São Cursos Superiores com duração entre dois e três anos, que formam tecnólogos. O tecnólogo tem formação profissional voltada para uma área específica, aliando teoria e prática aplicada. Ele desenvolve determinadas habilidades e competências para se inserir rapidamente no mercado de trabalho, em sua área de interesse profissional ou para se atualizar. 46. QUAL A DIFERENÇA ENTRE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA E CURSO DE BACHARELADO (GRADUAÇÃO TRADICIONAL)? Existem duas diferenças. A primeira está ligada ao tempo. O curso superior de tecnologia dura, em média, dois anos e os bacharelados (graduação tradicional) em media, quatro anos. A diferença é o foco do curso. Por serem mais curtos, os cursos superiores de tecnologia oferecem uma formação mais específica, formando profissionais especialistas em determinadas áreas

27 do conhecimento. Por exemplo: recursos humanos. Os bacharelados são mais abrangentes, generalistas, com o enfoque profissional e de pesquisa. 47. COMO SÃO AUTORIZADOS E RECONHECIDOS OS CURSOS DE GRADUAÇÃO? São cursos superiores de graduação as licenciaturas, os bacharelados e os cursos superiores de tecnologia e estão sujeitos ao mesmo trâmite avaliados do Ministério da Educação (MEC). Os cursos são primeiramente autorizados por portaria, para início, depois de concluído pela primeira turma o equivalente a 50% da carga horária prevista para o curso, a Instituição inicia o pedido de reconhecimento, que termina com a publicação de portaria. Após um ciclo avaliativo, a Instituição deverá solicitar o pedido de renovação de reconhecimento que finaliza com a publicação de outra portaria específica, e assim sucessivamente a cada ciclo. 48. O AUNO QUE CONCLUI UM CURSO TECNOLÓGICO PODE FAZER PÓS-GRADUAÇÃO? Por tratar-se de um curso de graduação, qualquer aluno que conclui um curso tecnologia pode dar continuidade aos seus estudos em cursos de bacharelado (graduação tradicional) e até mesmo de pós-graduação (Lato Sensu ou Stricto Sensu): especialização, mestrado e doutorado. Convém ressaltar que o acesso a qualquer tipo de pós-graduação dá-se em conformidade com as exigências da Instituição que as ofertam. 49. COMO FUNCIONAM OS PROCESSOS DE TRANSFERÊNCIA ENTRE CURSOS NO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA? É possível a transferência entre cursos tecnológicos e entre cursos tecnológico e bacharelado na própria instituição ou entre outras instituições. As transferências, no entanto, estão condicionadas aos Regulamentos Internos das instituições envolvidas e da disponibilidade de vagas. 50. NA INSTITUIÇÃO HÁ ALGUM SETOR PARA INFORMAÇÕES DE ESTÁGIO? Tem um setor de estágios, o Núcleo de Talentos, que tem como objetivo orientar e aconselhar quanto à escolha e o planejamento de carreira, atuando como um agente facilitador entre o plano acadêmico e o mercado de trabalho, decorrentes da concretização de convênios com importantes empresas, organizações e outras instituições. 51. QUAL A DIFERENÇA ENTRE ESTÁGIO EXTRACURRICULAR E CURRICULAR? Extracurricular é o estágio não exigido pelo projeto do curso. O curricular exigido pelo projeto do curso permite aquisição e o aprimoramento de conhecimentos e habilidades essenciais ao exercício profissional, tem como função integrar teoria e prática. 52. PARA QUE SERVE O ESTÁGIO? Serve para inserção dos alunos na prática profissional, podendo ser extracurricular e curricular. Tem o caráter técnico, social, cultural que permite aplicar conhecimentos teóricos através da vivência em situações reais de exercício da futura profissão. 53. A IES É RESPONSÁVEL POR EXTRAVIO OU FURTO DE PERTENCES DEIXADOS FORA DO CONTROLE PESSOAL DO PROPRIETÁRIO? A Instituição não se responsabiliza por objetos, equipamentos, valores de uso pessoal do aluno, 27

28 professores, funcionários e visitantes. 54. QUANDO DEVERÁ OCORRER A CERIMÔNIA DE COLAÇÃO DE GRAU DOS ALUNOS CONCLUINTES? A cerimônia de Colação de Grau será obrigatoriamente realizada em dias úteis e nos meses de fevereiro e de agosto. As turmas de colação de grau deverão comunicar com 6 (seis) meses de antecedência, via requerimento à Secretaria Geral. 55. É PROIBIDO A REALIZAÇÃO DE JOGOS DE AZAR NA INSTITUIÇÃO? Sim, é proibida a realização de jogos de azar na Instituição. 56. POSSO ADIANTAR MINHA COLAÇÃO DE GRAU? É terminantemente proibido antecipação de colação de grau antes dos 100 dias letivos. Logo, o aluno só poderá solicitar colação de grau em gabinete, antes de sua turma, se os dias previsto já estiverem sido cumpridos e não houver mais nenhuma dependência acadêmica e financeira com o fechamento do semestre letivo. 57. POSSO REALIZAR O CURSOS DE DEPENDÊNCIA DE FÉRIAS EM OUTRA INSTITUIÇÃO DE ENSINO? Não. Os cursos em carater especial de férias e similares apenas serão validados se cursados na própria Instituição, não sendo equivalentes cursos realizados em quaisquer outra IES para dependência de disciplinas. Para mais informações, consultar o nosso Regimento. 28

29 Código de Ética CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS Art. 1º - Os elementos éticos contidos neste Código, destinados a presidir as atividades do aluno, devem constituir imperativos prioritários da sua conduta. Art. 2º - Os princípios éticos previstos neste Código dizem respeito ao relacionamento do aluno com os professores, os servidores, a direção da Instituição e a sociedade em geral. Art. 3º - Ninguém poderá exigir do aluno que pratique conduta, por ação ou omissão, que contrarie o disposto em qualquer norma ética deste Código ou da moralidade social comum. Art. 4º - Sempre que, na aplicação deste Código, ao aluno seja atribuído um dever, fica entendido que ele tem o direito de exigir dos demais que o tratem da mesma maneira, de modo a deixar claro que os direitos e deveres são recíprocos. CAPÍTULO II DOS DEVERES ÉTICOS DOS ALUNOS Art. 5º - O aluno deve respeito e consideração aos seus semelhantes, pode exigir deles igual tratamento. Parágrafo Único Para os efeitos deste Código, a expressão semelhante abrange os demais alunos, os professores, os servidores administrativos, o pessoal da Direção e a comunidade em geral. Art. 6º - O aluno, nas relações com seus semelhantes, deve se comportar com retidão, deferência, tolerância, lisura, probidade e cortesia. Art. 7º - O aluno não deve agir ou se associar a empreendimento ou atividade que não se coadune com os princípios éticos contidos neste Código, mesmo que exercendo fora da Instituição. Art. 8º - O aluno deve cumprir os deveres que lhe cabem, decorrentes da lei ou das normas regimentais da Instituição, com inteira boa fé, à luz da dignidade das pessoas de bem. Art. 9º - O aluno deve ser fiel à verdade, proceder com inteira lealdade em todos os atos escolares e se empenhar na defesa e no respeito da moral pública. Art.10º - Na vida acadêmica e social deve o aluno defender o Estado Democrático de Direito, o respeito à cidadania, à liberdade, à justiça, à dignidade da pessoa humana e ao bem comum. Art. 11º - Ao aluno são garantidos os direitos fundamentais estabelecidos na Constituição Federal, especialmente no seu art. 5º; no entanto, responderá ele pelos conceitos e opiniões que emitir e pelos atos que praticar com abuso de direitos. Art. 12º - O aluno deve evitar beneficiar-se com tratamento privilegiado, que não seja concedido aos demais alunos, nem solicitar aos semelhantes, para si ou para outrem, tal tipo de tratamento. Art. 13º - O aluno deve procurar conhecer, logo no início do seu curso, as regras éticas que regem sua futura profissão, empenhando-se em respeitar e defender seus mandamentos, especialmente quando estiver realizando estágios ou qualquer outra atividade extraclasse. Art. 14º - O aluno deve especial respeito aos seus professores, dentro ou fora da classe, inclusive abstendo-se de qualquer ato ou omissão que impeça ou dificulte ministrar aulas. Art. 15º - As reclamações dos alunos, em relação aos seus respectivos professores, devem ser feitas através do representante da turma, ao início da aula, quando diretamente ao professor ou ao Coordenador do curso por escrito. Art. 16º - É dever do aluno comparecer pontualmente às aulas e demais trabalhos escolares, respondendo às chamadas. 29

30 Parágrafo Único O aluno deve estar ciente de que o professor não pode abonar faltas, evitando constrangê-lo com pedidos desta natureza. Art. 17º - É direito do aluno ter anotado o seu comparecimento, não podendo o professor adotar a atribuição de falta como tipo de sanção; a falta só será atribuída ao aluno ausente no momento da chamada. Art. 18º - Não poderá frequentar a sala de aula ou qualquer outro local de aprendizagem, mesmo que seja como ouvinte, o aluno suspenso ou expulso. Art. 19º - O aluno deve zelar pelo patrimônio da Instituição, evitando causar danos, deterioração ou destruições nas pinturas, instalações, equipamentos de som e imagem, bancas escolares, elevadores e outros bens patrimoniais. Parágrafo Único Não se considera dano patrimonial o desgaste ou inutilização de bem em decorrência do uso normal do objeto. Art. 20º - O aluno deve realizar todos os seus exercícios escolares com absoluta lisura, evitando utilizar ou tentar utilizar meios inidôneos na execução desses trabalhos, em benefício próprio ou alheio. Parágrafo Único O professor deve recolher os trabalhos ou exercícios escolares dos alunos que estiverem colando ou filando, atribuindo-lhes obrigatoriamente a nota 0 (zero). Art. 21º - O aluno não pode apresentar-se, em qualquer instalação da Instituição, em trajes inadequados ou indecentes, à luz do exigido nas atividades escolares respectivas. Parágrafo único Nos curso da área de Saúde, os alunos deverão vestir a bata, bem como: sapatos fechados, de uso obrigatório nas dependências dos laboratórios. CAPÍTULO III DAS SANÇÕES Art. 22º - Serão aplicadas aos alunos que violarem os deveres previstos neste Código as seguintes sanções: I Atribuição da nota 0 (zero); II Submissão ao regime de dependência; III Suspensão; IV Expulsão. SEÇÃO I DA ATRIBUIÇÃO DA NOTA 0 (ZERO) Art. 23º - Independentemente de processo formal disciplinar, a nota 0 (zero) será aplicada ao aluno que: I Tenha faltado a atividade acadêmica e não tenha direito à segunda chamada; II Tenha deixado a prova em branco; III Tenha colado ou filado na prova, ou facilitado para que outro aluno o tenha feito; IV Tenha perdido o prazo para a apresentação de trabalho elaborado extraclasse, em grupo ou individualmente; V Tenha realizado plágio em seu trabalho de conclusão de curso; VI Tenha perdido o prazo para depósito de atividades acadêmicas, TCC e monografia. *1º - O aluno poderá solicitar a abertura de procedimento disciplinar contra a atribuição de nota 0 (zero) que lhe tenha sido feita, apresentando, desde logo, as razões de sua defesa. 30

31 SEÇÃO II DO REGIME DE DEPENDÊNCIA Art. 24º - O aluno na situação prevista no artigo anterior terá trancado seu curso, até pagar as disciplinas em dependências. SEÇÃO III DA REPREENSÃO Art. 25º - Constatando-se a ocorrência de infração às normas deste Código, aplicar-se-á ao aluno infrator, na primeira falta, e desde que este Código não atribua à conduta faltosa, uma pena diversa, uma repreensão. *1 Nas faltas de menos gravidade, a repreensão poderá ser aplicada verbalmente. O aplicador deverá comunicar à Coordenação do respectivo Curso a ocorrência, para fins de anotação no prontuário do aluno; *2 Na aplicação da pena de repreensão, o aplicador deverá se dirigir ao aluno faltoso com respeito e urbanidade; *3 A critério do aplicador da pena de repreensão, e não havendo prejuízos outros a reparar, o pedido de desculpas do aluno faltoso implicará na não aplicação formal da pena, aceitando-se as desculpas. SEÇÃO IV DA SUSPENSÃO Art. 26º - A suspensão ocorrerá nos seguintes casos: I Quando o aluno reincidir em falta para a qual é prévia a pena de repreensão e esta houver sido efetivamente aplicada e anotada no prontuário do aluno; II Quando o aluno, por ação ou omissão, causar dano ao patrimônio da Instituição, caso em que, além da sanção de suspensão, ficará obrigado a efetuar a correspondente indenização civil; III Quando o aluno cometer crime ou ofensa grave contra a honra e a boa fama de seus semelhantes; IV Quando o aluno, sem permissão do funcionário competente, retirar qualquer objeto ou documento, que não lhe pertença, do recinto da Faculdade; V Quando o aluno, no recinto da Faculdade, praticar qualquer ato atentatório à moral ou aos bons costumes; VI Quando o aluno se apresentar com sinais visíveis de embriaguez ou de consumo de drogas causadoras de dependência física ou psíquica; VII Quando o aluno portar substância tóxica de comercialização e consumo proibidos; VIII Quando o aluno portar arma no recinto da Instituição, mesmo que tenha autorização legal de porte de arma. *1 A suspensão variará de três a trinta dias, dependendo da gravidade da falta; *2 A suspensão implicará na consignação de falta ao aluno, durante o período em que ele perdurar. SEÇÃO V DA EXPULSÃO Art. 27º - Será aplicada pena de expulsão nas seguintes hipóteses: I Quando houver reincidência em falta punível com suspensão; 31

32 32 II Quando houver agressão física ou grave ofensa moral aos semelhantes; III Quando houver adulteração ou utilização de documentos falsos por parte do aluno, para regularizar perante a Instituição ou obter dela qualquer benefício; IV Quando o aluno portar quaisquer substâncias tóxicas, visando à sua comercialização com os semelhantes, tais como maconha, cocaína, heroína, medicamentos psicotrópicos, ou qualquer substância outra de uso e comercialização proibidas por leis: 1. Não será cabível a pena de expulsão se o ato de agressão previsto no inciso II decorrer de legítima defesa, exceto se houver uso de arma de fogo. 2. Nos casos em que couber expulsão, o Diretor-Geral poderá, previamente, suspender o aluno enquanto tramitar o respectivo processo. 3. A suspensão preventiva é obrigatória no caso do inciso IV. DO PROCEDIMENTO DISCIPLINAR SEÇÃO I DAS COMPETÊNCIAS Art. 28º - Os professores são competentes para aplicar a nota 0 (zero), nas situações previstas no art. 23º e no tocante aos seus respectivos alunos. Parágrafo único Caso o professor se omita, a competência será transferida para o respectivo Coordenador. Art. 29º - São competentes para aplicar a pena de repreensão: I Os membros do corpo docente que presenciaram a prática do ato da infração; II Os coordenadores de graduação, de Núcleo de Campus e de Unidade; III Os diretores Art. 30º - São competentes para aplicar a pena de suspensão: I O diretor-geral, para os alunos matriculados nos cursos de graduação; II O coordenador de Pós-graduação, para os alunos matriculados nos cursos de especialização. Art. 31º - A pena de expulsão e a decisão no processo de reabilitação serão da alçada do Diretor- Geral, que poderá ainda avocar qualquer procedimento administrativo para aplicar as penalidades de repreensão e suspensão, se for o caso. SEÇÃO II DA INSTRUÇÃO E JULGAMENTO Art. 32º - O procedimento disciplinar será sigiloso, podendo ter acesso a ele apenas o acusado ou seu advogado, a vítima, se houver um representando do Diretor Acadêmico, nomeado por seu presidente, desde que assumam o compromisso de manter o sigilo. Parágrafo único Afora os casos previstos no caput, o procedimento disciplinar somente poderá ser divulgado, no todo ou em parte, se houver requisição do Ministério Público ou do Poder Judiciário. Art. 33º - As irregularidades que exigirem apuração circunstanciada serão objeto de averiguação pela Comissão Disciplinar respectiva, a qual deverá ouvir o acusado e outros envolvidos, efetuar a oitiva de testemunhas e juntada de documentos, e, final, elaborar relatório conclusivo quanto à ocorrência ou não da infração, sugerindo, se for o caso a penalidade aplicável. Art. 34º - As autoridades competentes, referidas nos arts. 37 e 39, à vista do relatório apresentado,

33 decidirão pela aplicação de penalidade, pela absolvição do aluno ou pelo arquivamento do processo por falta de provas. 1. No caso de absolvição em acusação que tenha tido repercussão pública, a Direção da Instituição poderá emitir nota pública de desagravo, para divulgação interna e externa. 2. O procedimento arquivado por falta de provas deverá ser reaberto, caso estas sejam trazidas, depois desse arquivamento, ao órgão competente. Art. 35º - Em todas as fases do procedimento disciplinar será assegurado ao aluno o direito ao devido processo legal, especialmente os de contraditório e da ampla defesa. Art. 36º - Se o aluno não apresentar a defesa, será considerado revel, tendo-se como verdadeiro os fatos alegados contra ele. Parágrafo único Ocorrido à revelia, os atos processuais seguintes serão praticados sem a notificação prévia do aluno revel. Art. 37º - Ao aluno processado não será concedida transferência, até decisão definitiva do procedimento disciplinar, inclusive com o cumprimento da pena de suspensão e indenização dos prejuízos materiais decorrentes da culpa do aluno se for o caso. SEÇÃO III DO RECURSO Art. 38º - O aluno punido poderá apresentar recurso, por escrito, dentro de cinco dias úteis após a ciência da decisão pela aplicação da sanção. 1. O recurso deverá ser apresentado: I À Comissão Disciplinar, se a penalidade foi aplicada pelo docente, pelo Coordenador do curso ou de Núcleo, de Campus e de Unidade; II Ao Diretor-Geral nos demais casos. 2. Os recursos serão julgados pelo colegiado, que deverá previamente designar relator. Art. 39º - Transitado em julgado o procedimento disciplinar, se nele houver notícia da prática do crime, deverá a Direção Geral remeter cópia do mesmo ao órgão competente do Ministério Público, como determina a lei processual penal. SEÇÃO IV DA REABILITAÇÃO Art. 40º - A Instituição, em respeito ao mandamento constitucional que proíbe a aplicação de pena perpétua, poderá, após um ano contado da aplicação da sanção, submeter o aluno penalizado a um processo de reabilitação, desde que o mesmo não haja cometido outra falta ética; caso em que o prazo será contado a partir da aplicação da última pena. 1. O processo de reabilitação somente poderá ser promovido a requerimento do aluno penalizado, devendo o procedimento administrativo ser acompanhado por um representante do seu Diretório Acadêmico; 2. Se tiver havido dano patrimonial, o requerimento de reabilitação deverá ser acompanhado da prova de quitação do prejuízo; 3. Caso a falta de ética tenha deixado vítima, esta será notificada para, querendo, manifestar-se no procedimento, no prazo de cinco dias úteis; 4. Deferida a reabilitação, serão retirados do prontuário do aluno quaisquer apontamentos 33

34 referentes à condenação. CAPÍTULO V DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 41º - A Direção geral dará ampla divulgação ao presente Código de Ética, entre todos os interessados. Art. 42º - O Diretor-Geral, nos termos do Regimento da Instituição, nomeará uma comissão Disciplinar com as seguintes atribuições: I Divulgar a existência da Comissão como órgão disciplinar discente da Faculdade e seus objetivos, principalmente no que diz respeito à prevenção de ocorrência antidisciplinares; II Receber e registrar em documento apropriado as comunicações a respeito de problemas disciplinares discentes; III Apurar e realizar denúncias; IV Recomendar às Coordenações de Graduação e ao Conselho de Ética medidas punitivas; V Traçar estratégias a médio e longo prazo visando amenizar e coibir excessos disciplinares. Art. 43º - Os casos omissos neste Código, no que toca ao procedimento disciplinar, serão resolvidos com a aplicação, no que couber, das normas do processo administrativo disciplinar federal, arts da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de

35 35

REGULAMENTO INSTITUCIONAL SISTEMA DE AVALIAÇÃO DISCENTE

REGULAMENTO INSTITUCIONAL SISTEMA DE AVALIAÇÃO DISCENTE UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇOS, ENSINO E PESQUISA LTDA. REGULAMENTO INSTITUCIONAL SISTEMA DE AVALIAÇÃO DISCENTE São Paulo 2012 Art. 1º. A avaliação dos resultados de aprendizagem, parte integrante

Leia mais

FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIAS. CAPÍTULO I Dos objetivos

FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIAS. CAPÍTULO I Dos objetivos FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIAS CAPÍTULO I Dos objetivos Art.1º Adotar e estimular a Monitoria Acadêmica, que será desenvolvida em conformidade com o regulamento abaixo,

Leia mais

RESOLUÇÃO CAS Nº. 25, DE 6 DE AGOSTO DE 2009.

RESOLUÇÃO CAS Nº. 25, DE 6 DE AGOSTO DE 2009. RESOLUÇÃO CAS Nº. 25, DE 6 DE AGOSTO DE 2009. Regulamenta o processo de dependência e atendimento especial e dá outras providências. O PRESIDENTE DO CONSELHO ACADÊMICO SUPERIOR DO CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

REGULAMENTO PÓS-GRADUAÇÃO

REGULAMENTO PÓS-GRADUAÇÃO REGULAMENTO PÓS-GRADUAÇÃO TÍTULO I DAS DIRETRIZES GERAIS PARA OS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PARCERIA TECNOLÓGICA COM O COMPLEXO DE ENSINO RENATO SARAIVA (CERS) Art. 1º - Os cursos de Pós - Graduação

Leia mais

FACULDADE JOAQUIM NABUCO-UNIDADE RECIFE MANTIDA PELO GRUPO SER EDUCACIONAL EDITAL DO PROCESSO SELETIVO 2015.1

FACULDADE JOAQUIM NABUCO-UNIDADE RECIFE MANTIDA PELO GRUPO SER EDUCACIONAL EDITAL DO PROCESSO SELETIVO 2015.1 FACULDADE JOAQUIM NABUCO-UNIDADE RECIFE MANTIDA PELO GRUPO SER EDUCACIONAL EDITAL DO PROCESSO SELETIVO 2015.1 Credenciamento - Ato autorizativo Portaria Nº 998 de 22/10/2007, publicada no DOU em 23/10/2007

Leia mais

ALIANÇA TERESINA - MAURICIO DE NASSAU

ALIANÇA TERESINA - MAURICIO DE NASSAU ALIANÇA TERESINA - MAURICIO DE NASSAU EDITAL DO PROCESSO SELETIVO 2015.1 A direção da Faculdade Aliança / Faculdade Maurício de Nassau no uso de suas atribuições e com base nas disposições regimentais,

Leia mais

Regulamento de Matrícula

Regulamento de Matrícula Regulamento de Matrícula A Coordenadora do Curso de Direito da Faculdade Processus, juntamente com a Diretora do Curso, no exercício de suas atribuições, com o intuito de normatizar a efetividade e dinâmica

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS - UEMG ESCOLA DE DESIGN ED COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO NUCLEO INTEGRADOR DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS - NIPP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008 Aprovado pelo

Leia mais

FACULDADE METODISTA GRANBERY GABINETE DA DIREÇÃO PORTARIA Nº 01/2015

FACULDADE METODISTA GRANBERY GABINETE DA DIREÇÃO PORTARIA Nº 01/2015 FACULDADE METODISTA GRANBERY GABINETE DA DIREÇÃO PORTARIA Nº 01/2015 Ementa: Altera e estabelece o Regulamento Financeiro para os cursos de graduação da Faculdade Metodista Granbery. O TESOUREIRO DO INSTITUTO

Leia mais

Faculdade Maurício de Nassau

Faculdade Maurício de Nassau Faculdade Maurício de Nassau EDITAL DO PROCESSO SELETIVO 2015.1 A Direção da Faculdade Maurício de Nassau de Manaus no uso de suas atribuições e com base nas disposições regimentais, no Dec. 99.490/90,

Leia mais

REGULAMENTO DO SETOR FINANCEIRO

REGULAMENTO DO SETOR FINANCEIRO 1 REGULAMENTO DO SETOR FINANCEIRO O Professor Dr. Marcus Vinícius Crepaldi, Diretor Geral da Faculdade de Tecnologia do Ipê FAIPE no uso das atribuições que lhe confere o Regimento Interno e, considerando

Leia mais

ANEXO I: REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ANEXO I: REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ANEXO I: REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Fixa normas para o funcionamento das Atividades Complementares para o curso de Administração da Universidade Federal de Mato Grosso, campus Rondonópolis/Mato

Leia mais

ESTÁCIO DE SÁ PÓS - GRADUAÇÃO NACIONAL. REGULAMENTO nº 02/2014 TÍTULO I DAS DIRETRIZES GERAIS PARA OS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

ESTÁCIO DE SÁ PÓS - GRADUAÇÃO NACIONAL. REGULAMENTO nº 02/2014 TÍTULO I DAS DIRETRIZES GERAIS PARA OS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESTÁCIO DE SÁ PÓS - GRADUAÇÃO NACIONAL REGULAMENTO nº 02/2014 TÍTULO I DAS DIRETRIZES GERAIS PARA OS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Art. 1º - Os cursos de Pós - Graduação lato sensu estão distribuídos

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP Programa de Estudos Pós-Graduados em Economia

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP Programa de Estudos Pós-Graduados em Economia EDITAL PARA O PROCESSO SELETIVO 2º/2015 Coordenador: Prof. Dr. Antônio Corrêa de Lacerda Vice-Coordenadora: Profa. Dra. Regina Maria d Aquino Fonseca Gadelha Estarão abertas, no período de 01/04/2015 a

Leia mais

MANUAL BOLSISTA. Núcleo de Atenção Solidária NAS

MANUAL BOLSISTA. Núcleo de Atenção Solidária NAS MANUAL DO BOLSISTA Núcleo de Atenção Solidária NAS Sumário 1 - Bolsa de Estudo... 2 2 - Tipos de Bolsas de Estudo... 2 - ProUni... 2 Eventuais Programas de Bolsas de Estudo:... 2 - Vestibular Social....

Leia mais

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO Sumário TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 CAPÍTULO I Da Caracterização do Curso... 3 CAPÍTULO

Leia mais

MANUAL DO ALUNO. ATIVIDADES COMPLEMENTARES.

MANUAL DO ALUNO. ATIVIDADES COMPLEMENTARES. MANUAL DO ALUNO. ATIVIDADES COMPLEMENTARES. IDENTIFICAÇÃO DO (A) DISCENTE NOME: ENDEREÇO: CURSO: PERIODO: TURMA: Trabalhar o discente para torná-lo um empreendedor e facilitar sua inclusão no mercado de

Leia mais

ESAMC. MBA Executivo. Unidades: Sorocaba. Itapetininga

ESAMC. MBA Executivo. Unidades: Sorocaba. Itapetininga ESAMC MBA Executivo Unidades: Sorocaba Itu Itapetininga REGULAMENTO INTERNO DA INSTITUIÇÃO ÚLTIMA REVISÃO: NOVEMBRO/2009 SUMÁRIO ii 1) DO REGIME ESCOLAR... 1 1.1) CRITÉRIO DE CONTAGEM DE CRÉDITOS... 1

Leia mais

GERAL DOS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO PROPe

GERAL DOS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO PROPe REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO PROPe Sumário Título I Dos Cursos de Pós Graduação e suas finalidades...1 Título II Dos Cursos de Pós Graduação em Sentido Lato...1 Título III Dos Cursos de

Leia mais

EDITAL DO PROCESSO SELETIVO 2015.1

EDITAL DO PROCESSO SELETIVO 2015.1 FACULDADE MAURICIO DE NASSAU DE BELÉM MANTIDA PELO GRUPO SER EDUCACIONAL CREDENCIAMENTO: PORTARIA Nº 571, DE 13 DE MAIO DE, DOU 16 DE MAIO DE SEÇÃO I EDITAL DO PROCESSO SELETIVO 2015.1 O Diretor da Faculdade

Leia mais

REGULAMENTO SOBRE PROCESSO DE REGIME DE EXERCÍCIOS DOMICILIARES E ABONOS DE FALTAS

REGULAMENTO SOBRE PROCESSO DE REGIME DE EXERCÍCIOS DOMICILIARES E ABONOS DE FALTAS REGULAMENTO SOBRE PROCESSO DE REGIME DE EXERCÍCIOS DOMICILIARES E ABONOS DE FALTAS Aprovado no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) e Conselho de Administração Superior (CAS) em 30 de junho de

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Em conformidade com a Resolução CNE/CES n 1, de 08 de Junho de 2007 e o Regimento da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Aprovado pelo Parecer CONSEPE

Leia mais

Rodovia Washigton Luis km 173,3, s/n, Chácara Lusa Centro CEP: 13501600 - Rio Claro SP Inscr. Estadual: Isento CNPJ nº 05.143.

Rodovia Washigton Luis km 173,3, s/n, Chácara Lusa Centro CEP: 13501600 - Rio Claro SP Inscr. Estadual: Isento CNPJ nº 05.143. SUMÁRIO CAPÍTULO I: CONSTITUIÇÃO, FINALIDADES E COMPETÊNCIAS... 2 CAPÍTULO II: DO CADASTRO DE USUÁRIOS... 3 CAPÍTULO III: DA CONSULTA AO ACERVO... 4 CAPÍTULO IV: DOS EMPRÉSTIMOS... 5 CAPÍTULO V: DO ATRASO

Leia mais

Manual de Atividades Complementares

Manual de Atividades Complementares CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Manual de Atividades Complementares Belo Horizonte 1 Prezado(a) aluno(a): Este é o Manual de Atividades Complementar

Leia mais

FACULDADE TOBIAS BARRETO MANTIDA PELA SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR E PESQUISA DE SERGIPE LTDA- SESPS

FACULDADE TOBIAS BARRETO MANTIDA PELA SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR E PESQUISA DE SERGIPE LTDA- SESPS FACULDADE TOBIAS BARRETO MANTIDA PELA SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR E PESQUISA DE SERGIPE LTDA- SESPS CREDENCIAMENTO: PORTARIA MEC Nº 601 DE 20.05.2008, DOU 21DE MAIO DE 2008 SEÇÃO I. EDITAL DO PROCESSO

Leia mais

Normas e Procedimentos para os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu (MBA, Especialização e Aperfeiçoamento)

Normas e Procedimentos para os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu (MBA, Especialização e Aperfeiçoamento) Normas e Procedimentos para os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu (MBA, Especialização e Aperfeiçoamento) 1 Contato com alunos O contato com o aluno de Pós-Graduação da UCS acontece, de forma preferencial,

Leia mais

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPITULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPITULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPITULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE Art. 1º. O objetivo das Atividades Complementares é fomentar complementação

Leia mais

FACULDADE SANTA EMÍLIA - JOAQUIM NABUCO-UNIDADE OLINDA MANTIDA PELO GRUPO SER EDUCACIONAL EDITAL DO PROCESSO SELETIVO 2015.1

FACULDADE SANTA EMÍLIA - JOAQUIM NABUCO-UNIDADE OLINDA MANTIDA PELO GRUPO SER EDUCACIONAL EDITAL DO PROCESSO SELETIVO 2015.1 FACULDADE SANTA EMÍLIA - JOAQUIM NABUCO-UNIDADE OLINDA MANTIDA PELO GRUPO SER EDUCACIONAL EDITAL DO PROCESSO SELETIVO 2015.1 Com sede Av. Doutor Augusto Moreira, 1704 e 1502 Casa Caiada - Olinda Legislação

Leia mais

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS: Habilitações: Língua Portuguesa e respectivas Literaturas Língua Espanhola e respectivas

Leia mais

GUIA ACADÊMICO MATRÍCULA E REMATRÍCULA DISPENSA DE DISCIPLINA REQUERIMENTOS

GUIA ACADÊMICO MATRÍCULA E REMATRÍCULA DISPENSA DE DISCIPLINA REQUERIMENTOS GUIA ACADÊMICO MATRÍCULA E REMATRÍCULA A matrícula é o ato formal do aluno com a UNIUV. Importa em direitos e deveres, tanto para o aluno como para a instituição. Sua efetivação ocorre após classificação

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Institui o Regulamento dos cursos de Pós-graduação lato sensu em da Escola de Direito de Brasília EDB, mantida pelo Instituto Brasiliense de Direito

Leia mais

10/04/2015 regeral_133_146

10/04/2015 regeral_133_146 Seção VI Da Transferência Art. 96. A UNIR aceita transferência de discentes oriundos de outras instituições de educação superior, de cursos devidamente autorizados, para cursos afins, na hipótese de existência

Leia mais

Centro Universitário Unieuro vestibular@unieuro.com.br

Centro Universitário Unieuro vestibular@unieuro.com.br A Comissão de Acesso ao Ensino Superior informa que estão abertas as inscrições para o 1º semestre letivo de 2016, nas seguintes modalidades: 1º Processo Seletivo Agendado Edital 21/2015 (para novos alunos)

Leia mais

INFORMAÇÕES ACADÊMICAS

INFORMAÇÕES ACADÊMICAS INFORMAÇÕES ACADÊMICAS INGRESSO O ingresso na UNILAGOS é feito mediante processo seletivo (Vestibular) ou por outro processo previsto em lei. Também é possível ingressar por meio de transferência, dispositivo

Leia mais

REGULAMENTO DE MONITORIA FAESA

REGULAMENTO DE MONITORIA FAESA REGULAMENTO DE MONITORIA FAESA Página 1 de 11 1. CONCEITO / FINALIDADE : A monitoria consiste na atividade de apoio aos alunos das disciplinas de oferta regular do currículo as quais os coordenadores de

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ESTÉTICA E COSMÉTICA MANUAL DE ATIVIDADES COMPLENTARES

CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ESTÉTICA E COSMÉTICA MANUAL DE ATIVIDADES COMPLENTARES CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ESTÉTICA E COSMÉTICA MANUAL DE ATIVIDADES COMPLENTARES 1 Prezado(a) aluno(a): Este é o Manual de Atividades Complementares do Curso Superior

Leia mais

CESMAR- CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MARILIA CNPJ: 07.064.432/0001-05 FACULDADE DE SÃO CARLOS

CESMAR- CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MARILIA CNPJ: 07.064.432/0001-05 FACULDADE DE SÃO CARLOS CESMAR- CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MARILIA CNPJ: 07.064.432/0001-05 FACULDADE DE SÃO CARLOS REGULAMENTO BIBLIOTECA SÃO CARLOS/SP - 2013 FACULDADE DE SÃO CARLOS Mantida pela CESMAR Centro de Ensino Superior

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 1º As Atividades Complementares (AC), doravante assim denominada, têm como objetivo geral flexibilizar e enriquecer a formação acadêmica e profissional proporcionada

Leia mais

REGULAMENTO DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS ESUDA. Capítulo I Das Disposições Preliminares

REGULAMENTO DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS ESUDA. Capítulo I Das Disposições Preliminares Capítulo I Das Disposições Preliminares Art. 1º Os cursos de Pós-Graduação Lato Sensu da Faculdade de Ciências Humanas ESUDA orientam-se pelas normas especificadas neste Regulamento e estão sujeitos ao

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 044/2015, DE 13 DE ABRIL DE 2015 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG

RESOLUÇÃO Nº 044/2015, DE 13 DE ABRIL DE 2015 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG RESOLUÇÃO Nº 044/2015, DE 13 DE ABRIL DE 2015 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG O Conselho Universitário da UNIFAL-MG, no uso de suas atribuições regimentais e estatutárias,

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Fica aprovado, em anexo, o Regulamento dos Programas de Pós-Graduação Lato Sensu da FAE Centro Universitário.

R E S O L U Ç Ã O. Fica aprovado, em anexo, o Regulamento dos Programas de Pós-Graduação Lato Sensu da FAE Centro Universitário. RESOLUÇÃO CONSEPE 09/2009 APROVA O REGULAMENTO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA FAE CENTRO UNIVERSITÁRIO. O Presidente do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão CONSEPE, no uso das

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA

FACULDADE DE ENGENHARIA FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DOS CURSOS DA FACULDADE DE ENGENHARIA REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DOS CURSOS DA FACULDADE

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES SÃO CARLOS 2014 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 2015 Artigo 1 o : As Atividades Complementares (AC) do Curso de Graduação em Administração da Faculdade

Leia mais

Faculdade Escola Paulista de Direito

Faculdade Escola Paulista de Direito Faculdade Escola Paulista de Direito MANUAL DO ALUNO Este manual tem por finalidade informar à comunidade universitária as normas e os procedimentos acadêmicos institucionais da Faculdade Escola Paulista

Leia mais

ESTÁCIO DE SÁ. PÓS - GRADUAÇÃO REGULAMENTO nº 02/2014 TÍTULO I DAS DIRETRIZES GERAIS PARA OS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

ESTÁCIO DE SÁ. PÓS - GRADUAÇÃO REGULAMENTO nº 02/2014 TÍTULO I DAS DIRETRIZES GERAIS PARA OS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESTÁCIO DE SÁ PÓS - GRADUAÇÃO REGULAMENTO nº 02/2014 TÍTULO I DAS DIRETRIZES GERAIS PARA OS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Art. 1º - Os cursos de Pós - Graduação lato sensu estão distribuídos em 5

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO E CANDIDATURA ÀS BOLSAS DE INTERCÂMBIO SANTANDER PROGRAMA BOLSAS TOP ESPAÑA 2015

EDITAL DE SELEÇÃO E CANDIDATURA ÀS BOLSAS DE INTERCÂMBIO SANTANDER PROGRAMA BOLSAS TOP ESPAÑA 2015 EDITAL DE SELEÇÃO E CANDIDATURA ÀS BOLSAS DE INTERCÂMBIO SANTANDER PROGRAMA BOLSAS TOP ESPAÑA 2015 A DIREÇÃO ACADÊMICA do Grupo Ser Educacional, diante da aprovação do acordo de cooperação acadêmica firmado

Leia mais

Matrículas 1º semestre letivo de 2014

Matrículas 1º semestre letivo de 2014 EDITAL 17/2013 PRÓ-REITORIA ACADÊMICA Matrículas 1º semestre letivo de 2014 O UDF - Centro Universitário torna público o Edital de Matrícula dos Cursos de Graduação para o 1º semestre letivo de 2014, a

Leia mais

MANUAL DO ACADÊMICO - 2015

MANUAL DO ACADÊMICO - 2015 MANUAL DO ACADÊMICO - 2015 1. INFORMAÇÕES IMPORTANTES 1.1 - A matrícula deve ser renovada semestralmente. O período para a renovação de matrícula para o 1º semestre será até o dia 31 de janeiro de 2014,

Leia mais

REGULAMENTO DA MONOGRAFIA FINAL DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DAS FACULDADES INTEGRADAS DE VITÓRIA

REGULAMENTO DA MONOGRAFIA FINAL DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DAS FACULDADES INTEGRADAS DE VITÓRIA REGULAMENTO DA MONOGRAFIA FINAL DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DAS FACULDADES INTEGRADAS DE VITÓRIA Este regulamento normatiza as atividades relacionadas com o Projeto de Monografia e a Monografia Final da

Leia mais

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA Cachoeira, março de 2011 REGULAMENTO DE MONITORIA ACADÊMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA Capítulo I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO IFBA PROGRAMA DE ASSITÊNCIA E APOIO AOS ESTUDANTES EDITAL Nº 001/2015

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO IFBA PROGRAMA DE ASSITÊNCIA E APOIO AOS ESTUDANTES EDITAL Nº 001/2015 POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO IFBA PROGRAMA DE ASSITÊNCIA E APOIO AOS ESTUDANTES EDITAL Nº 001/2015 1. ABERTURA O Diretor Geral do IFBA Campus Jacobina, no uso de suas atribuições, faz saber que,

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO À PESQUISA NA GRADUAÇÃO

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO À PESQUISA NA GRADUAÇÃO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO À PESQUISA NA GRADUAÇÃO 2014.1 A Universidade Potiguar UnP, através da Pró-Reitoria Acadêmica ProAcad, torna público o presente Edital e convida o seu corpo discente

Leia mais

Faculdade de Tecnologia SENAI Roberto Simonsen

Faculdade de Tecnologia SENAI Roberto Simonsen 1 SUMÁRIO Conteúdo 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. O CURSO... 3 3. PERFIL DO TECNÓLOGO EM MANUTENÇÃO INDUSTRIAL... 3 4. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 3 5. CONDIÇÕES GERAIS DO ESTÁGIO... 5 6. MATRÍCULA...

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NO ÂMBITO DA FACET 1. DO CONCEITO E PRINCÍPIOS 1.1 As Atividades Complementares são componentes curriculares de caráter acadêmico, científico e cultural cujo foco

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO CAPITULO I DAS FINALIDADES Art. 1º - Os cursos de pós-graduação da UNIABEU são regidos pela Lei Federal 9394/96 Lei de Diretrizes

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO Rio de Janeiro, 2003 CAPÍTULO I DOS CURSOS: MODALIDADES E OBJETIVOS Art. 1º. Em conformidade com o Regimento Geral de nos termos da Lei de Diretrizes e Bases da

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO DE RIO CLARO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS REUNIDAS - ASSER

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO DE RIO CLARO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS REUNIDAS - ASSER 1 ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO DE RIO CLARO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS REUNIDAS - ASSER ATIVIDADES ACADÊMICAS CURRICULARES COMPLEMENTARES (A.A.C.C.) DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO: ATIVIDADES

Leia mais

EDITAL Nº 04/2014 EDITAL DE ABERTURA DO VESTIBULAR 2014/2

EDITAL Nº 04/2014 EDITAL DE ABERTURA DO VESTIBULAR 2014/2 EDITAL Nº 04/2014 EDITAL DE ABERTURA DO VESTIBULAR 2014/2 A Comissão Coordenadora do Processo Seletivo das Faculdades Integradas de Vitória FDV, para conhecimento de todos os interessados, torna público

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 38 de 30/12/2011 - CAS

RESOLUÇÃO N o 38 de 30/12/2011 - CAS RESOLUÇÃO N o 38 de 30/12/2011 - CAS O Conselho Acadêmico Superior (CAS), no uso de suas atribuições conferidas pelo Estatuto da Universidade Positivo (UP), dispõe sobre as normas acadêmicas dos cursos

Leia mais

Manual de Bolsas e Financiamentos Unimonte

Manual de Bolsas e Financiamentos Unimonte Manual de Bolsas e Financiamentos Unimonte 1. FINANCIAMENTOS 1.1. PRAVALER O Crédito Universitário PRAVALER é um programa privado de financiamento de graduação presencial implantado em parceria com instituições

Leia mais

MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEME MENTARES CURSO DE ENFERMAGEM. Belo Horizonte

MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEME MENTARES CURSO DE ENFERMAGEM. Belo Horizonte MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEME MENTARES CURSO DE ENFERMAGEM Belo Horizonte 2013 ÍNDICE 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 FINALIDADE... 3 3 DEVERES DO COORDENADOR EM RELAÇÃO AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES... 4 4 DEVERES

Leia mais

UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS

UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS 2015 1) DOS OBJETIVOS O Programa de Monitoria de Graduação visa dar suporte às atividades acadêmicas

Leia mais

Programa de Iniciação Científica da Faculdade de Tecnologia de São Vicente (PIC-FATEF)

Programa de Iniciação Científica da Faculdade de Tecnologia de São Vicente (PIC-FATEF) FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO VICENTE Programa de Iniciação Científica da Faculdade de Tecnologia de São Vicente (PIC-FATEF) Introdução O Programa de Iniciação Científica da Faculdade de Tecnologia de

Leia mais

EDITAL DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DIREITO PENAL 1º Semestre de 2016

EDITAL DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DIREITO PENAL 1º Semestre de 2016 EDITAL DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DIREITO PENAL 1º Semestre de 2016 As FACULDADES INTEGRADAS RIO BRANCO, na forma regimental torna público o presente Edital, estabelecendo as normas para inscrição e matrícula

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UERJ CENTRO DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES INSTITUTO DE PSICOLOGIA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UERJ CENTRO DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES INSTITUTO DE PSICOLOGIA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UERJ CENTRO DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES INSTITUTO DE PSICOLOGIA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA EDITAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA - TURMA

Leia mais

Regulamento Geral. Programas Executivos IBMEC MG. REGULAMENTO GERAL PROGRAMAS EXECUTIVOS IBMEC BELO HORIZONTE Reprodução Proibida

Regulamento Geral. Programas Executivos IBMEC MG. REGULAMENTO GERAL PROGRAMAS EXECUTIVOS IBMEC BELO HORIZONTE Reprodução Proibida Regulamento Geral Programas Executivos IBMEC MG 0 TÍTULO I - DAS FINALIDADES Art. 1º - Os Programas CBA, MBA e LL.M. são atividades docentes do Ibmec MG, dirigidos à formação e aperfeiçoamento dos participantes,

Leia mais

Regulamento do Programa de Monitoria dos Cursos de Graduação da Faculdade ASCES

Regulamento do Programa de Monitoria dos Cursos de Graduação da Faculdade ASCES Regulamento do Programa de Monitoria dos Cursos de Graduação da Faculdade ASCES 1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1. Este documento determina as normas estabelecidas para o Programa de Monitoria a ser desenvolvido

Leia mais

I CURSOS E VAGAS OFERTADAS

I CURSOS E VAGAS OFERTADAS Edital N º 08 /2015 EDITAL PARA PROCESSO SELETIVO ÀS VAGAS DESTINADAS A TRANSFERÊNCIAS EXTERNAS E A PORTADORES DE DIPLOMA DE NÍVEL SUPERIOR PARA INGRESSO NO SEGUNDO SEMESTRE DE 2015 EM CURSOS DE GRADUAÇÃO

Leia mais

PORTARIA Nº. 14/REITORIA/10, de 5 de julho de 2010 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

PORTARIA Nº. 14/REITORIA/10, de 5 de julho de 2010 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO PORTARIA Nº. 14/REITORIA/10, de 5 de julho de 2010 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Institui e estabelece critérios para o Aproveitamento de Estudos e Verificação de Proficiência para fins de certificação

Leia mais

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. O presente Regulamento tem por finalidade normatizar as atividades complementares que compõem o currículo pleno dos

Leia mais

Manual de Estágio Supervisionado

Manual de Estágio Supervisionado NEP Manual de Estágio Supervisionado Sumário Apresentação.................................................................... 3 Considerações Iniciais............................................................

Leia mais

FACULDADE DIREÇÃO GERAL NORMA 029 1/5

FACULDADE DIREÇÃO GERAL NORMA 029 1/5 1. Dos Requisitos e Documentos para o Ingresso Para ingressar nos cursos de ensino superior o candidato deve ter concluído o Ensino Médio, prestar processo seletivo da IES ou ingressar por uma das formas

Leia mais

DO PROJETO DE MONOGRAFIA. Art. 2º. A elaboração da monografia deverá ser precedida de elaboração e aprovação de projeto de monografia.

DO PROJETO DE MONOGRAFIA. Art. 2º. A elaboração da monografia deverá ser precedida de elaboração e aprovação de projeto de monografia. Art. 1º. Este regulamento é aplicável aos cursos que em seu projeto definiram a monografia como trabalho final, conforme previsto no Regimento Interno do Instituto Superior do Ministério Público ISMP.

Leia mais

E D I T A L. 1º Para os casos de transferência externa serão aceitas, apenas, as inscrições para áreas afins.

E D I T A L. 1º Para os casos de transferência externa serão aceitas, apenas, as inscrições para áreas afins. EDITAL NRCA-SJP N.º 09/2015 DISPÕE SOBRE OS PROCESSOS DE INGRESSO POR TRANSFERÊNCIA EXTERNA E PORTADOR DE DIPLOMA AOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE FAE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS. O Coordenador do Núcleo

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA CAPÍTULO I - DA APRESENTAÇÃO E DOS OBJETIVOS DA INICIAÇÃO CIENTÍFICA Art. 1 - A atividade de Iniciação Científica integra o processo de ensinoaprendizagem

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE SÃO GOTARDO ltda. Avenida Francisco Resende Filho, 35 - São Gotardo/MG CEP 38800-000

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE SÃO GOTARDO ltda. Avenida Francisco Resende Filho, 35 - São Gotardo/MG CEP 38800-000 PORTARIA Nº 21, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2005 Dispõe sobre a regulamentação dos Programas de Pósgraduação Lato Sensu no âmbito do Centro de Ensino Superior de São Gotardo CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Leia mais

EDITAL nº 03/2015 TRANSFERÊNCIA EXTERNA E PORTADORES DE DIPLOMA

EDITAL nº 03/2015 TRANSFERÊNCIA EXTERNA E PORTADORES DE DIPLOMA EDITAL Nº 03/2015 O Diretor da Faculdade Metropolitana de Anápolis FAMA, no uso de suas atribuições e demais disposições legais, aprova e torna público o processo seletivo para transferência de candidatos

Leia mais

FACULDADE TRÊS PONTAS FATEPS RECONHECIDA PELA PORTARIA DO MEC Nº 68/14

FACULDADE TRÊS PONTAS FATEPS RECONHECIDA PELA PORTARIA DO MEC Nº 68/14 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DAS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS. O presente regulamento, aprovado pela resolução CONSUP 05/2014, estabelece as normas atinentes ao cumprimento

Leia mais

GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA

GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA 2013 ATIVIDADES COMPLEMENTARES O que são? São práticas acadêmicas de múltiplos formatos, obrigatórias, que podem ser realizadas dentro ou fora

Leia mais

ANEXO 2. NORMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ANEXO 2. NORMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1 ANEXO 2. NORMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1. A partir das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Serviço Social o planejamento acadêmico do deve assegurar, em termos

Leia mais

3. Do Curso, Local, Tempo de Duração e Número de Vagas. As vagas disponíveis e a duração do curso estão listadas na tabela a seguir:

3. Do Curso, Local, Tempo de Duração e Número de Vagas. As vagas disponíveis e a duração do curso estão listadas na tabela a seguir: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS OURO PRETO Rua Pandiá Calógeras, 898 Bairro Bauxita Ouro

Leia mais

R E S O L V E: I - DA TRANSFERÊNCIA EXTERNA FACULTATIVA

R E S O L V E: I - DA TRANSFERÊNCIA EXTERNA FACULTATIVA AEDA Nº. 053/REITORIA/2014 1/9 TRANSFERÊNCIA EXTERNA FACULTATIVA, TRANSFERÊNCIA INTERNA E APROVEITAMENTO DE ESTUDOS PARA O PRIMEIRO E SEGUNDO SEMESTRES LETIVOS DE 2015. O REITOR DA UNIVERSIDADE DO ESTADO

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Carga Horária Total exigida no curso: 200 horas

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Carga Horária Total exigida no curso: 200 horas REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Carga Horária Total exigida no curso: 200 LONDRINA/PR 2014 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS DO CURSO

Leia mais

O regime adotado pela Faculdade Metodista Granbery é o seriado semestral. A matrícula é feita por períodos e renovada semestralmente.

O regime adotado pela Faculdade Metodista Granbery é o seriado semestral. A matrícula é feita por períodos e renovada semestralmente. INFORMAÇÕES ACADÊMICAS BÁSICAS 1. CURRÍCULO Para cada curso de graduação é organizado um currículo. O currículo abrange uma sequência de disciplinas/módulos hierarquizados(as) por períodos letivos, cuja

Leia mais

Portaria Nº 0006A /2014 De 15 de maio de 2014

Portaria Nº 0006A /2014 De 15 de maio de 2014 Credenciada pelo MEC Portaria 347/2001 - Diário Oficial da União de 23.02.01 Entidade Mantenedora: AGES Empreendimentos Educacionais S/C Ltda CNPJ 03.732.265/0001-72 Portaria Nº 0006A /2014 De 15 de maio

Leia mais

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO Art. 1º O colegiado de curso é órgão consultivo da Coordenação de Curso, destinado a subsidiar a

Leia mais

Curso Série Turno Vagas 2ª Manhã 5 (cinco) 2ª Noite 5 (cinco ADMINISTRAÇÃO 3ª Manhã 5 (cinco 4ª Manhã 2 (duas) 5ª Noite 5 (cinco)

Curso Série Turno Vagas 2ª Manhã 5 (cinco) 2ª Noite 5 (cinco ADMINISTRAÇÃO 3ª Manhã 5 (cinco 4ª Manhã 2 (duas) 5ª Noite 5 (cinco) Edital N o. 11/2014 EDITAL PARA PROCESSO SELETIVO ÀS VAGAS DESTINADAS A TRANSFERÊNCIAS EXTERNAS E A PORTADORES DE DIPLOMA DE NÍVEL SUPERIOR PARA INGRESSO NO SEGUNDO SEMESTRE DE 2014 EM CURSOS DE GRADUAÇÃO

Leia mais

ASSITÊNCIA ESTUDANTIL

ASSITÊNCIA ESTUDANTIL ASSITÊNCIA ESTUDANTIL Apoio ao Acadêmico A Assistência Estudantil da FAMEC tem a missão de apoiar o acadêmico na busca de soluções e oportunidades que contribuam para sua permanência na faculdade e conclusão

Leia mais

EDITAL TURMA 2014 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

EDITAL TURMA 2014 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO- UERJ CENTRO DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: processo ensinoaprendizagem

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE MONITORES

PROCESSO SELETIVO DE MONITORES PROCESSO SELETIVO DE MONITORES A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), por meio da Pró-Reitoria de Ensino (PRE), torna pública a abertura das inscrições para seleção de Monitores do Programa Institucional

Leia mais

SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR AMADEUS FACULDADE AMADEUS GUIA ACADÊMICO ARACAJU/SE

SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR AMADEUS FACULDADE AMADEUS GUIA ACADÊMICO ARACAJU/SE SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR AMADEUS FACULDADE AMADEUS GUIA ACADÊMICO ARACAJU/SE SUMÁRIO 1. A INSTITUIÇÃO 04 1.1. ÓRGÃOS DA FACULDADE 04 2. MISSÃO 04 3. CURSOS OFERECIDOS 04 4. INFORMAÇÕES ACADÊMICAS 04

Leia mais

EDITAL Nº 35/2014 EDITAL DE ABERTURA DO VESTIBULAR 2015

EDITAL Nº 35/2014 EDITAL DE ABERTURA DO VESTIBULAR 2015 EDITAL Nº 35/2014 EDITAL DE ABERTURA DO VESTIBULAR 2015 A Comissão Coordenadora do Processo Seletivo das Faculdades Integradas de Vitória FDV, para conhecimento de todos os interessados, torna público

Leia mais

REGULAMENTO DE ATIVIDADE COMPLEMENTAR

REGULAMENTO DE ATIVIDADE COMPLEMENTAR REGULAMENTO DE ATIVIDADE COMPLEMENTAR CURSO DE MARKETING www.ffb.edu.br SUMÁRIO Título I Das Considerações Gerais... 5 Título II Dos Objetivos... 5 Título III Das Atividades Complementares... 6 Título

Leia mais

FACULDADE DA IGREJA MINISTÉRIO FAMA Programa de Integralização de Créditos em Teologia CONVALIDAÇÃO REGULAMENTO DO CURSO DE CONVALIDAÇÃO

FACULDADE DA IGREJA MINISTÉRIO FAMA Programa de Integralização de Créditos em Teologia CONVALIDAÇÃO REGULAMENTO DO CURSO DE CONVALIDAÇÃO FACULDADE DA IGREJA MINISTÉRIO FAMA Programa de Integralização de Créditos em Teologia CONVALIDAÇÃO REGULAMENTO DO CURSO DE CONVALIDAÇÃO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Por muito tempo, a teologia

Leia mais

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1 - O discente ingressante no Curso de Direito da Faculdade Zumbi dos Palmares deverá cumprir obrigatoriamente 240 (duzentas e quarenta) de atividades complementares.

Leia mais

Guia do Aluno São Paulo 2014

Guia do Aluno São Paulo 2014 Guia do Aluno São Paulo 2014 Parabéns por ter ingressado na FATEC IPIRANGA - Faculdade de Tecnologia pertencente ao Centro Paula Souza. A partir de agora, você faz parte do corpo discente de uma instituição

Leia mais

Manual do Candidato da Graduação. Processos Seletivos

Manual do Candidato da Graduação. Processos Seletivos 1 ESCOLA SUPERIOR NACIONAL DE SEGUROS Manual do Candidato da Graduação Processos Seletivos Rua Senador Dantas, 74 Térreo; 2º e 3º andares Centro Rio de Janeiro RJ Tel. 33801044 33801046 33801535 2 A Escola

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DE POUSO ALEGRE REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE MONITORIA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DE POUSO ALEGRE REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE MONITORIA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DE POUSO ALEGRE REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE MONITORIA CAPÍTULO l DOS OBJETIVOS Artigo 1º - As presentes normas têm por objetivo organizar e disciplinar a monitoria, no âmbito

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOLOGIA JURÍDICA - TURMA 2013 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOLOGIA JURÍDICA - TURMA 2013 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UERJ CENTRO DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES INSTITUTO DE PSICOLOGIA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOLOGIA JURÍDICA EDITAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOLOGIA JURÍDICA

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE QUÍMICA, CAMPUS PATO BRANCO

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE QUÍMICA, CAMPUS PATO BRANCO Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Pato Branco Coordenação do Curso Superior de Química: Bacharelado em Química Industrial e Licenciatura em Química REGULAMENTO DAS

Leia mais