Relatório de Gerenciamento de Riscos

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1 Relatório de Gerenciamento de Riscos Introdução Relatório elaborado em concordância com as recomendações do Comitê de Supervisão Bancária de Basiléia e com as determinações do Banco Central do Brasil (Circular de 24 de dezembro de 2012). Risco Gerenciamento de Riscos A gestão de risco é considerada pela Brasil Plural como um instrumento para maximizar o valor para os acionistas e as partes interessadas, desta forma buscamos estabelecer estratégias e objetivos para alcançar o equilíbrio entre as metas de crescimento e de retorno dos investimentos e os riscos a elas associados. O risco do conglomerado é realizado de forma centralizada na área de Gerenciamento de Riscos, que possui total independência em relação às áreas de negócios. Mais informações sobre a estrutura de gerenciamento de risco favor acessar o site Institucional ( Risco de Crédito O processo para definição de limites de crédito para contrapartes financeiras e não financeiras é disciplinado pelo Manual de Crédito e inclui a análise detalhada de diversos aspectos, incluindo a atividade da empresa (modelo de negócio, foco de mercado, posição de mercado, produtos, riscos de tecnologia, operacionais, obtenção e custo de matéria-prima, etc), da sua capacidade financeira para repagar a obrigação financeira (análise horizontal e vertical dos últimos três exercícios, alavancagem financeira, estrutura de custos, consistência de geração de caixa das operações, liquidez), características da indústria em que opera (regulação, região de atuação, estrutura de custos, elasticidade de demanda e preços, mudanças estruturais, barreiras de entrada, etc), bem como aspectos da governança (acordos de acionistas, experiência dos executivos e conselho de administração, órgãos de suporte ao conselho de administração, controles de riscos, estratégia da empresa, políticas financeira e de riscos, transparência). O processo poderá, eventualmente, incluir a análise da estrutura de uma dívida específica da contraparte e seus fatores mitigantes de risco, com estimativa de perda esperada em caso de inadimplemento. A adequação do limite de crédito ao tipo de negócio da empresa e suas necessidades de financiamento serão analisadas. Recursos utilizados no cadastro dos clientes incluem consulta à SERASA e SISBACEN tanto da empresa como de seus sócios. O processo converge para um rating interno e recomendação da área de Analise de Crédito, positiva (com ou sem restrições) ou negativa, para a proposta de limite encaminhada pela área comercial, recomendação esta que será avaliada pelo Comitê de Crédito para decisão final. Os limites de crédito são reavaliados pelo menos uma vez ao ano ou quando necessário por conta de mudanças no perfil de crédito da empresa ou da indústria na qual opera. As garantias para operações de crédito visam a preservação do valor de principal e encargos da operação de crédito e são dimensionadas de forma conservadora considerando situações de ruptura de mercado para o ativo cedido em garantia (liquidação forçada). As provisões de crédito, ainda que não exista uma carteira de crédito atualmente, são baseadas na aplicação da Resolução 2682/99 do BACEN. A área de Risco é responsável por elaborar as diretrizes de controle do risco de crédito, avaliar as políticas de crédito e novos produtos, estabelecer a governança no desenvolvimento e validação dos modelos e calcular os parâmetros de risco e retorno da carteira. 1

2 Risco de Liquidez O gerenciamento do risco de liquidez busca utilizar as melhores práticas de maneira a garantir o equilíbrio entre ativos negociáveis e passivos exigíveis evitando descasamentos entre pagamentos e recebimentos - que possam afetar a capacidade de pagamento do conglomerado, levando-se em consideração as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações. Utilizamos modelos de projeções e de estresse das variáveis que afetam o fluxo de caixa e o nível de reserva. Risco Operacional A estrutura de controle do risco operacional é liderada pela área de risco, mas permeia toda a organização e compreende procedimentos para identificação, avaliação, monitoramento, controle e mitigação do risco operacional, definindo parâmetros e responsabilidade as partes que participam desta estrutura. Risco de Mercado A estrutura para gerenciamento do Risco de Mercado foi elaborada de forma a dimensionar da melhor maneira possível à exposição a risco de mercado do conglomerado, captando todas as operações e eventos de risco, independente da natureza das operações e a complexidade dos produtos. São utilizadas de forma abrangente e complementar ferramentas quantitativas de forma a medir, monitorar e controlar o risco, em linha com os requerimentos regulatórios e as melhores práticas de mercado. 2

3 Exigência de Capital O Brasil Plural mantém níveis adequados de Patrimônio de Referência (PR) frente ao Patrimônio de Referência Exigido (PRE). Por procedimento realizamos constantemente comparações deste requisito mínimo com nossas estimativas internas de capital econômico e podemos concluir que o PR é suficiente para fazer frente aos riscos incorridos. Patrimônio de Referencia ,63 Nível I ,67 Nível II ,96 Parcela exigida para cobertura do risco de credito (PEPR) ,01 Parcela exigida para cobertura do Risco Operacional (POPR) ,13 Parcela exigida para cobertura do Risco de Mercado Operações sujeitas à variação do ouro, moeda estrangeira e variação cambial ,73 (PCAM) Operações sujeitas à variação da taxa de juros (PJUR) ,65 Operações sujeitas a variação do preço de commodities (PCOM) - Operações sujeitas á variação do preço de ações (PACS) ,92 Patrimônio de Referência Exigido (PRE) ,44 Margem ,19 Índice da Basileia 40,80% *A Instituição recebeu autorização do Banco Central do Brasil em 22 de agosto de Não possuindo comparativo com o período anterior. Detalhamento do Patrimônio de Referencia Segue detalhamento do Patrimônio de Referência do Conglomerado Econômico- Financeiro Brasil Plural. Patrimônio de Referencia Nível I ,67 Patrimônio Líquido ,96 Contas de Resultado Credoras ,71 Contas de Resultado Devedoras ( ,56) Crédito Tributário Excluído do Nível I do PR ( ,48) Ajuste ao Valor de Mercado Títulos e Valores Mobiliários (27.123,96) e Instrumentos Financeiros Derivativos Patrimônio de Referencia Nível II ,96 Ajuste ao Valor de Mercado Títulos e Valores Mobiliários ,96 e Instrumentos Financeiros Derivativos Patrimônio de Referencia ,63 Patrimônio de Referência Nível I ,67 Patrimônio de Referência Nível II ,96 Deduções do PR - 3

4 Patrimônio de Referência Exigido e Índice de Basiléia Valor da parcela do Patrimônio de Referência Exigido (PRE) referente às exposições ponderadas por fator de risco (PEPR): FPR 100% ,23 EPR ,23 PEPR ,01 Valores das parcelas PJUR1, PJUR2, PJUR3, PJUR4, PACS, PCOM e PCAM do PRE. PJUR ,65 PJUR2 - PJUR3 - PJUR4 - PACS ,92 PCOM - PCAM ,73 POPR ,13 Valor total do PRE. PEPR ,01 PJUR ,65 PJUR2 - PJUR3 - PJUR4 - PACS ,92 PCOM - PCAM ,73 POPR ,13 PRE ,44 Metodologia para Apuração de Riscos Não Abrangidos no PRE O Brasil Plural, seguindo recomendações de Basileia e as melhores práticas de gestão de risco, possui modelos internos que capturam os riscos não abrangidos pelas parcelas do PRE. Os modelos de risco de mercado consideram o risco de perda das posições não classificadas na carteira de negociação. O modelo interno para risco de crédito considera o risco de concentração. Contemplamos ainda o risco residual relacionado às imperfeições dos processos de modelagem bem como os impactos em situações de estresse. Índice de Basileia (IB) IB 40,80% 4

5 As instituições que compõem o conglomerado não possuem operações não classificadas na carteira de negociação. Risco de Crédito Não possuímos operações com características de concessão de crédito no trimestre em questão. Risco de Crédito de Contraparte Valor nocional dos contratos sujeitos ao risco de crédito de contraparte, incluindo derivativos, operações a liquidar, empréstimos de ativos, operações compromissadas. Contratos onde a câmara atue como contraparte central ,53 Contratos em que a câmara não atue como contraparte central ,47 Risco de Mercado Apresentamos abaixo a quebra da carteira de negociação por fator de risco de mercado relevante, segmentado entre posições compradas e vendidas. Comprada Vendida Exposição Taxa de Câmbio , ,55 Preço de Ações ,96 (11.886,24) ,72 Taxa de Juros prefixadas em Real , ,93 Cupons de moedas estrangeiras Cupons de índices de preços Cupons de taxa de juros Commodities Total ,421,44 (11.886,24) ,20 As Instituições que compõem o conglomerado não possuem exposição a instrumentos financeiros derivativos no trimestre em questão. 5

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