Boletim meteorológico para a agricultura

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1 ISSN Publicação Mensal DIRETOR: Jorge Miguel Miranda Boletim meteorológico para a agricultura Nº38, fevereiro 2014 CONTEÚDOS IPMA,I.P. 01 Resumo 02 Descrição Meteorológica 03 Descrição Agrometeorológica 12 Previsão 12 Situação agrícola 13 Anexos RESUMO Boletim Meteorológico para a Agricultura Fevereiro 2014 Produzido por Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. O mês de fevereiro, em relação à quantidade de precipitação classificou-se como chuvoso a muito chuvoso em quase todo o território, exceto na região sudeste onde foi normal a seco. De acordo com o balanço hídrico climatológico, o mês de fevereiro apresentou um superavit em todo o território, exceto nas regiões do sudeste que se apresentaram em deficit. No dia 9 uma depressão sofreu um processo de ciclogénese explosiva no seu trajeto pelo Atlântico. Esta depressão designou-se de Tempestade Stephanie e deu origem a precipitação forte, com aguaceiros por vezes sob a forma de granizo, e vento forte com rajadas superiores a 100km/h em vários locais. Os valores médios da temperatura média do ar foram em geral próximos do normal. O número de horas de frio (temperaturas inferiores a 7.2ºC) acumulado desde outubro 2013 registou um aumento em relação a janeiro no território do Continente. Verificou-se que o número de horas de frio acumulado na generalidade do território é inferior a 2000 horas, exceto em alguns locais do interior Norte e Centro onde foram superiores.

2 Descrição meteorológica e agrometeorológica Descrição Meteorológica 1ª Década, de fevereiro de 2014 Na primeira década de fevereiro, a situação meteorológica caracterizou-se pela passagem de várias depressões pela região norte da Península Ibérica e pelas Ilhas Britânicas. A ação de sucessivos sistemas frontais de atividade moderada ou forte associados às depressões atrás referidas influenciou também o estado do tempo. O céu apresentou-se geralmente muito nublado e ocorreram períodos de chuva ou aguaceiros em todos os dias da década. A precipitação foi por vezes forte, em especial nas regiões do Norte e do Centro, nos dias 1, 4, 6, 9 e 10. Os aguaceiros foram por vezes sob a forma de granizo e acompanhados de trovoada. Ocorreu queda de neve, nos pontos mais altos da serra da Estrela nos primeiros 4 dias da década e, no dia 10, para as regiões do interior Norte e Centro acima dos 600 m. O vento soprou moderado a forte do quadrante sul, por vezes do quadrante oeste, temporariamente forte a muito forte e com rajadas na ordem dos km/h. A temperatura registou uma subida gradual na primeira metade da década e uma descida nos últimos dias da década. Em particular, os dias 9 e 10 foram caracterizados pela passagem de uma depressão, centrada às 18UTC de dia 9, na Corunha, com cerca de 981 hpa, e que sofreu um processo de ciclogénese explosiva no seu trajeto pelo Atlântico. Para além da precipitação forte a principal consequência desta depressão foi, no dia 9, vento de sudoeste ou oeste, forte a muito forte, com rajadas com valor máximo registado de 134 km/h no Cabo da Roca. O vento rodou, no fim do dia, para noroeste, soprando forte a muito forte, no início do dia 10, com rajadas até 117 km/h no litoral e nas terras altas, tornando-se gradualmente fraco a moderado a partir da tarde. 2ª Década, de fevereiro de 2014 Na segunda década de fevereiro, a situação meteorológica caracterizou-se pela passagem de sucessivos sistemas frontais, com atividade moderada, pelo território do Continente. O céu apresentou-se geralmente muito nublado, com períodos de menor nebulosidade, em especial nas regiões do Sul, nos dias 16, 18 e 19. Ocorreram períodos de chuva ou aguaceiros em todos os dias da década, excetuando, nas regiões do Sul, nos dias 16 e 19. A precipitação foi por vezes forte nas regiões do Norte e do Centro nos primeiros 5 dias da década e ocorreram aguaceiros sob a forma de granizo e acompanhados de trovoada, no dia 15. Verificou-se ainda queda de neve, nos dias 11, 15 e 20, nas regiões do interior Norte e Centro acima dos 800 m. O vento soprou fraco a moderado, por vezes forte no litoral oeste e terras altas, predominando do quadrante sul, temporariamente de noroeste na segunda metade da década. Ocorreram neblinas e nevoeiros durante a madrugada e manhã em alguns locais. No dia 13 registou-se uma subida acentuada da temperatura, em particular da mínima. Entre os dias 14 e 17 registou-se uma descida generalizada da temperatura, em especial da mínima. 3ª Década, de fevereiro de 2014 Na terceira década de fevereiro, a situação meteorológica foi condicionada pela passagem de sucessivos sistemas frontais, com atividade fraca a moderada, pelo território do Continente. O céu apresentou períodos de muito nublado, com períodos de menor nebulosidade nas regiões do Sul no início da década. Em todos os dias da década ocorreram períodos de chuva ou aguaceiros, em geral fracos, sendo por vezes moderados nas regiões a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela. No dia 21, a precipitação foi sob a forma de neve nas terras altas do Norte e Centro acima dos 800m. O vento predominou do quadrante oeste fraco a moderado, tendo soprado temporariamente forte de oeste e com rajadas da ordem dos 70 a 80 km/h, nos dias 24, 25, 26 e 28 no litoral e terras altas das regiões do Norte. Ocorreram neblinas ou nevoeiros em especial durante a madrugada e manhã. A temperatura mínima registou uma subida gradual ao longo da década em todo o território. Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. Rua C Aeroporto de Lisboa Lisboa Portugal Tel: (+351) Fax: (+351) url:

3 1. Descrição Agrometeorológica 1.1 Temperatura Os valores médios da temperatura média do ar no mês de fevereiro foram próximos do valor normal na 1ª década, ligeiramente superiores ao normal na 2ª década e na 3ª década foram ligeiramente inferiores (Figura 1 e Quadro I). Quadro I - Temperatura média do ar e respetivas anomalias nas 3 décadas do mês de fevereiro de 2014 ( C ) Valores da temperatura média do ar e respetivas anomalias ( C ) Estações 1ª Dec 2ªº Dec 3ª Dec Tmed Anomalia Tmed Anomalia Tmed Anomalia Bragança Vila Real Coimbra Castelo Branco Santarém Lisboa Viana do Alentejo Beja Faro ªd. 2ªd. 3ªd. Figura 1 - Distribuição espacial da temperatura média do ar nas 1ª, 2ª e 3ª décadas de fevereiro de Informação Agrometeorológica 2.1 Temperatura acumulada 1 /Avanço-Atraso das Culturas Na Figura 2 apresentam-se em alguns locais das regiões Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve (de acordo com as regiões agrícolas) os valores da temperatura acumulada desde o início do 1 Método das temperaturas acumuladas (Ta)/graus-dia: permite analisar o efeito da temperatura na fenologia das plantas. Admitindo que a temperatura base (Tb) é aquela a partir da qual determinada espécie se desenvolve, num período de n dias a Ta é o somatório das diferenças entre a temperatura média diária e a Tb. Sempre que a temperatura média diária for inferior à Tb, a Ta considera-se nula. Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. Rua C Aeroporto de Lisboa Lisboa Portugal Tel: (+351) Fax: (+351) url:

4 ano agrícola (1 de setembro 2013), considerando a temperatura base de 0 C e desde 1 de janeiro 2014 para a temperatura base de 6 ºC. Figura 2 - Temperaturas acumuladas calculadas para a temperatura base de 0 C para o ano agrícola (setembro de 2013 a agosto de 2014) e para a temperatura base de 6 C no ano civil (janeiro a dezembro de 2014). Comparação com valores normais Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. Rua C Aeroporto de Lisboa Lisboa Portugal Tel: (+351) Fax: (+351) url:

5 No Quadro II apresentam-se os valores da temperatura acumulada e o número de dias potencial do avanço e atraso das culturas no mês de fevereiro de 2014, para algumas localidades do Continente, para temperaturas base de 0, 4, 6 e 10 C. Quadro II - Temperaturas acumuladas (graus-dia) e número de dias potencial do avanço e atraso das culturas no mês de fevereiro de 2014 para diferentes temperaturas base Temperaturas acumuladas Estações T0 ºC Nº dias avanço atraso T4 ºC Nº dias avanço atraso T6 ºC Nº dias avanço atraso T10 ºC Bragança Vila Real Porto Viseu/C.C Coimbra Castelo Branco Portalegre Nº dias avanço atraso Lisboa/I.G Évora Beja Faro Temperatura acumulada da Vinha Na Figura 3 apresenta-se a distribuição espacial da temperatura acumulada para a vinha entre 01 de janeiro e 28 de fevereiro de 2014, para Portugal Continental e no Quadro III apresentam-se os valores da temperatura acumulada no mesmo período para as regiões vitivinícolas, estimados a partir de análises do modelo numérico ALADIN. Figura 3 - Temperaturas acumuladas entre 01 de janeiro e 28 de fevereiro de 2014 para uma temperatura base de 3.5ºC, estimadas a partir de análises do modelo numérico ALADIN Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. Rua C Aeroporto de Lisboa Lisboa Portugal Tel: (+351) Fax: (+351) url:

6 Quadro III - Temperaturas acumuladas entre 01 de janeiro e 28 de fevereiro de 2014 para a temperatura base de 3.5ºC na vinha Regiões Vitivinícolas T acumuladas (ºC) desde 01 de janeiro 2014 Tb = 3.5ºC Média Mínimo Máximo Valor na Sede distrito Península Setúbal Setúbal 397 Algarve Faro 464 Lisboa Lisboa Leiria 323 Tejo Santarém 361 Alentejo Portalegre Évora 292 Beja 321 Minho Viana do Castelo Braga 252 Beiras Douro Viseu Aveiro Guarda Coimbra Castelo Branco 269 Porto 302* Vila Real 175 Pinhão 223 Trás-os-Montes Bragança * Inclui-se o valor da sede do distrito do Porto apesar de não pertencer à região vitivinícola Douro e Porto 2.3 Número de horas de frio Na Figura 4 apresenta-se o número de horas de frio (temperaturas inferiores a 7.2ºC) acumulado desde o dia 01 de outubro de 2013, estimados a partir de análises do modelo numérico ALADIN. No quadro IV apresentam-se os valores do número de horas de frio acumulado em fevereiro de 2014 nas sedes de distrito de Portugal Continental. No quadro V apresentam-se os valores médios, máximo e mínimo de as horas de frio para a pêra rocha, estimadas para os concelhos da região Oeste, assim como os valores na sede de concelho. Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. Rua C Aeroporto de Lisboa Lisboa Portugal Tel: (+351) Fax: (+351) url:

7 Distrito Valor sede distrito V. Castelo 505 Bragança 1919 Vila Real 1603 Braga 905 Porto 629 Viseu 1288 Aveiro 498 Guarda 1978 Coimbra 512 C. Branco 862 Leiria 654 Portalegre 1082 Santarém/F.B 579 Lisboa/I.G. 211 Setúbal 458 Évora 848 Beja 698 Faro 93 Quadro IV - Número de horas de frio entre 01 de outubro 2013 e 28 de fevereiro de 2014 Figura 4 - Número de horas de frio acumulado entre 01 de outubro 2013 e 28 de fevereiro de 2014 em Portugal Continental (análises do modelo ALADIN). Quadro V - Número de horas de frio entre 01 de outubro 2013 e 28 de fevereiro de 2014 Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. 7 14

8 Estações (análises do modelo numérico Aladin) Média do Mínimo no Máximo no Concelho Concelho Concelho Sede de Concelho Porto de Mós Batalha Leiria Santarém Rio Maior Alcobaça Cadaval Azambuja Cartaxo Arruda dos Vinhos Sobral de Monte Agraço Alenquer Caldas da Rainha Marinha Grande Bombarral Nazaré Óbidos Vila Franca de Xira Torres Vedras Lourinhã Peniche Mafra Sintra Precipitação acumulada Na Figura 5, apresentam-se os valores da precipitação mensal e acumulado no ano hidrológico 2013/14 e o valor acumulado da normal nas regiões agrícolas do Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve. Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. 8 14

9 Figura 5 - Precipitação mensal e acumulada no ano hidrológico 2013/14 e média da quantidade de precipitação mensal acumulada ( ) em algumas estações meteorológicas e mapa com a percentagem da precipitação acumulada no ano hidrológico em Portugal Continental. Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. 9 14

10 2.5 Temperatura e Precipitação a Norte e a Sul do Tejo Apresentam-se os valores médios decendiais da temperatura e da precipitação a Norte e a Sul do rio Tejo e respetivos desvios em relação a para o mês de fevereiro de 2014 (Quadro VI). Quadro VI - Temperatura e Precipitação a Norte e a Sul do Tejo fevereiro de Evapotranspiração de referência (ET0) Na Figura 6 apresenta-se a distribuição espacial, por décadas, dos valores de evapotranspiração de referência (ET 0, Penman-Monteith) em fevereiro de 2014, estimada com base em análises do modelo numérico ALADIN 2, e segundo o método da FAO. Na Figura 6 apresenta-se a distribuição espacial da evapotranspiração de referência (ET 0, Penman-Monteith) acumulada entre 1 de setembro 2013 e 28 de fevereiro de ªd. 2ªd. 3ªd. Ano agrícola. Figura 6 Evapotranspiração de referência nas 1ª, 2ª e 3ª décadas de fevereiro de 2014 e evapotranspiração de referência acumulada de 1 de setembro 2013 a 28 de fevereiro de Balanço hídrico climatológico Na Figura 7 apresenta-se a evolução decencial, durante o ano de 2014, do défice e excesso de água. Este procedimento segue a metodologia adotada por Thornthwaite & Mather (1955). Consideraram-se os valores de capacidade máxima de água disponível no solo, para os diferentes tipos de solo, propostos pela FAO. 2 Modelo de previsão numérica, de área limitada, desenvolvido e aplicado no âmbito do consórcio europeu ALADIN Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P

11 Figura 7 Balanço hídrico climatológico decendial em Água no solo Na Figura 8 apresentam-se os valores em percentagem de água no solo, em relação à capacidade de água utilizável pelas plantas, no final de fevereiro de Ocorreu um aumento da percentagem de água no solo em todas regiões do Continente. No final de fevereiro os valores eram normais em todo o território. Figura 8 - Percentagem de água no solo a 28 de fevereiro de 2014 Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P

12 3. Previsão para Portugal Continental Para os próximos 5 dias não se prevê a ocorrência de precipitação em todo o território do Continente. Figura 9 Previsão da precipitação total acumulada do ECMWF (período: de 14/03/2014 a 18/03/2014) 3.1 Previsão mensal para Portugal Continental 3 Período de 19/03 a 13/04 de 2014: Na precipitação total semanal prevêem-se valores abaixo do normal, para todo o território, na semana de 07/04 a 13/04. Nos dias 19/03 a 23/03 e nas semanas de 24/03 a 30/03 e de 31/03 a 06/04 não é possível identificar a existência de sinal estatisticamente significativo. Na temperatura média semanal não é possível identificar a existência de sinal estatisticamente significativo para o período de 19/03 a 13/ Situação agrícola (Fonte: INE) As previsões agrícolas, a 31 de janeiro, apontam para uma produção de 627 mil toneladas de azeitona para azeite, a maior desde a década de sessenta, em resultado da conjugação de condições meteorológicas favoráveis ao longo do ciclo com a entrada em plena produção de novos olivais intensivos. As sementeiras de cereais de outono/inverno decorreram sem grandes constrangimentos, exceção feita às mais tardias, interrompidas e prolongadas no tempo devido à precipitação constante. As áreas semeadas destas culturas são semelhantes às da campanha passada com exceção do trigo mole que deverá aumentar 5% e do trigo duro onde se prevê uma diminuição de 5%. As searas apresentaram germinações e desenvolvimentos vegetativos heterogéneos. De referir algumas ocorrências de problemas relacionados com o excesso de precipitação, principalmente nos solos mais pesados e com menor drenagem. 3 Previsão com base no modelo do Centro Europeu de Previsão do Tempo a Médio Prazo (ECMWF) Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P

13 Quadro VII - Valores de alguns elementos meteorológicos em fevereiro de 2014 por década (1ª, 2ª e 3ª) Estação Tmin (ºC) Tmáx (ºC) Prec (mm) HR (%) V (Km/h) ( a 10m) Década 1ª 2ª 3ª 1ª 2ª 3ª 1ª 2ª 3ª 1ª 2ª 3ª 1ª 2ª 3ª V. Castelo Bragança Vila Real Braga Porto/S.P Viseu Aveiro Guarda Coimbra C. Branco Alcobaça Portalegre Santarém/F.B Lisboa/G.C Setúbal Évora Beja Faro No quadro VII apresentam-se os valores médios decendiais da temperatura mínima (Tmin), temperatura máxima (Tmax), humidade relativa às 09UTC (HR) a 1.5 m, os valores totais decendiais da precipitação (Prec) e o vento médio diário (V) a 10 m. Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. Rua C Aeroporto de Lisboa Lisboa Portugal Tel: (+351) Fax: (+351) url:

14 Quadro VIII - Valores de alguns elementos agrometeorológicos em fevereiro de 2014 por década (1ª, 2ª e 3ª) Estação Trelva (ºC) Tsolo 5cm(ºC) Tsolo 10cm(ºC) ET0 (mm) Água Solo (%) Acumulado Década 1ª 2ª 3ª 1ª 2ª 3ª 1ª 2ª 3ª 1ª 2ª 3ª 28 fevereiro V. Castelo Bragança Vila Real Braga Porto/S.P Viseu Aveiro Guarda Coimbra C. Branco Alcobaça Portalegre Santarém/F.B Lisboa/G.C Setúbal Évora Beja Faro No quadro VIII apresentam-se os valores decendiais da temperatura da relva (Trelva), temperatura do solo a 5 e a 10cm de profundidade (Tsolo), da evapotranspiração de referência (ET0 das 00UTC às 24UTC) estimada com base em análises do modelo numérico ALADIN e segundo o método da FAO para as 3 décadas do mês e o valor acumulado no ano agrícola em curso (com início a 1 de outubro e fim a 31 de agosto), e percentagem de água no solo, em relação à capacidade de água utilizável pelas plantas. Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P. Rua C Aeroporto de Lisboa Lisboa Portugal Tel: (+351) Fax: (+351) url:

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