PROTOCOLO. Colaboração entre o Município de Setúbal e Núcleo de Bicross de Setúbal

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1 PROTOCOLO Colaboração entre o Município de Setúbal e Núcleo de Bicross de Setúbal Entre A Câmara Municipal de Setúbal, adiante designada por CMS, na qualidade de 1.º Outorgante, representada pela Presidente, Dr. ª Maria das Dores Meira, e Núcleo de Bicross de Setúbal, adiante designado por NBS, na qualidade de 2.º Outorgante, representada pelo Diretor Desportivo do Clube, Sr. Sérgio Conceição, Considerando: Que a Pista Municipal de BMX de Setúbal, adiante designada por Pista de BMX, é um equipamento desportivo construído de acordo com as normas da UVP- Federação Portuguesa de Ciclismo, o que permite a realização de provas Regionais, Nacionais e Internacionais. Que a Pista de BMX foi construída com o objetivo de fomentar o gosto pela modalidade e dinamizar o ciclismo BMX nas suas diversas áreas de intervenção (captação, formação e atividade desportiva), propõe-se para a Pista de BMX um modelo de gestão que permita retirar do equipamento o melhor aproveitamento, integrando projetos que visem a generalização da prática desportiva e a realização de eventos e provas oficiais. Que a parceria no âmbito da gestão de atividades na Pista de BMX, entre a Câmara Municipal de Setúbal e Núcleo de Bicross de Setúbal, será feita na perspetiva de aproveitar o conhecimento e disponibilidade de cada um dos intervenientes, respondendo aos objectivos e orientações para o desenvolvimento da modalidade. 1

2 É celebrado e reciprocamente aceite o presente protocolo, sem prejuízo das competências estatutárias e finalidades próprias de cada instituição que se rege pelas cláusulas seguintes: Cláusula Primeira A Pista Municipal de BMX de Setúbal, sita no Parque Verde da Bela Vista na Freguesia de São Sebastião, bem como de todos os seus equipamentos de apoio, são propriedade da CMS. Cláusula Segunda A CMS facultará a utilização da Pista de BMX ao NBS para realização de treinos, competições oficiais, ou para ações de promoção e outras relacionadas com a modalidade de BMX, bem como a utilização de todos os equipamentos necessários para a organização de cada evento. Cláusula Terceira O NBS terá acesso livre à Pista de BMX e materiais para sessões de treino, ações de promoção e outras relacionadas com a modalidade BMX, e respetiva manutenção regular devido ao desgaste provado pela utilização dos seus praticantes. Cláusula Quarta A utilização da Pista de BMX por clubes e praticantes federados na UVP-FPC, será sempre efectuada após acordo com o NBS. Para esse efeito, estipula-se dois dias da semana: quarta-feira e sexta-feira entre as 17h30 e 20h00. O pedido de reserva da pista de BMX deverá ser feito por cada seção, dirigido por para o NBS, com 48 horas de antecedência. Caso não seja efetuado qualquer pedido atempadamente, o NBS reserva o direito de não autorizar a utilização da mesma. Cláusula Quinta Para efeitos da alinha anterior, considera-se um treino de equipa sempre que estejam reunidos 4 ou mais atletas da mesma equipa, podendo haver lugar para mais equipas, num número máximo de 20 praticantes por secção em simultâneo. 2

3 Cláusula Sexta A utilização da pista deverá ser realizada sob a supervisão do NBS ou da CMS, devendo estar sempre presente um elemento de qualquer um dos dois, responsável pela abertura e encerramento da pista. Cláusula Sétima Após a utilização da pista, os utilizadores deverão deixa-la limpa e no estado em que iniciaram a prática desportiva. Cláusula Oitava A utilização da Pista de BMX implica o cumprimento das Normas de utilização definidas para o local, que serão elaboradas e aprovadas pelo NBS em assembleia geral de sócios e aplicáveis após despacho de aceitação do primeiro outorgante. Cláusula Nona O não cumprimento destes procedimentos acarretará consequências a serem definidas pelo NBS e CMS em comum acordo, e em consonância com a gravidade da situação registada. Cláusula Décima A utilização da Pista de BMX por outras entidades (excetuando os referidos na cláusula quarta) será da responsabilidade da CMS, sem prejuízo das actividades programadas pelo NBS para a prática do BMX, com o devido conhecimento do NBS. Cláusula Décima Primeira O NBS assegurará a gestão e manutenção da pista de BMX, em colaboração com a CMS, bem como a boa utilização dos equipamentos e instalações utilizadas para dinamização das acções que tenham como finalidade promover a modalidade. Cláusula Décima Segunda Sempre que não estiverem reunidas as condições adequadas para a utilização da pista devido, por exemplo, a intempéries, ou sempre que a mesma esteja a ser alvo de manutenção ou preparação para eventos desportivos, o NBS reserva o direito de 3

4 encerrar as instalações desportivas por um período considerado necessário, com devido conhecimento da CMS. Cláusula Décima Terceira O NBS assegurará a implementação de um Programa Pista Aberta de BMX à população jovem e comunidade escolar do concelho de Setúbal, mediante um horário previamente estabelecido, e em colaboração com a CMS que será responsável pelo seguro de acidentes pessoais desses mesmos praticantes. Cláusula Décima Quarta A realização de eventos desportivos de âmbito Regional e Nacional serão sempre objecto de uma análise prévia por parte dos dois outorgantes. Cláusula Décima Quinta O NBS assegurará o apoio técnico às iniciativas da modalidade propostas pela CMS, mediante um acordo prévio por parte dos dois outorgantes. Cláusula Décima Sexta Os dois outorgantes comprometem-se a desenvolver conjuntamente acções que visem a promoção e dinamização da modalidade. Cláusula Décima Sétima Anualmente será efetuada uma reunião de supervisão do presente protocolo, que deverá coincidir com o início do primeiro semestre de cada ano. Cláusula Décima Oitava A utilização da Pista fica condicionada ao respeito pela existência de seguro desportivo de acordo com a legislação em vigor, e cuja verificação é da responsabilidade do NBS, ficando desde já autorizada a impedir o acesso a todos os utilizadores individuais ou coletivos que se encontrem sem a sua situação regularizada. Cláusula Décima Nona O presente protocolo tem a duração de um ano, a contar da data da sua assinatura, sendo automaticamente renovável por igual período de tempo, desde que nenhuma 4

5 das partes denuncie por escrito ao outro outorgante, com pelo menos trinta (30) dias de antecedência, a intenção de o não revalidar. Setúbal, de de 2016 O 1º Outorgante O 2º Outorgante (Maria das Dores Meira ) (Sérgio Conceição) 5

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