CERTIFICAÇÃO JURISPRUDÊNCIA REPRESENTANTE PREVENÇÃO

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1 Informativo da OAB/AM Ano V Número 85 / Manaus, Março de 2012 Caixa de Assistência está com nova sede A Caixa de Assistência dos s do Amazonas (CAA/ AM) já está funcionando em sua nova sede, em prédio anexo à sede da OAB/AM. Os advogados associados à entidade agora podem ter acesso, com maior comodidade, aos serviços da Caixa e da Seccional, no mesmo endereço. Página 11 CERTIFICAÇÃO JURISPRUDÊNCIA REPRESENTANTE PREVENÇÃO O Amazonas é o segundo Estado brasileiro no ranking da certificação digital. Na região Norte, lidera a lista de advogados com certificados digitais. Página 3 Seção traz situações polêmicas analisadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a perda do seguro em casos de suicídio e embriaguez ao volante. Páginas 6 e 7 A diretora da ESA-OAB/AM, Grace Benayon, foi eleita diretora financeira da revista Advocatus Brasil, publicação jurídica que irá circular em todo o Brasil. Página 8 A Corregedoria da OAB/AM fortaleceu a política de orientação aos profissionais da Advocacia e aos cidadãos, que buscam os serviços do órgão. Página 9

2 Editorial DIRETORIA TRIÊNIO 2010/2012 Presidente: Antonio Fabio Barros de Mendonça Vice-Presidente: Alberto Simonetti Cabral Neto Secretária-Geral: Ida Márcia Benayon De Carvalho Secretário-Geral Adjunto: Raimundo de Amorim Francisco Soares Tesoureiro: José Carlos Valim CONSELHEIROS SECCIONAIS EFETIVOS Aberones Gomes de Araujo Abrahim Jezini Adriana Lo Presti Mendonça Cohen Alfredo José Borges Guerra Antonilzo Barbosa de Souza Antonio Sampaio Nunes Danilo de Aguiar Correa Epitácio da Silva Almeida Eulides Costa da Silva Ezelaide Viegas da Costa Almeida Fabio Gouvêa de Sá Jose Augusto Celestino de Oliveira Gomes Jose da Rocha Freire José Eldair de Souza Martins Julio Cesar de Almeida Karina Lima Moreno Luiz Domingos Zahluth Lins Luiz Serudo Martins Neto Manoel Romão da Silva Maria José de Oliveira Ramos Mario Jorge Souza da Silva Paulo Cezar Santos Paulo Dias Gomes Rubem Fonseca Flexa Waldir Lincoln Pereira Tavares Washington Cesar Rocha Magalhães CONSELHEIROS SECCIONAIS SUPLENTES Alyssonn Antonio Karrer de Melo Monteiro Daniella Karina Kandra Fábio Moraes Castello Branco Francisco Moacir Maia Filho Giscarde O. Karrer M. Monteiro Heraldo Mousinho Barreto Jano de Souza Mello José Amarilis Castello Branco Leonidas de Abreu Maria do Perpetuo S. L. Colares Paulo Roberto Gouveia Plínio Morely de Sá Nogueira Rodrigo Silva Ribeiro CONSELHEIROS FEDERAIS EFETIVOS Jean Cleuter Simões Mendonça Jose Alberto Ribeiro Simonetti Cabral Miquéias Matias Fernandes CONSELHEIROS FEDERAIS SUPLENTES João Bosco A. Toledano Vasco Pereira do Amaral CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS ADVOGADOS DO AMAZONAS Av. Jornalista Umberto Calderaro Filho nº 2000, bairro de Adrianopolis. Tel.: / Presidente: Jairo Bezerra Lima Vice-Presidente: Hileano Pereira Praia Secretária-Geral: Maria Tereza Câmara Fernandes Secretária-Geral Adjunta: Mirtes Rufino Alves da Silva Tesoureiro: Mario Baima de Almeida CONSELHO FISCAL EFETIVO DA CAA-AM Ademario do Rosário Azevedo Carlos Varanda Felismino Francisco Soares Filho CONSELHO FISCAL SUPLENTES DA CAA-AM Abel Soares de Souza Marcelo Augusto do Amaral Sêmen Sandra Maria Fontes Salgado ESCOLA SUPERIOR DE Advocacia DO AMAZO- NAS ESA-OAB/AM Rua São Benedito, 99 Adrianópolis / Fábio de Mendonça Presidente da OAB/AM A passagem da Corregedora Nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, por Manaus, no fim de março, para participar do 91º Encontro do Colégio Permanente de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil, foi oportuna para que retomássemos algumas reflexões acerca da ética na magistratura. Nada melhor que recuperar as ponderações da própria ministra sobre o assunto, registradas em seu artigo A Ética no Judiciário, publicado na revista Diálogos & Debates, ainda em junho de O contexto se mantém atual. Leiam parte do artigo, a seguir. A partir do momento em que a atividade da magistratura passou a ser fiscalizada pelos cidadãos, dela se exige, como corolário inexorável da sua posição de condutora da paz social, equilíbrio e coerência comportamental, ingredientes institucionais indispensáveis. Isso explica a repercussão que causa na sociedade um comportamento aético por parte dos magistrados e a reprovação coletiva que se estende à classe quando ocorre violação às regras de comportamento. Não se pode dizer que os magistrados de hoje são potencialmente menos qualificados que os do passado. O que existe, efetivamente, é a maior divulgação dos comportamentos transgressores, em conseqüência da quase onipresença dos meios de comunicação. Ademais, com o aumento do número de juízes e com o recrutamento feito por critérios exclusivamente técnicos, a arregimentação dos Ética, magistratura e controle social magistrados está cada vez mais vulnerável, na medida em que a sociedade brasileira apresenta esgarçamento ético por ninguém ignorado. A chamada Reforma do Judiciário e a avaliação realizada por iniciativa do presidente do Supremo Tribunal Federal e do Ministério da Justiça priorizaram a celeridade da atividade judicante sem tecer um só comentário sobre a questão comportamental dos operadores do Direito. O relatório sobre a Justiça brasileira apresentado pelo observador da ONU, Leandro Despouy, ateve-se a aspectos de atendimento aos direitos humanos, mas aqui e ali denuncia situações preocupantes de corrupção em concursos públicos, falta de critérios objetivos nas promoções, como também a contratação de familiares para cargos de confiança. São denúncias ligadas à ética de magistrados administradores, questão até hoje mantida na penumbra, sob o argumento de que propagá-la deixaria exposta a instituição. Oficialmente, deposita-se no Conselho Nacional de Justiça a esperança de verem-se corrigidos, no âmbito do Judiciário, comportamentos equivocados, quando não tipificados como crime, contravenção ou ato de improbidade. Observada a importância que se dá à lei, prescrevendo- -a como solução no controle da litigiosidade no seio da família judiciária, tenho entendimento de que nela não está a solução. É lógico que não ignoro a necessidade de atualizar a legislação disciplinadora do comportamento dos magistrados. É indispensável que a Lei Orgânica da Magistratura seja reescrita; é razoável que se espere do Conselho Nacional de Justiça, de alguma forma, o exercício de controle; é natural que a mídia denuncie os desmandos e os crimes praticados por cidadãos acima de qualquer suspeita ; é certo, entretanto, que a defasagem legislativa não é a causa determinante da impunidade e da expansão do comportamento repudiável dos magistrados delinqüentes (...). O ponto de partida para uma mudança efetiva está na quebra de um modelo posto e repetido à exaustão, chamado, por Thomas Kuhn, de paradigma científico. Para se chegar a esse resultado não é suficiente a reprovação solitária de um ou dois membros da magistratura; não servirá de esteio o exemplo estóico de uma meia dúzia de magistrados admiráveis pelo caráter e pela correção. Quebrar paradigma significa erradicar um modelo que nos é cômodo e vantajoso; é erradicar o compadrio que nos facilita a vida, é assumir uma postura crítica a partir de nosso próprio agir; é, enfim, buscar essa dúvida, questionar diariamente nossas ações e omissões, cientes da responsabilidade que assumimos na magistratura. A mudança caberá a nós, e só a nós, protagonistas da aplicação do Direito, na medida em que estejamos suficientes maduros para dizer em uma só voz: Vamos fazer parar o moinho de vento. Presidente: Antonio Fabio Barros de Mendonça Diretor-Geral: Grace Anny Fonseca Benayon Zamperlini Vice-Diretor Geral: Rafael Cândido da Silva Secretária-Geral: Ezelaide Viegas Costa Almeida Coordenação editorial Três Comunicação e Marketing Editoração eletrônica Concept Brands Impressão Graftech MEMBROS CONSULTIVOS Felismino Francisco Soares Filho Maria Suely Cruz Almeida Maria Nazaré Vasques Mota 2 Fotos Sérgio Fonseca e Arquivo OAB/AC Tiragem exemplares

3 Amazonas é segundo colocado no ranking nacional de Certificação Digital O Amazonas é o segundo Estado brasileiro com o maior número de advogados com certificados digitais, emitidos pela OAB. A cobertura de certificação digital alcança 39% dos profissionais inscritos na Seccional Amazonas, bem acima da média nacional, que é de 13%, segundo dados da OAB Nacional. O primeiro no ranking é o Estado do Paraná, com 56% de cobertura. Do total de advogados atuantes no Amazonas, já estão atualizados com o novo sistema de peticionamento eletrônico. Na região Norte, o Amazonas é o primeiro do ranking, seguido por Tocantins, onde 10% dos advogados atuantes já possuem certificação digital, Acre (6%), Rondônia (5%), Pará (2%), além de Roraima e Amapá, que aparecem, cada um, com 1% dos profissionais certificados. Na avaliação do presidente da OAB/AM, Fábio de Mendonça, os números do Amazonas são bastante positivos e refletem o trabalho constante de orientação que é feito à categoria. Iremos manter, no decorrer deste ano, o serviço de certificação digital em nossa sede, a fim de ampliar ainda mais o número de profissionais certificados, afirmou. O serviço de certificação está disponível todas as sextas- -feiras, na sede da OAB/AM, no posto de atendimento da Certi- Sign, empresa parceira da Seccional, neste processo. O atendimento é realizado no horário de 9h às 12h e das 14h às 19h. Como procedimento padrão, o advogado deverá primeiro acessar o link Certificado Digital, no site e seguir todas as orientações para se cadastrar e efetuar o pagamento. Após a quitação do débito, deverá comparecer à OAB/AM com o Cartão de Identidade do, para validar a Certificação Digital. Fábio de Mendonça explica que o processo de certificação digital está atendendo as necessidades da categoria, para adequação à lei nº , de 2006, que dispõe sobre a informatização dos processos judiciais, em que a certificação passou a ser indispensável. O Certificado Digital vem sendo utilizado nos tribunais superiores, em Tribunais Regionais do Trabalho e em vários Juizados Especiais Cíveis, em Estados onde está instalado o sistema Projudi, como é o caso do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas. Os dados do ranking nacional de certificação digital foram anunciados durante reunião do Colégio de Presidentes de Seccionais da OAB, ocorrida em 30 de março. Em todo o Brasil, advogados já possuem sua identidade digital, sendo que foram certificados pelo sistema OAB e pela Associação dos s de São Paulo. No universo de advogados cadastrados nacionalmente, a certificação digital cobre, atualmente, cerca de 13% da categoria, sendo que a OAB foi responsável por 9% de todos os certificados emitidos até agora. O presidente da Comissão Especial de Informática e Estatística do Conselho Federal da OAB, José Guilherme Zagalo, disse que a meta que está sendo perseguida pela OAB Nacional como ideal, para os próximos anos, é a certificação de um total de 250 mil advogados, que ficarão aptos a operar plenamente com o Processo Judicial Eletrônico (PJE). (Assessoria de Comunicação da OAB/AM, com informações da OAB Nacional) Na Região Norte, o Estado ocupa a primeira colocação, seguido por Tocantins, onde 10% dos advogados já possuem certificado digital e Acre, com 6% de participação. Certificação Digital ( advogados) 3

4 OAB-AC cria conta para ajudar vítimas da enchente no Estado Número de atingidos pela cheia passa de 149 mil e mais de 8 mil estão desabrigados A OAB-AC criou uma conta corrente no Branco do Brasil destinada exclusivamente a receber doações para as vítimas da enchente no Estado. Os depósitos devem ser feitos à OAB-AC Solidária. O doador deve fazer o depósito no Banco do Brasil Agência , Conta Corrente A iniciativa conta com o apoio do Conselho Federal da OAB, que está auxiliando na divulgação da campanha, com o objetivo de mobilizar todas as seccionais do país. A OAB-AC, em parceria com outras instituições, já entregou mais de 3 toneladas de donativos arrecadados na ação Advocacia Solidária, que reuniu diversos profissionais do Direito nos supermercados da cidade, incentivando a doação de materiais para as famílias que foram afetadas com a cheia dos rios. A localização geográfica e a necessidade de atender mais pessoas fizeram com que a seccional criasse esta conta bancária para que pessoas dos demais Estados possam contribuir. Esta é a maior enchente vivida pelo Acre nas últimas décadas, em número de atingidos. De acordo com da Secretaria Nacional de Defesa Civil, o número de atingidos já passa de 149 mil, sendo que mil estão em abrigos públicos. As cheias dos rios no Acre trouxeram prejuízos nas mais diversas áreas, mas foi o setor produtivo um dos mais atingidos. O prejuízo na agricultura familiar chega a mais de R$ 25 milhões. Das 10 cidades atingidas, em quatro delas - Rio Branco, Xapuri, Brasileia e Assis Brasil - o rio apresenta vazante. (Assessoria de Imprensa OAB-AC, com informações da Agência de Notícias do Acre) Colégio de presidentes cria banco de dados de violadores de prerrogativas O Colégio de Presidentes de Seccionais da OAB está criando um banco de dados para cadastrar e registrar, passo a passo, o histórico de todos os casos de violação das prerrogativas profissionais dos advogados em âmbito nacional. Com isso, a OAB poderá conhecer os nomes e ações de autoridades ou agentes públicos (como delegados, magistrados, promotores, entre outros) que violarem direitos dos advogados, no exercício da profissão e que foram agravados. De acordo com o presidente nacional da entidade, Ophir Cavalcante, com base nesse cadastro a ser confeccionado por todas as Seccionais, com dados dos últimos cinco anos, se pretende ter um banco de dados que ajude o Sistema OAB a identificar os problemas que mais ocorrem em termos de violação às prerrogativas da advocacia no Brasil, de forma a orientar a política de defesa do exercício profissional. A proposta foi apresentada à Comissão de Defesa das Prerrogativas e Valorização da Advocacia do Conselho Federal da OAB por seu vice-presidente, o conselheiro federal por São Paulo, Guilherme Octávio Batochio, e defendida na reunião do Colégio pelo presidente da Comissão, Francisco Faiad, conselheiro federal pelo Mato Grosso e relator da matéria. O presidente nacional da OAB salientou que essa é uma questão vital para a Advocacia brasileira e que o cadastro só terá eficácia se for mantido atualizado por cada Seccional da OAB. Ele observou que, ao lado de iniciativas como essa, a maior defesa que se pode fazer das prerrogativas dos advogados é fazer com que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) funcionem na plenitude do exercício de suas funções. (Site do Conselho Federal) O presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, salientou que essa é uma questão vital para a Advocacia brasileira e que o cadastro só terá eficácia se for mantido atualizado por cada Seccional. 4

5 Número de cursos de Direito pode crescer, no Amazonas O Amazonas poderá ganhar mais um curso de graduação em Direito. A Comissão Nacional de Educação Jurídica examina outro pedido de autorização, de uma instituição privada do Estado, para abertura de curso superior na área jurídica. O processo do Amazonas faz parte de uma lista de 20 instituições que solicitam autorização, reconhecimento e renovação, para cursos de graduação em Direito, em 10 Estados brasileiros. Caso a instituição de ensino superior responsável pelo pleito, no Amazonas, obtenha a autorização junto ao Ministério da Educação (MEC) para funcionamento do curso, passará a ser 11 o número de organizações, que oferecem graduação na área jurídica. A avaliação está em conformidade com o preceito legal que dá à OAB a prerrogativa de opinar previamente nos processos de criação, reconhecimento ou credenciamento de novos cursos junto ao MEC (Lei 8.906/2004). Os pareceres da Comissão, apesar de sua previsão legal, têm caráter meramente opinativo (e não vinculativo) junto ao Ministério. Os resultados dos cursos que obtêm parecer favorável são encaminhados pelo presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, ao MEC. Dentre os critérios avaliados pela OAB, para justificar a abertura de um curso jurídico, destacam-se o projeto educacional da faculdade, a qualidade do corpo docente, a estrutura física e se a instituição atende ao requisito social exigido para seu funcionamento. No caso do Amazonas, o trabalho de avaliação destes quesitos é realizado pela Comissão de Ensino Jurídico da OAB/ AM, que cumpre o cronograma de visitas nas instituições, a fim de observar as condições de ensino infraestrutura, quadro docente, objetivos, currículo, entre outros aspectos, que devem assegurar a qualidade do ensino jurídico. (Assessoria da OAB/AM, com informações da OAB Nacional) Caso a instituição responsável pelo pleito obtenha autorização junto ao MEC, passarão a existir 11 cursos de graduação no Estado. 5

6 Jurisprudência Suicídio e embriaguez não geram exclusão automática do direito à cobertura do seguro De um lado, o cidadão em busca de alguma segurança financeira, em caso de acidente; de outro, a empresa seguradora, que oferece essa possibilidade mediante o pagamento de determinada quantia. No meio disso tudo, o Judiciário, tentando compor conflitos, reprimir fraudes e dirimir controvérsias advindas dessa relação. Entre as questões mais polêmicas já examinadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre o tema, está a discussão a respeito da perda da cobertura securitária em casos de suicídio e embriaguez ao volante. A história sempre começa mais ou menos do mesmo jeito: tudo vai indo bem, até que chega a hora de a seguradora cumprir o combinado. Diante de certas circunstâncias que envolveram o sinistro, a empresa se recusa a pagar, e então o beneficiário do seguro vai à Justiça. Num desses casos, um beneficiário de Minas Gerais ajuizou ação ordinária de cobrança contra o Santander Brasil Seguros S/A, pretendendo obter o pagamento de indenização no valor de R$ 200 mil, além de ressarcimento de despesas de assistência funerária de, aproximadamente, R$ 3 mil. Os valores decorriam do seguro de vida contratado em 12 de dezembro de 2005 por sua companheira, que cometeu suicídio em maio de Em primeira instância, a ação foi julgada improcedente. Segundo o juiz da 25ª Vara Cível da comarca de Belo Horizonte, como o seguro foi contratado em 2005, aplica-se o Código Civil de Nessa perspectiva, não vejo como acolher a pretensão autoral, sendo certo que o suicídio ocorreu no interregno de dois anos contados da assinatura do contrato, delineando- -se hipótese legal de exclusão da cobertura, considerou. Houve apelação, mas o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ/MG) manteve a sentença. Ao negar provimento, o tribunal mineiro entendeu que, antes da vigência do Código Civil de 2002, cabia às seguradoras comprovar que o suicídio havia sido premeditado, para que pudessem se eximir do pagamento de indenização securitária decorrente desta espécie de morte. A partir da vigência do novo Código Civil, essa controvérsia já não mais se sustenta, haja vista a adoção de critério objetivo no próprio texto, afirmou o desembargador relator em seu voto. Segundo o artigo 798 do CC/2002, o beneficiário não tem direito ao capital estipulado quando o segurado se suicida nos primeiros dois anos de vigência inicial do contrato, ou da sua recondução depois de suspenso. No Recurso Especial para o STJ (REsp ), a defesa do beneficiário do seguro alegou que é necessária a comprovação, por parte da seguradora, de que o suicídio foi premeditado. Afirmou, também, que o acórdão recorrido era contrário à jurisprudência da Corte. Ônus da seguradora O recurso especial foi provido. Inicialmente, cumpre observar que, na vigência do Código Civil de 1916, somente mediante a comprovação da premeditação do suicídio do segurado, ônus que cabia à seguradora, tinha lugar a negativa de pagamento da indenização securitária, explicou o ministro Massami Uyeda, ao votar. O relator observou que o entendimento dado ao dispositivo legal pelo Supremo Tribunal Federal está representado no enunciado da Súmula 105. Salvo se tiver havido premeditação, o suicídio do segurado no período contratual de carência não exime o segurador do pagamento do seguro, diz o texto. Ele lembrou que o entendimento do STJ foi no mesmo sentido, ao editar a Súmula 61: O seguro de vida cobre o suicídio não premeditado. Segundo o ministro, é possível a interpretação entre os enunciados das Súmulas 105 do STF e 61 do STJ na vigência do Código Civil de De acordo com a redação do artigo 798 do CC/2002, o beneficiário não fará jus à cobertura securitária se o suicídio for praticado pelo segurado nos primeiros dois anos de vigência inicial do contrato. Todavia, a interpretação literal do disposto no artigo 798 do Código Civil de 2002 representa exegese estanque, que não considera a realidade do caso com os preceitos de ordem pública, estabelecidos pelo Código de Defesa do Consumidor, aplicável obrigatoriamente aqui, em que se está diante de uma relação de consumo, ressaltou o relator. Para ele, o legislador procurou evitar fraudes contra as seguradoras na hipótese de contratação de seguro de vida por pessoas que já tinham a ideia de suicídio quando firmaram o instrumento contratual. Ele observou que uma coisa é a contratação causada pela premeditação ao suicídio, que pode excluir a indenização. Outra, diferente, é a premeditação do próprio ato suicida. Ainda que a segurada tenha cometido o suicídio nos primeiros dois anos após a contratação, não há falar em excludente de cobertura, uma vez que não restou demonstrada a premeditação, acrescentou. A decisão condenou a seguradora ao pagamento da indenização securitária, bem como ao auxílio funeral, com correção pelo IGP-M, desde a data da apólice, e juros de 1% ao mês, contados da citação. Critério objetivo Em outro caso (Ag ), a mesma seguradora insistiu no argumento de que o novo Código Civil estabeleceu um critério objetivo para a indenização do suicídio, que só deve ser paga caso a morte ocorra após dois anos do início da vigência do contrato, não mais se cogitando sobre a premeditação. Ao negar provimento e manter a condenação, o ministro Sidnei Beneti observou que o biênio previsto no artigo 798 do CC/02 tem como objetivo evitar infindáveis discussões judiciais a respeito da premeditação do suicídio do segurado, geralmente ocorrido anos após a celebração do contrato de seguro. À luz desse novo dispositivo legal, ultrapassado o prazo de dois anos, presumir-se-á que o suicídio não foi premeditado, mas o contrário não ocorre: se o ato foi cometido antes desse período, haverá a necessidade de prova, pela seguradora, da premeditação, considerou. Em sua obra Instituições de Direito Civil, o jurista Caio Mário da Silva Pereira afirma que a prova da premeditação é imprescindível, sob pena de o segurador obter enriquecimento sem causa, diante das pesquisas da ciência no campo da medicina envolvendo a patologia da depressão. Na decisão, o ministro reconhece que a intenção do dispositivo é evitar fraudes contra as seguradoras. Porém, isso não justifica a falta de pagamento se não comprovado que o segurado agiu de má-fé, ou melhor, que não premeditou o ato extremo, afirmou. Boa-fé e lealdade No julgamento do REsp , com o mesmo tema, 6

7 a ministra Nancy Andrighi lembrou que as regras relativas aos contratos de seguro devem ser interpretadas sempre com base nos princípios da boa-fé e da lealdade contratual. Essa premissa é extremamente importante para a hipótese de indenização securitária decorrente de suicídio, pois dela extrai-se que a presunção de boa-fé deverá também prevalecer sobre a exegese literal do artigo 798 do CC/02, declarou a relatora. Segundo a ministra, não é razoável admitir que, na edição do citado artigo, o legislador, em detrimento do beneficiário de boa-fé, tenha deliberadamente suprimido o critério subjetivo para aferição da premeditação do suicídio: O período de dois anos contido na norma não deve ser examinado isoladamente, mas em conformidade com as demais circunstâncias que envolveram sua elaboração, pois seu objetivo certamente não foi substituir a prova da premeditação do suicídio pelo mero transcurso de um lapso temporal. Em seu voto, a relatora faz distinção entre a premeditação que diz respeito ao ato do suicídio daquela que se refere ao ato de contratar o seguro com a finalidade única de favorecer o beneficiário que receberá o capital segurado. Somente a última hipótese permite a exclusão da cobertura contratada, pois configura a má-fé contratual, afirmou. Para o ministro Luis Felipe Salomão (Ag ), se alguém contrata um seguro de vida e depois comete suicídio, não se revela razoável, dentro de uma interpretação lógico- -sistemática do diploma civil, que a lei estabeleça presunção absoluta para beneficiar as seguradoras. Entendo que o dispositivo não teve o condão de revogar a jurisprudência tranquila da Corte, cristalizada na Súmula 61. Deve-se buscar, na realidade, interpretar a norma de forma extensiva, tomando-se como base os princípios que nortearam a redação do novo código, entre os quais os princípios da boa-fé e da função social do contrato, acrescentou. Embriaguez Quando o segurado contrata seguro de vida, dirige bêbado e morre, o beneficiário perde ou não o direito à cobertura? Em ação de cobrança proposta por uma viúva contra a seguradora, ela afirmou que o ex-marido, que possuía a apólice de seguro de vida em grupo, envolveu-se em acidente automobilístico, em decorrência do qual faleceu. Apresentou à empresa a documentação necessária para o pagamento da indenização. Posteriormente, a empresa informou que o pagamento referente à garantia básica, no valor de R$ ,99, já estava sendo providenciada. Comunicou, no entanto, que não seria possível o pagamento da Garantia por Indenização Especial por Acidente, em vista da comprovação de que o segurado encontrava-se alcoolizado (26,92 dg/litro), o que excluiria a possibilidade da indenização. Na ação, ela afirmou que a simples alegação de embriaguez não pode servir de justificativa para o não pagamento da indenização. Para o advogado, a empresa deveria comprovar cabalmente o nexo causal entre a bebida e o acidente, e não se ater a meras conjecturas. Ainda que tenha ocorrido o nexo causal, não houve voluntariedade do condutor em provocar o acidente, acrescentou. A seguradora contestou dizendo que a viúva não faz jus à cobertura especial por morte acidentária, que consiste em um adicional de 100% da garantia básica, visto que o contrato traz como causa de exclusão expressa do pagamento a configuração da embriaguez do segurado, causadora do sinistro. Alegou ainda que a indenização relativa à cobertura básica já havia sido devidamente paga, conforme reconhecido pela viúva. Em primeira instância, o pedido foi julgado improcedente, considerando-se indevido o pagamento da indenização. A viúva apelou, mas o Tribunal de Alçada de Minas Gerais negou provimento ao recurso, mantendo a sentença. No recurso especial para o STJ (REsp ), a viúva alegou que o boletim de ocorrência e o exame de corpo de delito não seriam suficientes para provar o nexo de causalidade entre a embriaguez do segurado e o acidente que o vitimou. Relator do caso, o ministro Humberto Gomes de Barros destacou que a embriaguez do segurado, por si só, não exclui direito à indenização securitária. Segundo ele, a cláusula restritiva contida em contrato de adesão deve ser redigida com destaque a fim de permitir ao consumidor sua imediata e fácil compreensão. O fato de a cláusula restritiva estar no meio das outras, em negrito, não é suficiente para atender à exigência do artigo 54, parágrafo 4º, do Código de Defesa do Consumidor, disse o ministro. Nexo causal Em outro caso (REsp ), após a morte do marido, em novembro de 2002, exame de teor alcoólico comprovou a substância no sangue e a seguradora negou o pagamento à viúva, proprietária do automóvel sinistrado. Na ação, a defesa da viúva afirmou que não foi observado o contraditório em relação ao exame, bem como a perícia no local e, ainda, que a proprietária do veículo não concorreu para o evento danoso ou para aumentar os riscos do sinistro. Em primeira instância, a ação foi julgada improcedente. Na apelação, a defesa sustentou que ela não tinha como saber que o marido estava bêbado, inclusive porque utilizava medicamentos incompatíveis com bebida alcoólica. Segundo argumentou, o condutor do veículo, terceiro, poderia ter ingerido bebida alcoólica no trajeto de sua residência até seu destino. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul negou provimento à apelação e a defesa recorreu ao STJ, afirmando ter havido quebra do contrato firmado entre as partes, na medida em que foi provado o agravamento do risco de acidente por estar o condutor do veículo embriagado. No recurso especial, a defesa apontou negativa de vigência ao artigo do CC/1916, sob o fundamento de ter havido apenas presunção e não provas quanto ao agravamento do risco; que não foi provado o nexo causal entre o acidente e a embriaguez, sendo devida a cobertura securitária; que o fato de haver condução do veículo por pessoa supostamente embriagada não é causa de perda do seguro, ou seja, a prova é necessária. Constata-se que a fundamentação do julgador foi de haver quebra do contrato de seguro por estar comprovada a embriaguez do motorista, ou seja, que havia 17 dg de álcool etílico por litro de sangue no motorista e que isso já foi o suficiente para criar uma situação de risco, além do simples acaso, considerou, inicialmente, o ministro Aldir Passarinho Junior, relator do caso. O ministro entendeu que a cláusula excludente da responsabilidade não é abusiva, e que compete ao segurado evitar o agravamento dos riscos contratados, nos termos do artigo do Código Civil, sob pena de exclusão da cobertura. Não vejo nulidade na cláusula em comento. O que depende é a circunstância concreta em que ela é aplicada para efeito de afastamento do dever de indenizar, assinalou. Segundo observou o relator, o acórdão recorrido não afirmou, peremptoriamente, que a causa do acidente foi a embriaguez, mas sim que não deve a seguradora cumprir o acordado pelo fato de o motorista estar embriagado. Como visto nos precedentes, o só fato da ingestão de álcool não conduz ao afastamento da obrigação de indenizar, porquanto a cobertura securitária objetiva, precisamente, cobrir os danos advindos dos acidentes, e não se espera que tais sinistros sejam, sempre, causados por terceiros. Em grande parte provocam-nos os próprios segurados, que, cautelosamente, se fazem cobrir pelo pagamento de um oneroso prêmio, acrescentou. (Site do STJ) 7

8 ESA/AM compõe diretoria da Revista Advocatus Brasil Me A proposta ea audae. da Sunt publicação verciae. nasceu Et liquas no am, início od deste quidus ano, eturit, já com cusame a expectativa pa veriorit, de se odit tornar latus, o maior ipienima periódico commodi jurídico ciendelest em circulação pos consequatur? no país. Cori Representantes das escolas elegeram diretoria do novo veículo A diretora da Escola Superior de Advocacia do Amazonas (ESA-OAB/AM), Grace Benayon, foi eleita diretora financeira da revista Advocatus Brasil, publicação jurídica de circulação nacional que deverá ter sua primeira edição lançada em junho deste ano. A eleição ocorreu em reunião de dirigentes das escolas de Advocacia do Brasil, nos dias 29 e 30 de março, na ESA/Rio de Janeiro. A diretora da ESA-OAB/AM explica que a publicação é inspirada na revista Advocatus, editada pela ESA da OAB de Pernambuco. A proposta da publicação nasceu em janeiro deste ano, já com a expectativa de se tornar o maior periódico jurídico em circulação no país. Terá tiragem inicial de 150 mil exemplares. Grace Benayon explica que se trata de um veículo de comunicação com caráter eminentemente técnico e que terá a função de difundir o conhecimento jurídico, voltado para a integração nacional dos advogados. Inicialmente, a periodicidade da revista será anual, com possibilidade de ser semestral após a primeira edição. Além de matérias de interesse da Advocacia, a revista será composta de editorial, entrevistas, artigos e jurisprudência comentada. Para coordenar o funcionamento administrativo-financeiro e editoração da revista, os dirigentes das Escolas Superiores de Advocacia elegeram, entre os representantes das Seccionais de todo o Brasil, os membros do Conselho Gestor, Diretoria Executiva, Conselho Editorial e Conselho de Apoio e Pesquisa. 8

9 Corregedoria reforça orientação aos profissionais e seus clientes A Corregedoria Geral da OAB/AM está fortalecendo sua atuação, com base na política de orientação à categoria e aos cidadãos, que registram queixas contra profissionais da Advocacia. A proposta tem o objetivo de evitar o registro de denúncias, que são estritamente resultantes da falta de informação, segundo salienta o corregedor-geral Raimundo de Amorim Francisco Soares. O corregedor afirma que grande parte de denúncias que chegam ao órgão está relacionada à insatisfação do cliente em relação ao pagamento dos honorários do advogado, especialmente na Justiça do Trabalho. O cliente acredita que está pagando ao profissional mais do que deveria. Muitas vezes, trata-se de um equívoco do contratante, ressaltou. Situações deste tipo, diz ele, são resolvidas com esclarecimento. Raimundo Amorim orienta que, em caso de dúvida sobre pagamento de honorários advocatícios, o contratante do serviço deve buscar esclarecimento na Corregedoria. Contamos com uma equipe de 10 advogados auxiliares, que podem esclarecer essas dúvidas e evitar, inclusive, a abertura de um processo disciplinar, sem necessidade, afirmou Amorim. Ele frisa que a atuação da Corregedoria vem superando o objetivo de punir profissionais por desvios de conduta. Nossa proposta é, sobretudo, dar uma solução para as situações que chegam até nós, ressalta. A Corregedoria tem buscado, também, advertir o advogado sobre falhas de comunicação que podem ser evitadas. Recebemos reclamações de clientes afirmando que o advogado não está fazendo o que deveria para sua causa obter uma decisão na Justiça. Muitas vezes, vimos que a denúncia é improcedente, destaca. Nestes casos, o corregedor ressalta que, nem sempre, o cliente foi advertido pelo advogado sobre a lentidão da Justiça brasileira e sobre as peculiaridades de cada processo. Há, também, casos em que apesar de instruído, o cliente não aceita a justificativa do profissional sobre a demora no processo judiciário. A orientação é que o advogado mantenha o seu cliente sempre informado, a cada medida adotada. O corregedor-geral explica que as denúncias feitas ao setor são distribuídas por sorteio para um relator, que dá seu parecer em até 30 dias. De acordo com Amorim, após a avaliação inicial, o relator poderá adotar duas medidas: arquivamento do pleito por falta de provas ou pedir uma audiência entre as partes. Por este motivo, a orientação para os denunciantes é que reúnam os documentos que possam comprovar a reclamação, a fim de que possam entregá-los na Corregedoria, no ato da denúncia. Geralmente, a audiência é o caminho transcorrido pelo processo administrativo disciplinar, conforme observa o corregedor. Em muitos casos, diz ele, o impasse é solucionado na primeira audiência, por meio de um acordo que atende aos interesses das partes envolvidas. Já nas situações em que o denunciante decide manter a reclamação e fica comprovada culpa do profissional, o processo pode resultar em advertência, suspensão ou mesmo na expulsão do advogado dos quadros da OAB, explica. Amorim frisa, ainda, que a Corregedoria está atuando na fiscalização da conduta ético-disciplinar dos advogados, com imparcialidade. Está contribuindo, também, em esforço conjunto com a Seccional, para combater os preconceitos, que são oriundos da falta de conhecimento sobre o papel da Advocacia. É claro que existem condutas inadequadas e, quando as identificamos, o advogado recebe a punição devida. Não podemos, entretanto, permitir que toda a categoria seja taxada injustamente, pelos erros de alguns, avalia. Raimundo Amorim soluciona impasses com base no regulamento A Corregedoria está fiscalizando a conduta ético-disciplinar do advogado com imparcialidade. Está contribuindo, também, em esforço conjunto com a Seccional, para combater preconceitos sobre o papel da Advocacia. 9

10 OPINIÃO A nefasta criminalização da Advocacia Fábio Tofic Simantob A história da advocacia criminal é a história da perseguição aos advogados e das tentativas de acovardar a profissão. Sacerdócio árduo e sofrido, como dizia Henri Robert, a coragem se tornou o atributo mais importante do advogado criminal. Durante o chamado período do terror da revolução francesa, os advogados compareciam aos julgamentos da convenção mesmo sob a ameaça expressa de serem guilhotinados com seus clientes. É célebre a frase com a qual Nicolas Berryer costumava iniciar suas defesas no tribunal revolucionário: Trago à convenção a verdade e a minha cabeça; poderão dispor da segunda, mas só depois de ouvirem a primeira. Mal falado, achincalhado e colocado na mesma vala comum de seus clientes, vítima de agressões em razão do mero ofício, o advogado foi um dos poucos que, ao longo da história, saiu em defesa dos oprimidos e perseguidos. Mal vistos aos olhos de cortesãos por defenderem apaixonadamente homens do povo, seriam no instante histórico seguinte os únicos a saírem em socorro de reis e rainhas, cujas cabeças eram postas à beira do cadafalso do terror revolucionário. Quando a opinião pública se voltou contra os judeus na França, foi um advogado sem falar em Émile Zola com o J accuse que saiu em defesa de Dreyfus para provar que o borderô usado contra ele era falso. Graças à atuação de advogados, muitas vezes sem ganhar qualquer tostão, milhares de presos políticos escaparam das masmorras brasileiras durante a ditadura militar, mesmo correndo o risco de serem confundidos com a militância política de seus clientes. Quando as ideologias tomavam conta do mundo, Rui Barbosa responde a uma consulta, formulada pelo amigo Evaristo de Moraes, e em uma carta intitulada O dever do advogado, aconselha o famoso rábula, seu correligionário, a aceitar a defesa criminal de Mendes Tavares, então antogonista do civilismo liderado por Rui, por considerar que o munus do advogado criminal está acima das disputas políticas. Nesta famosa missiva, o mestre Rui Barbosa assim dizia ao amigo Evaristo: Recuar ante a objeção de que o acusado é indigno de defesa, era o que não poderia fazer o meu douto colega, sem ignorar as leis do seu ofício, ou traí-las. Tratando-se de um acusado em matéria criminal, não há causa em absoluto indigna de defesa. Ainda quando o crime seja de todos o mais nefando, resta verificar a prova; e ainda quando a prova inicial seja decisiva, falta, não só apurá-la no cadinho dos debates judiciais, senão também vigiar pela regularidade estrita do processo nas suas mínimas formas... Partidário da mesma opinião, após o levante comunista de 1935, Sobral Pinto, conhecido por suas convicções católicas e anti-comunistas, aceita defender Luiz Carlos Prestes, inimigo número 1 de Vargas. Não importa se bem pagos ou não, os advogados nunca arredaram pé de seu mister de sair na defesa intransigente dos direitos do réu. Adormecido por alguns anos a sociedade logo se esquece das contribuições de suas Genis o ódio contra o advogado ressuscita agora com nova roupagem, desta vez sob o pretexto de se combater os crimes econômicos, em especial, a lavagem de dinheiro. O objetivo é mal disfarçado: agrilhoar o regular exercício da defesa criminal, trocando-se a gilhotina pela gatunagem, metendo-se a mão no bolso do advogado. Já aprovado na Câmara dos Deputados, o PL n /08 pretende obrigar os advogados a comunicarem operações de natureza suspeita por envolverem dinheiro supostamente oriundo de crime. Tal proposta implica duas coisas: uma é proibir o advogado de receber honorários dos clientes acusados de enriquecerem ilicitamente, e a outra é aniquilar, no exercício da Advocacia empesarial, pressuposto deontológico da profissão, que é o dever de guardar sigilo sobre o que lhe é confidenciado a quatro paredes. Como toda proposta totalitária esta também se apóia em generalizações grotescas. Sim, pois é claro que o advogado que auxilia o cliente a ocultar ou dissimular a origem de bens ou valores provenientes de crime poderá responder pelo crime de lavagem e, para isto, a lei não precisa ser mudada, dado não existir qualquer imunidade para os advogados neste sentido. Assim, pode responder por lavagem o advogado que simula contrato de honorários apenas para permitir a colocação do produto do crime em local seguro, devolvendo-o depois pouco a pouco de acordo com as pequenas necessidades do cliente. Se receber os honorários e não declarar o valor ao fisco, estará sonegando e também poderá responder por prática de crime. Agora, existem vozes pedindo mais. Querem acoimar de ilícitos também os honorários pagos por um serviço prestado, com o devido recolhimento de impostos. Ora, receber pelo serviço é direito do advogado, independentemente de quem seja o réu! Ou então o Estado teria que pedir de volta o dinheiro ilícito pago ao médico, ao arquiteto, ao alfaiate, ao restaurante, ao próprio Estado, quando do pagamento de impostos, das taxas municipais, às concessionários de automóveis, afinal ou o dinheiro é sujo para todo mundo ou não é para ninguém. Afinal, o que se pretende com tal projeto é impedir o advogado de trabalhar, tornar a advocacia uma profissão de risco, almejando com isto uma única coisa: restringir a atividade do advogado e cercear o direito de defesa dos acusados. O maior equívoco de todos é na verdade não conhecer a natureza da advocacia; o pior de tudo é acharem que pondo peias à nossa profissão, deixaremos de exercer o nosso sacerdócio. Se a ideia é acovardar a advocacia, é importante que saibam estes ingênuos formuladores de panaceias legislativas: se nos tirarem os honorários, defenderemos de graça; se nos cortarem as mãos, escreveremos com o sangue; se nos calarem a boca, defenderemos com a alma; e se quiserem cortar fora nossas cabeças, terão primeiro que ouvir a nossa verdade. Fábio Tofic Simantob é advogado criminalista. Formado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, é sócio- -fundador e diretor do Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD) e membro da Comissão de Direito Criminal e conselheiro da Comissão de Prerrogativas da OAB/SP. 10

11 Caixa inicia atividades em nova sede A Caixa de Assistência dos s do Amazonas (CAA/AM) já está funcionando em sua nova sede, que fica anexa ao prédio da OAB/AM, na avenida Jornalista Umberto Calderaro Filho, nº 2000, Adrianópolis. O espaço deverá ser inaugurado oficialmente, até o fim de maio. No entanto, os advogados que desejarem atendimento já podem se dirigir ao novo endereço. A nova sede da Caixa agora conta com um espaço cinco vezes maior, para atender os seus associados com mais comodidade, conforme salienta o presidente da CAA/ AM, Jairo Bezerra. Além disso, nesta nova sede, será possível ampliar o leque de serviços prestados aos advogados, destaca. Jairo Bezerra explica que a mudança de endereço da Caixa do centro da cidade para o bairro Adrianópolis e a reforma da própria sede da OAB/AM foi resultado de investimento dos recursos provenientes do Fundo de Integração e Desenvolvimento Assistencial dos s (Fida). Do total de 27,5% do valor da anuidade paga pelo advogado à OAB/AM, a Caixa destina 7,5% para as obras. Infraestrutura Uma das novidades é que a instalação conta com Sala de Treinamento. No local, serão realizados workshops, palestras, entre outros eventos, que visam contribuir com a formação do profissional. O advogado associado também poderá optar pelos novos serviços da área de saúde, que deverão estar em funcionamento na sede, até o fim de maio. O espaço conta com um consultório médico, dois gabinetes odontológicos, além de serviços de massoterapia e pilates atividades que refletem positivamente na qualidade de vida de quem as pratica. Outras informações sobre os serviços podem ser adquiridas pelo telefone Associado e seus dependentes já estão sendo atendidos no novo endereço, com mais conforto 11

12 Convênios beneficiam a categoria, avalia dirigente O presidente da Caixa de Assistência dos s, Jairo Bezerra, fala à Voz do sobre as conquistas que a categoria obteve, na área de benefícios e convênios. O dirigente volta a reforçar as vantagens que o advogado pode assegurar utilizando os serviços da Caixa de Assistência, que tem como objetivo assegurar qualidade de vida aos seus associados, conforme ele ressalta na entrevista. Confira, a seguir. A Voz do (AVA) Qual a avaliação que o senhor faz sobre o trabalho desenvolvido pela CAA-AM em 2011? Jairo Bezerra (JB) Logo que assumimos, verificamos que o advogado era pouco informado sobre a existência da CAA e, principalmente, sobre quais serviços e benefícios, que a mesma dispunha a seu favor. Assim, é que arregaçamos as mangas no trabalho de divulgar e convocar os colegas a matricularem-se na CAA, ao mesmo tempo em que fizemos grande esforço, no sentido de aumentar os convênios, oferecendo maior gama de produtos e serviços aos colegas advogados. AVA Quais dos convênios fechados na gestão da atual diretoria, o senhor considera mais importantes para o advogado? JB Dos muitos convênios celebrados na atual gestão, podemos distinguir, pela relevância, o convênio de previdência com a OAB-PREVI, o convênio com os planos de saúde Bradesco Saúde e Hapvida e, na área de consumo, com a rede de Supermercados Friller e Postos de Gasolina. O primeiro é importante porque vai ao encontro da necessidade que tem o advogado autônomo em prover o futuro quando estiver em idade não produtiva. O segundo (planos de saúde) completa a oferta ao advogado e sua família, em diferentes faixas de rendimento. Já os convênios com a rede Friller e com os postos de gasolina proporcionam economia no orçamento familiar, pois os gastos com alimentação, materiais de construção e compra de utensílios são obrigatórios na família. E através do programa anuidade zero, o advogado opta por direcionar os descontos provenientes desses convênios para o pagamento de sua anuidade na OAB e para participação em cursos e viagens de estudo. AVA Todo advogado pode usufruir dos benefícios da CAA? JB Para usufruir da assistência proporcionada pela CAA, o advogado precisa de duas coisas: estar em dia com o pagamento de sua anuidade na OAB e ser matriculado na CAA. AVA Como o advogado se matricula na CAA? JB É muito fácil. Basta preencher um formulário com os dados de seus dependentes, fornecendo uma foto 3x4 sua e de cada dependente e na mesma hora recebe a carteira da matriculado na CAA. AVA Quanto o advogado paga pela matrícula e anuidade? JB É importante que o advogado tenha conhecimento de que pagando a anuidade da OAB parte deste valor é dirigido à CAA. Logo, ele não tem que pagar mais nada para se matricular, exceto o valor da carteira de matriculado, cujo valor é R$ 15. Jairo Bezerra faz avaliação de resultados Dos muitos convênios celebrados na atual gestão, podemos distinguir, pela relevância, o convênio com os planos Bradesco Saúde e Hapvida e, na área de consumo, com a rede de Supermercado Friller e Postos de Gasolina. 12

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