Companhia Energética de Minas Gerais Superintendência de Engenharia de Manutenção do Sistema Departamento de Engenharia de Manutenção de Transmissão

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1 Companhia Energética de Minas Gerais Superintendência de Engenharia de Manutenção do Sistema Departamento de Engenharia de Manutenção de Transmissão Manual de Manutenção de Subestações Recomendação Técnica para Realização de Serviços de Linha Viva ao Potencial em SEs Seção 1 Linha Viva Divisão de Manutenção de Linhas de Transmissão Belo Horizonte Setembro 1996

2 Companhia Energética de Minas Gerais Superintendência de Engenharia de Manutenção do Sistema Departamento de Engenharia de Manutenção de Transmissão Manual de Manutenção de Subestações Recomendação Técnica para Realização de Serviços de Linha Viva ao Potencial em SEs Seção 1 Linha Viva Divisão de Manutenção de Linhas de Transmissão Belo Horizonte Setembro 1996

3 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 01 2 INTRODUÇÃO REQUISITOS NECESSÁRIOS CAPACITAÇÃO DA EQUIPE EXECUTANTE DEVERES DO SUPERVISOR DE EQUIPE/SUPERVISOR DE SERVIÇO PLANEJAMENTO DE SERVIÇOS EXECUÇÃO DE SERVIÇOS MONITORAMENTO ESSENCIAL PARA A EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS Tensão Distâncias de segurança Campo elétrico Corrente de fuga Umidade relativa do ar/temperatura ambiente Ponto de Orvalho Classe de tensão ANDAIME MODULAR ISOLADO Montagem Teste de monitoramento do andaime Estaiamento do andaime Montagem da base ROUPA CONDUTIVA INFLUÊNCIA DO CAMPO ELÉTRICO ADVERTÊNCIAS BIBLIOGRAFIA 15

4 1 OBJETIVO O objetivo desta recomendação é prover os componentes das equipes de manutenção de LTs de informações específicas para a realização de serviços de linha viva ao potencial em SEs energizadas, estabelecendo critérios e procedimentos gerais que os oriente na execução desses trabalhos. 2 INTRODUÇÃO A metodologia do serviço de linha viva ao potencial em SEs energizadas vem sendo desenvolvida na Cemig desde 1991, pela Divisão de manutenção de linhas de transmissão. Durante todo esse tempo, como a Cemig não possuía suas próprias recomendações ou instruções técnicas sobre o assunto, todo o desenvolvimento feito baseou-se no documento: Recomendação para Manutenção em subestações energizadas SCM-081, elaborado em julho/89 pelo GTML grupo de trabalho de manutenção de linhas de transmissão, do GCOI. Esse trabalho foi elaborado por representantes de algumas concessionárias do país, aborda o assunto de maneira genérica e recomenda que cada empresa estabeleça seus próprios critérios segundo as características particulares de suas instalações. Portanto, esta recomendação técnica visa estabelecer critérios, parâmetros mínimos, regras básicas para o trabalho ao potencial nas instalações da Cemig, no intuito de padronizar a sistemática de trabalho e otimizar os serviços de manutenção de SEs, garantindo assim, níveis adequados de confiabilidade, qualidade e segurança na execução dos serviços. 3 REQUISITOS NECESSÁRIOS Para que a equipe de manutenção de LTs seja habilitada para atuar em serviços de linha viva ao potencial em SEs energizadas, torna-se necessário que todos os seus integrantes, inclusive o supervisor de serviço, preencham obrigatoriamente os seguintes requisitos: 1 - Ser treinado e credenciado para a execução de serviços de linha viva em LTs energizadas; 2 - Ter experiência mínima de 01(um) ano efetivo realizando trabalhos em LTs energizadas, nos métodos à distância e ao potencial. 3 - Ter concluído o curso de tecnologia de equipamentos de SEs ministrado pela EFAP-Sete Lagoas; 4 - Ter concluído o treinamento teórico e prático para serviços de linha viva ministrado pela divisão de manutenção de linhas de transmissão. O supervisor de equipes deverá ser habilitado para supervisionar serviços de linha viva em LTs e SEs. É recomendável o acompanhamento de um engenheiro para coordenar os serviços de linha viva. Pessoas que não sejam devidamente credenciadas e habilitadas para o serviço, nunca poderão compor a equipe para trabalhos em SEs energizadas. Deverá ser realizada uma reciclagem, pela divisão de manutenção de linhas de transmissão, com uma periodicidade de 02 anos, onde será reavaliada toda a equipe e confirmada, ou não, a habilitação de cada um de seus membros. 4 CAPACITAÇÃO DA EQUIPE EXECUTANTE 4.1- Os membros da equipe executante não poderão apresentar restrições físicas e/ou psicológicas (vide memorando MN/TM3-105/96); 1

5 4.2- Para que a equipe executante possa atuar nos serviços de linha viva ao potencial em SEs energizadas, é necessário que todos os seus integrantes sejam submetidos ao exame médico e psicológico periódico da empresa. Após a realização desses exames, a área de medicina do trabalho deverá fornecer um laudo médico, declarando cada integrante da equipe como apto a atuar em área de risco. 5 DEVERES DO SUPERVISOR DE EQUIPE/SUPERVISOR DE SERVIÇO 5.1- O supervisor de equipe/serviço deverá estar sempre com sua atenção voltada para o executante, principalmente quando o executante estiver no potencial; 5.2- O supervisor de equipe/serviço jamais deverá executar qualquer outra tarefa que desvie sua atenção do controle do serviço. Caso ele necessite mudar de posição durante a execução do trabalho e esse deslocamento implique em uma condição de risco para qualquer membro da equipe, ele deverá paralisar o serviço imediatamente com ordem clara para toda a equipe; 5.3- Caso o supervisor de equipe/serviço precise se ausentar do local de trabalho, ele deverá delegar sua supervisão para um componente da equipe, desde que ele possua habilitação para tal; 5.4- O supervisor de equipe/serviço nunca deverá utilizar gírias, termos ou palavreado impróprio para o serviço. Suas orientações devem ser muito claras, precisas e devem demonstrar sempre um perfeito domínio da situação; 5.5- Caso qualquer membro da equipe identifique uma situação de risco imediato durante a execução da tarefa, ele deverá manifestá-la imediatamente à pessoa que estiver em risco direto, não necessitando obrigatoriamente passar sua observação antes para o supervisor de equipe/serviço. Esse tipo de atitude não caracterizará um desrespeito ao supervisor de serviço e visará evitar um acidente com a equipe; 5.6- O supervisor de equipe/serviço deverá, quando da preparação de qualquer tarefa, verificar as condições físicas e psicológicas de toda a equipe, para que cada elemento desempenhe, a contento e com segurança, as suas funções. O eletricista de linhas e redes que estiver sem condições físicas e psicológicas não deverá fazer parte dos serviços; 5.7- O supervisor de equipe/serviço deverá ter participado de todas as etapas que antecederam a execução do serviço.(planejamento, análise de risco, etc.) 6 PLANEJAMENTO DE SERVIÇOS 6.1- Deverá ser feito com bastante antecedência um planejamento dos serviços a serem executados. Esse planejamento deverá ser iniciado com uma reunião no local do serviço com a presença mínima do engenheiro responsável, do supervisor de serviço, do supervisor de equipes, de pelo menos um eletricista da equipe de manutenção de LTs e de representantes das áreas de operação, proteção e controle, transformação e manobra. Constatada a necessidade de uma intervenção, deverá ser obtido o maior número possível de informações para subsidiar o planejamento da intervenção. Para tanto, são utilizados diagramas unifilares, planta do módulo a ser trabalhado, planta geral da subestação, detalhes dos equipamentos envolvidos, fotos, e ainda, proceder a uma análise in loco do serviço a ser realizado. Dependendo da complexidade do serviço, deverá ser estudado em conjunto com especialistas da área de operação e manutenção e sua execução deverá ser acompanhada por pessoal desta área. É 2

6 imprescindível que durante a realização do trabalho esteja presente um representante da área de operação pra sanar dúvidas ou situações não previstas, que ocorram durante a sua execução; 6.2- Quando da realização de trabalhos mais complexos, é necessário fazer uma simulação prévia do serviço em um local apropriado, podendo ser em um pátio de treinamento, em uma LT ou barramento desenergizado; 6.3- Após essas etapas deve-se fazer por escrito o passo a passo dos trabalhos e submetê-lo à apreciação de toda a equipe executante; 6.4- Na visita in loco, deve-se realizar uma inspeção rigorosa no estado dos equipamentos, pesquisar o histórico de manutenção dos mesmos, prever material reserva (parafuso, conectores, jumpers, etc) de forma que em caso de dano em qualquer um desses componentes, na retirada ou colocação, seja possível dar continuidade nos trabalhos; 6.5- No caso de substituição ou instalação de jumper provisório, consultar a tabela 1, para utilizar bypass correto; Tabela 1 Cabo flexível Corrente (Amperes) Seção Diâmetro Cobre Alumínio AWG/MCM mm2 mm 1/0 62,44 10, /0 78,55 11, /0 99,30 12, /0 125,10 14, ,50 15, ,70 17, ,4 198,40 18, ,10 21, ,50 22, ,30 25, ,00 28, ,20 30, Fonte: SCM-081, julho/ No caso de envolvimento simultâneo com outras equipes, no trabalho com a equipe de manutenção de LTs, é necessário que seja feita uma reunião antes do início dos trabalhos, onde todo o pessoal envolvido nas diversas áreas tenha conhecimento da totalidade dos serviços e do papel de cada equipe; 6.7- Deverão ser previstos no PLE todos os requisitos básicos para a execução dos serviços, tais como: Retirada de RA, abertura e fechamento de chaves seccionadoras e ações em outros equipamentos que possam interferir na realização do trabalho; 3

7 6.8- Recomenda-se que sejam tiradas fotos, feitos croquis ou filmagens no local do serviço ainda na fase de planejamento, para propiciar melhores condições na fase de análise, feita por toda a equipe que realizará os trabalhos; 6.9- Os integrantes da equipe de manutenção de LTs que participarem do planejamento do serviço precisam ter bom conhecimento de serviços de linha viva ao potencial em SEs e ter ainda conhecimentos básicos sobre diagramas de subestação; Deve-se planejar a execução do serviço de tal forma que ele inicie e termine no mesmo dia; Deverá ser conferida e, caso necessário, providenciada a limpeza do andaime, roupa condutiva e de todo o material de linha viva a ser usado na execução do serviço; Deverá ser providenciada a aferição do microamperímetro a ser usado no serviço. 7 EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS 7.1- A comunicação entre o supervisor de serviço e a sua equipe, sob o aspecto de segurança e realização de trabalhos, deverá ser limpa e clara de modo que todos os integrantes da equipe conheçam suas tarefas e atribuições muito antes do início da execução. Caso haja necessidade, o supervisor de serviço deverá repetir e esclarecer melhor suas orientações até que todos não tenham dúvidas sobre as mesmas; 7.2- É de responsabilidade do supervisor de serviço conferir todas as manobras junto com o operador da SE antes de começar o trabalho, observando inclusive a colocação de plaquetas de advertência nos equipamentos manobrados; 7.3- Não se deve deixar equipamentos de linha viva montados no pátio da SE para continuação dos serviços no outro dia, mesmo que o tempo esteja bom; 7.4- É primordial que seja feito o isolamento de toda a área de serviço, com a utilização de cordas, cones ou cavaletes, antes do início das atividades; 7.5- Os integrantes da equipe deverão utilizar a saída determinada da área de isolamento evitando pular essa demarcação, pois estaria contrariando as normas de segurança pré-estabelecidas; 7.6- Não se deve utilizar bombril para a limpeza de contatos e nenhum solvente inflamável em qualquer equipamento de SE energizada; 7.7- Todo e qualquer objeto que for passado ao eletricista que estiver ao potencial, deverá ser levado com auxílio de um bastão universal. Se esse objeto for metálico, ele deverá ser colocado em contato com o potencial antes que o eletricista o receba; 7.8- Quando estiver trabalhando no potencial, o eletricista deverá obrigatoriamente fazer uso dos óculos de segurança com lentes escuras, que protegerá sua visão de danos causados por eventuais arcos elétricos ou projeção de qualquer partícula durante a realização do trabalho. 8 MONITORAMENTO ESSENCIAL PARA A EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS A realização de serviços de linha viva ao potencial em SEs energizadas requer um monitoramento contínuo de alguns parâmetros primordiais para uma execução tranqüila e segura. A seguir faremos uma descrição sumária desses parâmetros. 4

8 8.1- Tensão O testador de ausência de tensão é um equipamento de uso obrigatório em qualquer serviço de linha viva em SEs. Deverá ser o primeiro equipamento a ser instalado e o último equipamento a ser retirado. Através de sinal sonoro, ele alertará a equipe executante, de um eventual desligamento do circuito em que estão trabalhando. Nesse caso deverá o supervisor de serviço retirar os eletricistas que estiverem trabalhando ao potencial e afastar toda a sua equipe até que o circuito seja religado. Outros fatores que justificam a utilização do testador de ausência de tensão são: a. Distância do local do serviço até a sala de comando da subestação; b. Dificuldade de comunicação entre a equipe de manutenção de LTs e a SE; c. Subestação não operada Distâncias de segurança Após a definição do local de instalação do andaime ou caminhão Hot Stick, deverão ser checadas as distâncias de segurança fase-terra e fase-fase, antes mesmo de sua montagem (ver tabela 2). Desse correto posicionamento, dependerá a segurança do eletricista que vai ao potencial. Tensão da parte energizada em Kv fase-fase Tabela 2 Distância entre o eletricista ao potencial e as partes aterradas (m) Distância entre o eletricista ao potencial e demais fases energizadas (m) 69 0,90 1, ,10 1, ,20 1, ,55 2, ,20 4, ,40 6,10 Fonte: Documento MN/TM Campo elétrico Deverá ser usado o medidor de campo elétrico para medir a intensidade do campo elétrico à que está sendo exposta toda a equipe e em função do valor encontrado, usar as medidas de segurança e proteção necessárias (ver item 10.2) Corrente de fuga Outro parâmetro que deverá ser monitorado desde o teste de colocação do andaime ou caminhão Hot Stick ao potencial até o final do serviço é o valor da corrente de fuga. Quando da montagem inicial do andaime, é instalado um microamperímetro na sua base metálica ou em uma base isolada próxima a ele, que ligado a uma cordoalha envolvendo os quatro lados dos primeiros módulos instalados, captará a corrente de fuga que está passando pelo andaime e indicará no visor o seu valor. A seguir essa corrente de fuga será drenada para a terra, através do próprio aterramento do andaime.(ver figura 1).Essa corrente de fuga deverá estar sempre abaixo dos limites máximos estabelecidos na tabela 3: 5

9 Tabela 3 Tensão fase-fase do sistema (Kv) Corrente máxima (µa) Fonte: SCM-081, julho/89. Após a montagem do andaime fora do potencial e antes do eletricista usá-lo para ter acesso ao equipamento a ser trabalhado, colocá-lo em contato com o potencial para o monitoramento da corrente de fuga existente. Esse procedimento deverá durar no mínimo 03(três) minutos. O valor da corrente de fuga deverá se estabilizar abaixo do valor máximo permitido em função da tensão de trabalho. Caso esse valor esteja acima, deve-se usar o seguinte procedimento: 1- Desmontar o equipamento, flanelar novamente todos os módulos e proceder a realização de um novo teste de isolamento com o testador de bastões Ritz Tester; 2- Verificar se o microamperímetro está aferido; 3- Verificar se as conexões da cordoalha e do microamperímentro estão devidamente conectadas; 4- Caso persista o problema, desmontar o andaime e lavá-lo. Apões lavagem deixar o equipamento em estufa até a sua secagem total. Guardá-lo em estufa no mínimo por 12(doze) horas e realizar novo teste de isolamento. Após o teste do andaime ao potencial e estando a corrente de fuga em valores abaixo do limite estabelecido, pode-se iniciar o serviço. E bom salientar que o simples fato de o eletricista subir no andaime faz com que ocorra uma pequena variação no valor da corrente de fuga, mas mesmo assim, ela deverá ficar abaixo do valor limite. A corrente de fuga deverá ser monitorada durante todo o tempo da realização do trabalho Umidade relativa do ar/temperatura ambiente O termohigrômetro é outro instrumento de uso obrigatório nos trabalhos em SEs, pois ele irá monitorar duas variáveis muito importantes no processo, que são: - Temperatura ambiente; - Umidade relativa do ar. Essas duas variáveis, por si só, podem não ser suficientes para decidir pela execução ou não de certo trabalho, mas elas serão indicativos importantes que devem ser considerados. A situação ideal para a execução de trabalhos em SEs é aquela onde o dia apresente sol forte, sem vento e baixa umidade relativa do ar. É bom salientar que o uso do bom senso ao analisar a situação do momento do serviço é muito importante, pois podemos ter a temperatura e a umidade relativa do ar em valores aceitáveis e ao se observar a presença de nuvens carregadas nas proximidades, a presença de ventos fortes que possam trazê-la associado a um tempo de execução de serviço prolongado, decidir-se pela não execução do trabalho. Não são permitidos trabalhos sob chuva, névoa, neblina, garoa ou ventos fortes. O monitoramento das condições atmosféricas deverá ser feito sempre quando se for trabalhar em condições duvidosas. Não devem ser iniciados trabalhos em SEs quando houver risco de ocorrência de chuva antes do prazo previsto para o término dos serviços. Caso durante a realização dos serviços acorra mudança repentina das condições meteorológicas, com chuvas ou chuviscos, os trabalhos devem ser interrompidos e as ferramentas isolantes que eventualmente estejam em contato com pontos energizados somente poderão ser manuseadas, após certificação de que elas se encontram limpas e secas. 6

10 8.6- Ponto de Orvalho A umidade atmosférica influi diretamente na capacidade isolante dos bastões e demais equipamentos isolantes. Devem ser tomados os cuidados necessários para se evitar que esses equipamentos sejam utilizados em condições em que se possa atingir o ponto de orvalho, que é a temperatura na qual a umidade se condensa na sua superfície. Para a correta determinação dessa condição, torna-se necessário o emprego de um termômetro de contato para se medir a temperatura dos equipamentos isolantes. Utiliza-se neste caso um bastão testemunha, de material idêntico aos demais, o qual deve ser deixado sob as condições ambientes (fora da carreta de linha viva) por pelo menos 05 (cinco) minutos antes do início das leituras. A tabela 3 permitirá determinar o Ponto de Orvalho na superfície dos equipamentos isolantes, recomendando-se não trabalhar quando a temperatura das ferramentas estiver menor de 3 C acima do ponto de orvalho. Pode-se usar também um processo prático que consiste em umedecer levemente, com um pano úmido, a superfície do bastão testemunha e se aguardar 05 (cinco) minutos. Se a película de umidade desaparecer, há condições seguras para a execução dos trabalhos. Não se dispondo de recursos para medir o ponto de orvalho, recomenda-se não trabalhar com a umidade relativa do ar acima de 65%. Tabela 4 Tabela para cálculo do ponto de orvalho Temperatura ambiente C -0, ,5-1,3 3,5 8,2 13,3 18,3 23,2 28,0 33,0 38,2 85-7,2-2,0 2,6 7,3 12,5 17,4 22,1 27,0 32,0 37,1 80-7,7-2,0 1,9 6,5 11,6 16,5 21,0 25,9 31,0 36,2 75-8,4-3,6 0,9 5,6 10,4 15,4 19,9 24,7 29,6 35,0 70-9,2-4,5-0,2 4,5 9,1 14,2 18,6 23,3 28,1 33, ,0-5,4-1,0 3,3 8,0 13,0 17,4 22,0 26,8 32, ,8-6,5-2,1 2,3 6,7 11,9 16,2 20,6 25,3 30, ,6-7,4-3,2 1,0 5,6 10,4 14,8 19,1 23,9 28, ,8-8,4-4,4-0,3 4,1 8,6 13,3 17,5 22,2 27, ,3-9,6-5,7-1,5 2,6 7,0 11,7 16,0 20,2 25, ,9-10,8-7,3-3,1 0,9 5,4 9,5 14,0 18,2 23, ,5-12,1-8,6-4,7-0,8 3,4 7,4 12,0 16,1 20, ,0-14,3-10,2-6,9-2,9 1,3 5,2 9,2 13,7 18,0 Fonte: SCM-091, junho/91. Umidade Relativa % Exemplo: Se a temperatura ambiente for de 30 C e a umidade relativa 65%, o ponto de orvalho será 22 C. Nenhum trabalho deve ser executado se a temperatura da superfície do bastão testemunha não for, no mínimo 25 C Classe de tensão Recomendamos que os trabalhos de linha viva ao potencial em SEs energizadas, sejam feitos nas tensões de 34,5 Kv a 500 Kv. Para trabalhos ao potencial nas tensões de 34,5 Kv a 138 Kv, deve-se observar que as configurações das SEs apresentam distâncias muito reduzidas entre os seus diversos equipamentos, e que esse fato obrigará a equipe a ter maior cuidado nesses trabalhos. 7

11 9 ANDAIME MODULAR ISOLADO O andaime básico é composto de base metálica, módulos, travessas diagonais, travessas laterais, plataforma de apoio com piso antiderrapante, bastões separadores de corda, trilhos para locomoção e espaçadores de travamento dos trilhos Montagem Antes da montagem do andaime, é necessário que seja feita a limpeza dos módulos e os teste de isolamento com uso do testador de bastões Ritz Tester RT-110/220; Para se determinar a altura de montagem do andaime para os serviços, deverá ser utilizado um bastão de medição telescópica Ritz Glass, ou o medidor de altura cabo solo (Supa Rule) ou ainda os documentos de projeto da SE. Nesse processo nunca deverá ser usada uma trena não isolada ou qualquer objeto metálico para fazer essa medição; A plataforma do andaime onde ficará o eletricista ao potencial, deverá ficar a uma altura tal que ele nunca trabalhe abaixo da parte energizada do equipamento. Ele deverá trabalhar sempre no mesmo nível ou acima do equipamento sob intervenção, observando as distâncias de segurança para os outros equipamentos próximos; Ao montar o andaime, tomar cuidado com as suas ferragens de conexão, observando a proximidade com algum equipamento energizado ou gap do pára-raios, para que não feche um curtocircuito; Na montagem do andaime deverá ser observado o lado de subida e descida do eletricista, de forma que seja garantida a sua segurança quando for escalar ou descer do mesmo; Observar a posição do corrimão que protege o eletricista no topo do andaime, de forma que ele fique em posição tal que não prejudique seus movimentos. O posicionamento do primeiro módulo e a altura desejada para o andaime, é que irão determinar a posição da janela sobre a plataforma do andaime, dando assim as melhores condições de trabalho para o eletricista; As travessas diagonais de trava do andaime deverão ser instaladas de forma cruzada para propiciar um melhor equilíbrio do mesmo; A tabela 4 a seguir mostra as distâncias mínimas que deverão ser observadas pelos eletricistas durante a realização dos trabalhos; Tensão da parte energizada em Kv fase-fase Tabela 4 Distância entre o eletricista ao potencial e as partes aterradas (m) 8 Distância entre o eletricista ao potencial e demais fases energizadas (m) 69 0,90 1, ,10 1, ,20 1, ,55 2, ,20 4, ,40 6,10 Fonte: Documento MN/TM3-021

12 O andaime é composto por módulos isolados, intercambiáveis, que permitem variações na montagem do mesmo. Essas variações de montagem permitirão alcançar alturas desejáveis e com o auxílio de módulos especiais com plataforma própria, facilitarão o acesso do eletricista aos equipamentos; Tendo em vista a configuração dos equipamentos energizados das SEs, por medida de segurança o eletricista deverá preferencialmente se posicionar por dentro do andaime ao realizar a sua montagem Teste de monitoramento do andaime Para que o andaime seja considerado como um equipamento em condições de ser colocado em serviço, deverá ser colocado em contato com o equipamento energizado e permanecer nessa posição por um período mínimo de 3 minutos, a fim de que seja verificada a condição de estabilização da corrente de fuga que será encontrada durante a realização do serviço. Se a leitura da corrente de fuga não for satisfatória (consultar a tabela 2), será necessário que seja feita a desmontagem completa do andaime, limpeza total do mesmo, reaperto de conexões e posterior teste para unificação de suas condições. Em hipótese alguma, se trabalhará com o andaime sujeito a corrente de fuga com valor superior ao máximo admitido na tabela; A corrente de fuga deverá ser monitorada desde o início até o final do serviço Estaiamento do andaime O estaiamento deverá ser colocado de 4 em 4 metros, usando o bastão separador isolante para cordas (código XFLV 2541 Ritz Chance, de diâmetro 25mm, carga de trabalho 500 dan) e corda de fibra sintética de diâmetro de 12mm na cor branca. A quantidade de corda e bastões utilizados será em função da altura do andaime; O uso dos bastões separadores será obrigatório sempre que as cordas de estaiamento passarem próximas a equipamentos energizados. Poderá haver situação que seja necessário o uso de mais de um bastão separador de corda, de forma que ela não fique próxima ao condutor. Poderá ser utilizada ainda a corda isolante; Em alturas superiores a 4 metros, o andaime deverá trabalhar com no mínimo dois níveis de estaiamento; Os estais deverão estar sempre colocados observando-se rigorosamente o prolongamento das diagonais do andaime. Deve-se atentar para o fato de que eles não devem sofrer desvios de posição muito grandes ou significativos. Isso significa segurança (ver figura 2); O tensionamento nos quatro estais do andaime deverá ser feito simultaneamente, mantendo-se assim o perfeito equilíbrio do andaime. Os estais deverão ser amarrados em piquetões estrategicamente colocados ou nos pórticos de equipamentos próximos.; 9

13 Certo Errado Figura Nunca deverão ser usados veículos para a amarração dos estais do andaime. Deve-se usar preferencialmente piquetões. Para a instalação de piquetão em área de subestação, é necessária a verificação do diagrama da malha de aterramento da mesma, procurando com isso evitar que ele seja instalado em um local não apropriado e que, portanto venha a causar danos à malha de aterramento, às canaletas, etc. Existe ainda o perigo de se encontrar cabos subterrâneos. Sugere-se utilizar as bases dos pórticos das subestações para essa amarração, usando-se ainda um cavalote para evitar danos às cordas Montagem da base A base metálica possui 04(quatro) sapatas reguláveis e rodas para sua locomoção. Essas sapatas reguláveis além de permitirem o correto nivelamento do andaime, permitem também um ganho de até 30 cm na sua altura Antes de iniciar a montagem deve-se procurar nivelar a brita ou o solo de forma que os trilhos da base fiquem bem nivelados e possibilitem que o carro se locomova bem. Poderá ser utilizado o nível de bolha nessa operação; Pose-se usar o artifício de montar a base sobre cruzetas deitadas ao solo de forma a permitir ganho de altura na plataforma do andaime. Esse artifício só deverá ser usado quando o andaime for montado em posição fixa no local de trabalho; O andaime deverá estar preferencialmente contrapinado, sendo que a altura máxima permitida nesse caso é de 15 metros, com carga de até 300 kg no topo. Caso o andaime não seja contrapinado ele só poderá ser montado com altura máxima de até 10 metros, com os mesmos 300 kg no topo; A base móvel é dividida em duas metades que são intertravadas por dois parafusos nas laterais que devem estar bem apertados para garantir sua junção; Após a movimentação da base móvel sobre os trilhos, e quando a mesma estiver na posição final, deverão ser instaladas as quatro sapatas laterais que o fixarão corretamente ao solo; Para o perfeito alinhamento dos trilhos, deverão ser instalados os espaçadores metálicos, colocando pelo menos um em cada par de trilhos; 10

14 Na locomoção do andaime, deveremos ter obrigatoriamente um homem em cada estai, e dois outros elementos fazendo a movimentação lenta e cadenciada da base do mesmo. Deverá ainda haver a supervisão lateral pelo supervisor de equipe/serviço; Deverá ser usado um nível de bolha para a conferência do nivelamento da base antes da montagem do andaime e posterior instalação das sapatas de acionamento manual que irão apoiar a unidade; Na montagem do andaime o eletricista deverá trabalhar preferencialmente por dentro do mesmo. Em situações fora do potencial e com grandes distâncias das partes energizadas, é possível que essa montagem seja feita por dois homens ao mesmo tempo; Após a montagem da base e antes de se iniciar a colocação dos primeiros módulos do andaime, deve-se colocar as duas travessas laterais FLV 3094/TL que servem como um reforço e segurança adicional ao andaime; A montagem do andaime deverá ser feita preferencialmente a uma distância superior à distância mínima de segurança, de tal forma que permita sua montagem sem a necessidade do uso de roupa condutiva. Essa distância deverá ser tal que permita a sua locomoção no menor espaço até o local do serviço. O uso da roupa será necessário quando o andaime for montado no local definitivo de trabalho, sem condição de movimentação, quando for montado em área restrita, ou ao lado do equipamento energizado. É importante observar que o andaime poderá ser montado sem o uso da roupa condutiva até a altura do pórtico que sustenta o equipamento a ser trabalhado; Quando da montagem do andaime em situação adversa, em que seja necessário que o eletricista já use a roupa condutiva, deve-se atentar para o fato de que ele deverá observar rigorosamente a distância de segurança até o equipamento, de forma que não o possibilite fazer uma ponte ou by pass entre a cabeça energizada e a base isolada; O eletricista deverá se movimentar somente e obrigatoriamente sobre os degraus antiderrapantes dos módulos e nunca por qualquer outra parte; Os degraus deverão ficar em posição tal que permitam ao eletricista subir e descer com a maior segurança; Montada a base e instalados os dois primeiros módulos, deverá ser colocada uma cordoalha que envolva totalmente os quatro lados do andaime, ela deverá estar fixada na parte isolada do módulo (ver figura 1); Utilizar sempre a plataforma completa não deixando espaços vazios que possibilitem a queda ou movimentação errada do eletricista ao potencial; O microamperímetro que será usado para medição da corrente de fuga poderá ser instalado: - Na própria ferragem da base do andaime: - Em uma base aterrada da SE nas proximidades do andaime. No segundo caso é necessário um cabo que irá conectá-lo à cordoalha do andaime. Esse cabo terá o comprimento necessário para a fixação do jacaré na cordoalha; 11

15 10 - ROUPA CONDUTIVA A roupa condutiva é utilizada para blindar o eletricista dos efeitos do campo elétrico. Baseia-se no princípio da gaiola de Faraday, cientista inglês, que concluiu, no século passado, que o campo elétrico no interior de uma esfera oca é nulo; O eletricista deverá vestir a roupa condutiva completa, isto é, incluindo o capuz, luva, meia e bota condutiva. Além de usá-la completa, o eletricista deverá fazer todas as suas conexões corretamente, pois este fato irá implicar em uma perfeita proteção e blindagem, garantindo assim a sua segurança; A roupa condutiva deverá ser mantida na estufa, sempre quando não estiver sendo utilizada. Apões o uso, devido à forte transpiração do eletricista e à sujeira recebida dos equipamentos em manutenção, recomenda-se lavá-la com uso de um sabão de coco neutro e escova de nylon macia. Para sua correta secagem ela deverá ficar ao sol e posteriormente ser guardada na estufa; A roupa condutiva nunca deverá ser utilizada como by pass, somente sendo utilizada para finalidade a qual se destina; Segundo o fabricante não existe um controle da vida útil dessa roupa, que a relacione com o número de serviços realizados ou horas de utilização da mesma. Deve-se observar suas condições de conservação em áreas críticas como debaixo do braço, pescoço e cintura. São essas as áreas onde o eletricista transpira mais e se a roupa não estiver em boas condições fará com que ele sinta um desconforto nesses locais. Esse é um indicativo para que ela seja retirada de uso; Deve-se evitar deixar a vestimenta de molho de um dia para o outro, pois isso pode provocar ferrugem nos botões e deteriorar a mesma; A vestimenta só deverá ser usada exclusivamente em serviços de linha viva; Deve-se verificar sempre se todas as conexões da vestimenta foram feitas corretamente, para ter certeza da boa condutividade dos componentes da mesma, blusa com luva, rabicho da blusa com calça, bastão de contato com calça, calça com meias; Recomenda-se não usar nenhum tipo de luva por cima da luva condutiva; Recomenda-se utilizar um pedaço pequeno de lona ou flanela limpa para forrar a plataforma do andaime, caso o eletricista necessite trabalhar agachado ou deitado, protegendo assim a sua roupa de um desgaste prematuro. As dimensões da lona ou flanela, não deverão ultrapassar os limites da plataforma; Teste elétrico Antes de ser utilizada, a roupa condutiva deverá passar por ensaio de laboratório que avaliará sua real condição. O ensaio verificará a continuidade elétrica da roupa entre os pontos mostrados na figura abaixo. A roupa estará em condições de uso quando confirmada essa continuidade elétrica entre todos os pontos mostrados e quando não apresentar furos ou rasgos (ver figura 3); Bota condutiva A bota deverá estar em perfeitas condições de uso, devendo-se observar os ensaios constantes da recomendação SCM-032; 12

16 Deverá ser feita uma avaliação periódica, por parte da equipe que estiver usando a bota condutiva, a fim de verificar suas reais condições. Ela não deverá ser usada quando estiver rasgada, molhada, com o solado solto ou suja de graxa; Deve-se verificar se a bota condutiva está devidamente conectada à roupa condutiva, a fim de garantir a boa condutibilidade da corrente de fuga. 11 INFLUÊNCIA DO CAMPO ELÉTRICO Devido ao não conhecimento das reais influências do campo eletromagnético sobre o eletricista que está trabalhando no potencial, recomenda-se a realização de um rodízio entre os eletricistas da equipe, visando assim minimizar o tempo de exposição de cada um. Além disso, o próprio uso da roupa condutiva, provoca uma transpiração excessiva no eletricista, o que irá provocar nele, um desgaste físico (stress) mais acentuado; Ao executar um trabalho em subestação, toda a equipe estará sujeita aos efeitos da exposição de campo elétrico e magnético do equipamento em manutenção e dos equipamentos próximos. O eletricista que irá trabalhar ao potencial estará protegido da influência do campo elétrico pela roupa condutiva, que irá minimizar o efeito desse campo. Porém a equipe mesmo no solo estará exposta a esses efeitos. Poderá ser realizada a medição do campo elétrico no local da SE onde deverá ser realizado o trabalho, ainda durante a fase de planejamento do serviço, de forma a prover a equipe das condições de segurança necessárias. A título de orientação, consultar a tabela 5 sobre as medidas de proteção que deverão ser adotadas de acordo com o valor do campo elétrico medido. Tabela 5 Campo Eletrostático Corrente no campo Medida de proteção 0 5 Kv/m Até 75 µa kv/m 75 a 150 µa Aterramento pessoal Kv/m 150 a 950 µa Aterramento pessoal e/ou bota condutiva Acima de 60 Kv/m Acima de 950 µa Vestimenta condutiva Fonte: SCM-081, julho/ ADVERTÊNCIAS Nem todos os serviços podem ser feitos em linha viva ao potencial em SEs energizadas, podendo haver casos em que seja necessário o desligamento de equipamentos envolvidos. Se houver possibilidade de execução em linha morta sem prejuízo para o consumidor e empresa, essa opção deverá ser considerada preferencialmente; Segundo orientações da política de segurança vigente na empresa, a divisão de manutenção de linhas de transmissão ao elaborar esse trabalho, tem a obrigação de traçar os parâmetros, critérios que regem os trabalhos de linha viva ao potencial em SEs. Porém a análise, planejamento e execução dos mesmos é de inteira responsabilidade da equipe executante; Caso seja necessário utilizar empreiteiras para a execução de serviços de linha viva ao potencial em SEs energizadas, aconselha-se observar os critérios estabelecidos nesta recomendação. Esses critérios deverão ser de plena concordância da empresa contratada. Os trabalhos de empreiteiras deverão ser supervisionados por pessoas devidamente credenciadas e habilitadas, que deverão seguir as normas vigentes na Cemig; 13

17 12.4- Mesmo que o eletricista possua laudo médico e psicológico que o declare em boas condições para o trabalho e ele tenha se saído bem nos treinamentos para serviços em SEs, o supervisor de equipe/serviço poderá afastá-lo da equipe a qualquer momento, desde que julgue suas ações como inadequadas a esse tipo de serviço. Sempre que for observado pelo supervisor de equipe/serviço, que algum elemento da equipe está apresentando problemas que possam comprometer a segurança da mesma ou dos serviços, ele deverá cientificar por escrito o setor responsável pela equipe em questão; A conexão do aterramento de segurança aos condutores e equipamentos desenergizados, deverá ser feita com o uso de varas de manobra atuando sobre grampos de aterramento apropriados. Somente após a instalação do aterramento de segurança é que a região será liberada para o manuseio direto. Da mesma forma, a desconexão do aterramento de segurança deverá ser feita também com varas de manobra; Para movimentar o andaime com o eletricista em cima da plataforma, atentar para que o andaime esteja com uma altura máxima de 6,0 m e que o percurso de locomoção do andaime nos trilhos, seja inferior a 2,0 m. Qualquer variação nesses parâmetros deverá ser avaliada através de uma análise de risco; Caso haja necessidade de se trabalhar com dois níveis de plataforma em um mesmo andaime e em uma mesma fase, deve-se atentar para o fato de que se os eletricistas estiverem muito próximos um do outro, poderá haver a necessidade de equalização do potencial entre eles; Nos trabalhos em linha viva ao potencial em SEs energizadas, por medida de segurança, é necessário que a equipe possua roupa condutiva reserva e um eletricista devidamente habilitado para atuar em caso de qualquer acontecimento ou emergência que possa vir a surgir durante a execução desse trabalho; Todos os trabalhos realizados em linha viva deverão estar em conformidade com as normas estabelecidas pela IDPT-5 A ; Todos os serviços devem ser executados com calma e segurança. Lembre-se sempre que, em serviço de linha viva, a pressa é um fator secundário. 14

18 13 - BIBLIOGRAFIA 1 - Manual de manutenção em linha viva MecMap Cemig maio/ Recomendação para manutenção em subestações energizadas SCM-081-GCOI-julho/ Manutenção em linhas de transmissão energizadas SCM-091-GCOI-junho/91. Recomendação elaborada por: - Roberto Carlos Drummond - Analdo Guissoni Neto Visto: Jonas Antunes da Costa Aprovada por: Oswaldo Luís Sartori Contagem, setembro de Divisão de manutenção de linhas de transmissão MN/TM3 15

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