Não devemos esquecer que a escolha dos equipamentos deverá, em qualquer situação, garantir conforto e segurança ao trabalhador nas três operações:

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1 TRABALHO EM ESPAÇOS CONFINADOS O objetivo deste informativo é apresentar, de forma simples, as quatro escolhas básicas que deverão ser feitas para especificação de um conjunto de equipamentos, exigidos pela NR do Ministério do Trabalho, para proteção ao trabalho e resgate em espaço confinado com risco de queda. Não devemos esquecer que a escolha dos equipamentos deverá, em qualquer situação, garantir conforto e segurança ao trabalhador nas três operações: a) Fácil movimentação de subida/descida. b) Proteção contra eventual queda. c) Rápido e fácil resgate por um só vigia. PRIMEIRA ESCOLHA BÁSICA: MOVIMENTAÇÃO POR ESCADA OU CADEIRA SUSPENSA? Para uso de escada devemos estar atentos às seguintes exigências do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE): 1. A escada de mão dentro do espaço confinado não pode ter comprimento maior que 6 metros (NR e 5.6). 2. A escada fixa, tipo marinheiro, com 6 ou mais metros de altura, deve ser provida de gaiola protetora (NR ). Para cada lance de 9 metros deve existir um patamar intermediário de descanso (NR ). Na movimentação vertical, dentro do espaço confinado, o uso das cadeiras suspensas apresenta as seguintes vantagens sobre as escadas: a) Uso imediato em qualquer altura. b) Modelos especialmente desenvolvidos para espaço confinado em que o trabalhador tenha necessidade de frente livre para operação de ferramentas ou instrumentos. Construção compacta com mínimo peso (de 5 a 12 kg). c) Em caso de mal súbito o trabalhador é perfeitamente resgatado sentado à cadeira, sem contato com as paredes. Havendo escada, em caso de mal súbito do trabalhador, provavelmente partes de seu corpo chocarão com os degraus na retenção da queda e durante o resgate. SEGUNDA ESCOLHA BÁSICA: CABO DE AÇO OU CORDA? Para escolha adequada, devem ser considerados os seguintes

2 aspectos: 1. Para segurança contra o perigo de faísca em espaço confinado com atmosfera potencialmente explosiva é comum usar equipamentos com corda sintética. 2. Em serviços envolvendo solda, máquinas de corte ou produtos ácidos costuma-se usar cabo de aço. 3. Em locais com risco de contato com fiação energizada costuma-se usar corda devido à sua baixa condutividade elétrica. 4. Nas indústrias farmacêuticas e alimentícias é norma usar cabo de aço inoxidável. 5. Em locais com risco de haver movimentação do cabo sobre quinas cortantes de concreto ou aço, durante uma emergência, adota-se o robusto cabo de aço com 8 mm de diâmetro, carga de ruptura de 3480 kg. TERCEIRA ESCOLHA BÁSICA: GUINCHO TRAVA-QUEDA OU TRAVA-QUEDA RESGATADOR? Internacionalmente, os guinchos trava-quedas estão sendo cada vez mais usados, principalmente em locais sem escada de acesso, pelos seguintes motivos: 1. Únicos equipamentos com total simplicidade de uso: idêntico funcionamento durante o trabalho normal ou na emergência. Basta girar as manivelas no sentido desejado para movimentar o cabo de aço ou corda com toda facilidade. Basta tirar as mãos das manivelas para, imediatamente, interromper a movimentação com toda segurança. 2. Únicos equipamentos com todas as funções permanentemente ativadas: movimentação de subida/descida do trabalhador durante o serviço normal e na emergência e, ainda, proteção automática contra eventual queda. 3. Únicos equipamentos com multi-uso: movimentam qualquer tipo de cadeira suspensa, materiais com até 120 kg e resgatam pelos travaquedas XA (cabo de aço) ou XN (corda de nylon). 4. Os guinchos para cabo de aço são totalmente abertos. Possibilitam imediata inspeção local de todos os componentes. Não possuem

3 partes fechadas ou lacradas. Não precisam ser revisados anualmente pelo fabricante ou credenciados. 5. Únicos equipamentos que podem ser usados com cabo de aço igual ao dos veículos militares (8 mm de diâmetro, carga de ruptura de 3480 kg), super resistente a deslizamento sobre quinas vivas de concreto ou aço (operações críticas possíveis de ocorrer na emergência). 6. Os guinchos comparados com os trava-quedas resgatadores têm peso e custo menores. Os trava-quedas resgatadores são especialmente indicados para locais com escada de acesso e trabalho somente no piso do fundo do espaço confinado e possuem as seguintes características: 1. Possuem uma manivela de resgate que só deve ser usada na emergência, visto que o equipamento não é projetado para movimentação constante de peso. 2. Em condições normais de trabalho, a manivela de resgate é mantida desativada e o aparelho funciona de forma idêntica a qualquer trava-queda retrátil. 3. Somente havendo necessidade de resgate, a manivela deve ser ativada para efetuar a subida ou descida do trabalhador. 4. Considerando que a manivela de resgate é pouco ou nunca usada, aconselha-se, periodicamente, treinamento de simulação de resgate. 5. Normas internacionais e a norma NBR da ABNT determinam revisão anual dos trava-quedas resgatadores ou após retenção de uma queda. 6. Para durabilidade da mola retrátil do trava-queda resgatador devese evitar que o cabo de aço seja recolhido com velocidade (sistema sensível, semelhante às trenas de medição ou molas de portas de enrolar). O trava-queda resgatador fabricado pela Gulin, modelo R-20R, possui carcaça de aço inox, cabo de aço galvanizado ou inoxidável (opcional) com 4,8 mm de diâmetro, carga de ruptura de 1500 kg, comprimento de até 20 m. Importante: Para movimentação constante do peso do trabalhador ou de carga (até 120 kg), devem ser usados os guinchos Gulin, modelos G-1, G-2

4 ou G-3. QUARTA ESCOLHA BÁSICA: SUPORTE DE ANCORAGEM Produzimos os quatro tipos de suportes que mais são usados no mundo. Sempre é possível escolher o tipo que seja adequado para seu trabalho em espaço confinado, conforme pode ser visto nos exemplos de aplicação que daremos a seguir: TRIPÉ T-1: é o mais usado no mundo, porém, só pode ser usado sobre bocais de acesso com até 1,1 m de diâmetro. Todos os detalhes são apresentados no Item 7 de Nossos Produtos. TRIPÉ T-2: indicado para uso sobre bocais de acesso com diâmetro superior a 1,1 m ou em beirais.

5 MONOPÉ 1: indicado para locais onde é possível deixar instalada permanentemente uma ou mais bases no beiral.

6 MONOPÉ 2: indicado para locais onde existe um olhal ou barra horizontal situada sobre o bocal de acesso, distante 1,5 a 3,5 m do piso. EXEMPLOS DE APLICAÇÃO: 1º. EXEMPLO: Especificar os equipamentos adequados para trabalho em um espaço confinado com as seguintes características: Bocal de acesso com 90 cm de diâmetro. Profundidade de 30 m. Local com atmosfera potencialmente explosiva. Não existe e não se pode construir escada tipo marinheiro. SOLUÇÃO: PRIMEIRA ESCOLHA BÁSICA: escada ou cadeira suspensa? Não havendo interesse em construir uma escada tipo marinheiro, só resta usar a cadeira suspensa para movimentação vertical.

7 SEGUNDA ESCOLHA BÁSICA: cabo de aço ou corda? Sabendo-se que no local existe uma atmosfera potencialmente explosiva, adota-se a solução mais usada para evitar perigo de faísca: equipamentos que funcionam em corda. TERCEIRA ESCOLHA BÁSICA: guincho trava-queda ou trava-queda resgatador? Considerando que já foi optado o uso de corda e não existe no mercado trava-queda resgatador que funcione com corda, só resta escolher o Guincho Trava-Queda. No caso da Gulin, temos o Guincho G-3, que funciona com a corda de segurança de 12 mm, especificada no anexo I da Portaria n. 13 de 09/07/02 do Ministério do Trabalho e Emprego. QUARTA ESCOLHA BÁSICA: qual tipo de suporte de ancoragem? Considerando que o bocal de acesso tem 90 cm de diâmetro, é fácil escolher o suporte mais usado no mundo: o tripé modelo T-1, que serve para bocal com até 1,1 m de diâmetro. Resumindo as quatro escolhas básicas, concluímos que o conjunto de equipamentos adequados para trabalho nas condições especificadas deve ser:

8 - TRIPÉ T-1 (A): suporte de ancoragem. - GUINCHO TRAVA-QUEDA: Guincho G-3 (B), manuseado pelo vigia, efetua a movimentação de subida/descida do trabalhador durante o serviço normal e na emergência. O trava-queda XN (C), instalado na mesma corda do Guincho G-3 é o equipamento de proteção contra queda exigido pela NR 18 do MTE. - CADEIRA SUSPENSA (D): oferece conforto e segurança ao trabalhador durante as operações normais de subida/descida e na emergência. Utilizando-se a cadeira CS-2, teremos a dupla operação, ou seja, movimentação pelo vigia e/ou trabalhador. Usando-se a cadeira CS-4, teremos a movimentação só pelo vigia. 2º. EXEMPLO: Especificar os equipamentos adequados para serviços de limpeza do espaço confinado de uma indústria alimentícia com as seguintes características: Bocal de acesso com 1,5 m de diâmetro. Profundidade de 10 m. Não tem escada nem ponto de ancoragem no teto.

9 SOLUÇÃO: PRIMEIRA ESCOLHA BÁSICA: escada ou cadeira suspensa? Não havendo escada fixa, também é inviável a escada móvel (deve ter, no máximo, 6 m dentro do espaço). Só resta optar por cadeira suspensa para movimentação vertical. SEGUNDA ESCOLHA BÁSICA: cabo de aço ou corda? Indústrias alimentícias e farmacêuticas só usam cabo de aço inoxidável. TERCEIRA ESCOLHA BÁSICA: guincho trava-queda ou trava-queda resgatador? Sempre que for escolhido uso de cadeira suspensa com trava-queda integrado é bem mais prático e econômico escolher guincho travaqueda, pelos seguintes motivos: Bastará usar um só aparelho (guincho) no suporte de ancoragem, visto que ele será responsável por duas operações: movimentação normal de subida/descida e eventual resgate. O trava-queda integrado à cadeira (modelo XA) é o mais simples e econômico sistema de proteção contra queda. A cadeira suspensa poderá ser mais simples (modelos CS-4 ou CS-5), visto que a movimentação será feita pelo vigia, movimentando o guincho. QUARTA ESCOLHA BÁSICA: qual tipo de suporte de ancoragem? Podemos usar somente o Tripé T-2 ou o Monopé 1. Havendo possibilidade de ser fixada permanentemente uma base junto ao beiral, deve-se adotar o Monopé 1. Não sendo possível a fixação de base, resta usar o Tripé T-2 com sua pesada base de estabilização (12 contrapesos de 25 kg). Resumindo as quatro escolhas básicas, temos os seguintes equipamentos:

10 - MONOPÉ 1 (A): suporte de ancoragem. - GUINCHO TRAVA- QUEDA: Guincho G-1 (B), manuseado pelo vigia, efetua a movimentação de subida/descida do trabalhador durante o serviço normal e na emergência. O trava-queda XA (C), integrado à cadeira e conectado ao cabo de aço de 8 mm de diâmetro é o equipamento de proteção contra queda exigido pela NR 18 do MTE. - CADEIRA SUSPENSA (D): oferece conforto e segurança ao trabalhador durante as operações normais de subida/descida e na emergência. Utilizando-se a cadeira CS- 3, teremos a dupla operação, ou seja, movimentação pelo vigia e/ou trabalhador. Usandose a cadeira CS-4, teremos a movimentação só pelo vigia. 3º. EXEMPLO: Especificar os equipamentos adequados para serviços de limpeza das paredes gordurosas de um espaço confinado com as seguintes características:

11 Entrada lateral com olhal de ancoragem no teto. Não existe escada. Profundidade de 30 m. SOLUÇÃO: PRIMEIRA ESCOLHA BÁSICA: escada ou cadeira suspensa? Não havendo escada, teremos de usar cadeira suspensa modelo CS-4 (possibilita movimentação só pelo vigia) ou os modelos CS-2 (para corda) e CS-3 (para cabo de aço) que possibilitam movimentação dupla, ou seja, pelo trabalhador e pelo vigia. SEGUNDA ESCOLHA BÁSICA: cabo de aço ou corda? Para serviços junto às paredes gordurosas é mais conveniente usar cabo de aço, pela facilidade de sua limpeza. TERCEIRA ESCOLHA BÁSICA: guincho trava-queda ou trava-queda resgatador? Sendo escolhida cadeira suspensa que já tem acoplado o trava-queda para proteção contra queda fica mais coerente, prático e econômico usar um guincho para fazer a movimentação das cadeiras CS-3 ou CS-4, pelos seguintes motivos: Não precisamos de mais um trava-queda, visto que a cadeira suspensa já possui seu trava-queda acoplado. A cadeira CS-4 não pode ser movimentada pelo trava-queda resgatador, visto que sua manivela só deve ser operada na emergência. O guincho pode movimentar as cadeiras CS-3 ou CS-4. O trava-queda resgatador custa quase o dobro do guincho travaqueda.

12 QUARTA ESCOLHA BÁSICA: qual tipo de suporte de ancoragem? Devemos escolher o Monopé 2, visto que é o suporte ideal para entradas laterais com olhal no teto. Resumindo as quatro escolhas básicas, temos os seguintes equipamentos: - MONOPÉ 2 (A): suporte de ancoragem. - GUINCHO TRAVA-QUEDA: Guincho G-1 (B), manuseado pelo vigia, efetua a movimentação de subida/descida do trabalhador durante o serviço normal e na emergência. O trava-queda XA (C), integrado à cadeira e conectado ao cabo de aço de 8 mm de diâmetro é o equipamento de proteção contra queda exigido pela NR 18 do MTE. - CADEIRA SUSPENSA (D): oferece conforto e segurança ao trabalhador durante as operações normais de subida/descida e na emergência. Utilizando-se a cadeira CS-3, teremos a dupla operação, ou seja, movimentação pelo vigia e/ou trabalhador. Usando-se a cadeira CS-4, teremos a movimentação só pelo vigia. 4º. EXEMPLO: Especificar os equipamentos adequados para serviços de solda em todo o piso do fundo do espaço confinado, com as seguintes características:

13 Bocal de acesso com 1 m de diâmetro. Profundidade de 15 m. Local com escada, configuração conforme figura ao lado. SOLUÇÃO: PRIMEIRA ESCOLHA BÁSICA: escada ou cadeira suspensa? Existindo escada, já temos assegurada a fácil movimentação de subida/descida. SEGUNDA ESCOLHA BÁSICA: cabo de aço ou corda? Em serviços envolvendo solda, máquinas rotativas ou produtos ácidos, adota-se cabo de aço. TERCEIRA ESCOLHA BÁSICA: guincho trava-queda ou trava-queda resgatador? Este espaço confinado tem as características ideais para uso do travaqueda resgatador, visto que tem escada e existe a necessidade de trabalhar no piso do fundo do espaço confinado. A movimentação horizontal no piso do fundo do espaço confinado é mais prático usando-se o leve cabo de aço de 4,8 mm do trava-queda resgatador do que o cabo de aço com 8 mm de diâmetro do guincho trava-queda. QUARTA ESCOLHA BÁSICA: qual tipo de suporte de ancoragem? Considerando que é possível usar o suporte mais usado no mundo, adota-se o tripé T-1. Resumindo as quatro escolhas básicas, temos os seguintes

14 equipamentos: - TRIPÉ T-1 (A): suporte de ancoragem. - TRAVA-QUEDA RESGATADOR R-20R (B): é o equipamento de proteção contra queda exigido pela NR 18 do MTE. - CINTURÃO PÁRA- QUEDISTA GULIN-102 (C): ligação frontal ou dorsal diretamente ao mosquetão-destorcedor do cabo de aço do travaqueda resgatador. 5º. EXEMPLO: Especificar os equipamentos adequados para constantes serviços gerais em um grande centro de tratamento de esgoto, com as seguintes características: Vários pontos de acesso tipo beiral Profundidade de 8 m. SOLUÇÃO: PRIMEIRA ESCOLHA BÁSICA: escada ou cadeira suspensa?

15 Considerando que a escada móvel só pode ter, no máximo, 6 m dentro do espaço confinado, é necessário o uso de cadeira suspensa. SEGUNDA ESCOLHA BÁSICA: cabo de aço ou corda? Em serviços envolvendo esgoto (gordura) usa-se cabo de aço. TERCEIRA ESCOLHA BÁSICA: guincho trava-queda ou trava-queda resgatador? Usando-se cadeira suspensa é praticamente necessário usar guincho. QUARTA ESCOLHA BÁSICA: qual tipo de suporte de ancoragem? Em acesso tipo beiral só é possível usar o Tripé T-2 ou o Monopé 1. Para constantes serviços gerais é inviável estar deslocando os 12 contrapesos de 25 kg que estabilizam o Tripé T-2. Conseqüentemente, a solução é usar o Monopé 1, que pode ser usado em diversas bases previamente fixadas no solo. Resumindo as quatro escolhas básicas, temos os seguintes equipamentos: - MONOPÉ 1 (A): suporte de ancoragem. - GUINCHO G-1 (B): com cabo de aço 4,8 mm de diâmetro para movimentar a cadeira CS-4. - TRAVA-QUEDA XA (C): com cabo 8 mm de diâmetro acoplado à cadeira (protege o conjunto: homem na cadeira). - CINTURÃO GULIN- 102 (D): conecta o trabalhador à cadeira.

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