UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE DIREITO FLÁVIA DESGRANGES VAN DER LINDEN

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1 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE DIREITO FLÁVIA DESGRANGES VAN DER LINDEN A INCOMPETÊNCIA DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA PARA CONTROLAR A ATIVIDADE ADMINISTRATIVA, FINANCEIRA E DISCIPLINAR DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E SEUS MINISTROS, A PARTIR DO JULGAMENTO DA ADI 3367/DF. CRICIÚMA, NOVEMBRO 2009

2 FLÁVIA DESGRANGES VAN DER LINDEN A INCOMPETÊNCIA DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA PARA CONTROLAR A ATIVIDADE ADMINISTRATIVA, FINANCEIRA E DISCIPLINAR DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E SEUS MINISTROS, A PARTIR DO JULGAMENTO DA ADI 3367/DF. Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Direito da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC. Orientadora: Profª. MSc. Letícia de Campos Velho Martel. CRICIÚMA, NOVEMBRO 2009

3 FLÁVIA DESGRANGES VAN DER LINDEN A INCOMPETÊNCIA DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA PARA CONTROLAR A ATIVIDADE ADMINISTRATIVA, FINANCEIRA E DISCIPLINAR DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E SEUS MINISTROS, A PARTIR DO JULGAMENTO DA ADI 3367/DF. Trabalho de Conclusão de Curso, aprovado pela Banca Examinadora para obtenção do grau de Bacharel, no curso de Direito da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC, com Linha de Pesquisa em Direito Constitucional. Criciúma, 07 de dezembro de BANCA EXAMINADORA Profª Letícia de Campos Velho Martel - Mestre - (UNESC) - Orientadora Profª. Aline Colombo Bez Birollo Especialista - (UNESC) Prof. João Carlos Medeiros Rodrigues Júnior - Especialista - (UNESC)

4 Dedico este trabalho aos meus pais, meus melhores professores.

5 AGRADECIMENTO Agradeço a toda minha família, em especial aos meus pais, Edison e Leila, e minha irmã, Mariana, pelo amor incondicional. Agradeço ao meu amor, Felipe, pela cumplicidade e carinho. Agradeço à minha orientadora, Professora Letícia, pelos ensinamentos e pela confiança depositada neste trabalho. Agradeço às minhas amigas, Valdirene e Gisele, pelo companheirismo e incentivo durante toda a faculdade.

6 RESUMO O tema do trabalho é a discussão sobre a incompetência do Conselho Nacional de Justiça para controlar o Supremo Tribunal Federal e seus Ministros. O objetivo geral é a análise dos argumentos expostos na decisão da Ação Direta de Inconstitucionalidade 3367/DF que fundamentaram o reconhecimento dessa incompetência específica do Conselho Nacional de Justiça em relação ao Supremo. Para tanto, o trabalho divide-se em três capítulos. O primeiro examina os contornos gerais dados ao Conselho Nacional de Justiça, partindo do contexto histórico em que o órgão foi criado e análise geral de sua estrutura, composição, natureza jurídica e atribuições. O segundo capítulo aborda o Supremo Tribunal Federal a partir da compreensão deste enquanto órgão de cúpula do Poder Judiciário através da afirmação histórica desse papel desempenhado pelo Tribunal. No mesmo capítulo ainda são abordadas as competências gerais do Supremo com ênfase na competência inserida pela Emenda Constitucional 45/04 para julgar as ações contra o Conselho Nacional de Justiça. Em um terceiro momento parte-se para a análise da decisão do Supremo, buscando atingir o objetivo geral do trabalho. Para tanto, são expostos os fundamentos jurídicos da ação que questionou a constitucionalidade do Conselho e os principais argumentos que fundamentam a decisão, com especial destaque para a declaração de incompetência objeto deste estudo e, ainda, os efeitos da aplicação desse entendimento nos casos concretos. Ao final, os aspectos gerais estudados nos dois primeiros capítulos são confrontados com os argumentos expostos na decisão abordada no terceiro e último capítulo, possibilitando uma visão crítica do entendimento vigente e indicando contradições entre os argumentos exposto pelo Supremo. Palavras-chave: Competência. Conselho Nacional de Justiça. Supremo Tribunal Federal.

7 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ADI 3367/DF ADC AMB art. CNJ CNMP CRFB/88 EC 45/2004 FIEMT Min. MS/27222 PEC RI/CNJ RISTF STF STJ TCU Ação Direta de Inconstitucionalidade nº Distrito Federal Ação Declaratória de Constitucionalidade Associação dos Magistrados Brasileiros Artigo Conselho Nacional de Justiça Conselho Nacional do Ministério Público Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Emenda Constitucional nº45, de 8 de dezembro de 2004 Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso Ministro Mandado de Segurança Proposta de Emenda à Constituição Regimento Interno do Conselho Nacional de Justiça Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal Supremo Tribunal Federal Superior Tribunal de Justiça Tribunal de Contas da União

8 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO A CRIAÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA PELA EMENDA CONSTITUCIONAL Nº45/ Breve histórico da criação do Conselho Nacional de Justiça A estrutura do Conselho Nacional de Justiça A natureza jurídica do Conselho Nacional de Justiça A composição do Conselho Nacional de Justiça O funcionamento do Conselho Nacional de Justiça Competências do Conselho Nacional de Justiça Atribuições políticas Atribuições administrativas Atribuições de ouvidoria Atribuições correicionais e disciplinares Atribuições informativas e propositivas O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL ENQUANTO ÓRGÃO DE CÚPULA DO PODER JUDICIÁRIO A afirmação histórica do papel do Supremo Tribunal Federal como órgão de cúpula do Poder Judiciário A estrutura do Supremo Tribunal Federal A composição do Supremo Tribunal Federal Competências gerais do Supremo Tribunal Federal... 40

9 3.3.1 A competência do Supremo Tribunal Federal para julgar as ações contra o Conselho Nacional de Justiça Ações admissíveis contra o Conselho Nacional de Justiça A AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE 3367/DF QUESTIONANDO A CRIAÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA Fundamentos jurídicos do pedido Violação do princípio da separação e independência dos poderes Ofensa ao pacto federativo Análise dos principais argumentos expostos no julgamento da ADI 3367/DF A declaração de incompetência do Conselho Nacional de Justiça para controlar o Supremo Tribunal Federal A aplicação do entendimento emanado pelo Supremo Tribunal Federal nos pedidos de providências recebidos pelo Conselho Nacional de Justiça CONCLUSÃO...66 REFERÊNCIAS...69 ANEXO...75

10 10 1. INTRODUÇÃO Uma das mais importantes inovações da Emenda Constitucional 45/2004, a criação do Conselho Nacional de Justiça, foi alvo de resistência e objeto de ampla discussão entre magistrados, doutrina e sociedade, durante todo o projeto de elaboração de tal órgão e mesmo depois de aprovado. Dentro do contexto da Reforma do Judiciário, implementada pela referida Emenda, o Conselho foi concebido como órgão de controle dos Tribunais e seus magistrados, visando a atender os anseios sociais pela melhoria da prestação jurisdicional, por uma maior transparência, democratização e efetividade no exercício dessa atividade. Embora se mostrasse necessária a criação de tal órgão de controle, nunca se subestimou as preocupações quanto à necessidade de se delimitar os contornos dados ao Conselho, de forma a assegurar a independência do Poder Judiciário. Reside aí a maior resistência dos opositores ao controle, tendo em vista algumas das características que foram conferidas ao Conselho. A última palavra foi dada pelo Supremo Tribunal Federal, no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 3367/DF, que declarou a incompetência do Conselho Nacional de Justiça para controlar a atividade administrativa, financeira e disciplinar do próprio Supremo e seus Ministros, sendo este o objeto do presente estudo, cujo objetivo geral será analisar os argumentos expostos na decisão e que fundamentam o reconhecimento dessa incompetência específica do Conselho Nacional da Justiça em relação ao Supremo. Para tanto, o trabalho divide-se em três capítulos em que serão desenvolvidos os objetivos específicos. No primeiro capítulo serão examinados os contornos gerais dados ao Conselho Nacional de Justiça, iniciando-se com uma breve análise do histórico de criação do órgão pela Emenda Constitucional 45/04. Posteriormente, passar-se-á ao exame da estrutura geral do Conselho, especificamente em relação à natureza jurídica que lhe foi atribuída, a sua composição e seu funcionamento. Em seguida serão apresentadas as competências do órgão que se subdividem em atribuições políticas, administrativas, de ouvidoria, correicionais e disciplinares, informativas e propositivas. No segundo capítulo será estudado o Supremo Tribunal Federal enquanto órgão de cúpula do Poder Judiciário e a competência que lhe foi atribuída pela Emenda Constitucional 45/04 para processar e julgar as ações contra o Conselho Nacional de Justiça.

11 11 Partindo de uma análise da afirmação histórica do papel do Supremo Tribunal Federal como órgão de cúpula do Poder Judiciário, passar-se á a análise da estrutura, composição e competências gerais do Supremo, visando à compreensão do panorama geral em que se encontra o Supremo. Será dada especial atenção à competência que lhe foi conferida pela Emenda Constitucional 45/04 para julgar ações contra o Conselho Nacional de Justiça e as ações admissíveis nesse caso. O terceiro capítulo visa a compreender a interpretação proferida pelo Supremo Tribunal Federal, em virtude da Ação Direta de Inconstitucionalidade 3367/DF, que oportunamente declarou a absoluta falta de competência do Conselho Nacional de Justiça sobre o Supremo e seus Ministros. Para isso, serão analisados os fundamentos jurídicos da ação que questionava a constitucionalidade do Conselho, atendo-se principalmente aos argumentos quanto à violação do princípio da separação de poderes e ofensa ao pacto federativo. A seguir, serão expostos os principais argumentos abordados no julgamento da ação, com destaque para a declaração de incompetência do Conselho Nacional de Justiça para controlar o Supremo Tribunal Federal e, por fim, a aplicação desse entendimento nos casos concretos decididos pelo Conselho. O presente estudo mostra-se relevante, primeiramente, diante da necessidade de entendimento a respeito da ainda recente e inovadora criação de um órgão de controle do Poder Judiciário, o Conselho Nacional de Justiça. Sobretudo em relação aos limites dados a atuação desse órgão, tão necessário quanto temido. Ademais, especificamente quanto ao objetivo geral desse estudo, é preciso analisar os argumentos expostos pelo Supremo ao declarar que o próprio Tribunal e seus Ministros não estão sujeitos ao controle do Conselho, de forma não só a expor o raciocínio feito, mas também questioná-lo, diante do contexto do Poder Judiciário e da própria decisão. Relevante, ainda, considerando a constatação de um significativo número de pedidos de providências propostos perante o Conselho contra o Supremo e seus Ministros, demonstrando a existência de divergências ou, no mínimo, dúvidas quanto ao entendimento que vem sendo aplicado. De forma que ensejou, inclusive, um mandado de segurança impetrado no Supremo contra decisão do Conselho, ainda em tramitação, em que o Supremo deve se manifestar novamente sobre o assunto. No presente trabalho será aplicado o método dedutivo, classificando-se quanto ao tipo como uma pesquisa qualitativa e teórica, quanto à técnica como bibliográfica e documental-legal.

12 12 2. A CRIAÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA PELA EMENDA CONSTITUCIONAL Nº45/ Breve histórico da criação do Conselho Nacional de Justiça A criação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), uma das mais importantes inovações da Emenda Constitucional nº.45, promulgada em 8 de dezembro de 2004 (EC 45/2004) e publicada no Diário Oficial da União (nº.252), na seção I, de 31 de dezembro de 2004, faz parte do contexto da Reforma do Judiciário. A Reforma do Judiciário teve origem na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº.96/1992, de autoria do deputado Hélio Bicudo, posteriormente modificada pela PEC 29/2000, e finalmente consolidada pela EC 45/2004. Depois de mais de uma década de tramitação, a reforma se apresentou como marco na melhoria da prestação jurisdicional, mais efetiva, mais democrática, mais transparente (AZEVEDO, 2008, p.80). A EC 45/2004 alterou 25 artigos e inseriu outros quatro na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 (CRFB/88). Dentre as principais mudanças destacamse: a) a garantia da razoável duração do processo e a celeridade de sua tramitação (art. 5º, LXXVIII); b) a criação da súmula vinculante (art. 103-A); c) a equivalência dos tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados pelo Congresso Nacional às emendas constitucionais (art. 5º, 3º); d) o incidente de deslocamento para a Justiça Federal dos crimes contra os direitos humanos (art. 109, V-A e 5º); e) a criação da Justiça Itinerante e turmas descentralizadas nos Tribunais Regionais Federais (art. 107, 2º e 3º), nos Tribunais de Justiça (art. 125, 6º e 7º) e nos Tribunais Regionais do Trabalho (art. 115, 1º e 2º); f) a ampliação da competência da Justiça Trabalhista (art. 114); g) a criação do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (art. 111-A, 2º, II), do Conselho Nacional do Ministério Público (art. 130-A) e, por fim, do CNJ (art. 103-B), ao qual se aterá este estudo. Além de ser uma das alterações mais relevantes da EC 45/2004, o CNJ desde o início foi também um dos pontos mais polêmicos da Reforma do Judiciário. A criação de um órgão de controle do Judiciário encontrava forte oposição devido à presença de membros alheios ao corpo da magistratura em sua composição, ao que se denominava controle

13 13 externo, e era visto como uma grave ofensa à autonomia e independência do Poder Judiciário, afetando o regime democrático e a separação dos poderes (BERCOVICI, 2005, p.185). O último debate foi travado no Supremo Tribunal Federal (STF), a partir do dia 9 de dezembro de 2004, dia seguinte à promulgação da EC 45/2004, em razão da propositura da Ação Direta de Inconstitucionalidade nº (ADI 3367/DF) pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), requerendo a declaração de inconstitucionalidade do CNJ em face da violação ao princípio da separação e da independência dos poderes e de ofensa ao pacto federativo. A ADI 3367/DF foi julgada em 13 de abril de 2005 e o Tribunal afastou definitivamente a inconstitucionalidade do CNJ. Os argumentos expostos na decisão que fundamentam a constitucionalidade do Conselho serão examinados de forma específica na terceira parte deste estudo. Nos itens seguintes serão examinados os elementos estruturantes do CNJ, apontando o equívoco de seus opositores ao denominá-lo controle externo, tanto em relação à sua composição quanto às suas atribuições, diante da configuração que lhe foi dada pela EC 45/ A estrutura do Conselho Nacional de Justiça Neste tópico serão abordadas as características gerais dadas ao CNJ pela EC 45/2004, a partir da análise da inclusão deste órgão no ordenamento jurídico e seu posicionamento dentro da estrutura do Poder Judiciário, além da compreensão da natureza jurídica que lhe foi atribuída, da escolha dos membros que o compõem e seu funcionamento. Acrescentado pela EC 45/2004 entre os órgãos do Poder Judiciário, no art. 92 da CRFB/88 1, o CNJ (inciso I-A) foi colocado em posição de destaque, logo em seguida ao Supremo Tribunal Federal. Esta posição não é mero acaso para Gramstrup (2005, p.193), e reafirma os propósitos do CNJ de controlar a atuação do Judiciário com primazia em relação às 1 Art.92 São órgãos do Poder Judiciário: I o Supremo Tribunal Federal; I-A o Conselho Nacional de Justiça; II o Superior Tribunal de Justiça; III os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais; IV os Tribunais e Juízes do Trabalho; V os Tribunais e Juízes Eleitorais; VI os Tribunais e Juízes Militares; VII os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios (BRASIL, 2005, p.76).

14 14 administrações dos tribunais. Efetivamente, é relevante o argumento do jurista, pois uma importante técnica de interpretação constitucional é a localização dos dispositivos e o contexto no qual se inserem, o que favorece uma interpretação integrada do texto constitucional. Todavia, a interpretação contextual, não é a única técnica e deve ser associada a outras, como a finalista e a sistemática. A colocação do CNJ em posição subseqüente ao STF é destacada por Osório (2001, p.90) que também a relaciona aos poderes conferidos àquele órgão de controlar a atuação administrativa de grande parte dos órgãos judiciários. Embora não se ignore o fato de que o CNJ inclui-se na estrutura constitucional do Judiciário, os elementos estruturantes deste órgão possuem características peculiares que serão tratadas nos itens seguintes A natureza jurídica do Conselho Nacional de Justiça Em que pese o CNJ estar previsto constitucionalmente como um órgão judicial, não possui qualquer atribuição jurisdicional, e sim de natureza administrativa. O entendimento quanto à classificação administrativa do CNJ é pacífico na doutrina e na jurisprudência, a partir do julgamento da ADI 3367/DF, e se depreende da leitura dos demais dispositivos constitucionais referentes ao órgão. A característica determinante da natureza administrativa do CNJ, para Gramstrup (2005, p ), é a previsão constitucional de competência ao STF 2 para processar e julgar ações contra o Conselho (art.102, I, r) 3, permitindo-lhe o controle jurisdicional através de ação autônoma das decisões proferidas pelo CNJ que, portanto, não possuem a qualidade de coisa julgada material 4. 2 Conforme Gramstrup: Não fosse assim, caberiam às instâncias ordinárias, o que provocaria desconforto em relação à posição superior do Conselho no organograma do Poder Judiciário (2005, p.193). 3 Art. 102 Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe: I processar e julgar, originariamente: [...] r) as ações contra o Conselho Nacional de Justiça e contra o Conselho Nacional do Ministério Público [...] (BRASIL, 2005, p.76). 4 A coisa julgada material representa a característica de imutabilidade do quanto decidido na sentença para fora do processo, com vistas a estabilizar as relações de direito material tais quais resolvidas perante o mesmo juízo ou qualquer outro (BUENO, 2007, p.387).

15 15 No mesmo sentido, Bermudes (2005, p.49) afirma que, ao sujeitar os atos e decisões do CNJ ao STF, o próprio texto constitucional dirime qualquer dúvida a respeito da natureza administrativa do órgão, que, se jurisdicional fosse, permitiria recurso de suas decisões. Dessa forma, imputa-se ao CNJ capacidade processual, tanto para responder as ações 5 que lhe forem movidas no STF, quanto para propor ações de seu interesse no mesmo Tribunal, conferindo-lhe personalidade formal análoga à prevista no art. 12, incisos III, IV, V, VII e IX do Código de Processo Civil 6 (BERMUDES, 2005, p.20-21). O CNJ é órgão administrativo, na definição de Sampaio (2007, p.263), pois além de se submeter ao controle do STF, as atribuições que lhe foram conferidas constitucionalmente (art. 103-B, 4º) 7 não possuem feições legislativas, visto que não pode expedir atos normativos, de caráter geral e abstrato, não inovando a ordem jurídica, como afirma parte da doutrina 8. 5 O texto constitucional não especifica os tipos de ações, para Bermudes isso indica que ele se refere a todas e quaisquer ações que se pudessem propor contra a violação de direitos ou ameaça a eles (2005, p.50). Gilmar Ferreira Mendes relata que o STF entendeu que a competência do Tribunal para julgar ações contra o CNJ e o CNMP, introduzida pela EC nº. 45/2004, refere-se a ações contra os respectivos órgãos colegiados e não àquelas em que se questiona a responsabilidade pessoal de um ou mais conselheiros. Por isso, o Tribunal não conheceu de ação popular ajuizada contra o CNMP, na qual se pretendia a nulidade de decisão proferida pela maioria de seus membros que prorrogara o prazo concedido aos membros do Ministério Público ocupantes de outro cargo público, para que retornassem aos órgãos de origem (2008, p. 950). 6 Art. 12 Serão representados em juízo, ativa e passivamente: [...] III a massa falida, pelo síndico; IV a herança jacente ou vacante, por seu procurador; V o espólio, pelo inventariante; [...] VII as sociedades sem personalidade jurídica, pela pessoa a quem couber a administração dos seus bens; [...] IX o condomínio, pelo administrador ou pelo síndico (BRASIL, 2007, p.382). 7 Art. 103-B, 4º Compete ao Conselho o controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes, cabendo-lhe, além de outras atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura: I zelar pela autonomia do Poder Judiciário e pelo cumprimento do Estatuto da Magistratura, podendo expedir atos regulamentares, no âmbito de sua competência, ou recomendar providências; II zelar pela observância do art. 37 e apreciar, de ofício ou mediante provocação, a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Poder Judiciário, podendo desconstituí-los, revêlos ou fixar prazo para que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei, sem prejuízo da competência do Tribunal de Contas da União; III receber e conhecer das reclamações contra membros ou órgãos do Poder Judiciário, inclusive contra seus serviços auxiliares, serventias e órgãos prestadores de serviços notariais e de registro que atuem por delegação do poder público ou oficializados, sem prejuízo da competência disciplinar e correicional dos tribunais, podendo avocar processos disciplinares em curso e determinar a remoção, a disponibilidade ou aposentadoria com subsídios ou proventos proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas, assegurada a ampla defesa; IV representar ao Ministério Público, no caso de crime contra a administração pública ou de abuso de autoridade; V rever, de ofício ou mediante provocação, os processos disciplinares de juízes e membros de tribunais julgados há menos de um ano; VI elaborar semestralmente relatório estatístico sobre processos e sentenças prolatadas, por unidade da Federação, nos diferentes órgãos do Poder Judiciário; VII - elaborar relatório anual, propondo as providências que julgar necessárias, sobre a situação do Poder Judiciário no País e as atividades do Conselho, o qual deve integrar mensagem do Presidente do Supremo Tribunal Federal a ser remetida ao Congresso Nacional, por ocasião da sessão legislativa (BRASIL, 2005, p.87). 8 Como se sabe, o que distingue o conceito de lei do de outros atos é a sua estrutura e a sua função. Leis têm caráter geral, porque regulam situações em abstrato; atos regulamentares (resoluções, decretos, etc.) destinam-

16 16 Além da já citada competência para ser autor de atos regulamentares, as demais funções que competem ao CNJ, entre elas a atribuição de controlar a atividade administrativa e financeira do Poder Judiciário e o cumprimento dos deveres funcionais dos juízes, conforme dispõe o art. 103-B, 4º da CRFB/88, também indicam a natureza restrita ao campo administrativo da atuação do CNJ, que não interfere em nenhuma circunstância na atividade típica do Judiciário 9, mas tais atribuições serão aprofundadas mais adiante (BARROSO, 2005, p.438). Ainda que lhe falte competência para o exercício da atividade jurisdicional, o CNJ enquanto órgão administrativo, é instrumento de democratização e transparência de vital importância para a fiscalização da atividade do Poder Judiciário, o que se perceberá através de sua composição e competências nos itens a seguir A composição do Conselho Nacional de Justiça A composição do CNJ esteve entre os pontos mais polêmicos levantados durante a sua elaboração e discussão na tramitação da proposta que culminou na EC 45/2004. A forte resistência ao chamado controle externo do Judiciário ocorria em função da presença de membros alheios ao corpo da magistratura na composição do órgão. se a concreções e individualizações. Uma resolução não pode estar na mesma hierarquia de uma lei, pela simples razão de que a lei emana do poder legislativo, essência da democracia representativa, enquanto os atos regulamentares ficam restritos a matérias com menor amplitude normativa (STRECK; SARLET; CLÈVE, 2008, p.2). 9 Ao Judiciário compete o desempenho da função jurisdicional, caracterizada, em sua feição típica, como a atividade de formulação, no âmbito de um processo, da regra de direito destinada a reger os casos concretos levados à sua apreciação, impondo-se coativamente à vontade das partes. Os elementos centrais da definição, como é fácil perceber, são a atuação concreta do direito no âmbito de um processo, o caráter substitutivo e a inércia (ausência de iniciativa) do órgão jurisdicional, cuja atuação é necessariamente deflagrada por um agente externo. (...) Paralelamente ao exercício da jurisdição, o Judiciário realiza licitações para aquisição de materiais e serviços, organiza concursos públicos para o provimento de seus cargos, concede férias e licenças a seus servidores, instaura processos administrativos, disciplinares ou não. Enfim, o Judiciário administra. A razão que justifica o desempenho dessa função atípica está relacionada com a separação de Poderes e consiste basicamente na garantia de autonomia para o Poder, que ficaria vulnerada se a manutenção de sua estrutura e o provimento de suas necessidades fossem confiados à decisão discricionária de agentes externos de outros Poderes (BARROSO, 2005, p.427).

17 17 Ultrapassados os debates e aprovada a Emenda, o CNJ está disciplinado no art. 103-B da CRFB/ Prevê o caput que o CNJ é composto por quinze membros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e seis anos de idade. Além disso, os conselheiros exercem mandato por dois anos, sendo admitida uma recondução 11. Para Sampaio, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Justiça (RI/CNJ) impõe uma nova limitação ao prever em seu art. 2º, 2º, que nenhum Conselheiro poderá voltar a integrá-lo na mesma classe ou em classe diversa após cumpridos dois mandatos, consecutivos ou não (BRASIL, 2008a, p.1). Essa nova condição restritiva é inconstitucional sob o ponto de vista do autor, pois a Constituição proíbe a recondução, não a possibilidade de mais de dois mandatos (2007, p ). Dentre os membros do CNJ, conforme os incisos do art. 103-B, CRFB/88 encontram-se: a) o Presidente do STF 12 ; b) um Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ); c) um Ministro do Tribunal Superior do Trabalho. Cada um deles é indicado por seu respectivo tribunal. d) um desembargador de Tribunal de Justiça e um juiz estadual, indicados pelo STF; e) um juiz de Tribunal Regional Federal e um juiz federal, indicados pelo STJ; f) um juiz de Tribunal Regional do Trabalho e um juiz do trabalho, indicados pelo TST; g) um membro do Ministério Público da União e um membro do Ministério Público estadual escolhido dentre os nomes apontados pelo órgão competente de cada instituição estadual, indicados pelo Procurador-Geral da República; h) dois advogados, indicados pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil; e f) dois cidadãos, de notável saber jurídico e reputação ilibada, indicados um pela Câmara dos Deputados e o outro pelo Senado Federal. 10 Art. 103-B O Conselho Nacional de Justiça compõe-se de quinze membros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e seis anos de idade, com mandato de dois anos, admitida uma nova recondução, sendo: I um Ministro do Supremo Tribunal Federal, indicado pelo respectivo tribunal; II um Ministro do Superior Tribunal de Justiça, indicado pelo respectivo tribunal; III - um Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, indicado pelo respectivo tribunal; IV - um desembargador de Tribunal de Justiça, indicado pelo Supremo Tribunal Federal; V - um juiz estadual, indicado pelo Supremo Tribunal Federal; VI - um juiz de Tribunal Regional Federal, indicado pelo Superior Tribunal de Justiça; VII - um juiz federal, indicado pelo Superior Tribunal de Justiça; VIII - um juiz de Tribunal Regional do Trabalho, indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho; IX - um juiz do trabalho, indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho; X - um membro do Ministério Público da União, indicado pelo Procurador-Geral da República; XI - um membro do Ministério Público estadual, escolhido pelo Procurador-Geral da República dentre os nomes indicados pelo órgão competente de cada instituição estadual; XII - dois advogados, indicados pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil; XIII - dois cidadãos, de notável saber jurídico e reputação ilibada, indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado Federal (BRASIL, 2005, p.85-86). 11 Essa recondução se fará, atendendo-se os requisitos do 2º do art.103-b, indispensável, pois, nova aprovação pela maioria absoluta do Senado e nomeação pelo Presidente da República (BERMUDES, 2005, p.134). 12 Redação dada pela Emenda Constitucional nº. 61, de 2009.

18 18 Importante notar que os órgãos citados nos incisos II a XI do art.103-b da CRFB/88 não nomeiam os membros escolhidos, que ficam então sujeitos à aprovação por maioria absoluta do Senado Federal e, finalmente, aprovadas as escolhas, os conselheiros são nomeados pelo Presidente da República, conforme o art. 103-B 2º da CRFB/ Se houver recusa de algum dos nomes indicados, abre-se novamente a indicação ao órgão legitimado para que a renove (BERMUDES, 2005, p.133). Caso as indicações previstas nos incisos do art.103-b da CRFB/88 não sejam feitas pelos órgãos responsáveis no prazo legal 14, a escolha dos membros é delegada ao STF, conforme o 3º do mesmo artigo 15. Ao que se percebe pela leitura do texto constitucional, há entre os membros do CNJ nove magistrados, dois membros do Ministério Público, dois advogados e dois cidadãos, a reforçar a idéia de democratização almejada, por meio de um pluralismo de representações e indicações (SAMPAIO, 2007, p.265). Esta multiplicidade de origens entre os conselheiros apaziguou os ânimos mais exaltados contra o CNJ, pois, como bem salientou Barroso (2005, p.438), não há que se falar em controle externo, diante da composição híbrida dada ao órgão, cujos três quintos são magistrados. E dentre esses três quintos, a presença de magistrados com origem em diferentes setores do judiciário é vista de forma saudável, já que além de garantir informações sobre as peculiaridades de cada ramificação do Poder, possibilitará ampla troca de experiências sobre os critérios adotados para garantir a eficácia dos serviços disponibilizados (CHIMENTI, 2005, p.150). Também afastando o entendimento do CNJ enquanto órgão de controle externo ao judiciário, Uchoa (2008a, p.11) conclui que, além de híbrido, já que nove dos membros são da estrutura interna, outros quatro membros também são muito familiares ao universo de atuação da justiça, pois dois são oriundos do Ministério Público e dois da advocacia, os quais exercem funções constitucionalmente consideradas essenciais à justiça Art. 103-B, 2º Os membros do Conselho serão nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal (BRASIL, 2005, p.87). 14 Assim prevê o art. 3º do Regimento Interno do CNJ: Até sessenta dias antes do término do mandato, ou imediatamente após a vacância do cargo de Conselheiro, o Presidente do Conselho oficiará ao órgão legitimado nos termos do art. 103-B da Constituição Federal, para nova indicação (BRASIL, 2008a, p.1). 15 Art. 103-B, 3º Não efetuadas, no prazo legal, as indicações previstas neste artigo, caberá a escolha ao Supremo Tribunal Federal. (BRASIL, 2005, p.87). 16 As funções estão previstas respectivamente nos art.127 e 133 da CRFB/88: Art. 127 O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sócias e individuais indisponíveis. [...] (BRASIL, 2005, p.98). Art. 133

19 19 Dada esta composição, no RI/CNJ, estão previstas as obrigações e direitos dos conselheiros. Entre as obrigações, importante destacar que são conferidas aos conselheiros as mesmas prerrogativas, impedimentos constitucionais, suspeições e incompatibilidades que regem a carreira da magistratura, enquanto perdurar o mandato, conforme prevê o 1º do art.5º do RI/CNJ 17. No mesmo capítulo do RI/CNJ, há ainda a previsão quanto à possibilidade de renúncia dos conselheiros, que deverá ser feita na forma escrita e dirigida ao presidente do CNJ (art. 7º) 18, além das causas de perda do mandato, seja em função da modificação da condição que lhe conferiu a indicação (art. 9º) 19 ou em virtude de condenação, pelo Senado Federal, em crime de responsabilidade; de sentença judicial transitada em julgado; ou ainda de declaração, pelo Plenário, de perda do mandato por invalidez (art. 16) 20. Ressalte-se ainda que no caso dos magistrados e membros do Ministério Público, não há restrição entre a condição de conselheiro e o exercício do cargo originário (art. 5º, 2º do RI/CNJ) 21. No entanto, cumpre observar que tanto o Presidente do STF quanto o Ministro do STJ, apesar de continuarem exercendo suas funções enquanto juízes em seus respectivos tribunais, ficarão excluídos da distribuição de processos, conforme previsto nos 1º e 5º do art.103-b, da CRFB/ Isto porque, de acordo com os mesmos dispositvos constitucionais, cabe ao Presidente do STF a presidência do CNJ e ao Ministro do STJ compete a Corregedoria Nacional de Justiça, cada um com suas determinadas atribuições, as quais serão aprofundadas O advogado é indispensável à administração da justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei. (BRASIL, 2005, p.104). 17 Art. 5º, 1º Os Conselheiros terão as mesmas prerrogativas, impedimentos constitucionais, suspeições e incompatibilidades que regem a carreira da magistratura, enquanto perdurar o mandato. (BRASIL, 2008a, p.2). 18 Art. 7º A renúncia ao cargo de Conselheiro deverá ser formulada por escrito ao Presidente do Conselho, que a comunicará ao Plenário na primeira reunião que se seguir, informando, inclusive, as providências adotadas para o preenchimento da referida vaga. (BRASIL, 2008a, p.3). 19 Art. 9º O Conselheiro nomeado por sua condição funcional e institucional de magistrado em atividade, membro do Ministério Público, advogado ou cidadão de notável saber jurídico perderá seu mandato se for alterada a condição em que foi originariamente indicado, devendo ser sucedido por novo representante a ser indicado pelo respectivo órgão legitimado nos termos do art. 103-B da Constituição Federal. (BRASIL, 2008a, p.3). 20 Art. 16. Os Conselheiros perderão os seus mandatos: I - em virtude de condenação, pelo Senado Federal, em crime de responsabilidade; II - em virtude de sentença judicial transitada em julgado; III - em virtude de declaração, pelo Plenário, de perda do mandato por invalidez. (BRASIL, 2008a, p.4). 21 Art. 5º, 2º A qualidade de Conselheiro não é incompatível com o exercício do cargo em virtude do qual foram indicados os magistrados e os membros do Ministério Público. (BRASIL, 2008a, p.2) 22 Art. 103-B, 1º O Conselho será presidido pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal, que votará em caso de empate, ficando excluído da distribuição de processos naquele tribunal. (BRASIL, 2005, p. 86). 5º O Ministro do Superior Tribunal de Justiça exercerá a função de Ministro-Corregedor e ficará excluído da distribuição de processos no Tribunal. [...] (BRASIL, 2005, p. 88).

20 20 mais adiante. De acordo com Bermudes (2005, p.135), para que se dediquem de maneira adequada a elas, reduz-se a carga de trabalho em seus tribunais originários O funcionamento do Conselho Nacional de Justiça A EC 45/2004 não disciplina o funcionamento do CNJ, pois atribui ao próprio Conselho essa competência 23, que através de resolução deverá dispor sobre a matéria, até que seja editada lei específica 24. A lei específica em questão é o Estatuto da Magistratura, formalizado no Projeto de Lei 144/92, de autoria do STF, e proposto à Câmara dos Deputados no mesmo ano da PEC 96/1992 da Reforma do Judiciário, para que fossem votados juntos. No entanto, assim como a PEC da Reforma, o Projeto esteve em tramitação por mais de uma década, até que em novembro de 2003 foi retirado a requerimento do STF para que fosse atualizado. Assim, foi composta uma comissão de magistrados para elaboração de um anteprojeto com as devidas atualizações (FERREIRA, 2008, p.129). Até o momento, o projeto não foi protocolado na Câmara dos Deputados. Para Barroso (2005, p ), a Emenda Constitucional não dispõe sobre o assunto por razões técnicas, já que por previsão constitucional a competência para regular a matéria é privativa do CNJ por meio da elaboração de seu regimento interno 25. Assim é que o poder de auto-organização, ainda que observadas as diretrizes fixadas em norma de escalão superior (in casu, a Constituição da República), não pode ser subtraído de um órgão colegiado de estatura constitucional e funcionalmente autônomo, como é o caso do CNJ (GARCIA, 2008, p.6). Nos termos do art. 5º, 2º, da EC nº. 45/2004, diante da ausência de legislação específica que discipline o seu funcionamento e suas atribuições, o CNJ, em agosto de 2005, 23 Sobre o termo competência, ver infra, item Art. 5º, 2º da Emenda Constitucional nº. 45, de : Até que entre em vigor o Estatuto da Magistratura, o Conselho Nacional de Justiça, mediante resolução, disciplinará seu funcionamento e definirá as atribuições do Ministro-Corregedor. (BRASIL, 2005, p.351). 25 Conforme o art.96, inciso I, alínea a, da CRFB/88, compete privativamente aos tribunais: eleger seus órgãos diretivos e elaborar seus regimentos internos, com observância das normas de processo e das garantias processuais das partes, dispondo sobre a competência e o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionais e administrativos. (BRASIL, 2005, p.79).

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