ASSEMBLEIA GERAL DA MARTIFER SGPS, S.A. ( ) PROPOSTA RELATIVA AO PONTO 7 DA ORDEM DE TRABALHOS

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1 ASSEMBLEIA GERAL DA MARTIFER SGPS, S.A. ( ) PROPOSTA RELATIVA AO PONTO 7 DA ORDEM DE TRABALHOS (Deliberar sobre a eleição dos membros do Conselho Fiscal, para exercerem funções durante o quadriénio , e bem assim designar o respectivo Presidente de entre os membros eleitos) Considerando o termo do mandato dos actuais membros do Conselho Fiscal, Propõe-se que a Assembleia delibere eleger como membros do Conselho Fiscal, para exercerem funções no quadriénio : Presidente: Manuel Simões Carvalho e Silva Vogal: Carlos Alberto da Silva e Cunha Vogal: Carlos Alberto de Oliveira e Sousa Suplente: João Carlos Tavares Ferreira de Carreto Lages Anexa-se a informação curricular. Oliveira de Frades, 20 de Março de 2008 OS ACCIONISTAS PROPONENTES MTO SGPS, SA MOTA-ENGIL SGPS, S.A.

2 Informação Curricular Manuel Simões de Carvalho e Silva é licenciado em Direito, pela Universidade de Coimbra. Inscrito na Ordem dos Advogados, exerce advocacia na comarca de Aveiro e limítrofes desde Outubro de 1980, com incidência nas áreas do direito civil, laboral, comercial e penal. Manuel Simões de Carvalho e Silva não desempenha qualquer cargo social em qualquer sociedade quer de grupo quer outra, não se encontra abrangido por qualquer incompatibilidade prevista nos artigos 414º e 414º-A do CSC, nem é titular de acções da "Martifer" ou de sociedades com as quais aquela esteja em relação de domínio ou de grupo. Carlos Alberto da Silva e Cunha detém um Diploma de Estudos Avançados (Programa curricular de Doutoramento em Ciências Empresariais) da Universidade de Vigo, Espanha. É Mestre em Contabilidade e Administração pela Universidade do Minho e tem curso de Pós-Graduação O Impacto do Euro nas Empresas pelo Instituto de Estudos Superiores Financeiros e Fiscais. É licenciado em Auditoria e Diplomado com o curso de Estudos Superiores Especializados em Auditoria pelo Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto, é ainda diplomado com o curso de Contabilidade pelo Instituto Comercial do Porto. É Revisor Oficial de Contas, inscrito na Lista Oficial desde Março de Exerce ainda funções de Professor Assistente, convidado a leccionar na Escola de Economia e Gestão (Universidade do Minho) bem como na Universidade Lusíada (Porto), a cadeira de Auditoria. É Vice-Presidente da Comissão de Estágio e Membro do Conselho Superior da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, aí também exercendo funções de Controlador-Relator da Comissão de Controlo da Qualidade. É Membro do Conselho Geral da APECA e Membro do Conselho Técnico da Associação Portuguesa de Peritos Contabilistas. É consultor de empresas, nas áreas de organização e gestão, financeira, fiscalidade e contabilidade.

3 Carlos Alberto de Oliveira e Sousa tem uma licenciatura em Auditoria Contabilística, um bacharelato em Contabilidade e Administração e fez o curso de Estudos Superiores Especializados em Auditoria. Inscrito na Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas sob o n.º Desde cedo desempenhou funções administrativas com predomínio na área contabilística, tendo também exercido o cargo de chefe dos serviços administrativos de uma empresa comercial de distribuição. A partir de 1989, exerceu, por conta própria, a actividade de contabilista e consultor, tendo sido director financeiro de várias empresas, acumulando também responsabilidades no campo da gestão. De 1990 a 2000 leccionou várias disciplinas relacionadas com a sua formação académica em diferentes estabelecimentos de ensino. Nos últimos cinco anos, Carlos Alberto de Oliveira e Sousa não desempenhou cargos e administração, direcção ou fiscalização em qualquer outra sociedade. João Carlos Tavares Ferreira de Carreto Lages é licenciado em Direito pela Universidade Católica do Centro Regional do Porto. Desde 1995, exerce Advocacia na comarca de Oliveira de Frades, com processos domiciliados nos mais diferentes pontos do país. Exerceu funções de Vogal do Conselho de Administração da APA, S.A., Administração do Porto de Aveiro tutelando os seguintes pelouros: Marketing e Relações Públicas, Segurança e Ambiente, Recursos Humanos e Pilotos. Em Julho 2002 constitui a Sociedade de Advogados CARRETO LAGES E ASSOCIADOS, com escritório em Aveiro e em Oliveira de Frades, exercendo funções de sócio administrador.

4 Actividades Profissionais exercidas nos últimos cinco anos MANUEL SIMÕES DE CARVALHO E SILVA Cargo de Presidente do Conselho Fiscal: Não exerce qualquer cargo em sociedades não pertencentes ao Grupo Martifer. CARLOS ALBERTO DA SILVA E CUNHA Cargo de Vogal do Conselho Fiscal: Revisor Oficial de Contas: Japgest - SGPS, S.A. Tovite Soc de Automóveis, S.A. Adrave Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Ave, S.A. Castro & Filhos, S.A.

5 Manufacturas Mecânicas Flexus, S.A. CARLOS ALBERTO DE OLIVEIRA E SOUSA Cargo de Vogal do Conselho Fiscal: Não exerce qualquer cargo em sociedades não pertencentes ao Grupo Martifer. JOÃO CARLOS TAVARES FERREIRA DE CARRETO LAGES Cargo de Suplente do Conselho Fiscal: Não exerce qualquer cargo em sociedades não pertencentes ao Grupo Martifer.

6 Informação Complementar O membro Suplente do Conselho Fiscal Carlos Tavares Ferreira de Carreto Lajes é filho do Presidente da Mesa da Assembleia Geral, José Carreto Lajes. Não existem outras relações de parentesco entre os membros do Conselho Fiscal e os demais membros dos órgãos sociais. Não existem conflitos de interesses potenciais entre as obrigações assumidas perante a Martifer ou qualquer uma das suas subsidiárias e os interesses pessoais ou obrigações de qualquer uma das pessoas que integram os órgãos de fiscalização da Martifer. Nenhum dos membros do Conselho Fiscal é titular directo ou indirecto de acções da Sociedade, nem, nos termos dos artigos 414.º e 414.º-A do CSC têm qualquer tipo de incompatibilidade para os respectivos cargos. Nos últimos 5 anos, nenhum dos membros do Conselho Fiscal (i) sofreu qualquer condenação relacionada com conduta fraudulenta; (ii) desempenhou quaisquer funções executivas como quadro superior ou membro do órgão de administração ou de fiscalização de qualquer sociedade que tenha estado ou esteja em processo de falência, insolvência ou liquidação; (iii) foi sujeito a quaisquer acusações formais e/ou sanções por parte de autoridades legais ou reguladoras (incluindo organismos profissionais), nem foi impedido por um tribunal de actuar como membro de um órgão de fiscalização de uma sociedade.

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