RUTE VIEIRA DA NÓBREGA E SILVA AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS E MATERIAIS UTILIZADOS NA EXECUÇÃO DE PISOS EM UNIDADES HABITACIONAIS NA CIDADE DE ASSÚ/RN

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CAMPUS ANGICOS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS, TECNOLÓGICAS E HUMANAS - DCETH CURSO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA RUTE VIEIRA DA NÓBREGA E SILVA AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS E MATERIAIS UTILIZADOS NA EXECUÇÃO DE PISOS EM UNIDADES HABITACIONAIS NA CIDADE DE ASSÚ/RN ANGICOS-RN 2013

2 RUTE VIEIRA DA NÓBREGA E SILVA AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS E MATERIAIS UTILIZADOS NA EXECUÇÃO DE PISOS EM UNIDADES HABITACIONAIS NA CIDADE DE ASSÚ/RN Monografia apresentada à Universidade Federal Rural do Semi-Árido UFERSA, Campus Angicos, para obtenção do Título de Bacharel em Ciência e Tecnologia. Orientadora: Profª Dsc. Marcilene Vieira da Nóbrega. ANGICOS-RN 2013

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5 Dedico este trabalho aos meus pais, Dinarte Vieira da Nóbrega, Francisca Valdileia da Silva Nóbrega e ao meu esposo, Antônio Gilneto Rodrigues de Freitas Góis que sempre me mostraram a importância de estudar e me incentivaram durante a minha jornada.

6 AGRADECIMENTOS A Deus em primeiro lugar, pelo dom da vida, pela proteção, força, presença constante e por me guiar. A minha professora orientadora, Dsc. Marcilene Vieira da Nóbrega, dedicada, atenciosa, cuidadosa e compreensiva. Pela sua entrega a esse trabalho, pela sua orientação, pela segurança que me passou e por me fazer acreditar no meu potencial. Sem a ajuda da mesma não teria desenvolvido este trabalho. Aos meus pais Dinarte Vieira da Nóbrega e Francisca Valdileia da Silva Nóbrega, que contribuíram muito para minha educação e realização deste grande sonho. Aos meus avós José da Silva, Maria Francisca da Silva e Noêmia Vieira da Nóbrega e, pela atenção, compreensão, amor e por acreditar e sonharem junto comigo. Aos meus sogros, Antônia Gileuda de Freitas e João Batista de Gois, pois sempre que preciso os mesmos não medem esforços e sempre estão prontos para me servir. Ao meu esposo Antônio Gilneto Rodrigues de Freitas Góis, que sempre esteve ao meu lado, me apoiando, ajudando e dando-me força nessa grande jornada. A minha amiga e irmã Otacília Barbalho, de caráter admirável, que desde o início do curso esteve ao meu lado, me ajudando e animando nos momentos em que estive triste. Ao meu grupo de estudo dos últimos semestres, que nessa jornada nos tornamos uma grande família, juntos perdemos muitas noites de sono a procura de um mesmo objetivo, e cada minuto foi recompensada com o conhecimento adquirido. Aos meus amigos, Aline do Nascimento Xavier, Hellem Cristina Rodrigues de Araújo, Ruan Landolfo da Silva Ferreira, Rafaela Saldanha e Valéria Barreto de Moura, por sempre me darem força e me fazerem acreditar no meu potencial. A todos os meus professores que contribuíram com a minha educação, pelo conhecimento passado, dedicação e incentivo.

7 A todos os meus familiares e amigos que torceram pela minha vitória meu sincero agradecimento.

8 Determinação coragem e autoconfiança são fatores decisivos para o sucesso. Se estamos possuídos por uma inabalável determinação conseguiremos superá-los. Independentemente das circunstâncias, devemos ser sempre humildes, recatados e despidos de orgulho. (Dalai Lama)

9 RESUMO Atualmente, a construção civil encontra-se fortemente aquecida, tendo em vista os grandes eventos esportivos que acontecerão no Brasil como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 e especialmente os incentivos habitacionais do governo como, o programa Minha Casa Minha Vida. Em virtude deste programa, criado pelo Governo Federal, muitas pessoas são beneficiadas com moradias. Entretanto, o consumo crescente pelo setor da construção civil, acabou valorizando este processo e alguns construtores buscando uma rápida e econômica obra, nem sempre prezam a sua qualidade. Nesse contexto, o segmento de construções de novas unidades habitacionais na Cidade de Assú/RN, também vem crescendo nos últimos anos e este rápido crescimento requer maior atenção quanto à qualidade na execução da obra, pois, uma obra bem executada irá proporcionar uma maior durabilidade e segurança. Desta forma este trabalho tem como objetivo principal realizar o acompanhamento da execução de pisos, através de visitas, medições, registros fotográficos e aplicação de formulário. O trabalho foi desenvolvido em duas etapas. Na primeira etapa foi realizada a pesquisa bibliográfica relacionada a temática abordada e na segunda etapa foi feita a pesquisa de campo, sendo aplicado formulário e realizadas as medições. Com os resultados obtidos pode-se considerar que, na prática, os processos realizados são diferentes de como sugerem as normas existentes para a execução de pisos. Palavras-chave: Execução de pisos; Unidades Habitacionais; Construção civil

10 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Processo de verificação do nível do terreno Figura 2 - Camadas envolvidas no processo de execução tipo laje Figura 3 - Processo de verificação do nível para a execução do contrapiso Figura 4 - Processo de formação dos tacos, que auxiliam na execução do contrapiso Figura 5 - Processo de verificação das alturas dos tacos Figura 6 - Momento em que o aditivo misturado à água é espalhada pela superfície do lastro Figura 7 - Momento da adição de cimento ao aditivo Figura 8 - Detalhe da realização da mistura do aditivo junto ao cimento Figura 9 - Processo em que a farofa de contrapiso é espalhada entre os tacos Figura 10 - Processo de compactação da farofa de contrapiso espalhada entre os tacos... Figura 11 - Processo do sarrafeamento da farofa de contrapiso Figura 12 - Processo de acabamento final do contrapiso com o auxílio de uma desempenadeira de madeira... Figura13 - Contrapiso pronto para receber o acabamento final... Figura 14 - Piso da cozinha abaixo do piso da sala... Figura 15 - Processo de limpeza da placa cerâmica... Figura 16 - Preparação do piso para o recebimento da argamassa... Figura 17 - Processo de distribuição da argamassa no piso, com o auxílio do lado liso da desempenadeira... Figura 18 - Utilização do lado dentado da desempenadeira no piso... Figura 19 - Utilização do lado dentado da desempenadeira na cerâmica... Figura 20 - Processo de assentamento do revestimento cerâmico... Figura 21 - Processo de assentamento da peça cerâmica que será utilizada como referência... Figura 22 - Aplicação do rejunte entre as placas cerâmicas... Figura 23 - Localização da cidade de Assú... Figura 24 - Tipo de edificação pesquisada... Figura 25 - Detalhes do baldrame sobre a fundação superficial

11 Figura 26 - Detalhe do solo espalhado e pronto para ser compactado... Figura 27 - Detalhe para a altura observado do Baldrame... Figura 28 - Compactação do solo que irá receber lastro com a utilização de um soquete de aço... Figura 29 - Espessura que o lastro atingirá... Figura 30 - Lançamento dos seixos... Figura 31 - Lançamento dos seixos sobre a camada compactada... Figura 32 - Pode-se verificar o lastro, constituído apenas de seixos, já executado... Figura 33 - Lastro constituído por seixos, areia, cimento e água... Figura 34 - Verificação da espessura do lastro com concreto de cimento, brita, areia e água... Figura 35 - Compactação do lastro, constituído por brita, cimento, areia e água... Figura 36 - Contrapiso sendo sarrafeado após compactação... Figura 37 - Argamassa sendo lançada no lastro para a execução do contrapiso... Figura 38 - Contrapiso sendo sarrafeado... Figura 39 - Espessura do contrapiso... Figura 40 - Detalhe para assentamento do revestimento cerâmico nas edificações visitadas... Figura 41 - Detalhe para colocação dos pregos guia para uniformizar as juntas entre peças cerâmicas

12 LISTA DE QUADROS Quadro 1 - Etapas envolvidas na construção de uma edificação...16 Quadro 2 - Tipos de revestimentos mais utilizados nas edificações...31

13 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABNT NBR Associação Brasileira de Normas Técnicas Norma Brasileira Regulamentadora UFERSA Universidade Federal Rural do Semi-Árido RN IBGE PIB Rio Grande do Norte Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Produto Interno Bruto

14 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA PROJETO DE UMA EDIFICAÇÃO - ETAPAS ENVOLVIDAS PISO CONSIDERAÇÕES INICIAIS TIPOS DE PISOS Piso de laje Piso de Chão PROCESSO DE EXECUÇÃO DO PISO DE CHÃO Compactação do terreno Preparação do lastro Preparação do contrapiso Camada de revestimento Processo de execução do revestimento cerâmico MATERIAL E MÉTODOS LOCAL DA PESQUISA EDIFICAÇÕES PESQUISADAS ELEMENTOS INVESTIGADOS NA EXECUÇÃO DO PISO Compactação Execução do lastro Contrapiso RESULTADOS E DISCUSSÃO PROCESSO DE COMPACTAÇÃO DO SOLO QUE RECEBERÁ O LASTRO EXECUÇÃO DO LASTRO EXECUÇÃO DO CONTRAPISO APLICAÇÃO DO REVESTIMENTO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS...54 APÊNDICE...56

15 13 1 INTRODUÇÃO Nos últimos anos o Brasil vem apresentando um significativo crescimento no setor da construção civil que, de acordo com o IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, este é o setor que se mantém entre os maiores geradores de emprego e renda dos últimos anos, apresentando um PIB Produto Interno Bruto, no ano de 2003, equivalente a 4,3% e no ano de 2012 este PIB aumentou para 4,9%. (IBGE, 2012). A conquista da casa própria é comum a quase todos os brasileiros. Muitos deles têm conseguido com o advento do Programa Minha Casa Minha Vida, gerado pelo Governo Federal. Em 2012, o programa superou o total de 1 (um) milhão de unidades habitacionais entregues e as expectativas para 2014 é de 1,1 milhões de novas moradias, atingindo até 2,4 milhões de casas e apartamentos em todo o Brasil. (MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, 2013). A construção civil vem sendo a principal responsável pela geração de emprego e desenvolvimento urbano na Cidade de Assú, com a construção de novos conjuntos habitacionais, como o conjunto Irmã Lindalva com 406 unidades habitacionais e unidades habitacionais construídas pelo programa Minha Casa Minha Vida. (PREFEITURA MUNICIPAL DE ASSU, 2012). A construção dessas novas edificações na Cidade de Assú/RN desperta relevante preocupações quanto à qualidade de sua execução, pois, uma obra bem executada proporciona uma maior durabilidade e segurança. Dentre todas as etapas envolvidas em um processo construtivo é pertinente destacar a importância da etapa da execução do piso, pois de acordo com Barros (2000), o piso é a junção de diversas camadas que resultará em um elemento estrutural que possui grande importância dentro dos processos construtivos e a sua eficiência está ligada a capacidade de suportar cargas advindas sobre ele. Ainda segundo o autor, o mesmo deve possuir resistência mecânica, capacidade de absorver deformações, estanqueidade, resistência a ataques de agentes químicos, facilidade de limpeza, conforto tátil, visual, acústico, segurança contra o fogo e durabilidade. As etapas de execução de um piso, segundo Ripper (1995), consistem em: terraplanagem, nivelamento, compactação, execução do lastro, colocação do contrapiso e por fim a execução do revestimento final. A sua correta execução assim como a utilização dos

16 14 materiais adequados em cada etapa, irá influenciar no desempenho e idade da estrutura do mesmo. Camargo (2010) ressalta ainda que, a busca pela redução dos custos, rapidez nos processos de execução, frequentemente pode comprometer a qualidade e a durabilidade do piso, gerando possíveis trincas, fissuras, refletindo na durabilidade do piso, dentre outras manifestações patológicas. Dessa forma este trabalho tem como objetivo geral fazer um diagnóstico das etapas envolvidas no processo de execução de pisos nas construções de unidades habitacionais na Cidade de Assú/RN. Tem ainda como objetivos específicos comparar os processos construtivos utilizados na prática e compará-los com os processos normatizados.

17 15 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Neste capítulo será abordado a fundamentação teórica que norteará o presente trabalho. Esta constará do conceito de piso, as etapas que envolvem a execução do mesmo. 2.1 PROJETO DE UMA EDIFICAÇÃO - ETAPAS ENVOLVIDAS Em projeto de edificações todas as etapas envolvidas são importantes, desde o projeto arquitetônico até a fase de acabamento. Entretanto, algumas fases são negligenciadas, quando não é dada atenção, por exemplo, ao processo de execução de algumas fases, que requer o mesmo cuidado necessário na fase de concepção e elaboração do mesmo. (GEHBAUER et al., 2002). A elaboração de um projeto dispõe de um planejamento que visa a melhor execução de uma obra, de forma a ser importante para a prevenção de possíveis situações desfavoráveis e para que se possa minimizar os impactos e custos. Dessa forma, o profissional irá estudar o melhor projeto e método construtivo dentro de um cronograma (MATTOS, 2010). Ainda de acordo com o autor a ausência de planejamento em obras de pequeno e médio porte é constante e isso pode ocasionar sérios problemas como: atraso da obra e orçamentos onerosos. Para Mattos (2010), tomando como base a construção de uma edificação, as etapas envolvidas são: fundação (consiste na escavação e sapatas), estrutura (que consiste na construção da alvenaria, telhado e instalações) e o acabamento (com a execução das esquadrias, revestimento e pintura). Já, de acordo com Yazígi (2009), para a execução de uma obra deve-se realizar um planejamento, a elaboração de um projeto, a fabricação dos materiais e equipamentos e empregar uma série de etapas. No Quadro 1, podem-se verificar todas essas etapas.

18 16 Quadro 1- Etapas envolvidas na construção de uma edificação. Serviços preliminares Compactação do aterro Locação da obra Fundações Execução de fundação Estrutura de concreto Execução de fôrma armado Montagem de armadura Concretagem de peça estrutural Execução de alvenaria estrutural Vedações verticais Execução de alvenaria não-estrutural e de divisória leve, do revestimento interno de área seca e úmida e do revestimento externo Vedações horizontais Execução de contrapiso, do piso externo, da área seca e úmida do piso interno, do forro, da impermeabilização, da cobertura do telhado. Esquadrias Colocação de batente, porta e janela. Pintura Execução de pintura interna e externa Sistemas prediais Execução de instalações elétricas, hidro sanitária, colocação de bancada, louça e metal sanitário. Fonte: Autoria própria (2013). No que diz respeito aos serviços preliminares, é necessário que seja dada atenção à obtenção das características do terreno onde a obra será realizada de forma que o ideal, para Yazígi (2009), é que o terreno possua boas dimensões, seja seco e não esteja sujeito à erosão, possua facilidade de acesso, resistência para suportar a obra, seja plano ou pouco inclinado para a rua e que não seja um terreno que foi aterrado com materiais com a presença de material orgânico, sujeitos a possíveis recalques. Após a limpeza do terreno, é de extrema importância que se faça o levantamento planimétrico antes de iniciar a execução da obra, pois nem sempre as medidas encontradas na escritura do mesmo, são as reais medidas do terreno (BORGES, 2009). O método bastante utilizado pelos pedreiros, desde a marcação da obra até os acabamentos finais é o do nível de mangueira e para apresentar resultados verdadeiros, à mangueira deve possuir um diâmetro pequeno, transparência e não apresentar bolhas e dobras. (MILITO, 2013). Na Figura 1, podese observar o processo de verificação do nível do terreno.

19 17 Figura 1- Processo de verificação do nível do terreno Fonte: Milito (2013, p. 11). Após a limpeza e nivelamento do terreno, dependendo do tipo de obra que será realizada acontecerá a construção do canteiro de obras, que deverá ser localizado em lugares que não atrapalhem o tráfego dos operários. No canteiro de obras será depositado todo o material e as ferramentas que serão utilizadas durante a execução da obra e após o seu término deve-se por obrigação providenciar a ligação do sistema de água e energia. (MILITO, 2013). Na etapa de fundação é necessário dar atenção às cargas que serão transferidas ao terreno de forma que o mesmo não venha apresentar recalques ou rupturas (BORGES, 2009). Antes de iniciar a fundação, deve-se ter conhecimento do comportamento do solo onde a obra será implantada, pois todas as cargas de uma edificação se concentram na fundação que consequentemente incidirá forças sobre o solo. (GEHBAUER et al., 2002; RODRIGUES, 2010). Após o processo de fundação dar-se início a execução das paredes em alvenaria que, se forem mal executadas e planejadas, podem levar a um grande desperdício de material. (GEHBAUER et al., 2002). A colocação das janelas e portas de PVC ou metálicas são executadas simultaneamente a construção das paredes, já se tratando de esquadrias de madeira, as mesmas serão montadas após a execução das paredes. (GEHBAUER et al., 2002). Para fase de conclusão, deve-se levar em consideração o acabamento das paredes e a formação do piso, lembrando sempre da importância da formação do contrapiso, pois este tem como função nivelar a base, fazendo-se necessário para o acabamento final de piso cimentado ou de revestimento cerâmico. (GEHBAUER et al., 2002 ).

20 18 Ainda para a fase de acabamento têm-se a execução da pintura que possui a finalidade de proteger, dar cor e facilitar os serviços de limpeza das paredes, tetos e pisos. (GEHBAUER et al., 2002 ). Segundo Botelho (2009), as instalações e os equipamentos em uma edificação deverão seguir as normas técnicas e serem projetados e executados de forma que possa proporcionar conforto, higiene e segurança para os usuários. Quanto às instalações elétricas e hidráulicas elas devem ser realizadas antes da execução do contrapiso (QUARESMA, 1998). 2.2 PISO CONSIDERAÇÕES INICIAIS A ideia dos pisos como forma de melhoria nas edificações e conforto dos usuários remonta de muito tempo. Em meados do século XIX, os processos de construção civil no Brasil foram se modificando com base nos países mais desenvolvidos, que possuíam uma arquitetura mais avançada. Observou-se nessa época a ausência da tecnologia e os pisos, que antes eram constituídos apenas por barro batido, argamassa de gesso ou de cimento e areia e de camadas de asfalto sobre tijolos, foram se modificando para aqueles constituídos por tábuas com encaixe e nos banheiros e cozinhas passou-se a utilizar ladrilhos hidráulicos (cerâmicos). (BARROS, 2000). No início do século XX, foram observados certa ausência de tecnologia, quando utilizavam-se de barro batido, argamassa de gesso, de cal e cimento, betume ou asfalto para a execução de pisos e pedras como revestimento. Um método mais econômico que o revestimento de pedra é a utilização de tijolos na execução dos pisos. Entretanto, esse tipo de revestimento apresentava uma menor durabilidade. Já se tratando de revestimento de pedras como o granito, o gabro (tipo de rocha ígnea) e outros calcários considerados duros às técnicas utilizadas na antiguidade, são as utilizadas na atualidade. Com o passar dos tempos o piso passou a ter uma função importante dentro da edificação. De acordo com Barros (2000), o mesmo é a junção de diversas camadas que resulta em um elemento estrutural, que deve possuir resistência mecânica, capacidade de absorver deformações, estanqueidade, resistência a ataques de agentes químicos, facilidade de limpeza, conforto tátil, visual, acústico, segurança contra o fogo e durabilidade. O autor afirma também que, o piso deve ser capaz de suportar ações mecânicas de

21 19 diversas naturezas, como impactos, que são gerados a partir da utilização do mesmo e podem esmagá-lo ou cisalhá-lo. (CSTB, 1983 apud BARROS, 2000). Para Elder; Vandenberg, (1977) apud Barros, (2000), o piso possui como funções: Proteger a estrutura da ação de agentes agressivos, de forma que a sua durabilidade aumente e os custos de manutenção sejam menores; Proporcionar os desníveis dos ambientes; Embutir os componentes de instalações; Contribuir para o isolamento termo acústico, absorção de sons e impactos, estancamento de gases e água na forma líquida e de vapor e segurança contrafogo; Valorizar a edificação, pois sua camada superficial possui características estéticas que proporciona o acabamento desejado; Para o cumprimento da qualidade e das suas funções, o piso deve ser nivelado, preparado e revestido. (GEHBAUER et al, 2002) 2.3 TIPOS DE PISOS Piso de laje Esse tipo de piso recebe essa denominação por compor o elemento estrutural laje. É do tipo de componente estrutural capaz de transmitir os efeitos que são atuados na mesma, para as vigas e pilares. É comum encontrar tal elemento em edificações residenciais, comerciais e industriais. (RANGEL; SANTANA, 2013). De acordo com (SOUZA, apud MELHADO, 2002), há 3 (três) principais tipos de piso tipo laje: o convencional, o nivelado e o acabado. O tipo convencional, não é executado com controle de seu nivelamento e necessita de uma camada de regularização para o assentamento do piso. O tipo nivelado tem seu nivelamento executado e posteriormente é lançado sobre a mesmo uma camada de contrapiso possuindo uma espessura de no mínimo 2 (dois) cm. O tipo acabado, diferentemente dos outros citados anteriormente, não necessita de contrapiso, pois sua base possui as características necessárias para o assentamento do revestimento final. Na Figura 2 identificam-se as camadas envolvidas no processo de execução de um piso tipo laje.

22 20 Figura 2 - Camadas envolvidas no processo de execução do piso tipo laje Fonte: Barros (2000, P. 14). Essas camadas são denominadas como sistema de vedação horizontal interna e esta, é constituída pelo forro de pavimento inferior, a laje estrutural e o piso do pavimento superior Piso de Chão Esse tipo de piso deve apresentar uma camada de lastro sobre o solo, o contrapiso, que deve ser bem nivelado e o revestimento final. (RIPPER, 1995). A seguir, será exposto o processo da execução desse piso, bem como os materiais envolvidos na sua execução. 2.4 PROCESSO DE EXECUÇÃO DO PISO DE CHÃO De acordo com a NBR (ABNT, 1996), antes de iniciar o processo de execução do piso é necessário que as seguintes etapas estejam concluídas: revestimento de paredes, revestimento de tetos, fixação de caixilhos, execução da impermeabilização, instalação de tubulações embutidas no piso e ensaios das tubulações existentes quanto à estanqueidade. As etapas de execução de um piso, segundo Ripper (1995), consistem em: terraplanagem, nivelamento, compactação, execução do lastro, colocação do contrapiso e por fim a execução do revestimento final. A seguir, serão descritas essas etapas e os processos envolvidos em sua elaboração.

23 Compactação do terreno O terreno deve ser bem compactado e os locais em que o solo se apresentar mais mole, o mesmo deverá ser removido e substituído por um material mais resistente. Uma má compactação do solo poderá afetar na qualidade do piso. (RIPPER, 1995) Preparação do lastro O lastro, segundo a NBR (ABNT, 1996), trata-se de uma camada, que encontrase sobre o solo devidamente preparado e compactado. Ainda segundo a norma, esta camada, deve ser constituída por brita compactada e sua espessura irá variar conforme as cargas que irão atuar sobre a mesma. Essa camada possui a função de não permitir que a terra solta se misture com o concreto, evitando que sua dosagem se estrague. (BORGES, 2009). A preparação da base de concreto ou lastro, só deverá ser iniciada após a prévia compactação, nivelamento e apiloamento do solo. (RIPPER, 1995). Esse apiloamento é realizado manualmente com um soquete entre 10 a 20 kg com o objetivo de uniformizar o material. De acordo com a NBR (ABNT, 1996), na ocorrência de solos muito úmidos ou supostamente contaminados por sulfatos ou outras substâncias que podem ser agressivas, a impermeabilização do solo deve ser constituída de manta asfáltica. Ainda segundo a mesma norma, a base é uma camada de concreto simples ou armado onde são aplicadas as camadas necessárias para o assentamento do revestimento cerâmico com argamassa colante Preparação do Contrapiso Depois de executada a camada fina de concreto, coloca-se sobre a mesma uma nova camada de argamassa denominada contrapiso. (BORGES, 2009). O contrapiso é uma camada lançada sobre o lastro de concreto ou laje estrutural, que possui uma espessura variando entre 2 a 6 cm, dependendo da sua função. Os traços utilizados são: 1:5, 1:6 e 1:7, sendo o 1:6 o mais usual. (COZZA, 2009). Ainda segundo o autor, para a execução desta camada, o lastro, anteriormente citado, deve estar limpo, livre de entulhos ou qualquer outro material e posteriormente deve ser realizado o nivelamento do local a partir de

24 22 um nível de referência (linha horizontal traçada nas paredes, com aproximadamente 1m de altura). Na figura 3 pode-se observar o processo de nivelamento do lastro para a execução do contrapiso. Figura 3 - Processo de verificação do nível para a execução do contrapiso Fonte: Cozza (2009, p. 13). Para a obtenção do contrapiso bem nivelado, na execução, terá que se fixar em alguns cômodos, guias de concreto bem niveladas. Para ajudar no nivelamento destas guias, são colocados acima das mesmas, tacos de madeira ou pedaços de cerâmica cujo nivelamento será obtido a partir da régua ou nível de pedreiro. (BARROS, 2000). Para Barros (2000), os espaços entre um taco e outro, será preenchido com concreto, para a obtenção do contrapiso e a distância entre eles não poderá ser maior que 4 m para evitar imperfeições do contrapiso. A figura 4 mostra o processo de formação de um taco.

25 23 Figura 4 - Processo de formação dos tacos, que auxiliam na execução do contrapiso Fonte: Cozza (2009, p. 15). Durante a colocação dos tacos, deve ser levado em consideração os caimentos que são necessários para alguns cômodos para evitar acúmulo de água, por exemplo, e deve-se analisar se os mesmos estão com a mesma altura e para isso estica-se um fio passando por cada taco. (COZZA, 2009). Segundo a NBR (ABNT, 1996), os tacos devem ser assentados em todos os cantos da edificação e em locais de interesse particular, sem esquecer os caimentos. Na figura 5 observa-se com mais detalhes a forma como é analisada a altura dos tacos.

26 24 Figura 5 - Processo de verificação das alturas dos tacos Fonte: Cozza (2009, p.16) Segundo Cozza (2009), para a colocação desses tacos e execução do contrapiso devese limpar a superfície do lastro e jogar uma mistura de água com aditivos para acelerar a pega da argamassa. Depois de preparada a mistura, deve-se escovar a massa com ajuda de um vassourão, que ajudará na aderência entre o lastro e o contrapiso. Nas figuras 6, 7 e 8 observam-se as etapas de execução desta aplicação. Na Figura 6, é observado o momento em que o aditivo misturado com água é espalhado pela superfície do lastro. Já a figura 7 retrata a adição de cimento ao aditivo e por fim, na figura 8 vê-se a forma como é realizada essa mistura.

27 25 Figura 6 - Momento em que o aditivo misturado a água é espalhado pela superfície do lastro Fonte: Cozza (2009, p.16). Figura 7 - Momento da adição de cimento ao aditivo Fonte: Cozza (2009, p.16)

28 26 Figura 8 Detalhe da realização da mistura do aditivo junto ao cimento Fonte: Cozza (2009, p.16). Após a finalização dos processos anteriores a farofa do contrapiso (argamassa) é lançada entre os tacos e com o auxílio de uma enxada, todos os espaços entre os mesmos são preenchidos com a argamassa. (COZZA, 2009). Na figura 9 pode-se observar o processo em que a farofa de contrapiso é espalhada entre os tacos. Figura 9 - Processo em que a farofa de contrapiso é espalhada entre os tacos Fonte: Cozza (2009, p.17).

29 27 Após espalhar a argamassa entre os tacos, a mesma deve ser bem compactada com a ajuda de um soquete, até alcançar o nível marcado pela linha que liga um taco a outro, deixando assim, o piso bem nivelado. (COZZA, 2009) A figura 10 indica o processo da compactação da farofa do contrapiso, com a ajuda de um soquete. Figura10- Processo de compactação da farofa de contrapiso espalhada entre os tacos Fonte: Cozza (2009, p.17) Após compactar a farofa de contrapiso, deve-se apoiar uma régua de alumínio entre os tacos, e com movimentos na lateral e de vai e vem o excesso de massa entre os tacos é retirado para que a superfície alcance o nível desejado. Esse processo da régua de alumínio é denominado sarrafeamento (BARROS, 2000; COZZA, 2009). Na figura 11 observa-se o processo quando a farofa de contrapiso é sarrafeada, com o auxílio da régua de alumínio. Figura 11 - Processo do sarrafeamento da farofa de contrapiso Fonte: Cozza (2009, p.17)

30 28 Caso ocorram falhas e pequenos buracos no contrapiso, deve-se colocar um pouco de argamassa, nivelar e desempenar o contrapiso com ajuda de uma desempenadeira de madeira ou de alumínio. (COZZA, 2009). Na figura 12, pode-se observar o processo em que são dados os acabamentos finais do contrapiso. Figura 12 - Processo de acabamento final do contrapiso com o auxílio de uma desempenadeira de madeira Fonte: Cozza (2009, p.18). Segundo a NBR (ABNT, 1996), o revestimento cerâmico só poderá ser executado após 7 (sete) dias do término do contrapiso, com o objetivo de diminuir a retração da argamassa sobre o piso cerâmico a ser executado. Ainda segundo a mesma norma, o contrapiso deve apresentar uma superfície áspera, obtida por sarrafeamento ou ligeiro desempenamento. Na figura 13, pode-se observar o contrapiso pronto para receber o revestimento final.

31 29 Figura13 - Contrapiso pronto para receber o acabamento final Fonte: Cozza (2009, p.18). Além da superfície áspera, ainda se referindo a NBR (ABNT, 1996), os pisos devem apresentar caimentos para permitir o escoamento das águas, conforme as seguintes recomendações: Para os pisos de ambientes não molháveis, o mesmo deverá ser executado em nível ou apresentar um caimento de no máximo 0,5%. Os pisos internos de áreas molhadas devem ser executados com um caimento de 0,5% com direção ao ralo ou à porta de saída, evitando ultrapassar o valor de 1,5%. Em boxes de banheiros o caimento deve ser entre 1,5% e 2,5% em direção ao ralo. O piso térreo que se encontra sobre a base deve apresentar caimento mínimo de 1,0%. Para Borges (2009), o piso da cozinha deve estar abaixo do piso da sala, de forma que a diferença possa ser de até 1,5 cm, para evitar que no momento da lavagem do piso da cozinha a água possa escorrer para o piso da sala (Figura 14).

32 30 Figura 14 - Piso da cozinha abaixo do piso da sala Fonte: Borges (2009, p. 212) Camada de revestimento O revestimento do piso deverá ser executado, com exceção no cimentado, em um nível abaixo do rodapé ou do revestimento das paredes com azulejos, ladrilhos e outros, pois dessa forma são evitadas infiltrações. (RIPPER, 1995). Segundo (GEHBAUER et al, 2002), existem vários tipos de revestimento e a escolha deverá ser procedida de acordo com o uso que será dado ao ambiente. Muitos são os tipos de revestimentos existentes no mercado sendo, dessa forma uma tarefa difícil definir cada produto (BORGES, 2009). O Quadro 2 a seguir, exemplifica alguns tipos de revestimentos mais utilizados em edificações.

33 31 Quadro 2 - Tipos de revestimentos mais utilizados nas edificações Lajotas cerâmicas Ladrilho hidráulico Cimentado Granilito Mármore Porcelanato Fonte: Google (2013). Borracha Granito

34 Processo de execução do revestimento cerâmico. Como foi verificado na seção anterior há diversos tipos de revestimento que podem ser utilizados nos pisos. Entretanto, em função de ser o revestimento cerâmico mais utilizado em habitações populares e sendo estas, objeto de estudo neste trabalho, será realizado nesta seção a descrição do assentamento de revestimento cerâmico. Segundo a NBR (ABNT, 1996), o revestimento cerâmico é assentado sobre lastro de concreto simples ou armado e o contrapiso. Antes de se iniciar a sua execução devese se certificar se a quantidade de placas cerâmicas existentes na obra é suficiente. Para a colagem do revestimento, deve-se se certificar da cura do contrapiso, que está em torno de 7 (sete) dias. Para uma execução correta do revestimento o contrapiso deve estar alinhado, nivelado, seco, curado e limpo, não esquecendo de no momento de assenta-lo posicionar as placas em um único alinhamento e utilizar o rejunte da mesma cor do material. (COZZA, 2009). De acordo com Ripper (1995), a argamassa utilizada para o assentamento é constituída de cimento, cal hidratada, água e areia limpa, isenta de óleos e material. Ainda segundo o autor, a argamassa deve ser utilizada no máximo em 2 (duas) horas e meia após o seu preparo. Para o assentamento correto das placas cerâmicas, deve-se antes de tudo limpar o lado oposto ao esmaltado com uma esponja úmida, como pode se verificar na Figura 15. (COZZA, 2009; NBR 13753). Figura 15 - Processo de limpeza da placa cerâmica Fonte: Cozza (2009, p. 109).

35 33 Após limpar a cerâmica, deve-se verificar o nivelamento do contrapiso e marcar um ponto a 1 (um) metro de altura de distância do contrapiso. Para o assentamento do revestimento cerâmico, o piso deve ser limpo, e se estiver muito ressecado deve ser umedecido, antes da aplicação da argamassa. Na figura 16, pode-se observar o momento da preparação do piso para a colocação da argamassa (COZZA, 2009). Figura 16 - Preparação do piso para o recebimento da argamassa Fonte: Cozza (2009, p. 109). Após preparar o piso, a argamassa é espalhada sobre o mesmo com o auxílio de uma desempenadeira utilizando de início o seu lado liso. Na figura 17, pode-se observar o momento em que a argamassa é espalhada com o auxílio do lado liso da desempenadeira (COZZA, 2009).

36 34 Figura 17 - Processo de distribuição da argamassa no piso, com o auxílio do lado liso da desempenadeira Fonte: Cozza (2009, p. 109). Após espalhar a argamassa com o lado liso da desempenadeira, deve-se passar o lado dentado da mesma de forma que seja formado um ângulo em torno de 60 entre a desempenadeira e o piso, como mostra a figura 18. (COZZA, 2009). Figura 18 - Utilização do lado dentado da desempenadeira no piso Fonte: Cozza (2009, p. 110). Para aplicar a cerâmica sobre a argamassa espalhada no piso, a cerâmica deve ser adquirida de uma só vez, para evitar que as mesmas apresentem tamanhos e tonalidades

37 35 diferentes. No caso da ocorrência de tamanhos diferentes, obriga a colocação de juntas largas. (BORGES, 2009). Segundo Cozza (2009), deve-se aplicar argamassa na peça cerâmica também, de forma que o lado dentado da desempenadeira passe por toda a extensão da placa cerâmica. Na figura 19 pode-se observar esse processo. Figura 19 - Utilização do lado dentado da desempenadeira na cerâmica Fonte: Cozza (2009, p. 110). Após todo esse processo, a peça cerâmica é assentada e os seus cantos devem ser batidos com o auxílio de um martelo de borracha como observa-se na Figura 20. (COZZA, 2009).

38 36 Figura 20 - Processo de assentamento do revestimento cerâmico. Fonte: Cozza (2009, p. 111). Deve-se aplicar uma cerâmica em cada extremidade do cômodo e em seguida fixar pregos de aço nos vértices das placas de cada extremo. Os pregos servirão para que seja fixada uma linha bem esticada entre eles, para servir de auxílio no assentamento das placas. (COZZA, 2009). Na figura 21, pode-se observar o processo em que a linha é fixada de uma extremidade a outra do cômodo, para auxiliar na execução do assentamento cerâmico. Figura 21 - Processo de assentamento da peça cerâmica que será utilizada como referência Fonte: Cozza (2009, p. 112). Após o término do assentamento do revestimento cerâmico, a argamassa de rejuntamento deve ser preparada, para ser posta nas juntas que foram deixadas entre as

39 37 cerâmicas. O rejunte deve ser aplicado com o auxílio de uma desempenadeira de borracha como mostra a figura 22. (COZZA, 2009). Figura 22 - Aplicação do rejunte entre as placas cerâmicas Fonte: Cozza (2009, p. 114). Para a NBR (ABNT, 1996), após o término da aplicação do rejunte em toda a extensão do cômodo, deve-se esperar em torno de 15 a 30 min, para que se possa fazer a limpeza da cerâmica com uma esponja de borracha macia, limpa e úmida e finalizar com um pano ou estopa limpa e seca. O rejunte preenche os espaços entre as peças de cerâmica e tem a função de apoiar e proteger as arestas das peças cerâmicas. (FIORITO, 2009).

40 38 3 MATERIAL E MÉTODOS da pesquisa. Nesta seção será apresentada a metodologia utilizada para serem atingidos os objetivos 3.1 LOCAL DA PESQUISA Este trabalho foi realizado na Cidade de Assú no Estado do Rio Grande do Norte /RN. Segundo o IBGE (2010) a Cidade de Assú, encontra-se localizada no interior do Estado, na microrregião do Vale do Assú e na mesorregião do Oeste Potiguar, com uma população de hab. A Figura 23 identifica a localização da cidade de Assú. Figura 23 - Localização da cidade de Assú Fonte: Wikimedia (2013) O solo da Cidade de Assú é caracterizado por ser bastante variável em todo o seu trecho, possuindo a ocorrência maior dos Latossolos Vermelho Amarelo na zona urbana e em uma extensa área do município (EMBRAPA, 2013). É neste solo que se encontram as edificações que foram investigadas neste trabalho. O solo caracterizado por Latossolo Vermelho Amarelo é um solo areno-argiloso com a presença de pedregulhos, sendo assim, bem graduado, com partículas de granulometria bastante variada. Dessa forma, as partículas pequenas, ocuparão os espaços deixados pelas

41 39 partículas grandes, diminuindo o índice de vazios e consequentemente, a porosidade e a permeabilidade do solo. 3.2 EDIFICAÇÕES PESQUISADAS Foram investigadas 10 (dez) casas, com áreas entre 60 e 70m². As mesmas foram executadas entre o período de Junho/2013 a Setembro/2013 e fazem parte do Programa Minha Casa Minha Vida. A Figura 24 identifica o modelo das edificações investigadas. Figura 24 - Tipo de edificação pesquisada Fonte: Acervo do autor (Agosto, 2013). 3.3 ELEMENTOS INVESTIGADOS NA EXECUÇÃO DO PISO Dentro da execução de pisos foram analisadas as etapas de compactação, execução do lastro, contrapiso e revestimento cerâmico. Nesta análise, buscou-se observar se a execução do piso estava dentro dos padrões técnicos. Para a coleta dos dados foram utilizados registros fotográficos e aplicação de formulário (Apêndice I).

42 Compactação Na etapa de compactação, foi observado o procedimento utilizado para realização da compactação, assim como os materiais utilizados Execução do lastro Na etapa da execução do lastro, foi observado os materiais utilizados, a espessura adotada e o processo de execução Contrapiso Na etapa da execução do contrapiso, foi observado o procedimento utilizado para a sua realização, assim como os materiais utilizados e sua espessura Execução do revestimento cerâmico Na etapa da execução revestimento cerâmico, foi observado o procedimento utilizado para a sua realização, assim como os materiais utilizados.

43 41 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO 4.1 PROCESSO DE COMPACTAÇÃO DO SOLO QUE RECEBERÁ O LASTRO Foi observado nas edificações visitadas que a compactação ocorria logo após a execução da fundação superficial. Sobre esta era executado o baldrame que logo em seguida era preenchido pelo solo que seria compactado (Figuras 25 e 26). Figura 25 - Detalhes do baldrame sobre a fundação superficial Fonte: Acervo do autor (Agosto, 2013). Figura 26 - Detalhe do solo espalhado e pronto para ser compactado Fonte: Acervo do autor (2013)

44 42 A espessura dessa camada de solo que seria compactado dependia da declividade do terreno e da altura alcançada pelo baldrame. Em alguns casos, como pode se verificar na Figura 27, foram observadas alturas de até 1 (um) metro. De acordo com os registros obtidos, observa-se uma camada de solo compactado superior a indicada por Borges (2009) que afirma que as camadas de solo compactado devem ser alternadas em torno de 50cm. Figura 27 - Detalhe para a altura observado do Baldrame Fonte: Acervo do autor (Agosto, 2013). Depois de preenchido o espaço do baldrame, o solo era compactado e em seguida recebia a camada de material que iria compor o lastro (Figura 28). Observou-se que o material utilizado no lastro variava entre areia, cuja granulometria variava de grossa a fina. Se for constituída por apenas 1 (uma) camada, de acordo com os registros obtidos, observa-se uma camada de solo compactado superior a indicada por Borges (2009) que afirma que as camadas de solo compactado devem ser alternadas em torno de 50cm. Para evitar que o piso venha a ceder depois de concluído.

45 EXECUÇÃO DO LASTRO Analisando a etapa da execução do lastro nas edificações pesquisadas, foram observados alguns aspectos como, processo de execução do mesmo, assim como os materiais utilizados para a sua execução. Para iniciar a execução do lastro, o solo deve estar bem compactado. (Figura 28) Figura 28 - Compactação do solo que irá receber lastro com a utilização de um soquete de aço Fonte: Acervo do autor (2013). Depois de realizada a compactação da área que receberá o lastro, era realizada uma medida prévia da possível espessura que o lastro atingiria. (Figura 29).

46 44 Figura 29 Espessura que o lastro atingirá Fonte: Acervo do autor (2013). Na execução do lastro observou-se 3 (três) procedimentos diferentes nas edificações pesquisadas. No primeiro procedimento foi verificado apenas a utilização de seixos (pedras de espessura que variam entre 7 a10 cm) sobre o solo compactado para a execução do lastro. (figura 30 e 31). Figura 30 Lançamento dos seixos Fonte: Acervo do autor (2013).

47 45 Figura 31 Lançamento dos seixos sobre a camada compactada Fonte: Acervo do autor (2013). Os seixos eram lançados sobre o solo para em seguida serem compactados com a utilização de água e soquete. Ao final da compactação foi observado que esta camada apresentava espessura média de 4 (quatro) a 5 (cinco) cm. Na figura 32, o lastro é identificado e composto apenas por seixo, já compactado e pronto para receber a próxima camada (contrapiso). Figura 32 Lastro constituído apenas de seixos já executado Fonte: Acervo do autor (2013).

48 46 Um segundo procedimento foi observado. Nele ocorria à utilização de concreto constituído por seixos, cimento, areia e água. A mistura era lançada sobre o solo, logo em seguida compactada com o auxílio de um soquete de madeira ou aço e ao final, a sua espessura alcançava de 3 (três) a 4 (quatro) cm. Na Figura 33, pode-se observar o processo de execução do lastro com concreto constituído por seixo, areia e cimento. Figura 33 - Lastro constituído por seixos, areia, cimento e água Fonte: Acervo do autor (Agosto, 2013). Observou-se também, em um terceiro procedimento, a utilização de concreto constituído de areia, cimento, brita e água. Após o concreto ser lançado sobre o solo, o mesmo era espalhado e compactado atingindo espessura entre 4 (quatro) a 5 (cinco) cm. (Figura 34 e 35).

49 47 Figura 34 - Verificação da espessura do lastro com concreto de cimento, brita, areia e água Fonte: Acervo do autor (Agosto, 2013). Figura 35 - Compactação do lastro, constituído por brita, cimento, areia e água Fonte: Acervo do autor (Agosto, 2013). De acordo com o que foi observado, pode-se verificar que todos os procedimentos atenderam a espessura exigida para a execução do lastro. Apesar de todos atenderem a espessura desejada, o último procedimento de execução que trata do concreto constituído por, brita, cimento e areia, é o único que está conforme a norma. Os outros procedimentos, ao utilizar materiais que não permitem boa resistência dessa camada, pode comprometer a qualidade final do piso.

50 EXECUÇÃO DO CONTRAPISO Analisando a etapa de execução do contrapiso nas construções acompanhadas, analisou-se o método e os materiais utilizados. Na execução do contrapiso foi observado que este dependia do procedimento realizado para obtenção do lastro. No lastro constituído apenas de seixo, após a colocação da argamassa do contrapiso o mesmo foi compactado e sarrafeado, apresentando espessura em torno de 4 (quatro) a 5 (cinco) cm. (Figura36). Figura 36 - Contrapiso sendo sarrafeado após compactação Fonte: Acervo do autor (Agosto, 2013). Nos outros dois procedimentos observados para a execução do lastro, os contrapisos não foram compactados. A argamassa era lançada sobre o lastro e espalhada com uma espátula de aço, sendo logo em seguida sarrafeada (Figura37 e 38).

51 49 Figura 37 - Argamassa sendo lançada no lastro para a execução do contrapiso Fonte: Acervo do autor (Agosto, 2013). Figura 38 - Contrapiso sendo sarrafeado Fonte: Acervo do autor (Agosto, 2013). A argamassa utilizada era constituída por cimento, areia e água, sendo a areia bem peneirada. A espessura do contrapiso com este processo, da mesma forma que o anterior apresentava espessura em torno de 4 (quatro) a 5 (cinco) cm como mostra a Figura 39.

52 50 Figura 39 - Espessura do contrapiso Fonte: Acervo do autor (Agosto, 2013). Foi observado nas visitas que o período de 7 (sete) dias para a aplicação do contrapiso após a execução do lastro foi obedecido. A NBR (ABNT, 1996), relata que, o contrapiso deve possuir uma argamassa constituída por cimento, areia média úmida e cal hidratada. No entanto, nas construções investigadas a cal não foi utilizada na argamassa, sendo a mesma constituída apenas por cimento, areia e água, uma vez que a cal traz em sua composição alguns tipos de sais, que facilitam o aparecimento de eflorescência, além de ser um material que compromete parcialmente a resistência da argamassa. Outro aspecto observado na execução do contrapiso foi com relação à declividade deste. Observou-se que esse procedimento só ocorria em áreas molhadas (banheiros, áreas de serviço). 4.4 APLICAÇÃO DO REVESTIMENTO Analisando a etapa da aplicação do revestimento nas edificações pesquisadas, observou-se a forma de execução do mesmo. Em todas as edificações acompanhadas, a execução do revestimento cerâmico se mostrava da seguinte forma: de início o contrapiso era limpo e livre de qualquer entulho que pudesse prejudicar na aderência da argamassa do

53 51 revestimento e do contrapiso; após limpar a superfície, os pontos dos primeiros revestimentos eram colocados (Figura 40) e ao final de cada peça cerâmica era posto um prego guia para auxiliar nas juntas deixadas entre cada peça cerâmica (Figura 41). Figura 40 - Detalhe para assentamento do revestimento cerâmico nas edificações visitadas Fonte: Acervo do autor (Agosto, 2013). Figura 41 - Detalhe para colocação dos pregos guia para uniformizar as juntas entre peças cerâmicas Fonte: Acervo do autor (Agosto, 2013). Nas edificações acompanhadas, foi observado que as placas cerâmicas não eram limpas e a argamassa era posta apenas sobre o piso, além disso, a maior parte das peças cerâmicas apresentarem defeitos de fabricação como, tamanhos diferentes e pontas

54 52 empenadas. Em algumas edificações a execução do revestimento ocorria já no dia seguinte da execução do contrapiso, o tempo de cura do contrapiso não era obedecido. Dessa forma as edificações que executaram o revestimento cerâmico de forma equivocada, podem futuramente apresentar algumas manifestações patológicas inerentes à má execução.

55 53 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Diante do exposto e das condições de realização do trabalho, pode-se considerar que: A compactação na maior parte das edificações pesquisadas foi executada apenas antes da execução do lastro, mesmo sem a alvenaria alcançar espessura maior que 50 cm; A execução do lastro, na maioria das unidades habitacionais, era realizada de forma inadequada, apresentando 3 (três) diferentes formas de execução; compactado; Um dos procedimentos para a execução utilizava-se apenas seixos sobre o solo Um segundo procedimento utilizou-se argamassa constituída por seixos, areia, cimento e água; Um terceiro procedimento foi observado à utilização de brita, areia, cimento e água; cm; A espessura média encontrada para o lastro e o contrapiso foi de 4 (quatro) à 5 (cinco) O tempo de cura do contrapiso não era obedecido em 100% das edificações investigadas, sendo logo executado o revestimento; Observou-se que em 100% das edificações visitadas o revestimento utilizado era o cerâmico e que durante a sua execução, a argamassa utilizada para o seu assentamento era posta apenas sobre piso; Foi observado que algumas placas cerâmicas apresentavam defeitos de fabricação e que desta forma as patologias ocorridas ao final da execução do piso tanto poderia estar ligada com a má execução deste, quanto ao material utilizado;

56 54 6 REFERÊNCIAS ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, NBR Revestimento de piso interno ou externo com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante Procedimentos, Rio de Janeiro, BARROS, M. M. Bottura. Revestimentos Horizontais: Notas de Aulas. PCC 436: Tecnologia da Construção de Edifícios II. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo/ Departamento de Engenharia de Construção Civil. São Paulo. Setembro, BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de projeto de edificações. São Paulo, PINI, BRASIL. Ministério do Planejamento. PAC 2. Sexto balanço Ano II. Disponível em: Acesso em: 20 mar CAMARGO, M. F. S. Pisos à base de cimento: caracterização, execução e patologias. Belo Horizonte: UFMG, FIORITO, Antônio. Manual de argamassas e revestimentos: estudos e procedimentos de execução. 2 ed. São Paulo, PINI, COZZA, Eric. Alvenaria, construção em concreto, engenharia de estruturas. Construção passo- a- passo. Organização da Editora São Paulo: PINI, EMBRAPA, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária -. Classificação do Solo de Açu/RN. Disponível em: <http://www.uep.cnps.embrapa.br/solos/index. php?link=rn>. Acesso em: 22 mar FIORITO, Antônio. Manual de argamassas e revestimentos: estudos e procedimentos de execução. 2 ed. São Paulo, PINI, GEHBAUER, Fritz et al. Planejamento e gestão de obras: um resultado prático de cooperação técnica Brasil-Alemanha. Coordenação e redação de Marisa Eggensperger Curitiba: CEFET PR, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística -. Açu/RN. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=240020#>. Acesso em: 21 mar MATTOS, A. Dórea. Planejamento e controle de obras. São Paulo: PINI, MELHADO, Silvio Burrattino; SOUZA, Ana Lucia Rocha de. Projeto e execução de Lajes Racionalizadas de concreto armado. Primeiros passos da qualidade no canteiro de obras. 1 ed, ago MILITO, J. Antonio. Técnicas de Construção Civil e Construção de Edifícios. Notas de Aulas. Disciplina de técnicas das construções civis e de construções de edifícios da Faculdade de Ciências Tecnológicas da PUC. Campinas e Faculdade de Sorocaba. São Paulo, 2013.

57 55 QUARESMA, Arthur Rodrigues et al. Prática das pequenas construções: Investigações geotécnicas. 2. ed. São Paulo: Pini, p. RIPPER, Ernesto. Manual prático de materiais de construção. Editora PINI, São Paulo, RODRIGUES, Públio Penna Firme. Manual de pisos industriais: fibras de aço e protendido. São Paulo, PINI, SILVA, F. B; COSTELHA, M. Procedimentos para execução de laje nível zero : adequação de métodos em estudo de caso. Universidade Comunitária de Chapecó SC, SOUZA, ANA L. ROCHA. O Projeto para Produção das Lajes Racionalizadas de Concreto Armado de Edifícios. Dissertação de Mestrado em Engenharia. Escola Politécnica - Universidade de São Paulo, São Paulo: TÉCHNE: Sapatas de concreto. São Paulo: Pini, v. 137, Mensal. YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. 10 ed. rev. e atual. São Paulo. PINI, ELDER, A. J.; VANDENBERG, M. Construccion: Manuales A J. Madrid, H. Blumenau, P In SOUZA, ANA L. ROCHA. O Projeto para Produção das Lajes Racionalizadas de Concreto Armado de Edifícios. Dissertação Mestrado em Engenharia. Escola Politécnica - Universidade de São Paulo, São Paulo: Racionalização dos Métodos, Processos e Sistemas Construtivos. Tese de Doutorado - Escola Politécnica - Universidade de São Paulo, São Paulo: Prática das pequenas construções. Vol 1. 9 ed. Bluscher, São Paulo, 2009.

58 56 APÊNDICE 1 - FORMULÁRIO PARA ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO DE PISOS EM EDIFICAÇÕES NA CIDADE DE ASSÚ/RN MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO - CAMPUS ANGICOS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS, EXATAS E HUMANAS. FORMULÁRIO PARA ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO DE PISOS EM EDIFICAÇÕES NA CIDADE DE ASSU/RN RESPONSÁVEL PELAS INFORMAÇÕES: TIPO DE OBRA: ENDEREÇO: DATA: / / 1 - Qual procedimento é realizado com o solo, antes de iniciar a execução do piso? 2 - Qual traço é utilizado na base do piso? Como vocês realizam esta mistura? Qual a espessura adotada? 3 - Como vocês procedem no contra piso? Qual traço é utilizado? Como é executado? Qual a espessura adotada? 4 - Como é verificado o nivelamento do piso durante sua execução? Qual a declividade que vocês adotam? A escolha dessa declividade depende de que parâmetros? 5 - Que tipo de argamassa é utilizada para o assentamento do revestimento do piso? Qual espessura é adotada? 6 - Quanto tempo vocês esperam entre as etapas de execução? 7 - Qual tipo de revestimento será utilizado nesta obra? Por quê?

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