Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente de Viana - COMDICAVI Lei Municipal Nº. 1214/94

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1 EDITAL Nº. 01/ COMDICAVI Dispõe sobre o chancelamento de projetos das entidades não governamentais e órgãos governamentais de atendimento à criança e ao adolescente, para financiamento com recursos do Fundo Municipal da Infância e Adolescência FIA. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Viana COMDICAVI convoca as entidades não governamentais e órgãos governamentais que atuam no atendimento a criança e ao adolescente, para participarem do processo de chancelamento de projetos para financiamento com recursos do Fundo Municipal da Infância e Adolescência - FIA, obedecendo aos seguintes critérios: 1º - Serão aceitos os projetos das entidades não governamentais e órgãos governamentais devidamente inscritos e regularizados no COMDICAVI; 2º - Os projetos deverão seguir o modelo do COMDICAVI, conforme disposto no Art. 2º; 3º - Poderão receber financiamento as instituições não governamentais que, para o processo de conveniamento no ano de 2014, que apresentarem toda a documentação exigida no Capítulo III, artigo 3º e que atendam integralmente ao disposto no Manual de Convênios da Prefeitura Municipal de Viana. CAPÍTULO II DA DOCUMENTAÇÃO PARA CHANCELAMENTO Art. 2º - Para o processo de chancelamento deverá ser apresentada a seguinte documentação: I. Ofício de encaminhamento ao COMDICAVI (Anexo I); II. Projeto Técnico (Anexo II); 1

2 III. Planilhas de Aplicação de recursos com informação dos itens e seus respectivos valores, separados por natureza de despesa, conforme Manual de Convênios da PMV (Anexo III). Os valores dos itens podem ser mensurados de acordo com valores de mercado; IV. Cópia do Certificado de inscrição no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Viana COMDICAVI CAPÍTULO III DA DOCUMENTAÇÃO PARA CELEBRAÇÃO DO CONVÊNIO ANO 2014 Art. 3º Para o processo de conveniamento as entidades não-governamentais deverão apresentar à Secretaria Municipal de Assistência Social, Renda e Cidadania -SEMARC a seguinte documentação: I. Ofício de encaminhamento com proposta de celebração de convênio (original datado e assinado, encaminhado a SEMARC, indicando claramente o objeto a ser executado); II. Projeto Técnico seguindo o modelo do COMDICAVI (via impressa e meio digital); III. Planilha de Aplicação de recursos com itens detalhados (modelo do Manual de Convênios da PMV); IV. Plano de Trabalho preenchido e assinado em uma via (modelo do Manual de Convênios da PMV); V. Cópia do Estatuto da Entidade; VI. Histórico da Entidade com fotos; VII. Cópia do Cartão de CNPJ da Entidade emitido há, no mínimo, 3 (três) anos; VIII. Cópia da Ata de Eleição e Posse da Diretoria Atual; IX. Comprovante de endereço e telefone de contato comercial e residencial do responsável; X. Cópias dos documentos do responsável pela Entidade, com competência estatutária para firmar Convênios com órgãos públicos. No caso de Procurador, deverão ser encaminhadas, também, cópias da procuração e dos documentos deste; XI. Cópia da Declaração de inscrição no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente; XII. Declaração de que a Entidade se encontra em pleno e regular funcionamento, cumprindo as suas finalidades estatutárias, assinada pelo representante legal; XIII. Certidão Conjunta Negativa de Tributos Federais; XIV. Certidão Negativa de Débito da Receita Estadual; XV. Certidão Negativa de Débito do INSS; XVI. Certificado de Regularidade do FGTS; 2

3 XVII. Certidão Negativa Municipal; XVIII. Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas; XIX. 3 (três) cotações de preços dos produtos/serviços a serem adquiridos devidamente assinadas, identificadas com carimbo do CNPJ; XX. Comprovante de abertura de conta corrente especifica para o convênio com extrato zerado (após a comunicação da aprovação do projeto a instituição terá 10 dias para apresentar o número da conta corrente, assim como o extrato zerado) CAPITULO IV DAS ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS Art. 4º Os projetos apresentados para chancelamento deverão priorizar os seguintes programas: I. Apoio socioeducativo para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco social (Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos); II. Acolhimento institucional (Ações do Plano Nacional de Convivência Familiar e Comunitária); III. Atendimento a crianças e adolescentes com deficiência; IV. Capacitação dos operadores do sistema de garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes; Art. 5º - Para orientar a elaboração dos projetos de atendimento por parte do poder público municipal e das organizações sociais que atuam em Viana, o COMDICAVI definiu algumas características fundamentais que devem ser observadas na formatação das propostas que serão submetidas ao processo de chancelamento e seleção de projetos: a) Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Atendimento em, pelo menos, três dias da semana com duração não inferior a três horas diárias; A proposta pedagógica deve incluir oficinas culturais e esportivas e a atividades voltadas à educação em valores (ética, cidadania, educação ambiental, educação em saúde, relações interpessoais, projeto de vida, etc.); Promover a valorização da educação formal (atividades de motivação e estímulo para a permanência na escola e o sucesso escolar); Promover o acesso às novas tecnologias de comunicação (cursos específicos, informática educativa, etc.); 3

4 Garantir a segurança alimentar e nutricional (fornecimento de alimentação em caráter suplementar e realização de atividades educativas sobre o tema); Desenvolver ações de proteção e desenvolvimento das crianças e adolescentes e fortalecimento dos vínculos familiares e sociais; Possibilitar o acesso a experiências e manifestações artísticas, culturais, esportivas e de lazer, com vistas ao desenvolvimento de novas sociabilidades; Favorecer o desenvolvimento de atividades intergeracionais, propiciando troca de experiências e vivências, fortalecendo o respeito, a solidariedade e os vínculos familiares e comunitários. b) Programas de Acolhimento Institucional As propostas deverão estar em consonância com o que está previsto no Plano Nacional de Convivência Familiar e Comunitária, Guia de Orientações Técnicas e Lei /2009 e suas alterações; Promover capacitação para a equipe técnica do projeto visando qualificar seu trabalho com crianças/adolescentes/família, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECRIAD) e Lei /2009 e suas alterações; c) Atendimento a crianças e adolescentes com deficiência As propostas deverão incluir ações especiais, principalmente as de apoio sócioeducativo, não cobertas por outras fontes de financiamento público; Promover capacitação para a equipe técnica do projeto visando qualificar seu trabalho com crianças/adolescentes/família. d) Capacitação dos operadores do sistema de garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes Priorizar ações de capacitação para integrantes dos Conselhos Tutelares, membros do Conselho de Direitos da Criança e do Adolescente, Educadores Sociais e demais Operadores do Sistema de Garantia de Direitos; Atividades de assessoria e/ou orientação técnica aos programas de atendimento às crianças e adolescentes, especialmente nas áreas pedagógica e de promoção dos direitos humanos de crianças e adolescentes. 1º - Ficam estabelecidos os seguintes valores de referência para o financiamento dos projetos: V. Para a modalidade Apoio socioeducativo para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco social (Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos); até (quarenta mil reais); 4

5 VI. Para a modalidade Acolhimento institucional (Ações do Plano Nacional de Convivência Familiar e Comunitária); um valor de ,00 (vinte e mil reais) para o projeto apresentado; VII. Para a modalidade, Atendimento a crianças e adolescentes com deficiência; um valor de (dez mil reais), VIII. Para a modalidade Capacitação dos operadores do sistema de garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes; um valor de ,00 (dez mil reais). 2º - Cada entidade não-governamental e/ou órgão governamental poderá apresentar um projeto por modalidade, e concorrer no máximo em uma modalidade. CAPÍTULO V DAS ETAPAS DO PROCESSO Art. 6º - As atividades previstas no Edital seguirão as seguintes etapas e as diretrizes anuais da Política Municipal de Atendimento a Crianças e Adolescentes: I. Até 10 de fevereiro de 2014, de 09h30min. as 17h30min. na Casa dos Conselhos de Direitos Entrega da documentação para chancelamento, conforme art. 2º; II. III. IV. 13 de fevereiro de 2014 Parecer parcial da Comissão Especial instituída pelo COMDICAVI para análise dos projetos. O resultado da análise será enviado às entidades/serviços por ofício, indicando a necessidade de esclarecimentos e adequações; 26 de fevereiro de 2014 Prazo final para entrega da versão final dos projetos; 28 de fevereiro de 2014 Reunião extraordinária do COMDICAVI para apresentação do parecer final da Comissão e deliberação da plenária sobre chancelamento dos projetos; V. 27 de fevereiro de 2014 Prazo final para recurso sobre a deliberação da plenária; VI. VII. 28 de fevereiro de 2014 Reunião extraordinária do COMDICAVI para reapresentação dos projetos que foram alvo de recurso; A listagem final dos projetos chancelados será divulgada em jornal de grande circulação ou outros meios de comunicação. CAPÍTULO VI DO JULGAMENTO 5

6 Art. 7º Todos os projetos serão analisados pela Comissão que poderá visitar a entidade para verificar a viabilidade de sua realização. Art. 8º A Comissão emitirá o parecer tendo como base os seguintes critérios: a) A relação direta do projeto com o Plano de Ação e a política de atendimento voltada à criança e ao adolescente definidos pelo ECRIAD; b) Existência de equipe técnica qualificada na entidade ou profissional a ser contratado pelo projeto que garanta o seu desenvolvimento; c) Se os itens descritos na planilha de aplicação de recursos tem relação direta com o projeto apresentado; d) Se o valor solicitado viabiliza a execução do projeto. CAPÍTULO VI DAS FORMAS DE DOAÇÃO/DESTINAÇÃO Art. 9º - O doador dos recursos poderá optar por uma das seguintes formas de contribuição ao Fundo da Infância e Adolescência: a) destinar a sua doação, indicando o projeto para o qual pretende contribuir, dentre os previamente chancelados; b) indicar, dentre os programas priorizados no Plano de Ação 2014, aquele para o qual deseja direcionar sua doação; c) doação sem indicação, remetida ao fundo comum, permitindo que os recursos sejam destinados pelo COMDICAVI. CAPÍTULO VII DO FINANCIAMENTO DOS PROJETOS Art. 10 Para fins de financiamento dos projetos chancelados pelo presente Edital serão considerados os recursos existentes na conta do FIA até 31 de dezembro de º - Para os projetos que obtiverem destinação de recursos suficiente para a execução das ações propostas, o COMDICAVI providenciará a instrução de processo de conveniamento. 2º - Os projetos que obtiverem destinação inferior ao necessário à sua total execução poderão apresentar uma proposta de adequação financeira com redução das metas propostas. 6

7 3º- No caso de projetos que obtiverem destinação superior ao aprovado no chancelamento, a diferença será mantida no fundo comum e utilizada para financiamento de outras atividades previstas no Plano de Aplicação Art.11 Os projetos chancelados em 2013 serão financiados, de acordo com a captação realizada, para início em Art Os projetos serão financiados por período de até doze meses. CAPÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art.13 O COMDICAVI poderá lançar editais específicos a qualquer momento para financiamento de projetos das entidades não-governamentais e dos órgãos governamentais, de acordo com a disponibilidade de recursos do FIA. Art.14 Os casos omissos serão analisados pela Comissão Especial e submetidos à decisão final da plenária do COMDICAVI. Art.15 Este Edital entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário. Viana, 22 de janeiro de Elida Fabiane Betine Calaes Machado Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Viana - COMDICAVI Anexo I Ofício de Encaminhamento (papel timbrado da entidade/serviço) Ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Viana - COMDICAVI Encaminhamos o projeto para análise quanto ao financiamento com recursos do Fundo Municipal da Infância e Adolescência FIA, conforme Edital 01/2014 COMDICAVI. 7

8 O projeto prioriza o seguinte programa: ( ) Apoio socioeducativo para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco social (Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos) ( ) Acolhimento institucional (Ações do Plano Nacional de Convivência Familiar e Comunitária); ( ) Atendimento a crianças e adolescentes com deficiência; ( ) Acolhimento familiar às crianças e adolescentes. Em anexo, seguem os seguintes documentos: I. Projeto Técnico (Anexo II); II. Planilhas de Aplicação de recursos; III. Cópia do Certificado de inscrição no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Viana - COMDICAVI Viana, (ES), de de. Assinatura do Responsável pela entidade e carimbo Anexo II Projeto Técnico PROJETO TÉCNICO INSTITUIÇÃO PROPONENTE: Endereço: Tel.: Responsável: Modalidade/Eixo de atuação: Valor solicitado: TÍTULO DO PROJETO DATA PERÍODO DE EXECUÇÃO: Início: Término: / / OBJETO DO PROJETO: 8

9 HISTÓRICO DA ENTIDADE: (Descrever a história da entidade anexando fotos.) JUSTIFICATIVA: OBJETIVO GERAL: OBJETIVOS ESPECÍFICOS: META: RESULTADOS ESPERADOS: METODOLOGIA/ESTRATÉGIAS: (Descrever os serviços e/ou oficinas a serem realizadas, pontuando os dias e horários de realização e a importância de cada oficina ou serviço para as crianças e adolescentes atendidos no projeto.) PÚBLICO (Beneficiários diretos e indiretos) EQUIPE DE TRABALHO (a ser contratada para o projeto): (Especificar a função e a descrição da atividade de cada profissional bem como o local de atuação.) ABRANGÊNCIA: (Citar as regiões abrangidas pelo Projeto.) MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO: PARCERIAS: 9

10 Viana, de de Assinatura do Técnico Responsável Assinatura do Responsável pela Instituição 10

11 Anexo III Planilhas de aplicação de recursos PLANILHA DE APLICAÇÃO DE RECURSOS Material de Consumo Especificação Quantidade Valor Unitário Valor Total TOTAL Observação: 1. Nesta planilha podem ser programadas despesas nas seguintes naturezas: Gêneros Alimentícios, Material de Higiene e Limpeza, Material de Expediente, Suprimentos de Informática, Roupa de Cama, Mesa e Banho, Uniformes para o Público Beneficiário do Projeto, Material Esportivo, Material Didático Pedagógico para Oficinas Socioeducativas, Gás de Cozinha etc. 2. Os itens a ser adquiridos deverão ser agrupados conforme a natureza da despesa. PLANILHA DE APLICAÇÃO DE RECURSOS Material Permanente 11

12 Especificação Quantidade Valor Unitário Valor Total TOTAL Observação: 1. Nesta planilha podem ser programadas despesas com materiais permanentes estritamente necessários para o desenvolvimento do projeto. 2. Não serão financiadas construções de qualquer natureza. 12

13 PLANILHA DE APLICAÇÃO DE RECURSOS Serviços de Terceiros Pessoa Jurídica Descrição do Serviço Periodicidade Quantidade Valor Unitário Valor Total TOTAL Observações: 1. Nesta planilha podem ser programadas as despesas com energia elétrica, água e esgoto, telefone, vale transporte para o público beneficiário do projeto, além de despesas com manutenção de veículos, desde que sejam de propriedade da Conveniada ou que estejam comprovadamente a serviço da mesma. PLANILHA DE APLICAÇÃO DE RECURSOS Serviços de Terceiros Pessoa Física Descrição do Serviço Periodicidade Quantidade Valor Unitário Valor Total 13

14 TOTAL Observações: 1. Nesta planilha podem ser programadas as despesas com remuneração de serviços pessoais para: conserto de fechaduras, móveis, portas, janelas, tubulação de água, quadros de giz, instalação elétrica, e outros serviços de natureza eventual, prestados por pessoa física, sem vínculo empregatício, para manutenção e conservação das instalações da entidade, etc. 14

15 Atividades Encargos Sociais: PLANILHA DE APLICAÇÃO DE RECURSOS Contratação de Pessoal (RPA) (pagamento de Instrutores, Palestrantes e Oficineiros, técnicos) Especificação dos Serviços Nº de dias Carga Horária Diária Quantidade Hora-aula Valor Valor Total Unitário TOTAL GERAL Observações: 1. A RPA permite contratação por, no máximo, 3 (três) meses. 2. Nesta planilha podem ser programadas despesas com pagamento de Instrutores, Palestrantes ou Oficineiros para ministrar Cursos, Palestras, Seminários ou Oficinas para execução do objeto do Plano de Trabalho. 3. Preenchimento: a) Atividades: preencher com o nome do Curso, Palestra, Seminário ou Oficina; b) Especificação dos Serviços: preencher com a qualificação profissional de quem poderá ministrar a Atividade (Instrutor, Palestrante ou Oficineiro); c) Nº de dias: preencher a quantidade de dias úteis programados para realização da atividade; d) Carga Horária Diária: preencher com a quantidade de horas diárias programadas para realização da atividade; e) Hora-aula Quantidade: preencher com o número de horas o profissional será contratado; f) Hora-aula Valor Unitário: preencher com o valor unitário da hora-aula que será pago ao profissional contratado; g) Hora-aula Valor Total: preencher com o valor total a ser pago ao profissional contratado, ou seja: Valor Total = Quantidade x Valor Unitário. PLANILHA DE APLICAÇÃO DE RECURSOS Pessoal (Equipe de trabalho) CLT Atividade Função Horas semanais Nº de meses Salário mensal bruto Valor total salários 15

16 Sub-total (salários sem encargos patronais) Encargos sociais (conforme CLT): (Discriminar: INSS, Férias, FGTS, Indenização na rescisão, etc.) Outros benefícios (Descrever): TOTAL GERAL (salários + encargos sociais) Observações: 1. Nesta Planilha podem ser programadas despesas com pagamento de técnicos, educadores e pessoal de apoio necessário à execução do projeto, contratados em regime de CLT, que recebam salários mensais. 2. Preenchimento: a) Atividades preencher com o nome do serviço a ser realizado (Ex: aulas de informática, oficina de dança, preparação de alimentos, orientação social, orientação pedagógica, etc.) b) Função preencher com o cargo a ser ocupado (Ex: educador social, cozinheira, pedagogo, assistente social, oficineiro cultural, etc.) c) Horas semanais número de horas semanais em que o contratado atuará no projeto; d) Nº de meses Número de meses em que cada profissional contratado atuará no projeto e) Salário mensal valor do salário sem os encargos patronais f) Valor total salários salário mensal x número de meses g) Sub-total salários total a ser gasto com salários (sem encargos patronais) h) Encargos patronais informar o total a ser gasto com cada encargo durante o período do projeto; i) Total geral total de salários + encargos patronais durante o período de execução do projeto. 16

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