REGULARIDADE DE RECOLHIMENTO DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS - Obtenção de CND, CPD-EN e CPD

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1 REGULARIDADE DE RECOLHIMENTO DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS - Obtenção de CND, CPD-EN e CPD Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 04/04/2013. Sumário: 1 - Introdução 2 - Prova de Inexistência de Débito 3 - Exigibilidade da Prova de Inexistência de Débito Dispensa da Prova de Inexistência de Débito 4 - Pedido das Certidões Processamento Obra de Construção Civil Prazo de Validade Aceitação da CND - Verificação de Autenticidade Indeferimento do Pedido Prazo de Expedição da Certidão 5 - Restrições - Emissão de Relatório Análise e Regularização das Pendências 6 - Certidão Negativa de Débito - Expedição Sistema Baixa de Empresas 7 - Certidão Positiva de Débito com Efeitos de Negativa - Expedição 8 - Certidão Positiva de Débito - Expedição 9 - Certidão Negativa de Débito e Certidão Positiva de Débito com Efeitos de Negativa para Obra de Construção Civil 10 - Expedição de Certidão por Força de Decisão Judicial 11 - Cancelamento de Certidão Negativa de Débito ou de Certidão Positiva de Débito com Efeitos de Negativa 12 - Guarda da Certidão - Dispensa 1 - INTRODUÇÃO Neste comentário trataremos das regras para a comprovação da regularidade de recolhimento de contribuições previdenciárias e devidas a outras entidades e fundos, conforme art. 47 da Lei nº 8.212/91 e art. 257 e seguintes do Regulamento da Previdência Social - RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048/99. Analisaremos também a Portaria Conjunta RFB/PGFN nº 03/07 e o art. 405 e seguintes da Instrução Normativa RFB nº 971/09 que tratam da emissão de certidões de prova de regularidade fiscal de recolhimento de contribuições previdenciárias. 2 - PROVA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO O documento comprobatório de regularidade do contribuinte para com o recolhimento das contribuições devidas à Previdência Social e a outras entidades ou fundos arrecadadas pela RFB é a Certidão Negativa de Débitos - CND. Caso o contribuinte possua créditos não vencidos, ou créditos em curso de cobrança executiva para os quais tenha sido efetivada a penhora regular e suficiente à sua cobertura, ou créditos cuja exigibilidade esteja suspensa, será expedida Certidão Positiva de Débito com Efeito de Negativa - CPD-EN, com os mesmos efeitos da CND.

2 3 - EXIGIBILIDADE DA PROVA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO A autoridade responsável por órgão do poder público, por órgão de registro público ou por instituição financeira em geral, no âmbito de suas atividades, exigirá, obrigatoriamente, a apresentação de CND ou de CPD-EN, fornecida pela Receita Federal do Brasil - RFB, nas seguintes hipóteses: Para empresas: a) na licitação, na contratação com o poder público e no recebimento de benefícios ou incentivo fiscal ou creditício concedidos por ele; NOTAS ITC: 1. Nos processos licitatórios, a comprovação de regularidade fiscal das microempresas e empresas de pequeno porte somente será exigida para efeito de assinatura do contrato, nos termos do art. 42 da Lei Complementar nº 123/ Segundo o art. 43 do citado diploma legal, as microempresas e empresas de pequeno porte, por ocasião da participação em certames licitatórios, deverão apresentar toda a documentação exigida para efeito de comprovação de regularidade fiscal, mesmo que esta apresente alguma restrição. b) na alienação ou oneração, a qualquer título, de bem imóvel ou direito a ele relativo; c) na alienação ou oneração, a qualquer título, de bem móvel de valor superior ao estabelecido periodicamente mediante Portaria do MPS, incorporado ao ativo permanente da empresa; e NOTA ITC: É exigida CND da empresa na alienação ou oneração, a qualquer título, de bem móvel incorporado ao seu ativo permanente de valor superior a R$ ,60, conforme inciso VI do art. 8º da Portaria Conjunta RFB/INSS nº 15/13. d) no registro ou arquivamento, no órgão próprio, de ato relativo à baixa ou redução de capital de firma individual ou de empresário individual, assim considerado pelo art. 931 da Lei nº /02 (Código Civil), redução de capital social, cisão total ou parcial, transformação ou extinção de entidade ou sociedade empresária ou simples e transferência de controle de cotas de sociedade limitada. Para o proprietário do imóvel, pessoa física ou jurídica: quando da averbação de obra de construção civil no Registro de Imóveis, exceto no caso do inciso I do art. 370 da Instrução Normativa RFB nº 971/09. NOTAS ITC: 1. No caso de solicitação de CND para obra de construção civil executada com recursos do sistema financeiro, que atenda as condições previstas nas alíneas "a" a "d" do inciso I do art. 370 da Instrução Normativa RFB nº 971/09, para fins de comprovação da execução da obra sem utilização de mão-de-obra remunerada e liberação da CND sem cobrança de contribuições previdenciárias, o responsável deverá apresentar o contrato de financiamento. 2. Constando no contrato de financiamento verba destinada a pagamento de mão-de-obra, a CND será liberada após a regularização das contribuições apuradas mediante a aferição indireta, com emissão de Aviso para Regularização de Obra - ARO. Para o incorporador: na ocasião da inscrição de memorial de incorporação no Registro de Imóveis. Para o produtor rural pessoa física e o segurado especial: quando da constituição de garantia para concessão de crédito rural e qualquer de suas modalidades, por instituição de créditos pública ou privada, desde que comercializem a sua produção com o adquirente domiciliado no exterior ou diretamente no varejo com consumidor pessoa física, com outro produtor rural pessoa física ou com outro segurado especial. Na contratação de operações de crédito com instituições financeiras ou na liberação de eventuais parcelas previstas nos contratos que envolvam:

3 a) recursos públicos, inclusive os provenientes de fundos constitucionais e de incentivo ao desenvolvimento regional; b) recursos do FGTS, do Fundo de Amparo ao Trabalhador e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação; ou c) recursos captados por meio de Caderneta de Poupança; DISPENSA DA PROVA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO A apresentação de CND, ou de CPD-EN, é dispensada, dentre outras hipóteses (Art. 407 da Instrução Normativa RFB nº 971/09): I - na lavratura ou assinatura de instrumento, ato ou contrato que constitua retificação, ratificação ou efetivação de outro anterior para o qual já foi feita a prova; II - na constituição de garantia para concessão de crédito rural, em qualquer de suas modalidades, por instituição de crédito pública ou privada ao produtor rural pessoa física e ao segurado especial, desde que estes não comercializem a sua produção com o adquirente domiciliado no exterior, nem diretamente no varejo com consumidor pessoa física, com outro produtor rural pessoa física ou com outro segurado especial; III - na averbação de obra de construção civil no Registro de Imóveis, relativa ao imóvel cuja construção tenha sido concluída antes de 22 de novembro de 1966; IV - na transação imobiliária que envolva empresa que explore exclusivamente atividade de compra e venda de imóveis, locação, desmembramento ou loteamento de terrenos, incorporação imobiliária ou construção de imóveis destinados à venda, desde que o imóvel objeto da transação esteja contabilmente lançado no ativo circulante e não conste, nem tenha constado, do ativo permanente da empresa, fato que será relatado no registro da respectiva transação no cartório de Registro de Imóveis; V - no registro ou arquivamento, na junta comercial, dos atos relativos a constituição, alteração e baixa de microempresas ou empresas de pequeno porte, em conformidade com o art. 9º da Lei Complementar nº 123/06; VI - na baixa de firma individual ou de empresário individual, assim considerado pelo art. 931 da Lei nº /02 (Código Civil), e de sociedade empresária e simples enquadradas como microempresa ou como empresa de pequeno porte que, durante 3 anos, não tenham exercido atividade econômica de qualquer espécie, conforme art. 78 da Lei Complementar nº 123/06; VII - na averbação no Registro de Imóveis de obra de construção civil residencial que seja, cumulativamente, unifamiliar, destinada a uso próprio, do tipo econômico, executada sem mãode-obra remunerada e de área total não superior a 70m 2 cujo proprietário ou dono da obra seja pessoa física; VIII - nos atos relativos à transferência de bens envolvendo a arrematação, a desapropriação de bens imóveis e móveis de qualquer valor, bem como nas ações de usucapião de bens móveis ou imóveis nos procedimentos de inventário e partilha decorrentes de sucessão causa mortis; IX - na recuperação judicial, a partir da vigência da Lei nº /05, no período compreendido entre o deferimento do processamento desta e a aprovação do plano de recuperação judicial, para que o devedor exerça suas atividades, exceto para a contratação com o Poder Público ou para recebimento de benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios; X - na alienação de imóvel integrante do patrimônio do grupo de consórcio pela administradora de consórcios de que trata o art. 5º da Lei nº /08.

4 XI - no recebimento, pelos Municípios, de transferência de recursos destinados a ações de assistência social, educação e saúde, e a atendimentos em caso de calamidade pública. A dispensa de CND ou de CPD-EN nas hipóteses previstas nos incisos VI e VII, retromencionados, não impede que, posteriormente, sejam lançadas ou cobradas as contribuições previdenciárias e as devidas a outras entidades ou fundos, aplicadas as penalidades decorrentes da falta de recolhimento ou da prática de outras irregularidades praticadas pelos empresários, pelas microempresas, pelas empresas de pequeno porte ou por seus sócios ou administradores, conforme 3º do art. 78 da Lei Complementar nº 123/06, ou pelo responsável pela obra de construção civil. 4 - PEDIDO DAS CERTIDÕES As certidões de prova de regularidade fiscal poderão ser solicitadas por qualquer pessoa em qualquer unidade de atendimento da Receita Federal do Brasil ou pela Internet, no endereço O solicitante deverá fornecer o número de inscrição no CNPJ, no CEI ou o NIT, no caso de contribuintes individuais, e especificar a finalidade da certidão requerida. A certidões serão fornecidas independentemente do pagamento de qualquer taxa PROCESSAMENTO Após a solicitação da certidão, o sistema informatizado da RFB verificará, mediante consulta aos dados de todos os estabelecimentos e obras de construção civil da empresa, se: I - houve a entrega da GFIP; II - há divergência entre os valores declarados na GFIP e os efetivamente recolhidos; III - há débitos que impeçam a emissão da CND ou da CPDEN. A RFB poderá estabelecer critérios para a apuração eletrônica de diferenças entre o valor declarado em GFIP e o efetivamente recolhido em documento de arrecadação, para fins de emissão das certidões. Inexistindo restrições, a certidão será expedida eletronicamente pelo sistema informatizado da RFB, podendo o solicitante imprimi-la via Internet, independentemente de senha, ou requisitá-la em qualquer unidade de atendimento da RFB Obra de Construção Civil As obras de construção civil encerradas, com CND ou com CPD-EN emitidas, não serão impeditivas à liberação da CND ou da CPD-EN para o estabelecimento a que estiverem vinculadas. As obras de construção civil executadas por consórcio de empresas com CND ou com CPD-EN emitidas, ainda que não encerradas no sistema, não serão impeditivas à liberação da CND ou da CPD-EN para as empresas consorciadas. Na hipótese de CND da matrícula de obra executada por empresas em consórcio, a verificação da regularidade fiscal de que trata o caput abrangerá todas as consorciadas ou o consórcio, na hipótese de este ser o responsável pela matrícula, sendo a certidão expedida eletronicamente pelo sistema informatizado da RFB, caso não constem restrições em nenhum dos CNPJ verificados, em relação à respectiva, responsabilidade perante o consórcio.

5 4.2 - PRAZO DE VALIDADE O prazo de validade da CND ou da CPD-EN é de 180 dias, contados da data de sua emissão ACEITAÇÃO DA CND - VERIFICAÇÃO DE AUTENTICIDADE A CND será emitida pelo sistema informatizado da RFB, ficando sua aceitação, quando apresentada em meio impresso, condicionada à verificação da autenticidade e da validade do documento no sítio da RFB na Internet, no endereço INDEFERIMENTO DO PEDIDO O pedido de certidão efetuado com erro de finalidade ou de dados cadastrais será indeferido PRAZO DE EXPEDIÇÃO DA CERTIDÃO A CND ou a CPD-EN será sempre expedida nos termos em que tenha sido requerida e, por disposição expressa no parágrafo único do art. 205 da Lei nº 5.172/66 (Código Tributário Nacional), será fornecida dentro de 10 dias da data da entrada do pedido. Caso haja restrições para a emissão da certidão requerida, o prazo de 10 (dez) dias será contado a partir da data da regularização dos fatos impeditivos apontados no relatório de restrições. 5 - RESTRIÇÕES - EMISSÃO DE RELATÓRIO Constando restrições para fins de emissão da CND, em decorrência da verificação de GFIP ou da existência de débitos, o Relatório de Restrições deverá ser obtido no sítio da RFB na Internet, no endereço mediante senha de autoatendimento; ou será entregue em qualquer unidade de atendimento da RFB ao representante legal da empresa, ao responsável pela obra de construção civil ou à pessoa expressamente autorizada ANÁLISE E REGULARIZAÇÃO DAS PENDÊNCIAS O Relatório de Restrições indica os motivos da não emissão imediata da certidão requerida. As restrições serão liberadas no Sistema Informatizado na Delegacia ou Inspetoria da Receita Federal da jurisdição do estabelecimento matriz do sujeito passivo, mediante apresentação da documentação probatória da situação regular da empresa. As restrições deverão ser regularizadas no prazo máximo de 30 dias do processamento do pedido de certidão, após o qual este será automaticamente indeferido pelo sistema informatizado da RFB. Caso haja restrições em decorrência de crédito inscrito em dívida ativa, deverá ser efetuada consulta prévia à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, quanto à situação desse crédito e quanto à existência ou não de impedimento à liberação da certidão. Nas situações em que não for possível registrar no sistema informatizado a comprovação da regularização das pendências apontadas no Relatório de Restrições, deverá ser arquivado, pelo prazo de um ano, o dossiê do pedido de certidão, que conterá o Relatório de Restrições e os demais documentos que subsidiaram a liberação da certidão. No caso de obra realizada por empresas em consórcio, contratadas por empreitada total, as restrições serão liberadas no sistema informatizado na Delegacia ou Inspetoria da Receita Federal jurisdicionante do estabelecimento matriz da empresa líder ou do endereço do consórcio, mediante a apresentação da documentação probatória da regularidade da situação impeditiva da emissão da CND ou da CPD-EN da empresa líder, das demais empresas consorciadas ou do consórcio, conforme o caso.

6 A análise de restrições que exigir exame de escrituração contábil deverá, obrigatoriamente, ser feita por Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil. 6 - CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITO - EXPEDIÇÃO A Certidão Negativa de Débito - CND será expedida para as seguintes finalidades: I - averbação de obra de construção civil no Registro de Imóveis; II - registro ou arquivamento, em órgão próprio, de ato relativo à redução de capital social, à transferência de controle de cotas de sociedade limitada, à cisão parcial ou total, à fusão ou incorporação e à transformação de entidade ou de sociedade empresária ou simples; III - registro ou arquivamento, em órgão próprio, de ato relativo à: a) baixa de firma individual, denominada empresário pelo art. 931 da Lei nº /02 (Código Civil); ou b) extinção de entidade ou de sociedade empresária ou simples; IV - quaisquer outras finalidades, especificadas no art. 47 da Lei nº 8.212/91. Não será expedida certidão para baixa de estabelecimento filial. A certidão emitida para empresa, cujo identificador seja o CNPJ, será válida para todos os seus estabelecimentos, matriz e filiais, exceto para as obras de construção civil, e será expedida exclusivamente com a identificação do CNPJ da matriz SISTEMA BAIXA DE EMPRESAS A emissão de certidão de baixa de empresa dependerá de prévia verificação da regularidade do sujeito passivo no Sistema Baixa de Empresas, disponível no sítio da RFB na internet. Será indispensável senha para a utilização do Sistema Baixa de Empresas. Se a verificação eletrônica apontar restrições, deverá o sujeito passivo comparecer a qualquer unidade de atendimento circunscricionante do estabelecimento centralizador com vistas à sua regularização. O Sistema Baixa de Empresas não poderá ser utilizado quando o sujeito passivo: tiver contra si processo de falência, de recuperação judicial ou de concordata, ou estiver em processo de liquidação judicial ou extrajudicial; estiver sob procedimento fiscal; for identificado por CNPJ ou por matrícula CEI e tiver registro da marca de expurgo no seu cadastro no sistema da RFB; tiver obra de construção civil não regularizada perante a RFB. Se o sujeito passivo estiver enquadrado em uma das situações acima descritas, a emissão da certidão dependerá: De fiscalização prévia: se o sujeito passivo tiver contra si processo de falência, de recuperação judicial ou de concordata, ou estiver em processo de liquidação judicial ou extrajudicial; Da conclusão do procedimento fiscal: se o sujeito passivo estiver sob procedimento fiscal; Da remoção da marca de expurgo pelo próprio servidor da unidade de atendimento, após a verificação dos documentos apresentados pelo sujeito passivo: se o sujeito passivo for identificado por CNPJ ou por matrícula CEI e tiver registro da marca de expurgo no seu cadastro no sistema da RFB;

7 Da prévia regularização da obra; Quando o sujeito passivo tiver obra de construção civil não regularizada perante a RFB. Depois de sanadas as restrições, o sujeito passivo poderá utilizar o Sistema Baixa de Empresas para solicitar a CND. O sujeito passivo poderá, a critério da RFB, incluir ou alterar dados cadastrais da empresa quando utilizar o Sistema Baixa de Empresas via Internet. 7 - CERTIDÃO POSITIVA DE DÉBITO COM EFEITOS DE NEGATIVA - EXPEDIÇÃO A Certidão Positiva de Débito com Efeito de Negativa - CPD-EN será expedida para as finalidades previstas no item 6 desta matéria, exceto para fins de baixa de empresa, quando houver débito em nome do sujeito passivo: I - no âmbito do processo administrativo-fiscal: a) e for solicitada dentro do prazo regulamentar de defesa, ou, findo este prazo, se o débito estiver pendente de decisão administrativa em face de apresentação de defesa tempestiva; b) e for solicitada dentro do prazo regulamentar para apresentação de recurso ou se o débito estiver pendente de julgamento por interposição de recurso tempestivo contra decisão proferida em decorrência de defesa; II - garantido por depósito integral no valor do débito atualizado, em moeda corrente; III - em relação ao qual tenha sido efetivada a penhora suficiente garantidora do débito em curso de execução fiscal; IV - regularmente parcelado, desde que o sujeito passivo esteja adimplente com o pagamento das parcelas; V - com exigibilidade suspensa por determinação judicial; VI - ajuizado e com embargos opostos, quando o sujeito passivo for órgão da administração direta da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios ou for autarquia ou fundação de direito público dessas entidades estatais. No caso de defesa ou de recurso parcial, a parte do débito não contestada deverá estar quitada, parcelada ou garantida por depósito, na forma do inciso I do art. 260 do RPS. Na hipótese de obra realizada por empresas em consórcio, contratadas por empreitada total, aplica-se o disposto neste item quando houver débito, relativo às obrigações assumidas em contrato, de qualquer das empresas consorciadas ou do consórcio, quando este for o responsável pela matrícula. 8 - CERTIDÃO POSITIVA DE DÉBITO - EXPEDIÇÃO Será expedida Certidão Positiva de Débito - CPD, mediante solicitação do sujeito passivo, se constatadas as situações impeditivas à emissão de CND ou de CPD-EN e não regularizadas no prazo da legislação. A CPD será emitida em uma única via e será identificada com o número do pedido a que corresponder, sendo ela entregue ao representante legal da empresa ou do consórcio de empresas ou às pessoas por eles autorizadas. A CPD será emitida pela unidade da RFB jurisdicionante do estabelecimento matriz da empresa ou, na hipótese de consórcio de empresas, do estabelecimento matriz da empresa líder ou do endereço do consórcio.

8 9 - CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITO E CERTIDÃO POSITIVA DE DÉBITO COM EFEITOS DE NEGATIVA PARA OBRA DE CONSTRUÇÃO CIVIL A CND ou a CPD-EN, cuja finalidade seja averbação de edificação no Registro de Imóveis, será expedida após a regularização da obra, nela constando a área e a descrição da edificação. A CND ou a CPD-EN, quando solicitada para matrícula CEI de obra de construção civil não passível de averbação no Registro de Imóveis, será expedida para quaisquer finalidades. Para a expedição da CND ou da CPD-EN de obra de construção civil de responsabilidade de pessoa jurídica ficam dispensadas a verificação da situação de regularidade de todos os estabelecimentos da requerente e a verificação da situação de regularidade de outras obras a ela vinculadas EXPEDIÇÃO DE CERTIDÃO POR FORÇA DE DECISÃO JUDICIAL No caso de decisão judicial, em favor do sujeito passivo, que determine a expedição de CND ou de CPD-EN, a RFB dará imediato cumprimento à determinação judicial, expedindo a CND ou a CPD-EN, para a finalidade referida na decisão. Na CPD-EN liberada mediante decisão judicial serão informados todos os débitos do sujeito passivo, estando os mesmos com exigibilidade suspensa ou não. A emissão de nova certidão, por força da mesma decisão judicial, ficará condicionada à consulta e orientação prévias da PGFN. Após a expedição da CND ou da CPD-EM por força de decisão judicial a unidade da RFB deverá comunicar o fato à PGFN, no prazo de 24 horas, encaminhando cópias da certidão e da decisão judicial e prestando informação sobre a situação dos débitos existentes. Se a decisão judicial for proveniente de mandado de segurança preventivo, em que não houve a emissão da CPD, a unidade da RFB deverá encaminhar à PGFN, além dos documentos supracitados, relatório sucinto da situação da empresa. Cassada ou reformada a decisão judicial que determinou a emissão da certidão, esta será cancelada no sistema informatizado da RFB, a partir das datas definidas no item 11, deste comentário CANCELAMENTO DE CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITO OU DE CERTIDÃO POSITIVA DE DÉBITO COM EFEITOS DE NEGATIVA A CND ou a CPD-EN será cancelada nas situações e datas abaixo indicadas: I - especificada na decisão judicial ou, na ausência desta, a partir da data da publicação da decisão que cassou ou reformou a determinação de sua expedição; II - da emissão da certidão, na hipótese de ter sido esta efetuada mediante liberação indevida no sistema; NOTA ITC: Entende-se por liberação indevida de CND e CPD-EN, aquela efetuada mediante dolo, coação, simulação ou fraude. III - do conhecimento do fato, na hipótese de ter havido liberação de CND por erro do sistema ou por erro involuntário do responsável pela liberação e emissão de CND com erro de cadastro;

9 IV - da emissão da certidão, na hipótese de ter sido esta emitida com a finalidade de baixa de empresa e esta tenha continuado em atividade após a data da emissão. Do cancelamento, nas situações previstas nos incisos I e II, retro, deverá ser dada publicidade mediante portaria publicada no Diário Oficial da União, ainda que este se dê após o período de validade da CND GUARDA DA CERTIDÃO - DISPENSA Fica dispensada a guarda da certidão, cuja autenticidade tenha sido confirmada via Internet ou mediante ofício da RFB, bastando que constem o número e a data de sua emissão no instrumento público ou privado. Fonte: Editorial ITC Atenção! De acordo com o disposto no caput e inciso XIII do art. 7º, e nos arts. 24, 29 e 101 a 184, da Lei nº 9610/1998 (Direitos Autorais) e no artigo 184 do Decreto-Lei nº 2848/1940 (Código Penal), na redação dada pela Lei nº /2003, é expressamente proibida, por qualquer meio, a reprodução parcial e/ou total de matérias exclusivas do site: exceto a impressão e a citação ou referência bibliográfica de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.

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