O ALUNO SURDO E OS PROCESSOS DE INTERAÇÃO NA COMPREENSÃO DO ENUNCIADO MATEMÁTICO

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1 O ALUNO SURDO E OS PROCESSOS DE INTERAÇÃO NA COMPREENSÃO DO ENUNCIADO MATEMÁTICO Ludmyla Sathler Aguiar do Nascimento 1 GD12 Educação Matemática e Inclusão A leitura e compreensão textual expõem o quanto a linguagem está diretamente ligada a construção de sentido e na ampliação do conhecimento de mundo. A linguagem de modo geral, sempre nos oportuniza novas descobertas e construção de novos saberes, seja por meio da oral, gestual, visual ou numérica. Desse modo, nossa proposta aqui é abordar a relevância dos processos de interação na leitura e compreensão dos enunciados matemáticos para o aluno surdo. Palavras-chave: interação aluno surdo campo semântico. INTRODUÇÃO As representações simbólicas de linguagem muito dizem de como se constitui, é reproduzido e materializado no universo da escrita e da fala o pensamento humano, contudo, tal ocorrência para o surdo se processa no universo do silêncio ao qual está inserido. Sem vozes ou sons, as imagens são a interface dessas representações simbólicas ofertando-lhes a conexão entre os pensamentos e a linguagem. O signo linguístico seria a representação das coisas materializadas em mundo real, não seria apenas o nome da coisa mas também a construção de um conceito e uma imagem acústica, no caso do surdo, imagem visual, estabelecida por um consenso social. O universo de nossa pesquisa é o escolar, e nele, nos deparamos com descobertas, reticências, tentativas, erros, acertos e pedras no caminho; há um movimento anafórico constante no processo de conquistas e retrocessos, idas e vindas, tropeços e buscas para acertar no alvo proposto: o sucesso do aluno. Uma vez que a linguagem, segundo Chomsky, é inata ao ser humano, ela torna-se indissociável do mundo que nos cerca e das realidades sociais constituídas e descobertas pelos seres humanos ao longo da vida. A linguagem está em todo o universo, o tempo todo e em todas as coisas. Nos nomes das coisas, lugares e pessoas, na linguagem numérica e universal, nos códigos implícitos de fala, de gestos e nas relações de interação social. 1 Instituto Federal do Espírito Santo, orientador: Edmar Reis Thiengo.

2 Esse é ponto de que partimos em busca de respostas ou mais perguntas para desenvolvermos nossa pesquisa que se propõe identificar (1) se há compreensão na leitura de enunciados de textos matemáticos pelos alunos com surdez; (2) qual o processo usado por eles na construção do sentido e na interpretação dos enunciados estudados e (3)o quanto dessa leitura é atribuído sentido ao que argui o texto apresentado a eles. Observaremos também, se a(s) dificuldade(s) de compreender enunciados matemáticos está(ão) relacionada(s) à baixa alfabetização em L2 (Língua Portuguesa) e/ou em Libras, L1 (Língua Brasileira de Sinais). A investigação se propõe analisar a relação das três linguagens: libras, matemática e língua portuguesa e verificar qual abordagem devemos usar para construir sentido na leitura e a compreensão dos enunciados propostos. Desse modo, a interação norteará os caminhos para assistir aos professores. Em tal processo trabalharemos junto aos alunos, participando das atividades propostas, em busca de identificar elementos semânticos e semióticos que interferem diretamente no aprendizado do aluno, foco desta pesquisa, propondo uma construção dialógica à procura. Os caminhos que seguiremos passam pelos portões e salas da escola onde, sob a proposta da pesquisa-ação buscaremos vivenciar as práticas junto aos professores bilíngues de libras Língua Brasileira de Sinais e conhecer as propostas do fazer pedagógico na Escola Municipal de Ensino Fundamental Adevalni Sysesmundo Ferreira de Azevedo (Asfa), apresentando aos professores nossa proposta de material de pesquisa, atividades e textos matemáticos. Como característica da pesquisa-ação, os professores serão ouvidos, para assim, elaborarmos e modificarmos o que se fizer necessário na construção de um caderno de atividades que traga consigo algumas dúvidas e questionamentos e possíveis respostas. Estamos em processo de acompanhamento de um grupo de alunos do ensino fundamental da escola Asfa desde o final do primeiro semestre. Em maio e junho de 2013, estivemos na escola para conhecer o espaço, os professores e os alunos, apenas observando e para sermos conhecidos por eles e não causarmos extranheza nos meses que se seguiriam a nossa pesquisa. No final de julho, após o recesso escolar, até o presente momento setembro/2013, estamos participando das aulas e acompanhando os professores bilíngues nas salas em dois diferentes momentos: no primeiro, com todos os outros colegas da turma e seus respectivos professores; e no segundo, no encontro entre os professores bilíngues e os alunos surdos.

3 SUJEITOS DA PESQUISA Os alunos sujeitos de nossa pesquisa são quatro alunos do Ensino Fundamental do Asfa: duas crianças do turno vespertino, ambas das séries iniciais do ensino fundamental e outros dois alunos da educação de jovens e adultos (Eja). Todos os alunos pesquisados usam a Libras como primeira língua (L1) e procuram usar o Português como segunda língua (L2) na escrita, todavia, nenhum deles domina a L2 não não escrevendo frases que obedeçam a regra geral da língua que é SVO sujeito, verbo e predicado e seus complementos como uso de preposições/ conjunções. É importante ressaltar que, para o surdo, poucas preposições/conjunções fazem sentido no contexto frasal, além de a determinação temporal consistir na identificação de presente/passado e futuro, sempre usando os verbos no infinitivo. Três dos alunos foco de nossa pesquisa estão em processo de alfabetização em L2, e apenas um já está em processo um pouco mais avançado no reconhecimento e leitura dos enunciados matemáticos, entretanto, todos eles precisam da explicação do enunciado na L1 para que a compreensão se efetive. REFERENCIAL TEÓRICO Chomsky, linguista reconhecimento mundialmente, apresenta ao leitor uma teoria na qual aponta a linguagem como inata ao ser humano. Tal ocorrência evidencia que o ser humano já possui uma capacidade de construção do conhecimento que está nele, uma vez que o ser é biologicamente programado para linguagem, contudo ela precisa ser ativada por meios cognitivos para se desenvolver. A respeito de Chomsky, o autor John Lyons afirma: Esse linguista ainda defende que os processos aos quais a mente adquire conhecimento são inatos: que a mente não é apenas uma pedra lisa (tabula rasa é o termo latino tradicional) sobre a qual a experiência deixa a sua impressão, mas deve ser imaginada, nas palavras de Leibniz, em termos de analogia como um bloco de mármore, que pode ser talhado em várias formas diferentes, mas cuja estrutura

4 impõe restrições sobre a criatividade do artista. (LYONS, p.181, 2011) A experiência de inserção do ser humano em um grupo social reforça o que aponta Lyons no trecho acima, visto que, ao ser inserido num grupo, o indivíduo já apresenta saberes linguísticos, sociais e culturais que marcam sua trajetória de desenvolvimento. Segundo o que propõe Vygotsky, a participação e a interação em um grupo motiva o indivíduo a possíveis trocas culturais que proporcionarão mudanças significativas e individuais. Estando num grupo, tais mudanças ocorrem fora e dentro dos indivíduos, uma vez que as ações externas a serem interpretadas possibilitarão atribuir significados a suas próprias ações. Vygotsky afirma que [...] o desenvolvimento da criança é um processo dialético complexo caracterizado pela periodicidade, desigualdade no desenvolvimento de diferentes funções, metamorfose ou transformação qualitativa de uma forma ou outra, embricamento de fatores internos e externos, e processos adaptativos que superam os impedimentos que a criança encontra. (VYGOTSKY,2007, p.80) Para que a comunicação se efetive entre os pares é necessário o uso de signos que representem e/ou traduzam a ideia daquilo que se quer dizer. Para Saussure 1970 o termo signo linguístico engloba o conceito e a imagem acústica. Em libras os sinais são as palavras que representam tais ideias, são os signos que circulam entre o emissor e o receptor (usuários de libras), a imagem visual 2 significante é a imagem construída internamente, que será representada pelo seu significado, o conceito, em forma de uma sinal. Quando se diz que a linguagem é uma atividade simbólica quer-se dizer que ela opera com elementos que representam a realidade, sem, contudo, constituírem-se eles a realidade em si mesma. [...]Toda e qualquer realidade, externa ou interna, só passará para o universo linguístico através do processo de simbolização, que 2 Apesar de parecer redundante, o termo imagem visual não o é, uma vez que para o surdo o termo imagem acústica não apresenta sentido. A pessoa com surdez de fato não possui uma fotografia de todas as representações em sua cabeça, todavia há uma símbolo aproximado daquilo que em libras representará o seu respectivo significado.

5 constitui uma espécie de filtro do mundo dos objetos 3 (grifo nosso). (BORBA,2008,p.10) Na busca pela produção do sentido de enunciados matemáticos, partiremos para a compreensão do campo semântico linguístico em L1 e em L2: imagem, palavra escrita e sinal. Para tanto contextualizaremos anteriormente os termos que serão usados para a construção de conceitos sociais dos enunciados apresentados a esse grupo de alunos. Para efetivar a produção do sentido, nessa pesquisa escolhemos trilhar um caminho, e optamos pela semântica, o que tange à construção de relação linguística e social de termos que se relacionem com os possíveis significados em textos matemáticos a serem lidos por nosso grupo de alunos. Tal escolha é justifica por Borba quando afirma que A semântica focaliza a relação dos signos com os objetos que eles realmente denotam ou podem denotar. O desenvolvimento da semântica pressupõe uma sintaxe bem desenvolvida, porque para falar da relação dos signos com os objetos que eles designam, é preciso utilizar a linguagem relacional da sintaxe. A semântica também opera com um sistema de regras que determinam as condições de aplicabilidade dos signos, a objetos eventos ou situações.(grifo nosso) (BORBA,2008,p.21) Assim, buscaremos associar o significado das palavras a outras que pertençam ao mesmo campo semântico para que o aluno com surdez consiga, por processo mnemônico, conhecer o significado de determinada palavra a partir de outras que estejam diretamente ligadas ao seu sentido no texto. ANDAMENTO DA PESQUISA Estamos participando das atividades na escola pesquisada desde o mês de maio de Nos dois primeiros meses observamos, conhecemos os alunos e o espaço escolar e também fomos conhecidos por eles, para que assim, ao iniciarmos nossa pesquisa, os alunos já nos reconhecessem como participantes daquele ambiente. 3 Mundo dos objetos, realidade, experiência são termos que indicam tudo o que tem uma forma real ou fictícia fora da linguagem e é representada por ela.

6 Nos meses de julho, agosto e setembro, elaboramos e participamos, junto com os professores bilíngues de atividades de leitura e compreensão textual de enunciados matemáticos. Tais atividades abordaram o uso de palavras e seus respectivos campos semânticos para promovermos estratégias significativas de compreensão dos textos em questão, buscando contextualizar com histórias que antecederam uma possível formação de conceitos. A interação social é de extrema importância nesse processo de construção de sentido textual; uma vez que buscamos, nas práticas de interação entre os pares e nas diferentes linguagens, evidenciar, por meio da contextualização e das relações semânticas, um processo de reconhecimento do texto, reconhecimento de palavras chaves que atribuam sentido e significado ao que é proposto na atividade a ser executada. É importante destacar que nesse processo de construção do sentido textual, o uso de palavras chaves trabalhadas anteriormente e seus respectivos campos semânticos, em enunciados curtos, possibilitam uma maior compreensão do texto matemático. Um exemplo de atividade aplicada com alunos pesquisados foi a de adição em matemática. O enunciado pedia que os alunos pintassem da mesma cor as operações que apresentassem resultados iguais. Ao trabalharmos o verbo pintar, buscamos relacionar palavras que estivessem ligadas a esse campo semântico para que, ao lerem tal palavra, relacionassem a outras possíveis palavras ligadas ao verbo apresentado. Ao pensar em pintar lembro de pintor, cores, pincéis, tintas, lápis de cor, que no contexto da atividade se fazem extremamente importantes para a construção do sentido do enunciado proposto. Ao longo desses quatro meses de acompanhamento, observação, diálogos e aplicação de atividades, temos constatado uma diferença significativa na aprendizagem dos alunos que receberam acompanhamento de professores e intérpretes desde a Educação Infantil (dois alunos do ensino fundamental I). Os Essas crianças demonstram um conhecimento de mundo mais adequado ao que é devido à idade/série na qual estão inseridos. Os outros dois alunos pesquisados, alunos da Eja, apresentam um déficit cognitivo maior quanto à leitura e interpretação de textos matemáticos, uma vez que chegaram à escola há menos de cinco anos, dentre os quais, por aproximadamente por dois anos, ocorreram em alguns períodos do ano letivo, a ausência de intérprete e/ou professor bilíngue.

7 A presença do aluno na escola, mesmo com a ausência do professor bilíngue e/ou intérprete, demonstra o anseio desses alunos com surdez de aprender e se desenvolver intelectualmente, visto que ao demonstrarem tanta persistência, ao frequentarem as aulas sem compreenderem o que estava sendo explicado e ensinado, esses alunos mostraram politicamente que estavam ali exigindo da escola e da secretaria de educação um profissional que pudesse promover a interação entre eles, entre seus pares e entre os conhecimentos a serem adquiridos. Apresentamos neste artigo a estrada e o inicio da caminhada que propomos seguir, com suas respectivas descobertas e aprendizagens, propondo mudanças na busca de uma melhor educação para os Surdos capixabas.

8 REFERENCIAL TEÓRICO BORBA, Francisco da Silva. Introdução aos estudos linguísticos. 16ª Ed. Campinas. SP: Pontes Editores, CHOMSKY, Noah. Novos horizontes no estudo da linguagem e da mente. Trad. Marco Antônio Sant Anna. São Paulo: Editora UNESP, OLIVEIRA, Marta Khol de. Vygotsky aprendizado e desenvolvimento: um processo histórico. 5 ed. São Paulo: Scipione, 2010 SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de linguística geral. 2 ed. São Paulo: Cultrix, 1970 VYGOTSKY. Levy. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, O texto completo deve conter de 8 a 12 páginas. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Mauris aliquet lacus ut magna facilisis sodales. Aenean iaculis lectus eu purus rutrum dapibus. Proin urna purus, lacinia sed imperdiet sed, semper eu ante. Suspendisse pulvinar neque ut tortor fermentum congue. Vestibulum convallis ultrices tempus. Donec dui ipsum, fermentum a cursus bibendum, ultrices nec orci. Maecenas a est lorem, viverra hendrerit justo. Ut posuere lacus ac mi posuere dictum. Aliquam erat volutpat. Nunc quis orci in diam accumsan lobortis ac ut massa. Aliquam eu mauris in mi elementum dictum eu eget arcu. Cras porttitor, quam at blandit blandit, nisl justo eleifend lorem, sit amet varius urna dolor sit amet lorem. Maecenas gravida lobortis vehicula. Título de seção Aenean sit amet lectus ut neque adipiscing vestibulum. In molestie odio sed justo adipiscing eget bibendum lacus ultricies. Integer convallis semper metus, sed tristique libero blandit ac. Nunc molestie cursus metus vel congue. Cras augue lacus, ultrices porta laoreet a, dignissim at tellus. Pellentesque ac elit nec urna porttitor dapibus. Duis nulla augue, aliquet ac convallis pellentesque, tristique sit amet arcu. Aenean eu tellus eget urna vulputate posuere in et nunc. Sed aliquam elit sit amet urna porta placerat. Duis velit nisl, laoreet et consectetur non, hendrerit ac ante. Class aptent taciti sociosqu ad litora torquent per conubia nostra, per inceptos himenaeos. Suspendisse vel magna vitae ligula blandit

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