TRATAMENTO ÁGUA PEQUENAS COMUNIDADES CÂMARA TÉCNICA DE SANEAMENTO-CBHLN ABRIL-2OO9

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1 TRATAMENTO ÁGUA PEQUENAS COMUNIDADES CÂMARA TÉCNICA DE SANEAMENTO-CBHLN ABRIL-2OO9

2 CICLO HIDROLOGICO

3 » POLUIÇÃO NATURAL

4 » MANANCIAIS LITORAL NORTE

5 » POLUIÇÃO NATURAL ( CONT )

6 » REALIDADE DE ABASTIMENTO NO LITORAL NORTE ( CONT )

7 » REALIDADE DE ABASTIMENTO NO LITORAL NORTE

8 COMUNIDADE

9 MANACIAL ILHA MONTÃO DE TRIGO

10 CONTROLE BACTERIOLÔGICO ÁGUA BRUTA ESCOLA PURUBA Controle Bacteriológico - Coili Totais/E. coli - Escola Puruba NMP100/ml 10/7/ /7/2008 7/8/ /8/2008 4/9/ /9/2008 2/10/ /10/ /10/ /11/ /11/ /12/ /12/2008 8/1/ /1/2009 5/2/ /2/2009 5/3/ /3/2009 2/4/2009 ColiT NMP/100mL EschColi NMP/100mL

11 » POÇO FREÁTICO OU CACIMBA

12 » LENÇOL FREATICO-POÇO TUBULAR

13 Fertilização / Irrigação Esgotos Oceanos / Estuários Rios Lagos Fossas Águas Subterrâneas Água de Drenagem Fezes Humanas

14 Ascaris lumbricoides

15 HISTÓRICO DA FILTRAÇÃO Antigas escritas Gregas e Sânscritas recomendavam como tratamento de água entre outros métodos, a filtração através de carvão no entanto esta técnica de tratamento, passou a ser utilizada com maior freqüência a partir do século XVIII, quando tem uso a areia como meio filtrante, constituindo uma barreira sanitária muito eficiente

16 PROCESSO DE FILTRAÇAO Filtração é um processo que remove as impurezas presentes na água bruta ( filtração lenta ); impurezas presentes na água coagulada ou floculada ( filtração rápida direta ); ação que ocorre pela percolação da massa liquida em meio granular poroso constituído normalmente por uma camada de pedregulho, ( camada suporte ) seguido de uma camada de areia, uma camada de antracito ou de manta acrilica.

17 FILTRAÇÃO LENTA A filtração lenta em areia constitui-se tecnologia de tratamento caracterizada como eficiente barreira microbiológica, apta a produzir efluentes com baixa quantidade de impurezas suspensas e dissolvidas, de bactérias, de vírus entéricos e de protozoários.

18 EFICIÊNCIA DA FILTRAÇAÕ LENTA A prova mais concreta da eficiência da filtração lenta foi a constatada em 1892 na Alemanha, entre as cidades de Hamburgo e Altona durante uma epidemia de cólera ocorreram 7500 óbitos em Hamburgo, e muito poucos em Altona cujo sistema de abastecimento era constituído por filtros lentos.

19 MECANISMOS DA FILTRAÇÃO LENTA Diante da característica do meio destaca-se principalmente a ação física de coar, a sedimentação, a difusão, o impacto inercial, ação hidrodinâmica, interceptação, adsorção após algum tempo de filtração ocorre a formação superfície de coesão.

20 DENOMINAÇÃO DO FILTRO EM FUNÇÃO DO SENTIDO E TAXA Quanto ao sentido podem ser ascendente descendente; ou Quanto a taxa, baixa taxa variando de 2 a 6 m3, m2, por dia, alta taxa variando de 120 m3, m2 por dia a 380 m3, m2, por dia.

21 IMPORTÂNCIA DA SUPEFÍCIE DE COESÃO OU SCHMUTZDECKE É nesta camada que ocorre de forma intensa a atividade biológica que consideramos como a ação mais importante no processo da filtração lenta, constituída de partículas inertes, matéria orgânica e de uma grande variedade de organismos onde encontramos bactérias, algas protozoários, metazoários e muito outros microorganismos. Demora dias ou semanas para se formar;

22 ZONAS DO MEIO FILTRANTE Conceitualmente aceita-se três zonas, distintas a Schmutzdecke, zona autótrofa e a heterótrofa, estendendo-se por 40 cm. A primeira camada após alguns dias apresenta cor marrom ocasionada pela retenção de partículas suspensas, coloidais, algas, organismos em geral, Fe, Mn sílica, etc. Neste ponto ocorre oxidação química os microorganismos são adsorvidos onde se desenvolvem seletivamente utilizando a matéria orgânica com fonte alimento.

23 ZONAS DO MEIO FILTRANTE ( cont ) Zona autótrofa, localiza-se logo abaixo da primeira camada, onde com o desenvolvimento da vida vegetal, ha síntese de matéria orgânica a partir de substancias simples com H20 E CO2, com fornecimento de O2. Zona heterótrofa estende-se até 40cm na areia onde os microorganismos multiplicam-se rapidamente, convertendo a matéria orgânica em H2O e CO2, nitratos, fosfatos, ocorrendo a mineralização.

24 APLICAÇÃO DE MANTA SINTÉTICA NA FILTRAÇÃO LENTA O uso de mantas sintéticas sobre a camada de areia contribui para aumento da carreira de filtração, possibilitando aumento da taxa de filtração, reduzindo o tempo da filtração, possibilita a redução da camada de areia, facilita a limpeza do filtro pela facilidade em remover lavar e recolocar a camada no lugar, é sobre a manta que se forma o Schmutzdecke.

25 FiME A filtração em múltiplas etapas (FiME) se apresenta como uma alternativa para realizar o tratamento de água de comunidades de pequeno porte, boa eficiência quanto à remoção de cor aparente, turbidez, sólidos em suspensão associada a cloração torna-se uma ótima barreira sanitária as doenças de veiculação hídrica.

26 FILTRO LENTO ESCOLA POÇO O DAS ANTAS - CARAGUATATUBA

27 FILTRO LENTO ESCOLA POÇO DAS ANTAS - CARAGUATATUBA

28 CLORAÇAO AO ALTERNATIVA MATERIAL ORGANICO SEDIMENTADO

29 VAZÃO m 3 POR DIA - CONTROLE CLORO RESIDUAL Controle de Vazão Média 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0, DiasSérie1 Vazão Analise Cloro Livre e Total Resultados 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0, Dias Série1 Cloro Total Cloro Livre

30 DESINFECÇÃO PELO CLORO ( cloração ) A desinfecção de águas para abastecimento tem ajudado a erradicar doenças veiculadas pela água, sendo o cloro o agente oxidante mais usado, cuja principal função é a inativação de organismos patogênicos causadores de doenças as.

31 7/3/ /3/ /3/ /4/ Controle Bacteriológico - Água Bruta - Escola Puruba 19/8/ /8/2008 8/9/ /9/ /9/ /10/ /10/ /10/2008 7/11/ /11/ /11/2008 7/12/ /12/ /12/2008 6/1/ /1/ /1/ /2/ /2/ /2/2009 ColiT NMP/100mL EschColi NMP/100mL 9/8/ /7/ /7/ /7/2008 Coliformes - NMP

32 CONTROLE CLORO RESIDUAL ÁGUA ESCOLA PURUBA

33 CONTROLE BACTERIOLÔGICO ÁGUA CLORADA ESCOLA PURUBA

34 CUSTO DE IMPLANTAÇÃO Uma unidade de filtração composta de 2 cx de 2500 L em plástico ou fibra, areia, boias, conexões, tubo pvc, bomba hidráulica, torneira, manta sintética, clorador, kit analise de cloro e mão de obra custa: cloro pastilha mês R$ 4,68 para 180 m3 R$ 3.200,00

35 Custo de Implantação

36 Sistema de tratamento Filtro Lento

37 Custo de Implantação

38 Sistema de tratamento Filtro Lento

39 Custo de Implantação

40 Sistema de tratamento Filtro Lento

41 PRINCIPAL USO DA ÁGUA PELO HOMEM Controle de qualidade do litoral norte

42 PRINCIPAL USO DA ÁGUA PELO HOMEM

43 MUITO OBRIGADO PELA ATENÇAO E COLABORAÇÃO

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