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EMENTA Principais riscos na utilização dos fármacos no atendimento a emergência e urgências neonatais e pediátricas. Prof. Adriano AF. OBJETIVO DA AULA Conhecer aspectos inerentes a farmacologia das drogas especiais aplicadas a cardiologia, bem como das drogas utilizadas em situações de urgências e emergências cardiológicas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Farmacologia neonatal e pediátrica Exigências. Farmacologia neonatal e pediátrica Problemas. Arsenal terapêutico para emergências e urgências neoneatal e pediátrica. ATIVIDADE INTEGRADORA BIBLIOGRAFIA BRUNTON, Laurence L.; GOODMAN, Louis Sanford; GILMAN, Alfred.. Goodman e Gilman: as bases farmacológicas da terapêutica. 11. ed. Rio de Janeiro: McGraw Hill, 2006. 1821 p. DALE, M. M.; RITTER, J. M.; RANG, H. P.; FLOWER, R. J. Farmacologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 829 p. FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita. Exercícios de Farmacologia Aplicada. 2. ed. Passo Fundo: EDIUPF, 199. 176 p. FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita; FERREIRA, Maria Beatriz Cardoso. Farmacologia clínica: fundamentos da terapêutica racional. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 1074 p. GOLDMAN, Lee; AUSIELLO, Dennis. Cecil: tratado de medicina interna. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. BIBLIOGRAFIA GUYTON, Arthur C.Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; FAUSTO, Nelson; MITCHELL, Richard N.. Robbins patologia básica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. PORTO, Celmo Celeno.Semiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. RUBIN, Emanuel.Patologia: bases clinicopatológicas da medicina.rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SILVA, Penildon.. Farmacologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 1374 p SILVA, Penildon. Farmacologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

A terapêutica medicamentosa, em pediatria, exige bem mais do médico do que o simples conhecimento das dosagens dos fármacos. Prof. Adriano AF. Exige: Decisão sobre a droga mais apropriada; Individualização do esquema; Exige ainda: Escolha da apresentação mais comôda; Possíveis efeitos adversos; Precauções essenciais e as interações cabíveis; Outros fatores que possam influenciar o uso adequado dos medicamentos. Farmacologia pediátrica Problemas : Grande número de fármacos não possuem segurança e eficácia estabelecidas em crianças; A maioria daqueles com segurança e eficácia comprovada, as perdem quando as doses necessárias se tornam elevadas. Farmacologia pediátrica Problemas : (contin...) Doses padronizadas em mg/kg podem oferecer, em determinados casos, riscos de superdosagem em crianças acima de 25 30 kg. Aproximadamente 33 drogas devem fazer parte do arsenal terapêutico de rápida disponibilidade de um sistema de emergência pediátrico. Histórico de hipersensibilidade a drogas conhecido ou não.

adenosina, fenobarbital, nitroprussiato de sodio; succinilcolina, adrenalina, fentanil; flumazenil, pancuronio; amiodarona, atropina; furosemida, salbutamol; lactato de Milrinona. bicarbonato de sodio; glicose; vecuronio; gluconato de calcio e/ou cloreto de calcio; dexametasona, diazepam, digoxina; dopamina, dobutamina, hidantoina; lidocaina; metilprednisolona; midazolan; morfina; naloxone; fluidos (solucao fisiologica, glicosada e ringer); sulfato de magnesio, rocuronio, tiopental, cetamina, hidrato de cloral, ADENOSINA (Adenocard ) Prof. Adriano AF. ADENOSINA CONSIDERÇÕES PARA USO IV. Administração: bolus intravenoso (IV) (1 a 2 segundos), seguido de flush de solução salina em acesso exclusivo; ADRENALINA Via preferencial: Central ou periférica. Doses maiores podem ser necessárias, se o acesso for periférico; Não deve ser refrigerada, pode ocorrer precipitação. Soluções não utilizadas devem ser descartadas, pois adenosina não contem preservativos.

ADRENALINA (EPINEFRINA) Administração IV/Endotraqueal (ET)/Intraósseo (IO) bolus; Incompatível com soluções alcalinas, sendo inativada pelas mesmas (Bicarbonato de Sódio); Infiltração ou extravasamento causam isquemia local, necrose tecidual e ulcerações; ADRENALINA (EPINEFRINA) Administração IV/Endotraqueal (ET)/Intraósseo (IO) bolus; Em infusão continua, deve ser diluída em solução glicosada isotônica, agua destilada ou soro fisiológico; A administração deve ser feita em acesso venoso periférico seguro e de grande calibre ou acesso central; As infusões continuas devem ser em bombas de infusão. AMIODORONA AMIODORONA: Administração: IV ou intra óssea; Administração preferencial em acesso central exclusivo; Pode causar flebite e irritação do endotélio vascular, se acesso periférico; Administração obrigatória em bombas de infusão; Diluição em SGT 5%; É incompatível com aminofilina, heparina e bicarbonato de sódio: precipitação ocorre quando adminstrados na mesma linha venosa; Se tempo de infusão for superior a 2 horas, utilizar frascos de vidro, devido a absorção do PVC dos frascos plásticos. ATROPINA ATROPINA Administração IV/ET/IO; Incompatível com diazepam.

BICARBONATO DE SÓDIO BICARBONATO DE SÓDIO Administração IV/IO; Preferencialmente em acesso de grande calibre; Antes e apos administração de bicarbonato, linhas venosas devem ser irrigadas com solução salina; Incompatível com catecolaminas, inativando as; Incompatível com sulfato de magnésio, atropina, cálcio (precipitação de cristais insolúveis); BICARBONATO DE SÓDIO A solução de bicarbonato a 8,4% e hiperosmolar (2 000 m Osm/L). O extravasamento e a infiltração produzem lesões químicas e são esclerosantes para pequenos vasos periféricos; Pode ser administrado em bolus ou infusão continua; Diluição em solução glicosada isotônica. CÁLCIO (CLORETO DE CÁLCIO GLUCONATO DE CÁLCIO) CÁLCIO (CLORETO DE CÁLCIO GLUCONATO DE CÁLCIO) Administração EV/IO em bolus lento de 5 a 10 minutos; Incompatível com bicarbonato de sódio; Se apenas um acesso venoso estiver disponível, irrigar linha venosa com solução salina, antes e apos o gluconato de cálcio para evitar formação de precipitados insolúveis na linha do cateter; Acesso central ou periférico de grande calibre; CÁLCIO (CLORETO DE CÁLCIO GLUCONATO DE CÁLCIO) E esclerosante para veias periféricas e produz graves queimaduras, quando ocorre infiltração; Não deve ser adicionado a soluções que contenham fosforo, o qual e um alcalinizante menos eficiente que o bicarbonato, competindo na mesma função; Administrar, preferencialmente, em bombas de infusão.

DIAZEPAM DIAZEPAM Administração IV/IM/retal; Administração IV lenta em três minutos; Incompatível com morfina; Administrar em acessos venosos de grande calibre; Irritante para o tecido, se extravasado. DOBUTAMINA DOBUTAMINA Administração IV/IO; Uso obrigatório de bomba de infusão ou bomba de seringa; Administrar em acesso central ou periférico de grande calibre. Se possível, em acesso venoso exclusivo; DOBUTAMINA DOPAMINA Administração IV/IO; Incompatível com soluções alcalinas, aminofilina, metronidazol, heparina, penicilina; Diluicao em solução glicosada ou solução fisiológica; Infiltração local pode causar necrose tecidual.

DOPAMINA Administração IV em infusão continua; Preferencialmente em acesso central ou periférico de grande calibre; Extravasamento resulta em isquemia local e necrose tecidual; Incompatível com bicarbonato de sódio; Infusão continua diluída em solução glicosada isotônica, solução fisiológica ou agua destilada; Administracao em bombas de infusão. FENITOINA FENITOINA LACTATO DE MILRINONA Administracao IV lenta; Não adicionar a outras medicações; Diluicao em solução fisiológica, administração a uma taxa de 1mg/Kg/min em crianças e 50 mg/min em adultos ; Irrigar cateter com solução fisiológica antes e apos administração da droga. Pode formar precipitados na linha venosa. LACTATO DE MILRINONA NITROPRUSSIATO DE SÓDIO Administracao IV, em acesso exclusivo; Preferencialmente em bombas de infusão; Diluicao em SF ou SGI; Incompatível com furosemida (formação de precipitado) e Bicarbonato de sódio.

NITROPRUSSIATO DE SÓDIO NORADRENALINA Administracao IV em infusão continua; Uso obrigatório de bombas de infusão; Acesso venoso exclusivo; Não adicionar outras medicações a solução de nitroprussiato; Deve ser protegido da luz. Não diluir em SF 0,9%. Utilizar SGI 5%. NORADRENALINA Administracao IV, em infusão continua; E inativada em soluções alcalinas; Administracao obrigatória em bombas de infusão; Extravasamento pode produzir severa isquemia local e necrose; Acesso preferencialmente central.