Quando Distribuir é bom

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Transcrição:

Quando Distribuir? Se não precisar, não distribua. Problema de natureza descentralizada Rede de manufatura com atividades concorrentes de engenharia em locações remotas; Teleconferência; Automação industrial.

Quando Distribuir? Se não precisar, não distribua. Quando técnicas de distribuição são artefatos úteis a solução Banco com base de dados transacional; Distribuição para aumentar o desempenho; Replicação de dados para aumentar disponibilidade; Replicação de dados para aumentar balanceamento de carga; Adaptação e evolução na atividade/localização das organizações; Adaptabilidade a um cenário de negócios dinâmico e em expansão;

Quando Distribuir é bom Melhor relação custo/desempenho no uso de CPUs; Escalabilidade de processamento; Menor tempo de resposta e maior disponibilidade. Principalmente em aplicações com distribuição inerente; Aplicações trivialmente paralelizáveis e algumas bag-of-tasks sem dependências entre as tarefas; Aplicações com alta confiabilidade atingidos pela distribuição dos dados e/ou processamento; Aplicações com alta disponibilidade atingidos pela distribuição dos dados e/ou processamento;

Quando Distribuir é bom Aplicações do governo federal, alguns Portais Web; Flexibilidade, crescimento incremental de um sistema; Compartilhamento de dados e recursos de hardware; Banco de dados distribuídos; Bibliotecas digitais; Compartilhamento de arquivos P2P

Quando Distribuir é ruim Falta de experiência em projetar, implementar e usar software distribuído; Falta de um controle central; Segurança: compartilhamento de dados oferece uma oportunidade para violação; Depende do funcionamento correto da rede de comunicação; Vazão da rede de comunicação exerce um papel decisivo no desempenho de sistemas distribuídos (podem facilmente se tornar o gargalo de desempenho do sistema).

Crescimento Incremental O poder computacional pode crescer pouco a pouco. Economia Vantagens de SID sobre Sistemas Centralizados (SC) s microprocessadores oferecem uma melhor relação preço/desempenho do que a oferecida pelos mainframes. Velocidade m sistema distribuído pode ter um poder de processamento maior que o d qualquer mainframe. Distribuição Inerente Algumas aplicações envolvem máquinas separadas fisicamente. Confiabilidade Se uma máquina sair do ar, o sistema como um todo pode sobreviver.

Desvantagens de SID sobre Sistemas Centralizados (SC) Software Até o presente momento não há muita disponibilidade para softwares distribuídos. Ligação em Rede A rede pode saturar Segurança Os dados secretos também são acessíveis facilmente

Custos da Computação Distribuída Infra-estrutura em CD poderá custar mais que em uma estrutura Centralizada. Não haverá redução de custos a curto prazo. Investimentos Hw e Sw barato Sistemas Abertos Suporte Técnico Administração dos sistemas e da rede.

Mudanças para um Ambiente Distribuído Controle central Autonomia Nomeação global Consistência global Nomeação federada (nome resolvido distribuidamente, por part es) Consistência fraca Execução sequencial Vulnerabilidade Execução concorrente Tolerância a falha Informação local Localização fixa Informação remota Migração Homogeneidade Heterogeneidade

Desafios para organizações Mudanças Organizacionais Reorganizar a utilização dos recursos financeiros - Depto de usuários finais; Ambiente de SID altamente complexo - pessoal especializado; Segurança e Integridade dos Dados Autenticação, controle de acesso, criptografia... Políticas de segurança para todos os Deptos.

Desafios para organizações Treinamento Técnicos especializados em Redes e em SO; Treinamento usuários finais; Migração Validar a necessidade de distribuição: Deve ou não mudar para um Sistema Distribuído?; Treinamento em novas tecnologias; Suporte local para um grupo de usuários finais;

Desafios para organizações Migração Custos de hardware Servidores, capacidade de armazenamento secundário, infraestrutura para a rede Custos com aquisição dos softwares Sw para SID, ferramentas para gerência de sistemas Desenvolvimento de Aplicações Horas de analistas e programadores

Desafios para organizações Migração Operações em Paralelo Sistemas antigos e os novos processados em paralelo. Conversão de dados Estrutura dos dados a serem migrados devem ser analisados antes. Novas plataformas exigem novas estrutura de dados Não migrar dados previamente inadequados

Níveis de implantação Nível de Grupos de Trabalho Nível Departamental Nível Corporativo

Grupos de Trabalho Aplicações simples, isoladas, e com um número restrito de usuários (até 20), com topologia de rede simples e homogênea, sem a necessidade de serviços avançados; Aplicações desenvolvidas sob demanda para atender às necessidades urgentes de pequenos grupos de usuários.

Departamental Protocolo de transporte padronizado através de toda interrede, facilitando a interoperabilidade das aplicações; Usuários de 20 a 200; Emprega SOs para redes locais, que fornecem serviços básicos como segurança, diretórios e arquivos distribuídos; Interfaces abertas são uma necessidade; Ferramentas de gerenciamento e desenvolvimento de aplicações.

Corporativo Usuários acima de 200; Aplicações mais sofisticadas; Redes locais e de longa distância, com nível de gerenciamento elaborado, com contabilização do uso dos recursos, suporte a vários tipos de tráfego de dados, uso de protocolos padronizados; gateways; Permite acesso a ambientes proprietários.

Corporativo Fisicamente, as redes que dão sustentação às infraestruturas para SID configuram-se como: heterogêneas de microcomputadores, vários tipos de servidores, sistemas de médio porte e de grande porte (tratando grandes volumes de dados e aplicações críticas que exigem o processamento em lotes - sistemas herdados)

Corporativo Fisicamente, as redes que dão sustentação às infraestruturas para SID configuram-se como: heterogêneas de microcomputadores, vários tipos de servidores, sistemas de médio porte e de grande porte (tratando grandes volumes de dados e aplicações críticas que exigem o processamento em lotes - sistemas herdados)

Critérios para a Distribuição Podem ser citadas três alternativas básicas para a escolha de critérios de distribuição: Distribuição por áreas geográficas; Por grupos funcionais; Por funções de processamento de dados. Fonte: (Palazzo, em http://palazzo.pro.br/sd/distr-dados.htm#caracterização)

Critérios para a Distribuição Distribuição por áreas geográficas A distribuição geográfica dos dados é um dos critérios fundamentais para o projeto de sistemas distribuídos. Deve haver uma grande parcela de atividade local (dados locais) e pequena atividade entre regiões. Apresentam a propriedade dos acessos serem geograficamente agrupados. A idéia básica para o particionamento dos dados consiste em agrupálos de acordo com as taxas de acesso para a identificação dos possíveis computadores regionais e minimizado o tráfego internodos.

Critérios para a Distribuição Distribuição por grupos funcionais O conceito administrativo utilizado, neste caso, consiste em alocar capacidade de processamento em cada departamento, isto é: distribuição por grupo de funções. Esta é uma alternativa à utilização compartilhada de um grande sistema central. Apenas os dados corporativos (e os muito volumosos) são mantidos no sistema central. Por funções de processamento de dados.

Critérios para a Distribuição As categorias de distribuição discutidas anteriormente não são exclusivas e um determinado sistema pode conter soluções parciais que se enquadram em categorias diferentes. Somente a criatividade limita as soluções possíveis.

Critérios para a Distribuição Distribuição por funções de processamento de dados. Neste caso estão classificados os servidores especializados, tais como: servidores de impressão, servidores de arquivos, processadores vetoriais ou processadores de uso geral especializados por software. Este tipo de distribuição atribui à cada tarefa um nodo adequado a função específica.