Projeto: Autonomia de Santana

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Transcrição:

Projeto: Autonomia de Santana Agosto de 2011

Projeto: Autonomia de Santana O documento Plano para Vida e Missão, aprovado no X Concílio Geral da Igreja Metodista, afirma, no item Necessidades e oportunidades que a missão acontece quando a igreja sai de si mesma, envolvendo-se com a comunidade, e se torna instrumento da novidade do Reino de Deus 1. Os Cânones da Igreja Metodista reinteram: A Igreja Local, comunidade de fé, é base do sistema metodista e parte do corpo de Cristo, que vive e anuncia o Evangelho do Reino de Deus: I. no exercício de dons e ministérios do Espírito Santo; II. na prática da adoração de Deus, testemunho, apoio, amor e serviço ao próximo; III. na evangelização do mundo, dentro da realidade em que vive; IV. no crescimento em frutos e sinais concretos do Reino, que caminha para sua plenitude. 2 Com base nesses fundamentos doutrinários e legais, o Ministério de Expansão Missionária da Igreja Metodista em Itaberaba propõe que a Congregação Metodista em Santana de Parnaíba, auxiliada por sua comunidade-mãe, a Igreja Metodista em Itaberaba, alcance o patamar de Igreja Local, bem como sua autonomia. JUSTIFICATIVA Dentro da dinâmica missionária da Igreja Metodista, uma comunidade inicia seu trabalho com a nomenclatura, o status e as atribuições de um Ponto Missionário, devendo galgar posteriormente a posição de Congregação, para finalmente tornar-se uma Igreja Local (cf. Cânones, Arts. 140 e 141). Segundo o Regimento Regional da 3ª Região Eclesiástica: [Temos como objetivo] o crescimento, fortalecimento e consolidação do trabalho da Igreja Metodista na Terceira Região Eclesiástica, de forma ordenada e objetiva, através das Igrejas Locais, Congregações e Pontos Missionários. Somos conclamados a sermos uma Igreja unida, conexional, de autogoverno, autoproclamação e autosustentação financeira. Portanto, o objetivo final de um avanço missionário é fazer com que aquele trabalho chegue ao patamar de Igreja Local, capaz de se administrar, exercer suas funções ministeriais e se sustentar independentemente de intervenções externas. MARCO DA REALIDADE O trabalho metodista em Santana de Parnaíba teve seu início a partir da visão missionária da irmã Domitila Ladeia Gomes, membro da Igreja Metodista em Itaberaba, que, ao ler na estrada uma placa com o nome daquele município, em outubro de 1994, 1Colégio Episcopal. A Herança Wesleyana, inplano para a Vida e a Missão da Igreja.p. 16 2Colégio Episcopal. Nossa Herança, incredo Social da Igreja Metodista. p. 63 2

guardou-o em seu coração, indo inclusive visitar acidade com a irmã Ruth Beloni. Ao conhecer o lugar soube que ali não havia um ponto de pregação metodista. A sra. Carmem Miguel, presbiteriana e moradora de Santana, se propôs a ajudar na criação de um ponto missionário, oferecendo para isso sua própria casa. Após a realização de um Concílio Local, na Igreja Metodista em Itaberaba, foi autorizada a abertura daquele ponto missionário. Como responsável pela direção dos trabalhos foi instituída a irmã Domitila, evangelista, que teve como auxiliares as irmãs Ruth Beloni e Marilene Nogueira, as quais foram consagradas missionárias na inauguração do local. O transporte para levar as missionárias todos os sábados a Santana foi assumido pela igreja-mãe e seus responsáveis são intitulados até hoje como motoristas missionários. No dia 11 de Março de 1995, às 19h00, iniciou-se a primeira reunião do novo ponto missionário, na residência da sra. Carmem Miguel. O culto evangelístico contou com a presença de 37 pessoas, bem como com a participação do pastor Thimóteo Campos dos Santos, secretário de Missões da 3ª. Região Eclesiástica. O trabalho permaneceu nesse local durante um ano e três meses, período em que se realizaram cultos todos os sábados. No ano de 1996, mais precisamente no dia 6 de julho, a igrejamãe alugou um salão no centro da cidade, onde o trabalho passou a ser realizado, agora aos domingos. A primeira família convertida foi a do irmão Antônio Cassu, que então ofereceu parte de seu terreno para a construção de um salão e três salas, espaço onde até o presente momento estão sendo realizados os trabalhos da comunidade. Atualmente são desenvolvidas quatro atividades na Congregação em Santana: o estudo bíblico nas quartas-feiras as 19hs30, o culto dos jovens quinzenalmente aos sábados, a Escola Dominical, às 10h00, e o Culto, às19h00. A comunidade conta com os ministérios de Louvor, de Oração, de Visitação e de Ação Social. Na Escola Dominical, a freqüência média é de 100 crianças e 20 adultos; no Culto, a participação é de 25 adultos e 10 crianças. O total de membros arrolados corresponde a 45 pessoas (cf. Livro Permanente de Membros da I.M. em Itaberaba), das quais 13 são dizimistas. A arrecadação financeira é muito flutuante, mas a média mensal é de R$ 250,00. A equipe da Igreja em Itaberaba que trabalha na Congregação em Santana é composta pelos(as) seguintes irmãos(ãs): Aline, Domitila, Eliezer, Elvira, Izabel, Juliana, Laura, Mariana e Raquel. OBJETIVO Pretendemos dispor, viabilizar e alocar, de maneira ordenada, objetiva e estratégica, todos os recursos humanos, materiais e financeiros necessários para que a Congregação em Santana de Parnaíba alcance os atributos e características de uma Igreja Local autônoma. De acordo com os parâmetros estabelecidos pela Região, uma Igreja Local de sustento integral (Aspirante. ao Presbiterato) precisa ter: Mais de 100 membros arrolados; 3

Média mensal de arrecadação acima de R$ 5.500,00; Encargo pastoral (artigos 205, 206 e 207 dos Cânones 2007): Subsídio pastoral de acordo com a tabela regional ou por livre negociação (desde que a igreja cumpra com suas obrigações regionais e gerais); Pecúlio pastoral referente a 8% sobre o subsídio do(a) clérigo(a) nomeado(a) com ônus; Cota de custeio a ser negociada adequada à realidade da igreja local, respeitado o limite mínimo de 50% e máximo de100% referentes a custos de água, luz, telefone e plano de saúde; Moradia (própria); Reembolso de despesa com combustível no exercício da função; A média do encargo pastoral é de R$ 1.925,00 (até 35% da arrecadação mensal). Obrigações com a Região (cotas orçamentárias, representante nos Concílios, encontro pastoral e oferta missionária, entre outras); Manutenção patrimonial, construção, escola dominical, ministérios, sociedades. META Elevar a Congregação em Santana de Parnaíba a Igreja Local autônoma no prazo de 6 (seis) anos ou 3 (três) biênios, a saber, de 2012 a 2017. DESENVOLVIMENTO DO PROJETO Viabilidade Este projeto será viabilizado por meio de parceria entre a Igreja Metodista em Itaberaba e a Congregação em Santana de Parnaíba. A Igreja Metodista em Itaberaba encontra-se num momento de sua caminhada marcado por uma efervescência ministerial, ascendência missionária e estabilidade financeira, o que lhe á plenas condições de investir com empenho no trabalho missionário em Santana de Parnaíba. As ações para tornar a Congregação em Igreja Local estarão sustentadas por um tripé, a saber: ações ministeriais, ações pastorais e ações administrativas. Por meio da parceria entre a Igreja e a Congregação, buscaremos realizar todas as ações previstas e necessárias sinalizadas por este projeto. Além dessa parceria, contaremos com diferentes formas de apoio por parte da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista, do Ministério Regional de Expansão Missionária, do Ministério Uma Semana para Jesus, estes da Terceira Região Eclesiástica, e também teremos o incentivo da Coordenação Regional de Ação Missionária (Coream) e do ministério episcopal de nossa Região. 4

Metodologia Conforme foi dito, as ações para alcançar a autonomia da Congregação em Santana estão organizadas num tripé que contempla os seguintes eixos de ação: Ações Ministeriais. Correspondem as iniciativas que ajudem a despertar e capacitar a membresia da Congregação para vivenciar a dinâmica de Dons e Ministérios, assumindo e exercendo os diferentes ministérios que compõem uma igreja e que possibilitam que ela consiga caminhar missionariamente. São elas: - Formação de professores(as) para a Escola Dominical; - Capacitação da liderança da Congregação (coordenadores da Administração, Ação Social, Ensino ou Escola Dominical, Expansão Missionária e Crianças [cf. Cânones, art. 136]); - Organização do trabalho com a juventude, instituindo-se, inclusive, as sociedades de Jovens e de Juvenis; - Realização de estudos bíblicos e capacitações; - Implantação do trabalho nas casas (PGs); - Formação de evangelistas; - Capacitação dos integrantes do Ministério de Louvor; - Elaboração do calendário de atividades em consonância com o da Igreja Local. Ações Pastorais. Conforme os Cânones da Igreja Metodista, é tarefa do pastor edificar, equipar e aperfeiçoar a comunidade de fé, capacitando-a para o cumprimento da Missão. Sendo essas as atribuições do pastor junto à igreja, a presença pastoral na Congregação torna-se imprescindível para que ela busque seu desenvolvimento. Vislumbramos a presença de um pastor naquela comunidade, possivelmente um seminarista, que seria nomeado a partir do seu primeiro ano da faculdade de teologia até o término do período probatório, totalizando seis anos de nomeação. São funções básicas do pastor: - Acompanhar e instruir a comunidade pastoralmente; - Coordenar a liderança e os ministérios da Congregação; - Responsabilizar-se pela organização e realização das celebrações cúlticas; - Incentivar e capacitar a membresia da Congregação; Atividades desenvolvidas na Congregação e na Igreja Local: - Promover estudo bíblico às quartas-feiras; - Realizar visitas e discipulado aos sábados; - Participar da Escola Dominical, fazer visitas e dirigir o culto aos domingos; - Pregar na Igreja Local no quarto domingo dos meses pares (fev., abr., jun., ago. e out.); - Participar das reuniões da Coordenação Local de Ação Missionária (Clam); - Participar dos concílios locais. 5

Ações Administrativas. Os ministérios de Administração e da Tesouraria são um imperativo para o bom funcionamento da igreja. Não só a constituição e o funcionamento desses ministérios serão importantes, mas principalmente suas implicações para a comunidade. Este eixo contempla também as ações administrativas por parte da Igreja Metodista em Itaberaba para viabilizar a autonomia da Congregação em Santana. São elas: - Conscientização e campanhas em favor de dízimos e ofertas; - Ampliação do espaço físico; - Construção das dependências da Congregação; - Instituição do Ministério da Tesouraria; - Aquisição de mobília e equipamentos necessários para o funcionamento da Congregação; - Cumprimento gradativo das exigências regionais; - Custeio por parte da Igreja Local das despesas básicas da Congregação; - Elaboração do orçamento programa em consonância com o da Igreja Local. Cronograma Todas as ações descritas acima seguirão o seguinte cronograma: 1⁰. Ano - 2012 - Chegada do seminarista; - Instituição e organização dos ministérios; - Capacitação da membresia. 2⁰. Ano - 2013 - Avaliação do trabalho visando a ampliação do espaço físico; - Capacitação da membresia; - Eleição dos novos coordenadores (para o biênio 2014-2015); - Implantação do trabalho nas casas (PGs). 3⁰. Ano - 2014 - Construção do templo; - Campanha em favor de dízimos e ofertas - Capacitação da membresia. 6

4⁰. Ano - 2015 - Construção do templo; - Capacitação da membresia; - Diminuição da intervenção dos membros da Igreja Local; - Eleição dos novos coordenadores (para o biênio2016-2017); - Conclusão do curso do seminarista. 5⁰. Ano - 2016 - Nomeação do ex-seminarista como pastor em tempo parcial; - Inauguração do templo; - Realização do Projeto Missionário Uma Semana para Jesus (Região); - Elaboração do calendário de atividades; - Fim da intervenção dos membros da Igreja Local; - Diminuição da intervenção financeira da Igreja Local. 6⁰. Ano - 2017 - Mudança pastoral (pode ocorrer no fim do ano); - Emancipação de Santana no fim do ano; - Fim da intervenção financeira da Igreja Local. ORÇAMENTO Os gastos fixos referentes à manutenção da Congregação correspondem hoje ao valor de R$ 375,00, montante que está inserido no orçamento da Igreja Local. Todos os demais investimentos pontuados neste projeto passarão por avaliações e terão seus devidos encaminhamentos feitos à medida que as etapas do projeto forem executadas. AVALIAÇÃO A execução deste projeto será semestralmente avaliada, a partir dos requisitos estabelecidos no cronograma. Ao fim do sexto ano, a Igreja em Itaberaba, conjuntamente com a Congregação, avaliarão se o trabalho em Santana de Parnaíba está apto para tornar-se autônomo, dependendo do resultado da avaliação caberá à Igreja e à Congregação dar um novo encaminhamento para o trabalho missionário em Santana de Parnaíba. 7