Área Profissional: ODONTOLOGIA 1. CÓDIGO DE ÉTICA ODONTOLÓGICA Aprovado pela Resolução CFO-118/2012. Disponível em: http://cfo.org.br/legislacao/codigos/ 2. DI FIORI, Sérgio; DI FIORI, Marco Antônio; DI FIORI, Ana Paula. Atlas de Prótese Parcial Removível Princípios Biomecânicos, Bioprotéticos e de Oclusão. 1ª Ed. São Paulo: Santos, 2010. Capítulos. 4 ao 7. 3. MINISTÉRIO DA SAÚDE, AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. BRASÍLIA: MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006. SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS: PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS /. Disponível em: http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/manuais/manual_odonto.pdf 4. MINISTÉRIO DA SAÚDE. DIRETRIZES DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE BUCAL. BRASÍLIA: MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2004. Disponível em: http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/diretrizes_da_politica_nacional_de_saude _bucal.pdf 5. NEVILLE, B. W. et al. Patologia Oral e Maxilofacial. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. Capítulos 5,6,7,10,11,12,13,17. 6. SANTOS, P.S.- Medicina Bucal: a prática na Odontologia Hospitalar. São Paulo, Santos, 2012. Capítulos 1, 8 e 13. 7. PEREIRA AC. Tratado de Saúde. Coletiva em Odontologia. Nova Odessa: Napoleão. Editora; 2009. Capítulos 1,3,23,24,28,33,34. 8. PETERSON, J. L. et al. Cirurgia Oral e Maxilo-Facial Contemporanea, 4ª Ed. Rio de Janeiro: ELSEVIER, 2005. Capítulos 1, 2, 5, 7, 8 e 9. 9. TURANO, José C.; TURANO, Luiz M.; TURANO, Marcelo V. Fundamentos de Prótese Total. 9ª Ed. São Paulo: Santos, 2010. Capítulos. 1 ao 19, 23.
Área Profissional: PSICOLOGIA 1. Baptista, M.N., Dias, R.R. (2010). Psicologia Hospitalar: teoria, aplicações e casos clínicos. 2ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2. Carvalho, V.A. et al (2008). Temas em Psico-Oncologia. São Paulo: Summus. 3. Cunha, J. (2000). Psicodiagnóstico V. Porto Alegre: Artmed. 4. DSM V. Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. 5ª Ed. Porto Alegre: Artmed. 5. Ferreira, A.P., Lopes, L.Q., Melo, M.C. (2011). O papel do psicólogo na equipe de cuidados paliativos junto ao paciente com câncer. Revista da SBPH, v. 14, n.2, p. 86-88. 6. Simonetti, A. (2004). Manual de Psicologia Hospitalar: o mapa da doença. São Paulo: Casa do Psicólogo. 7. Gorayeb, R. (Eds). A prática da psicologia no ambiente hospitalar. Novo Hamburgo: Sinopsys. 8. Mosimann, L.T.N.; Lustosa, M.A. A Psicologia e o hospital. Revista da SBPH, v. 14, n. 1, p. 201-232. 9. Mackinnon, R.A., Michels, R., Buckley, P.J. (2008). A entrevista psiquiátrica na prática clínica. 2ª Ed. Porto Alegre: Artmed. 10. Conselho Federal de Psicologia (2003). Resolução CFP 007/2003, de 2003. Institui o Manual de Elaboração de Documentos Escritos produzidos pelo psicólogo, decorrentes de avaliação psicológica e revoga a Resolução CFP º 17/2002. Brasília, Conselho Federal de Psicologia. 11. Carvalho, R.T.; Parsons, H.A. (2012). Manual dos Cuidados Paliativos. ANPC. 2ª Ed. Porto Alegre: Sulina.
Área Profissional: TERAPIA OCUPACIONAL 1. DE CARLO, M.; LUZO, M. C. Terapia Ocupacional: reabilitação física e contextos hospitalares. São Paulo: Rocca, 2004. 2. DE CARLO, Marysia M. R. Prado. Dor e cuidados paliativos: Terapia Ocupacional e Interdisciplinariedade. São Paulo: Rocca, 2007 3. OTHERO, Marilia B. Terapia Ocupacional: Práticas em Oncologia. São Paulo: Rocca, 2010. 4. PEDRAL, C. e BASTOS, P. Terapia Ocupacional Metodologia e Prática. Rio de Janeiro: Editora Rubio, 2008. 5. DIAS, Eliane Dias de. Relação Terapeuta paciente. In: SOUZA, Alessandra Cavalcanti de 6. SILVA, Silmara Nicolau Pedro da. Análise de Atividade. In: SOUZA, Alessandra Cavalcanti de 7. RODRIGUES, Adriana M. V. N.; ALVES, Gisele B. O. Métodos e técnicas de avaliação de avaliação em componentes de desempenho. In: SOUZA, Alessandra Cavalcanti de Albuquerque e; GALVÃO, Cláudia Regina Cabral. Terapia ocupacional: fundamentação & prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 8. ARRUDA, Cristiani. Tratamento de queimados. In: SOUZA, Alessandra Cavalcanti de 9. COELHO, Zelia A. C., REZENDE, Márcia, B. Atraso no Desenvolvimento. In: SOUZA, Alessandra Cavalcanti de Albuquerque e; GALVÃO, Cláudia Regina Cabral. Terapia ocupacional: fundamentação & prática. 10. PALM, Rosibeth, del Carmem Munoz. Oncologia. In: SOUZA, Alessandra Cavalcanti de 11. MONTEIRO, Ronize Couto de Sá. Neonatologia. In: SOUZA, Alessandra Cavalcanti de 12. QUEIROZ, Mônica Estuque Garcia. AIDS. In: SOUZA, Alessandra Cavalcanti de Albuquerque e; GALVÃO, Cláudia Regina Cabral. Terapia ocupacional: fundamentação & prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
13. SAURON, Françoise Nicole. Lesões na Medula Espinhal. In: SOUZA, Alessandra Cavalcanti de 14. LÁZARO, Creuza Maria Costa. Conselhos e Entidades Representativas de Classe. In: SOUZA, Alessandra Cavalcanti de Albuquerque e; GALVÃO, Cláudia Regina Cabral. Terapia ocupacional: fundamentação & prática. 15. TROMBLY, CA, Radomski, VR. Terapia Ocupacional para disfunções físicas. 5ª Ed, São Paulo: Santos, 2005. 16. COSTA, A; OTHERO, MB; CANDIDO, T. O papel da Terapia Ocupacional nos cuidados paliativos. In: COSTA, A; OTHERO, M.B Reabilitação em Cuidados Paliativos. Loures: Lusodidacta; 2014. p. 125-140. 17. OTHERO, M.B. O papel do terapeuta ocupacional na equipe. In: CARVALHO, R.T.;PARSONS, H.A. (orgs). Manual de Cuidados Paliativos ANCP. 2 ed. Porto Alegre: sulina; 2012. p. 361-362.
Área Profissional: ENFERMAGEM 1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso /Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. 8a ed. rev. Brasília : Ministério da Saúde, 2010. 2. WRIGHT, L.M.; LEAHEY, M. Enfermeiras e famílias: um guia para avaliação e intervenção na família. 4.ed. São Paulo: Roca, 2008. 3. BORTOLOTTI, Fábio. Manual do Socorrista. 3 ed. Porto Alegre: Expansão, 2012. 4. BRASIL, Ministério da Saúde. Saude da criança: acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil. [on line] 2002; Brasília. [citado 2009 jan 23]. Disponível em URL: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/crescimento_desenvolvimento.pdf 5. ROCKENBERRY, Marlyn, J.; WILSON, David. Wong: Fundamentos de enfermagem pediátrica: 8a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 6. AMESTOY, S.C. Liderança dialógica: perspectivas na formação de enfermeiros líderes [tese] 238p. Universidade Federal de Santa Catarina, 2012. 7. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. HumanizaSUS: acolhimento com avaliação e classificação de risco: um paradigma ético-estético no fazer em saúde / Ministério da Saúde, Secretaria-Executiva, Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 8. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolos da unidade de emergência / Hospital São Rafael Monte Tabor, Ministérioda Saúde. 10. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. 9. Brasil. Ministério da Saúde. Instituto nacional de Câncer. PORTARIA Nº 2.439/GM DE 8 DE DEZEMBRO DE 2005. Acesso em: 01/09/.2014. Disponível em: http://www.saude.pr.gov.br/arquivos/file/retrol/registrocancer/portaria2439g M_MS.pdf 10. L.P. Kantorski, G. Schrank, J.Q. Willrich. Avaliação das funções psíquicas orientações e cuidados de enfermagem. Rev. Técnica Científica Enf. 2005: 3 (12): 395-405. 11. VIDEBECK; S. L. Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria. 5ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. 12. DALGALARRONDO, P. Entrevista. A entrevista com o paciente: anamnese psicopatológica. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre: ARTMED, 2000 13. American Heart Association Guidelines CPR ECC Destaques das diretrizes da AHA para RCP e ACE 2010
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