CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA ENFERMEIROS
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- Thomaz Belmonte Alencastre
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1 1- LÍNGUA PORTUGUESA CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA ENFERMEIROS Compreensão e Interpretação de Texto Vocabulário (antonímia, sinonímia, polissemia) Regência (verbal e nominal) Concordância (verbal e nominal) Emprego de pronomes Denotação, Conotação GRAMÁTICA MODERNA ATUALIZADA ( REFORMA ORTOGRÁFICA) LEGISLAÇÃO DO SUS - Lei 8.080/90, de 19 de setembro de Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. - Decreto no 7.508, de 28 de junho de Regulamenta a Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de saúde SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa e dá outras providências. -Portaria No 2.488/GM de 21 de outubro de Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS. -Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica. Série E. Legislação de saúde. Série Pactos pela saúde, CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Atendimento hospitalar de média e alta complexidade Atendimento de urgência e emergência Acolhimento com classificação de risco Clinicas: médicas, cirúrgica, obstétrica e pediátrica Terapia intensiva Centro cirúrgico e central de materiais e esterilização Assistência de Enfermagem nos programas de atenção à saúde coletiva Assistência de Enfermagem na prevenção e controle de infecção hospitalar Código de Ética profissional ALMEIDA, Fabiane de Amorim, Sabatés, Ana Llonch (orgs). Enfermagem pediátrica: a criança, o adolescente e sua família no hospital. Barueri, SP: Manole, American Heart Association. Destaques das Diretrizes da American Heart Association 2010 para RCP e ACE. Acesso em BONFIM, Erica, Bonfim, Graziela. Guia de Medicamentos em Enfermagem. São Pulo: Atheneu, BRASIL, ANVISA. Resolução. RDC nª 45 de 12 março de Dispõe sobre o regulamento técnico de boas praticas de utilização das soluções parenterais em serviços de saúde.
2 BRASIL, Ministério da Saúde. Brasil. Portaria GM nº 104 de 25 de Janeiro de Define as terminologias adotadas em legislação nacional, conforme o disposto no Regulamento Sanitário Internacional 2005 (RSI 2005), a relação de doenças, agravos e eventos em saúde pública de notificação compulsória em todo o território nacional e estabelece fluxo, critérios, responsabilidades e atribuições aos profissionais. Brasília, DF, Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de recomendações para o controle da tuberculose no Brasil / Ministério dasaúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. Brasília : Ministério da Saúde, BRASIL. RECOMENDAÇÕES PARA O CONTROLE DA TUBERCULOSE NO BRASIL. Ministério da Saúde. Brasília/DF, 2011 Disponível em: Portal da Saúde- www. saude.gov.br BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Portaria GM n.º 485, de 11 de novembro de Norma emhttp://portal.mte.gov.br/legislacao/normas-regulamentadoras-1.htm BRASIL, Ministério da Saúde. Atenção Humanizada ao Recém-Nascido de Baixo Peso.MÉTODO CANGURU. 2ª edição, BRASIL. Ministério da Saúde. Manual do parto, aborto e puerpério: assistência humanizada a mulher. Brasília, 2001 Disponível em: BRASIL, Ministério do Trabalho. Riscos Biológicos Guia Técnico. Os riscos biológicos no âmbito da Norma Regulamentadora Nº. 32 Brasília, DF, BRASIL. Ministério da Saúde. Manual do parto, aborto e puerpério:assistência humanizada a mulher. Brasília, 2001 Disponível em: BRASIL. Ministério da Saúde. Manual controle do Câncer uterino e mamário. Brasília BRASIL, Ministério da Saúde. Atenção Humanizada ao Abortamento: norma técnica. Brasília, Disponível em: BRASIL. Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica Pré-Natal de Baixo risco - Brasília BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Humanização. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Série B. Textos Básicos de Saúde. 2. Ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2004 Disponível em BRASIL. Ministério da Saúde. PORTARIA Nº DE 17 DE JULHO DE Institui em todo o território nacional, os calendários de Vacinação da Criança, do Adolescente, do Adulto e do Idoso. Brasília: Ministério da Saúde, 2006 BRASIL. Ministério da Saúde. RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 306, DE 7 DE dezembro Dispõe sobre o Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. Brasília : Ministério da Saúde, 2004 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretária de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. = Recomendações para Terapia Anti-retroviral em Adultos Infectados pelo HIV: 2008/Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilancia em Saúde, Programa Nacional de DST e Aids. 7a Ed. - Brasília: Ministério da Saúde, Disponível em: = BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Portaria GM n.º 485, de 11 de novembro de Norma em = BRASIL, Ministério da Saúde. Programa Nacional de Segurança do Paciente. Brasilia, = CARVALHO, Rachel de e BIANCHI, Estela Regina Ferraz, Enfermagem em Centro Cirúrgico e Recuperação. Barueri-São Paulo. Manole, 2007 = COFEN. Código de Ética e Legislação dos profissionais de enfermagem. Brasilia,DF. = COLLET, Neusa; OLIVEIRA, Beatriz R. G. Manual de Enfermagem em Pediatria. Goiânia: AB,2002. = FELDMAN. Gestão de Risco e Segurança hospitalar. São Paulo: Martinari, = NANDA International. Diagnósticos de Enfermagem da NANDA: definições e classificação / Porto Alegre: Artemed, 2013.
3 = PADILHA, K.G.; VATTIMO, M. F. F.; SILVA, S. C.; KIMURA, M.(Orgs). Enfermagem em UTI: cuidando do paciente crítico. Barueri, SP: Manole, 2010 = POTTER, Patrícia Ann.; Perry, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009 = SMELTZER, S. C. BARE, B. G. Brunner & Suddarth Tratado de enfermagem médicocirúrgica. 10a ed.rio de Janeiro: Guanabara Koogan; = VIANA. R. A. P. P. Sepse para Enfermeiros as horas de ouro: identificando e cuidando do paciente séptico. São Paulo: editora Atheneu, = BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização.HumanizaSUS: acolhimento com avaliação e classificação de risco: um paradigma ético-estético no fazer em saúde / Ministério da Saúde, Secretaria-Executiva, Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Brasília: Ministério da Saúde, = BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão do SUS. Acolhimento e classificação de risco nos serviços de urgência / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão do SUS. Brasília : Ministério da Saúde, p. : il. color. (Série B. Textos Básicos de Saúde) XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA TÉCNICO EM ENFERMAGEM 1- LÍNGUA PORTUGUESA Compreensão e Interpretação de Texto Vocabulário (antonímia, sinonímia, polissemia) Regência (verbal e nominal) Concordância (verbal e nominal) GRAMÁTICA MODERNA ATUALIZADA (REFORMA ORTOGRÁFICA) LEGISLAÇÃO DO SUS - Lei 8.080/90, de 19 de setembro de Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. - Decreto no 7.508, de 28 de junho de Regulamenta a Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de saúde SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa e dá outras providências. -Portaria No 2.488/GM de 21 de outubro de Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS. -Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica. Série E. Legislação de saúde. Série Pactos pela saúde, CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Atendimento hospitalar de média e alta complexidade Atendimento de urgência e emergência Acolhimento com classificação de risco Clinicas: médicas, cirúrgica, obstétrica e pediátrica
4 Terapia intensiva Centro cirúrgico e central de materiais e esterilização Assistência de Enfermagem nos programas de atenção à saúde coletiva Assistência de Enfermagem na prevenção e controle de infecção hospitalar Código de Ética profissional ALMEIDA, Fabiane de Amorim, Sabatés, Ana Llonch (orgs). Enfermagem pediátrica: a criança, o adolescente e sua família no hospital. Barueri, SP: Manole, American Heart Association. Destaques das Diretrizes da American Heart Association 2010 para RCP e ACE. Acesso em BONFIM, Erica, Bonfim, Graziela. Guia de Medicamentos em Enfermagem. São Pulo: Atheneu, BRASIL, ANVISA. Resolução. RDC nª 45 de 12 março de Dispõe sobre o regulamento técnico de boas praticas de utilização das soluções parenterais em serviços de saúde. BRASIL, Ministério da Saúde. Brasil. Portaria GM nº 104 de 25 de Janeiro de Define as terminologias adotadas em legislação nacional, conforme o disposto no Regulamento Sanitário Internacional 2005 (RSI 2005), a relação de doenças, agravos e eventos em saúde pública de notificação compulsória em todo o território nacional e estabelece fluxo, critérios, responsabilidades e atribuições aos profissionais. Brasília, DF, Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de recomendações para o controle da tuberculose no Brasil / Ministério dasaúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. Brasília : Ministério da Saúde, BRASIL. RECOMENDAÇÕES PARA O CONTROLE DA TUBERCULOSE NO BRASIL. Ministério da Saúde. Brasília/DF, 2011 Disponível em: Portal da Saúde- www. saude.gov.br BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Portaria GM n.º 485, de 11 de novembro de Norma emhttp://portal.mte.gov.br/legislacao/normas-regulamentadoras-1.htm BRASIL, Ministério da Saúde. Atenção Humanizada ao Recém-Nascido de Baixo Peso.MÉTODO CANGURU. 2ª edição, BRASIL. Ministério da Saúde. Manual do parto, aborto e puerpério: assistência humanizada a mulher. Brasília, 2001 Disponível em: BRASIL, Ministério do Trabalho. Riscos Biológicos Guia Técnico. Os riscos biológicos no âmbito da Norma Regulamentadora Nº. 32 Brasília, DF, BRASIL. Ministério da Saúde. Manual do parto, aborto e puerpério:assistência humanizada a mulher. Brasília, 2001 Disponível em: BRASIL. Ministério da Saúde. Manual controle do Câncer uterino e mamário. Brasília BRASIL, Ministério da Saúde. Atenção Humanizada ao Abortamento: norma técnica. Brasília, Disponível em: BRASIL. Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica Pré-Natal de Baixo risco - Brasília BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Humanização. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Série B. Textos Básicos de Saúde. 2. Ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2004 Disponível em BRASIL. Ministério da Saúde. PORTARIA Nº DE 17 DE JULHO DE Institui em todo o território nacional, os calendários de Vacinação da Criança, do Adolescente, do Adulto e do Idoso. Brasília: Ministério da Saúde, 2006 BRASIL. Ministério da Saúde. RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 306, DE 7 DE dezembro Dispõe sobre o Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. Brasília : Ministério da Saúde, 2004 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretária de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids.
5 = Recomendações para Terapia Anti-retroviral em Adultos Infectados pelo HIV: 2008/Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilancia em Saúde, Programa Nacional de DST e Aids. 7a Ed. - Brasília: Ministério da Saúde, Disponível em: = BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Portaria GM n.º 485, de 11 de novembro de Norma em = BRASIL, Ministério da Saúde. Programa Nacional de Segurança do Paciente. Brasilia, = CARVALHO, Rachel de e BIANCHI, Estela Regina Ferraz, Enfermagem em Centro Cirúrgico e Recuperação. Barueri-São Paulo. Manole, 2007 = COFEN. Código de Ética e Legislação dos profissionais de enfermagem. Brasilia,DF. = COLLET, Neusa; OLIVEIRA, Beatriz R. G. Manual de Enfermagem em Pediatria. Goiânia: AB,2002. = FELDMAN. Gestão de Risco e Segurança hospitalar. São Paulo: Martinari, = NANDA International. Diagnósticos de Enfermagem da NANDA: definições e classificação / Porto Alegre: Artemed, = PADILHA, K.G.; VATTIMO, M. F. F.; SILVA, S. C.; KIMURA, M.(Orgs). Enfermagem em UTI: cuidando do paciente crítico. Barueri, SP: Manole, 2010 = POTTER, Patrícia Ann.; Perry, Anne Griffin. Fundamentos de enfermagem. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009 = SMELTZER, S. C. BARE, B. G. Brunner & Suddarth Tratado de enfermagem médicocirúrgica. 10a ed.rio de Janeiro: Guanabara Koogan; = VIANA. R. A. P. P. Sepse para Enfermeiros as horas de ouro: identificando e cuidando do paciente séptico. São Paulo: editora Atheneu, = BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização.HumanizaSUS: acolhimento com avaliação e classificação de risco: um paradigma ético-estético no fazer em saúde / Ministério da Saúde, Secretaria-Executiva, Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Brasília: Ministério da Saúde, = BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão do SUS. Acolhimento e classificação de risco nos serviços de urgência / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão do SUS. Brasília : Ministério da Saúde, p. : il. color. (Série B. Textos Básicos de Saúde) XXXXXXXX
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