CRUZETA POLIMÉRICA 250 dan

Documentos relacionados
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO

COPEL. Obs.: Medidas em milímetros. ISOLADOR AFASTADOR PARA CHAVE FUSÍVEL NTC FIGURA 1 - ISOLADOR AFASTADOR PARA CHAVE FUSÍVEL

Isolador Híbrido 15 kv. FIGURA 1 Dimensões

Poste de concreto armado seção duplo T

Poste de concreto armado seção duplo T

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO

SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA

PARAFUSOS DE CABEÇA QUADRADA, DE ROSCA DUPLA E DE CABEÇA ABAULADA FIGURA 1 - PARAFUSO DE CABEÇA QUADRADA (M16) - NTC /19 T A B E L A 1

PARAFUSOS DE CABEÇA QUADRADA, DE ROSCA DUPLA E DE CABEÇA ABAULADA FIGURA 1 - PARAFUSO DE CABEÇA QUADRADA (M16) - NTC /19 TA B E L A 1

CONECTOR DERIVAÇÃO PARA LINHA VIVA

Bastões isolantes. Os bastões tubulares devem ser constituídos de materiais isolantes, não higroscópicos, e em total conformidade com a ASTM F 711.

POSTE DE FIBRA DE VIDRO (PRFV - Poliester reforçado com fibra de vidro)

PARAFUSOS DE CABEÇA QUADRADA, DE ROSCA DUPLA E DE CABEÇA ABAULADA FIGURA 1 - PARAFUSO DE CABEÇA QUADRADA (M16) - NTC /19 TABELA - 1

CONECTOR TERMINAL DE COMPRESSÃO alumínio FIGURA 1 FIGURA 2

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO

CABOS COBERTOS TABELA 1 NÚMERO. SEÇÃO NOMINAL (mm²) MÍNIMO MÍNIMO DE FIOS Cobre ,6 4,9 2,5 9,6 11,6

BASE DE CHAVE FUSÍVEL RELIGADORA

Ferramentas de Redes de Distribuição. Chaves de fenda

CONECTOR TERMINAL DE COMPRESSÃO

Lençóis isolantes. Figura 1 LENÇOL PARA BT

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA PADRONIZAÇÃO APROVAÇÃO ELABORAÇÃO VISTO

Cabeçotes para vara de manobra

CONECTOR TERMINAL DE COMPRESSÃO

CONECTOR TERMINAL DE COMPRESSÃO

FIGURA 1 - ELO FUSÍVEL TIPO BOTÃO - ATÉ 50 A FIGURA 2 - ELO FUSÍVEL TIPO BOTÃO - DE 65 A ATÉ 200 A DETALHE ALTERNATIVO DO BOTÂO (FIGURA 1)

FIGURA 1 CONECTOR TERMINAL FIGURA 2 LUVA TERMOCONTRÁTIL FIGURA 3 DETALHE DE INSTALAÇÃO. Parafuso e Arruela. Conector. Luva

Cabeçotes para vara de manobra

PARA-RAIOS DE DISTRIBUIÇÃO

Cabeçotes para vara de manobra

Cabeçotes para vara de manobra

Cabeçotes para vara de manobra

CABOS DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADOS autossustentados XLPE 0,6 / 1 kv

Coberturas isolantes rígidas

Especificação Técnica Linhas de Transmissão Isolador Pilar 69kV - NBI 290kV

CONECTOR DERIVAÇÃO CUNHA BIMETÁLICO

FIGURA 1 - CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR COM BASE PARA FUSÍVEL

Esporas para escalada de postes de concreto tipo duplo T

Cintas tubulares de poliéster em anel para elevação de cargas

Emenda polimérica a frio

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET-C 315/2016 R-01

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA

Terminais poliméricos

NTC /133. Chaves ajustáveis. Figura 1 desenho ilustrativo. Figura 2 desenho ilustrativo (chave isolada)

3 REFERÊNCIAS 4 DISPOSIÇÕES GERAIS

Ferragem de rede aérea que se fixa numa superfície, em geral a face superior de uma cruzeta, na qual, por sua vez, é fixado um isolador de pino.

CONECTOR DERIVAÇÃO CUNHA

Luva isolante de borracha

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO COBERTURA TIPO MANTA PARA REPARO DE CONDUTORES COBERTOS CLASSE TENSÃO 15 e 35 kv

N.Documento: Categoria: Versão: Aprovado por: Data Publicação: Página: Manual 1.8 Caius Vinicíus S Malagoli 03/10/ de 6

CONJUNTO DE EMENDA REENTRÁVEL E TERMINAL DE ACESSO CERTA

Nas exigências de um determinado material deve prevalecer, respectivamente, o exigido:

LINGAS DE CABO DE AÇO NTC /95. Figura 1 - Linga Simples

Cabo não seccionado que é ligado ao BMI através de cabo derivação.

Cordas. É o conjunto de fios trançados ou torcidos juntos para formar uma estrutura de comprimento contínuo.

CAIXA PADRÃO DAE PARA HIDRÔMETROS

COPEL CONECTOR DERIVAÇÃO DE CUNHA NTC /3152 FIGURA 1 - COMPONENTE C FIGURA 2 - COMPONENTE CUNHA TABELA 1A

Manual Técnico de Distribuição

NTC e Ferramentas de Redes de Distribuição Facas Isoladas. Figura 1 Faca isolada lâmina reta

Número: EMP Rev.: 0 Fl. 1/7

NORMA TÉCNICA COPEL - NTC

Matrizes para alicates de compressão hidráulica

CABOS DE ALUMÍNIO COM ALMA DE AÇO Tipo CAA

Aterramento temporário

Conjunto de aterramento temporário para redes de até 35kV tipo sela

Página: 1 de 11 CINTA PARA POSTE CIRCULAR E DUPLO T NTD

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS UNIFORMES E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA NO TRABALHO LUVA DE RASPA COM PALMA DE VAQUETA

Caixa para medidor polifásico

Caixa concentradora de disjuntores

Ferramentas de Redes de Distribuição Bloqueador de Disjuntor. Figura 1- Ilustrativa e dimensional (tipo 1)

Ferramentas de Redes de Distribuição Bloqueador de Disjuntor. Figura 1- Ilustrativa e dimensional (tipo 1)

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ÍNDICE SEÇÃO TÍTULO PÁGINA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CONECTOR GRAMPO DE LINHA VIVA GLV 100 E 400 AMPÉRES - CLASSE 15 kv

NORMA TÉCNICA COPEL - NTC

Serra para poda. Parte ativa da ferramenta responsável pelo corte de pequenos galhos e/ou peças de madeira.

NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO - NTE 044 CRUZETAS POLIMÉRICAS - ESPECIFICAÇÃO/PADRONIZAÇÃO. Cuiabá Mato Grosso - Brasil

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA

VARA TELESCÓPICA. Quantidade de amostras necessária para avaliação do atendimento a Especificação Técnica: Uma (01) vara telescópica.

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

Bolsa para leiturista tipo cartucheira

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

Transcrição:

ÍNDICE DE FIGURAS FIGURA 1- DIMENSÕES DA CRUZETA E FURAÇÕES... 2 FIGURA 2 - VISTA ISOMÉTRICA... 2 FIGURA 3- ENSAIO DE FLEXÃO... 2 FIGURA 4- ENSAIO DE TORÇÃO...3 FIGURA 5- ENSAIO DE TRAÇÃO LATERAL... 3 FIGURA 6 - ENSAIO MECÂNICO DE LONGA DURAÇÃO...4 FIGURA 7- ENSAIO DE RESISTÊNCIA À PROPAGAÇÃO DE CHAMA... 4 ÍNDICE DE TABELAS TABELA 1- CARACTERÍSTICAS NOMINAIS...5 TABELA 2- ENSAIOS MECÂNICOS... 5 TABELA 3- ENSAIO DE TIPO, RECEBIMENTO E COMPLEMENTARES...11 SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 6 2. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES... 6 3. DEFINIÇÕES... 6 4. REQUISITOS... 6 4.1 Condições de Utilização... 6 4.2 Identificação... 6 4.3 Condições de Utilização... 6 4.4 Dimensões, Tolerâncias, Furações e Peso... 6 4.5 Condições Gerais... 6 4.6 Acabamento... 7 4.7 Cor... 7 5. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS... 7 5.1 Materiais... 7 5.2 Características Técnicas... 7 6. ENSAIOS... 7 6.1 Ensaio de flexão... 7 6.2 Limite de carregamento excepcional... 8 6.3 Carga de ruptura... 8 6.4 Ensaio de resistência à torção... 8 6.5 Ensaio de tração lateral... 8 6.6 Ensaio mecânico de longa duração... 8 6.7 Ensaio de resistência da cruzeta à aplicação de torque nos parafusos de fixação... 9 6.8 Resistência à propagação de chama... 9 6.9 Ensaios mecânicos do composto antes e após envelhecimento em câmara de UV ( 2000 horas)... 9 6.10 Ensaio de verificação da resistência ao trilhamento elétrico e erosão... 9 6.11 Ensaio de flamabilidade... 9 6.12 Ensaio de absorção de água... 9 6.13 Rigidez dielétrica... 9 6.14 Ensaio de tensão disruptiva a seco e sob chuva... 10 6.15 Ensaio de verificação da qualidade da cruzeta seccionada... 10 6.16 Ensaio de verificação da resistência da tampa de cruzetas ocas... 10 7. ENSAIOS PARA HOMOLOGAÇÃO... 10 7.1 Ensaios de tipo... 10 7.2 Relatórios de ensaios... 11 8. EMBALAGEM E ACONDICIONAMENTO... 11 9. INSPEÇÃO... 12 9.1 Inspeção visual... 12 9.2 Verificação dimensional... 12 9.3 Ensaios de recebimento... 12 9.4 Ensaios complementares de recebimento... 12 9.5 Plano de amostragem para a inspeção... 13 NOV/ 2017 SRF/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 1 de 15

10. FORNECIMENTO... 15 10.1 Meio ambiente... 15 10.2 Homologação... 15 Figura 1- Dimensões da cruzeta e furações FIGURA 2 - VISTA ISOMÉTRICA FIGURA 3- ENSAIO DE FLEXÃO NOV/ 2017 SRF/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 2 de 15

Aplicar esforço com a utilização de porca olhal e parafuso com arruela quadrada NTC 812000 (38 x38 mm x 3 mm de espessura). A cruzeta de ser fixada na frete do poste no sentido dos esforços FIGURA 4- ENSAIO DE TORÇÃO Esforços perpendiculares ao eixo a cruzeta FIGURA 5- ENSAIO DE TRAÇÃO LATERAL OBS. Os esforços são aplicados em apenas um isolador de cada vez. Os isoladores poderão/deverão ser instalados em qualquer das furações, não apenas nas extremidades. NOV/ 2017 SRF/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 3 de 15

FIGURA 6 - ENSAIO MECÂNICO DE LONGA DURAÇÃO Aplicar esforço com a utilização de porca olhal e parafuso com arruela quadrada NTC 812000 (38 x38 mm x 3 mm de espessura). FIGURA 7- ENSAIO DE RESISTÊNCIA À PROPAGAÇÃO DE CHAMA NOV/ 2017 SRF/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 4 de 15

TABELA 1- CARACTERÍSTICAS NOMINAIS NTC Código COPEL Modelo Peso máximo Resistência nominal ( dan) Máxima carga excepcional (dan) Mínima carga de ruptura (dan) 811512 15010290 2000x90x90mm 15kg 250 350 500 1 2 3 4 5 6 7 Modelo Ensaio Resistência à flexão (face A e B) TABELA 2- ENSAIOS MECÂNICOS Resistência Aplicação Descrição F (dan) dos esforços no ítem 250 350 500 simultâneos 6.1 figura 3 6.2 figura 3 6.3 figura 3 Condição para aprovação Flecha máxima de 28 mm Flecha residual máxima de 3 mm Não deve ocorrer ruptura NTC 811512 2000x90x90 mm Torção Isolador 170KV NTC 811557 50 70 simultâneos 6.4 figura 4 Flecha máxima de 28 mm Flecha residual máxima de 3 mm 100 Não deve ocorrer ruptura Tração lateral Mecânico de longa duração 150 210 não simultâneos 6.5 não figura 5 simultâneos 250 simultâneos 6.6 figura 6 Deslocamento máximo do topo isolador de 50 mm Não deve ocorrer ruptura Flecha residual máxima de 20 mm após 216 horas OBS.: 1 Ângulo máximo de aplicação das forças não deve ser superior a 5 (cinco ) graus. 2- Para os ensaios mecânicos a cruzeta deve ser montada sem as mãos francesas ou com mãos francesas, sempre atendendo à respectivas figuras representativas. 3- Os ensaios mecânicos deverão ser realizados com dispositivos, máquina de tração, instrumentos e acessórios conforme prescreve a norma ABNT NBR 8453-3 ( cruzetas de concreto armado e protendido para redes de distribuição de energia elétrica) 4 Os ensaios de resistência à flexão deverão ser executados com a cruzeta sendo instalada pela parte da frente do poste de fixação conforme a figura 3. NOV/ 2017 SRF/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 5 de 15

1. OBJETIVO Esta NTC padroniza as dimensões e estabelece as condições gerais e específicas mínimas exigíveis para o fornecimento das cruzetas poliméricas destinadas ao suporte de condutores das redes aéreas de distribuição da COPEL. 2. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Esta NTC foi elaborada com base nas normas ABNT NBR 15956, NBR 8453-1, NBR 8453-3 e suas normas complementares. Nota: Em caso de divergência entre as normas, prevalece o que prescreve esta NTC. 3. DEFINIÇÕES De acordo com as normas da ABNT NBR 15956. 4. REQUISITOS 4.1 Condições de Utilização O fornecedor deve providenciar materiais que assegurem o bom desempenho das cruzetas para serem instaladas nas seguintes condições: a) temperaturas entre -10 o C e 45 o C, com média não superior a 35 o C e altitude de até 1000 m; b) umidade relativa o ar de até 100%; c) exposição ao sol e poluentes rurais, urbanos, industriais e marítimos, desde que sejam instaladas com isoladores apropriados para as tensões nominais das redes, portando não devem instalados cabos diretamente nas cruzetas (sem isoladores). 4.2 Identificação As cruzetas devem apresentar a seguinte identificação, em placa de alumínio firmemente afixadas ao corpo da cruzeta com inscrições legíveis e indeléveis; - nome ou marca comercial do fornecedor; - código de referência homologada na Ficha Técnica; - data ( mês e ano) de fabricação e número de série; - resistência nominal (dan); - Peso em kg e variação tolerada no peso: - Atendimento ao item 7.1 desta NTC 4.3 Condições de Utilização As cruzetas objeto desta padronização são próprias para as montagens padronizadas nas NTC's de montagens de redes de distribuição. 4.4 Dimensões, Tolerâncias, Furações e Peso As cruzetas devem atender as dimensões, tolerâncias e furações estabelecidas na Figura 1 e nas observações. Todos os furos das faces A e B, devem ter diâmetro de 18(±1) mm. O peso máximo da cruzeta deverá ser de 10 kg. O fabricante deve informar o peso nos relatórios de ensaio e desenhos técnicos e controlar a variação permitida no peso das cruzetas. 4.5 Condições Gerais - Os furos devem ter eixo perpendicular ao plano que contém a face e dimensões estabelecidas na Figura 1. NOV/ 2017 SRF/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 6 de 15

- Os furos devem ser cilíndricos permitindo-se o arremate na saída dos mesmos para garantir a obtenção de uma superfície tal que não dificulte a colocação das ferragens e dos isoladores. - No caso de cruzeta oca os furos das faces A e B devem estar protegidos, de modo transversal para a passagem dos parafusos, por tubos e as extremidades da cruzeta fechadas a fim de evitar a entrada de insetos na parte interna. -Não será admitida a retenção de água no interior da cruzeta (quando esta for oca). No caso da necessidade de orifícios para saída de água, estes deverão ter 3 mm de diâmetro para minimizar risco de entrada de abelhas e reduzir probabilidade de que sejam obstruídos. - Quando for o caso, as tampas das laterais das cruzetas devem ser firmemente fixadas de forma a não se soltarem e não devem quebrar ao serem arrastadas em superfície áspera, como asfalto, e devem resistir uma queda de uma altura de 1000 mm (queda partindo da posição horizontal) 4.6 Acabamento As cruzetas devem apresentar superfícies lisas contínuas e uniformes sem fendas ou fraturas, não sendo permitido asperezas ou imperfeições que dificultem a sua condição de utilização ou que possa prejudicar a saúde do aplicador. As cruzetas de fibra de vidro, em todos os processos de fabricação, deverão receber proteção superficial com resina isoftálica. O fabricante deverá comprovar esse procedimento durante o processo de inspeção. 4.7 Cor As cruzetas devem ser produzidas na cor cinza, na tonalidade cinza escuro, padrão Munsell N 3.5 ou tons mais claros. Os tons de cinza mais claros serão os preferidos. 5. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 5.1 Materiais Os componentes, poliméricos, das cruzetas devem garantir uma vida útil de pelo menos 30 anos sob os efeitos das intempéries tais como sol, chuva, maresia etc. Para fornecimento à COPEL o fabricante deve dar uma garantia de no mínimo 10 anos. Quando for o caso, na necessidade da utilização de vergalhões para reforço mecânico, estes deverão ser em fibra de vidro e nunca em aço. 5.2 Características Técnicas Características geométricas e dimensionais: conforme Figura 1- Dimensões da cruzeta e furações. As cruzetas deverão apresentar resistência mecânica, ao longo de toda sua vida útil, de forma a atender a Tabela 2- ensaios mecânicos e ensaios do ítem 6.0. As peças deverão apresentar um acabamento uniforme, plano e sem sinuosidades. Não será admitida a existência de falhas de produção observadas externamente ou quando a cruzeta for seccionada. 6. ENSAIOS 6.1 Ensaio de flexão Com a cruzeta instalada conforme Figura 3- ensaio de flexão, aplicar o carregamento gradativamente até atingir a carga nominal, e permanecer com esta carga aplicada durante 1 min, para permitir a acomodação da instalação. Retirar a caga e realizar os ajustes da instalação. Com os ajustes realizados, aplicar novamente a carga nominal de forma gradativa e permanecer com a carga nominal aplicada durante 5 min no mínimo. Ao final dos 5 min, com a carga nominal ainda aplicada: A) a cruzeta não pode apresentar trincas B) a flecha medida em cada extremidade, no plano de aplicação das cargas, não pode ser superior ao estabelecido na Tabela 2- ensaios mecânicos. NOV/ 2017 SRF/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 7 de 15

NOTAS: 1. Este ensaio será realizado para tanto para a face A quanto para a B sendo que para a B o ponto de aplicação das forças será a 150 mm das extremidades o que coincide com as furações. 2. As forças deverão ser aplicadas na cruzeta por meio de dois conjuntos de parafusos e porca-olhal com arruela quadrada NTC 812000 (38 x 38mm x 3 mm de espessura) de forma a reproduzir ao máximo possível as condições de instalação reais da rede. 6.2 Limite de carregamento excepcional Mantendo a condição anterior de instalação, aplicar gradativamente a carga correspondente a 1,4 x Rn. Esta carga excepcional deve ser mantida por 5 minutos no mínimo e 10 minutos no máximo. Após este tempo e ainda com a aplicação da carga, a cruzeta não pode apresentar trincas. Retirando-se o esforço, a leitura dos valores das flechas, em ambas as extremidades, devem ser realizadas no intervalo entre 5 e 10 minutos. A cruzeta será aprovada se: a) não apresentar trincas; b) a flecha residual máxima em cada extremidade, no plano de aplicação dos esforços, não for superior ao estabelecido na Tabela 2. 6.3 Carga de ruptura Mantendo ainda a condição anterior de instalação, aplicar carga de forma gradativa até atingir 200% da carga nominal sem que ocorra ruptura. Se o valor lido no dinamômetro ultrapassar o valor de 200% da carga nominal sem rompimento da cruzeta, o ensaio pode ser interrompido e a cruzeta é considerada aprovada. 6.4 Ensaio de resistência à torção Com a cruzeta montada conforme indicado na figura 4, instalar a 100 mm de cada extremidade um isolador pilar 170 kv (NTC 811557), para que seja feita a fixação do sistema de tracionamento nos pescoços dos isoladores. Devem ser aplicados esforços simultâneos gradativos nos isoladores até 100 dan. Após 5 minutos da aplicação da carga, a cruzeta não pode apresentar trincas de qualquer espécie e as flechas medidas nos planos dos esforços não devem ser superiores aos valores apresentados na Tabela 2. 6.5 Ensaio de tração lateral Com a cruzeta instalada conforme Figura 5, aplicar o carregamento no pescoço do isolador pilar 170 kv ( NTC 811557) gradativamente até atingir 50 dan e permanecer com esta carga aplicada durante 1 min, para permitir a acomodação da instalação. Retirar a caga e realizar os ajustes da instalação. Com os ajustes realizados, aplicar novamente 150 dan de forma gradativa e permanecer com a esta carga por 5 min no mínimo. Retirar a força e avaliar as condições da peça. A cruzeta será considerada aprovada neste ensaio se não ocorrer deslocamento do topo, no plano horizontal, e mais de 50 mm e não ocorrer deformação permanente. Após este tempo, aumentar gradativamente a força até 210 dan. A cruzeta deve suportar essa força sem que ocorra a ruptura. 6.6 Ensaio mecânico de longa duração Com a montagem conforme figura 5, com a cruzeta montada de forma centralizada com a utilização de duas mãos francesas planas de 619 mm ( NTC 81120) fixadas na cruzeta a 400 mm do centro do poste e no poste a 400 mm do centro da cruzeta. Deverá ser aplicadas simultaneamente, a 100 mm das extremidades, duas cargas nos valores nominais da cruzeta (250daN). Estas cargas deverão permanecer por 216 horas. Deverão ser medidas e anotados no relatório de ensaio as flechas no início de aplicação dos esforços e ao final das 216 horas, antes da retiradas das cargas. Ao final das 216 horas, as cargas devem ser retiradas. NOV/ 2017 SRF/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 8 de 15

As flechas residuais medidas no plano de aplicação das cargas, em cada extremidade da cruzeta ensaiada, medidas depois de um intervalo entre 5 e 10 mm não devem ser superiores a 20 mm. Ver tabela 2. 6.7 Ensaio de resistência da cruzeta à aplicação de torque nos parafusos de fixação Deverão ser aplicados esforços de torque em parafuso de cabeça quadrada M 16 (NTC 811804) e duas arruelas quadradas de 38 mm de lado e 3 mm de espessura em ao menos 4 furações da cruzeta. A aplicação dos esforços deve reproduzir, ao máximo possível, a situação de campo e a cruzeta deve resistir ao torque de 8,00 dan.m sem a ocorrência de deformação permanente ou ruptura. 6.8 Resistência à propagação de chama O ensaio deverá ser realizado conforme Figura 7. O dispositivo lança-chamas deverá ser ligado e a chama deve ser regulada até atingir a altura conforme mostra a figura, ainda sem a presença da cruzeta; Com a chama na altura indicada, deve-se posicionar a cruzeta no primeiro ponto de ensaio, retirá-la após 5 minutos e verificar o tempo de extinção da chama; Repetir o último procedimento para mais dois pontos de aplicação de calor na cruzeta, que devem ser distantes pelo menos 400 mm do ponto de aplicação anterior; A cruzeta é considerada aprovada se a chama não se propagar pela amostra e se extinguir em até 30 segundos. 6.9 Ensaios mecânicos do composto antes e após envelhecimento em câmara de UV ( 2000 horas) Devem ser preparados 10 corpos de prova uniformes, retirados do produto acabado, com dimensões conforme respectiva norma de ensaio e separados em dois grupos com cinco unidades cada, para execução dos ensaios, antes e após o envelhecimento em câmara de intemperismo artificial. O ensaio de envelhecimento deve ser realizado conforme norma ASTN G155, durante 2000 horas. O ensaio de tração deve ser realizado conforme norma ABNT NBR NM 60811-1-1 A variação média na tensão e alongamento a ruptura, dos corpos de prova, antes e após o envelhecimento, não pode ser superior a 25%. 6.10 Ensaio de verificação da resistência ao trilhamento elétrico e erosão O material deve ser realizado conforme método 2, critério A, da ABNT NBR 10296 e atender à CLASSE 2 A 1,50 kv Retirar amostras das cruzetas acabadas. Não será permitido a aplicação de qualquer proteção superficial nos copos de prova à serem ensaiados. 6.11 Ensaio de flamabilidade Este ensaio tem o objetivo de verificação do material quanto às propriedades de ignição e extinção. Devem ser confeccionadas 5 amostras de acordo com a UL -94. As amostras devem ser retiradas de diferentes partes da cruzeta de forma a avaliar o homogeneidade do produto. O ensaio deve ser realizado conforme UL 94 e apresentar classificação mínima de V-1. 6.12 Ensaio de absorção de água O ensaio deve ser realizado pelo método gravimétrico, conforme ABNT NBR 5310 e apresentar teor de absorção de água do composto polimérico da cruzeta não superior a 3%. 6.13 Rigidez dielétrica NOV/ 2017 SRF/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 9 de 15

Deve ser realizado conforme ASTM D-149 e as amostras devem apresentar valores acima de 10 kv/mm. Este ensaio se aplica a cruzetas que tenham reforços metálicos em sua estrutura. Este ensaio poderá ser realizado com corpos de prova produzidos com mesma matéria prima da cruzeta. 6.14 Ensaio de tensão disruptiva a seco e sob chuva Deverá ser realizado conforme a norma NBR 6936/92, "Técnicas de Ensaios Elétricos de Alta Tensão - Procedimentos Obs.: 1 - O ensaio de tensão disruptiva a seco e sob chuva deve ser executado com o cabo diretamente colocado sobre a cruzeta na posição mais crítica (300mm do poste aterrado ou ponto aterrado), simulando falha no isolador ou queda do cabo sobre a cruzeta. Os valores mínimos a serem obtidos são: a seco 80 kv e sob chuva 40 kv em 1 minuto. 6.15 Ensaio de verificação da qualidade da cruzeta seccionada A cruzeta deverá ser seccionada no sentido transversal e longitudinal e para ser aprovada deverá apresentar-se homogênea e com ausência de falhas de fabricação. 6.16 Ensaio de verificação da resistência da tampa de cruzetas ocas A cruzeta deve ser soltada, a partir da posição de horizontal de uma altura de 1,00 m e não devem ter suas tampas desprendidas ou danificadas. A cruzeta deve ser suspensa por uma de suas extremidades com a outra tocando o solo, formando um ângulo em torno de 30 graus em relação ao solo, e arrastada em uma superfície áspera como asfalto, por uma distância de 2 m, sem a que tampa se solte. 7. ENSAIOS PARA HOMOLOGAÇÃO 7.1 Ensaios de tipo São os ensaios relacionados na Tabela 3, a serem realizados pelo fornecedor, em protótipo, quando produto em desenvolvimento ou em amostras retiradas da linha de produção normal, quando produtos já fabricados em série, para comprovação da qualidade do material. Estes ensaios, à critério da COPEL, devem ser realizados na presença de seus representantes. Estes ensaios devem ter seus resultados devidamente comprovados através de relatório de ensaios emitidos por órgãos tecnicamente capacitados. Os relatórios de ensaios devem fornecer com clareza as características do material proposto. Estes ensaios devem ser realizados conforme ítem 6. NOV/ 2017 SRF/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 10 de 15

TABELA 3- ENSAIO DE TIPO, RECEBIMENTO E COMPLEMENTARES Ítem Descrição Classificação Número de amostras para ensaio de tipo 9.1 Inspeção geral T/R 3 9.2 Verificação dimensional 3 6.1 Ensaio de flexão T/R 3 6.2 Limite de carregamento excepcional T/R 3 6.3 Carga de ruptura T/R 3 6.4 Resistência à torção T/R 3 6.5 Ensaio de tração lateral T/R 3 6.6 Ensaio mecânico de longa duração T/C 2 6.7 Ensaio de resistência da cruzeta à aplicação de torque nos parafusos de fixação T/R/C 3 6.8 Resistência à propagação de chama T/R/C 3 6.9 Ensaios mecânicos do composto antes e após envelhecimento em câmara de UV ( 2000 horas) T/C Corpos de prova de 1 cruzeta 6.10 Verificação de trilhamento e erosão T/R/C Corpos de prova de 1 cruzeta 6.11 Flamabilidade T/R/C Corpos de prova de 1 cruzeta 6.12 Absorção de água T/R/C Corpos de prova de 1 cruzeta 6.13 Rigidez dielétrica T/R/C Corpos de prova de 1 cruzeta 6.14 Tensão suportável à frequência industrial sob chuva T/C 3 6.15 Verificação da qualidade da cruzeta seccionada T/R/C 3 6.16 Verificação da resistência da tampa da cruzeta T/R/C 3 Nota 1. T= ensaio de tipo; R= ensaio de recebimento e C= ensaio complementar de recebimento Nota 2. Para aprovação no ensaio de tipo ou complementar de recebimento não poderá ocorrer falha em nenhuma amostra ensaiada. Nota 3. Os corpos de prova para os ensaios deverão ser sempre retirados dos produtos acabados, tanto para os ensaios de tipo como para os ensaios complementares de recebimento e de recebimento. Nota 4. Os ensaio de recebimento deverão atender o ítem 6. Nota 5. Os ensaios 6.10, 6.11, 6.12 e 6.13 devem ser realizados como recebimento em todas as compras e sendo realizados em ao menos um lote de fornecimento, sempre escolhido conforme critério da COPEL. Para estes, os corpos de prova devem retirados de peças acabadas, sempre coletadas por inspetores da COPEL do lote do fornecimento e os ensaios deverão sempre realizados em laboratórios oficiais acreditados. 7.2 Relatórios de ensaios Devem constar nos relatórios de ensaio, no mínimo, as seguintes informações; - Nome e marca comercial do fabricante; - Identificação do laboratório de ensaio; - Quantidade de material do lote e quantidades ensaiadas; - Identificação completa do material ensaiado (desenhos técnicos com dimensões e referência comercial e fotografias) - Relação e descrição detalhada, esquemas de montagem e resultado dos ensaios se referindo a normas utilizadas; - Certificados atualizados de aferições dos aparelhos utilizados nos ensaios, com validade máxima de 24 meses; - Número do CONTRATO de compra quando forem ensaios de aceitação; - Data e horário de início e de término de cada ensaio - Nomes legíveis e assinaturas dos representantes do fabricante e do inspetor do comprador e data de emissão do relatório. 8. EMBALAGEM E ACONDICIONAMENTO As embalagens devem atender às prescrições do guia que pode ser encontrado no endereço eletrônico e às recomendações abaixo: Consultar a internet no seguinte endereço: Fornecedores/informações/Guia para confecção de embalagens unitizadas O fornecedor deve garantir que a embalagem do material preserve seu desempenho e suas funcionalidades durante o transporte, movimentação e armazenamento. As cruzetas poliméricas devem ser envolvidas por fitas de amarração ou embalagem plástica e apoiadas em tarugos de madeira para impedir o contato com o solo. NOV/ 2017 SRF/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 11 de 15

A embalagem deve ser confeccionada de forma a possibilitar o uso de empilhadeira, pontes rolantes ou guindastes. O fornecedor deve garantir que a embalagem do material preserve seu desempenho e suas funcionalidades durante o transporte, movimentação e armazenamento. 9. INSPEÇÃO 9.1 Inspeção visual Verificação do acabamento geral, existências de bolhas, furação paralela aos eixos. 9.2 Verificação dimensional Verificação de todas as dimensões, espaço entre furações, diâmetro das furações e peso da cruzeta. 9.3 Ensaios de recebimento Deverão ser realizados os ensaios constantes na Tabela 3- ensaio de tipo, recebimento e complementares, atendendo os procedimentos descritos no ítem 6 e normas complementares citadas no ítem 2 e outras normas que assegurem qualidade superior, desde que acertado previamente com a COPEL. A aceitação das cruzetas pela COPEL, seja pela comprovação dos valores, seja por eventual dispensa de inspeção, não eximirá o Fornecedor de sua responsabilidade em fornecê-las em plena concordância com esta NTC, nem invalidará ou comprometerá qualquer reclamação que a COPEL venha a fazer baseada na existência de cruzetas inadequadas ou defeituosas. Por outro lado, a rejeição das cruzetas em virtude de falhas constatadas por meio de inspeção, durante os ensaios ou em virtude da discordância com a Ordem de Compra ou com esta NTC não eximirá o Fornecedor de sua responsabilidade em fornecê-las na data de entrega prometida. 9.4 Ensaios complementares de recebimento São os ensaios relacionados na Tabela 3, realizados nas instalações do fornecedor ou em órgão tecnicamente capacitado, na presença de Inspetor da COPEL, por ocasião do recebimento de cada lote. A realização destes ensaios por ocasião do recebimento dos materiais fica a critério da COPEL. Para os ensaios de recebimento, os corpos de prova devem ser retirados de peças acabadas, sempre coletadas por inspetores da COPEL do lote do fornecimento em andamento. Os ensaios 6.10 a 6.13 devem ser realizados sempre no primeiro lote de fornecimento e em ao menos mais um lote, sempre a critério da COPEL. NOV/ 2017 SRF/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 12 de 15

9.5 Plano de amostragem para a inspeção Tamanho do lote Código das amostras Sequência de Amostragem Inspeção geral e dimensional Nível II NQA 4% AM AC RE Até 150 1ª 13 0 0 2ª 13 3 4 150 a 280 G 1ª 20 1 4 2ª 20 4 5 281 a 500 H 1ª 32 2 5 2ª 32 6 7 501 a 1200 I 1ª 50 3 7 2ª 50 8 9 1201 a 3200 J 1ª 80 5 9 2ª 80 12 13 3201 a 10000 K 1ª 125 7 11 2ª 125 8 19 10 001 a 35000 L 1ª 200 11 16 2ª 2 00 26 27 NOTA 1 Na inspeção verificar: --- Forma de acabamento; --- dimensões; --- identificação; --- desobstrução dos furos. NOTA 2 Amostragem dupla Regime normal de inspeção: --- AM = tamanho da amostra; --- AC = número de unidades defeituosas que ainda permite aceitar o lote. --- RE = número de unidades defeituosas que implica a rejeição do lote. NOTA 3 Procedimento para amostragem dupla: inicialmente, é ensaiado um número de unidades igual ao da 1ª amostra obtida na tabela. Se o número de unidade estiver compreendida entre AC e RE (excluído estes valores), deve ser ensaiada a 2ª amostra. NOTA 4 NQA = Níveis de qualidade aceitável (ABNT NBR 5426). O total de unidades defeituosas encontradas depois de ensaiadas as duas amostras deve ser igual ou inferior ao maior AC especificado. NOV/ 2017 SRF/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 13 de 15

Tamanho do lote Código das amostras Ensaio de torção Ensaio mecânico de longa duração Tração Lateral Resistência ao torque em parafuso Verificação da qualidade da cruzeta seccionada Verificação da resistência das tampas Ensaios de flexão Nível S3 NQA 4% Até 150 AM AC RE AM AC RE Acordo entre fabricante e comprador 151 a 280 D 281 a 500 D 8 1 2 501 a 1200 E 1201 a 3200 E 3201 a 10 000 F 10 001 a 35 000 F 3 0 1 13 20 2 3 Nota 1 Amostragem simples Nível especial de inspeção: --- AM = tamanho da amostra; --- AM = tamanho da amostra; --- AC = numero de unidades defeituosas que ainda permite aceitar o lote. --- RE = numero de unidades defeituosas que implica a rejeição do lote. NOTA 2 Procedimento para amostragem dupla: inicialmente, é ensaiado um numero de unidades de produtos inspecionado igual ao tamanho da amostra obtida na tabela. Se o numero de unidades defeituosas encontrada na amostra for igual ou menor do que o numero de aceitação (AC), o lote é considerado aceito. Sendo o numero de unidades defeituosas igual ou maior do que o numero de rejeição (RE), o lote é rejeitado. NOTA 4NQA = Níveis de qualidade aceitável (ABNT NBR 5426). O tamanho da amostra para efetuar os ensaios de carga de ruptura deve ser uma cruzeta em cada sublote de até 150 unidades, convenientemente agrupadas. Os ensaios são considerados satisfatórios se não houver nenhuma falha. NOV/ 2017 SRF/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 14 de 15

10. FORNECIMENTO 10.1 Meio ambiente O fabricante deverá informar, na placa de identificação, se o material da cruzeta é reciclável ou não e informar, na proposta, a destinação final do produto ao término da vida útil. 10.2 Homologação O fornecimento à Copel deste material fica condicionado a aprovação de amostras, realização de ensaios e/ou aprovação de dos relatórios de ensaio e posterior aprovação da Ficha Técnica do mesmo pela VNTD. As informações pertinentes ao preenchimento da Ficha Técnica, como o próprio formulário de Ficha Técnica, está disponível no site da COPEL, cujo endereço é: www.copel.com opções: acesso rápido/normas Técnicas / Ficha técnica. Esta Norma encontra-se na INTERNET: www.copel.com - opções:- acesso rápido/ normas técnica/- materiais padrão para rede de distribuição /- selecione : material e descrição ou NTC NOV/ 2017 SRF/DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 15 de 15