NORMA TÉCNICA COPEL - NTC

Documentos relacionados
SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA PADRONIZAÇÃO APROVAÇÃO ELABORAÇÃO VISTO

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

CABOS DE POTÊNCIA MULTIPLEXADOS AUTO- SUSTENTADOS, COM ISOLAÇÃO SÓLIDA EXTRUDADA DE POLIETILENO TERMOFIXO XLPE, PARA TENSÕES ATÉ 0,6 / 1,0 kv

ETD CABOS DE COBRE ISOLADOS EM XLPE

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO. CABOS DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADOS COLORIDOS (AUTOSSUSTENTÁVEL DE 0,6/1,0 kv)

Instituto Lab System de Pesquisas e Ensaios LTDA.

Instituto Lab System de Pesquisas e Ensaios LTDA.

Instituto Lab System de Pesquisas e Ensaios LTDA.

Cabo não seccionado que é ligado ao BMI através de cabo derivação.

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título CORDOALHA DE AÇO

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO COBERTURA TIPO MANTA PARA REPARO DE CONDUTORES COBERTOS CLASSE TENSÃO 15 e 35 kv

ITEN - INSTITUTO TECNOLÓGICO DE ENSAIOS LTDA.

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET-203/2015 R-03

NORMA TÉCNICA CELG D. Cabo de Cobre Nu NTC-85

Manual Técnico de Distribuição

Arame de aço de baixo teor de carbono, zincado, para gabiões

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO ES.DT.PDN ISOLADORES TIPO ROLDANA EM PORCELANA 01

Requisitos Técnicos Cabo PROFIBUS PA. Revisão 26/03/2013 Número: 002PA ASSOCIAÇÃO PROFIBUS

Cabos de controle com isolação extrudada de PE ou PVC para tensões até 1 kv - Requisitos de desempenho

ETD CABOS DE AÇO-ALUMÍNIO

Soluções inovadoras em fios e cabos elétricos.

Número: EMP Rev.: 3 Fl. 1/11

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO

Conector Bimetálico para Condutor Concêntrico de Alumínio

FITA DE SINALIZAÇÃO E DELIMITAÇÃO DE ÁREA COM RECOLHEDOR - Especificação Técnica

b) ABNT NBR Cabos de Alumínio Nus para Linhas Aéreas - Especificação.

Por meio deste, esclarecemos o que segue:

NORMA TÉCNICA CELG. Cabos de Controle com Isolação em PVC - Classe 0,6/1 kv Especificação. NTC-44 Revisão 1

FIOS, CABOS E CORDÕES

COMUNICADO TÉCNICO Nº 05 ALTERAÇÕES NAS TABELAS PARA DIMENSIONAMENTO DOS PADRÕES DE ENTRADA DE BAIXA TENSÃO DE USO INDIVIDUAL

Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para cabo de aço utilizado nas Redes de Distribuição da CEMAR.

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO

CONDUTORES ISOLADOS E SEUS ACESSÓRIOS PARA REDES

CABOS COBERTOS PARA REDE COMPACTA COM ESPAÇADORES 15 kv INS-ESP-31. DEC.DE-014/89 Vigência: ÍNDICE

NORMA TÉCNICA CELG D. Cabos Nus de Alumínio (CA) Especificação NTC-65

Sistema Normativo Corporativo

COBERTURA (7) Composto termoplástico de PVC SEM CHUMBO, tipo ST2. AG2 Bom AD7 Bom NBR NM 332-1

Arame farpado de aço zincado

REGULAMENTAÇÃO ESPECÍFICA QUE DEFINE OS NÍVEIS MÍNIMOS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE LÂMPADAS FLUORESCENTES COMPACTAS

Divisão Cabos Energia Cabos Isolados e Cobertos para Redes Aéreas

NORMA TÉCNICA DE DISTRIBUIÇÃO NTD 3.0

REMANEJAMENTO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA

e) ABNT NBR IEC Luminárias - Parte 1: Requisitos gerais e ensaios;

DIRETORIA OPERACIONAL NÚMERO EMP TECNOLOGIA FOLHA 1/5 ESPECIFICAÇÃO DE MATÉRIA-PRIMA REV DATA 21-19/12/06 REVISÃO DATA MOTIVO/DESCRIÇÃO

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ZINCAGEM EM GERAL

Ferragem de rede aérea que se fixa numa superfície, em geral a face superior de uma cruzeta, na qual, por sua vez, é fixado um isolador de pino.

Quadro para Instrumentos para Medição Agrupada de Consumidor

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO. Título

Conversão de Energia II

3 REFERÊNCIAS 4 DISPOSIÇÕES GERAIS

Cabos nus de alumínio para eletrificação rural

NBR 7170/1983. Tijolo maciço cerâmico para alvenaria

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET-314/2006 R-00 CRUZETA DE CONCRETO ARMADO PARA REDE DE DISTRIBUIÇÃO E LINHA DE TRANSMISSÃO

3M Terminal Contrátil a Frio QT-II Série 5620

Número: EMP Rev.: 0 Fl. 1/5

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

1. FINALIDADE. Estabelecer os requisitos a serem atendidos para o fornecimento de medidor eletrônico de energia elétrica. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO

Média tensão. Uso Geral. Cabo Eprotenax Compact 6 até 35kV. Construção: Aplicações: Características:

CABO ICE-ALARME DE INCÊNDIO 600V BC

FIO PLASTICOM CABOS DE ENERGIA. Fios e cabos elétricos ANTICHAMA 450/750 V. Central de Relacionamento : (11)

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA

Número: EMP Rev.: 1 Fl. 1/10

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO EMD CONJUNTO DE ATERRAMENTO TEMPORÁRIO

LUVAS DE CORRER DE PVC 12 DEFOFO

Instalações Elétricas

Cabo Fiter Flex 0,6/1kV

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA AMPLA ETA-134/2015 R-01

Média tensão. Uso Geral. Cabo Eprotenax Compact até 35kV. Construção: Aplicações: Características: MANEIRAS DE INSTALAR RECOMENDADAS

Cabos para Uso Geral com Isolação 70 o C

COMUNICADO TÉCNICO Nº 46

DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES

Média tensão. Uso Geral. Cabo Eprotenax 6 até 35kV. Construção: Aplicações: Características: MANEIRAS DE INSTALAR RECOMENDADAS

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS INTRODUÇÃO

FAST CIT xdsl 40 MHz

Nas exigências de um determinado material deve prevalecer, respectivamente, o exigido:

(Produto descontinuado) CTP-APL-AS

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título CONDUTOR DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA

Instalações Elétricas Prediais. Condutores Elétricos. Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki

Instalações Elétricas Prediais A ENG04482

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR-MDIC

Transdutor Digital MKM-01

Transcrição:

NORMA TÉCNICA COPEL - NTC MATERIAIS DE DISTRIBUIÇÃO - ESPECIFICAÇÃO CABOS DE COBRE ISOLADOS COM XLPE - 0,6/1 kv NTC 810020 COPEL DISTRIBUIÇÃO S/A SUPERINTENDÊNCIA DE ENGENHARIA DE DISTRIBUIÇÃO - SED DEPARTAMENTO DE NORMALIZAÇÃO, GEO E OBRAS - DNGO DIVISÃO DE NORMALIZAÇÃO E NOVAS TECNOLOGIAS - VNOT

APRESENTAÇÃO Esta Norma tem por objetivo estabelecer as condições mínimas exigíveis para o fornecimento do material em referência a ser utilizado nas Redes Aéreas de Distribuição Urbana e Rural na área de concessão da Companhia Paranaense de Energia - COPEL. Para tanto foram consideradas as especificações e os padrões do material em referência, definidos nas Normas Brasileiras Registradas - NBR das Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, particularizando-os para as Normas Técnicas COPEL - NTC, acrescidos das modificações baseadas nos resultados de desempenho destes materiais da COPEL. Com a emissão deste documento, a COPEL procura atualizar as suas Normas Técnicas de acordo com a tecnologia mais avançada no Setor Elétrico. Em caso de divergência esta Norma prevalecerá sobre as outras de mesma finalidade editadas anteriormente. Esta norma encontra-se na INTERNET: www.copel.com - normas técnicas - materiais de distribuição : consulta ou - especificações de materiais Christovão César da Veiga Pessoa Jr Superintendência de Engenharia de Distribuição COPEL DISTRIBUIÇÃO S.A. SETEMBRO / 2012 SED/DNGO/VNOT Página 2 de 15

S U M Á R I O 1. Objetivo 2. Normas e/ou Documentos Complementares 3. Definições 4. Condições Gerais 5. Condições Específicas 6. Ensaios 7. Inspeção, Aceitação e Rejeição 8. Anexos SETEMBRO / 2012 SED/DNGO/VNOT Página 3 de 15

Í N D I C E Páginas 1. Objetivo 5 2. Normas e / ou documentos complementares 5 3. Definições 5 4. Condições gerais 5 4.1 Condições de serviço 4.2. Acabamento 5 4.3. Embalagem 6 4.4. Identificação do cabo 6 6 5. Condições específicas 7 5.1 Material 7 5.2. Tolerância na espessura de isolação 7 5.3. Características técnicas 7 5.4. Classe de encordoamento 7 5.5 Condições de operação do condutor em função da isolação 7 6. Ensaios 7 6.1 Relação de ensaios 7 6.2. Classificação dos de ensaios 7 6.3. Execução dos ensaios 8 7. Inspeção, aceitação e rejeição 9 7.1 Generalidades 9 7.2. Formação da amostra 9 7.3. Aceitação e Rejeição do lote sob inspeção 9 7.4. Ficha Técnica 10 8. ANEXO A - TABELAS Tabela 1 Características do sistema elétrico da Copel 11 Tabela 2 Características físicas do cabo de cobre isolado 11 Tabela 3 Requisitos físicos do composto de polietileno XLPE de isolação 12 Tabela 4 Temperatura máxima do condutor 13 Tabela 5 Espessura de isolação e tensão elétrica aplicada 13 Tabela 6 Classificação dos ensaios 13 Tabela 7 Plano de amostragem para ensaios de recebimento 14 ANEXO B - FIGURAS Figura 1 Configuração dos sistemas elétricos da Copel 15 SETEMBRO / 2012 SED/DNGO/VNOT Página 4 de 15

1. OBJETIVO : Esta NTC padroniza as dimensões e estabelece as condições gerais e específicas dos cabos de potência em cobre com isolação sólida extrudada em XLPE (polietileno termofixo) para tensões até 0,6/1 kv - sem cobertura, a serem utilizados em redes de iluminação pública subterrânea, na ligação de transformadores para atendimento a edifícios de uso coletivo, transformadores instalados em redes de distribuição aérea de baixa tensão e ramais de ligação. 2. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES: Para fins de projeto, seleção de matéria prima, fabricação, controle de qualidade, inspeção, utilização e acondicionamento dos cabos de potência em cobre com isolação sólida extrudada em XLPE, a serem fornecidos, esta NTC adota as normas abaixo relacionadas, bem como as normas nelas citadas: ABNT NBR 5111/97 - Fios de cobre nu de seção circular para fins elétricos ABNT NBR 5456/10 - Eletrotécnica geral terminologia ABNT NBR 5471/86 - Condutores elétricos ABNT NBR NM-280 (2011) - Condutores de cabos isolados ABNT NBR 7285/01- Cabos de potência com isolação extrudada de polietileno termofixo (XLPE) para tensões de 0,6/1 kv - sem cobertura - Especificação. ABNT NBR 6251/12 - Cabos de potência com isolação extrudada para tensões de 1 kv a 35 kv Requisitos construtivos. ABNT NBR 11137/10 - Carretel de madeira para acondicionamento de fios e cabos Dimensões e estruturas. ABNT NBR 7312/98 - Rolos de fios e cabos características dimensionais. COPEL NTC 856000 a 855830 - Montagens de Redes de Distribuição Aérea COPEL NTC 855000 a 855190 - Montagem de Redes de Distribuição Compacta Protegida - 13,8 kv COPEL NTC 855210 a 855324 - Montagem de Redes de Distribuição Secundária Isolada COPEL NTC 901110 - Atendimento a Edificações de Uso Coletivo As siglas acima referem-se a: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas NBR - Norma Brasileira Registrada NTC - Norma Técnica COPEL As normas mencionadas não excluem outras reconhecidas, desde que, concomitantemente: a. Assegurem qualidade igual ou superior; b. Sejam mencionadas pelo Proponente na Proposta; c. Sejam anexadas à Proposta; d. Sejam aceitas pela COPEL; Em caso de dúvida ou omissão prevalecerá : 1º - Esta NTC - Especificação 2º - Demais Normas Técnicas COPEL; 3º - As Normas citadas no item 2 desta NTC; 4º - As Normas apresentadas pelo Proponente e aprovadas pela COPEL; 3. DEFINIÇÕES: Os termos técnicos utilizados estão definidos nas NBR s 5456 e 5471 e nas demais normas mencionadas no item 2. 4. CONDIÇÕES GERAIS: 4.1. Condições de Serviço: Os cabos abrangidos por esta NTC devem ser adequados para operar a uma altitude de até 1000 metros, em clima tropical, com temperatura ambiente de -5 C até 40 C, média diária não superior a 35 C, umidade relati va do ar de SETEMBRO / 2012 SED/DNGO/VNOT Página 5 de 15

até 100%, precipitação pluviométrica média anual de 1500 a 3000 milímetros, sendo que ficarão expostos ao sol, à chuva e à poeira, instalados de acordo com as normas de montagens de redes de distribuição urbana e rural, citadas no item 2. O clima contribui para a formação de fungos e acelera a deterioração e a corrosão. O Fornecedor deve providenciar a tropicalização e tudo mais que for necessário para o bom desempenho do cabo. Os cabos aqui especificados são aplicados a sistemas elétricos de freqüência nominal 60 Hz, com as características dadas na Tabela 1 do Anexo A e configurações dadas na figura 1 do Anexo B. 4.2. Acabamento: A superfície dos fios componentes do condutor não deve apresentar fissuras, escamas, rebarbas, asperezas, estrias e inclusões. O cabo pronto não deve apresentar falhas de encordoamento. A camada do material isolante aplicada sobre o condutor deve ser contínua e homogênea ao longo de todo o comprimento do condutor. 4.3. Embalagem: 4.3.1. Generalidades: Para efeito desta NTC, entende-se por embalagem, a embalagem propriamente dita, a preparação para embarque e o acondicionamento dos cabos. O acondicionamento dos cabos deve ser efetuado de modo a garantir transporte seguro em quaisquer condições que possam ser encontradas. Os cabos devem ser adequadamente embalados para transporte até o local da instalação, de modo a protegê-los contra intempéries, maresia, umidade, choques, manuseio inadequado, etc. A embalagem é considerada satisfatória se os cabos forem encontrados em perfeito estado na chegada ao destino. A embalagem final, assim como o acondicionamento parcial devem ser feitos de modo que a massa e as dimensões sejam mantidas dentro de limites razoáveis a fim de facilitar o manuseio, o armazenamento e o transporte. As embalagens não são devolvidas ao Fornecedor. 4.3.2. Acondicionamento: Deve ser feito de acordo comas NBRs 7312 e NBR 11137, com diâmetro de tambor respeitando o diâmetro mínimo calculado conforme a NBR 9511. 4.3.3. Marcação: 4.3.3.1. O fornecimento em bobinas e em rolos deve apresentar marcação externa indelével e facilmente legível, através de pintura, em ambas as faces com o seguinte conteúdo mínimo: - nome, endereço e demais dados do fabricante; - o nome COPEL; - tensão de isolamento (0,6/1 kv); - número de condutores e seção nominal, em milímetros quadrados; - material do condutor (cobre) e da isolação (XLPE) - NBR 7285 - o número e item da Ordem de Compra; - código do material da COPEL; - tipo e referência comercial do cabo; - comprimento nominal em metros; - número de série da bobina; (*) - massa líquida; - massa bruta; (*) - número de romaneio ( relação de material para embarque feita pelo Fornecedor); - seta indicativa e a frase DESENROLE NESTE SENTIDO (*) (*) dispensável para rolo. Marcações adicionais, necessárias para facilidade de transporte de materiais importados, podem ser usadas e serão indicadas na Ordem de Compra ( ODC ) ou nas instruções de embarque. 4.3.4. Embarque: Os materiais devem ser liberados para embarque depois de devidamente inspecionados e conferidos. Todo o material deve ser despachado conforme o cronograma de fornecimento. 4.3.5. Acondicionamento e fornecimento: para cada rolo ou bobina a incerteza máxima exigida na medição do comprimento efetivo é de ± 1 %. Em cada rolo ou bobina admite-se uma variação de ± 3% no lance definido na ordem de compra. Para complementar a ordem de compra, admite-se que até 5 % dos lances de um lote de expedição sejam irregulares quanto ao comprimento (em mais de 3 % do comprimento nominal), com no mínimo 50 % do referido comprimento. 4.4. Identificação do cabo: SETEMBRO / 2012 SED/DNGO/VNOT Página 6 de 15

A superfície externa dos cabos deve ser marcada de forma legível e indelével com os seguintes dizeres, no mínimo : a) nome do fabricante; b) número de condutores e seção nominal do condutor, em mm 2 ; c) identificação do material do condutor (cobre) e da isolação ( XLPE ); d) tensão de isolamento ( 0,6/1 kv ); e) ano de fabricação; f) NBR 7285 5. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS : 5.1. Material: 5.1.1. Dos fios formadores do condutor : Os fios formadores do condutor devem ser de cobre eletrolítico, têmpera mole, resistividade elétrica máxima de 0,01724 Ω.mm 2 /m a 20 C, correspondente a 100% IACS de condutividad e. 5.1.2. Da isolação: A isolação deve ser constituída por uma camada de polietileno termofixo ( XLPE ) de cor preta, contendo dispersão de negro de fumo, conforme a Tabela 3 do Anexo A. A isolação deve ser facilmente removível e não aderente ao condutor e sua espessura nominal deve atender à Tabela 2. 5.2. Tolerância da espessura de isolação: As tolerâncias devem estar de acordo com a NBR 7285. 5.3. Características Técnicas: Característica elétrica: O cabo não deve apresentar perfurações em seu isolamento quando aplicado os valores de tensão elétrica alternada dados na Tabela 5 do Anexo A, durante 5 minutos. 5.4. Classe de Encordoamento: Deve atender à ABNT NBR NM-280, conforme classe 2: - Condutor encordoado, compactado de seção circular para os condutores de seção 6 mm2 a 120 mm2; - condutor redondo normal para as seções até 2,5mm 2 ; 5.5. Condições de operação do condutor em função da isolação : Segundo a Tabela 4 do Anexo A. A operação em regime de sobrecarga não deve ser superior a 100 horas durante 12 meses consecutivos, nem superior a 500 horas durante a vida útil do condutor. O operação em regime de curto-circuito não deve ser superior a 5 segundos. 6. ENSAIOS : 6.1. Relação dos Ensaios: Para a comprovação das características de projeto, material e mão-de-obra são exigidos os seguintes ensaios: a. Inspeção Visual b. Verificação Dimensional c. Ensaio de Resistência Elétrica d. Ensaio de Tensão Aplicada e. Ensaio de Resistência de Isolamento à Temperatura Ambiente f. Ensaio de Resistência de Isolamento à 90 o C g. Ensaio de Tensão Aplicada de Longa Duração h. Ensaios Físicos do Composto da Isolação Os ensaios relacionados neste item não invalidam a realização, por parte do Fornecedor, daqueles que julgar necessários ao controle de qualidade de seu produto. 6.2. Classificação de Ensaios: Os ensaios previstos são classificados em: - Ensaios de Tipo; - Ensaios de Recebimento; - Ensaios Complementares de Recebimento; SETEMBRO / 2012 SED/DNGO/VNOT Página 7 de 15

6.2.1. Ensaios de Tipo: São os ensaios relacionados na Tabela 6 do Anexo A, a serem realizados pelo Fornecedor, no mínimo em uma unidade, retirada das unidades construídas de cada lote, para a verificação de determinadas características de projeto do cabo. Estes ensaios devem ter seus resultados devidamente comprovados, através de Relatórios de Ensaios emitidos por órgãos tecnicamente capacitados, devendo os relatórios de ensaio atender ao item 7.4.2. 6.2.2. Ensaios de Recebimento: São os ensaios relacionados na Tabela 6 do Anexo A, realizados nas instalações do Fornecedor ou em órgão tecnicamente capacitado, na presença do Inspetor da Copel, por ocasião do recebimento de cada lote. 6.2.3. Ensaios Complementares de Recebimento: São os ensaios relacionados na Tabela 6 do Anexo A, realizados nas instalações do Fornecedor ou em um órgão tecnicamente capacitado, na presença de inspetor da COPEL, por ocasião do recebimento de cada lote, a critério do Inspetor da COPEL. 6.3. Execução dos Ensaios: 6.3.1. Inspeção Visual : Devem ser verificados os seguintes requisitos : a. Aspectos construtivos b. Detalhes de material e acabamento : devem ser atendidas as prescrições do item 5.1 e 4.2 desta especificação. c. Embalagem e acondicionamento : devem ser atendidas as prescrições do item 4.3. desta especificação. d. Encordoamento : devem ser atendidas as prescrições do item 5.4. desta NTC. As relações de encordoamento devem ser conforme normas aplicáveis. 6.3.2. Verificação Dimensional: A verificação dimensional deve ser feita em amostra de cabo pronto (produto final). O diâmetro do condutor encordoado deve ser determinado conforme normas aplicáveis. Constitui falha o não atendimento à Tabela 2 do Anexo A. A espessura da cobertura de isolação deve ser determinada conforme normas aplicáveis. Constitui falha o não atendimento às Tabelas 2 e 5 do Anexo A. O diâmetro externo do cabo completo deve ser determinado conforme normas aplicáveis. Constitui falha o não atendimento à Tabela 2 do Anexo A. 6.3.3. Ensaio de Resistência Elétrica: A resistência Elétrica máxima dos condutores, isolados, referida a 20 o C e a um comprimento de 1km, deve estar conforme a Tabela 2 do Anexo A, em acordo com a ABNT NBR NM-280. 6.3.4. Ensaio de Tensão Elétrica : O cabo quando submetido à tensão elétrica alternada, de frequência 60 Hz, cujo valor é dado na Tabela 5 do Anexo A, não deve apresentar perfuração. O tempo de aplicação da tensão alternada deve ser de 5 minutos. O cabo deve ficar imerso em água, por um tempo não inferior a uma hora, antes do ensaio, e a tensão elétrica deve ser aplicada entre condutor(es) isolado(s) e água. 6.3.5. Resistência de Isolamento à Temperatura Ambiente: A resistência de isolamento do(s) condutor(es) isolado(s) referida a 20 o C e a um comprimento de 1km, não deve ser inferior ao valor calculado com a seguinte fórmula : Ri = ki. log 10 D/d onde : Ri= resistência de isolamento em MΩ x km; ki = constante de isolamento igual a 3700 Mw x km; D= diâmetro sobre a isolação em mm e d= diâmetro sob a isolação em mm; A medida deve ser feita com o cabo imerso em água, por um tempo não inferior a 1 hora, à temperatura ambiente, com tensão elétrica contínua de valor de 300 a 500 V aplicada por um período de no mínimo 1 min e máximo de 5 minutos. O ensaio deve ser realizado após o ensaio de tensão elétrica aplicada, no caso de ter sido este ensaio realizado com tensão elétrica contínua. A medida da resistência de isolamento deve ser feita 24 horas após terem sido(s) o(s) condutor(es) isolado(s) curto-circuitados. 6.3.6. Ensaio de Resistência de Isolamento à 90 o C: A resistência de isolamento do condutor isolado a 90 o C, referido a 1 km, não deve ser inferior ao valor calculado na fórmula dada no item 6.3.5. tomando o ki = 3,70 Mw x km. A medida deve ser feita com a amostra imersa em água por um tempo não inferior a 2 horas, com temperatura de 90 ± 2 o C com tensão elétrica contínua de valor 300 a 500 V aplicada por um período mínimo de 1 minuto. 6.3.7. Ensaio de Tensão Elétrica de Longa Duração: A amostra, de comprimento mínimo de 5 m de cabo, quando submetida à tensão elétrica alternada de 1,8 kv, não deve apresentar perfuração..a tensão elétrica alternada deve ser aplicada por 4 horas continuamente. A amostra deve ficar imersa em água por um tempo não inferior a 24 horas, antes do ensaio, e a tensão elétrica alternada deve ser aplicada entre o(s) condutor(es) e a água. SETEMBRO / 2012 SED/DNGO/VNOT Página 8 de 15

6.3.8. Ensaios Físicos do Composto da Isolação: Estes ensaios estão indicados na Tabela 3 com os respectivos métodos de ensaios e requisitos. Na condição de ensaios de recebimento para lotes maiores de 4 km, considerar inclusive os ensaios de tração na isolação, antes e após o envelhecimento, e alongamento a quente, assim como o ensaio para determinação do teor de negro-de-fumo. 7. INSPEÇÃO, ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO. 7.1 Generalidades. A COPEL reserva-se o direito de inspecionar e ensaiar os cabos abrangidos por esta NTC, quer no período de fabricação, quer na época de embarque ou em qualquer momento que julgar necessário. O Fornecedor tomará, às suas expensas, todas as providências para que a inspeção dos cabos por parte da COPEL se realize em condições adequadas, de acordo com as normas recomendadas e com esta NTC. Assim, deverá propiciar livre acesso aos laboratórios, às dependências onde estiverem sendo fabricados os cabos e respectivas embalagens, aos locais de estocagem etc., bem como fornecer pessoal habilitado a prestar informações e executar os ensaios, além de todos os dispositivos, instrumentos etc, para realizá-los. O Fornecedor deve avisar a COPEL, com antecedência de no mínimo 15 (quinze) dias, para Fornecedor nacional e de 30 (trinta) dias para Fornecedor estrangeiro, sobre as datas em que os cabos estarão prontos para inspeção. O período para inspeção deve ser dimensionado pelo Fornecedor, de tal forma que esteja contido nos prazos de entrega estabelecidos na Ordem de Compra. 7.2 Formação da amostra. As amostras (bobinas ou rolos) devem ser colhidas, pelo Inspetor da Copel, nos lotes prontos para embarque. Considera-se um lote, o conjunto de bobinas ou rolos de cabos de mesma seção. 7.2.1. Ensaio de Recebimento: De cada amostra (bobina ou rolo) devem ser retirados corpos de prova de cabo, em número e comprimento adequados à realização de todos os ensaios previstos, desprezando-se o primeiro metro de cabo. Se um corpo de prova for reprovado em qualquer ensaio, este deverá ser repetido em dois outros corpos de prova da mesma amostra (bobina o rolo). Ocorrendo nova falha a amostra (bobina ou rolo) será considerada defeituosa. 7.2.2 Ensaios Complementares de Recebimento. Para cada ensaio devem ser retirados 3 (três) corpos de prova, de comprimento suficiente para a realização do ensaio, de quaisquer unidades (bobinas ou rolos) do lote, a critério do Inspetor da COPEL. 7.3 Aceitação e Rejeição. 7.3.1 Critérios para Aceitação ou Rejeição nos Ensaio de recebimento. O número total de amostras (bobinas ou rolos) defeituosas deve ser levado à Tabela 7 do Anexo A, que definirá a aceitação ou rejeição do lote. Mudanças no regime de inspeção, ou quaisquer outras considerações adicionais, devem ser feitas de acordo com a NBR 5426. 7.3.2 Critérios para Aceitação ou Rejeição nos Ensaios Complementares de Recebimento: a. Se nenhuma unidade falhar no ensaio, o lote será aprovado. b. Se apenas uma unidade falhar no ensaio, o Fornecedor deverá apresentar relatório apontando as causas da falha e as medidas tomadas para corrigi-las, submetendo-se o lote a novo ensaio, desta vez em mais três unidades do lote, não sendo permitida nenhuma falha ou contraprova. c. Se duas ou mais unidades falharem no ensaio, o lote será recusado. 7.3.3 Considerações adicionais: A aceitação dos cabos pela COPEL, seja pela comprovação dos valores, seja por eventual dispensa de inspeção, não eximirá o Fornecedor de sua responsabilidade em fornecer os cabos em plena concordância com a Ordem de Compra (ODC) e com esta NTC, nem invalidará qualquer reclamação que a COPEL venha a fazer baseada na existência de cabos inadequados ou defeituosos. SETEMBRO / 2012 SED/DNGO/VNOT Página 9 de 15

Por outro lado, a rejeição dos cabos em virtude de falhas constatadas por meio de inspeção durante os ensaios, ou em virtude da discordância com a Ordem de Compra (ODC) ou com esta NTC, não eximirá o Fornecedor de sua responsabilidade em fornecê-los na data de entrega prometida. Se, na opinião da COPEL a rejeição tornar impraticável a entrega na data prometida, ou se tudo indicar que o Fornecedor será incapaz de satisfazer os requisitos exigidos, a COPEL reserva-se o direito de rescindir todas as suas obrigações e adquirir os cabos em outra fonte, sendo o Fornecedor considerado como infrator da Ordem de Compra (ODC), estando sujeito às penalidades aplicáveis ao caso. As unidades defeituosas constantes de amostras aprovadas nos ensaios devem ser substituídas por novas, o mesmo ocorrendo com o total das amostras aprovadas em ensaios destrutivos. 7.4 Ficha Técnica: 7.4.1. O fornecimento à Copel deste material fica condicionado à homologação da Ficha Técnica do mesmo pela SED / DNGO/VNOT. Para maiores informações consultar a Internet no seguinte endereço: WWW.COPEL.COM -Acesso rápido -Normas Técnicas 7.4.2 Relatórios de ensaios: Os relatórios dos ensaios a serem realizados devem ser em formulários com as indicações necessárias à sua perfeita compreensão e interpretação, conforme abaixo. Poderão ser aceitos relatórios de ensaios realizados em fábrica, acompanhados pela Copel ou não, a seu critério. Poderão ser aceitos relatórios de ensaio em órgão tecnicamente capacitado, desde que atualizados. - Nome do ensaio; - Nome da COPEL e fornecedor; - Número e item da ordem de compra (se existente) da COPEL e número da ordem de fabricação do fornecedor; - Data e local dos ensaios; - Identificação e quantidade de cabo submetido a ensaio; - Descrição sumária do processo de ensaio indicando as constantes, métodos e instrumentos empregados; - Valores obtidos no ensaio; - Sumário das características (garantidas versus medidas); - Atestado dos resultados, informando de forma clara e explícita se o cabo ensaiado passou ou não no ensaio. SETEMBRO / 2012 SED/DNGO/VNOT Página 10 de 15

A N E X O A TABELA 1 - CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA ELÉTRICO COPEL Tensão Nominal do Sistema 13,8 kv 34,5 kv Tensão Máxima de Operação do Sistema (Fase-Fase) 13,8, kv 34,5 kv Neutro Aterramento por reatância x 0 / x 1 10 Multiaterrado x 0 / x 1 3 R 0 / R 1 3 Tensão Máxima Admissível 15 kv 27 kv Nível de Isolação do Isolador (NBI) 95 kv 125 kv Potência Máxima de Curto-Circuito do Sistema 250 MVA 500 MVA 1 2 3 NOTA : As tensões e ligações da rede secundária são indicadas na figura 1 do Anexo B TABELA 2 - CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DO CABO DE COBRE ISOLADO NTC Código COPEL Seção nominal do condutor (mm 2 ) Formação Número mínimo de fios Diâmetro do condutor max Dimensões (mm) Espessura nominal da isolação Diâmetro máximo sobre a isolação Massa aproximada do cabo completo (kg/km) Resistência elétrica máxima 20 o C (Ω /km) 0801 20011794 2,5 7 2,2 1,20 4,8 37 7,410 0802 20011798 6 6 3,3 1,20 6,0 74 3,080 0803 20009397 10 6 3,9 1,60 7,5 120 1,830 0804 20009296 16 6 4,9 1,60 8,5 180 1,150 0805 20009415 25 6 6,1 1,60 9,8 270 0,727 0806 20011755 35 6 7,2 1,60 10,9 360 0,524 0807 20011759 50 6 8,3 2,00 13,2 490 0,387 0808 20011773 70 12 10,0 2,00 15,0 690 0,268 0809 20011104 95 15 11,9 2,00 17,0 940 0,193 0810 20011777 120 18 13,2 2,40 19,2 1190 0,153 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Obs: as seções até 2,5 mm 2 não são compactadas. SETEMBRO / 2012 SED/DNGO/VNOT Página 11 de 15

TABELA 3 - REQUISITOS FÍSICOS DO COMPOSTO DE POLIETILENO TERMOFIXO - XLPE CONFORME NBR 6251 ITEM MÉTODO DE ENSAIO UNIDADE REQUISITOS ENSAIO XLPE 1 Ensaio de Tração 1.1 NBRNM-IEC- 60811-1-1 Sem envelhecimento: (NBR 6241) - resistência à tração, mínima MPa 12,5 - alongamento à ruptura, mínimo % 200 1.2 NBRNM-IEC 60811-1-2 Após envelhecimento em estufa a ar sem o condutor : (NBR 6238) - temperatura ( tolerância a ± 3 C ) C 135 - duração dias 7 - variação máxima (*) % 25 1.3 NBRNM-IEC 60811-1-2 Após envelhecimento em estufa a ar com o condutor : (NBR 6238) - temperatura ( tolerância a ± 3 C ) C 150 1.4 NBRNM-IEC 60811-1-2 - duração dias 7 - variação máxima (* ) % 30 Após envelhecimento em estufa a ar com condutor, seguido de ensaio dobramento ( somente se 1.3 não for exeqüível ) : (NBR 6238) - temperatura ( tolerância ± 3 C ) C 150 2 NBRNM-IEC 60811-2-1 - duração dias 10 Alongamento à quente: (NBR 7292) - temperatura ( tolerância ± 3 C ) C 200 3 NBRNM-IEC 60811-1-3 (NBR 7040) 4 NBRNM-IEC 60811-1-3 - tempo sob carga min 15 - solicitação mecânica MPa 0,20 - máximo alongamento sob carga % 175 - máximo alongamento após resfriamento % 15 Absorção de água: Método gravimétrico: - duração da imersão dias 14 - temperatura ( tolerância ± 3 C ) C 85 - variação máxima permissível de massa mg/cm 2 1 Ensaio de retração: - temperatura ( tolerância ± 3 C ) C 130 (NBR 7042) - duração hora 1 5 NBRNM-IEC 60811-4-1 - retração máxima permissível % 4 Teor de negro de fumo (NBR 7104) - porcentagem mínima % 2 1 2 3 4 5 * Variação : diferença entre valor mediano de resistência à tração e alongamento à ruptura, obtido após envelhecimento e o valor mediano obtido sem envelhecimento, expressa como porcentagem deste último. SETEMBRO / 2012 SED/DNGO/VNOT Página 12 de 15

TABELA 4 - TEMPERATURA MÁXIMA DO CONDUTOR TEMPERATURA MÁXIMA DO CONDUTOR ( O C ) EM REGIME PERMANENTE EM REGIME DE SOBRECARGA EM REGIME DE CURTO-CIRCUITO 90 130 250 1 2 3 TABELA 5 - ESPESSURA DE ISOLAÇÃO E TENSÃO ELÉTRICA APLICADA SEÇÃO DO CONDUTOR ESPESSURA DE ISOLAÇÃO (mm) 1.5 1,2 4.0 2.5 1,2 4.0 6 1,2 4.0 10 1,6 5.5 16 1,6 5.5 25 1,6 5.5 35 1,6 5.5 50 2,0 7.0 70 2,0 7.0 95 2,0 7,0 120 2,4 8.0 1 2 3 TENSÃO ELÉTRICA kv - CA TABELA 6- CLASSIFICAÇÃO DOS ENSAIOS ENSAIO TIPO RECEBI MENTO COMPL. RECEB. Inspeção Visual x x Verificação Dimensional x x Ensaio de Resistência Elétrica x x Ensaio de Tensão Elétrica x x Ensaio de Resistência de Isolamento à Temperatura Ambiente x x Ensaio de Resistência de Isolamento à 90 C x x Ensaio de Tensão Elétrica de Longa Duração (Recebimento para lotes de x x entrega maiores de 4 km) Ensaio para determinação do teor negro-de-fumo, vide Tab 3 x x Recebimento para lotes de entrega maiores de 4 km). Obs: faz parte dos ensaios do composto da isolação Ensaios de tração na isolação antes e após envelhecimento, vide Tab 3 x x (Recebimento para lotes de entrega maiores de 4 km). Obs: faz parte dos ensaios do composto da isolação Ensaios de alongamento a quente, vide Tab 3 (Recebimento para lotes de entrega maiores de 4 km). Obs: faz parte dos ensaios do composto da isolação x x Ensaios Físicos de Composto da Isolação x x 1 2 3 4 SETEMBRO / 2012 SED/DNGO/VNOT Página 13 de 15

TABELA 7- PLANO DE AMOSTRAGEM PARA OS ENSAIOS DE RECEBIMENTO Regime de Inspeção Normal Amostragem Dupla Nível de Inspeção II NQA =2,5 % Tamanho AMOSTRA Ac Rc do Lote ( * ) Sequência Tamanho Até 50-5 0 1 51 a 150 1a 2a 151 a 200 1a 2a 201 a 500 1a 2a 501 a 1200 1a 2a 13 13 20 20 32 32 50 50 1 2 3 4 5 0 1 0 3 1 4 2 6 2 2 3 4 4 5 5 7 ( * ) Número de Bobinas Ac - número de unidades defeituosas que ainda permitem aceitar o lote Rc - número de unidades defeituosas que implica na rejeição do lote Procedimento para a amostragem dupla: Inicialmente ensaiar um número de unidades igual ao da primeira amostra obtida na Tabela. Se o número de unidades defeituosas encontradas estiver compreendido entre Ac e Rc (excluídos esses valores), deverá ser ensaiada a segunda amostra. O total de unidades defeituosas encontradas após ensaiadas as duas amostras deverá ser igual ou inferior ao maior Ac especificado. SETEMBRO / 2012 SED/DNGO/VNOT Página 14 de 15

A N E X O B a) Sistema 13,8 kv - Sistema de Neutro Isolado, aterrado através de Reator ou Transformador Trifásico de Aterramento para proteção contra faltas fase-terra, sendo permitida apenas a ligação de transformadores de distribuição monofásico entre fases e trifásico em triângulo. b) Sistema 34,5 kv - Sistema de Neutro Aterrado conforme configuração abaixo, sendo os transformadores de distribuição monofásico ligados entre fase e terra e os trifásicos em estrela aterrada. FIGURA 1 - CONFIGURAÇÃO DOS SISTEMAS ELÉTRICOS DA COPEL SETEMBRO / 2012 SED/DNGO/VNOT Página 15 de 15