ETD CABOS DE AÇO-ALUMÍNIO
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- João Guilherme Barata Natal
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1 Projeto: Setembro de 2010 Palavras Chave: Condutor, Rede de Distribuição.
2 Cooperativas Filiadas a FECOERGS: CELETRO Cachoeira do Sul CERFOX Fontoura Xavier CERILUZ Ijuí CERMISSÕES Caibaté CERTAJA Taquari CERTEL Teutônia CERTHIL Três de Maio CERVALE Santa Maria COOPERLUZ Santa Rosa COOPERNORTE Viamão COOPERSUL Bagé COPREL Ibirubá COSEL Encruzilhada do Sul CRELUZ Pinhal CRERAL Erechim EMISSÃO: 02/09/2010 REVISÃO: --/--/---- PÁG. ii
3 Esta Norma tem por objetivo estabelecer as condições mínimas exigíveis para o fornecimento do material em referência a ser utilizado nas Redes Aéreas de Distribuição Urbanas e Rurais das regiões de atuação das Cooperativas filiadas ao Sistema FECOERGS. Elaboração: Vilson Luiz Coelho Engenheiro, CREA-SC Power Engenharia Ltda. Mílvio Rodrigues de Lima Engenheiro, CREA-SC 6727 Power Engenharia Ltda. Aprovação: Herton Azzolin Engenheiro, CREA-RS COPREL Marcos Luiz Eidt Engenheiro, CREA-RS COPREL Francisco Carlos S. de Oliveira Engenheiro, CREA-RS CERTEL Ederson P. Madruga Engenheiro, CREA-RS CERTAJA Eleandro Luis M. da Silva Técnico, CREA-RS CERTAJA Luis Osorio M. Dornelles Engenheiro, CREA-RS FECOERGS Leandro André Hoerlle Economista, CORECON-RS FECOERGS Sérgio Silvello Engenheiro, CREA-RS CERILUZ EMISSÃO: 02/09/2010 REVISÃO: --/--/---- PÁG. iii
4 Sumário 1. Objetivo Âmbito de Aplicação Documentos de Referência Condições Gerais Definições Inovação Tecnológica Meio Ambiente Condições de Operação Acabamento Encordoamento Condições Específicas Características Construtivas Dimensões Material Características Elétricas Características Mecânicas Resistência Mecânica Calculada (RMC) Módulo de Elasticidade Final e Coeficiente de Dilatação Linear Condições de Fornecimento Homologação Acondicionamento Garantia Inspeção e Ensaios Generalidades Classificação dos ensaios Ensaios de Tipo Ensaios de Recebimento Ensaios Complementares Metodologia dos Ensaios Inspeção Geral Verificação Dimensional Verificação da Massa linear Ensaio de Resistência Elétrica Ensaio de Resistência à Tração Ensaio de Ruptura Ensaio de Tensão-Deformação Relatórios de Ensaios Planos de Amostragem Ensaios de Tipo ou Complementares Ensaios de Recebimento Critérios de Aceitação e Rejeição Critérios para Aceitação ou Rejeição nos Ensaios de Tipo e Complementares Critérios para Aceitação ou Rejeição nos Ensaios de Recebimento Desenhos Padrão C-06: Cabos de Aço-Alumínio EMISSÃO: 02/09/2010 REVISÃO: --/--/---- PÁG. iv
5 1. Objetivo Esta especificação fixa as exigências mínimas para fabricação, aquisição e recebimento de cabos de aço-alumínio, a serem utilizados em redes aéreas de distribuição de energia elétrica. 2. Âmbito de Aplicação Aplica-se às cooperativas de eletrificação pertencentes ao Sistema FECOERGS e respectivos fabricantes e fornecedores. 3. Documentos de Referência Para fins de projeto, seleção de matéria-prima, fabricação, controle de qualidade, inspeção, acondicionamento e utilização dos cabos, esta especificação adota as normas abaixo relacionadas: NBR 5118 Fios de alumínio nus de seção circular para fins elétricos Especificação. NBR 5166 Fios de alumínio nus de seção circular para fins elétricos Método de Ensaio. NBR 5426 Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos Procedimento. NBR 5456 Eletrotécnica e eletrônica Eletricidade geral Terminologia. NBR 5471 Eletrotécnica e eletrônica Condutores elétricos Terminologia. NBR 6005 Arames de aço Ensaio de enrolamento método de ensaio. NBR 6207 Arames de aço Ensaio de tração Método de Ensaio. NBR 6242 Verificação dimensional para fios e cabos elétricos Método de ensaio. NBR 6756 Fios de aço zincado para alma de cabos de alumínio e alumínio liga. NBR 6810 Fios e cabos elétricos Tração à ruptura em componentes metálicos Método de ensaio. NBR 6815 Fios e cabos elétricos Ensaios de determinação da resistividade em componentes metálicos Método de ensaio. NBR 7103 Vergalhão de alumínio 1350 para fins elétricos Especificação. NBR 7270 Cabos de alumínio com alma de aço Especificação. NBR 7272 Condutor elétrico de alumínio Ruptura e característica dimensional Método de ensaio. NBR 7273 Condutor elétrico de alumínio - Retirada e preparo de corpo de prova para ensaio de tipo. NBR 7302 Condutores elétricos de alumínio Tensão e deformação em condutores de alumínio Método de ensaio. NBR Fios de aço-alumínio nus, encruados, de seção circular, para fins elétricos. NBR Cabos de aço-alumínio nus para linhas aéreas. NBR ISO 2107 Alumínio e suas ligas Produtos trabalháveis Designações das têmperas. NBR Carretel de madeira para acondicionamento de fios e cabos elétricos Dimensões e estruturas. EMISSÃO: 02/09/2010 REVISÃO: --/--/---- PÁG. 1
6 NBR NM IEC Métodos de ensaios comuns para os materiais de isolação e de cobertura de cabos elétricos Parte 1: Métodos para aplicação geral - Capítulo 1: Medição de espessuras e dimensões externas - Ensaios para a determinação das propriedades mecânicas. PTD Padrão de Estruturas. As siglas acima referem-se a: NBR: Norma Brasileira Registrada da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). ASTM: American Society for Testing and Materials. IEC International Electrotechnical Commission. PTD: Padrão Técnico Distribuição, do Sistema FECOERGS. As normas aqui mencionadas não excluem outras reconhecidas, desde que assegurem qualidade igual ou superior. Em casos de dúvidas ou divergências prevalecerá o que está estabelecido nesta especificação em seguida nas normas recomendadas. Nos casos em que estas normas forem omissas poderão ser aceitas outras apresentadas pelos fabricantes desde que aprovadas pela FECOERGS. 4. Condições Gerais 4.1. Definições Os termos técnicos utilizados nesta especificação estão definidos nas normas mencionadas no item Inovação Tecnológica As inovações tecnológicas resultantes de desenvolvimentos técnico-científicos devem ser incorporadas ao projeto, matéria prima e mão-de-obra de fabricação deste material, desde que assegurem qualidade igual ou superior às exigidas por esta especificação Meio Ambiente Em todas as etapas de fabricação, transporte e recebimento devem ser cumpridas as legislações ambientais federais, estaduais e municipais, quando aplicáveis. O fabricante deverá apresentar descrição de alternativas para descarte deste material após o final de sua vida útil Condições de Operação Os cabos abrangidos por esta especificação, quando instalados conforme o padrão de estruturas PTD , devem operar adequadamente nas seguintes condições: a. altitude não superior a 1000m; b. temperatura máxima do ar ambiente de 40 C e o valor médio obtido num período de 24 horas, não superior a 35 C; c. temperatura mínima do ar ambiente não inferior a - 10 C; d. umidade do ar de até 100%; e. pressão do vento não superior a 700Pa (70daN/m 2 ); f. freqüência nominal do sistema elétrico igual a 60Hz. EMISSÃO: 02/09/2010 REVISÃO: --/--/---- PÁG. 2
7 4.5. Acabamento O cabo não deve apresentar fissuras, rebarbas, asperezas, estrias, inclusões, falhas de encordoamento ou outros defeitos que comprometam o desempenho do cabo. Preferencialmente, na formação do cabo não devem ocorrer emendas dos fios bimetálicos. Se ocorrerem, estas deverão atender as normas NBR 10712, NBR 5118 e NBR Encordoamento Os cabos devem ser encordoados uniformemente em toda a sua extensão, devendo o sentido do encordoamento ser alternado entre as coroas sucessivas, sendo o da coroa externa para a direita, ou sentido horário. A relação de encordoamento deve estar entre 14 e 20 vezes o seu diâmetro nominal para condutores de 3 fios e entre 10 e 16 vezes para condutores formados por 7 fios. 5. Condições Específicas 5.1. Características Construtivas Dimensões Os cabos devem apresentar dimensões em conformidade com o padrão C-06 apresentado no Desenho 8.1 desta especificação Material Os fios formadores do cabo devem ser recobertos por uma camada uniforme e contínua de alumínio pelo processo de solda molecular, de modo a assegurar uma união inseparável e homogênea dos metais. A espessura da camada de alumínio, em qualquer ponto, não deve ser inferior a 5% do diâmetro nominal do fio componente. O aço 1010 deve atender a NBR 6756 e o alumínio deve ser obtido a partir de vergalhão conforme NBR 7103, com têmpera h19 (extra dura, sem recozimento complementar), conforme NBR ISO Características Elétricas A resistência elétrica máxima dos cabos, referida a 20 o C deve estar conforme Tabela 8.2 desta Especificação. Os cabos devem suportar os ensaios elétricos descritos no item Características Mecânicas Resistência Mecânica Calculada (RMC) A resistência mecânica calculada (RMC) do cabo completo deve atender aos valores mínimos especificados na Tabela 8.2 do item 8.1 desta Especificação Módulo de Elasticidade Final e Coeficiente de Dilatação Linear Os módulos de elasticidade final para os condutores de 3 e 7 fios são e MPa respectivamente. EMISSÃO: 02/09/2010 REVISÃO: --/--/---- PÁG. 3
8 O coeficiente de dilatação linear dos cabos deve ser 12,96x10-6 / o C. 6. Condições de Fornecimento 6.1. Homologação Para a homologação de cabos junto às cooperativas pertencentes ao Sistema FECOERGS, devem ser apresentados todos os ensaios de tipo previstos nesta especificação. Os ensaios devem ter sido realizados a menos de 4 anos da data da entrega do pedido de homologação. Poderão ser aceitos ensaios realizados até 8 anos desde que acompanhados de uma declaração do responsável técnico de não alteração no produto (matéria-prima, processo de fabricação e projeto) desde a data do ensaio. Os ensaios devem ser apresentados em português ou inglês. Quando apresentados em outro idioma deverão estar acompanhados de tradução para o português efetuada por tradutor juramentado. Após a análise dos ensaios e verificação da conformidade do material com esta especificação, a FECOERGS emitirá o certificado técnico dos ensaios. Os certificados técnicos deverão ser revalidados sempre que: a. o projeto for modificado pelo fabricante; b. o material apresentar problemas durante ou após o fornecimento; c. a FECOERGS proceder revisão nesta especificação e o material passe a não atender as novas exigências. A homologação do produto pela FECOERGS não eximirá o contratado de sua responsabilidade de fornecê-lo em plena concordância com a ordem de compra ou contrato e esta especificação, assim como, não invalidará ou comprometerá qualquer reclamação que a FECOERGS venha a fazer, baseada na existência de material inadequado ou defeituoso. A homologação também não libera os cabos da necessidade de realização dos ensaios de recebimento. Os ensaios de tipo devem ser realizados em laboratórios reconhecidos no setor elétrico, certificados pelo INMETRO ou com equipamentos devidamente calibrados por organismos competentes. A FECOERGS faculta o direito de não aceitar ensaios realizados nos laboratórios dos fabricantes Acondicionamento O acondicionamento dos cabos deve estar de acordo com a NBR O acondicionamento dos cabos deve ser efetuado de modo a garantir um transporte seguro em quaisquer condições e limitações que possam ser encontradas. As embalagens não são devolvidas ao fornecedor e serão consideradas satisfatórias se os cabos forem encontrados em perfeito estado na chegada ao destino. A FECOERGS considera para efeito de garantia da embalagem, o mesmo período do material e quaisquer prejuízos, decorrentes do mau acondicionamento, serão ressarcidos através de desconto na fatura do mesmo. Os carretéis devem trazer, marcadas de forma legível e indelével nas duas faces laterais, as seguintes informações: a. nome e/ou marca comercial do fabricante; b. país de origem; c. números da nota fiscal e do pedido de compra; d. destinatário (FECOERGS/Cooperativa solicitante); EMISSÃO: 02/09/2010 REVISÃO: --/--/---- PÁG. 4
9 e. código, bitola e formação do cabo; f. Comprimento do lance (m); g. massa bruta do volume (kg); h. número de série do carretel; i. seta indicando o sentido de rotação para desenrolar. Uma etiqueta com as mesmas informações deve ser fixada na ponta do condutor, dentro da bobina Garantia Os cabos deverão ser garantidos pelo fornecedor contra falhas ou defeitos de fabricação ou matéria-prima pelo prazo mínimo de 12 (doze) meses da data de entrega dos mesmos no almoxarifado da cooperativa. Caso necessário, o fornecedor será obrigado a substituir às suas expensas, todo o lote que apresentar defeito, responsabilizando-se por todos os custos decorrentes, sejam de material, mão-de-obra ou transporte. Neste caso o prazo de garantia deverá ser estendido por mais 12 (doze) meses. 7. Inspeção e Ensaios 7.1. Generalidades A FECOERGS reserva-se o direito de inspecionar e ensaiar os cabos quer no período de fabricação, quer na época de embarque, ou a qualquer momento que julgar necessário. O fornecedor tomará às suas expensas todas as providências para que a inspeção por parte da FECOERGS se realize em condições adequadas, de acordo com as normas recomendadas e com esta especificação. Assim o fornecedor deverá propiciar todas as facilidades para o livre acesso aos laboratórios e aos locais de fabricação, embalagem, etc., bem como fornecer pessoal habilitado a prestar informações e executar os ensaios, além de todos os instrumentos (com selo de aferição emitido por órgão devidamente credenciado, com data não superior a 12 meses,) e dispositivos necessários para realizá-los. As datas em que os materiais estarão prontos para inspeção devem ser avisadas à FECOERGS com antecedência mínima de 15 (quinze) dias para fornecedor nacional e de 30 (trinta) dias para fornecedor estrangeiro. Os custos dos ensaios de recebimento devem ser por conta do fornecedor. Os custos da visita do inspetor da FECOERGS (locomoção, hospedagem, alimentação, homem-hora e administrativo) correrão por conta do fornecedor nos seguintes casos: a. se o material estiver incompleto na data indicada na solicitação de inspeção; b. se o laboratório de ensaio não atender às exigências desta especificação; c. se o material fornecido necessitar de acompanhamento de fabricação ou inspeção final em sub-fornecedor, contratado pelo fornecedor, em localidade diferente da sede do fornecedor; d. devido à re-inspeção do material por motivo de recusa nos ensaios Classificação dos ensaios Os ensaios previstos nesta especificação são classificados em ensaios de tipo, ensaios de recebimento e ensaios complementares. EMISSÃO: 02/09/2010 REVISÃO: --/--/---- PÁG. 5
10 Ensaios de Tipo São todos os ensaios relacionados na Tabela 7.1, que são realizados em amostras do produto com o objetivo de verificar a conformidade do projeto com os requisitos da norma correspondente Ensaios de Recebimento Conforme indicado em 7.1, referem-se a uma parcela dos ensaios de tipo, que são realizados em amostras do produto por ocasião do recebimento de cada lote, com o objetivo de verificar a conformidade com o projeto aprovado e homologado. Estes ensaios devem ser realizados nas instalações do fornecedor ou em laboratórios credenciados e reconhecidos pelo setor elétrico, na presença de inspetor da FECOERGS Ensaios Complementares Com o objetivo de dirimir dúvidas e/ou melhor avaliar o produto, a FECOERGS reserva-se o direito de solicitar, sempre que julgar necessário, a realização de qualquer ensaio de tipo por ocasião do recebimento de cada lote. Tabela 7.1 Relação dos Ensaios Item Descrição Tipo Recebimento Complementar Inspeção Geral X X Verificação Dimensional X X Verificação da Massa Linear X X Verificação da Resistência Elétrica X X Ensaio de Resistência à Tração X X Ensaio de Ruptura X X Ensaio de Tensão-Deformação X X 7.3. Metodologia dos Ensaios Os métodos de ensaio dos cabos devem obedecer ao descrito a seguir e estar de acordo com as normas e/ou documentos complementares citados no item 3 desta especificação Inspeção Geral Antes dos ensaios, o inspetor deve fazer uma inspeção geral, comprovando se os cabos estão de acordo com o projeto aprovado e em conformidade com as exigências desta especificação. Constitui falha a detecção de qualquer não conformidade, conforme orientações apresentadas em a Acabamento Deve atender os requisitos mencionados no item Acondicionamento Deve atender os requisitos mencionados no item Material Deve atender os requisitos mencionados no item EMISSÃO: 02/09/2010 REVISÃO: --/--/---- PÁG. 6
11 Encordoamento Deve ser verificado conforme NBR NM IEC e atender os requisitos mencionados no item Verificação Dimensional Os cabos devem ser submetidos a exame dimensional e devem ser considerados reprovados neste ensaio, caso seja detectada qualquer divergência em relação ao item desta especificação Verificação da Massa linear A massa por unidade de comprimento calculada para o cabo completo deve estar de acordo com os valores de massa nominal relacionados na Tabela 8.2, admitindo-se uma tolerância de ± 1%. A massa deve ser calculada a partir do diâmetro real e dos valores de massa específica dos fios formadores de alumínio e aço, conforme NBR 10711, e da formação condutor. Para isto devem ser usados os fatores de multiplicação da Tabela 7.2 Tabela 7.2 Fatores de Multiplicação para o Cabo Completo Ensaio de Resistência Elétrica Tipo de Resistência Condutor Elétrica Massa 3 fios 0,335 3,016 7 fios 0,1443 7,072 A resistência elétrica em corrente contínua a 20 C, por unidade de comprimento, calculada para o cabo completo, deve ser inferior aos valores apresentados na Tabela 8.2 desta especificação. A resistência elétrica deve ser calculada conforme NBR 10711, a partir da resistência real dos fios componentes. Os valores obtidos devem ser ajustados em função do encordoamento, conforme Tabela Ensaio de Resistência à Tração O ensaio de resistência à tração é aplicado aos fios componentes de alumínio retirados dos cabos e deve ser realizado conforme NBR A determinação da RMC do cabo completo composto de 7 fios deve ser tomada como sendo 90% da soma das cargas de rupturas individuais dos fios componentes. Quando o cabo possuir 3 fios, o valor da RMC deve ser igual a 95% da soma dos fios elementares. Constitui falha o não atendimento ao item Ensaio de Ruptura. O ensaio de ruptura deve ser feito conforme NBR 7272 e a carga de ruptura do cabo completo não pode ser inferior ao valor da RMC conforme Tabela 8.2. Quando a ruptura acontecer a uma distância menor ou igual a 25mm dos terminais de fixação, a carga de ruptura não deve ser inferior a 95% da RMC. Notas: EMISSÃO: 02/09/2010 REVISÃO: --/--/---- PÁG. 7
12 1. O teste de carga de ruptura, quando solicitado, deve ser executado sobre amostras de 1,25m. 2. Considera-se cabo rompido quando qualquer de seus fios romper. 3. Se houver escorregamento nas garras da máquina de ensaio, a amostra deve ser substituída por outra Ensaio de Tensão-Deformação. Este ensaio deve ser realizado no cabo completo, conforme metodologia da NBR Relatórios de Ensaios Os relatórios dos ensaios devem ser em formulários com as indicações necessárias à sua perfeita compreensão e interpretação conforme indicado a seguir: - nome do ensaio; - nome FECOERGS/nome da cooperativa solicitante; - nome ou marca do fabricante; - número e item da ordem de compra (se existente) da cooperativa e número da ordem de fabricação do fornecedor; - identificação do cabo e quantidade submetida aos ensaios; - descrição sumária do processo de ensaio, indicando constantes, métodos e instrumentos empregados; - valores obtidos no ensaio; - resumo das características (garantidas x medidas); - atestado com informação clara dos resultados do ensaio; - nome do inspetor e do responsável pelos ensaios; - data e local dos ensaios. Os cabos somente serão liberados pelo inspetor após a entrega de três vias do relatório dos ensaios e da verificação da embalagem e sua respectiva marcação Planos de Amostragem Ensaios de Tipo ou Complementares As amostras para ensaios de tipo e complementares devem ser formadas por 3 corpos de prova de dimensões suficientes para a realização de cada ensaio previsto, retiradas e preparadas de acordo com a NBR Exceto quando previsto na própria metodologia, as amostras devem ser distintas para cada ensaio e escolhidas aleatoriamente do lote sob inspeção, quando se tratar de ensaio complementar. Eventualmente o número de unidades das amostras para os ensaios de tipo ou complementares poderão ser definidas através de acordo entre fornecedor e FECOERGS Ensaios de Recebimento O tamanho da amostragem a ser retirada de cada lote completo deve estar de acordo com a Tabela 7.3. As amostras (carretéis) devem ser escolhidas pelo inspetor da FECOERGS nos lotes prontos para embarque. EMISSÃO: 02/09/2010 REVISÃO: --/--/---- PÁG. 8
13 De cada amostra (carretel) devem ser retirados corpos de prova de cabo, em número e comprimento adequados à realização de todos os ensaios previstos, desprezando-se sempre o primeiro metro de cabo. Para a inspeção geral dos cabos o tamanho da amostragem será fixado a critério do inspetor da FECOERGS. Notas: Tabela 7.3 Amostragem para Ensaios de Recebimento Tamanho Amostra do Lote Sequência Tamanho Ac Re Ate a a a a a 1a 1a 1a a 2a 2a 2a Ac é o número de unidades defeituosas que ainda permite aceitar o lote e Re é o número de unidades defeituosas que implica na rejeição do lote. 2. Procedimento para amostragem dupla: ensaiar inicialmente um número de unidades igual ao da primeira amostra de acordo com a tabela. Se o número de unidades defeituosas resultante estiver compreendido entre Ac e Re, excluídos estes valores, deve ser então ensaiada a segunda amostra. Para permitir a aceitação do lote, o total de unidades defeituosas, depois de ensaiadas as duas amostras, deve ser igual ou menor do que Ac especificado Critérios de Aceitação e Rejeição A aceitação pela FECOERGS, seja pela comprovação dos valores, seja por eventual dispensa de inspeção, não eximirá o fornecedor de sua responsabilidade em entregar os cabos em plena concordância com esta especificação, nem invalidará qualquer reclamação que a FECOERGS venha a fazer baseada na existência de materiais inadequados ou defeituosos. Por outro lado, a rejeição de cabos em virtude de falhas constatadas nos ensaios ou discordância com esta especificação/ordem de compra, não eximirá o fornecedor de sua responsabilidade de cumprir o prazo de entrega. Se no entender da FECOERGS, a rejeição tornar impraticável a entrega na data previamente acertada, ou se tudo indicar que o fornecedor será incapaz de satisfazer os requisitos exigidos, a FECOERGS reserva-se o direito de rescindir todas as suas obrigações e adquirir os materiais em outra fonte, sendo o fornecedor considerado como infrator da ordem de compra, estando sujeito às penalidades aplicáveis ao caso. As unidades defeituosas constantes de amostras aprovadas nos ensaios devem ser substituídas por novas, o mesmo ocorrendo com o total das amostras aprovadas em ensaios destrutivos Critérios para Aceitação ou Rejeição nos Ensaios de Tipo e Complementares O projeto deve ser aceito se todos os cabos ensaiados apresentarem comportamento satisfatório. Se ocorrer alguma falha em qualquer ensaio, este pode ser repetido em uma nova amostra com o dobro de unidades da primeira. Nesse caso, se houver um novo resultado insatisfatório, o projeto será rejeitado. EMISSÃO: 02/09/2010 REVISÃO: --/--/---- PÁG. 9
14 Se duas ou mais unidades falharem em qualquer dos ensaios, o projeto será rejeitado Critérios para Aceitação ou Rejeição nos Ensaios de Recebimento A aceitação ou rejeição dos cabos deve ser efetuada de acordo com a Tabela 7.3. Se um corpo de prova for reprovado em determinado ensaio, este deverá ser repetido em outros corpos de prova da mesma amostra (bobina). EMISSÃO: 02/09/2010 REVISÃO: --/--/---- PÁG. 10
15 8. Desenhos 8.1. Padrão C-06: Cabos de Aço-Alumínio Formação 7 Fios Formação 3 Fios Alumínio Aço Código FECOERGS Código FECOERGS Tabela 8.1 Características Dimensionais N. o de Fios x Bitola (AWG) Formação Fios Cabo N. d (mm) D (mm) Secção (mm²) C x10 3 2,59 5,58 15,81 C x10 7 2,59 7,77 36,88 C x7 7 3,67 11,01 74,05 Tabela 8.2 Características Eletromecânicas C x10 104,7 20,12 5, C x10 245,5 44,48 2, C x ,64 1, Notas: N. o de Fios x Bitola (AWG) Massa (kg/km) RMC (kn) Resistência (Ω/km) Capacidade de Corrente (A) 1. Os códigos apresentados nas colunas 1 das tabelas 8.1 e 8.2 foram obtidos a partir de referências ABNT, particularizadas para o sistema FECOERGS. 2. RMC na coluna 4, Tabela 8.2, significa Resistência Mecânica Calculada e representa o limite de resistência à tração dos cabos. 3. Os valores de resistência elétrica por comprimento de cabo indicados na coluna 5 da Tabela 8.2 representam os máximos admissíveis para a condição: 20 C. 4. Na coluna 6 da Tabela 8.2 estão relacionados valores aproximados de capacidade de corrente para 125 C, 60Hz. EMISSÃO: 02/09/2010 REVISÃO: --/--/---- PÁG. 11
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NORMA TÉCNICA COPEL - NTC MATERIAIS DE DISTRIBUIÇÃO - ESPECIFICAÇÃO NTC 810056 AGOSTO/2018 ÓRGÃO EMISSOR: COPEL DISTRIBUIÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO E INFRAESTRUTURA EXPANSÃO DA DIS SPI DEPARTAMENTO
FIGURA 1 CONECTOR TERMINAL FIGURA 2 LUVA TERMOCONTRÁTIL FIGURA 3 DETALHE DE INSTALAÇÃO. Parafuso e Arruela. Conector. Luva
FIGURA 1 E C D φ G F φ 10.0 + 0.2 A B CONECTOR TERMINAL FIGURA 2 I H LUVA TERMOCONTRÁTIL FIGURA 3 Rosca (Normal) DIN II 16 fios / in Sextavado Interno d1 h l1 l2 PARAFUSO D12 d2 m ARRUELA LISA DETALHE
b) ABNT NBR Cabos de Alumínio Nus para Linhas Aéreas - Especificação.
MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SITEMAS DA DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0018 CABO DE ALUMÍNIO NU - CA E CAA
CABOS DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADOS autossustentados XLPE 0,6 / 1 kv
TABELA 1 CABO FASE NTC CÓDIGO COPEL TIPO SEÇÃO NOMINAL (mm 2 ) NÚMERO MÍNIMO DE FIOS CONDUTOR FASE DIÂMETRO DO CONDUTOR mín 810860 20011563 duplex 16 6 4,6 5,2 1,2 1,910 110 98 810865 20011567 triplex
Cabo não seccionado que é ligado ao BMI através de cabo derivação.
MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0061 BARRAMENTO MÚLTIPLO ISOLADO
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO
EMD-.016 1/06 DESENHO ILUSTRATIVO Obs: 1. Medidas em milímetros. 2. Variações nas partes não cotadas são admissíveis, desde que mantidas as características eletromecânicas especificadas nesta EMD. NTD
Número: EMP Rev.: 0 Fl. 1/7
Número: EMP-82301 Rev.: 0 Fl. 1/7 REV DATA HISTÓRICO DAS REVISÕES EMITIDO APROVADO 0 11/06/2013 Emissão inicial Sebastião Carvalho Engª de Produto Daniel Pedrosa Engª de Processo Número: EMP-82301 Rev.:
Bastões isolantes. Os bastões tubulares devem ser constituídos de materiais isolantes, não higroscópicos, e em total conformidade com a ASTM F 711.
1. OBJETIVO Esta especificação tem por finalidade estabelecer as características mínimas exigíveis para os bastões isolantes utilizados nos trabalhos em redes de distribuição. 2. NORMAS E/OU DOCUMENTOS
NORMA TÉCNICA COPEL - NTC
NORMA TÉCNICA COPEL - NTC MATERIAIS DE DISTRIBUIÇÃO - ESPECIFICAÇÃO NU TIPOS CA e CAA NTC 810008 MARÇO/2018 ÓRGÃO EMISSOR: COPEL DISTRIBUIÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE REGULAÇÃO PLANEJAMENTO E ESPANSÃO DA DIS
NORMA TÉCNICA COPEL - NTC
NORMA TÉCNICA COPEL - NTC MATERIAIS DE DISTRIBUIÇÃO - ESPECIFICAÇÃO CABOS DE COBRE ISOLADOS COM XLPE - 0,6/1 kv NTC 810020 COPEL DISTRIBUIÇÃO S/A SUPERINTENDÊNCIA DE ENGENHARIA DE DISTRIBUIÇÃO - SED DEPARTAMENTO
DIRETORIA GERAL NÚMERO EMP TECNOLOGIA ESPECIFICAÇÃO DE MATÉRIA-PRIMA REVISÃO DATA MOTIVO/REVISÃO
FOLHA 1/09 ÍNDICE DE REVISÕES REVISÃO DATA MOTIVO/REVISÃO 00 29/03/87 EMISSÃO ORIGINAL. 01 15/12/89 ALT. DOS FORNECEDORES APROVADOS. 02 19/03/90 ALT. GERAL DA ESPECIFICAÇÃO. 03 01/06/90 ALT. GERAL DO ITEM
NTC /133. Chaves ajustáveis. Figura 1 desenho ilustrativo. Figura 2 desenho ilustrativo (chave isolada)
Figura 1 desenho ilustrativo Figura 2 desenho ilustrativo (chave isolada) Maio/2018 SRD/DPLD/VNTD Volume Especial Página 1 de 5 Chaves ajustáveis Cod. Abertura ajustável (S) em mm Tabela 1 dimensões e
Matrizes para alicates de compressão hidráulica
1. OBJETIVO Esta especificação tem por finalidade estabelecer as características mínimas exigíveis para as matrizes para alicates de compressão hidráulica utilizadas nos trabalhos em redes de distribuição.
Emenda polimérica a frio
1. OBJETIVO Esta NTC tem por objetivo estabelecer as condições mínimas exigíveis que devem ser atendidas no fornecimento de emendas poliméricas para uso externo ou interno aplicados a condutores isolados
ETD CONECTOR DERIVAÇÃO DE CUNHA
Projeto: setembro de 2008 Palavras Chave: Conector; Rede de Distribuição Cooperativas Filiadas a FECOERGS: CELETRO Cachoeira do Sul CERFOX Fontoura Xavier CERILUZ Ijuí CERMISSÕES Caibaté CERTAJA Taquari
Esporas para escalada de postes de concreto tipo duplo T
1. OBJETIVO NTC 890210 Esta especificação tem por finalidade estabelecer as características mínimas exigíveis para esporas para poste de concreto utilizadas nos trabalhos em redes de distribuição. 2. NORMAS
Conjunto de aterramento temporário para redes de até 35kV tipo sela
1 OBJETIVO Esta especificação tem por finalidade estabelecer as características mínimas exigíveis para o conjunto de aterramento temporário tipo sela utilizado nos trabalhos em redes de distribuição. 2
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
10 / 04 / 2013 1 de 1 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para cabos de potência isolado 0,6/1kV utilizados nas Redes de Distribuição da Companhia
Cordas. É o conjunto de fios trançados ou torcidos juntos para formar uma estrutura de comprimento contínuo.
1. OBJETIVO Esta especificação tem por finalidade estabelecer as características mínimas exigíveis para as cordas utilizadas nos trabalhos em redes de distribuição. 2. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
NORMA TÉCNICA CELG D. Cabo de Cobre Nu NTC-85
NORMA TÉCNICA CELG D Cabo de Cobre Nu NTC-85 ÍNDICE SEÇÃO TÍTULO PÁGINA 1. OBJETIVO 1 2. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 2 3. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES 3 4. CONDIÇÕES GERAIS 5 4.1 Acondicionamento
CONECTOR DERIVAÇÃO PARA LINHA VIVA
FIGURA 1 JUNHO/2017 DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 1 de 5 DETALHE B (BICO) NOTAS: - O conector de derivação deve ter a parte superior do bico estendida, como mostra o modelo 1 do Detalhe B, visando facilitar
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO
EMD-.057 1/6 EMD-.057 2/6 1) Medidas em milímetros. 2) As cotas indicadas e desenhos são orientativos e referenciais. Serão aceitas variações, desde que atendidas as características mecânicas e elétricas
PARA-RAIOS DE DISTRIBUIÇÃO
1. OBJETIVO: Esta fixa as condições mínimas exigíveis para o fornecimento de para-raios de distribuição com resistor não linear de óxido metálico sem centelhadores, destinados às Redes de Distribuição
Cintas tubulares de poliéster em anel para elevação de cargas
1. OBJETIVO NTC 890027 Esta especificação tem por finalidade estabelecer as características mínimas exigíveis para as cintas tubulares em poliéster utilizadas nos trabalhos em redes de distribuição com
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO ES.DT.PDN ISOLADORES TIPO ROLDANA EM PORCELANA 01
SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO ES.DT.PDN.01.01.093 01 APROVADO POR MARCELO POLTRONIERI ENGENHARIA-ES PAULO J. TAVARES LIMA ENGENHARIA-SP SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. HISTÓRICO DAS REVISÕES...
ETD CHAVE SECCIONADORA DE FACA UNIPOLAR
Projeto: agosto de 2008 Palavras Chave: Chave; Rede de Distribuição EMISSÃO: 01/02/2010 REVISÃO: --/--/---- PÁG. i Cooperativas Filiadas a FECOERGS: CELETRO Cachoeira do Sul CERFOX Fontoura Xavier CERILUZ
Cabeçotes para vara de manobra
1. OBJETIVO Esta NTC tem por objetivo estabelecer as características mínimas exigíveis dos cabeçotes adaptáveis às varas de manobra utilizados nos trabalhos de manutenção de redes de distribuição. 2. DEFINIÇÃO
Por meio deste, esclarecemos o que segue:
Esclarecimento nº 01 Tomada de preços nº 15/02067 Objeto: CELESC DISTRIBUIÇÃO S/A - Contratação de empresa para a construção de alimentadores da Subestação Tangará na Agência Regional de Videira. Data:
NTC e Ferramentas de Redes de Distribuição Facas Isoladas. Figura 1 Faca isolada lâmina reta
Figura 1 Faca isolada lâmina reta DEZEMBRO/2017 SRF/DPLD/VNTD Volume Especial Página 1 de 5 Figura 2 Faca isolada lâmina curva NOTA: Desenho ilustrativo. Obs.: Dimensões em milímetros Tabela 1 Facas isoladas.
3.2. Material Alumínio ASTM AA 1100, conforme ASTM B210; Aço SAE 1010/1020, para luvas de emenda utilizadas no fio de aço em cabos CAA.
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 1. Objetivo Esta especificação tem como objetivo estabelecer as características técnicas básicas para o fornecimento de Luva de Emenda de Compressão, destinados à RGE Sul, para a
Cabeçotes para vara de manobra
1. OBJETIVO Esta NTC tem por objetivo estabelecer as características mínimas exigíveis dos cabeçotes adaptáveis às varas de manobra utilizados nos trabalhos de manutenção de redes de distribuição. 2. DEFINIÇÃO
Aterramento temporário
1. OBJETIVO Esta especificação tem por finalidade estabelecer as características mínimas exigíveis para os conjuntos de aterramentos temporários utilizados nas redes de distribuição. 2. NORMAS E/OU DOCUMENTOS
Especificação Técnica no Versão no.01 data: 02/03/2018. Assunto: Cabo Para-Raios Com Fibra Óptica OPGW
CONTEÚDO 1. OBJETIVOS DO DOCUMENTO E ÁREA DE APLICAÇÃO... 2 2. GESTÃO DA VERSÃO DO DOCUMENTO... 2 3. UNIDADES DA VERSÃO DO DOCUMENTO... 2 4. REFERÊNCIAS... 2 5. SIGLAS E PALAVRAS-CHAVE... 3 6. DESCRIÇÃO...
NORMA TÉCNICA CELG D
NORMA TÉCNICA CELG D By-Pass Temporário para Chave Fusível Especificação NTC-78 Revisão 1 ÍNDICE SEÇÃO TÍTULO PÁGINA 1. OBJETIVO 1 2. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 2 3. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS UNIFORMES E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA NO TRABALHO LUVA DE RASPA COM PALMA DE VAQUETA
1. OBJETIVO Estabelecer as características mínimas exigíveis para o fornecimento de Luvas de Raspa com Palma de Vaqueta, bem como servir de parâmetro nas avaliações feitas durante o recebimento das mesmas.
ETD PÁRA-RAIOS DE DISTRIBUIÇÃO
Projeto: setembro de 2009 Palavras Chave: Pára-Raios; Rede de Distribuição Cooperativas Filiadas a FECOERGS: CELETRO Cachoeira do Sul CERFOX Fontoura Xavier CERILUZ Ijuí CERMISSÕES Caibaté CERTAJA Taquari
Lençóis isolantes. Figura 1 LENÇOL PARA BT
Figura 1 LENÇOL PARA BT OBS.: 1. O velcro não deve ser costurado. Deve ser fixado com uma cola especial. 2. Deverá ser impresso de modo indelével sem agredir o lençol ou prejudicar sua rigidez dielétrica.
ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ZINCAGEM EM GERAL
ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ZINCAGEM EM GERAL Código ETD-00.002 Data da emissão 11.01.1984 Data da última revisão 30.06.2006 Folha 1 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Normas Complementares 3 Definições 4 Condições
NORMA TÉCNICA CELG D. Cabos Nus de Alumínio (CA) Especificação NTC-65
NORMA TÉCNICA CELG D Cabos Nus de Alumínio (CA) Especificação NTC-65 ÍNDICE SEÇÃO TÍTULO PÁGINA 1. OBJETIVO 1 2. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 2 3. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES 4 4. CONDIÇÕES GERAIS
Cabeçotes para vara de manobra
1. OBJETIVO Esta NTC tem por objetivo estabelecer as características mínimas exigíveis dos cabeçotes adaptáveis às varas de manobra utilizados nos trabalhos de manutenção de redes de distribuição. 2. DEFINIÇÃO
ETC 5.15 MARTELETE ROMPEDOR
MEDIÇÃO DE ENERGIA ETC 5.15 MARTELETE ROMPEDOR JULHO / 2012 CÓPIA NÃO CONTROLADA Verificar versão atualizada na Internet SUMÁRIO 1- DESCRIÇÃO...3 2- CÓDIGO COPEL DO MATERIAL...3 3- REQUISITOS GERAIS...3
Número: EMP Rev.: 0 Fl. 1/7
Número: EMP-84130 Rev.: 0 Fl. 1/7 REV DATA HISTÓRICO DAS REVISÕES EMITIDO APROVADO 0 05/05/2016 Emissão inicial F. Barbosa Eng. Produto J. Marcondes Eng. Produto Número: EMP-84130 Rev.: 0 Fl. 2/7 1 - OBJETIVO
CONECTOR DERIVAÇÃO CUNHA BIMETÁLICO
FIGURA 1 - COMPONENTE C FIGURA 2 - COMPONENTE CUNHA MAIO/17 DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 1 de 6 FIGURA 3 - COMPONENTE C FIGURA 4 - COMPONENTE CUNHA MAIO/17 DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 2 de 6 TABELA 1 NTC 813210
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
16 / 04 / 2013 1 de 7 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para cabo de alumínio reforçado CAA utilizado nas Redes de Distribuição da CEMAR/CELPA.
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
09 / 04 / 2013 1 de 5 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis de fio de cobre isolado para utilização em circuitos de iluminação/tomadas e aterramento
Número: EMP Rev.: 1 Fl. 1/10
Número: EMP-81193 Rev.: 1 Fl. 1/10 REV DATA HISTÓRICO DAS REVISÕES EMITIDO APROVADO Emissão inicial, em substituição ao 0 28/10/2015 documento EMP-81193 Rev.34. Alteração do modelo do documento e Sebastião
Cabeçotes para vara de manobra
1. OBJETIVO Esta NTC tem por objetivo estabelecer as características mínimas exigíveis dos cabeçotes adaptáveis às varas de manobra utilizados nos trabalhos de manutenção de redes de distribuição. 2. DEFINIÇÃO
Especificação Técnica no Versão no.01 data: 02/03/2018. Assunto: Abraçadeiras de Nylon
CONTENTS 1. OBJETIVOS DO DOCUMENTO E ÁREA DE APLICAÇÃO... 2 2. GESTÃO DA VERSÃO DO DOCUMENTO... 2 3. UNIDADES DA VERSÃO DO DOCUMENTO... 2 4. REFERÊNCIAS... 2 5. SIGLAS E PALAVRAS-CHAVE... 2 6. DESCRIÇÃO...
Ferramentas de Redes de Distribuição Bloqueador de Disjuntor. Figura 1- Ilustrativa e dimensional (tipo 1)
Tipos de Bloqueadores de Disjuntor Figura 1- Ilustrativa e dimensional (tipo 1) Junho/2018 SRF/DPLD/VNTD Volume Especial Página 1 de 5 GRAVAÇÃO INDELEVEL LOGO COPEL Figura 2- Ilustrativa e dimensional
Ferramentas de Redes de Distribuição Bloqueador de Disjuntor. Figura 1- Ilustrativa e dimensional (tipo 1)
Tipos de Bloqueadores de Disjuntor Figura 1- Ilustrativa e dimensional (tipo 1) Setembro/2018 SPI/DGNT/VNTD Volume Especial Página 1 de 5 GRAVAÇÃO INDELEVEL LOGO COPEL Figura 2- Ilustrativa e dimensional
Sistema Normativo Corporativo
Sistema Normativo Corporativo ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA VERSÃO Nº ATA Nº DATAA DATA DA VIGÊNCIA 00-30/07/2012 30/07/2012 APROVADO POR Edson Hideki Takauti SUMÁRIO 1. RESUMO... 3 2. HISTÓRICO DAS REVISÕES...
RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DE ENSAIOS DE RECEBIMENTO
1. Objetivo, Realização do ensaio de: verificação dimensional, Inspeção Visual, Ciclo térmico, Ruptura mecânica, Porosidade, zincagem, conforme 007.01.44 Fecoergs e NBR5032, em 800 isoladores tipo pilar
Cabeçotes para vara de manobra
1. OBJETIVO Esta NTC tem por objetivo estabelecer as características mínimas exigíveis dos cabeçotes adaptáveis às varas de manobra utilizados nos trabalhos de manutenção de redes de distribuição. 2. DEFINIÇÃO
