PORTARIA Nº PGE - 089/2012



Documentos relacionados
ORDENS DE SERVIÇOS ORDEM DE SERVIÇO Nº PGE - 001/2008

PORTARIA Nº 488, DE 22 DE MAIO DE 2012

NORMA PARA REGULAMENTAÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES DOS AGENTES DE COMPRAS DA UNIFEI

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL UFSJ

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL JUNTO ao IFC

RESOLUÇÃO PGE Nº DE MARÇO DE 2015.

ANEXOS_DECRETO Nº DE 10 DE DEZEMBRO DE 1999 ÓRGÃO/ENTIDADE: EXERCÍCIO:

DECRETO N 001 A / 2015 De 02 de janeiro de 2015.

PORTARIA CAU/SP Nº 063, DE 31 DE AGOSTO DE 2015.

MUNICÍPIO DE SENGÉS CNPJ/MF / TRAVESSA SENADOR SOUZA NAVES N. 95 SENGÉS PARANÁ

CADERNO DE COMPRAS E LICITAÇÕES

RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE VENÂNCIO AIRES CONTROLE INTERNO

Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993.

DECRETO N , DE 05 DE JUNHO DE 2006

PORTARIA Nº 126, DE 12 DE MARÇO DE 2014.

SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL PORTARIA Nº 634, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2013.

INSTRUÇÃO NORMATIVA AGE N.º 10, DE 20 DE MAIO DE 2010.

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 342, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2008

INSTRUÇÃO INTERNA DE PROCEDIMENTOS IIP Nº 005, de 24 de agosto de 2011 (*)

DECRETO Nº , DE 5 DE SETEMBRO DE 2007 DOU

RESOLUÇÃO N Parágrafo único. Para efeito desta resolução:

PORTARIA Nº 114, DE 19/9/2007

G E S T Ã O D E C O M P R A S P O R R E G I S T R O D E P R E Ç O S. VALDIR AUGUSTO DA SILVA Gestão Estratégica de Compras Portal de Compras

PREFEITURA MUNICIPAL DE VENTANIA Estado do Paraná

RESOLUÇÃO N Documento normativo revogado pela Resolução 3.919, de 25/11/2010.

ORDEM DE SERVIÇO Nº 010/13.

TÍTULO DO CURSO (PALESTRA, REUNIÃO, EVENTO...) ASPECTOS RELEVANTES NA CONTRATAÇÃO PÚBLICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 7 DE 23 DE ABRIL DE 2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 5, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN

RESOLUÇÃO Nº 20/2012, DE 14 DE AGOSTO DE 2012

ATO NORMATIVO Nº 021/2014

RESOLUÇÃO SMF Nº 2835 DE 05 DE FEVEREIRO DE 2015

PROJETO DE LEI N.º 1.213, DE 2015 (Do Sr. João Fernando Coutinho)

Dispõe sobre a redução do valor global das gratificações de encargos especiais nos casos em que menciona e dá outras providências.

2º O envio de alunos da Universidade do Estado do

TRIBUNAL DE CONTAS DO PARANÁ

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA-EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

GABINETE DO MINISTRO

INSTRUÇÃO NORMATIVA CGM Nº 001/2010. A CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO, no uso de suas atribuições constitucionais, legais e regimentais;

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA PROCURADORIA GERAL DO ESTADO PROCURADORIA DE LICITAÇÕES E CONTRATOS

RIO GRANDE DO SUL CONTROLE INTERNO

DECON PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO (PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO) 04/2015

RESOLUÇÃO Nº 25/11-CEPE R E S O L V E:

I PARTE (SERVIÇOS DIÁRIOS) II PARTE (ENSINO E INSTRUÇÃO) III PARTE (ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS)

ÂMBITO E FINALIDADE SERVIÇO DE EMPRÉSTIMO DE VALORES MOBILIÁRIOS

DOE Seção I quinta-feira, 19 de março de 2015, páginas 29/30.

PORTARIA CAPES Nº 193, DE 4 DE OUTUBRO DE 2011

DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013

DECRETO Nº De 09 de janeiro de 2006

RESOLUÇÃO CFN N 521/2013

DECRETO FEDERAL Nº 6.303, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2007 Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 13 dez Seção I, p.

CONDIÇÕES GERAIS SEGURO GARANTIA CIRCULAR SUSEP 232/03. Processo SUSEP nº /01-08

RESOLUÇÃO TC n 227, DE 25 DE AGOSTO DE 2011 Publicação: D.O.E: Republicação: D.O.E: Republicação: D.O.E:

INSTRUÇÃO NORMATIVA N.º 002, de 12 de março de 2014.

RESOLUÇÃO Nº 005/2007-CEPE/UNICENTRO

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 008, DE 10 DE JULHO DE 2007 (Publicada no Diário Oficial do Espírito Santo em 11 de julho de 2007)

INSTRUÇÃO NORMATIVA SCL nº. 002

Fazendo referência à Portaria MTE nº 789 de , publicada no DOU 1 de , informamos:

RESOLUÇÃO nº08/2005. Art. 4º. A Ouvidoria será exercida por um Ouvidor, escolhido, de comum acordo, pela

Nota Técnica nº. 003/2015/GECOG Vitória, 02 de setembro de 2015.

II. Contrato Principal: o documento contratual, seus aditivos e anexos, que especificam as obrigações e direitos do segurado e do tomador.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 11, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2012

INSTRUÇÃO NORMATIVA-TCU Nº 68, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011

Decreto nº 7.568, de 16 de setembro de 2011

DECRETO Nº ,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

O Diretor Presidente do Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável - CIEDS, no uso de suas atribuições:

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA

DECRETO Nº DE 16 DE NOVEMBRO DE 2015 D E C R E T A

Certificado de Origem

RESOLUÇÃO Nº 86, DE 21 DE MARÇO DE (Publicada no DOU, Seção 1, de 07/05/2012, pág. 77)

O presente Contrato fica vinculado a Apólice apresentada pela CONTRATADA.

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 02/2009

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

INSTITUTO CHAPADA DE EDUCAÇÃO E PESQUISA. Regulamento de Compras e Contratos

O CONSELHO UNIVERSITÁRIO - CONSU DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais, RESOLVE:

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2010/CPG

PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014

DECRETO Nº 2.525, DE 4 DE SETEMBRO DE Institui o Programa de Recuperação de Créditos da Fazenda Estadual REFAZ e dá outras providências.

GOVERNO DE SERGIPE DECRETO Nº DE 03 DE FEVEREIRO DE 2014

PORTARIA 359 DE 20 DE JANEIRO DE

Resolução nº 1.053/14

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 006/2012 SISTEMA: ADMINISTRAÇÃO ASSUNTO: RECEBIMENTO E REGISTRO DE BENS PERMANENTES OBJETIVO

MINUTA DE PORTARIA v

ANEXO VII LEI Nº DE 11 DE JULHO DE

RESOLUÇÃO CFN Nº 510/2012

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

2/5 Art. 16 XI Art.55 - Parágrafo único Art III VII VIII

Transcrição:

PORTARIA Nº PGE - 089/2012 O PROCURADOR GERAL DO ESTADO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 32 da Lei Complementar nº 34, de 06 de fevereiro de 2009, considerando a necessidade de conferir maior celeridade na tramitação dos processos no âmbito da Procuradoria Geral do Estado, e, em especial, da Procuradoria Administrativa; considerando a existência de editais e procedimentos padronizados aprovados pela Procuradoria Geral do Estado; considerando as diretrizes do processo de modernização da PGE, com a edição do Regimento aprovado pelo Decreto n. 11.738, de 30 de setembro de 2009; considerando a importância da supressão de etapas procedimentais injustificáveis quando consolidada a matéria no âmbito da Procuradoria Administrativa; RESOLVE Art.1º - Tornar dispensável a manifestação da Procuradoria Geral do Estado, salvo relevante indagação jurídica, nas seguintes hipóteses: I. Instrumentos convocatórios, inclusive destinados à realização de pregão, que tenham sido prévia e formalmente padronizados pela Procuradoria Geral do Estado e divulgados no sítio eletrônico da PGE, até o limite correspondente a três vezes o valor máximo previsto para a realização de licitação na modalidade tomada de preços, desde que não sejam alteradas quaisquer das suas cláusulas, limitando-se ao preenchimento das quantidades e serviços, unidades favorecidas, locais de entrega dos bens ou prestação de serviços, excetuando-se os relativos a obras e serviços de engenharia;

II. Impugnação de edital e recursos em licitação, na modalidade pregão, que envolvam exclusivamente questões técnicas não jurídicas, devidamente atestadas pelo setor competente; III. Processos oriundos de licitação que visem obter o visto do Procurador nos contratos, devendo o gestor assinar, conforme for o caso, a seguinte declaração: Declaro para os devidos fins que a minuta de contrato ora enviada para assinatura encontra-se em conformidade com a que instrui o procedimento licitatório, tendo sido acrescido tão somente os dados da adjudicatária e o preço ofertado pela licitante vencedora. Declaro, também, que inexistiram impugnações e/ou recursos na licitação. (ou) Declaro, também, que todas as impugnações e recursos foram apreciados pela Procuradoria Geral do Estado, nos termos dos pareceres jurídicos constantes dos autos. IV. Aditivos de prazo para contratos de prestação de serviços contínuos, cujos processos licitatórios originários tenham sido objeto de exame específico pela PGE ou que tenham sido utilizados os instrumentos convocatórios padronizados, desde que demonstrado nos autos respectivos a execução satisfatória do objeto, a vantajosidade na manutenção do contrato com a projeção do reajuste/revisão contratual, a adequação do preço ao de mercado e tratando-se de serviços terceirizados devem ainda ser respeitados os preços máximos compostos pela SAEB, observando-se, em qualquer caso, o prazo fixado no art.140, II, da Lei estadual nº 9.433/05; V. Aditivos destinados à realização de acréscimos, nos termos do 1º do art. 143, da Lei nº 9.433/2005, desde que o valor final do contrato não ultrapasse o limite previsto para a realização de licitação na modalidade Convite;

art.143, da Lei nº 9.433/2005. VI. Aditivos destinados à realização de supressões, nos termos do 1º do VII. Prorrogação de contrato de locação até o limite anual previsto para a realização de licitação na modalidade convite; VIII. Apostilamento para alteração de dotação orçamentária, endereço, razão social da contratada, e reajustamento de preços previstos no edital e contrato, bem como as atualizações, compensações ou apenações financeiras decorrentes das condições de pagamento dos mesmos constantes, observando-se a existência dos documentos necessários à instrução processual; do art. 59 da Lei 9.433/2005; IX. Dispensa de licitação em razão do valor de que tratam os incisos I e II X. Inexigibilidade ou dispensa de Licitação, desde que observados os princípios e requisitos legais, devidamente instruído o processo na forma do art.65, caput e 3º da Lei Estadual n º 9.433/05, para: 1. compra de revistas, jornais e demais periódicos, desde que o valor seja inferior ao referido no inciso II do art. 59 da Lei 9.433/2005; 2. participação em congressos, simpósios ou seminários, excetuados os de âmbito internacional; 3. contratação da EBCT, no tocante aos serviços prestados com exclusividade; 4. contratação da EGBA para os serviços de publicação de atos oficiais, assinatura do Diário Oficial do Estado, clipping, edição de formulários padronizados de uso da Administração e de publicações técnicas oficiais, bem como de certificação digital;

5. contratação da PRODEB para a prestação dos serviços obrigatórios, definidos em ato normativo pertinente; 6. contratação da BAHIATURSA para locação do Centro de Convenções; 7. contratação da COELBA para fornecimento de energia elétrica. XI. Devolução de garantia contratual, desde que atestada a execução integral do contrato sem pendências, inclusive quanto à regularidade social, trabalhista, previdenciária e tributária; XII. Indenizações, de origem contratual e extracontratual, qualquer que seja o objeto e o valor, desde que observadas as exigências e a documentação indicadas no Parecer Normativo PLC-LB-MQ-3952/2008, publicado no DOE de 26.05.2009, Seção I, p. 02; XIII. Cessão de uso de bens públicos estaduais imóveis ou móveis, modalidade de outorga de uso que se perfaz no âmbito da própria Administração Pública, na forma prevista no art. 46 da Lei Estadual n. 9.433/2005, observando-se o modelo padrão aprovado pela Procuradoria Geral do Estado e presentes os documentos necessários à devida instrução processual; XIV. Aditivos destinados exclusivamente à prorrogação de prazo de convênio de escopo, sem aumento do valor de repasse e sem alteração quantitativa ou qualitativa do objeto, desde que haja a anuência do poder público, devidamente justificada, e desde que o atraso não tenha decorrido de fatos imputáveis ao Convenente, mantidas todas as condições iniciais do ajuste; XV. Outros ajustes e procedimentos que tenham sido prévia e formalmente padronizados pela Procuradoria Administrativa, aprovados pelo Procurador-Chefe ou pelo Procurador-Geral do Estado, por um dos instrumentos de uniformização da orientação jurídica previstos no art. 3º, incisos I a IV e VI, do Decreto nº 11.737, de 30 de setembro de 2009, e divulgados com tal finalidade através de ato formal específico, desde que rigorosamente observadas as prescrições contidas nos respectivos opinativos.

Art. 2º - O Procurador Chefe da Procuradoria Administrativa poderá orientar a Administração em outras matérias que, pela pouca complexidade ou pela inexistência de maiores questionamentos jurídicos, dispensem o exame individualizado pela Procuradoria Geral do Estado. Art. 3º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário, em especial as previstas na Ordem de Serviço PGE n.º 011/2010. GABINETE DO PROCURADOR GERAL DO ESTADO, 03 de julho de 2012. RUI MORAES CRUZ Procurador Geral do Estado