LAUDO TÉCNICO PERICIAL

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Transcrição:

LAUDO TÉCNICO PERICIAL DE PERICULOSIDADE KRONES DO BRASIL LTDA. 2012/2013 1

ÍNDICE 1. OBJETIVO DESTE LAUDO... 03 2. DADOS DA CONTRATANTE... 03 3. DADOS DA EMPRESA AVALIADA... 03 4. RESPONSÁVEL PELA EMISSÃO DESTE LAUDO... 03 5. INTRODUÇÃO E OBJETIVOS... 04 6. BASES NORMATIVAS... 04 7. ESTUDO DOS LOCAIS DE TRABALHO... 05 8. EQUIPAMENTOS E UTENSILIOS... 05 9. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS... 06 10. DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO... 06 10.1 Equipamento de Proteção Individial EPI... 06 10.2 Equipamento de Proteção Coletiva EPC... 06 11. ASPECTO LEGAL... 07 11.1 Condições de Periculosidade... 07 11.2 Artigo 193 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT)... 07 11.3 Periculosidade Aspecto Legal Conforme NR-16... 07 11.4 Conceitos Fundamentais das Atividades ou Operações Perigosas com Inflamáveis, Explosivos, 08 Energia Elétrica e Radiações Ionizantes, Segundo Preceito Legal... 11.5 Do Artigo 193 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)... 09 11.6 Do Armazenagem De Gas Liquefeito De Petroleo (GLP)... 10 11.7 Não Caracterizam Periculosidade, para fins de Precepção de Adcional... 12 11.8 Atividades e Operações Perigosas com Inflamáveis... 13 11.9 Atividades e Operações Perigosas com Explosivos... 15 11.10 Atividades e Operações Perigosas com Radiação Ionizante... 15 11.11 Atividades e Operações Perigosas com Eletricidade... 17 12. ANÁLISE DE PERICULOSIDADE... 19 12.1 Das Atividades com Manuseio de Inflamaveis GLP... 19 12.2 Das Atividades com Manuseio de Eletricidade... 19 12.3 Das Atividades com Manuseio de Explosivos... 19 12.4 Das Atividades com Manuseio de Radiação Ionizante... 19 13. RECOMENDAÇÕES PARA ANÁLISE DE RISCO... 19 14. CONCLUSÃO... 20 14.1 Do Manuseio com GLP (Inflamaveis)... 20 14.2 Do Manuseio com Sistema Eletrico... 20 14.3 Do Manuseio com Explosivo... 20 14.4 Do Manuseio com Radiação Ionizante... 20 15. ENCERRAMENTO... 20 2

LAUDO TÉCNICO PERICIAL DAS ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS NR-16 DA PORTARIA 3214/78 DA CLT. 1. OBJETIVO DESTE LAUDO Atender a solicitação da Delegacia Regional do Trabalho, NR-16, NR-19, NR-20 da Portaria 3214/78 da C.L.T, Artigo 193 e Decreto 93.412 de 14 de Outubro de 1986 2. DADOS DA CONTRATANTE RAZÃO SOCIAL : KRONES DO BRASIL LTDA. ENDEREÇO : Av. Presidente Juscelino, 1140 BAIRRO : Piraporinha CIDADE : Diadema - São Paulo - SP CNPJ(MF) : 05.364.486/0001-60 INSCRIÇÃO ESTADUAL : 286.029.626.115 CNAE : 28.62-3-00 (Fabricação de máquinas e equipamentos p/ indústria alimentar, de bebidas e fumo, peças e acessórios). GRAU DE RISCO : 03 (Três) N.º FUNCIONÁRIO : 333 (Trezentos e trinta e três) DATA DE LEVANTAMENTO : 26.11.2012 ACOMPANHANTE : Sr. Edson Fernandes 3. DADOS DA EMPRESA AVALIADA RAZÃO SOCIAL : KRONES DO BRASIL LTDA. ENDEREÇO : Av. Presidente Juscelino, 1140 BAIRRO : Piraporinha CIDADE : Diadema - São Paulo - SP 4. RESPONSÁVEL PELA EMISSÃO DESTE LAUDO Nome : BOAZ BATISTA CÂMARA Qualificação profissional : Eng.º Segurança do Trabalho CREA : 0600739168-6ª região - São Paulo 3

5. INTRODUÇÃO E OBJETIVO As atividades ou operações perigosas são aquelas que por sua própria natureza, isto é, tipo de atividade, método de trabalho em que as mesmas são realizadas, impliquem no contato com inflamáveis, explosivos, energia elétrica e radiações ionizantes, conferindo aos trabalhadores que se dedicam a essas atividades ou operações bem como aqueles que operam na área de risco, adicional de 30% (trinta por cento). A norma do Ministério do Trabalho que regulamenta as atividades perigosas é exatamente a NR-16 da Portaria 3214/78. O Presente Laudo Técnico tem por objetivo verificar se as condições em que os funcionários das empresas ora avaliadas laboram, caracterizam-se ou não em atividades e operações perigosas com base nas características dos ambientes e nas atividades que desenvolvem e nos parâmetros legais vigentes. 6.) BASES NORMATIVAS Seção XIII Capítulo V do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho. Norma Regulamentadora NR-1 da Portaria 3214/78 que dispõe sobre DISPOSIÇÕES GERAIS, com texto atualizado pelas Portarias ns. 3.144/89 e 06/83. Norma Regulamentadora NR-16 da Portaria 3214/78 - Textos atualizados pela Portaria 02/79 e com Anexo acrescentado pela Portaria 3.393 que regulamentam as ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS relacionadas com INFLAMÁVEIS, EXPLOSIVOS E RADIAÇÕES IONIZANTES. Norma Regulamentadora NR-6 Portaria 3214/78 que dispõe sobre EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL, com texto atualizado pelas Portarias ns. 06/83 e 12/90. Norma Regulamentadora NR-19 da Portaria 3214 / 78, que dispõe sobre EXPLOSIVOS, com texto atualizado pela Portaria n. 02/79. Norma Regulamentadora NR-20 que dispõe sobre LIQUIDOS COMBUSTÍVEIS E INFLAMÁVEIS. Decreto nº 93.412 de 14 de outubro de 1986, regulamenta a Lei nº 7.369, de 20 de setembro de 1985, que institui salário adicional para empregados do setor de energia elétrica, em condições de periculosidade, e dá outras providência. 4

7.) ESTUDO DOS LOCAIS DE TRABALHO Trata-se de seis galpões industriais em estruturas metálicas, paredes em alvenaria, cobertura em telhas de fibrocimento piso em cimento liso, Iluminação natural e artificial através de lâmpadas fluorescentes e ventilação natural. Galpão A: Produção área de 2.530 m2, pé direito de aproximadamente 6 à 8m. Galpão B: Produção área de 2.530 m2, pé direito de aproximadamente 6 à 8m. Galpão C: Produção área de 2.909 m2, pé direito de aproximadamente 6 à 8m. Galpão D: Produção área de 2.530 m2, pé direito de aproximadamente 6 à 8m. Galpão F: Produção área de 250m2, pé direito de aproximadamente 6 à 8m. Galpão G: Produção área de 2.530 m2, pé direito de aproximadamente 6 à 8m. Galpão I: Produção área de 2.530 m2, pé direito de aproximadamente 6 à 8m. Prédio Administrativo: Trata-se de um prédio construído em alvenaria, estrutura em concreto, cobertura em laje, piso em paviflex/carpete, área de 3.400 m2 (dividido em quatro pavimentos Térreo, 1º Andar, 2º Andar e 3º Andar) iluminação natural e artificial através de lâmpadas fluorescentes, ventilação natural e artificial. 8.) EQUIPAMENTOS E UTENSILIOS Empilhadeiras Bancadas Microcomputadores Máquina Diversas 5

9.) ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA EMPRESA AVALIADA VIDE PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA 10.) DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO 10.1. Equipamento de Proteção Individual - EPI Avental em Raspa 15735 Avental impermeável 6429 Botina de Segurança com e sem biqueira de aço 27235 Capacete com Jugular 31036 Cinturão e Talabarte 29238 e 29240 Cinturão e Talabarte 29388 Creme Protetor para pele 13081 Luva Neopreme 6657 Luva Nitrílica 18192 Luva PVC 27130 Luva Raspa 25022 Luva Vaqueta 10224 Macacão impermeável 11586 Óculos de segurança 15649 Protetor Auricular 19578 Protetor Auricular Concha 14235 Respirador descartável para poeiras 14104 Respirador Semifacial com filtros 4115 Respirador Semifacial para nevoas 2072 10.2. Equipamentos de Proteção Coletiva - EPC Foi constatado que a empresa mantém nos pontos e locais onde se caracteriza a real necessidade, diversos sistemas de sinalizações e outros meios a título de Equipamento de Proteção Coletiva - EPC S nos ambientes vistoriados entre os quais destacamos: Voltímetro; Amperímetro; Multímetro. Bastonete de Reanne Tapete Anti-Estático Luvas 17.000V (Cabine Primaria) Alicate com cabo de proteção SINALIZAÇÃO DE SOLO E PAREDES; SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS. Nota: os equipamentos de proteção e o sistema de combate a incêndio encontram-se em perfeito estado de conservação. 6

11.) ASPECTO LEGAL 11.1. Condições de Periculosidade: São atividades ou operações perigosas, aquelas que por sua própria natureza, isto é, tipo de atividade, método de trabalho em que as mesmas são realizadas, implicam no contato com inflamáveis ou explosivos e também atendem aos requisitos legais estabelecidos na legislação ora em vigor, conforme enumeramos a seguir: 11.2. Do Tempo de Exposição ao Risco A análise do tempo de exposição traduz a quantidade de exposição em tempos (horas, minutos, segundos) a determinado risco operacional sem proteção, multiplicado pelo número de vezes que esta exposição ocorre ao longo da jornada de trabalho. Assim, se o trabalhador fica exposto 5 minutos, por exemplo, a vapores de amônia, e esta exposição se repete por 5 ou 6 vezes durante a jornada de trabalho, então seu tempo de exposição é de 25 a 30 min/dia, o que traduz a eventualidade do fenômeno. Se, no entanto, ele se expõe ao mesmo agente durante 20 minutos e o ciclo se repete por 15 a 20 vezes, passa a exposição total a contar com 300 a 400 min/dia, o que caracteriza uma situação de intermitência. Se, ainda, a exposição se processa durante quase todo o dia de trabalho, sem interrupção, diz-se que a exposição é de natureza contínua. Assim sendo o conceito técnico acima possui amparo legal na SÚMULA N 364 do TST, transcrevemos a seguir: Súmula N 364 do TST: Adicional de Periculosidade. Exposição eventual, permanente e intermitente. (convenção das Orientações Jurisprudenciais n s 5,258 e 280 as SDI-1)-Res. 129/2005-DJ 20.04.05. Faz jus ao adicional de periculosidade o empregado exposto permanentemente ou que, de forma intermitente, sujeita-se a condição de risco. Indevido, apenas, quando o contato dá-se à de forma eventual, assim considerado o fortuito, ou o que, sendo habitual, se dá por tempo extremamente reduzido. (ex-ojs n 05 Ins erida em 14.03.1994 e n 280 DJ 11.08.2003. 11.3. Da Periculosidade conforme NR-16 São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos 1 e 2 desta Norma Reguladora da NR-16. O exercício de trabalho em condições de periculosidade assegura ao trabalhador a percepção de adicional de 30 % (trinta por cento), incidente sobre o salário, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participação nos lucros da empresa. O empregado poderá optar pelo adicional de insalubridade que por ventura lhe seja devido. 7

É facultado as empresas e aos sindicatos das categorias profissionais interessadas requerem ao Ministério do Trabalho, através das Delegacias Regionais do Trabalho, a realização de perícia em estabelecimento ou setor da empresa, com o objetivo de caracterizar e classificar ou determinar atividade perigosa. Para os fins desta Norma Regulamentadora (NR) são consideradas atividades ou operações perigosas as executadas com explosivos sujeitos a: a) degradação química ou autocatalítica; b) ação de agentes exteriores, tais como calor, umidade, faíscas, fogo, fenômenos sísmicos, choque e atritos. As operações de transporte de inflamáveis líquidos ou gasosos liquefeitos, em quaisquer vasilhames e a granel, são considerados em condições de periculosidade, com exclusão para o transporte em pequenas quantidades, ate o limite de 200 (duzentos) litros para os inflamáveis líquidos e 135 (cento e trinta e cinco) quilos para os inflamáveis gasosos liquefeitos. As quantidades de inflamáveis, contidas nos tanques de consumo próprio dos veículos não serão consideradas para efeito desta Norma. Para efeito desta Norma Reguladora (NR) considera-se líquido combustível todo aquele que possua ponto de fulgor menor ou igual a 60ºC (60 graus centígrados) e inferior a 90ºC (noventa graus centígrados). 11.4. Conceitos Fundamentais das Atividades ou Operações Perigosas com Inflamáveis, Explosivos, Energia Elétrica e Radiações Ionizantes, Segundo Preceito Legal: A avaliação e o controle das exposições relativas a riscos, cujo controle poderá caracterizar-se em perigo, deve ser entendido sob o seguinte prisma. O conceito de PERICULOSIDADE RISCO e, conseqüentemente ATIVIDADE PERIGOSA E ÁREA DE RISCO não foi, até o momento, suficientemente esclarecido do ponto de vista técnico. Esta situação tem permitido interpretações diversas, todas elas isentas de fundamentos lógicos. Confundem-se os conceitos de Riscos e Perigo, ignorando-se o princípio fundamental exposto no Artigo 193 da CLT e procura-se respostas diretas na NR-16 extrapolando condições ou simplesmente procurando algumas das condições listadas que mantenham alguma similitude com o caso a ser estudado. O laudo técnico não deverá limitar-se a fundamentar seu parecer em inspeções visuais ou dimensionais (quantos metros deste tal ponto). O correto é a análise do risco a partir de seu estado potencial, da eficácia ou não das inibições da valoração dos riscos incidentes ou contribuintes, cuja inexistência ou neutralização tornam nulas possibilidades de perigo. 8

È claro, então, que o risco deve ser analisado não só quanto a sua potencialidade de causas de dano, como também e principalmente, quanto as possibilidades de incidência de um risco contribuinte capaz de remover do seu estado potencial, transformando-o em perigo. 11.5. Do Artigo 193 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT): A legislação prevê no Artigo 193 da CLT, que são consideradas atividades ou operações perigosas na forma de Regulamentação aprovadas pelo Ministério do Trabalho, aquelas que por sua natureza ou método de trabalho, impliquem em contato permanente com inflamáveis ou explosivos em condições de risco acentuado. A análise desta definição permite a interpretação do significado das palavras inseridas no texto: Natureza Qualidade Ou Espécie De Atividade. Método De Trabalho Programa Que Regula Previamente Uma Série De Operações A Realizar, Apontando Erros Evitáveis, Em Vista De Um Resultado Determinado. Contato Ato De Exercer O Sentido Do Tato, Toque. Relação De Freqüência De Influência, Proximidade. Permanente Que Permanece, Ininterrupto, Constante. Condição Circunstância, Modo De Ser, Estado, Situação (De Coisa). Risco Uma Ou Mais Condições De Uma Variável, Com Potencialidade Necessária Para Causar Dano. O Risco É Um Estado Potencial O Qual Poderá Ser Inibido Ou Controlado. Acentuado Definido. Marcante, Saliente, Ressaltante, Claro, Nítido, Aumentado. A Situação De Acentuado É Representada Pelo Descontrole Que Precede Ao Perigo. Perigo Exposição Relativa Ao Um Risco Que, M Virtude De Falta De Controle, Poderá Materializar-Se Em Dano. Habitual Que Se Faz Ou Que Se Sucede, Por Habito, Freqüente, Usual. Eventual Que Depende De Eventualidade, Causal, Aleatório, Incerto. Controlado Submetido A Controle, Que Tem Controle, Comedido, Moderado, Ponderado, Prudente. 9

11.6 Do Armazenagem De Gas Liquefeito De Petroleo (GLP) Conforme item 20.3 da NR-20 (20.3. Gases Liquefeitos de Petróleo GLP): 20.3.1 Para efeito desta Norma Regulamentadora, fica definido como Gás Liquefeito de Petróleo - GLP o produto constituído, predominantemente, pelo hidrocarboneto propano, propeno, butano e buteno. 20.3.2 Os recipientes estacionários, com mais de 250 (duzentos e cinqüenta) litros de capacidade, para armazenamento de GLP serão construídos segundo normas técnicas oficiais vigentes no País. 20.3.2.1 A capacidade máxima permitida para cada recipiente de armazenagem de GLP, será de 115.000 litros, salvo instalações de refinaria, terminal de distribuição ou terminal portuário. 20.3.3 Cada recipiente de armazenagem de GLP deverá ter uma placa metálica, que deverá ficar visível depois de instalada, com os seguintes dados escritos de modo indelével: a) indicação da norma ou código de construção; b) as marcas exigidas pela norma ou código de construção; c) indicação no caso afirmativo, se o recipiente foi construído para instalação subterrânea; d) identificação do fabricante; e) capacidade do recipiente em litros; f) pressão de trabalho; g) identificação da tensão de vapor a 38ºC (trinta e oito graus centígrados) que seja admitida para os produtos a serem armazenados no recipiente; h) identificação da área da superfície externa, em m2 (metros quadrados). 20.3.4 Todas as válvulas diretamente conectadas no recipiente de armazenagem deverão ter uma pressão de trabalho mínima de 18 Kg/cm². 20.3.4.1 Todas as válvulas e acessórios usados nas instalações de GLP serão de material e construção apropriados para tal finalidade e não poderão ser construídos de ferro fundido. 20.3.5 Todas as ligações ao recipiente, com exceção das destinadas às válvulas de segurança e medidores de nível de líquido, ou as aberturas tamponadas, deverão ter válvula de fechamento rápido próximo ao recipiente. 20.3.6 As conexões para enchimento, retirada e para utilização do GLP deverão ter válvula de retenção ou válvula de excesso de fluxo. 20.3.7 Todos os recipientes de armazenagem de GLP serão equipados com válvulas de segurança. 20.3.7.1 As descargas das válvulas de segurança serão afastadas no mínimo 3 metros da abertura de edificações situadas em nível inferior à descarga. 10

20.3.7.2 A descarga será através de tubulação vertical, com o mínimo de 2,5 (dois e meio) metros de altura acima do recipiente, ou do solo quando o recipiente for enterrado. 20.3.8 Os recipientes de armazenagem de GLP deverão obedecer aos seguintes distanciamentos: 20.3.8.1 Recipientes de 500 a 8.000 litros deverão estar distanciados entre si de no mínimo 1,0 metro. 20.3.8.2 Recipientes acima de 8.000 litros deverão estar distanciados entre si de no mínimo 1,50 metros. 20.3.8.3 Os recipientes com mais de 500 litros deverão estar separados de edificações e divisa de outra propriedade segundo a Tabela D: 20.3.8.4 Deve ser mantido um afastamento mínimo de 6,00 (seis metros) entre recipientes de armazenamento de GLP e qualquer outro recipiente que contenha líquidos inflamáveis. 20.3.9 Não é permitida a instalação de recipientes de armazenamento de GLP, sobre laje de forro ou terraço de edificações, inclusive de edificações subterrâneas. 20.3.10 Os recipientes de armazenagem de GLP serão devidamente ligados à terra conforme recomendações da Norma Regulamentadora (NR 10). 20.3.11 Os recipientes de armazenagem de GLP enterrados não poderão ser instalados sob edificações. 20.3.12 As tomadas de descarga de veículo, para o enchimento do recipiente de armazenamento de GLP, deverão ter os seguintes afastamentos: a) 3,0 (três) metros das vias públicas; b) 7,5 (sete e meio) metros das edificações e divisas de propriedades que possam ser edificadas; c) 3,0 (três) metros das edificações das bombas e compressores para a descarga. 20.3.13 A área de armazenagem de GLP, incluindo a tomada de descarga e os seus aparelhos, será delimitada por um alambrado de material vazado que permita boa ventilação e de altura mínima de 1,80 metros (um metro e oitenta centímetros). 20.3.13.1 Para recipiente de armazenamento de GLP enterrado, é dispensável a delimitação de área através de alambrado. 20.3.13.2 O distanciamento do alambrado dos recipientes deverá obedecer aos distanciamentos da Tabela E: 11

20.3.13.3 O alambrado deve distar no mínimo 3,0 (três) da edificação de bombas ou compressores, e 1,5 (um e meio) metros da tomada de descarga. 20.3.13.4 No alambrado, deverão ser colocadas placas com dizeres "Proibido Fumar" e "Inflamável" de forma visível. 20.3.13.5 Deverão ser colocados extintores de incêndio e outros equipamentos de combate a incêndio, quando for o caso, junto ao alambrado. 20.3.14 Os recipientes transportáveis para armazenamento de GLP serão construídos segundo normas técnicas oficiais vigentes no País. 20.3.15 Não é permitida a instalação de recipientes transportáveis, com capacidade acima de 40 (quarenta) litros, dentro de edificações. 20.3.15.1 Para o disposto no item 20.3.15, excetuam-se as instalações para fins industriais, que deverão obedecer às normas técnicas oficiais vigentes no País. 20.3.16 O GLP não poderá ser canalizado na sua fase líquida dentro de edificação, salvo se a edificação for construída com as características necessárias, e exclusivamente para tal finalidade. 20.3.17 O GLP canalizado no interior de edificações não deverá ter pressão superior a 1,5 (um e meio) kg/cm². 11.7. Não Caracterizam Periculosidade, para fins de Percepção de Adicional - O manuseio, armazenagem e o transporte de líquidos inflamáveis em embalagens certificadas, simples, compostas ou combinadas, desde que obedecidos os limites consignados no quadro I, independentemente do número total de embalagens manuseadas, armazenadas ou transportadas, sempre que obedecidas as Normas Regulamentadoras expedidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a norma NBR 11564/91 e legislação sobre produtos perigosos relativa aos meios de transporte utilizados. - O manuseio, armazenagem e o transporte de recipientes de até cinco litros, lacrados na fabricação, contendo líquidos inflamáveis, independentemente do número total de recipientes manuseados, armazenados ou transportados, sempre que obedecidas as Normas Regulamentadoras expedidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego e a legislação sobre produtos perigosos relativa aos meios de transporte utilizados. 12

11.8 Atividades e Operações Perigosas com Inflamáveis São consideradas atividades ou operações perigosas, conferindo aos trabalhadores que se dedicam a essas atividades ou operações, bem como àqueles que operam na área de risco adicional de 30% (trinta por cento) as realizadas: ATIVIDADES ADICIONAL DE 30% a. na produção, transporte, processamento e armazenagem de gás liquefeito. Todos os trabalhadores nessas atividades ou que operam na área de risco. b. no transporte e armazenagem de inflamáveis Todos os trabalhadores da área de operação. líquidos e gasosos liquefeitos e de vasilhames vazios não desgaseificados ou decantados. c. nos pontos de reabastecimento de Todos os trabalhadores da área de operação. aeronaves. d. nos locais de carregamento de naviostanques, Todos os trabalhadores nessas atividades ou que vagões-tanques e caminhões- operam na área de risco. tanques e enchimento de vasilhames, com inflamáveis líquidos ou gasosos liquefeitos. e. nos locais de descarga de navios-tanques, vagões-tanques e caminhões-tanques com inflamáveis líquidos ou gasosos liquefeitos ou de vasilhames vazios não desgaseificados ou de cantados. f. nos serviços de operações e manutenção de navios-tanques, vagões-tanques, caminhõestanques, bombas e vasilhames, com inflamáveis líquidos ou gasosos liquefeitos, ou vazios não desgaseificados ou decantados. g. nas operações de desgaseificação, decantação e reparos de vasilhames não desgaseificados ou decantados. h. nas operações de teste de aparelhos de consumo de gás e seus equipamentos. i. no transporte de inflamáveis líquidos e gasosos liquefeitos em caminhão-tanque. j. no transporte de vasilhames (em caminhões de carga), contendo inflamável líquido, em quantidade total igual ou superior a 200 lts. l. no transporte de vasilhames (em carreta ou caminhão de carga), contendo inflamável gasoso líquido, em quantidade total, igual ou superior a 135 quilos. m. na operação em postos de serviço e bombas de abastecimento de inflamáveis líquidos. Todos os trabalhadores nessas atividades ou que operam na área de risco. Todos os trabalhadores nessas atividades ou que operam na área de risco. Todos os trabalhadores nessas atividades ou que operam na área de risco. Todos os trabalhadores nessas atividades ou que operam na área de risco. Motorista e ajudantes. Motorista e ajudantes. Motorista e ajudantes. operador de bomba e trabalhadores que operam na área de risco. 13

11.8.1 São consideradas áreas de riscos ATIVIDADE a. círculo com raio de 30 metros, no mínimo, com centro na boca do poço. b. Faixa de 30 metros de largura, no mínimo, contornando a área de operação. c. Faixa de 15 metros de largura, no mínimo, contornando a área de operação. ÁREA DE RISCO Poços de petróleo em produção de gás. Unidade de processamento das refinarias. Outros locais de refinaria onde se realizam operações com inflamáveis em estado de volatilização ou possibilidade de volatilização decorrente de falha ou defeito dos sistemas de segurança e fechamento das válvulas. d. Toda a bacia de segurança Tanques de inflamáveis líquidos e. Círculo com raio de 3 metros com centro nos pontos de vazamento eventual (válvula registros, dispositivos de medição por escapamento, gaxetas). f. Afastamento de 15 metros da beira do cais, durante a operação, com extensão correspondente ao comprimento da embarcação. Tanques elevados de inflamáveis gasosos Carga e descarga de inflamáveis líquidos contidos em navios, chatas e batelões. g. Toda a área de operação. Abastecimento de aeronaves h. Círculo com raio de 15 metros com centro nas bocas de enchimento dos tanques. i. Círculo com 7,5 metros centro nos pontos de vazamento eventual (válvula e registros). j. Círculos com raio de 15 metros com centro nos bicos de enchimentos. l. Círculo com raio de 7,5 metros com centro nos bicos de enchimento. Enchimento de vagões tanques e caminhões tanques com inflamáveis líquidos. Enchimento de vagões-tanques e caminhões-tanques inflamáveis gasosos liquefeitos. Enchimento de vasilhames com inflamáveis gasosos liquefeitos. Enchimento de vasilhames com inflamáveis líquidos, em locais abertos. m. Toda a área interna do recinto. Enchimento de vasilhames com inflamáveis líquidos, em recinto fechado. n. Local de operação, acrescido de faixa de 7,5 metros de largura em torno dos seus pontos externos. o. Local da operação, acrescido de faixa de 7,5 metros de largura em torno dos seus pontos externos. p. Local da operação, acrescido de faixa de 7,5 metros de largura em torno dos seus pontos extremos. q. Toda a área de operação, abrangendo, no mínimo, círculo com raio de 7,5 metros com centro no ponto de abastecimento e o círculo com raio de 7,5 metros com centro na bomba de abastecimento da viatura e faixa de 7,5 metros de largura para ambos os lados da máquina. r. Faixa de 3 metros de largura em torno dos seus pontos externos. Manutenção de viaturas-tanques, bombas e vasilhames que continham inflamável líquido. Desgaseificação, decantação e reparos de vasilhames não desgaseificados ou decantados, utilizados no transporte de inflamáveis. Testes em aparelhos de consumo de gás e seus equipamentos. abastecimento de inflamáveis Armazenamento de vasilhames que contenham inflamáveis líquidos ou vazios não desgaseificados ou decantados, em locais abertos. s. Toda a área interna do recinto. Armazenamento de vasilhames que contenham inflamáveis líquidos ou vazios não desgaseificados, ou decantados, em recinto fechado. t. Afastamento de 3 metros da beira do cais, durante a operação, com extensão correspondente ao comprimento da embarcação. Carga e descarga de vasilhames contendo inflamáveis líquidos ou vasilhames vazios não desgaseificados ou decantados, transportados pôr navios, chatas ou batelões. 14

11.9 Atividades e Operações Perigosas com Explosivos São consideradas atividades ou operações perigosas, conferindo aos trabalhadores que se dedicam a essas atividades ou operações, bem como àqueles que operam na área de risco adicional de 30% (trinta por cento) sobre o salário, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa, sendo-lhe ressalvado o direito de opção por adicional de insalubridade eventualmente devido. ATIVIDADES ADICIONAL DE 30% a)no armazenamento de explosivos todos os trabalhadores nessa atividade ou que permaneçam na área de risco. b) no transporte de explosivos todos os trabalhadores nessa atividade c) na operação de escorva dos cartuchos de explosivos d) na operação de carregamento de explosivos todos os trabalhadores nessa atividade todos os trabalhadores nessa atividade e) na detonação todos os trabalhadores nessa atividade f) na verificação de detonações falhadas todos os trabalhadores nessa atividade g) na queima e destruição de explosivos deteriorados todos os trabalhadores nessa atividade h) nas operações de manuseio de explosivos todos os trabalhadores nessa atividade 11.9.1 São consideradas áreas de riscos QUANTIDADE ARMAZENADA EM QUILOS até 4.500 FAIXA DE TERRENO DE TERRENO ATÉ A DISTÂNCIA MÁXIMA DE 45 metros mais de 4.500 até 45.000 90 metros mais de 45.000 até 90.000 110 metros 11.10 Atividades e Operações Perigosas com Radiação Ionizante São consideradas atividades ou operações perigosas, conferindo aos trabalhadores que se dedicam a essas atividades ou operações, bem como àqueles que operam na área de risco adicional de 30% (trinta por cento) sobre o salário, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa, sendo-lhe ressalvado o direito de opção por adicional de insalubridade eventualmente devido. 15

ATIVIDADES 1. Produção, utilização, processamento, transporte, guarda, estocagem, e manuseio de materiais radioativos, selados e não selados, de estado físico e forma química quaisquer, naturais ou artificiais, incluindo: 1.1. Prospecção, mineração, operação, beneficiamento e processamento de minerais radioativos. 1.2. Produção, transformação e tratamento de materiais nucleares para o ciclo do combustível nuclear. 1.3. Produção de radioisótopos para uso em medicina, agricultura agropecuária, pesquisa científica e tecnológica. 1.4. Produção de Fontes Radioativas 1.5. Testes, ensaios e calibração de detectores e monitores de radiação com fontes de radiação. 1.6. Descontaminação de superfícies, instrumentos, máquinas, ferramentas, utensílios de laboratório, vestimentas e de quaisquer outras áreas ou bens duráveis contaminados com material radioativo ÁREAS DE RISCO Minas e depósitos de materiais radioativos Plantas-piloto e usinas de beneficiamento de minerais radioativos Outras áreas sujeitas a risco potencial devido às radiações ionizantes Lixiviação de minerais radioativos para a produção de concentrados de urânio e tório. Purificação de concentrados e conversão em outras formas para uso como combustível nuclear. Produção de fluoretos de urânio para a produção de hexafluoreto e urânio metálico. Instalações para enriquecimento isotópico e reconversão. Fabricação do elemento combustível nuclear. Instalações para armazenamento dos elementos combustíveis usados. Instalações para o retratamento do combustível irradiado Instalações para o tratamento e deposições, provisórias e finais, dos rejeitos radioativos naturais e artificiais. Laboratórios para a produção de radioisótopos e moléculas marcadas. Instalações para tratamento do material radioativo e confecção de fontes. Laboratórios de testes, ensaios e calibração de fontes, detectores e monitores de radiação, com fontes radioativas. Laboratórios de ensaios para materiais radioativos. Laboratórios de radioquímica. Laboratórios para descontaminação de peças e materiais radioativos Coleta de rejeitos radioativos em instalações, prédios e em áreas abertas. Lavanderia para roupas contaminadas. Transporte de materiais e rejeitos radioativos, condicionamento, estocagens e sua deposição. 16

11.11 Atividades e Operações Perigosas com Eletricidade O Decreto 93.412 de 14.10.1986 determina e estabelece o seguinte: 1. São atividades em condições de periculosidade de que trata a Lei nº. 7369, de 20 de Setembro de 1985, aquelas relacionadas no Quadro de Atividades/Área de Risco, anexo abaixo: Atividades 1. Atividades de construção, operação e manutenção de redes de linhas aéreas de alta e baixa tensões integrantes de sistemas elétricos de potência, energizadas mas com possibilidade de energização, acidental ou por falha operacional, incluindo: 1.1 Montagem, instalação, substituição, conservação, reparos, ensaios e testes de: verificação, inspeção, levantamento, supervisão e fiscalização; fusíveis, condutores, pára raios, postes, torres, chaves, muflas, isoladores, transformadores, capacitores, medidores, reguladores de tensão, religadores, seccionalizadores, carrier(onda portadora via linhas de transmissão), cruzetas, relê e braços de iluminação pública, aparelho de mediação gráfica, bases de concreto ou alvenaria de torres, postes e estrutura de sustentação de redes e linhas aéreas e demais componentes das redes aéreas. 1.2 Corte e poda de árvores. 1.3 Ligações e cortes de consumidores. 1.4 Manobras aéreas e subterrâneas de redes e linhas. 1.5 Manobras em subestação. 1.6 Testes de curto em linhas de transmissão. 1.7 Manutenção de fontes de alimentação de sistemas de comunicação. 1.8 Leitura em consumidores de alta tensão. 1.9 Aferição em equipamentos de medição. 1.10 Medidas de resistência, lançamento e instalação de cabo contra-peso. 1.11 Medidas de campo elétricos, rádio, interferência e correntes induzidas. 1.12 Testes elétricos em instalações de terceiros em faixas de linhas de transmissão (oleodutos, gasodutos, etc.). 1.13 Pintura de estruturas e equipamentos. 1.14 Verificação, inspeção, inclusivo aérea, fiscalização, levantamento de dados e supervisão de serviços técnicos. Área de Risco 1. Estruturas, condutores e equipamentos de linhas aéreas de transmissão, subtransmissão e distribuição, incluindo plataformas e cestos aéreos usados para execução dos trabalhos. - Pátio e salas de operação de subestações. - Cabines de distribuição - Estruturas, condutores e equipamentos de redes de tração elétrica, incluindo escadas, plataformas e cestos aéreos usados para execução dos trabalhos. 2. Atividades de construção, operação e manutenção de redes e linhas subterrâneas de alta e baixa tensões integrantes de sistemas elétricos de potência, energizados ou desenergizados, mas com possibilidade de energização acidental ou por falha operacional, incluindo: 2. Valas, bancos de dutos, canaletas, condutores, recintos internos de caixas, poços de inspeção, câmaras, galerias, túneis, estrutura, terminais e aéreas de superfície correspondente. 17

Atividades 2.1 Montagem, instalação, substituição, manutenção e reparos de: barramentos, transformadores, disjuntores, chaves e seccionadas, condensadores, chaves de óleo, transformadores para instrumentos, cabos subterrâneos e subaquáticos, painéis, circuitos elétricos, contatos, muflas e isoladores e demais componentes de redes subterrâneas. 2.2 Construção civil, instalação, substituição e limpeza de: valas, bancos de dutos, dutos, condutores, canaletas, galerias, túneis, caixas ou poços de inspeção, câmaras. 2.3 Medição, verificação, ensaios, testes, inspeção, fiscalização, levantamento de dados e supervisões de serviços técnicos. 3. Atividade de inspeção, testes, ensaios, calibração, medição e reparos em equipamentos e materiais elétricos, eletrônicos, eletromecânicos e de segurança individual e coletiva em sistemas elétricos de potência de alta e baixa tensão. 4. Atividades de construção, operação e manutenção nas usinas, unidades geradoras, subestações e cabines de distribuição em operações, integrantes de sistemas de potência, energizado ou desenergizado com possibilidade de voltar a funcionar ou energizar-se acidentalmente ou por falha operacional, incluindo: 4.1 Montagem, desmontagem, operação e conservação de: medidores, relês, chaves, disjuntores e religadores, caixas de controle, cabos de força, cabos de controle, barramentos, baterias e carregadores, transformadores, sistemas antiincêndio e de resfriamento, bancos de capacitores, reatores, reguladores, equipamentos eletrônicos, eletrônicos mecânicos e eletroeletrônicos, painéis, pára-raios, áreas de circulação, estruturas-suporte e demais instalações e equipamentos elétricos. 4.2 Construção de: valas de dutos, canaletas bases de equipamentos, estruturas, condutos e demais instalações, 4.3 Serviços de limpeza, pintura e sinalização de instalações e equipamentos elétricos. 4.4 Ensaios, testes, medições, supervisão, fiscalizações e levantamentos de circuitos e equipamentos elétricos, eletrônicos de telecomunicação e telecontrole. 5. Atividades de treinamento em equipamentos ou instalações energizadas, ou desenergizadas mas com possibilidade de energização acidental ou por falha operacional Área de Risco Áreas submersas em rios, lagos e mares Áreas das oficinas e laboratórios de testes e manutenção elétrica, eletrônica e eletromecânica onde são executados testes, ensaios, calibração e reparos de equipamentos energizados ou passíveis de energizamento acidental - Sala de controle e casas de máquinas de usinas e unidades geradoras. - Pátio e salas de operação de subestações, inclusive consumidoras. - Salas de ensaios elétricos de alta tensão - Sala de controle dos centros de operações. Pontos de medição e cabines de distribuição, inclusive de consumidores. Salas de controles, casa de máquinas, barragens de usinas e unidades geradoras. Pátios e salas de operações de subestações, inclusive consumidoras. 5. Todas as áreas descritas nos itens anteriores. 18

12. ANALISE DA PERICULOSIDADE 12.1. Das Atividades com Manuseio de Inflamável GLP Ficou evidenciada a presença de Inflamável GLP (Gás Liquefeito de Petroleo), armazenamento de 06 cilindros de GLP de 20kg cada, entretando salientamos que o armazenamento não ultrapassa os 135 quilos, conforme NR-16 item 16.6 da Portaria 3214/78 da CLT. 12.2. Das Atividades com Eletricidade Baseado nos levantamentos in-loco, ficou caracterizados a exposição dos funcionarios que exercem as funções de Eletricista, Eletricista de Manutenção e Eletricista Oficial com atividades e operações perigosas com sistema eletrico. NOTA: Todos os funcionários que operam próximo ou manuseiam com sistema elétrico (reparo, manutenção, atividades em geral), são devidamente capacitados, conforme preceitos da NR-10 e Portaria 598/04. Os funcionários que realizam ou por ventura venham realizar atividades próximo ou com manuseio do sistema elétrico, fazem jus ao adicional de periculosidade. 12.3. Das Atividades com Explosivos Baseado nos levantamentos in-loco, não ficou caracterizados nenhum tipo de exposição dos trabalhadores com atividades e operações perigosas com produtos explosivos 12.4. Das Atividades com Radiação Ionizante Baseado nos levantamentos in-loco, não ficou caracterizados nenhum tipo de exposição dos trabalhadores com atividades e operações perigosas com radição ionizante nas empresas ora avaliadas. 13.) RECOMENDAÇÕES PARA AS ÁREAS DE RISCO Com o objetivo de minimizar presumido risco, melhorando conseqüentemente o padrão de trabalho sob a ótica referente às atividades perigosas, abaixo relacionamos as seguintes sugestões: Em todas as áreas consideradas perigosas deverão existir letreiros com os dizeres NÃO FUME, NÃO FAÇA CHAMAS, INFLAMÁVEL. As áreas estabelecidas como ÁREAS DE RISCO, pertencentes a empresa deverá adotar medidas tais como: diminuição da quantidade de líquidos inflamáveis. Cabendo salientar que o risco é muito pequeno para ocorrências de acidentes do trabalho. O departamento de Segurança deve manter pasta com as fichas técnicas de todos os produtos químicos e inflamáveis utilizados na Empresa. Providenciar a instalação de uma plca metalica de identificação no reservatório de GLP, conforme NR-20 item 20.3.3 da Portaria 3214/78 da CLT. 19

14.) CONCLUSÃO 14.1. Do Manuseio com Inflamáveis Pelo exposto, e baseado nos levantamentos in-loco, verificamos e concluimos que não ficou caracterizados nenhum tipo de exposição dos trabalhadores em atividades e operações perigosas com inflamaveis, conforme NR-16 da Portaria 3214/78 da CLT. 14.2. Do Manuseio com Sistema Elétrico Pelo exposto, e baseado nos levantamentos in-loco, verificamos e concluímos que fazem jus ao devido adicional de Periculosidade em de 30% (trinta por cento) sobre o salário, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa, sendo-lhe ressalvado o direito de opção por adicional de insalubridade eventualmente devido, conforme NR-16 da Portaria 3214/78 e Decreto nº 93.412 de 14 de outubro de 1986, regulamenta a Lei nº 7.369, de 20 de setembro de 1985, somente para os funcionários que exercem as funções de Eletricista, Eletricista de Manutenção e Eletricista Oficial. 14.3. Do Manuseio com Explosivo Pelo exposto, e baseado nos levantamentos in-loco, verificamos e concluimos que não ficou caracterizados nenhum tipo de exposição dos trabalhadores em atividades e operações perigosas com explosivos, conforme NR-19 da Portaria 3214/78 da CLT. 14.4. Do Manuseio com Radiação Ionizante Pelo exposto, e baseado nos levantamentos in-loco, verificamos e concluimos que não ficou caracterizados nenhum tipo de exposição dos trabalhadores em atividades e operações perigosas com radiação ionozante, conforme NR-16 da Portaria 3214/78 da CLT e Portaria nº 3.393, de 17-12-1987. 15.) ENCERRAMENTO O presente Laudo Técnico Pericial vai por mim, ENG.º BOAZ BATISTA CAMARA, engenheiro de Segurança do Trabalho, portador do CREA nº 0600739168-6ª Região, e do SSMT/MTb nº 13833, rubricado em todas as vias e assinado na última, para os devidos fins legais. São Bernardo do Campo, 27 de novembro de 2012. 20