Termopares Convencionais I

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Transcrição:

Termopares Convencionais I Introdução Definimos Termopares como sensores de medição de temperatura que são constituídos por dois condutores metálicos e distintos, puros ou homogêneos. Em uma de suas extremidades são unidos e soldados, à qual convencionou-se o nome de junta de medição ou junta quente, e a outra extremidade aberta onde se fazem as devidas interligações de junta de referência. Quando submetemos suas extremidades a temperaturas diferentes a composição química dos metais gera uma força eletromotriz da ordem de mv, princípio este conhecido por SEEBEK. - Termopar tipo T (CCO - 180 a 370 ºC) sua principal característica é a excelente resistência à corrosão, sendo utilizado em temperaturas negativas. - Termopar tipo J (FECO 0 a 800 ºC) recomendado para utilização no vácuo e em atmosferas oxidantes. Não se recomenda a utilização deste Termopar em locais que contenham enxofre. - Termopar tipo K (CRAL 0 a 1200 ºC) este é o mais utilizado na indústria em geral, pois tem uma excelente resistência à oxidação em alta temperatura e à corrosão em baixas temperaturas. Termopares Nobres Estes Termopares são classificados como Termopares Nobres por apresentarem um alto grau de pureza e homogeneidade de suas ligas, baixa potência termoelétrica e uma excelente precisão de leitura. O custo de um Termopar Nobre é relativamente maior que os Termopares Básicos. A composição química de suas ligas é, na maioria das vezes, de platina. - Termopar tipo S (PTRHPT 10% 0 a 1600ºC) Este é o mais conhecido e usado entre os Termopares Nobres. Possui uma precisão altíssima e uma ampla faixa de utilização, alta repetibilidade de leitura, baixa potência termoelétrica. Com todas essas características este Termopar é utilizado em laboratórios de calibração como um Termopar Padrão. A composição da sua liga é de 90% platina e 10% ródio e na sua faixa de trabalho é recomendado para ser utilizado em locais oxidantes sempre com tubos de proteção cerâmica. - Termopar tipo R (PTRHPT 13% 0 a 1700ºC) Possui as mesmas características de uso e recomendações do Termopar tipo S, porém sua composição é um pouco diferente contendo 87% platina e 13% ródio. Este Termopar também é utilizado em laboratórios como Padrão. - Termopar tipo B (PTRHPT 30% 600 a 1800ºC) Também possui características de uso idêntica às do tipo S e R, recomenda-se o tubo de proteção como os S e R em locais onde contenham vapores de metais. Possui uma resistência mecânica dos fios maior que os S e R e geram um sinal termoelétrico muito baixo. Sua utilização é recomendada para temperaturas altas e a composição de sua liga é de 70% platina e 30% ródio.

Termopares Convencionais II Alguns modelos de Termopares convencionais Termopares Metálicos H fig. 2 fig. 3 fig. 4 Termopares Cerâmicos 80 mm 80 mm 80 mm L L L fig. 2 fig. 3 Termopar Simples fig. 2 Obs.: Fabricamos qualquer modelo mediante desenho ou especificação

Termopares Minerais Introdução Os Termopares de Isolação Mineral são de extrema necessidade no processo industrial de medição da temperatura, pois os fios são montados em bainhas de proteção de aço inoxidável, isolados entre si. Todo o interior da bainha é altamente compactado com óxido de magnésio (excelente condutor térmico), ficando assim os fios totalmente protegidos do meio. Com esta montagem compactada o óxido de magnésio proporciona uma ótima isolação elétrica entre os fios condutores e a bainha metálica de proteção. Consequentemente a durabilidade deste termopar depende da resistência à corrosão dos fios (Termopar). Os Termopares de isolação mineral oferecem algumas vantagens com relação aos convencionais: grande estabilidade, longevidade e podem ser dobrados até noventa graus. São fabricados nos diâmetros: 1.5/3.0/4.5/6.0 mm. Possuem quatro tipos de calibrações: tipo T (CCO - 180 a 370 ºC), tipo J (FECO 0 a 800 ºC), tipo K (CRAL 0 a 1200 ºC), tipo PT100 ( -200 a 600 C), com tubos de proteção em aço inoxidável tipo ( 304 / 310 / 316 ). Vantagem frente ao Termopar A estabilidade da Força Eletromotriz do Termopar é caracterizada em função dos condutores estarem completamente protegidos contra a ação de gases e outras condições ambientais que, normalmente, causam oxidação e consequentemente perda da força eletromotriz gerada. O pó muito bem compactado dentro da bainha metálica, mantém os condutores intactos, permitindo que os mesmos sejam dobrados, torcidos ou achatados. A pequena massa e a alta condutividade térmica do pó proporcionam ao Termopar um tempo de resposta que é virtualmente igual ao de um Termopar descoberto de dimensão equivalente. Alguns modelos de Termopares Minerais Pote fig. 2 fig. 3 fig. 4 Obs.: Fabricamos qualquer modelo mediante desenho ou especificação

Termoresistências Introdução Os termômetros de resistência são sensores de temperatura que operam baseados no princípio da variação da resistividade elétrica de um metal, em função da temperatura. Termoresistência ou termômetro de resistência são sensores de alta precisão e excelente repetibilidade de leitura, desvio com uso e envelhecimento desprezíveis, além de alto sinal elétrico de saída. Vantagem frente ao Termopar Dentro da sua utilização é muito mais preciso que o Termopar, sendo que a tolerância de erro a 500 ºC é de 2,4 ºC na classe B e na classe A é de 0,98 ºC. Fazendo as devidas interligações com os equipamentos adequados, podem ser ligados a qualquer distância. São mais estáveis que os termopares. Corretamente protegidos podem ser utilizados em qualquer ambiente. Sua curva resistência Ohmica/Temperatura Sua faixa de utilização é de - 200 ºC a 650 ºC conforme a norma ASTME1137 segundo a ITS-90. As termoresistências são divididas em duas classes de precisão: classe A e B podendo ser montadas com ligação 2 ou 3 fios. Nas montagens convencionais o bulbo de resistência é montado em uma bainha de aço inoxidável preenchida com óxido de magnésio, permitindo uma ótima condução térmica e protegendo o bulbo de qualquer choque mecânico ou impacto. Recomendações para Instalação É recomendado o pré-aquecimento do sensor para evitar o choque térmico. Deverá ser evitado o choque mecânico ou impacto na instalação. O bulbo de resistência deve ser totalmente imerso no processo. Alguns modelos de Termoresistências Pote fig. 2 fig. 3 fig. 4 Obs.: Fabricamos qualquer modelo mediante desenho ou especificação

Acessórios Cabeçotes 105 95 79 56 54 74 92 98 Cabeçote JMO Cabeçote DIN B Cabeçote DIN A Cabeçote APE Blocos de Ligação Ø 26 mm Ø 41 mm Ø 51 mm Ø 56 mm Conectores Flange Ajustável 26 16 65 fig. 2 68 fig. 2 91,5 45 Pirométrica Conector Sensores Ltda. Mini-Conector

Fios e Cabos Isolação de Fios e Cabos de Extensão e Compensação Normalmente os fios e cabos de extensão e compensação são fabricados nas bitolas 16, 20, 24 AWG e 1,0 mm2, nos tipos J, K, T, R, S e B, a variação existente entre os mesmos difere principalmente quanto à isolação dos condutores. Devido à grande variedade de aplicações, estes podem ser fornecidos com diversos tipos de isolação. Cabos de Compensação B A Tipo do Termopar A B Trança Metálica Tipo Tipo do Termopar Extensão Compensação T T J J K K S R/S B B Silicone FEP 100 PTFE Isolação da Isolação Temp. Máx. de tilização da Isolação Observações Interna Externa Resistência à abrasão Resistência à absorção umidade Graus Celsius Muito Boa Excelente 105 so geral - resistente à maioria dos óleos e produtos químicos Silicone Boa até 200 ºC Muito Boa 250 so geral - acima de 200 ºC a resistência à abrasão desaparece Boa até 200 ºC Boa até 200 ºC 540 Acima de 200 ºC a resistência à abrasão e umidade desaparecem FEP FEP Excelente Excelente 200 so geral - excelente resistência à abrasão e umidade

Transmissores de Temperatura Descrição Os Transmissores de Temperatura General Controls da linha TT-2002PT e TT-2002T convertem um sinal emitido pelo sensor de temperatura do tipo PT-100 ou termopar em sinal diretamente proporcional em corrente na faixa de 4 a 20 ma. Desenvolvidos com tecnologia atualizada e processo de fabricação utilizando circuitos integrados de alta precisão, com compensação de temperatura que lhes garantem confiabilidade, robustez e longevidade, sendo o seu conjunto montado em caixa de latão com pintura em epóxi, dando-lhe maior imunidade a ruídos a rádio freqüência, e robustez, possibilitando sua montagem em qualquer cabeçote disponível no mercado devido a suas dimensões reduzidas. Outras características técnicas: alta estabilidade térmica, proteção contra tensão reversa e picos de sobretensão e led indicativo de polarização e transmissão. Tipos e Ranges TT-2002PT (termoresistência Pt 100 a 0ºC) ranges: 0 a 50ºC -200 a 600ºC 0 a 100ºC -200 a 400ºC 0 a 200ºC -200 a 200ºC 0 a 400ºC -100 a 100ºC -50 a 50ºC -100 a 0ºC Outros ranges sob consulta Obs.: Escalas - qualquer valor dentro dos ranges TT-2002T (termopares) B 0 a 1800ºC J 0 a 800ºC R 0 a 1700ºC K 0 a 1200ºC S 0 a 1700ºC Outros ranges sob consulta Obs.: Escalas - qualquer valor dentro dos ranges Especificações Técnicas Alimentação... 12 a 36 Vcc (Recomendado 24 Vcc) Carga Máxima de Saída....... 700 Ohms @ 24Vcc Precisão......................... ± 0,05% FSD Linearidade...................... ± 0,05% FSD Repetibilidade.................... ± 0,05% FSD Efeito de Temperatura.... ±0,01%/ºC do Span Máx. Corrente de excitação da termoresistência... 0,8 ma PT-100................... Linearização de curva Termopares........... Compensação de Junta Fria Burnout................. pscale ou Downscale Ranges........................... Vide acima Escalas Calibradas......... Definidas pelo usuário Ajuste de Zero/Span.............. Independentes Temperatura de Operação............ -20 a +80ºC Envolucro....... Caixa Metálica com Resina Epoxi Parafusos e Arruelas.................. ANSI 316 Diagrama de Ligação RL span RL span Alimentação SAÍDA + - TT-9500 Alimentação SAÍDA + - TT-9600 + - termopar zero PT-100 zero Modelo TT-2002PT - Transmissor PT-100 Modelo TT- 2002T - Transmissor Termopar