BOLETIM TÉCNICO 2015/16

Documentos relacionados
BOLETIM TÉCNICO 2015/16

BOLETIM TÉCNICO 2015/16

BOLETIM TÉCNICO nº 16/2017

BOLETIM TÉCNICO 2015/16

BOLETIM TÉCNICO SAFRA 2014/15

BOLETIM TÉCNICO nº 15/2017

BOLETIM TÉCNICO 2015/16

BOLETIM TÉCNICO nº 19/2017

BOLETIM TÉCNICO SAFRA 2014/15

BOLETIM TÉCNICO 2015/16

BOLETIM TÉCNICO SAFRA 2014/15

BOLETIM TÉCNICO 2015/16

BOLETIM TÉCNICO nº 05/2017

20 PRODUTIVIDADE DE HÍBRIDOS DE MILHO EM

BOLETIM TÉCNICO SAFRA 2014/15

BOLETIM TÉCNICO SAFRA 2014/15

08 POTENCIAL PRODUTIVO DE CULTIVARES DE SOJA

16 EFEITO DA APLICAÇÃO DO FERTILIZANTE FARTURE

11 EFEITO DA APLICAÇÃO DE FONTES DE POTÁSSIO NO

15 AVALIAÇÃO DOS PRODUTOS SEED E CROP+ EM

18 PRODUTIVIDADE DA SOJA EM FUNÇÃO DA

BOLETIM TÉCNICO nº 09/2017

17 EFEITO DA APLICAÇÃO DE MICRONUTRIENTES NA

13 AVALIAÇÃO DE PROGRAMAS DE NUTRIÇÃO VIA

14 AVALIAÇÃO DE HERBICIDAS PRÉ-EMERGENTES NA

BOLETIM TÉCNICO nº 02/2017

Avaliar o desempenho agronômico de cultivares de soja em Lucas. do Rio Verde MT. O experimento foi instalado nas dependências da Fundação de

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE FISIOLOGICA DAS SEMENTES NA PRODUTIVIDADE DA CULTURA DA SOJA. Material e Métodos. Sementes (Brasil, 2009.

Desempenho de cultivares de milho indicadas para cultivo no Rio Grande do Sul na safra

Leonardo Henrique Duarte de Paula 1 ; Rodrigo de Paula Crisóstomo 1 ; Fábio Pereira Dias 2

AVALIAÇÃO DE CULTIVARES E ÉPOCAS DE SEMEADURA DE MILHO SAFRINHA NA REGIÃO DE RIO VERDE (GO)

Resultados da Avaliação de Cultivares de Milho IAC/APTA/CATI/Empresas Safra de Verão 2015/16. Aildson Pereira Duarte Programa Milho IAC/APTA

Resultados da Avaliação de Cultivares de Milho Safrinha em IAC/APTA/CATI/Empresas

Resultados da Avaliação de Cultivares de Milho IAC/APTA/CATI/Empresas Safra de Verão 2014/15. Aildson Pereira Duarte Programa Milho IAC/APTA

DUAS ADUBAÇÕES DIFERENTES, NA REGIÃO DO VALE DO ARAGUAIA, SAFRINHA ( 2015, EM QUERÊNCIA - MT

RESPOSTA DE HÍBRIDOS DE MILHO AO NITROGÊNIO EM COBERTURA

Avaliação de aspectos produtivos de diferentes cultivares de soja para região de Machado-MG RESUMO

EFEITO DE ADUBAÇÃO NITROGENADA EM MILHO SAFRINHA CULTIVADO EM ESPAÇAMENTO REDUZIDO, EM DOURADOS, MS

Avaliação de cultivares de milho para produção de silagem em Patrocínio, MG

Experimento Correção de P (safra 2010/11 a 2015/16)

Avaliação de Cultivares de Milho na Safra 2009/2010, em Dourados, MS

ANÁLISE DE PRODUTIVIDADE EM HÍBRIDOS COMERCIAIS E EXPERIMENTAIS DE MILHO NOS MUNICÍPIOS DE MUZAMBINHO/MG, NOVA PONTE/MG E RIO VERDE/GO

RELATÓRIO FINAL. AVALIAÇÃO DO PRODUTO CELLERON-SEEDS e CELLERON-FOLHA NA CULTURA DO MILHO CULTIVADO EM SEGUNDA SAFRA

Avaliação da performance agronômica do híbrido de milho BRS 1001 no RS

RELATÓRIO TÉCNICO. Avaliação do comportamento de HÍBRIDOS DE MILHO semeados em 3 épocas na região Parecis de Mato Grosso.

DOSES E FONTES DE NITROGÊNIO EM COBERTURA NO MILHO SAFRINHA

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE CULTIVARES DE MILHO EM FUNÇÃO DA DENSIDADE DE SEMEADURA, NO MUNÍCIPIO DE SINOP-MT

DESEMPENHO AGRONÔMICO DE HÍBRIDOS DE MILHO SAFRINHA EM DUAS ÉPOCAS DE SEMEADURA EM AQUIDAUANA, MS.

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE CULTIVARES DE MILHO SAFRINHA NO MUNICÍPIO DE SINOP-MT

Caraterísticas agronômicas de híbridos experimentais e comerciais de milho em diferentes densidades populacionais.

l«x Seminário Nacional

DESEMPENHO DE MILHO SAFRINHA EM DUAS ÉPOCAS DE SEMEADURA E POPULAÇÕES DE PLANTAS, EM DOURADOS, MS

COMPORTAMENTO AGRONÔMICO DE CULTIVARES DE TRIGO NO MUNICÍPIO DE MUZAMBINHO MG

10 AVALIAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA

INOCULAÇÃO DE SEMENTES COM Azospirillum E NITROGÊNIO EM COBERTURA NO MILHO SAFRINHA

Este trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência fungicidas no

CARACTERIZAÇÃO AGRONÔMICA DE CULTIVARES DE SOJA PARA O SUL DE MINAS GERAIS NO MUNICÍPIO DE INCONFIDENTES-MG 1

Resultados da Avaliação de Cultivares de Milho IAC/APTA/CATI/Empresas Safra de Verão 2017/18. Aildson Pereira Duarte Programa Milho IAC/APTA

Avaliação de cultivares de milho para produção de silagem em Felixlândia, MG

RESPOSTA DO MILHO SAFRINHA A DOSES E ÉPOCAS DE APLICAÇÃO DE POTÁSSIO

Produtividade de Genótipos de Feijão do Grupo Comercial Preto, Cultivados na Safra da Seca de 2015, no Norte de Minas Gerais.

AVALIAÇÃO DE CULTIVARES DE MILHO E SORGO PARA PRODUÇÃO DE SILAGEM SAFRA 2016/2017

DESEMPENHO DE NOVAS CULTIVARES DE CICLO PRECOCE DE MILHO EM SANTA MARIA 1

Avaliação de Cultivares de Sorgo Granífero para Indicação no Estado do Rio Grande do Sul Safra 2012/13

ÍNDICE DE ESPIGAS DE DOIS HÍBRIDOS DE MILHO EM QUATRO POPULAÇÕES DE PLANTAS E TRÊS ÉPOCAS DE SEMEADURA NA SAFRINHA

AVALIAÇÃO DE CULTIVARES DE MILHO PARA PRODUÇÃO DE SILAGEM SAFRA 2014/2015

Avaliação de cultivares de milho para produção de silagem em Patos de Minas

BOLETIM TÉCNICO nº 17/2017

AVALIAÇÃO DE CULTIVARES DE MILHO E SORGO PARA PRODUÇÃO DE SILAGEM SAFRA 2015/2016

BOLETIM TÉCNICO nº 13/2017

PP = 788,5 mm. Aplicação em R3 Aplicação em R5.1. Aplicação em Vn

CALAGEM, GESSAGEM E MANEJO DA ADUBAÇÃO EM MILHO SAFRINHA CONSORCIADO COM Brachiaria ruziziensis

CARACTERIZAÇÃO DE GRUPOS DE GENÓTIPOS DE MILHO SAFRINHA AVALIADOS EM DOURADOS, MS

RELATÓRIO TÉCNICO. ENSAIO DE COMPETIÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA (Glycine Max) NA REGIÃO DO VALE DO ARAGUAIA, SAFRA 2014/2015, EM QUERÊNCIA - MT

PRODUTIVIDADE AGRÍCOLA DO MILHO HÍBRIDO AG7088 VT PRO3 CULTIVADO SOB DIFERENTES DOSES DE NITROGÊNIO

ESPAÇAMENTO ENTRE LINHAS E DENSIDADES DE SEMEADURA DE MILHO EM CONDIÇÕES DE SAFRINHA

CARACTERÍSTICAS AGRONÔMICAS DE HÍBRIDOS COMERCIAIS DE MILHO UTILIZADOS PARA SILAGEM

EVOLUÇÃO DO CONSÓRCIO MILHO-BRAQUIÁRIA, EM DOURADOS, MATO GROSSO DO SUL

Transcrição:

1 09 AVALIAÇÃO DO POTENCIAL PRODUTIVO DE HIBRIDOS DE MILHO EM SEGUNDA SAFRA EM Objetivo Avaliar os atributos agronômicos e a produtividade de diferentes híbridos de milho cultivados em segunda safra em Lucas do Rio Verde MT. BOLETIM TÉCNICO 2015/16 Lucas do Rio Verde, MT Agosto, 2016 Autores Rodrigo Pengo Rosa, M. Sc. Engenheiro Agrônomo Fundação Rio Verde, MT rodrigopengo@fundacaorioverde.com.br Fabio Kempim Pittelkow, D. Sc. Engenheiro Agrônomo Fundação Rio Verde, MT fabio@fundacaorioverde.com.br Rodrigo Marcelo Pasqualli Engenheiro Agrônomo Fundação Rio Verde, MT rodrigo@fundacaorioverde.com.br Materiais e Métodos O experimento foi instalado nas dependências da Fundação de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico Rio Verde, localizada entre as coordenadas geográficas 13 00 27 S - 55 58 07 W e 12 59 34 S - 55 57 50 W, com altitude média de 387 metros, no município de Lucas do Rio Verde - MT, em um LATOSSOLO VERMELHO Amarelo distrófico de textura argilosa, em semeadura direta sob palhada residual da cultura da soja. A instalação do experimento foi realizada em faixas de semeio, cada faixa foi composta por 15 linhas de plantio no espaçamento de 0,45 metros entre linhas por 30,0 metros de comprimento, totalizando 202,5 m 2 por faixa, conforme Figura 1. O semeio dos híbridos foi realizado dia 16/02/2016 com adubação de 250 kg ha -1 do formulado 07-20-20 no sulco de semeio e adubação de cobertura com 100 kg ha -1 de Ureia no estádio V3 e uma segunda aplicação em cobertura com 100 kg ha -1 de Ureia no estádio V5. Os híbridos empregados no ensaio com a cultura do milho estão descritos na Tabela 1 e os dados de precipitação ocorridos a 10 dias antes da instalação do ensaio até a colheita estão apresentados na Figura 2.

6 11 16 21 26 2 7 12 17 22 27 1 6 11 16 21 26 1 6 11 16 21 26 31 5 10 15 20 Precipitação Pluvial (mm) Temperatura Média (ºC) 2 DKB 290 PRO3 AS 1656 PRO3 AG 7088 PRO3 Syn 5T78 VIP3 2B610 PW 2B810 PW SHS 7930 PRO2 BM 812 PRO2 DKB 390 PRO2 LG 6038 PRO2 ADV 9434 PRO2 BG 7439 HX MG 580 PW BM 815 MG 699 PW PAC 105 CD 3612 PW CD 3775 PW 2m60 2m80 2B647 PW 198 Formula Viptera 297 Supremo Viptera 787 Figura 1. Croqui do Experimento. 120,0 100,0 Precipitação Temp. Média 35,0 30,0 80,0 60,0 40,0 25,0 20,0 15,0 10,0 20,0 5,0 0,0 0,0 Fevereiro Março Abril Maio Junho 2016 Figura 2. Temperatura Média e Precipitação ocorridos 10 dias antes da instalação do ensaio até a colheita, com acumulado de 1.001,4 mm de precipitação no período. Fundação Rio Verde, 2016.

3 Tabela 1. Descrição dos tratamentos utilizados no experimento com a cultura do milho em Lucas do Rio Verde, MT. Fundação Rio Verde, 2016. Nº Trat. Empresa Tratamento 1 Advanta ADV 9434 PRO2 2 Advanta PAC 105 3 Agroceres AG 7088 PRO3 4 Agroeste AS 1656 PRO3 5 Balu 198 6 Balu 297 7 Balu 787 8 Biogene BG 7439 HX 9 Biomatrix BM 812 PRO2 10 Biomatrix BM 815 11 Coodetec CD 3612 PW 12 Coodetec CD 3775 PW 13 Dekalb DKB 290 PRO3 14 Dekalb DKB 390 PRO2 15 Dow 2B610 PW 16 Dow 2B810 PW 17 Jmen 2m60 18 Jmen 2m80 19 LG LG 6038 PRO2 20 Morgan MG 580 PW 21 Morgan MG 699 PW 22 Santa Helena 2B647 PW 23 Santa Helena SHS 7930 PRO2 24 Syngenta Formula Viptera 25 Syngenta Supremo Viptera 26 Syngenta Syn 5T78 VIP3 Para o controle de pragas foi realizada duas aplicações de Galil SC na dosagem de 0,3 L ha -1 e duas aplicações de Nomolt 150 na dosagem de 0,1 L ha -1. O controle de plantas daninhas foi realizado com uma aplicação de Roundup WG na dosagem de 2,0 Kg ha ¹, uma aplicação de Gesaprin 500 na dosagem de 1,5 kg ha ¹ e uma aplicação de Soberan na dosagem de 0,24 L ha -1. Para o controle de doenças foi realizada uma aplicação de Opera Ultra na dosagem de 0,5 L ha -1.

4 Abaixo estão descritas as avaliações realizadas durante a condução do ensaio. Altura de Plantas Final: Altura de oito plantas aleatórias dentro de cada faixa de semeio, medindo do nível do solo até a inserção da folha bandeira, avaliação realizada no final do ciclo da cultura; Altura de Inserção da Espiga: Altura de oito plantas aleatórias dentro de cada faixa de semeio, medindo do nível do solo até a inserção da espiga principal, avaliação realizada no final do ciclo da cultura; População de Plantas: Contagem de plantas presentes em 4 metros lineares, realizado em 4 pontos aleatórios dentro de cada faixa de semeio, e convertido para unidade de área padrão, avaliação realizada no final do ciclo da cultura; Massa de Mil Grãos: Realizado após a colheita e trilhagem das parcelas, pesagem de 100 grãos de milho por parcela, convertidos para massa de mil grãos, com umidade de comercialização padrão de 13%; Produtividade: Peso dos grãos de milho colhidos, que foi composta por duas linhas de 5 metros cada, com 4 repetições dentro de cada faixa de plantio, convertidos para unidade de área com umidade de comercialização padrão de 13%. Posteriormente os dados foram submetidos à análise de variância e comparação de médias pelo Teste de Skott-Knott ao nível de 5% de probabilidade através do programa computacional Sisvar 5.6 (Ferreira, 2008). Resultados e Discussão As maiores alturas de plantas foram observadas para os híbridos ADV 9434 PRO2, AG 7088 PRO3, AS 1656 PRO3, 198, BG 7439 HX, DKB 290 PRO3, 2m80, LG 6038 PRO2 e Supremo Viptera com média de 256,6 centímetros de altura. A altura de inserção da primeira espiga apresentou as menores médias para os híbridos AS 1656 PRO3, 297, 787, BM 815, 2B610 PW, 2B810 PW, MG 580 PW, 2B647 PW e Formula Viptera com média de 119,5 centímetros de altura, a maior média para esta variável foi de 135,1 centímetros de altura (Tabela 2). A população final de plantas não apresentou diferença estatística entre os híbridos testados, com uma média de 66.613 plantas por hectare (Tabela 2). Os híbridos BG 7439 HX, DKB 290 PRO3, LG 6038 PRO2 e MG 580 PW foram os que apresentaram as melhores médias para a massa de mil grãos com 311,9 gramas (Tabela 3). A produtividade apresentou uma variação de 59,3 sc ha ¹ entre os materiais, sendo os híbridos mais produtivos o 297, BG 7439 HX, CD 3612 PW, DKB 390 PRO2, 2B610 PW, 2B810 PW, 2m80, LG 6038 PRO2, MG 580 PW, 2B647 PW, Formula Viptera e Syn 5T78 VIP3 com uma média de 8.684,3 kg ha ¹ equivalente a 144,7 sc ha ¹ (Tabela 3).

5 Tabela 2. Altura de Plantas (AP), Altura de Inserção da Espiga (AIE) e População de Plantas (POP) para a cultura do milho em função dos tratamentos testados. Fundação Rio Verde, 2016. Empresa Híbridos AP* AIE* POPⁿˢ cm pl ha ¹ Advanta ADV 9434 PRO2 264,4 a 138,8 a 66.667 Advanta PAC 105 240,6 b 125,6 b 66.667 Agroceres AG 7088 PRO3 251,9 a 135,0 a 66.667 Agroeste AS 1656 PRO3 255,6 a 120,6 c 68.056 Balu 198 256,9 a 133,1 a 69.445 Balu 297 246,9 b 121,3 c 68.056 Balu 787 248,8 b 113,1 c 66.667 Biogene BG 7439 HX 251,9 a 130,6 b 62.500 Biomatrix BM 812 PRO2 245,0 b 136,9 a 75.000 Biomatrix BM 815 241,3 b 121,9 c 58.334 Coodetec CD 3612 PW 248,8 b 126,9 b 68.056 Coodetec CD 3775 PW 245,0 b 127,5 b 70.834 Dekalb DKB 290 PRO3 259,4 a 133,1 a 59.723 Dekalb DKB 390 PRO2 248,1 b 128,1 b 63.889 Dow 2B610 PW 243,1 b 123,1 c 63.889 Dow 2B810 PW 247,5 b 113,8 c 65.278 Jmen 2m60 244,4 b 127,5 b 68.056 Jmen 2m80 255,0 a 126,3 b 63.889 LG LG 6038 PRO2 258,8 a 135,6 a 66.667 Morgan MG 580 PW 233,1 b 122,5 c 61.111 Morgan MG 699 PW 244,4 b 129,4 b 63.889 Santa Helena 2B647 PW 241,9 b 120,0 c 69.445 Santa Helena SHS 7930 PRO2 245,6 b 133,1 a 65.278 Syngenta Formula Viptera 249,4 b 119,4 c 69.445 Syngenta Supremo Viptera 255,6 a 126,9 b 73.611 Syngenta Syn 5T78 VIP3 242,5 b 125,6 b 70.834 Média 248,7 126,8 66.613 Coeficiente de Variação (%) 3,2 4,8 9,3 *As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o Teste de Scott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. ns não significativo.

6 Tabela 3. Massa de Mil Grãos (MMG) e Produtividade dos diferentes híbridos de milho em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso. Fundação Rio Verde, 2016. Empresa Híbridos MMG* Produtividade* gramas kg ha ¹ sc ha ¹ Morgan MG 580 PW 309,0 a 9.540,9 a 159,0 a Jmen 2m80 261,9 c 9.125,7 a 152,1 a Syngenta Syn 5T78 VIP3 289,8 b 9.098,6 a 151,6 a Dekalb DKB 390 PRO2 294,5 b 9.027,9 a 150,5 a Coodetec CD 3612 PW 288,6 b 9.002,4 a 150,0 a Santa Helena 2B647 PW 278,8 b 8.523,0 a 142,1 a Dow 2B610 PW 280,8 b 8.475,7 a 141,3 a Syngenta Formula Viptera 271,3 b 8.441,1 a 140,7 a LG LG 6038 PRO2 304,1 a 8.437,7 a 140,6 a Dow 2B810 PW 244,8 d 8.339,2 a 139,0 a Balu 297 286,6 b 8.191,5 a 136,5 a Biogene BG 7439 HX 315,4 a 8.007,9 a 133,5 a Coodetec CD 3775 PW 291,3 b 7.884,7 b 131,4 b Advanta PAC 105 288,5 b 7.830,6 b 130,5 b Agroceres AG 7088 PRO3 256,9 c 7.797,8 b 130,0 b Dekalb DKB 290 PRO3 319,1 a 7.783,4 b 129,7 b Morgan MG 699 PW 291,8 b 7.550,3 b 125,8 b Jmen 2m60 242,2 d 7.387,6 b 123,1 b Syngenta Supremo Viptera 242,4 d 7.267,7 b 121,1 b Advanta ADV 9434 PRO2 278,7 b 7.261,0 b 121,0 b Balu 198 279,1 b 7.039,5 c 117,3 c Biomatrix BM 815 284,9 b 6.996,4 c 116,6 c Balu 787 294,5 b 6.990,3 c 116,5 c Agroeste AS 1656 PRO3 282,9 b 6.650,5 c 110,8 c Santa Helena SHS 7930 PRO2 263,0 c 6.483,3 c 108,1 c Biomatrix BM 812 PRO2 234,3 d 5.982,8 c 99,7 c Média 279,8 7.889,1 131,5 Coeficiente de Variação (%) 5,3 9,6 *As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o Teste de Scott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. ns não significativo. Considerações Finais A altura de plantas e altura de inserção de espiga não influenciaram diretamente a produtividade dos híbridos testados, apresentando as médias de 248,7 e 126,8 centímetros. A população de plantas não apresentou diferença estatística, porém apresentou uma variação de 58.334 a 75.000 plantas por hectare, sendo equivalente a 0,75 plantas por metro linear. Apesar da diferença numérica observada para a população de plantas esta não influenciou a produtividade da cultura, sendo a maior média de produtividade de 144,7 sc ha ¹ obtida com uma população de plantas de 66.088 pl ha ¹ e a menor média de produtividade de 111,5 sc ha ¹ obtida com uma média de 67.130 pl ha ¹.

7 Referências Bibliográficas MARTINEZ, H.E.P.; CARVALHO, J.G.; SOUZA, R.B. Diagnose foliar. In: RIBEIRO, A.C.; GUIMARÃES, P.T.G.; ALVAREZ V., V.H. (eds.). Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais. 5ª Aproximação. Viçosa: UFV, 1999. p. 143-168. FERREIRA, DANIEL FURTADO. SISVAR: Um programa para análises e ensino de estatística. Revista Symposium (Lavras), v.6, p.36-41, 2008. Boletim Técnico Safra 2015/16 e Segunda Safra 2016 Fundação de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico Rio Verde Rodovia MT 449 KM 08 Caixa Postal 159 CEP: 78.455-000 Lucas do Rio Verde MT fundacao@fundacaorioverde.com.br www.fundacaorioverde.com.br Telefone: (65) 3549-1161 Versão on-line (2016)