CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL - CLP

Documentos relacionados
Linguagens de Programação - Ladder Automação Semestre 02/2015

ü Na década de 1920 os dispositivos mecânicos foram substituídos pelos relés; ü O uso da lógica de relés dificultava modificações do processo;

Programação Ladder. Douglas Wildgrube Bertol DEE - Engenharia Elétrica CCT

Automação Industrial PEA-2211: INTRODUÇÃO À ELETROMECÂNICA E À AUTOMAÇÃO AUTOMAÇÃO: CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL

Fundamentos de Automação. Controlador 01/06/2015. Controladores. Controladores. Controladores. Considerações Iniciais CURSO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

Controlador Lógico Programável

CLP. Curso de Formação Profissional Técnico em Eletroeletrônica Módulo III Senai Arcos-MG

Controlador Lógico Programável

Princípio de Funcionamento

AULA 6 - CLP CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS

AUTOMAÇÃO DA PRODUÇÃO. Prof. Dr. Roger Nabeyama Michels

Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Linguagem Ladder: Temporizadores

Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação CLPs: Interfaces de E/S

Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Controladores Lógicos Programáveis

AULA 6 - CLP CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS

A CPU do CLP compreende o microprocessador, o sistema de memória (ROM e RAM) e os circuitos auxiliares de controle.

CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL

- Tutorial - LogixPro. Elaboração: Professor Cristiano Tavares. Engenheiro Eletrônico e de Telecomunicação PUC Minas

Disciplina: Engenharia de Controle Curso: Engenharia Eletrônica Professor Pedro de Albuquerque Maranhão

Tutorial de Utilização do Software- Mini CLP FIT

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 9º PERÍODO. Profª Danielle Casillo

ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS USANDO CLP SIEMENS S7-212

INTRODUÇÃO AOS CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS

Curso de automação industrial utilizando o CLP Haiwell

Controladores Lógicos Programáveis. Prof. Juan Moises Mauricio Villanueva

Profª Danielle Casillo

Descubra as soluções EXSTO de EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

LAB4 Introdução aos Controladores Lógicos Programáveis

CLP PROG RUN REM...

CLP ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO ROGER NABEYAMA MICHELS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO - UFOP ESCOLA DE MINAS EM COLEGIADO DO CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO - CECAU

Visão geral dos controladores lógicos programáveis (CLPs)

Parte I Introdução. professorferlin.blogspot.com. professorferlin.blogspot.com. Sociedade Paranaense de Ensino e Informática

TECNOLOGIA EDUCACIONAL

Aula 10 Microcontrolador Intel 8051 Parte 1

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 9º PERÍODO. Profª Danielle Casillo

Controladores Lógicos Programáveis (CLP) Disciplina: TAIE4

Método Cascata Elétrica

Aula 02 História e Arquitetura dos CLPs ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO INFORMÁTICA INDUSTRIAL I ENG1016 PROFª. LETÍCIA CHAVES FONSECA

CLP. Curso de Formação Profissional Técnico em Eletroeletrônica Módulo III Senai Arcos-MG

MATERIAL 1 (FIC Programação Básica CLP Básico)

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 9º PERÍODO. Profª Danielle Casillo

Projeto 00 - Instruções examine se fechado e aberto, Saída

Dispositivo de Selagem de Doce de Leite HI. Profª Danielle Casillo

Universidade Federal do Paraná Setor Palotina Departamento de Engenharias e Exatas Engenharia de Energias Renováveis

3. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Apostila do Curso PTC2619 / PTC3418

Parte II Arquitetura. professorferlin.blogspot.com. professorferlin.blogspot.com. Sociedade Paranaense de Ensino e Informática

FACULDADE NOBRE DE FEIRA DE SANTANA Recredenciada pela Portaria Ministerial nº de 07 de outubro de 2011.

Introdução ao Controladores Lógicos Programáveis - CLP

Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação CLPs: Norma IEC 61131

CLP Controlador Lógico Programável

Controlador Lógico Programável

Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Câmpus Medianeira PLANO DE ENSINO. CURSO Engenharia Elétrica MATRIZ 548

Objetivos MICROCONTROLADORES HARDWARE. Aula 03: Periféricos. Prof. Mauricio. MICRO I Prof. Mauricio 1. Arquitetura de um Microcontrolador

MPS-Modular Production System. MANUAL DE OPERAÇÃO Estação de Teste. MPS Documentação Técnica. Estação de teste. Vista superior da estação

Apresentação e Introdução a Automação

Benefícios de um CLP:

14/3/2016. Prof. Evandro L. L. Rodrigues

PEA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ENERGIA E AUTOMAÇÃO ELÉTRICAS PEA-2211: INTRODUÇÃO À ELETROMECÂNICA E À AUTOMAÇÃO

Profª Danielle Casillo

SEL-433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I

MATERIAL 2 (FIC Programação Básica CLP Básico)

Introdução a lógica de relés

Indústria e Comércio de Atuadores RVC Eireli EPP.

XC143 BANCO DE ENSAIOS EM CLP SIEMENS (S7-1200) automação

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. SDCD - Sistema Digital de Controle Distribuído

MPS-Modular Production System. MANUAL DE OPERAÇÃO Estação de Armazenagem. MPS Documentação Técnica. Estação de armazenagem. Vista superior da estação

Tutorial: Configuração do CLP Citrino

Sensores, Atuadores e Controladores Fazendo uma Analogia Humana Automação

PEA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ENERGIA E AUTOMAÇÃO ELÉTRICAS PEA-2211: INTRODUÇÃO À ELETROMECÂNICA E À AUTOMAÇÃO

Plano de Trabalho Docente 2017 Ensino Técnico

Curso de automação industrial utilizando o CLP Haiwell

Visão da Automação industrial; Conceitos de CLPs; Linguagem de programação CLP; Programação do CLP; Exemplos.

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO

CONTROLADOR DE CENTRO MODELO Z

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Profª Danielle Casillo

Profª Danielle Casillo

5. Fundamentos da Programação LADDER

INTRODUÇÃO AOS CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS

SSC0112 Organização de Computadores Digitais I

Informações gerais: Informação. Sinais binários

Organização e Arquitetura de Computadores I

CONJUNTO DIDÁTICO PARA ESTUDO EM CLP (IEC )

I/O REMOTO. LINHA FnIO-S ARQUITETURA TÍPICA DESTAQUES

PLC KL640. Guia de Instalação Rápida. Soluções integradas às suas necessidades. Configurações Kl640. KEYLOGIX Automation Ltda

Aplicações Avançadas de Microprocessadores. Professor: Marco Shawn Meireles Machado

DISPOSITIVO DE PROGRAMAÇÃO 1. Prof. Dr. Roger Nabeyama Michels

Sua parceira em automação. Painéis elétricos. Interfaces. Instalação de campo

Implementação de Projetos de Automação Automação Semestre 01/2015

Transcrição:

MICROLOGIX 1200 E 1500

PRINCÍPIO (Software) Conhecimento (Energia) Alimento Cérebro (Processador) Sentidos (Sensores) Músculos (Atuadores) Sistemas Corpo

HISTÓRICO O Controlador lógico programável nasceu dentro da industria automobilística (GM) devido a grande dificuldade de mudar a lógica de controle dos painéis de comando a cada mudança da linha de montagem. Tais mudanças implicavam em altos gastos de tempo e dinheiro

COMPARATIVO ANTES DEPOIS

HISTÓRICO CONTROLADOR LÓGICO Em 1968 cientes das dificuldades encontradas na época para se implementar controles lógicos industriais. David Emmett e William Stone da General Motors Corporation solicitaram aos fabricantes de instrumentos de controle que desenvolvessem um novo tipo de controlador lógico que incorporasse as seguintes características: - Ser facilmente programável e permitir que a seqüência de operação por ele executada pudesse ser alterada, mesmo depois de sua instalação. - Ser de fácil manutenção, preferencialmente constituído de módulos interconectáveis (tipo "plug-in"). - Ter condições de operarem ambientes industriais com maior confiabilidade que os painéis de relés. - Ter um preço competitivo com os sistemas de relés.

OPERAÇÃO BÁSICA O CLP consiste em módulos de entrada ou pontos, uma unidade central de processamento (CPU) e módulos de saídas ou pontos. As entradas aceitam uma variedade de sinais digitais e/ou analógicos provenientes de vários dispositivos de campo como sensores e conversores, que são convertidos em sinais lógicos que podem ser usados pela CPU. A CPU toma decisões e executa as instruções de controle baseada no programa contido em sua memória. Os módulos de saída convertem as instruções de controle vindas da CPU em sinais digitais ou analógicos que podem ser usados para controlar vários dispositivos de campo (atuadores).

ARQUITETURA GERAL CONTROLADOR LÓGICO

FABRICANTES CONTROLADOR LÓGICO

TIPOS DE CLP COMPACTO Possuem incorporados em uma única unidade a fonte de alimentação, a CPU, e os módulos de I/O digital. Este tipo de estrutura é normalmente empregado para CLPs de pequeno porte. Apresentam módulos opcionais como I/O analógico, contadores rápidos, módulos de comunicação, IHM, etc. CONTROLADOR LÓGICO

TIPOS DE CLP MODULAR São compostos por uma estrutura modular, ou seja, cada módulo executa uma determinada função. Podemos ter processador e memória em um único módulo com fontes separadas ou então as três partes juntas em um único gabinete. O sistema de I/O é decomposto em módulos de acordo com suas características e estão dispostas em racks.

CLP COMPACTO X CLP MODULAR COMPACTO MODULAR

CICLO DE VARREDURA (SCAN) O programa do CLP é executado como parte de um processo repetitivo chamado de Scan. O scan do CLP inicia com a CPU lendo o estado das entradas. O programa aplicado é executado usando o estado das entradas. Uma vez que o programa é completado, a CPU atualiza diagnósticos internos e atividades de comunicação. WATCH DOG TIMER (WDT) Para verificação de erros, é estipulado um tempo de processamento, ficando a cargo de um circuito chamado WATCH DOG TIMER supervisionálo. Se esse tempo máximo for ultrapassado, a execução do programa pela CPU será interrompida, apresentando um estado de falha (fault).

CICLO DE VARREDURA (SCAN)

CARACTERISTICAS DO MICROLOGIX (I/O )

MÉTODOS DE MONTAGEM DE COMANDOS MÉTODO INTUITIVO Neste método utiliza-se a experiência do programador para efetuar a montagem do comando e posteriormente a diagrama LADDER.

MÉTODOS DE MONTAGEM DE COMANDOS MÉTODO DE MAXIMIZAÇÃO Neste método utiliza-se uma técnica pré-estabelecida para criação de comandos elétricos seguindo 3 passos: Um relé deve se auto manter (selo); Um relé deverá permitir a próxima sequência; Um relé deverá acionar ou desligar uma carga. Para prever a quantidade de relés utilizados deve-se atentar a seguinte relação: Nº de Relés = Nº de Passos + 1

MÉTODOS DE MONTAGEM DE COMANDOS MÉTODO DE MAXIMIZAÇÃO

PROGRAMAÇÃO CONTROLADOR LÓGICO

ENDEREÇAMENTO CONTROLADOR LÓGICO ENTRADA SAÍDA Item Função I Indicação de Entrada 1 Slot (CPU / Cartão) 0 Posição da entrada Item Função O Indicação de Saída 2 Slot (CPU / Cartão) 0 Posição da saída

INSTRUÇÃO (XIC) A função XIC (Examine if Close) verifica se uma entrada, saída ou bit esta energizado Pode ser comparada a um contato NA.

INSTRUÇÃO (XIC) EXEMPLO

INSTRUÇÃO (XIO) A função XIO (Examine if Open) verifica se uma entrada, saída ou bit esta desenergizado Pode ser comparada a um contato NF.

INSTRUÇÃO (XIO) EXEMPLO

INSTRUÇÃO DE SAÍDA (OTE) Esta instrução energiza uma saída ou bit quando a linha em que ela se encontra é verdadeira, ou seja, possui continuidade lógica.

INSTRUÇÃO DE SAÍDA (OTL) A instrução OTL é uma instrução para energizar um bit com retenção, ou seja, quando a linha em que se encontra esta instrução for verdadeira, o bit endereçado por ela será energizado e assim permanecerá mesmo quando a condição da linha mudar para falsa

INSTRUÇÃO DE SAÍDA (OTU) A instrução OTU é uma instrução utilizada para desenergizar um bit que foi energizado com a instrução OTL

EXEMPLO DAS INSTRUÇÕES (OTL) E (OTU)

LÓGICA E (AND) As instruções de condições programadas em série são equivalentes a lógica (AND)

LÓGICA OU (OR) As instruções de condições programadas em paralelo são equivalentes a lógica (OR)

CONTATO DE SELO O contato de selo é utilizado para energizar e manter energizado um bit por meio de uma entrada momentânea (pushbottom)

TEMPORIZAÇÃO TIMER ON (TON) TIMER: Código do Timer TIME BASE: Base de tempo PRESET: Valor de referência da contagem ACCUM: Valor real A instrução timer ON inicia a temporização quando a linha em que se encontra esta instrução for verdadeira.

TEMPORIZAÇÃO TIMER ON (TON)

TEMPORIZAÇÃO TIMER OFF (TOF) TIMER: Código do Timer TIME BASE: Base de tempo PRESET: Valor de referência da contagem ACCUM: Valor real A instrução timer OFF inicia a temporização quando a linha em que se encontra esta instrução for falsa.

TEMPORIZAÇÃO TIMER OFF (TOF)

COMPARAÇÃO ENTRE (TON) E (TOF)

TEMPORIZAÇÃO RETENTIVE TIMER (RT0) TIMER: Código do Timer TIME BASE: Base de tempo PRESET: Valor de referência da contagem ACCUM: Valor real A instrução de timer retentivo inicia a temporização quando a linha em que se encontra esta instrução for verdadeira e retém o valor do acumulado quando a linha muda para falsa.

TEMPORIZAÇÃO RETENTIVE TIMER (RT0)

TEMPORIZAÇÃO REALARME (RES) A instrução de realarme (RES) é utilizada para resetar o timer com retenção (RTO) EXEMPLO:

CONTADORES As instruções de contador crescente (CTU) e contador decrescente (CTD) contam transições de falsa para verdadeira, as quais podem ser causadas por eventos que ocorram no programa.

CONTADORES CONTADOR CRESCENTE (CTU) COUNTER: Código do Contador PRESET: Valor máximo a ser contado ACCUM: Valor real de contagem Quando a condição da linha em que se encontra esta instrução passa da falsa para verdadeira, o valor acumulado (ACCUM) é incrementado de um. Para resetar o contador devemos utilizar a instrução (RES)

CONTADORES CONTADOR CRESCENTE (CTU)

CONTADORES CONTADOR DECRESCENTE (CTD) COUNTER: Código do Contador PRESET: Valor máximo a ser contado ACCUM: Valor real de contagem Quando a condição da linha em que se encontra esta instrução passa de falsa para verdadeira, o valor acumulado (ACCUM) é decrementado de um. Para resetar o contador devemos utilizar a instrução (RES)

CONTADORES CONTADOR DECRESCENTE (CTD)

COMPARAÇÃO EQU (IGUAL) Esta instrução testa se o valor do parâmetro SOURCE A é igual ao valor do parâmetro SOURCE B. Se sim (SOURCE A = SORCE B) a instrução é verdadeira e tem continuidade lógica

COMPARAÇÃO GEQ (MAIOR OU IGUAL) Esta instrução testa se o valor do parâmetro SOURCE A é maior ou igual ao valor do parâmetro SOURCE B. Se sim (SOURCE A >= SORCE B) a instrução é verdadeira e tem continuidade lógica

COMPARAÇÃO GRT (MAIOR QUE) Esta instrução teste se o valor do parâmetro SOURCE A é maior que o valor do parâmetro SOURCE B. Se sim (SOURCE A > SORCE B) a instrução é verdadeira e tem continuidade lógica

COMPARAÇÃO LEQ (MENOR OU IGUAL) Esta instrução teste se o valor do parâmetro SOURCE A é menor ou igual ao valor do parâmetro SOURCE B. Se sim (SOURCE A <= SORCE B) a instrução é verdadeira e tem continuidade lógica

COMPARAÇÃO LES (MENOR QUE) Esta instrução teste se o valor do parâmetro SOURCE A é menor que o valor do parâmetro SOURCE B. Se sim (SOURCE A < SORCE B) a instrução é verdadeira e tem continuidade lógica

COMPARAÇÃO NEQ (DIFERENTE DE) Esta instrução teste se o valor do parâmetro SOURCE A é diferente do valor do parâmetro SOURCE B. Se sim (SOURCE A!= SORCE B) a instrução é verdadeira e tem continuidade lógica

COMPARAÇÃO LIM (LIMITES) A instrução LIM testa se o valor do parâmetro TEST esta dentro da faixa especificada pelos parâmetros LOW LIMIT (limite inferior) e HIGH LIMIT (limite superior). Se sim (LOW LIMIT <= TEST <= HIGH LIMIT) a instrução é verdadeira e tem continuidade lógica. Se não a instrução é falsa e não tem continuidade lógica

COMPARAÇÃO LIM (LIMITES) A instrução LIM testa se o valor do parâmetro TEST esta dentro da faixa especificada pelos parâmetros LOW LIMIT (limite inferior) e HIGH LIMIT (limite superior). Se sim (LOW LIMIT <= TEST <= HIGH LIMIT) a instrução é verdadeira e tem continuidade lógica. Se não a instrução é falsa e não tem continuidade lógica

SOFTWARE LOGIX PRO CONTROLADOR LÓGICO

Barra de menus SOFTWARE LOGIX PRO Ferramentas de Programação Modo de programação Simulação de I/O Área de programação (LADDER)

TELA DE PROGRAMAÇÃO (LADDER) Nesta tela o programador deverá inserir o programa em LADDER, linha à linha

FERRAMENTAS DE PROGRAMAÇÃO Com esta barra de ferramentas é possível buscar e inserir todas as funções de programação disponíveis no software de acordo com a atuação de cada uma. As funções são chamadas nas abas especificas.

BARRA DE MENUS CONTROLADOR LÓGICO Na barra de menus pode-se abrir um arquivo novo, salvar arquivo e, selecionar tela de simulação de processo.

MODO DE PROGRAMAÇÃO Nesta barra pode-se selecionar o modo programação, exclusivo para criação de programas, executar a simulação de download do programa para o CLP e o modo Run, simulando a execução do programa.

SIMULAÇÃO DE I/Os CONTROLADOR LÓGICO Com esta ferramenta é possível simular as entradas e saídas digitais. Além dos I/Os básicos pode-seselecionar alguns processos para simulação.

EXEMPLOS DE SIMULAÇÃO EMBARCADOS Portão automático Semáforo SIMULAÇÕES Misturador Elevador

REFERÊNCIAS BIBLIGRÁFICAS ROSA. Fabiano Camargo. Apostila de CLP. Universidade de Mogi das Cruzes. 2008. FRANCHI, Claiton Moro. CAMARGO, Valter L. A. Controladores Lógicos Programáveis sistemas discretos Ed Érica. 2 ed. São Paulo. 2009. Manual CLP Micrologix 1500 e 1200. Allen Bradley