TUTORIAL DE USO DO GIT JUNTO AO ECLIPSE 1. O que é o Git? Git é um sistema de controle de versão distribuído, inicialmente projetado para o desenvolvimento do Kernel do Linux, por Linus Torvalds. Neste tutotial será usado um plugin desenvolvido para o Eclipse que permite o uso de todas as funções do Git nesta IDE. 2. Download e Instalação do EGit no Eclipse Normalmente, as versões mais recentes do Eclipse já vem com o EGit por padrão. Porém, o EGit pode ser baixado no site http://eclipse.org/egit/. A instalação pode ser feita via o Eclipse intalation manager ou via o Eclipse Marketplace. 3. Configurações do Eclipse e do Git Primeiramente, você deve configurar seu nome e endereço de e-mail, os quais são usados como informações de autor nos procedimentos de commit. Configuração de usuário e e-mail.
A janela de configurações do Git podem ser acessadas via o caminho Window -> Preferences -> Team -> Git -> Configuration. Clique em "Add Entry..." e digite user.name no campo key e seu proprio nome no campo value. Escolha do local padrão do Repositório Git. Você também pode configurar o diretório padrão de seus projetos git em Window -> Preferences -> Team -> Git no campo Default repository folder. 4. Trabalhando com Repositório Local Crie um novo Java Project com uma Classe simples qualquer. A exemplo da Classe a seguir. Classe Simples para o Tutotial.
Clique com o botão direito sobre o novo projeto Team -> Share project, e então selecione Git -> Next e em seguida clique em Create. Criar um repositorio Local. É extremamente recomendado que seu repositório git esteja fora de seu workspace. O Eclipse segue essa recomendação e sugere um diretorio fora do workspace. Escolha um caminho onde seu repositório Git será criado. Dependendo da versão, o EGit pedirá um caminho e um nome, ou apenas o caminho (que deverá terminar com um nome para o projeto). Após clicar em Finish, clique novamente Finish mais uma vez para colocar seu repositório sobre o controle de versão do Git. 5. Configurando o Git para ignorar arquivos e Pastas O Git pode ser configurado para ignorar certos arquios e pastas durante as operações de repositório. Essa configuração é feita por meio de regras presentes nos arquivos.gitignore.
Crie um arquivo no Repositorio Git com os seguinte conteúdo. Configuração do arquivo.gitignore. Agora, o Git irá ignorar todos os arquivos que terminarem com.txt e todas as pastas bin e target, que estiverem presentes nas subpastas do local onde o arquivo.gitignore se encontra. É possível criar um.gitignore local clicando com o botão direito sobre um arquivo ou pasta Team -> Ignore. Porém, por questões de econômia de tempo, ainda é recomendado que você crie um.gitignore no diretório raiz do projeto. 6. Usando a Staging View do Git A Staging View fornece uma visão global e simplificada de todas as modificações que foram feitas desde que foi feito o checkout. Staging View do EGit. Para abrir a Staging View basta seguir os passos Window -> Show View -> Other -> Git -> Git Staging.
Nesta visão, você seleciona todos os arquivos que foram alterados no campo Unstaged changes e arrasta para a o campo Staged changes, escreve uma menssagem descrevendo o commit e então apertar o botão Commit. Observe que após aplicar o Commit, os icones na arvore do projeto mudaram, o sinal de interrogação que havia anteriormente foi trocado por um sinal dourado que simboliza que o projeto arquivo, antes inexistente no repositório Git, agora está atualizado com o repositório Git. Icones dos arquivos na Packege Explorer. A imagem mostra os principais icones de estados relacionados ao Repositório Git, que aparecem no Packege Explorer. Descrição dos estados dos arquivos no Git. Estado Description staged Alterações no arquivo seram adicionadas no próximo commit. added to index Semelhante ao estado de staged, porém o arquivo não estava sobre controle de versão antes. dirty O arquivo foi modificado desde o ultimo commit. Ignored O arquivo foi sinalizado para ser ignorado pelo Git. tracked Arquivo foi commitado para o Repositório Git e não foi alterado. untracked Arquivo não foi nem adicionado à Staging nem commitado. Agora vamos fazer algumas mudanças no projeto criando uma nova Classe no projeto e um arquivo de texto.
Dessa vez, ao invés de usar a Staging View, clique com o botão direito sobre o projeto e selecione Team -> Commit. A janela aberta permitira que você adicione arquivos modificados a area de Staging e fazer o Commit diretamente. Janela de Commit. Por agora vamos selecionar apenas a nova classe e clicar em Commit. Agora vamos repetir o procedimento anterior. Porém, dessa vez, clique no botão Amend Previous Commit. Amend Previous Commit.
Perceba que ao clicar neste botão, o campo de mensagem foi preenchido com a mensagem enviada no commit anterior. Isso se dá por que, ao utilizar essa opção, agora nós podemos apenas complementar o commit anterior, ao invés de fazer um novo commit. Selecione o arquivo que falta e clique em Commit. E agora o Repositorio Git estará novamente atualizado. 7. Visualizando o historico do projeto A History View nos permite ver e analisar todos os comits realizados desde a criação do projeto no Repositório Git. Para abrir a History View basta clicar com o botão direito -> Show in -> History. History View. Caso queira uma visão mais detalhada de um commit, clique com o botão direito sobre o commit que desejar e escolher a opção Open in Commit Viewer. Commit Viewer.
Clicando com o botão direito sobre um arquivo, você pode comparar o arquivo de um commit com o anterior, ou com o presente em seu workspace. Compare View. 8. Visualização dos Repositórios Git O EGit possui uma Git repository view que lhe permite a visualizar seus repositórios e aplicar operações do Git sobre eles. Você pode adicionar um repositório existente, clonar ou criar um novo repositório usando a propria Toolbar. Git repository view Toolbar. 9. Clonando projetos existentes Você pode clonar um repositório Git existente e importar projetos deste repositório para o seu Workspace.
Siga os passos, File -> Import -> Git -> Projects from Git. E na janela seguinte selecione Clone URI e clique em Next. Assistente de Importação de Repositório Git. Agora digite uma URL para o Repositório Git. Os demais campos serão preenchidos automaticamente, assim que você colocar uma URL valida. Escolher repositório de origem.
Observe que você precisará passar dados autenticação caso você queira importar de um repositório externo. No passo seguinte você poderá escolher as Branches que você deseja importar. Você deve escolher pelo menos a Master, já que esta normalmente é o ramo de desenvolvimento principal do projeto. Assistente de selecão de Branches. Em seguida você deverá especificar o local onde o projeto deverá ser copiado e qual Branch deverá estar ativado inicialmente. Escolher Repositório de destino Local.
Logo após o Eclipse ira abrir uma uma janela adicional, onde você deve informar o diretorio do projeto que deverá ser importado para o Workspace do Eclipse. Importando o Projeto para o Eclipse.
Tutorial Ruby on Rails. Introdução Rails é um framework para desenvolvimento de aplicações web executado sobre a linguagem de programação Ruby. Foi projetado para tornar a programação web mais fácil, assumindo tudo o que é necessário para desenvolvedores que estão iniciando. Possui a filosofia do Reaproveitamento (Don t Repeat Yourself), um principio de desenvolvimento de software que assume que cada peça de código deve conter uma única, não ambigua, representação autoritativa em sistemas. É incentivado o reuso de um mesmo trecho código. Não escrevendo a mesma informação novamente, o código possui uma melhor manutenção, mais extensivel, e menos sussetivel a problemas. How to Setup Environment O ambiente trabalhado nesse tutorial é voltado para o sistema operacional Windows. Instalando Ruby Download do instalador Para realizar a instalação da framework, primeiro é necessário realizar o download do interpretador Ruby em http://rubyinstaller.org/downloads/. Selecione o instalador (figura 1) de acordo com a versão do seu Windows (32 ou 64 bits). Figura 1 Página de Download do Ruby.
Instalação Ao terminar o download, abra o instalador e selecione o idioma Inglês como exibido na figura 2. Figura 2 Seleção de idioma da intalação. Deixe o diretório de instalação padrão em C:/Ruby22 e marque as caixas de acordo com a figura 3. Em seguida continue a instalação. Figura 3 Instalação do Ruby. Intslando o Rails Com o interpretador Ruby instalado, é necessário instalar o framework Rails. Para realizar o download é necessário utilizar o gerenciador Gems do Ruby. Para utilizar o Gems vá em Iniciar/Ruby<versão>/Start Command Prompt with Ruby. Ao abrir o prompt de comando, digite gem install rails (figura 4) e aguarde o termino do processo. Figura 4 Comando de instalação do Rails
Criando novo projeto Com o Ruby e Rails instalados, já está tudo pronto para criar um novo projeto. Para criar um novo projeto em Ruby on Rails, é necessário abrir o prompt de comando e digitar: rails new <nome_do_projeto>. Aguarde o processo terminar. Logo ao final é listado todos arquivos adicionados ao projeto. Figura 5 Comando para criação de novo projeto em Ruby on Rails. Figura 6 Estrutura do Projeto. Após a criação do projeto, execute o comando rails server. Seu projeto poderá ser acessado pelo navegador de internet no enderesso http://localhost:3000 exibindo a mensagem da figura Figura 7 Mensagem exibida para novo projeto no navegador de internet.
Tutorial sobre configuração do mysql usando hibernate Intenção do tutorial: Nesse tutorial de configuração do mysql usando hibernate destacarei algumas ferramentas importante para o uso do hibernate como por exemplo o log4j, slf4 e o próprio hibernate e os driveres do mysql e destacarei também as vantagens do uso do hibernate. O Hibernate é uma ferramenta de mapeamento objeto-relacional para Java. Sua utilização faz com que o desenvolvedor não precise escrever consultas SQL e muitas linhas de código de acesso a banco de dados. Distribuído sob licença LGPL é uma das ferramentas ORM (Object-Relational Mapping) mais utilizadas para a plataforma Java. O hibernate é uma ferramenta de mapeamento obejeto relacional ( ORM - >> OBEJECT RELATIONAL MAPPING ) Existem duas maneiras de configurar o ambiente para usar o Hibernate. Uma configuração automatizada usando o Maven e outra manual que é a que vamos usar nesse tutorial. Primeira coisa a se fazer: A primeira coisa a se fazer é baixar o hibernate e descompactar seus principais jars. utilizaremos a versão 3.5.5 Final para este tutorial. Ele pode ser baixado http://sourceforge.net/projects/hibernate/files/hibernate3/. Ele está disponível em dois tipos de arquivos compactados: zip e tar.gz. Descarregue o formato que você preferir. Após descompactando o arquivo você pode observar que a pasta gerada contém, entre outros arquivos, a documentação em inglês, manuais em várias línguas (inclusive português), o código fonte e os jars (as bibliotecas) que é o que nos interessa no momento. Quando termina de baixar o arquivo e descarrega-lo vamos copiar em uma nova pasta, que vamos chamar de lib, todos os arquivos.jar que estão dentro da pasta (e subpastas) que acabamos de descompactar. Ao todo são 17 arquivos: (isso inclue os jars obrigatórios com os opcionais 8 são obrigatorios ) hibernate3.jar hibernate-testing.jar * antlr-2.7.6.jar commons-collections-3.1.jar
dom4j-1.6.1.jar javassist-3.9.0.ga.jar jta-1.1.jar slf4j-api-1.5.8.jar cglib-2.2.jar * hibernate-jpa-2.0-api-1.0.0.final.jar c3p0-0.9.1.jar * ehcache-1.5.0.jar * infinispan-core-4.0.0.final.jar * jbosscache-core-3.2.1.ga.jar * oscache-2.1.jar * proxool-0.8.3.jar * swarmcache-1.0rc2.jar * Os arquivos que estão marcados com * são opcionais. Passo seguinte é configurar o logger : O papel principal do logs é pegar as informações disponibilizadas pela hibernate. Essa informações adquirida pelo logs server para se ter um controle maior da persistência. No entanto o hibernate disponibiliza vários logs para adquirir informações o hibernate terceiriza esta tarefa com uma abstração chamada Simple Logging Facade for Java (SLF4J) permitindo que o desenvolvedor utilize a implementação de logger que for mais conveniente ou mesmo criar uma própria. Usaremos aqui uns dos logger mais comum para a plataforma java, o log4j. Ele pode ser baixado no site: http://logging.apache.org/log4j/1.2/download.html. Quando termina de baixa-los qualquer uma das duas opções zip ou tar.gz. Extraia do pacote o arquivo log4j- 1.2.16.jar e coloque junto com os demais.jars da pasta lib criada. Apenas com essa possibilidade não é o suficiente para o bom domínio da persistência precisamos de um conector que faça a tradução do SLF4J para o log4j. Este conector pode ser baixado no site: http://www.slf4j.org/download.html. De dentro do pacote extraia o arquivo slf4j-log4j12-1.7.12.jar para a nossa pasta lib. É este jar que delega as chamadas do simple logger para o log4j. Note que a versão deste arquivo (1.7.12) não é a mesma do jar que define a api do slf4j, slf4j-api-1.5.8.jar (1.5.8) que veio junto com os jars do hibernate e já está na nossa pasta lib. Segundo os desenvolvedores do Simple Logger Facade for Java, utilizar a api de uma versão juntamente com uma implementação de outra versão é extremamente não recomendado. Para maiores esclarecimentos consulte: http://www.slf4j.org/faq.html. Para evitar possíveis problemas relacionados à incompatibilidade de versões vamos substituir o arquivo slf4j-api-1.5.8.jar por uma versão mais atual, slf4japi-1.7.12.jar. Esta versão da api também está no pacote do slf4j que acabamos de descarregar, logo, copie este jar para a nossa pasta lib e apague
a api com versão 1.5.8. Se isto não for feito, ao executar o teste vamos obter a seguinte saída no console: SLF4J: The requested version 1.6 by your slf4j binding is not compatible with [1.5.5, 1.5.6, 1.5.7, 1.5.8] SLF4J: See http://www.slf4j.org/codes.html#version_mismatch for further details. Exception in thread "main" java.lang.nosuchmethoderror: org.slf4j.helpers. MessageFormatter.format(Ljava/lang/String;Ljava/lang/Object;) Lorg/slf4j/helpers/FormattingTuple; at org.slf4j.impl.log4jloggeradapter.info(log4jloggeradapter.java :323) at org.hibernate.cfg.annotations.version.(version.java:43) at org.hibernate.cfg.annotationconfiguration.(annotationconfigura tion.java: 135) at org.hibernate.ejb.ejb3configuration.(ejb3configuration.java:12 8) at org.hibernate.ejb.hibernatepersistence.createentitymanagerfact ory(hibernate Persistence.java:55) at javax.persistence.persistence.createentitymanagerfactory(persi stence.java: 48) at javax.persistence.persistence.createentitymanagerfactory(persi stence.java: 32)...
Tutorial Tesseract + Eclipse + Java SE Introdução Tesseract é uma engine OCR (Reconhecimento Ótico de Caracteres) criado por Hewlett-Packard e atualmente é mantido pela Google sob licença Apache 2.0. Tesseract não tem suporte a layout, assim sendo, não se recomenda o uso deste para reconhecimento de textos com multiplas colunas, imagens ou fórmulas. Neste tutorial será usado o container Tess4J, qué é uma api baseada em JNA e que funciona como uma ponte entre o java e o Tesseract. Será necessário também: Saber programar em java; Saber como usar o Eclipse. Download e Instalação Para a instalação do Tess4J é necessário seguir os seguintes passos: 1. Fazer o download do Tess4J através do link: https://sourceforge.net/projects/tess4j/ Após a abertura deste link clique no botão indicado na imagem abaixo: 2. O download deve começar automaticamente após o contador zerar, caso isso não aconteça, clique no link indicado na figura abaixo: 3. Após fazer o download, abra o aquivo com qualquer compactador da sua preferencia e extraia o conteudo para uma pasta <p>.
4. Será necessário instalar o Visual C++ Redistributable for VS2013 através do link: http://www.microsoft.com/en-au/download/details.aspx?id=40784 5. Clique no botão download, selecione o executável mais adequado para sua máquina e, em seguida, clique no botão next. O download deverá começar automáticamente. 6. Execute o arquivo baixado e siga os passos necessários para intalação do mesmo. Integração com o Eclipse 1. Abra o Eclipse e crie um novo java project com o nome desejado. 2. Crie um diretório chamado lib dentro do diretório do projeto criado. 3. Copie os seguintes arquivos para dentro do diretório recém-criado: - <p>/tess4j/dist/tess4j.jar - <p>/tess4j/lib/commons-io-2.4.jar - <p>/tess4j/lib/jai_imageio.jar - <p>/tess4j/lib/jna.jar 4. Copie o diretório <p>/tess4j/tessdata para dentro do diretório do projeto. 5. Clique com botão direito do mouse (ou alt+enter quando o projeto está em foco) sobre o projeto, selecione a opção Properties. Abrirá uma janela semelhante a imagem seguinte:
6. clique no label, como mostrado: 7. Clique na aba Libraries:
8. Cliqui no botão Add External JARs... e abrirá um FileChooser, abra a diretório do projeto, e em seguida o diretório lib. Selecione todos os arquivos deste diretório e clique em abrir. 9. Apos seguidos os passos anteriores, deve-se observar a adição dos arquivos, a janela deve se parecer com a imagem abaixo: 10. Clique em OK e já pode-se começar a programar.
Exemplo Abaixo segue um exemplo de como usar o Tess4J: 1. Crie uma nova classe e chame-a de Exemplo. 2. Copie o seguinte código para o arvquivo: import java.io.file; import net.sourceforge.tess4j.tesseract1; import net.sourceforge.tess4j.tesseractexception; public class Exemplo { public static void main(string[] args) { // Necessário para o uso do Tesseract Tesseract1 tess = new Tesseract1(); // Substitua <p> pelo diretório onde // foi descompactado o Tess4J String base = "<p>/tess4j/"; String[] path = new String[] { "eurotext.png", "eurotext.tif", "eurotext.bmp" }; } } for (int i = 0; i < path.length; ++i) { System.out.println(path[i]); try { File file = new File(base + path[i]); // Obtem o texto a partir de uma imagem. String text = tess.doocr(file); System.out.println(text); } catch (TesseractException e) { System.out.println("Erro!"); } } 3. Execute e veja o resultado.
Tutorial Utilizando o Vraptor IGOR CUNHA E SILVA O Vraptor é um framework MVC opensource que traz alta produtividade para um desenvolvimento Java Web rápido e fácil. 1) Por que utilizar o Vraptor? - Alta Produtividade: Usar o VRaptor 4 é simples e intuitivo. Você atingirá níveis altíssimos de produtividade com Java para Web. - Curva de Aprendizado: Em pouco tempo você conseguirá aprender tudo o que é necessário para desenvolver suas aplicações com o VRaptor. - Testabilidade: Escreva código modularizado e desacoplado do VRaptor. Sua aplicação fica altamente testável e de fácil manutenção. - Economia: Economize muitas horas de trabalho com a alta produtividade do VRaptor, a facilidade em treinar a sua equipe e a qualidade final do seu projeto. - SOA e Rest Ready: Faça aplicações RESTful ou orientadas a serviço sem complicações, como se estivesse fazendo aplicações Web normais. - Melhores práticas de desenvolvimento: Utilizando os conceitos de Injeção de Dependência, Inversão de Controle e POJOs, seu código fica simples e testável. - CDI: Tire proveito da poderosa especificação CDI (Context Dependency Injection) do Java EE 7. - Documentação em Português: Aprenda tudo sobre VRaptor 4 contando com uma ampla documentação, fóruns e listas de discussão. Utilizaremos a IDE de desenvolvimento chamada ECLIPSE na versão JAVA EE. Para utilizar o Vraptor você vai precisar baixar o TomCat e o Vraptor: 2) Fazendo download do Vraptor: Vá ao site: http://www.vraptor.org/pt/ e clique em Download.
3) Fazendo download do TomCat: Vá ao site: http://tomcat.apache.org/ e baixe a versão que desejar, recomendo a mais nova, ou a anterior a ela que geralmente é a mais estável: 4) Instalando Vraptor e TomCat: Descompacte o Vraptor, abra seu Eclipse, vá em File -> Import:
Clique na aba General -> Existing Project sinto Workspace
Clique em Next e depois no campo chamado Select root directory procure o local onde está a pasta do Vraptor, depois clique em Finish:
Para o Vraptor rodar temos que instalar o TomCat no Eclipse em: Window -> Show View -> Servers. Depois clique em: No Servers are avaiable, Click this link to create a new server... Clique no TomCat v7.0 server, Depois em Next>
Procure o local onde você baixou o tomcat: Depois clique em Finish. 5) Rodando o Vraptor: Clique com o botão direito em cima da pasta do projeto vraptor no eclipse, depois clique em RUN AS -> 1 Run on Server. Clique no tomcat e depois Finish. Pronto, seu projeto Vraptor está rodando!
6) Começando a mexer no Vraptor! Vamos primeiro aprender como o Vraptor fez para mostrar aquela mensagem na página web. O projeto em branco do Vraptor, já vem com uma classe de controlador básico chamada IndexController.java, use CTRL+SHIFT+R para pesquisar pela classe e abra. Vá na linha 18 e mude os valores dos campos onde tem: variable e Vraptor, para variável e Hello world. Agora pesquise de novo a página JSP chamada: index.jsp, abra e apague o It Works!! e o ${linkto[indexcontroller].index} Agora salve tudo e coloque o TomCat pra rodar novamente, você verá sua primeira página criada com o Vraptor! Explicando algumas coisas: Como funciona o Vraptor? Existe um front controller que é um controller do framework vraptor, que recebe sua requisição e direciona para um dos controllers da sua aplicação, quando esse controller recebe sua requisição ele entra em contato com o modelo que faz toda a sua regra de negócio e as operações que precisa fazer, feito isso o modelo devolve uma resposta, logo após o controller da sua aplicação lhe devolve uma resposta para sua visualização, um JSON, XML, JSP(JAVA) e etc. O vraptor tem uma múltipla opção de gerar a resposta.
Principais arquivos e pastas do projeto JAVA WEB: Src: Pasta Source é onde vão estar os arquivos código fonte Java. WebContent: Onde vão estar as páginas web dentro da pasta jsp e também as bibliotecas na pasta lib. Os outros arquivos não é importante saber no momento, não é o foco do tutorial. Criando um controle na mão: Tendo conhecido a estrutura do projeto java web, vamos criar um novo pacote na pasta SRC(coloque o nome que quiser no pacote) e dentro dele criar uma classe chamada ProdutoController.
Toda classe do Vraptor que seja controlador ela tem que ser anotada com @Resource, então escreva isso acima do nome da classe, o eclipse vai reclamar que você não adicionou a biblioteca, então adicione! (Dica: pode usar CTRL+SHIFT+O) Agora vamos criar um método chamado acessar, que será o primeiro método utilizado quando o usuário acessar a página de produtos. Quando eu entro no método acessar eu preciso mostrar alguma coisa pro usuário. Pra mostrar alguma coisa pro usuário num aplicativo java web eu preciso utilizar HTML que tem que ficar disponível em algum arquivo HTML. Como o Vraptor trabalha por convenções a página HTML vai esta dentro da pasta produto e vai se chamar acessar.jsp. Esta pasta vai está dentro da pasta: webcontent -> WEB-INF -> jsp (DICA: xxxx.jsp são arquivos que contem HTML comum, mas que podem ser misturados com códigos java. Não abordaremos isto aqui no tutorial pois não é o foco.) No java, pra você passar um valor para a JSP você usa o Request e Response (não vou explicar o que são por que não é o foco do tutorial), mas no Vraptor você faz o request e response utilizando a classe Result do Vrptor. Crie a variável result e faça CTRL+SHIFT+O para importar a biblioteca, e use o eclipse para criar o construtor padrão:
O Vraptor trabalha com injeção de dependências, que é basicamente te fornecer o que você precisa, ou seja, precisamos de uma classe de result! =D Para passar um valor do java para a JSP, se cria um result dentro do método acessar passando um nome de varável e um valor para a variável. Agora vá na página JSP e adicione as tags HTML e BODY e dentro da segunda tag coloque ${x}, salve o documento e o controlador e bote pra rodar o Tomcat com a URL: http://localhost:8080/vraptor-blank-project/produto/acessar
Então é bem simples assim, eu passei uma string, mas também poderia ser passado um número que o ele iria compreender.