HOMENS, DOUTRINAS E ORGANIZAÇÃO

Documentos relacionados
Europass Curriculum Vitae

História B Aula 21. Os Agitados Anos da

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA QUINTA DO CONDE Escola Básica Integrada/JI da Quinta do Conde. Departamento de Ciências Humanas e Sociais

Participação de Portugal na 1.ª Guerra Mundial. Pressupostos. Portugal tinha obrigações no âmbito da Aliança Inglesa (Luso-Britânica)

Construção de Navios-Patrulha Oceânicos. Desenvolvimento de Míssil Nacional Antinavio

Nasceu em Janeiro de 1953 em Lisboa e é licenciado em Ciências Militares - Aeronáutica pela Academia Militar (1976).

QUEM DESEJAR A PAZ, PREPARE-SE PARA A GUERRA. O Período republicano, foi marcado pelas conquistas territoriais que tornaram Roma a cidade-mundo

1º ano. A reconquista ibérica e as grandes navegações Capítulo 10: Item 2 A revolução comercial Capítulo 12: Item 3 O Novo Mundo Capítulo 10: Item 2

NAVEGAÇÃO, COMÉRCIO E RELAÇÕES POLÍTICAS: OS PORTUGUESES NO MEDITERRÂNEO OCIDENTAL ( )

CRUZADOR ADAMASTOR. José Luís Leiria Pinto Contra-almirante

4ª CONFERÊNCIA CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE DEFESA

Os Impérios e o Poder Naval. Apresentação cedida, organizada e editada pelos profs. Rodrigo Teixeira e Rafael Ávila

PROJETOS ESTRATÉGICOS DA MARINHA

PLANO DE ESTUDOS - HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 6º ANO

Escola Secundária com 2.º e 3.º ciclos Anselmo de Andrade. Critérios de Avaliação / Planificação 6.º Ano - HGP Grupo 400 História Ano Letivo 2014/15

CADERNO DE ATIVIDADES. História

Marinha participa de operação internacional com países africanos no patrulhamento do Golfo da Guiné

Novembro 2010 Professor de Geopolítica do Instituto de Estudos Superiores Militares

Promoção de Almirantes

PLANO DE ENSINO DE HISTÓRIA 5ª. SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL 1º BIMESTRE

A vinda da família real e o governo joanino no Brasil

PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE DISC. HISTÓRIA / 8º ANO

Discurso do Comandante da Marinha na abertura do III Simpósio das Marinhas CPLP

A COMPANHIA FIDELIDADE e os Seguros na Lisboa Oitocentista

Entender o capitalismo e suas fases; Caracterizar a segunda fase da Revolução Industrial e conhecer suas principais invenções.

VESTIBULAR ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO

ACADEMIA DE MARINHA MEMÓRIAS VOLUME XL

Ernâni Lopes e o Mar

Desfile Naval Comemorativo dos 100 anos da Marinha Australiana

MARINHA DO BRASIL CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA NOTA À IMPRENSA

CVM CENTRO DE ESTUDOS VICTOR MEYER

CRISE DO ESCRAVISMO. O Brasil foi o último país da América Latina a abolir a escravidão.

1º ano. I. O Surgimento do Estado e a Organização de uma Sociedade de Classes

AS GRANDE NAVEGAÇÕES. Professora de História Maria José

Foram promovidos, por Decreto Presidencial, contando antiguidade a partir de 31 de março de 2014:

Promoção de Almirantes Foram promovidos, por Decreto Presidencial, contando antiguidade a partir de 31 de março de 2012:

As Grandes navegações: a conquista da América e do Brasil. Descobrimento ou Conquista?

Duarte Ribeiro de Macedo

A CONSTRUÇÃO NAVAL NA MARINHA DE GUERRA DO BRASIL ( ) PALAVRAS-CHAVE: Construção naval; Marinha do Brasil; Embarcações mistas.

TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL

SECRETARIA DE PRODUTOS DE DEFESA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA INDUSTRIAL. FIEP - 21 Jul 14

AS COMUNICAÇÕES NA MARINHA

História. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AGUALVA MIRA SINTRA

EXPANSÃO MARÍTIMA ESPANHOLA PORTUGAL ESPANHA POR QUÊ A ESPANHA DEMOROU PARA INICIAR A EXPANSÃO MARÍTIMA?

PEDIDOS DE AUTORIZAÇÃO PARA REALIZAÇÃO DE ACTIVIDADES DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA

Esquadra argentina reduzirá disponibilidade

APRESENTAÇÃO DO LIVRO: CABO VERDE ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA SUBSÍDIOS PARA O ESTUDO Iva Cabral

O presidente do Perú preside cerimônia de batimento de quilha de navio multipropósito

MARINHA DO BRASIL ESCOLA NAVAL

Importância geoestratégica de Portugal

AVALIAÇÃO PARCIAL I CAPÍTULO 4 PP. 76 A 84; 92 CAPÍTULO 5 PP. 98 A 107 CAPÍTULO 15 PP

Construção do Espaço Africano

I PÓS-GRADUAÇÃO E MESTRADO EM DIREITO E SEGURANÇA. Notas dos Trabalhos dos Módulos I, II e III

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AGUALVA MIRA SINTRA


CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL. Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A

HISTORIA DE PORTUGAL

Capítulo 2 Método 81 A variável independente e a sua aplicação 81 O método institucional: o primado da instituição Estado sobre a ordem

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL

ESTUDANTES QUE INGRESSARAM PELA 1ª VEZ NUM CURSO DE NÍVEL SUPERIOR EM PORTUGAL NO ANO LECTIVO 2004/05. Dados Estatísticos PARTE II

Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico História e Geografia de Portugal 2º Ciclo Ano Lectivo 2007/2008

MARINHA MERCANTE COMO UM DOS FACTORES IMPULSIONADORES DE DESENVOLVIMENTO

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL

Os Interesses Estratégicos do Brasil no Atlântico Sul e seus Reflexos para a Defesa. O Poder Naval Brasileiro.

O CAPITALISMO E A DIVISÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO (DIT)

MARINHA DO BRASIL SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DA MARINHA. SecCTM CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO

BLOQUEIO NAVAL CONTRA O CHILE.

NAPOLEÃO BONAPARTE. Pode-se dividir seu governo em três partes: Consulado ( ) Império ( ) Governo dos Cem Dias (1815)

EXPANSÃO EUROPÉIA E CONQUISTA DA AMÉRICA

HISTÓRIA. Questão 16. Com relação ao assunto tratado no texto acima, é correto afirmar que

TEMA E EXPANSÃO E MUDANÇA NOS SÉCULOS XV E XVI

Desafios do saneamento básico em face da crise hídrica

Arquivo Histórico Militar: Projetos e Desafios

Formação da Economia Global

ESTADO DO AMAZONAS CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS GABINETE DO VEREADOR WILKER BARRE TO

HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 55 O CONGRESSO DE VIENA E A SANTA ALIANÇA

A CONSTRUÇÃO DO MODELO SOVIÉTICO E O SEU IMPACTO NO MUNDO

O Mundo industrializado no século XIX

Seminário A Engenharia na Marinha

Colonização. Os Estados Unidos foi colonizado por ingleses. A ocupação e exploração dessa colônia não se deu de forma igualitária.

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES. Análise de informação do manual. Filmes educativos

PRESENÇA FEMININA DAS FORÇAS ARMADAS

FILOSOFIA Prof.: Ênio Mendes FILOSOFIA QUESTÕES Prof.: Ênio Mendes

Professor cooperante em S. Tomé e Príncipe entre 1981 e Professor do ensino secundário em Portugal entre 1987 e 1990

GAGO COUTINHO EM TIMOR ANTÓNIO COSTA CANAS

Apresentação do FDSTP à comunidade santomense em Lisboa

5.1 Planificação a médio prazo. 1. A Revolução Americana, uma revolução fundadora. 28 aulas

Direito do Mar: evolução e repercussão política. O caso especial das pescas

Transcrição:

13 Oto C^ ' ^ HISTÓRIA DA MARINHA PORTUGUESA HOMENS, DOUTRINAS E ORGANIZAÇÃO 1824-1974 (TOMO I) Coordenador e Autor ANTÓNIO JOSÉ JELO ACADEMIA DE MARINHA LISBOA 1999

ÍNDICE SIGLAS E ABREVIATURAS PREFÁCIO INTRODUÇÃO VU IX XIU CAPÍTULO I - A independência do Brasil e a guerra civil (1824-1834).. 1 O poder naval nacional 1 Portugal e a era industrial 3 Efeitos da era industrial no poder naval nacional 8 A perda da capacidade de exercer um controlo dos oceanos 9 Os arsenais 15 A política de recrutamento e formação 19 Os homens - os marinheiros, grumetes, operários e funcionários.. 23 A organização superior da Marinha 27 Finanças e administração 31 Actividades, doutrinas e tácticas da Armada 33 O acentuar da decadência naval - 1830-1831 40 A marinha de D. Miguel - a organização da denota 42 A marinha liberal - a organização da vitória 55 Uma vitória que parte do mar para a terra 67 Anexos 69 CAPÍTULO II - A luta contra a escravatura e a viragem para África (1834-1875) 71 A evolução do sistema internacional e do poder naval 71 As adaptações liberais 75 O desenvolvimento de uma nova política naval 78 O fim real do recrutamento forçado 81 As finanças e o poder naval 85 A organização superior da Marinha 89 A vulgarização do vapor 90 O programa naval de Sá da Bandeira - Mendes Leal 94 As corvetas mistas 101 As canhoneiras 104 A evolução da estratégia nacional 108 As lutas internas - 1834 a 1857 108 O combate ao tráfico de escravos 113 A defesa do Império 117 A presença no Império no período pós-sá da Bandeira 121 Outras funções estratégicas 124 Anexos 129 I

CAPÍTULO III - O novo sistema internacional e as campanhas de pacificação (1875-1898) 133 A segunda revolução industrial no poder naval 133 A relação de forças navais 136 Os programas navais portugueses 139 A distribuição dos recursos financeiros 140 Os arsenais e os meios técnicos 143 A organização superior da Marinha 146 A evolução da política e estratégia naval 147 Os precursores de Andrade Corvo 152 O programa de Andrade Corvo 155 Os continuadores de Andrade Corvo (1880-1887) 161 O período de transição (1887-1896) 167 O programa de fins do século 174 O programa de Jacinto Cândido da Silva 176 As adaptações da Armada 180 Tácticas e estratégias da actuação em África na primeira fase - 1875-1886 181 O período crítico da corrida à África - 1886-1894 186 A Armada no continente 189 O período áureo das campanhas de pacificação - 1894-1898 191 Anexos 202 CAPÍTULO IV - Das campanhas de pacificação à Grande Guerra (1898-1918) 205 A evolução técnica geral 205 A evolução da relação de forças navais 207 A organização central da Marinha 21 I A Marinha na política interna 214 As finanças da Armada 220 Portugal e a nova conjuntura naval 221 A evolução do pensamento sobre o poder naval 224 A vitória dos mahanistas 229 O grande plano naval 232 A esquadra real em oposição à esquadra de papel 237 Os contratorpedeiros e avisos 239 A arma submarina 243 As novas técnicas na Armada 246 O programa naval de 1916 249 II

A Marinha na guerra-estratégica geral 250 A estratégia naval da beligerância (1916-1918) 256 O acordo geral com os aliados 258 A defesa do continente 260 A defesa das ilhas 272 A defesa das comunicações marítimas e o apoio logístico estratégico 280 A apoio ao Império 285 A armada na guerra - um balanço 288 Anexos 294 CAPÍTULO V - A busca do renascimento naval (1918-1935) 297 O poder naval no pós-guerra 297 A acção da Armada na política interna 303 A Marinha no pós-guerra 308 O plano Pereira da Silva 315 A reorganização de Pereira da Silva 318 A evolução para o plano naval de 1930 325 A prioridade a Marinha 328 O programa de 1930 336 A reorganização da Armada em 1926-1935 346 As finanças da Armada 350 A acção da Armada no Império - 1919-1935 352 Outras funções da Armada 360 Anexos 367 CAPÍTULO VI - A Armada e a 2. a Guerra Mundial (1935-1945) 369 As mudanças do poder naval no conflito 369 A mudança da política militar nacional 372 A reação tardia e ineficaz da Armada 377 A concretização possível - 1937-1940 382 As modestas novas construções 385 A Armada antes da guerra - formação e reorganização 390 A guerra civil de Espanha 394 A Armada num período de agudizar de tensões 398 Portugal e a 2. a guerra Mundial 401 A defesa do continente - planos gerais 408 A Armada e o acordo dos Açores 413 III

A defesa do continente - portos e navegação costeira 415 A defesa das ilhas 422 A defesa da navegação 431 A defesa do Império 434 A Armada na guerra 438 Anexos 442 CAPÍTULO VII - Os anos da NATO (1946-1960) 443 O poder naval no pós-guerra 443 A relação de forças na guerra fria em termos navais 450 As teorias do poder marítimo em Portugal no imediato pós-guerra 457 A renovação da Armada possível antes da NATO 463 O impacto inicial da adesão à NATO 467 A Marinha e a reestruturação da defesa 470 O fim da aeronáutica Naval 473 A NATO e a reformulação da Armada 478 As mudanças qualitativas 484 A evolução dos planos navais 487 A Armada e o Pacto Ibérico 492 A Armada e o Império nos anos 50 496 A formação e a nova mentalidade 504 As finanças 509 Anexos 512 CAPÍTULO VIII - A Armada nas guerras de África (1961-1974) 515 Uma nova fase da guerra fria 515 A viragem da política de defesa nacional 518 As adaptações da doutrina e da teoria 526 A evolução dos planos navais 535 As adaptações da organização 544 Os fuzileiros 550 Os meios humanos e a formação 553 A política de aquisição de navios 556 As finanças da Armada 566 A acção geral da Armada nas guerras de África 569 Estratégia operacional - Guiné e Cabo Verde 575 Estratégia operacional - Angola 596 IV

Estratégia operacional - Moçambique 608 A cooperação com a Espanha 620 ANATO 622 Outras funções da Armada 629 A Armada no último período de guerras nacionais - um balanço provisório 629 Anexos 634 FONTES E BIBLIOGRAFIA 639 ÍNDICE ANTROPONÍMICO 653 ÍNDICE TOPONÍMICO 662 ÍNDICE TEMÁTICO 673 ÍNDICE DAS GRAVURAS 677